Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 30 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 30 – Você já teve inveja? Alguém já teve inveja de você? Você sabe como e quando a inveja está em ação? Você sabia que quando a inveja se manifesta seu objetivo é prejudicar/humilhar/arruinar/desprezar o próximo?

“Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é não querer que o outro tenha” disse Zuenir Ventura.

É difícil perceber a inveja. Entretanto, quando um sentimento destrutivo pretende desprezar ou tirar o que outras pessoas têm conseguido evidencia a influência da inveja. O invejoso não foca alvos, foca pessoas.

• Raquel teve inveja de sua irmã Lia e suas ações foram movidas por esse sentimento – os resultados não foram nobres (vs. 1-24);
• Mesmo em um ambiente de inveja, Deus abençoa e age na vida das pessoas a fim de alcançá-las (vs. 25-43).

Não existe inveja santa, boa, positiva e desprovida de perversidade. Embora este capítulo fale dos filhos de Jacó, observe esses detalhes:

1. Jacó teve filhos com Bila (vs. 1-8);
2. Jacó teve filhos com Zilpa (vs. 9-13);
3. Jacó teve mais outros filhos com Lia (vs. 14-21), pois já tivera quatro antes (29:31-35);
4. Jacó teve um filho com Raquel (vs. 22-24).

Jacó teve filhos com quatro mulheres. Grande parte disso é responsabilidade da inveja. A prosperidade de Jacó nas fazendas de Labão (v. 43) causará inveja alterando várias vezes o salário a fim de prejudicá-lo (assunto que estudaremos amanhã).

Deus nunca aprovou casamentos polígamos. O registro na Bíblia desse tipo de casamento visa revelar que a felicidade e a paz podem ficar longe dessa família, o que Deus não planejou. Ainda que a cultura aceite que um homem tenha mais que uma mulher, a tensão será evidente em cada situação nesta casa como se nota no caso das mandrágoras (vs. 14-16).

Os sentimentos negativos interferem nas atitudes e podem mudar o rumo da história de uma família. Elimine-os!

Como? “Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, transforma a vida. Os pensamentos pecaminosos são afastados, renunciadas as más ações; amor, humildade e paz tomam o lugar da ira, da inveja e da contenda. A alegria substitui a tristeza e o semblante reflete a luz do Céu” (EGW, DTN, p. 173).

Que Deus te ilumine! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 30 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de novembro de 2018, 0:30
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“… Tenho experimentado que o Senhor me abençoou por amor de ti” (v.27).


Enquanto o objetivo de vida de Lia era o de angariar o amor de seu marido, o de Raquel era de dar-lhe filhos. A fertilidade de Lia, porém, causou-lhe ciúmes e o desespero lhe fez exigir de Jacó a sua maternidade: “Dá-me filhos, senão morrerei” (v.1). Pela primeira vez, a Bíblia relata que “Jacó se irou contra Raquel” (v.2). Ao ver-se encurralado pela exigência de sua amada esposa, aceitou tomar a sua serva, Bila, por mulher, assim como Abraão coabitou com a serva egípcia por amor a Sara. Mas a rivalidade entre irmãs tornou-se ainda mais intensa quando Lia também entregou a Jacó a sua serva, Zilpa, por mulher. E, semelhante a Bila, Zilpa também concebeu filhos a Jacó.

Lia ainda nutria o desejo de ter mais filhos. Era impossível competir com a beleza encantadora de sua irmã. Seus filhos eram o seu único consolo. As mandrágoras que Rúben levou para ela eram muito mais do que somente um presente inocente. Acreditava-se que a mandrágora era uma planta afrodisíaca e com poderes místicos. O formato de sua raiz, que assemelha-se a formas humanas, deu origem ao mito de que o seu consumo era uma cura contra a esterilidade. Mas, na verdade, ela contém propriedades tóxicas e que causam alucinações. O desejo de Raquel por consumir tal planta, portanto, não foi o de saciar o apetite, e sim acreditando na suposta magia de sua composição de, finalmente, torná-la fértil.

O tiro, porém, saiu pela culatra. E a fertilidade que buscou de formas escusas, lhe renderam mais alguns anos de espera e o desespero em ver que Lia concebia mais filhos. Mas as misericórdias do Senhor, que “renovam-se cada manhã” (Lm.3:23), foram manifestadas na vida de Raquel. Não foram as mandrágoras que a tornaram fértil. Foram as misericórdias de Deus em resposta às suas orações. A tentativa humana em resolver a seu próprio modo o que julgam ser resultado de um descaso divino, sempre redundam em consequências dolorosas e frustrantes. Raquel precisava esperar e desfrutar de uma experiência real com o Deus de Abraão. O nascimento de José não só representava o fim de seu “vexame” (v.23). Ele representava a salvação de toda a família.

