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“Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que salvarei o Meu povo…” (v.7).
Após uma dura e necessária repreensão, Zacarias relata uma mensagem de restauração e de salvação. Os “grandes zelos” (v.2) do Senhor por Seu povo faria de Jerusalém “a cidade fiel” (v.3), morada do SENHOR dos Exércitos. Então, há uma descrição sobre as praças da cidade, que seriam tanto de repouso para “velhos e velhas” (v.4), como lugares de brincadeiras cheios de “meninos e meninas” (v.5). Ou seja, seria um lugar abundante de paz e de alegria, um lugar “maravilhoso” (v.6) de se viver.
Por várias vezes o sonoro e poderoso “Assim diz o SENHOR”, ou “diz o SENHOR dos Exércitos” foi dito pela boca do profeta como um sinal indicativo de que cada promessa de restauração continha a inconfundível assinatura do Deus de Israel. E em Seu profundo amor por Seu povo, o bom Pastor prometeu salvá-lo e trazer de volta todas as Suas ovelhas, “da terra do Oriente e da terra do Ocidente” (v.7), reunindo um só povo sobre o qual reinaria “em verdade e em justiça” (v.8).
A bênção e a provisão de Deus na reconstrução do templo deveria ser motivo de fortalecer lhes a fé. A força das mãos era uma referência ao trabalho. O labor penoso e escravo de outrora (v.10) daria lugar à abundante colheita “de paz” (v.12). A maldição se tornaria em bênção (v.13). O exílio acabou. Não haveria mais o que temer (v.15). Entretanto, após estas notícias sobremodo maravilhosas e a promessa de uma terra restaurada, segue-se uma pequena lista de deveres. Vejamos:
- “Falai a verdade cada um com o seu próximo” (v.16);
- “Executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz” (v.16);
- “Nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo” (v.17);
- Não “ame o juramento falso” (v.17);
- “Amai, pois, a verdade e a paz” (v.19).
Que listinha intrigante, não? Dá para notar qual era o principal pecado entre o povo de Deus: a maledicência. E só para não restar dúvida alguma acerca do que Deus pensa sobre este pecado, a lista abominável ainda termina, dizendo: “porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o SENHOR” (v.17). Isto é, são atitudes que Ele abomina e que não aceita no meio do Seu povo. O Senhor estabeleceu critérios de comportamento para que, por meio de relacionamentos saudáveis e pacíficos, Jerusalém fosse uma bênção não somente para seus habitantes, mas para outros “povos e habitantes de muitas cidades” (v.20), que, tomando conhecimento do amor que dali transbordaria, fossem buscar a Deus e “suplicar o favor do SENHOR” (v.22).
De todos os pecados que nos têm amarrado a esta “quarentena” ininterrupta, creio que os piores estão relacionados com o uso da língua. Bem descreveu Tiago: “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade… e contamina o corpo inteiro” (Tg 3:6). Se lermos a lista de pecados que Paulo elencou como a causa dos “tempos difíceis”, “nos últimos dias” (2Tm 3:1), veremos que praticamente todos, senão todos, estão relacionados com a forma com a qual lidamos uns com os outros. Foi por meio deste instrumento diabólico que Satanás causou divisão entre os seres celestiais e fez cair terça parte dos anjos com ele (Ap 12:4, 9). E tem sido através desta mesma estratégia que ele tem destruído casamentos, famílias e até igrejas.
O chamado do Senhor para o Seu povo continua sendo o mesmo. Se Israel tão-somente cumprisse com o dever do amor mútuo, o dever se tornaria em prazer e, onde houvesse um judeu, haveria “dez homens, de todas as línguas das nações”, lhe dizendo: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (v.23). Amados, nestes últimos dias Deus tem preparado um povo peculiar que, despertado do sono e cheio do Espírito Santo, têm compreendido que, de nada vale uma vida religiosa se esta não for o modelo estabelecido por Seu Mestre e supremo Exemplo: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13:35). Fora disto, não há restauração e muito menos salvação.
