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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-48/
Este capítulo nos ajuda a compreender o caráter de Jacó e a importância das relações familiares. Jacó era um pai afetuoso, chorou o desaparecimento de José e se entristeceu quando Simeão ficou preso no Egito. Jacó, agora, como um avô carinhoso, beija e abraça os netos.
De modo surpreendente, Jacó adota os dois filhos de José, Manassés e Efraim, como seus próprios filhos. Essa foi uma maneira de honrar a memória da sua querida esposa, Raquel, que ele tanto gostaria pudesse presenciar aquele momento com os netos. Deste modo, a profecia dada a José, de que teria uma porção dobrada entre seus irmãos, veio a se cumprir.
Jacó refere-se a Deus como o benfeitor de sua vida; Aquele que lhe apareceu em um momento de grande necessidade, fugindo para salvar a vida, e prometeu abençoar-lhe com uma grande descendência (v. 3-4). Jacó dá testemunho de que Deus o sustentou e o livrou de todo o mal, e suplica que Deus abençoe de igual maneira aos filhos de José (v. 15-16). As palavras e ações de Jacó revelam a intimidade de sua caminhada com Deus.
Senhor, ajuda-nos a revelarmos o teu caráter ao próximo, especialmente no círculo familiar.
Jobson Santos
Professor de Religião no Unasp
Hortolândia, Brasil
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=294
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio(Voz: Valesca Conty):
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Vamos depender de Deus?
Na infância, adolescência, juventude não se nota religiosidade em Jacó; somente na velhice percebe-se ele como alguém espiritual. A experiência deve formar-nos espiritualmente, não deformar-nos.
Há sete referências a Deus neste capítulo. Seis foram expressas por Jacó (vs. 3, 11, 15, 20-21), uma por José (v. 9). Deus é…
1. O Todo-poderoso;
2. O que apareceu em Luz a Jacó;
3. O que abençoou a Jacó;
4. Aquele que deu os filhos para José;
5. Aquele que concedeu oportunidade a Jacó de ver José novamente com seus filhos;
6. Pastor;
7. Atuante, presente e abençoador.
Seria diferente a vida de Jacó se desde a infância tivesse colocado Deus no centro de suas realizações… E quanto a nós? Como seria diferente nossa história se Deus fosse sempre mais importante que tudo?
Neste capítulo, destacam-se os seguintes pontos:
• José vai com seus dois filhos visitar o pai que está acamado, doente; ao ouvi-los chegar, Jacó esforçou-se e sentou-se na cama a fim de abençoar aos três, o filho José e, os netos: Efraim e Manassés (vs. 1-4);
• Jacó eleva seus netos da parte de José a status de filhos; “os filhos de José deveriam ser com as devidas formalidades incluídos entre os filhos de Israel” (Ellen G. White). Eles seriam príncipes como os demais filhos (vs. 5-12);
• Jacó, já idoso e limitado pela visão, trocou as mãos invertendo a bênção do primogênito para o caçula e do caçula para o primogênito; José tentou adverti-lo, mas não cedeu. Assim, a maior bênção que deveria ser dada a Manassés foi dada a Efraim: Mas ambos foram devidamente abençoados (vs. 13-20);
• José recebe a promessa/certeza de Jacó de que Deus estará com ele e fará sua descendência retornar a Canaã; e declara que a maior parte da terra foi destinada a José (vs. 21-22).
Passar tempo com Deus molda nosso caráter. Jacó não tinha mais o espírito de dependência própria, nem confiança no poder e sagacidade humanos.
Quando Deus é o centro de nossa vida, nossas atitudes serão regidas por Ele, às vezes sem compreendê-las.
Quando Deus é prioridade em nossa vida falaremos dEle o tempo todo.
A maturidade espiritual abre os olhos da fé ainda que os olhos físicos estejam obscurecidos.
Vamos depender de Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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“Então, disse Israel a José: Eu não cuidara ver o teu rosto; e eis que Deus me fez ver os teus filhos também” (v.11).
Debilitado pela velhice, chegada era a hora de Jacó despedir-se de seus filhos. Avisado da enfermidade de seu pai, José “tomou consigo a seus dois filhos, Manassés e Efraim” (v.1) e os levou à sua presença. Considerando os filhos de José como seus próprios filhos, Israel os incluiu em sua herança. E recordando a dolorosa morte de sua amada Raquel, tomou em seus braços a Manassés e Efraim e, antes de proferir-lhes sua bênção, “os beijou e os abraçou” (v.10). Olhando para José e para seus filhos, Jacó percebeu o amor de Deus em preservar-lhe a vida para aquele momento.