Jacó percebeu que a sua estadia na casa de seu sogro precisava acabar. Finalmente, retornaria ao seu lugar, à sua terra (v.25). No entanto, a forma como o Senhor lhe abençoara era visível e Labão não pretendia perder a sua fonte de lucro. Com astúcia, novamente tentou enganar a Jacó. Só que, desta vez, Jacó foi habilidoso e, sob a bênção divina, ele “se tornou mais e mais rico” (v.43). As mandrágoras que Raquel comprou representam o desejo humano por controlar o tempo e tentar manipular as bênçãos. A atitude de Lia em “alugar” o marido por uma noite representa a tentativa humana em preencher o coração com o que jamais conseguirá satisfazê-lo, posto que Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). E a suposta esperteza de Labão representa aqueles que pensam que suas fraudes lhe trarão benefícios, quando só causam prejuízos.

Diante dessas histórias reais de pessoas como nós, percebemos que o Senhor trabalha de forma individual e singular com cada filho Seu. Aquele que sonda os corações conhece exatamente quais sejam os nossos defeitos de caráter e, mediante as Suas ricas misericórdias, procura corrigi-los. Por vezes não compreendemos o agir de Deus e nem temos paciência para esperar o Seu tempo, mas Ele, que “Se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14), compreende as nossas dores e, com longanimidade, espera a nossa entrega. Se tão somente confiarmos no Senhor e em Sua provisão, assim como Jacó obteve ovelhas fortes, Ele nos promete fortes bênçãos (v.42). Permita que Deus seja Deus em sua vida!

Feliz semana, abençoados por Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis30 #RPSP

Comentários em áudio:
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Gênesis 30 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2018, 0:05
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1315 palavras

1-43 Este capítulo faz parte de uma unidade que se inicia em 29:31 e acaba em 30:24. Relata o nascimento dos doze filhos de Jacó e provê uma explicação para algumas das tensões e pressões que a família de Jacó (e especialmente seus filhos) experimentaram. Como em todo o VT, a dádiva de ter filhos é claramente ligada à ação divina. Os nomes de cada criança era dado pela respectiva esposa, que não era sempre a mãe biológica, mas que recebia a criança de sua serva como seu próprio (Andrews Study Bible).

1 senão morrerei. Uma expressão com exagero que demonstra sua angústia extrema (25.32; 27.46). Ironicamente, mais tarde, ela morre durante um parto (35.16-18) (Bíblia de Genebra).

2 Acaso, estou em lugar de Deus. A resposta rude de Jacó contrasta nitidamente com a oração fervorosa de Isaque intercedendo pela esposa sem filhos (25.21) (Bíblia de Genebra).

Jacó sempre tentou obter a bênção mediante seus esforços. Aqui, precisa reconhecer que a bênção de ter filhos só poderia provir de Deus (v. 31.7-13), quanto à benção dos rebanhos). Posteriormente, José repetiu essas palavras (v. 50.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 ao meu colo. Lit. “joelhos”. Os joelhos são um símbolo do cuidado dos pais (50.23; Jó 3.12). De acordo com o costume do antigo Oriente Próximo, o parto da criança da concubina sobre os joelhos da esposa simbolizavam a adoção da criança pela esposa (Bíblia de Genebra).

6 de Bila,  – um juiz. Raquel exclamou: “Deus me julgou e também me ouviu a voz e me deu um filho” (heb danani) (Bíblia Shedd).

8 Naftali – Lutando. Raquel disse: “Com grandes lutas tenho competido com minha irmã e logrei prevalecer”. (heb niphtalta) (Bíblia Shedd).

10,11 De Zilpa, Gade – Boa sorte. Lia disse: “Afortunada!” e lhe chamou Gade (gad) (Bíblia Shedd).

13 Aser – Felicidade. Lia disse: “É minha felicidade” (Bíblia Shedd).

14-16 As obrigações matrimoniais de Jacó são negociadas entre as duas esposas, transformando o patriarca em um ator passivo. Raquel desejou as mandrágoras que Ruben, o primogênito de Lia, descobriu no campo, tendo em vista que elas eram consideradas como promotoras de capacidades sexuais (Cantares 7:13). Lia somente deu as frutas em troca de uma noite com Jacó, o que Raquel, relutantemente, concedeu (Andrews Study Bible).