Não é fácil refrear o que Bíblia chama de “mal incontido” (Tg 3:8). E quão difícil é dominar os nossos pensamentos críticos e a nossa mente repleta de julgamentos e desconfianças. Por isso a importância da oração e do contato diário com as Escrituras Sagradas. O íntimo relacionamento diário com Deus resulta em um amor, pelo próximo, “sem hipocrisia” (Rm 12:9). Precisamos pedir, constantemente, em atitude de vigilância, que o Espírito Santo derrame em nosso coração “o amor de Deus” (Rm 5:5), e faremos parte de um povo que não pode ser confundido.
“Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa, ó Senhor, atende-nos e age” (Dn 9:19). Seja esta a nossa oração!
“E se alguém vier atrás de mim por onde eu for, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481). Seja esta a nossa realidade!
Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!
Desafio do dia: Seguindo as orientações de Jesus (Mt 6:6), faça uma oração de confissão. Peça perdão enquanto há tempo e, se possível, no que depender de você, tenha paz com todos (Rm 12:18).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Zacarias8
#RPSP
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A túnica do sacerdote é um símbolo da justiça de Cristo que cobre nossa nudez quando a aceitamos.
Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias. Isaías 61:10
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Todos os que vestiram as vestes da justiça de Cristo, estarão perante Ele como escolhidos, fiéis e verdadeiros. Satanás não tem poder para arrancá-los da mão de Cristo. Ele não permitirá que passe para o poder do inimigo pessoa alguma que tenha reclamado, com penitência e fé, Sua proteção. Está empenhada Sua palavra: “Que se apodere da Minha força, e faça paz comigo; sim, que faça paz comigo”. Isaías 27:5. A todos é feita a promessa dada a Josué: “Se observares as Minhas ordenanças, […] te darei lugar entre os que estão aqui”. Zacarias 3:7. Anjos de Deus andarão de ambos os lados seus, mesmo neste mundo, e no final estarão entre os anjos que circundam o trono de Deus. {Conselhos para a Igreja, p. 360.3}
É a justiça de Cristo que torna o pecador penitente aceitável a Deus e opera sua justificação. Por mais pecaminosa que tenha sido sua vida, se ele crê em Jesus como seu Salvador pessoal, permanece diante de Deus nas imaculadas vestes da justiça imputada de Cristo.
O pecador tão recentemente morto em delitos e pecados é vivificado pela fé em Cristo. Ele vê pela fé que Jesus é seu Salvador e está vivo para todo o sempre, podendo “salvar totalmente [todos] os que por Ele se chegam a Deus.” Hebreus 7:25. Na expiação realizada para ele, o crente vê tal largura, comprimento, altura e profundidade de eficiência — ele vê tal inteireza de salvação, adquirida a um preço tão infinito, que sua alma se enche de louvor e gratidão. Contempla, como por espelho, a glória do Senhor e é transformado na Sua própria imagem, como pelo Espírito do Senhor. Vê o manto da justiça de Cristo, tecido no tear do Céu, talhado por sua obediência e imputado à pessoa arrependida pela fé em seu nome.
Quando o pecador tem uma visão dos incomparáveis encantos de Jesus, o pecado deixa de ser atraente para ele; pois contempla Aquele que é o mais distinguido entre dez mil e totalmente desejável. Compreende por experiência pessoal o poder do evangelho, cuja vastidão de desígnio só é igualada por sua preciosidade de propósito. {Fé e Obras, p. 96}
Uma fé generalizada não é suficiente. Precisamos usar as vestes da justiça de Cristo, e usá-las aberta, corajosa, e decididamente, ostentando a Cristo e não esperando muito do homem finito, mas manter-nos olhando para Jesus e deixando-nos cativar pela perfeição de Seu caráter. Então tornaremos individualmente manifesto o caráter de Jesus, e deixaremos claro que estamos revigorados pela verdade, pois ela santifica o coração e mantém cativos os pensamentos, em obediência a Cristo. {Refletindo a Cristo, p. 100.5}
Os verdadeiramente justos, que sinceramente amam e temem a Deus, cobrem-se do manto da justiça de Cristo tanto na prosperidade como na adversidade. Renúncia própria, sacrifício pessoal, benevolência, bondade, amor, paciência, magnanimidade e confiança cristã são os frutos diários produzidos por aqueles que estão verdadeiramente ligados com Deus. Seus atos podem não ser publicados ao mundo, mas eles mesmos estão diariamente lutando contra o mundo e ganhando preciosas vitórias sobre a tentação e o mal.
