Reavivados por Sua Palavra


II JOÃO – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Ivan Barros
18 de setembro de 2018, 0:45
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II JOÃO – O discípulo amado pega pesado nesta segunda carta enviada à igreja no primeiro século. Quanto a seus ensinamentos, carecemos talvez mais deles agora que os crentes de outrora.

Sua mensagem deve ser proclamada atualmente tanto quanto foi a motivação de João alertar os crentes. As verdades contidas nos treze versículos devem ser diligentemente aplicadas no viver diário do cristão quanto foi a intenção do apóstolo ao escrevê-las.

Embora o mandamento do amor deve ser devidamente seguido, e realmente devemos amar uns aos outros, a prática do amor tem limites. “Quando o enganador procura os crentes, eles não devem abrir suas casas para ele nem lhe dar boas vindas. Mas essa proibição não contradiz a regra cristã primitiva de demonstrar hospitalidade a estranhos (Hebreus 13:1)”, nem mesmo, “João está falando do viajante que precisava de hospedagem por uma noite. Ele se refere ao mestre que tem a intenção de destruir a igreja de Jesus Cristo” (Simon J. Kistemaker).

Por isso, a síntese desta carta pode ser assim elaborada:

• Saudação à senhora igreja, noiva de Cristo (vs. 1-4);
• Recomendação de fé e amor, a essência de um relacionamento íntimo com o Senhor (vs. 5-6);
• Advertência contra enganadores, não vendedores de produtos falsos, mas charlatões que pervertem o evangelho e a natureza de Cristo (v. 7);
• Aviso aos crentes: Que cuidem de si mesmos em relação aos que manipulam a fé (v. 8-9);
• Ultimato quanto ao fato de tornar-se cúmplice apoiando hereges e inimigos disfarçados dos cristãos (vs. 10-11);
• O amor anseia falar mais do que escrever, pois o sentimento fica limitado quando expresso em palavras escritas; por isso, João encerrou logo sua redação e propôs visitar a igreja destinatária desta missiva (vs. 12-13).

O amor a Deus e a submissão a Cristo tornam-nos fieis a Seus ensinamentos. Por isso, esta cartinha “é um tesouro num pequeno frasco, que convida os leitores de todas as idades a viver o amor e a verdade de Jesus Cristo” (Bíblia Andrews).

A atitude certa para com enganadores nos levará a ter atitudes corretas em relação a Cristo e a Sua verdade; portanto, é muito importante estudar esta carta que visa alertar-nos quanto a essa realidade!

“Senhor, ajude-nos a andar na verdade, amar de verdade, e fugir da falsidade!” – Heber Toth Armí.



II JOÃO – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de setembro de 2018, 0:30
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“E o amor é este: que andemos segundo os Seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o princípio, é que andeis nesse amor” (v.6).


Diferente de livros cuja autoria é desconhecida, a segunda epístola de João traz um destinatário enigmático. Conforme a raiz da palavra “eklekte kyria“, que significa senhora escolhida ou senhora eleita, João tanto pode ter escrito para uma mulher e seus filhos, ou, seguindo a orientação profética quanto ao significado da palavra mulher, pode ter se dirigido a uma determinada igreja e seus membros. O fato é que o discípulo amado prosseguiu em transmitir o mesmo princípio que norteou sua primeira epístola: o amor. Estendendo o seu sentimento como sendo o mesmo de “todos os que conhecem a verdade” (v.1), ele clarificou o conceito intrínseco de amar: conhecer a verdade.

Todos os que são conhecedores da verdade e que nela permanecem são condutos do amor do Pai. Um dos sinais que apontam para a proximidade da volta de Cristo é justamente o desamor provocado pelo crescimento da iniquidade (Mt 24:12). O que nos leva a este raciocínio:

→ Se a falta de amor vem pelo aumento da iniquidade, e a iniquidade, ou o pecado, “é a transgressão da lei” (1Jo 3:4), logo, o amor advém do crescimento em obediência à verdade, através do Espírito Santo, “que Deus outorgou aos que Lhe obedecem” (At 5:32). Percebem?