As mandrágoras estavam associadas com o amor. A superstição popular admitia-as com antídoto contra a esterilidade. A barganha efetuada por Raquel não lhe proporcionara o resultado almejado. O v. 22 mostra ser Deus, e não a mágica ou a superstição humana, que promove a fertilidade (Bíblia Shedd).

Às vezes chamada de “maçã do amor”,  (Bíblia de Genebra).

As mandrágoras tem raízes carnudas e bifurcadas, semelhantes à parte inferior do corpo humano e, portanto, segundo a suposição supersticiosa, provocavam a gravidez quando ingeridas (v. Ct 7.13). Raquel, da mesma forma que Jacó, procurava obter o que desejava por meios mágicos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 aluguei. Um dos termos chaves da história de Jacó, descrevendo em um nível comercial a interação entre pessoas. Mesmo a sexualidade pode ser “alugada”, um tema que reaparece na história de Judá e Tamar (38:15-19) (Andrews Study Bible).

16-18 De Lia, Issacar – Alugar. Lia disse: “Deus me recompensou” (heb secari) (Bíblia Shedd).

20 Zebulom – Honra. “Deus me deu excelente dote, agora permanecerá comigo meu marido” (zebelani) (Bíblia Shedd).

Como diz um velho ditado espanhol: “Cem gramas de mãe valem o mesmo que meio quilo de clérigos”. A influência de Lia sobre seus filhos, a julgar pela vida que eles tiveram depois, não foi algo muito positivo. E mais ainda, sendo Jacó como era, as chances de eles realizarem os mais altos ideais eram mínimas (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

22-24 A gravidez de Raquel aparece como surpresa ao leitor. Deus Se lembra (19:29; Êx. 2:24; 6:5), e coisas acontecem. Foi após o nascimento de José que Jacó começa a planejar o seu retorno a Canaã (Andrews Study Bible).

De Raquel, José – “Dê-me o Senhor outro filho! Deus tirou-me o vexame (‘asaph) – que o Senhor me acrescente (yoseph) outro filho”. Benjamin – Filho da mão direita. Raquel, que viera a falecer ao dá-lo à luz, pôs-lhe o nome de Benoni (filho de minha dor). Jacó chamou-lhe Benjamim, como indício da posição que viera a desfrutar (Gn 35) (Bíblia Shedd).

23 humilhação. A esterilidade era vergonhosa, sinal do desfavor divino. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 que o Senhor me acrescente ainda outro filho. O cumprimento desse desejo de Raquel lhe provocaria a morte (v. 35.16-19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 Tenho experimentado. Ou, “descobri por presságio”. Muitos textos extrabíblicos da Mesopotâmia falam da prática de adivinhações no ocultismo, algo proibido em Israel (Dt 18.10,14). Observando a boa sorte de Jacó, Labão, um pagão, tentou descobrir a razão disto através da adivinhação (31.19) (Bíblia de Genebra).

A negação de Labão ao pedido de Jacó é baseado em adivinhação (“tenho experimentado”), uma forma de conhecimento e entendimento da vontade dos deuses. Isto era estritamente proibido em Israel (Lev. 19:26; Deut. 18:10, 14) (Andrews Study Bible).

O testemunho de Labão a propósito da bênção que lhe adviera por causa de Jacó evidencia o cumprimento da promessa de Deus em Betel (28.14). A palavra que aí vem traduzida como “experimentado” pode significar, também, “adivinhado”, isto é, obtida informação através de práticas próprias ao “ocultismo”. Na verdade, Jacó estava estipulando salário muito módico, visto que as ovelhas orientais eram, quase todas, brancas, enquanto os cabritos eram normalmente pretos. Parece que Jacó deliberara, assim, em confiar que Deus havia de prover todas as coisas nos termos da bênção anunciada. Deus o fez de modo admirável! (Bíblia Shedd).

31-34 No antigo Oriente Próximo, a maioria dos cordeiros era branca e a maioria das cabras era negra ou marrom escura. Pensando que o acordo indicasse pequeno risco para ele, Labão alegremente concedeu o pedido de Jacó com respeito aos animais coloridos, não tão comuns (v. 34). A proposta de Jacó dependia da noção falsa de que impressões visuais vívidas durante o ato de reprodução determinariam as características da descendência. Ele pensou que colocando cores revezadas na frente dos animais se acasalando resultaria numa descendência colorida, não comum (vs. 37-38, 41-42). Embora o esquema de Jacó negasse a Deus a glória devida, a intenção de Deus de abençoar a Jacó não se desviou (31.11-12) (Bíblia de Genebra).