Com profundo respeito, José inclinou-se perante seu pai e colocou seus filhos perante ele segundo a tradicional ordem de nascimento. A mão direita representava a primogenitura e a bênção principal. Mas Jacó, cruzando as mãos, os abençoou colocando a sua mão direita sobre a cabeça de Efraim, o mais novo. Aquilo não agradou a José, que logo tratou de “consertar” o que pensara ter sido um engano cometido pelo velho pai. Jacó, porém, sabia o que estava fazendo, proferindo uma bênção profética sobre eles, assim como faria a seguir com seus demais filhos. Assim como a primogenitura de Esaú e a tentativa de Isaque em confirmá-la não puderam atrapalhar os planos de Deus, a Efraim foi concedida a bênção que nenhuma intervenção humana poderia revogar.
A destra do Criador está estendida sobre cada criatura humana. É Seu desejo ver cumpridos em nossa vida os Seus planos, planos “de paz e não de mal” (Jr.29:11). Jacó sabia que a estadia de seu povo no Egito era provisória e que chegaria o tempo de se cumprir a promessa de Deus, em que sua descendência retornaria à Canaã. Da mesma forma, “há esperança para o teu futuro, diz o Senhor, porque teus filhos voltarão para os seus territórios” (Jr.31:17). E não importa se diante de outros você esteja à esquerda. Deus te chama para fazer parte daqueles que estarão à Sua direita, estes “virão com choro, e com súplicas os levarei”, diz o Senhor, “guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho reto em que não tropeçarão; porque sou Pai para Israel, e Efraim é o Meu primogênito” (Jr.31:9).
O Primogênito de Deus já nos garantiu o nosso retorno para Casa. Acredite, “Deus será convosco e vos fará voltar à terra” (v.21), ao “reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34).
Bom dia, herdeiros das moradas eternas!
Desafio do dia: Ore pedindo ao Espírito Santo que te use neste dia como uma bênção na vida de alguém.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis48 #RPSP
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743 palavras
1 Manassés e Efraim. José recebeu os direitos de primogenitura e a porção dupla através da adoção de seus dois filhos por Jacó, que os elevou à posição de pais fundadores entre as doze tribos de Israel (37.8; 43.3; 1Cr 5.2). Bíblia de Genebra.
3 Deus todo-poderoso. Heb El-Shaddai. Bíblia Shedd.
Luz. O nome mais antigo de Batel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 Rúben e Simeão. Os dois filhos de Lia são mencionados por serem preteridos a fim de que a porção dupla seja dada a José, o primogênito de Raquel. Rúben perdeu seu direito como primogênito porque corrompeu o leito matrimonial de seu pai (35.22; 43.3; 49.3-4). Bíblia de Genebra.
A adoção dos filhos de José os elevava a uma condição de igualdade com seus próprios filhos mais velhos, que eram Rúben e Simeão. Isto explica a divisão da terra feita posteriormente na qual se verifica que a “casa de José” aparece constituída de duas tribos, isto é, Efraim e Manassés. Bíblia Shedd.
6 Os filhos que lhes nascerem depois deles serão seus. Tomariam os lugares de Efraim e Manassés, os quais Jacó adotara. … O território de José, portanto, seria dividido entre Efraim e Manasés, mas Levi (o terceiro filho de Jacó; v. 35.23) não receberia “porção alguma da terra” (Js 14.4). Por isso, o número total de distribuições tribais continuaria doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 Raquel morreu em Canaã. V. 35.16-19. Adotados pelo pai de José, Efraim e Manassés tomaram, com efeito, o lugar de outros filhos que Raquel, a mãe de José, poderia ter tido se não tivesse morrido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A mãe de José, que morrera tão cedo, foi também honrada, postumamente, na adoção dos dois filhos mais velhos de José. Isso explica a alusão feita por Jacó a sua amada Raquel. Suas palavras parecem manifestar um desejo não expresso de que ela tivesse vivido para ver seu filho primogênito exaltado sobre o maior império do mundo na época, e, portanto, em posição de tornar-se um salvador para a casa de seu pai. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 505.
12 dentre os joelhos. No antigo Oriente Próximo, os joelhos eram um símbolo de cuidado paternal e, por extensão, de adoção (30.3). Bíblia de Genebra.