Satanás diz: Não precisa obedecer, viva do seu jeito! (Isto produz morte: “porque o salário do pecado é a morte” Rm 6:23).

Deus diz: A obediência é fruto do genuíno amor, viva do Meu jeito! (Isto produz vida: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” Ap. 2:10).

Não se trata de salvação por obras, mas de sermos impulsionados a viver não mais conforme os nossos gostos e desejos egoístas, mas sob o constante governo do Espírito Santo. Não é o que eu faço, e sim o que Ele faz em mim, por mim e através de mim. Não se trata de um governo arbitrário, mas eleito pela entrega dos “que que andam na verdade” (v.4). O Senhor deseja restaurar em nossa vida o que no princípio foi estabelecido. E isto só acontece quando permitimos que o Espírito Santo nos guie “a toda a verdade” (Jo 16:16), “porque muitos enganadores têm saído pelo mundo afora” (v.7) e precisamos estar vigilantes para não perdermos “aquilo que temos realizado com esforço”, mas para recebermos “completo galardão” (v.8).

Devemos vigiar e orar para perseverar “em verdade e amor” (v.3). Mas o que exatamente é a verdade? A Bíblia nos apresenta as cinco colunas da verdade:

  1. Deus é a verdade: Jr. 10:10; 1Jo 5:20;
  2. Jesus é a verdade: Jo 14:6;
  3. O Espírito Santo é a verdade: 1Jo 5:6;
  4. A própria Bíblia é a verdade: Jo 17:17;
  5. A Lei de Deus é a verdade (principalmente, no que se refere aos dez mandamentos): Sl 119:142, 151, 152; Êx 20:3-17.

Ultrapassar “a doutrina de Cristo” (v.9) é estabelecer conceitos e ideias incompatíveis com o que Ele já nos revelou por meio de Sua Palavra. Notem que João disse basicamente assim, parafraseando: “Eu não estou escrevendo nada diferente, mas o mesmo mandamento que vocês já conhecem desde que se converteram: devemos nos amar uns aos outros. E o conceito desse amor é este: praticar os mandamentos de Deus. Portanto, amar ao próximo consiste em andar nesse amor” (v.5-6). Examinem os evangelhos e verifiquem se a vida de Jesus não foi o cumprimento perfeito da verdade e do amor. E a “todos os que conhecem a verdade” (v.1), Ele diz: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10).

O amor bíblico, amados, não se pode comparar com o amor barato que tem sido vendido nos púlpitos a preço da ingenuidade de muitos. O amor conforme as Escrituras é esclarecedor, é verdadeiro e nele não há confusão. Permita que este maravilhoso amor continue sendo derramado em seu coração pelo Espírito Santo (Rm 5:5). Que Ele te guie a toda a verdade e, nesta jornada rumo aos Céus, muito em breve, “conversaremos de viva voz” com o nosso amado Jesus, para que então, “a nossa alegria seja completa” (v.12).

Bom dia, “todos os que conhecem a verdade” (v.1)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2João #RPSP

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II JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de setembro de 2018, 0:20
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682 palavras

1. Presbítero (ARA; ARC: “Ancião”). O título pode se referir à idade ou à posição, ou ambas as coisas. Uma vez que este Comentário afirma a autoria do apóstolo João (ver p. 755), pode-se observar que a palavra “ancião” é adequada. No momento em que a carta foi escrita, c. 95 d.C. (ver p. 755), João seria já idoso e o último apóstolo sobrevivente, de acordo com a tradição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 757.

Senhora. A senhora a quem a carta é dirigida pode ter sido líder da igreja à qual João escreve, e seus “filhos” podem ser os membros da igreja (cf. 3Jo 4). O teor da mensagem é mais adequado a um grupo de crentes do que a um indivíduo, e a cristãos maduros, em vez de a filhos de certa mulher. CBASD, vol. 7, p. 757.

Eleita. Provavelmente usado aqui no sentido de eminência [proeminência, excelência] ética. CBASD, vol. 7, p. 757, 758.

A verdade. Ou, a doutrina cristã, como exposta por Cristo, que é “a verdade” (ver com. de Jo 8:32; cf. Jo 14:6), e “o Espírito da verdade” (Jo 14:17). Aqueles que defendem essa “verdade” amam aqueles que compartilham de suas crenças. CBASD, vol. 7, p. 758.