Todos os que se vestiram da justiça de Cristo estarão perante Ele como escolhidos, e fiéis e leais. Satanás não tem poder para arrancá-los da mão do Salvador. Nenhuma alma que em penitência e fé reclame a Sua proteção, permitirá Cristo que passe para o poder do inimigo.
Cada qual terá uma luta intensa para vencer o pecado no próprio coração. Às vezes essa obra é muito penosa e desanimadora; pois ao vermos os nossos defeitos de caráter, pomo-nos a considerá-los, em vez de olhar para Jesus e revestir-nos das vestes da Sua justiça. Todo aquele que entrar na cidade de Deus pelas portas de pérola, fá-lo-á como vencedor, e sua maior conquista terá sido a do próprio eu. — Testemunhos Seletos 3:381. {A Maravilhosa Graça de Deus, p. 25}
E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; Filipenses 3:9
Fonte: http://tendaysofprayer.org/

Comentário devocional:
A palavra de Deus tem poder. Ela tem o poder de revelar a nós o próprio Deus. Ela tem o poder de nos encorajar e confortar quando estamos abatidos. A palavra de Deus tem o poder de nos mostrar como realmente somos e de nos inspirar a sermos diferentes.
No entanto, se endurecemos nossa coração como uma pedra, eventualmente, a palavra de Deus não poderá alcançar-nos. Este foi o problema do antigo Israel. Se nos recusarmos a valorizar a lei de Deus e os Profetas, mensagens que nos foram dadas pelo Espírito do Senhor (Zacarias 7:11-12), as consequências serão de nossa inteira responsabilidade.
Zacarias faz seus conterrâneos retornarem em pensamento 70 trás, e mostra-lhes que foi a condição moral daquele tempo que trouxe a destruição do Templo e fez com que os Israelitas fossem levados cativos. Eles não estavam seguindo as instruções de Deus. Eles eram injustos em seus julgamentos, eles não demonstravam solidariedade e compaixão para com o seu povo, e oprimiam os necessitados.
Quando lemos acerca dessa situação no passado, ficamos indignados com o comportamento deles. No entanto, a descrição é muito semelhante ao que está acontecendo ao nosso redor hoje.
Estamos às portas da segunda vinda de Jesus. Ao refletirmos sobre a mensagem de Zacarias, chegamos a conclusão de que é hora de retornarmos para Deus com um espírito contrito. Busquemos ao Senhor com sinceridade e Ele nos ouvirá.
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/7 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1164
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/21
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 7 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ZACARIAS 7 – Para Deus, religião desprovida de ação baseada na revelação, é pura ilusão. Além disso, uma religião baseada em meros rituais sem consagração real é mera formalidade inútil.
Religião é muito mais do que isso; é relacionamento com Deus, um compromisso sério e submissão plena a Ele – o que inclui toda Sua vontade revelada!
Atitudes religiosas, por mais nobres e inteligentes que sejam, indiferentes ao “assim diz o Senhor” é resultado “da própria pecaminosidade e desobediência do povo” (William MacDonald).
• Certamente, existem religiões pecaminosas e rituais perversos diante de Deus, ainda que valorizadas por multidões.
O jejum, neste capítulo, era prática do povo de Deus desde a invasão e destruição de Jerusalém, cuja finalidade era lembrar-se com tristeza a destruição do templo de Salomão. Este jejum foi inventado pelo povo, não revelado por Deus; desta forma, por mais nobre que seja a intenção nos rituais e nas formalidades religiosas, o que importa a Deus é a justiça que surge do Seu coração, aplicada ao coração do adorador (vs. 1-7).
• “Independente da finalidade, os rituais divinos jamais substituem, aos olhos de Deus, a prática da justiça e muito menos a fé” (William Kelly)
Jejuar e até chorar em um dia específico do ano não liberta ninguém do pecado; quem liberta é Cristo. A religião verdadeira está fundamentada num relacionamento apropriado com Deus (vs. 8-14).