14 mão direita. No antigo Oriente Próximo, as declarações orais eram acompanhadas pela imposição da mão direita, uma ação que funcionava como uma garantia legal. Esta é também a primeira vez nas Escrituras em que a bênção é acompanhada de uma imposição de mãos (cf Sl 139.5; Mt 19.13-15). Bíblia de Genebra.
15 José. Usado aqui como coletivo de Efraim e Manassés. Bíblia de Estudo NVI Vida.
pastor. Metáfora régia e íntima de Deus (v. Sl 23.1), usada em Gênesis somente aqui e na bênção que Jacó posteriormente impetrou sobre José (49.24). Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Anjo. Ver nota em 16.7. O Anjo – o próprio Deus – tinha abençoado anteriormente a Jacó (v. 32.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ser chamado pelo nome de alguém era algo como apossar-se da sua vida psíquica e realizar de modo realista a vida do antepassado. Eia a razão por que se diz que Jacó haveria de retornar a Canaã constituído em grande nação (46.3-4). Bíblia Shedd.
19 Efraim, posteriormente, tornara-se a tribo mais importante do reino do Norte de Israel. Bíblia Shedd.
Durante a monarquia dividida (930-722 a.C.), os descendentes de Efraim eram os mais poderosos no norte. “Efraim” era muitas vezes usado em referência ao Reino do Norte como um todo (v., e.g., Is 7.2, 5, 8, 9; Os 9.13; 12.1, 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 colocou Efraim à frente de Manassés. Jacó, o filho mais jovem que lutara com Esaú para obter a primogenitura com a respectiva bênção e preferira a irmã mais jovem (Raquel) à mais velha (Lia), agora colocou o filho mais jovem de José acima do mais velho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O motivo de dar a bênção do primogênito ao segunda ao nascer aparece frequentemente em Gênesis. Jacó podia até ter perdido a maior parte de sua visão física mas ainda tinha visão profética. Andrews Study Bible.
21 José morreu no Egito mas seus ossos foram trasladados para Canaã. Um conceito ainda mais significativo era o de que o ancestral continuaria a viver através dos filhos. Pelo fato de Efraim e Manassés terem recebido herança na terra de Canaã, José continuaria vivendo, voltando, portanto, àquela terra prometida. Bíblia Shedd.
22 região montanhosa. A palavra hebraica [shechem, cf. Bíblia de Genebra.] assim traduzida é identificada com o topônimo Siquém, onde José foi posteriormente sepultado num terreno herdado por seus descendentes (v. Js 24.32; v. tb. 33.19; Jo 4.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-38/
José ficou muito contente com a chegada de seus parentes. Passadas as festividades iniciais, ele julgou importante ajudá-los quanto a escolha da atividade profissional e local de moradia.
Devido a apreciação que Faraó tinha por José, era grande a possibilidade dele oferecer a seus irmãos importantes cargos no serviço do rei, mas isto os exporia à influências idólatras e corruptoras. Sendo assim, José orientou seus irmãos a dizerem para Faraó que eram pastores de ovelhas, mesmo sabendo que os Egípcios consideravam tal profissão degradante (Gên 46:32).
Quando o rei soube que os irmãos de José eram pastores, deu permissão dele estabelecer seus parentes no lugar que este julgasse mais conveniente.
José escolheu Gósen como um lugar adequado, por ser provido de boas pastagens e água em abundância. Ali seus parentes poderiam adorar a Deus longe das influências corruptoras dos egípcios.
José tinha em mente o melhor para seus familiares. De igual maneira, devemos escolher locais de moradia e atividades profissionais que favoreçam o bem-estar e o desenvolvimento espiritual nosso e de nossos filhos, longe dos costumes desmoralizantes do mundo. Peçamos a Deus para nos ajudar a sermos prudentes e sábios como José!
Jobson Santos
Professor de religião no Unasp
Hortolândia, Brasil
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=284
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio(Voz: Valesca Conty):
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Não use teu pecado como justificativa para não buscar Deus. Nem teu passado para evitar fazer o que é certo.
Imagina se…
1. …Os irmãos de José não quisessem ir até o Egito por inveja, ciúmes ou mesmo orgulho ferido por ver seu irmãozinho como governador da maior potência do mundo?
2. …Jacó não abrisse mão de seu passado e não quisesse abrir mão de sua terra para então ir para o Egito?
3. …nenhum dos familiares de José quisessem lidar com fantasmas do passado e não tivessem contado a Jacó que José estava vivo?