2 Por causa da verdade. É por causa da nossa aceitação comum da verdade que estamos tão intimamente relacionados pelos laços de amor. CBASD, vol. 7, p. 758.

4. Dentre seus filhos. Isto pode refletir a possibilidade de que todos os membros da igreja não tenham permanecido fiéis. Também pode ser que João não tenha encontrado ou ouvido relatos de todos os “filhos”, e que os outros também fossem fiéis. CBASD, vol. 7, p. 759.

6. E o amor é este. O amor não consiste apenas em acalentar sentimentos afetuosos para com os outros, mas em observar a conduta correta para com nosso semelhantes, conforme indicado nos mandamentos de Deus. CBASD, vol. 7, p. 759, 760.

7. Enganadores. Os desordeiros são identificados no fim deste versículo como aqueles que negam as implicações da encarnação. CBASD, vol. 7, p. 760.

O anticristo. Ver com. de 1Jo 2:18, 22. João identifica todos os “enganadores” como sendo, em última análise, representados pelo grande enganador e anticristo, Satanás. Todo o trabalho de embuste procede do diabo, não importa que forma local seus servos possam assumir. CBASD, vol. 7, p. 760.

9. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo. Isto é, quem tenta ir além dos ensinamentos de Cristo, como os gnósticos faziam (ver p. 687, 688). A fraseologia remete à primeira epístola de João (cf. em 1Jo 3:6). CBASD, vol. 7, p. 760.

Não permanece. Aquele que tenta ir aonde Cristo não guiou, sai do domínio de Cristo, portanto, não permanece na doutrina dada por Ele. CBASD, vol. 7, p. 761.

O que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Aquele que vagueia fora da verdade perde o Pai, e quem permanece nela tem o Pai e também o Filho por meio do qual toda a verdade é revelada (1Jo 2:23). CBASD, vol. 7, p. 761.

10. Não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Este conselho aparentemente rude só se aplica no caso de um “enganador” e “anticristo” (v. 7), e não tem relação direta com a hospitalidade que os cristãos devem alegremente mostrar aos amigos estrangeiros e necessitados (ver Mt 25:35; Hb 13:2). Não haveria motivo algum para receber um visitante determinado a enganar a igreja de Deus. … não é possível manter uma comunhão cristã entre o crente e o falso mestre (cf. 1Co 5:9-13). CBASD, vol. 7, p. 761.

11 Cúmplice. João deixa claro por que não devemos entreter os falsos mestres: a associação voluntaria com eles vai fazer parecer que aprovamos seus ensinamentos, e os incautos poderiam interpretar mal até mesmo a hospitalidade bem-intencionada concedida a esses mestres. CBASD, vol. 7, p. 761.

12 Muitas outras coisas. Nesta carta, o apóstolo tem tratado apenas com a questão mais urgente para alertar seus leitores sobre o perigo dos falsos mestres. Muitos outros emas chamam atenção, mas podem ser abordados de forma mais clara e rápida, pessoalmente. CBASD, vol. 7, p. 761.

Papel. Do gr. chartes, “uma folha de papiro”, material comum de escrita. CBASD, vol. 7, p. 761.

13 Tua irmã eleita. Estas palavras podem se referir a (1) uma irmã real de certa “senhora eleita” (v.1) ou (2) uma igreja irmã na área em que João escreveu. CBASD, vol. 7, p. 762.



II JOÃO – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
18 de setembro de 2018, 0:05
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I JOÃO 5 by Jeferson Quimelli
17 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-joao/1jo-capitulo-5/

Uma das grandes tentações ao longo da história da igreja tem sido a de fazer de Jesus ou totalmente humano ou totalmente divino ao invés de aceitá-Lo como a pessoa absolutamente única que Ele é. É o fato de que Ele é ao mesmo tempo plenamente humano e plenamente divino que Lhe possibilita ser o Salvador do mundo (ver Heb 1, 2).