O relacionamento com Deus produz bondade e misericórdia; elimina práticas religiosas duvidosas; transforma o interior e transcende ao exterior; desenvolve a espiritualidade e resulta em bons frutos, que refletem o caráter gracioso de Deus.
• Esses são os passos que conduzem indivíduos, famílias e igrejas inteiras ao reavivamento e a reforma.
Atente à revelação:
1. Deus declara: “Vocês estão interessados em religião, eu estou interessado em pessoas” (v. 6);
2. Deus orienta: “Sejam justos uns com os outros. Amem o próximo. Sejam misericordiosos uns com os outros. Não tirem vantagens das viúvas, órfãos, estrangeiros e pobres. Não tramem maldades uns contra os outros – isso é terrível” (v. 10).
3. Quem ignora a Lei de Deus tapa os ouvidos “aos sermões cheios do Espírito pregados” pelos servos do Juiz do Universo (vs. 11-12).
Deus ouve a oração de quem se interessa por ouvir Sua revelação! Religião só tem valor se promover transformação! – Heber Toth Armí.
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“Assim falara o SENHOR dos Exércitos: Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9).
Durante os anos de exílio, alguns do povo “foram enviados… para suplicarem o favor do SENHOR” (v.2). Até que, após os setenta anos, eles questionaram aos sacerdotes até quando continuariam com aquela prática. Foi quando o Senhor falou por intermédio de Zacarias, e disse: “Quando jejuastes e pranteastes… acaso foi para Mim que jejuastes, com efeito, para Mim?” (v.5). Em tempos de paz, Deus enviou os Seus profetas para anunciar a Sua vontade, “porém, não quiseram atender e, rebeldes,… deram as costas” ao Senhor “e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem” (v.11).
Não foi a prática do jejum que foi desconsiderada por Deus, mas a intenção do jejum. Mesmo afastados do SENHOR, a observância dos rituais religiosos não cessaram e, de contínuo, ainda jejuavam. No entanto, apesar de julgarem ter “prazer em se chegar a Deus” (Is 58:2), suas atitudes não tinham qualquer harmonia com sua religião. O jejum havia perdido totalmente a sua finalidade e foi transformado em aparência de santidade. Era um jejum orgulhoso. Erguiam suas orações com palavras bonitas enquanto seus corações tramavam o mal “contra o seu próximo” (v.10).
Geralmente, o jejum era realizado no sábado, mas não como um sinal de arrependimento e contrição, e sim como um mostruário de “santos” que jejuavam “para contendas e rixas” (Is 58:4). Certa vez ouvi uma frase que me impactou profundamente: “Nós [cristãos] somos o único exército que atira em seus próprios soldados feridos”. Vocês percebem a seriedade disto? O Senhor nos diz: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9). Temos realmente praticado o assim diz o Senhor? Temos verdadeiramente jejuado para a glória dEle?
O grande e maior perigo que nos cerca não está associado às catástrofes naturais, nem tampouco à violência humana, mas ao que Cristo mesmo nos alertou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24:12). A prática de qualquer dos mandamentos de Deus consiste em amar. Vejamos a confirmação disto em Romanos 13:10: “O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da lei é o amor”.
Entendem meus amados? Jesus manifestou o amor ao praticar cada um dos mandamentos de Seu Pai (Jo 15:10). Ele não veio revogar (Mt 5:17-18) o que Ele mesmo instituiu, mas veio para nos dar o exemplo de como cumprir com o nosso dever (Ec 12:13). Jesus não escolheu o templo para jejuar diante de todos, mas foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt 4:1). Ele não disse para divulgarmos nossas boas obras, mas que a nossa ajuda ao próximo “fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:4). Ele não nos orientou a mostrarmos que temos uma vida de oração, mas nos apresentou a forma que agrada a Deus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:6).