Os sonhos de José em sua infância se cumpriram fielmente assim como os sonhos desvendados do padeiro-chefe, do copeiro-chefe e os dois de Faraó.
Gênesis deixa claro que Deus entende de sonhos, interpretações de sonhos e, principalmente conhece perfeitamente o futuro.
Observe: A profecia predita a Abraão que sua descendência peregrinaria em terra estrangeira se cumpre de forma inusitadamente quando seus 70 familiares se alojam no Egito. Local onde a mesma profecia prediz que enfrentariam a escravidão. Contudo, enquanto José está vivo governando o Egito, eles estarão bem na região de Gozen.
Gozen era uma região propícia para pastoreios de animais, era uma região fértil. José levou cinco de seus irmãos para apresentá-los a Faraó; depois trouxe também seu pai; então, o maior líder político do mundo cedeu o melhor da terra à família daquele que havia feito o melhor pelo Egito (vs. 1-12).
Faraó tornou-se dono de todas as terras dos egípcios e inclusive os egípcios se tornaram servos de Faraó. Por mais negativo que pareça, pior seria morrerem de fome. Sendo José sábio, além de estocar alimento suficiente para muita gente, ninguém morreu de fome quando faltaram os recursos (vs. 13-26).
Jacó chegou com 130 anos de idade ao Egito e viveu 17 anos ali. Seus descendentes adquiriram propriedades e tiveram muitos filhos, aumentado, assim, significativamente, a família com prosperidade (vs. 27-31).
Provavelmente, todos eles morreriam se não fossem ao Egito; e, como se mudariam se José não fosse governador ali?
Concluímos, assim, que Deus é…
• Sábio/onisciente;
• Soberano/onipotente;
• Visionário;
• Atencioso;
• Cuidadoso;
• Protetor;
• Sustentador;
• Precavido;
• Ativo;
• Envolvido;
• Estrategista.
Lição: Antes dos problemas surgirem, Deus já tem soluções! Só precisamos tê-lO como Deus de nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram” (v.27).
Usando de sabedoria, José instruiu seus irmãos acerca do que falar a Faraó. A declaração de que eram pastores de rebanho manteria a família de Israel perto de José e suprida de mantimentos, mas também afastada da cidade e dos costumes pagãos que a dominava. A terra de Gósen seria por longos anos o lar do povo de Deus. Avançado em idade, Jacó foi levado à presença de Faraó e o abençoou. O soberano do Egito ficou admirado perante o idoso ancião, que descreveu como “poucos e maus” os dias dos anos de sua vida (v.9). Sua antiga mentira desencadeara uma série de consequências que lhe causaram muitos sofrimentos.
Naquela terra estranha, Jacó e seus filhos estabeleceram morada e eram sustentados por José. Havendo fome em toda a terra, José tornou-se um tipo de resgatador. Todo o dinheiro, gado e terras adquiridas por José como pagamento pelo alimento, fizeram do Egito a maior potência mundial daquela época e de Faraó o monarca mais poderoso. Mas nem todos os tesouros ou fama eram mais importantes do que as promessas divinas. Percebendo estar perto do dia de sua morte, Jacó fez José prometer que não o sepultaria no Egito, mas que levaria o seu corpo para ser enterrado em Canaã, “no lugar da sepultura” de seus pais (v.30) e onde sepultara Lia, no campo de Macpela (Gn.49:30-31).
Pelo menos três importantes lições podemos extrair deste capítulo:
- Precisamos ser cautelosos em nossas associações. José usou de sabedoria e prudência ao manter sua família a uma distância segura dos egípcios;
- O fato de não comungarmos da religião ou do estilo de vida de alguns, não nos impede de sermos uma bênção na vida deles. Jacó não apoiava o paganismo de Faraó, mas nem por isso deixou de abençoá-lo;
- Os filhos do Reino não se deslumbram com os tesouros deste mundo, mas almejam os tesouros do Céu, “onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt.6:20).
- Jesus misturava-Se com publicanos e pecadores, mas não participava de seus pecados.
- Jesus não apoiava os pecados das pessoas, mas a Sua bênção era um convite ao arrependimento.
- Jesus não possuía riquezas nesta terra, mas viveu aqui como quem aguardava adquirir “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Sigamos “os Seus passos” (1Pe.2:21) e, muito em breve, desfrutaremos de Sua fiel promessa: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).
Bom dia, herdeiros dos tesouros celestes!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis47 #RPSP
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