Um segundo tema levantado na primeira metade do capítulo 5 é uma visão adicional sobre a relação entre o amor e os mandamentos de Deus. Aqui encontramos uma das mais importantes contribuições de João à compreensão cristã a respeito de como viver responsavelmente. Diariamente devemos refletir sobre esse tema à medida que procuramos determinar o que significa ser um cristão, o que significa desenvolver um caráter semelhante ao de Cristo.

E o que 1 João significa para a minha vida? Que eu devo ser honesto comigo e com Deus sobre mim mesmo e minhas faltas; que eu tenha por certo que Jesus é o Cristo plenamente divino; que eu deixe Deus aperfeiçoar Seu caráter de amor em mim enquanto me relaciono com meus companheiros membros da igreja e com o mundo ao meu redor. Isso é o que João chama de “vida eterna” (1:2; 2:25; 3:15; 5:11, 13, 20).

George Knight
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1410
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados17-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]



I JOÃO 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de setembro de 2018, 0:56
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I JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Ivan Barros
17 de setembro de 2018, 0:45
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I JOÃO 5 – Fica claro nestes cinco capítulos que “não há nada mais importante na vida cristã do que o amor”; que contrasta com o amor de quem não tem Cristo, pois, “somente porque experimentamos o amor que vemos na cruz é que amamos da maneira que distingue o cristão” (Leon Morris).

Morris ainda destaca que “é impressionante que” as cartas de João, “que dão tanta ênfase ao amor, tenham mais referências aos mandamentos de Deus do que qualquer outro livro do Novo Testamento”.

Assim, já na introdução do capítulo, João atesta que, “o teste da verdade para saber se amamos ou não os filhos de Deus é este: amamos a Deus? Guardamos Seus mandamentos? A prova de que amamos a Deus está na guarda dos Seus mandamentos, e eles não parecem difíceis” (vs. 1-3).

Avance em teu estudo. O esboço de Merrill F. Unger auxilia a obter visão mais geral do capítulo em questão:

1. Fé e comunhão:

• A fé nos insere na comunhão (vs. 1-3);

• A fé traz a vitória (vs. 4-5).

2. Testemunho e comunhão:

• O testemunho a respeito do Filho (vs. 6-10);

• A crença no testemunho de Deus (vs. 11-12).

3. A oração e a comunhão:

• A importância da certeza (v. 13);

• O poder da oração (vs. 14-15).

4. A comunhão na oração e o cristão pecador:

• A oração e o problema do pecado grave (vs. 16-17);

• O pecado e seu remédio (vs. 18-20);

• Incumbência final (v. 21).

A fé que não está pautada no amor é insignificante, sem valor para Deus. A fé que não se submete aos mandamentos divinos é deficiente, falha e insuficiente para agradar a Deus, pois está desprovida de submissão ao Salvador. A prática do amor altruísta é o cumprimento da Lei de Deus (Romanos 13:8; Tiago 2:8).

Aquele que é cristão de verdade, ama genuinamente; quem ama de verdade, apreciará grandemente a comunhão com Deus e com os membros de Sua igreja. A fé não repele, ela aproxima e atrai!

A fé em Jesus concede vitória sobre o pecado e o mundanismo; ela dá garantia de vida eterna, certeza da resposta às orações, e transforma nosso coração. Nascer de Deus significa renunciar ao mundo radicalmente.

Após refletir nessas profundas verdades, resta-nos erguer e reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de setembro de 2018, 0:30
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“Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos” (v.2).


Estamos vivendo no limiar do grande conflito e, como última igreja de Cristo, somos chamados para fazer parte do Seu remanescente: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 14:12). “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (v.3). E “a vitória que vence o mundo” (v.4) é a nossa fé em Jesus, pois Ele mesmo venceu o mundo (Jo 16:33). O batismo de Jesus, representado pela água, e a Sua morte, representada pelo sangue, significam a confirmação da nova aliança entre Deus e Seu povo. Todo aquele que deseja seguir o exemplo do Mestre, e ser batizado seguindo a Sua ordem, encontrará resistência como Ele mesmo encontrou. E a menos que esteja munido da armadura de Deus (Ef 6:10), revelará uma fé frágil que sucumbirá à primeira prova.