35 separou. O inescrupuloso Labão imediatamente trapaceou. De acordo com o trato feito, os animais coloridos seriam o rebanho inicial de Jacó (v. 32). Jacó iniciou sem estes, um fato que enfatiza a bênção sobrenatural sobre ele (Bíblia de Genebra).

37 estoraque … brancas. Em hebraico, trata-se de jogos de palavras com o nome Labão. Assim como Jacó defraudara Esaú (cujo outro nome, Edom, significa “vermelho” … com um guisado vermelho, 25.30), também procura defraudar Labão (cujo nome significa “branco”) com galhos brancos. Para todos os efeitos, Jacó estava usando contra Labão a própria tática deste (a fraude). Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 O estratagema funcionou – mas somente por causa de intervenção divina (v. como Jacó reconhece esse fato em 31.9), não por causa da superstição de Jacó. Bíblia de Estudo NVI Vida.

43 O aumento das riquezas de Jacó são resultado de suas capacidades de observação, o manejo de métodos básicos de acasalamento e, acima de tudo, das bênçãos de Deus (Andrews Study Bible).

Deus abençoou os rebanhos de Jacó em detrimento de Labão, apesar da indesculpável astúcia de ambos. Jacó parecia estar enganando Labão, em troca das trapaças deste; porém, Jacó obteve sua família e riqueza somente pela graça de Deus (29.31 – 30.24; 31.9) (Bíblia de Genebra).

Pouco há nessa história que seja elogioso para Jacó, e entre ele e Labão não há muita diferença. São bem dignos um do outro, com uma ressalva: Jacó superava o outro em astúcia. O herdeiro das promessas (Jacó) age para com o filho deste mundo (Labão) de maneiras que os homens mais honrados se recusariam a adotar. Chegamos a apiedar-nos de Labão, que nunca vira uma escada com anjos… [… ] Mas não há muitos que professam ser cristãos e que estão representando hoje, o papel de Jacó? […] Jacó está destinado a passar através do fogo das provações, por meio do qual a escória será consumida e sua alma ficará branca e pura (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).



GÊNESIS 30- ÁUDIO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de novembro de 2018, 0:05
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AVISO: Prezados, infelizmente o vídeo original foi disponibilizado para nós com um corte aos 1m31s. O Pr Ronaldo já foi cientificado do fato. Desculpem a falha.



GÊNESIS 29 by Jeferson Quimelli
10 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-29/

Considere estas perguntas para melhorar a sua compreensão dessa história trágica:

  1. Imagine a dinâmica entre as duas irmãs quando uma delas torna-se a “mulher dos sonhos de um homem” (vv. 1-20). Como você imagina que a chegada de Jacó na casa de Labão afetou a relação de Raquel e Lia como irmãs? Como as irmãs foram afetadas pela atitude de seu pai, Labão? E do “profundamente apaixonado” Jacó?
  2. Finalmente Jacó trabalhou sete anos por Raquel, e ganhou o direito de se casar com ela. Mas que truque enganoso e terrível se desenrolou na noite de núpcias! (vv. 21-27). O que esse incidente nos diz a respeito de Labão (como pai, futuro sogro, etc.)? Como esse evento afetou a Lia? E a Raquel? E a Jacó? E ao núcleo da nova família de Jacó? Como pode ter sido para essas irmãs tornarem-se, agora, esposas rivais?
  3. Como pode ter sido esses próximos 7 anos de início de vida conjugal para este “trio infelizmente ligado” (vv. 28-30)?
  4. Qual a diferença de experimentar a presença de Deus no meio de situações comuns e em outras vezes em situações difíceis? Como podemos manter a percepção da conexão com o Deus da “escada de Jacó” quando estamos em meio a dificuldades familiares, problemas financeiros, falhas pessoais e outros meandros da vida diária?

Douglas Tilstra
Diretor de Vida Acadêmica
Walla Walla University

Postado no blog mundial em: https://www.revivalandreformation.org/?id=275
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli 

Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):

 



GÊNESIS 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de novembro de 2018, 0:56
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GÊNESIS 29 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
10 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 29 – O pecado arruinou tudo na vida humana. A família é massacrada por esse mal que muitos querem bem. Pequenos e grandes erros, sugestões e decisões egoístas, medo e precipitações instintivas na família de Isaque devem fazer-nos refletir:

• Isaque chegou ao fim da vida solitário, envergonhado – embora fosse rico e um grande empreendedor –, devido a ter descuidado seu papel de marido e pai;
• Rebeca ficou sem seu filho preferido (nunca mais viu Jacó), enganou seu marido, e teve apenas o desprezo de Esaú;
• Esaú foi iludido pela vingança, objetivando vingar-se dos pais arranjou uma terceira esposa e alimentou o ódio mortal por seu irmãozinho espertinho;
• Jacó ficou sem seu lar, sua cama, seus pais, sem o amor do seu irmão, sem paz… enfim, sem nada…

Como a história de Jacó continuou após o Deus da graça tê-lo alcançado na desgraça? Veja este esboço de Victor P. Hamilton:

1. Jacó chega a Harã (vs. 1-8);
2. Jacó conhece a Raquel e Labão (vs. 9-14);
3. Jacó serve durante sete anos por Raquel (vs. 15-20);
4. Jacó é enganado por Labão (vs. 21-30);
5. Jacó tem quatro filhos com Lia (vs. 31-35).

Deus age, mas as consequências continuam. Enganadores plantam enganos, mais cedo ou mais tarde também serão enganados. Assim como quem planta ventos colhe tempestade, quem semeia pecado colhe seus terríveis resultados.

Rebeca ensinou seu filho ser enganador, o qual aprendeu. Mas não imaginou que seu tio Labão, irmão de sua mãe era perito nesse assunto mais que sua mãe. Se o pecado não for erradicado da família ele fará estrego nos relacionamentos familiares.

Não adianta ter boas intensões (v. 15); se não cuidar, o mal se aflora desde malandragem a sabotagem (vs. 23-25). Contudo, ainda que não seja fácil, Deus opera para restaurar o mal que se prolifera (vs. 31-35). O que custa-nos entender!

Se Isaque tivesse buscado a Deus como quando Rebeca era estéril, sua família seria moldada pela graça divina assim como 20 anos de oração resultou no fim da esterilidade. Contudo, seu relaxo espiritual após a resposta de sua oração causou negligência espiritual em toda sua família. Não há referência à oração na vida de nenhum de seus filhos…

Será que não vivemos a mesma situação em nossa família? – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 29 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de novembro de 2018, 0:30
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“Assim, por amor a Raquel, serviu Jacó sete anos; e estes lhe pareceram poucos dias, pelo muito que a amava” (v.20).


Após a sua experiência com Deus em Betel, Jacó seguiu viagem. “Olhou, e eis um poço” (v.2). Naquele oásis, estava prestes a ter uma visão que lhe encantaria os olhos e o coração. Ao deparar-se com Raquel, foi tomado de grande comoção, de forma que a beijou “e, erguendo a voz, chorou” (v.11). E por sete anos trabalhou para Labão a fim de desposá-la. Mas, Jacó, o mesmo que usurpara a confiança de Isaque, foi passado para trás por seu tio e futuro sogro. Ao invés de receber Raquel como esposa, recebeu Lia, a irmã mais velha. Assim como enganara seu pai aproveitando-se de sua cegueira, Jacó foi enganado, às cegas, recebendo como esposa a mulher de “olhos baços” (v.17).

Após descobrir que fora enganado, reivindicou o acordo que havia feito com Labão, e este lhe entregou também a Raquel pelo trabalho de mais sete anos. Uma semana depois, Jacó estava casado com as duas irmãs. Era notório o seu amor por Raquel e seu tratamento inferior com relação à Lia. No entanto, ao ver que Lia era preterida, Deus a fez fecunda, “ao passo que Raquel era estéril” (v.31). E, a cada filho que lhe nascia, Lia nutria a esperança de Jacó amá-la mais do que à sua irmã. O que não aconteceu. Em cada gestação, enchia o seu coração de uma esperança que era frustrada a cada nascimento. Então, quando deu à luz a Judá, houve uma mudança de foco. Sua esperança estava sendo depositada no lugar errado e, caindo em si, percebendo que tinha à sua disposição um amor incomparavelmente maior do que o amor de um homem, declarou: “Esta vez louvarei o Senhor” (v.35).

Quantas vezes nós mendigamos o amor de alguém que tanto amamos. Temos a necessidade de ser amados, e isso é importante. Mas, neste relato, Deus nos diz que ainda que aqueles que mais consideramos e amamos não valorizem como deveriam os nossos sentimentos, Ele nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3). Jacó trabalhou 14 anos por amor a Raquel. Deus trabalha por amor a nós, desde a fundação do mundo! Jacó trabalhou arduamente por amor a uma mulher. Deus tanto amou ao mundo “que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Quanto amor do nosso Criador! Aceite agora esse amor, louve ao Senhor e seja verdadeiramente feliz!

Feliz sábado, mui amados do SENHOR!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis29 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 29- ÁUDIO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
10 de novembro de 2018, 0:05
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