Há recompensa para aqueles que ouvem as palavras de Deus e as praticam. Mas o “coração duro como diamante” (v.12) não é humilde para reconhecer os seus erros e pedir perdão, só jejua e ora pelo que julga ser importante aos próprios olhos. Notem que aquele grupo de judeus não apenas jejuava, mas também chorava (v.3). Muito em breve, Jesus enxugará “dos olhos toda lágrima” (Ap 21:4), mas não as lágrimas derramadas por motivos egoístas. Há bênçãos sem igual reservadas não para os frios legalistas, mas para os verdadeiros adoradores do Amor (1Jo 4:8). Jejuar para interceder e observar a lei do Senhor executando “juízo verdadeiro” com “bondade e misericórdia” (v.9), são as maiores declarações de amor que podemos fazer a Deus e aos nossos semelhantes. É exatamente isso que o SENHOR espera de Seu povo nestes últimos dias!
Quantos anos ainda perderemos derramando lágrimas e erguendo clamores que o Senhor não ouve (v.13)? Quando o remanescente do Senhor se levantar como um genuíno povo de oração e quando a caridade for a essência de sua religião, haverá um reavivamento tal que, semelhante a Estêvão, o mundo não poderá resistir “à sabedoria e ao Espírito” pelo qual falaremos (At 6:10). Que a nossa oração hoje, e a cada dia, seja por um coração semelhante ao de Cristo: “manso e humilde” (Mt 11:29).
Bom dia, povo de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
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Deus advertiu Moisés para que não se aproximasse de forma irreverente. A remoção das sandálias simbolizava a atitude respeitosa necessária para a verdadeira adoração.
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A humildade e a reverência devem caracterizar o comportamento de todos os que vão à presença de Deus. Em nome de Jesus podemos ir perante Ele com confiança; não devemos, porém, aproximar-nos dEle com uma ousadia presunçosa, como se Ele estivesse no mesmo nível que nós outros. Há os que se dirigem ao grande, Todo-poderoso e santo Deus, que habita na luz inacessível, como se se dirigissem a um igual, ou mesmo inferior. Há os que se portam em Sua casa conforme não imaginariam fazer na sala de audiência de um governador terrestre. … Deus deve ser grandemente reverenciado; todos os que em verdade se compenetram de Sua presença, prostrar-se-ão com humildade perante Ele {Patriarcas e Profetas 175.1}
Sermos revestidos de humildade não significa devermos ser de intelecto medíocre, aspirações deficientes, e covardes em nossa vida, esquivando-nos de cargos com medo de não sermos bem-sucedidos. A verdadeira humildade cumpre o propósito de Deus, confiante no Seu poder.
Deus opera por quem quer. Muitas vezes escolhe os instrumentos mais humildes para as maiores obras; porque Seu poder é revelado na fraqueza do homem. Temos nosso padrão e por ele declaramos uma coisa grande e outra pequena; mas Deus não avalia de conformidade com nossa medida. Não devemos supor que o que para nós é grande o é também para Deus, ou que o que para nós é pequeno também o é para Ele.
Não é cabível o vangloriar-nos de algum mérito. … A recompensa não é pelas obras, para que ninguém se glorie, mas pela graça. … Não há religião na entronização do próprio eu. Aquele, cujo alvo é a glorificação própria, se encontrará destituído daquela graça que, somente, pode torná-lo eficiente no serviço de Cristo. Quando é tolerado o orgulho e a complacência própria, a obra é arruinada. …
O cristão que o é em sua vida particular, na renúncia diária do eu, na sinceridade de propósito e pureza de pensamento, em mansidão sob provocação, em fé e piedade, em fidelidade nas coisas mínimas, que na vida familiar representa o caráter de Cristo, esse pode ser mais precioso aos olhos de Deus que o missionário ou mártir de fama mundial. … {A Maravilhosa Graça, 271}

Comentário devocional:
Muita coisa aconteceu nos cinco anos em que o templo foi reconstruído. Satanás fez de tudo para impedir que isso acontecesse. E o que os vários cavalos coloridos tem a ver com isso? Estes cavalos e carros simbolizam os seres celestiais que trabalham em favor daqueles que se entregam para realizar a obra de Deus. Os anjos de Deus puderam descansar após o rei Dario emitir um novo decreto. Ele reforçou o decreto original dado por Ciro. Além de fornecer dinheiro e materiais, este decreto ameaçou aqueles que se opunham a obra de Deus (Esdras 6:6-12).
Além disso, Heldai, Tobias e Jedaías vieram dentre os judeus que permaneceram na Babilônia trazendo presentes. Isto também animou os dirigentes e o povo. A fé tinha produzido o seu fruto. O templo seria concluído. Não sabemos nada mais sobre os três homens que trouxeram o ouro e a prata. Deus tem muitas pessoas fiéis a respeito de quem nada sabemos. Elas brilham em seu lugar e seus nomes estão escritos no livro da vida.
Notamos no versos 9 a 15 o plano do Senhor para o futuro do seu povo. A coroa de ouro que foi feita e colocada na cabeça de Josué, o sumo sacerdote não era apenas para homenageá-lo. Foi para ilustrar o “homem cujo nome é Renovo.” e que seria tanto Sacerdote como Rei. A glória que Cristo revelou foi a glória do caráter de Deus. É-nos dito que Ele “edificará o templo do Senhor” (v. 12). Sim, estamos sendo edificados em um templo espiritual no Senhor.
O último verso de Zacarias 6 traz as seguintes palavras, “Isto só acontecerá se obedecerem fielmente à voz do Senhor, o seu Deus” (v. 15, NVI). A minha oração é: “Senhor, escolho obedecer a Sua palavra e fazer parte do seu templo espiritual. Amém”.
David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/6 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1163
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/20
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 6 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ZACARIAS 6 – É difícil experimentar os planos de Deus sem antes aplicar Sua Palavra à vida diária. É impossível conhecer Seus propósitos sem estudar Sua Palavra. Também, não dá para rejeitar a Palavra de Deus sem rejeitar o Deus da Palavra.
No final do capítulo Zacarias declarou: “Isso é o que acontece quando vocês se dispõem a viver uma vida em obediência à voz do Eterno”.
• Tem coisas boas que não acontecem com todos. Tem ateus e crentes desprovidos de bênçãos porque não se dispuseram a ler e refletir na Palavra de Deus!
• Em contrapartida, se pessoas, famílias, igrejas, municípios e países que se dispuserem a atender à voz de Deus terão experiências que ninguém mais terá. Terão uma vida de fé, de satisfação plena!
A última das oito visões de Zacarias apresenta “Quatro carruagens disparando do meio de duas montanhas […]. A primeira […] era puxada por cavalos vermelhos; a segunda, por cavalos pretos; a terceira, por cavalos brancos; a quarta, por cavalos malhados…”.
O profeta quis saber o que significava isso. “O anjo respondeu: ‘Estes são quatro ventos do céu, que têm sua origem no Senhor de toda a terra…” (v. 5). Estes, “certamente representavam instrumentalidades de Deus que atuam em todas as partes da Terra” (EGW, Educação, p. 173).
Esta visão ensina-nos que “Deus acalma ou domina os acontecimentos nos lugares em que Satanás efetua tudo que lhe é possível para causar perturbações e dificuldades ao povo de Deus que leva avante a obra do Senhor” (Philip G. Samaan).
Após revelar oito visões, “no coração do livro de Zacarias, o Renovo é apresentado como o Personagem Supremo, restaurando Seu povo, sendo o Advogado, a Justiça, o Juiz, o Sumo Sacerdote e o Rei deles” (Samaan). “Em sua função como Rei, Cristo adentrou seu palácio e, em seu papel de sacerdote, adentrou seu santuário” (David Baron).
Em síntese, com Jesus a vida…
1. …do crente é conduzida rumo à vitória, embora passe por alguns dissabores (vs. 1-8);
2. …do povo de Deus é pautada por promessas cumpridas, ainda que as perspectivas para o futuro pareçam desesperadoras (9-12);
3. …dos fieis será gloriosa, esplendorosa e maravilhosa (vs. 13-15).
Portanto, atente para a totalidade da Palavra de Deus. Leia-a para experimentar um poderoso reavivamento! – Heber Toth Armí.