Assim como “o Pai, a Palavra”, que é Cristo “e o Espírito Santo” são um (v.7), fomos chamados a sermos um com o Senhor e a termos o Seu testemunho na Terra. Gosto de pensar que “o Espírito, a água e o sangue” (v.8), representam as três atuações de Deus na vida do cristão:

  1. O sangue, quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas;
  2. A água, como o batismo, o lavar regenerador de Deus no coração e início da carreira cristã;
  3. O Espírito, que nos guia a toda a verdade, nos convence do pecado, da justiça e do juízo, levando-nos a uma vida de santificação em Cristo Jesus (Jo 16:8-13).

Estes três “são unânimes num só propósito” (v.8), o propósito de preparar um povo para reencontrar o Seu Deus. Todo aquele, pois, que nisto crê, “tem, em si, o testemunho” (v.10). “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho” (v.11). Portanto, se temos o Filho, temos a vida; se, porém, não temos o Filho, não temos a vida (v.12). Quando o apóstolo Paulo declarou: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20), ele não declarou ter alcançado o estágio final da perfeição, mas a sua entrega, unida à constante obra do Espírito Santo, inculcavam em sua mente a fé firme na fiel promessa: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Por isso que ele denominou a batalha espiritual de “bom combate” (2Tm 4:7), porque todo aquele que é nascido de Deus e “não vive pecando”, tem como seu fiel guarda Jesus, o Senhor dos exércitos, “e o Maligno não lhe toca” (v.18).

A oração intercessora, neste grande conflito em que vivemos, terá um papel decisivo no limiar dos últimos dias. Quando um servo ou uma serva de Deus ergue suas súplicas altruístas e empenha-se diariamente a abençoar seus irmãos através de suas orações, sua própria vida recebe um novo fôlego, o Espírito Santo imprime em sua mente o verdadeiro senso de missão e derrama em seu coração o amor de Deus em generosas porções. Não podemos desistir daqueles que Cristo adquiriu com Seu sangue. O “pecado para morte” (v.16) é aquele em que o pecador se recusa a ouvir a voz de Deus e repele o Espírito Santo de sua vida. Aquele que sonda os corações e conhece as intenções nos chama a fazer parte de Seu grande exército, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18).

Se “sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (v.19), tanto mais precisamos nos firmar nas verdades eternas e perseverar em ter uma vida de oração. Certamente, somos alvo das orações de alguém, ou de alguns, assim como podemos ser instrumentos de Deus para conduzir pessoas a Cristo por este ministério tão grandioso. O silêncio do suplicante diante dos homens é transformado pelo Espírito em “gemidos inexprimíveis” (Rm 8:26) diante do trono de Deus. Façamos uso deste recurso tão grandioso em benefícios! Só a eternidade revelará o seu real alcance. Imitemos o sublime Exemplo: “Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (Mc 1:35).

Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (v.20).

Bom dia, exército de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1João5 #RPSP

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I JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de setembro de 2018, 0:05
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I JOÃO 4 by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-joao/1jo-capitulo-4/

1 João 4 retorna ao tema dos mentirosos “sem pecado” que agem com ódio e desdém para com os seus colegas membros da igreja, ao mesmo tempo que afirmam amar a Deus. João não faz rodeios. “Se alguém afirmar: ‘Eu amo a Deus, mas odiar seu irmão, é mentiroso… . Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão” (v. 20, 21 NVI). Uma mensagem direta para aqueles que pensam que podem separar os dois grandes mandamentos de Mateus 22:36-40.

Ellen White captou esta mensagem de João. Ela escreveu: “Cristo aguarda com forte desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus” (Parábolas de Jesus, 69). Nas páginas anteriores fica óbvio que ela está em harmonia com João quando observa que é o nosso “amor” que “será aperfeiçoado” à medida que “refletimos cada vez mais a semelhança de Cristo” e participamos do Seu Espírito. Isso faz sentido.

O núcleo do caráter divino é o amor. Deus quer que sejamos semelhantes a Ele quando Jesus voltar. Assim, o testemunho da última geração a viver na Terra quando de Sua segunda vinda “é uma revelação do amoroso caráter de Deus.”

George Knight
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1409
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados16-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]: