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Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hebreus 4:14-16 ACF
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Acompanhe a seguir uma detalhada descrição de Jesus, o nosso Sumo-Sacerdote celestial:
As vestes do sumo sacerdote eram de custoso material e de bela confecção, em conformidade com a sua elevada posição. Em acréscimo ao traje de linho do sacerdote comum, usava uma vestimenta de azul, também tecida em uma única peça. Ao longo das franjas era ornamentada com campainhas de ouro, e romãs de azul, púrpura e escarlate. Por sobre isso estava o éfode, uma vestidura mais curta, de ouro, azul, púrpura, escarlate e branco. Era preso por um cinto das mesmas cores, belamente trabalhado. O éfode não tinha mangas, e em suas ombreiras bordadas de ouro achavam-se colocadas duas pedras de ônix, que traziam os nomes das doze tribos de Israel.
Sobre o éfode estava o peitoral, a mais sagrada das vestimentas sacerdotais. Este era do mesmo material que o éfode. Era de forma quadrada, media um palmo, e estava suspenso dos ombros por um cordão de azul, por meio de argolas de ouro. As bordas eram formadas de uma variedade de pedras preciosas, as mesmas que formam os doze fundamentos da cidade de Deus. Dentro das bordas havia doze pedras engastadas de ouro, dispostas em fileiras de quatro, e como as das ombreiras, tendo gravados os nomes das tribos. As instruções do Senhor foram: “Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do Senhor continuamente”. Êxodo 28:29. Assim Cristo, o grande Sumo Sacerdote, pleiteando com Seu sangue diante do Pai, em prol do pecador, traz sobre o coração o nome de toda alma arrependida e crente. Diz o salmista: “Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim”. Salmos 40:17.
À direita e à esquerda do peitoral havia duas grandes pedras de grande brilho. Estas eram conhecidas por Urim e Tumim. Por meio delas fazia-se saber a vontade de Deus pelo sumo sacerdote. Quando se traziam perante o Senhor questões para serem decididas, uma auréola de luz que rodeava a pedra preciosa à direita, era sinal do consentimento ou aprovação divina, ao passo que uma nuvem que ensombrava a pedra à esquerda, era prova de negação ou reprovação.
A mitra do sumo sacerdote consistia no turbante de alvo linho, tendo presa ao mesmo, por um laço de azul, uma lâmina de ouro que trazia a inscrição: “Santidade ao Senhor”. Êxodo 28:36. Todas as coisas ligadas ao vestuário e conduta dos sacerdotes deviam ser de molde a impressionar aquele que as via, dando-lhe uma intuição da santidade de Deus, santidade de Seu culto, e pureza exigida daqueles que iam à Sua presença. {Patriarcas e Profetas, p. 249-250}
Formato sugerido para o sábado final:
Este último sábado deve ser um momento de grande alegria por tudo o que Deus fez por você e sua igreja durante os Dez Dias de Oração. Organize o seu dia para celebrar a bondade de Deus e Seu imenso poder. Reflita como você experimentou o derramamento do Espírito Santo nos últimos dez dias. Este sábado é uma oportunidade para você se alegrar com o que Jesus fez, está fazendo, e fará por aqueles que confiam nEle.
Fonte: http://tendaysofprayer.org/

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Os sinos na roupa do Sumo Sacerdote davam ao povo um sinal audível de que ele estava vivo e intercedendo por eles. Enquanto Cristo intercede por nós no Lugar Santíssimo, embora não possamos ouvir os sinos em Sua roupa, devemos prestar atenção aos sinais de que Ele está prestes a terminar a Sua obra como Sumo Sacerdote e voltar a este mundo como Juiz e Rei.
Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. Lucas 21:28
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Somente uma vez por ano podia o sumo sacerdote entrar no lugar santíssimo, depois de muito cuidadoso e solene preparo. Nenhuma vista mortal que não a do sumo sacerdote podia olhar à sagrada grandeza deste compartimento, porque era o lugar especial de habitação da visível glória de Deus. O sumo sacerdote sempre entrava tremente, enquanto o povo aguardava seu retorno com solene silêncio. Seus ferventes desejos eram para Deus, em busca de Sua bênção. Diante do propiciatório Deus Se comunicava com o sumo sacerdote. Se ele permanecia tempo incomum no santíssimo o povo ficava muitas vezes terrificado, temendo que por causa de seus pecados ou algum pecado do sacerdote, a glória do Senhor o tivesse fulminado. Mas quando o sonido das campainhas de suas vestes era ouvido, ficavam grandemente aliviados. Ele então saía e abençoava o povo. {A História da Redenção, p. 155.3}
Retirando-Se Jesus do lugar santíssimo, ouvi o tilintar das campainhas sobre as Suas vestes; e, ao sair Ele, uma nuvem de trevas cobriu os habitantes da Terra. Não havia então mediador entre o homem culpado e Deus, que fora ofendido. {Primeiros Escritos, p. 280.2} Cristo ordenara a Seu povo que atendesse aos sinais de seu advento e se regozijasse ao contemplar os indícios de seu vindouro Rei. “Quando estas coisas começarem a acontecer”, disse Ele, “olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima.” Ele indicou a Seus seguidores as árvores a brotarem na primavera, e disse: “Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto.” Lucas 21:28, 30, 31. {O Grande Conflito, p. 308.2}
No Monte das Oliveiras, Cristo falara aos discípulos, do Seu segundo advento ao mundo. Especificara certos sinais que se manifestariam quando Sua vinda estivesse próxima, e ordenara aos discípulos que vigiassem e estivessem preparados. Novamente repetiu a advertência: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.” Mateus 25:13. Mostrou então o que significa aguardar Sua vinda. O tempo não deve ser gasto em vigilância ociosa, mas em trabalho diligente. {Parábolas de Jesus, p. 171.5}
Muitos há no mundo hoje que fecham os olhos às evidências dadas por Cristo para advertir os homens sobre Sua vinda. Buscam aquietar toda a apreensão, ao mesmo tempo em que os sinais do fim se cumprem rapidamente e o mundo se apressa em direção ao tempo em que o Filho do homem Se revelará nas nuvens do céu. Paulo ensina ser pecaminoso mostrar-se indiferente aos sinais que devem preceder à segunda vinda de Cristo. Aos culpados dessa negligência chama ele filhos da noite e das trevas. Ao vigilante e atento anima ele com estas palavras: “Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão. Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios”. 1 Tessalonicenses 5:4-6. {Atos dos Apóstolos, p. 144.1}
Fonte: http://tendaysofprayer.org/

Comentário devocional:
“Naquele dia uma fonte jorrará para os descendentes de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da impureza.” (v. 1 NVI). Que visão cheia de graça e encorajamento!
O capítulo 13 é uma continuação do capítulo anterior. Nos versos 2 a 4 o Senhor dos Exércitos promete que os ídolos e os falsos profetas, assim como o espírito imundo que a tantos tem extraviado, serão, por fim, cortados da terra.
Nos versos 5-6, Zacarias fala da vinda do Redentor e descreve o Seu sofrimento. Ele veio para fazer jorrar a fonte purificadora para o pecado e a rebelião da humanidade. Mas seus ouvintes estavam tão cegos por causa de sua maldade e cobiça, que o puseram à morte.
É incrível ver que a maior parte das Escrituras foi escrita mais para nós, que vivemos no tempo do fim, do que para qualquer outra pessoa na história, até mais do que a audiência pública direta dos profetas. A última parte deste capítulo evidencia isso (v. 8, 9). O Senhor permitirá que o remanescente sofra provações e dificuldades, o suficiente para que desistam de seu mundanismo pecaminoso e desejo de auto-exaltação. Então eles invocarão o nome de Cristo e ansiarão pelo poder purificador de Seu sacrifício. Neste momento passaremos a ser o Seu povo e Ele será o nosso Deus. Quando isso acontecer, nós alegremente diremos: “O Senhor é o meu Deus!” (v. 9 NVI).
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/13 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1170
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/27
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 13 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Perfeição só existe naquilo que Deus faz. Questionar Seus feitos só revelará nossa imperfeição, pois enxergamos pelas limitadas, pervertidas e pecaminosas lentes da sabedoria humana.
Tem muitas coisas boas que Deus fará por nós. A profecia aponta que Ele fará…
• …uma reforma plena. Uma fonte de purificação restaurará todos os desvios de comportamento e eliminará toda impureza sexual e religiosa que atrapalha nosso relacionamento com Ele (v. 1).
• …uma purificação removendo ídolos (santos/imagens de esculturas/etc.) e falsos líderes religiosos (vs. 1-6).
• …ferirá um pastor, cuja morte provocará uma diáspora, o povo se espalhará por todos os lados (v. 7).
• …ferirá o pastor que desfruta de uma posição elevada, visto que Ele está ao Seu lado (vs. 8-9).
• …demonstrará que a morte desse pastor é necessária para causar arrependimento, reavivamento e reforma. Assim, Deus suscitará um remanescente fiel, zeloso e de boas obras (v. 9).
Zacarias é um livro evangélico, fortemente messiânico. Escritores do Novo Testamento viram o plano divino descrito no Antigo Testamento realizando-se em Jesus. Frequentemente eles aplicaram as referências de Zacarias a Jesus, tais como:
1. O Rei glorioso, vitorioso, mas pacífico (9:9);
2. O transpassado (12:10)
3. O pastor abatido (13:1).
No capítulo em questão, o transcorrer da história de Israel estava ligado à linhagem de Davi como obra da graça divina, tanto quanto Deus ter dado Jesus foi obra da graça. Os profetas enviados nada mais eram que manifestação da graça celestial a um povo que merecia a desgraça das consequências de seus atos.
Os profetas de Deus eram desprezados, maltratados, até assassinados. Nunca foi popular ser profeta; por isso, os falsos profetas surgiam com mensagens mais palatáveis, assim multidões os aceitavam e seguiam.
• No final, Deus revelará quem era dEle, e quem era líder religioso empregado pelo diabo.
O capítulo culmina com um oráculo de Deus exigindo o assassinato do Seu Pastor, o rei davídico em Israel. Devido a isso, dois terços morreriam dos habitantes do mundo, deixando vivo um terço, o qual seria testado e purificado: O verdadeiro povo de Deus (vs. 8-9).
“O processo traumático de provação e purificação resultaria no estabelecimento do remanescente, em um relacionamento especial com Deus” (Bíblia de Estudo Andrews). Deus faz tudo perfeito porque anseia por nosso relacionamento!
Amigos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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“Se alguém lhe disser: Que feridas são essas nas Tuas mãos?, responderá Ele: São as feridas com que fui ferido na casa dos Meus amigos” (v.6).
A idolatria e as falsas profecias tornaram Jerusalém um antro de pecado e de impureza (v.1). Tomados por “espírito imundo” (v.2), muitos se intitulavam profetas, falando “mentiras em nome do SENHOR” (v.3). A situação era tão alarmante, que mesmo os pais dariam fim à vida de seus filhos caso ousassem profetizar (v.3). Suas vestes de profeta não mais poderiam enganar, pois suas palavras não tinham nenhuma comunhão com suas ações.
Apesar de haver divergência teológica quanto à aplicação do verso seis, creio na corrente que diz referir-se a Jesus. As evidentes chagas do amor ficarão para sempre gravadas nas mãos e pés do nosso Salvador. E, perante o Universo, Suas cicatrizes serão uma eterna lembrança do alto preço da redenção. O bom Pastor foi ferido, Suas ovelhas ficaram dispersas, porém, jamais desamparadas (v.7). “Em toda a terra” (v.8) haverá uma separação entre as ovelhas que perecerão e as que restarão (v.8). Estas últimas irão passar por uma espécie de prova de fogo até que reconheça: “O SENHOR é meu Deus” (v. 9).
Três mensagens extremamente relevantes estão contidas neste capítulo. A primeira é que Deus não tolera “o pecado e a impureza” (v.1). A segunda é que vestir-se “de manto de pelos” (v.4) pode até enganar por um tempo, mas, um dia, o conteúdo contrasta com a embalagem. E a terceira, e não menos importante, é que o processo de purificação na vida do cristão envolve provas que o conduzem ao verdadeiro conhecimento de Deus. Ele descobre que “a salvação implica algo mais do que aceitar a Deus uma vez. É continuar aceitando-O hoje, amanhã, na próxima semana, e todos os dias até que Ele volte” (Morris Venden, Como Conhecer a Deus, p. 55).
Muitos de nós estamos dispostos a declarar-nos cristãos, vestir-nos como cristãos, mas não estamos dispostos a passar provações por amor a Cristo. Esquecemos que, logo após o batismo, “Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto” (Mt 4:1). O processo de purificação não é fácil. É um processo doloroso, desconfortável e angustiante. Mas quando terminar, “Ele verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is 53:11), dizendo: “é Meu povo” (v.9).
Busque ao Senhor em primeiro lugar a cada dia. Ore e estude a Bíblia como nunca fez antes. A comunhão diária não é garantia de salvação, mas abre as portas para que o Salvador possa habitar em seu coração. “Provai e vede” (Sl 34:8).
Feliz sábado, “terceira parte” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Zacarias13
#RPSP
O incensário e o incenso são símbolos da intercessão de Cristo em nosso favor.
Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Hebreus 7:25
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Como nosso Intercessor cumpre a obra que a Si mesmo Se impôs, apresentando a Deus o incensário que contém os Seus méritos imaculados e as orações, confissões e ações de graças de Seu povo.
{Parábolas de Jesus, p. 78.2}
Cristo, como nosso Mediador, à direita do Pai, mantém-nos sempre em vista, pois é tão necessário que Ele nos guarde por Suas intercessões como que nos remisse por Seu sangue. {Nossa Alta Vocação, p. 45.3}
Sou muito grata por que podemos confiar em Deus. E o Senhor é honrado quando nEle confiamos, levando-Lhe todas as nossas perplexidades. … O Senhor Jeová não tinha por completo os princípios da salvação enquanto tão-somente Seu amor tinha sido investido. Por Sua própria designação colocou Ele junto ao Seu altar um Advogado revestido de nossa natureza. Como Intercessor nosso, é Sua obra apresentar-nos a Deus como Seus filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O receberam. Dá-lhes poder, por virtude de Seus próprios méritos, para se tornarem membros da família real, filhos do celeste Rei. E o Pai demonstra Seu infinito amor a Cristo, que com Seu sangue pagou nosso resgate, recebendo como amigos Seus aos amigos de Cristo, e dando-lhes as boas-vindas. Ele está satisfeito com a expiação feita. É glorificado pela encarnação, pela vida, morte e mediação de Seu Filho. {LuC 75.4}
Em nome de Cristo nossas petições ascendem ao Pai. Ele intercede em nosso favor, e o Pai nos põe à disposição todos os tesouros de Sua graça, para deles nos apropriarmos, fruí-los e os comunicarmos a outros. Pedi em Meu nome, diz Cristo. Não digo que pedirei ao Pai por vós, pois o mesmo vos ama, por isso que vós Me amastes. Fazei uso de Meu nome. Isso dará eficácia a vossas orações, e o Pai vos dará as riquezas de Sua graça. Portanto, pedi e recebereis, para que vossa alegria seja completa. {LuC 76.1}
Que condescendência! Que privilégio nos é concedido! Cristo é o elemento de ligação entre Deus e o homem. … Ao nos aproximarmos de Deus mediante a virtude dos méritos de Cristo, somos cobertos com Suas vestes sacerdotais. Ele nos coloca bem junto a Seu lado, estreitando-nos com Seu braço humano, enquanto com o Seu braço divino Ele alcança o trono do Infinito. Põe os Seus méritos, qual incenso suave, num incensário que nos entrega nas mãos, a fim de encorajar as nossas petições. Promete ouvir e atender a nossas súplicas. Sim; Cristo Se tornou o Mediador da oração, entre o homem e Deus. Ele também Se tornou o Mediador da bênção, entre Deus e o homem. Combinou divindade e humanidade. — Carta 22, 1898. {Nos Lugares Celestiais , p. 76.2}
As determinações e concessões de Deus em nosso favor são ilimitadas. O trono da graça exerce os maiores atrativos, pois está ocupado por Aquele que consente em ser por nós chamado Pai. Mas Deus não considerou completo o princípio da salvação, enquanto era representado somente pelo Seu amor. Por isso determinou colocar junto ao Seu altar um Mediador [vestido com a] nossa natureza. Como nosso Intercessor, Seu ministério consiste em apresentar-nos perante Deus como filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O recebem e, por virtude de Seus próprios méritos, lhes concede constituírem-se membros da família real, filhos do Rei celestial.{Testemunhos para a Igreja 6, p. 363.3}
Achegando-se ao trono da graça, o filho de Deus se constitui cliente do grande Advogado. À primeira manifestação de arrependimento e desejo de perdão, Cristo defende a causa desse filho como se fosse Sua, intercedendo perante o Pai como se o fizesse por Si próprio.
Enquanto Cristo intercede por nós, o Pai nos oferece os tesouros de Sua graça para que os possuamos, regozijando-nos neles e repartindo-os com outros. “Naquele dia pedireis em Meu nome”, disse Jesus, “e não vos digo que Eu rogarei por vós ao Pai; pois o mesmo Pai vos ama; visto como vós Me amastes.” Devemos pedir em nome de Cristo. Isso tornará eficaz nossa oração, e o Pai nos distribuirá as riquezas da Sua misericórdia; por isso “pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra”. João 16:26, 27, 24. {Testemunhos para a Igreja 6, p. 364}
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hebreus 4:15,16
Comentário devocional:
Nos capítulos anteriores, a ira de Deus se pronunciou pela punição de Seu povo e seus líderes por sua iniquidade. Neste capítulo vemos o nosso Deus como alguém que cuida de Seu próprio povo apesar de sua rebelião persistente, mesmo quando Ele tem de puni-los para que cheguem ao arrependimento.
O povo de Israel voltou do cativeiro, Jerusalém foi reconstruída, numa sucessão de eventos que refletiam um milagre após outro, fato que deveria ter levado o povo a uma séria reflexão. Esta profecia, no entanto, aponta para o milagre maior, quando a Jerusalém celestial, que será habitada pelo remanescente fiel, descerá do Céu para a Terra, para aqui permanecer eternamente.
É impressionante perceber que Deus anunciou claramente que Jesus seria traspassado. Ele seria perfurado na cruz por causa dos nossos pecados. Foi o próprio Senhor Deus quem revelou isso de antemão a Zacarias, o Profeta. Em outras palavras, fomos nós que traspassamos a Jesus com nossos pecados.
De acordo com Zc 12:12-14, todos irão chorar pelos seus pecados. Mas é nossa escolha se iremos lamentar e clamar ao Senhor pelos nossos pecados ANTES de Sua vinda, enquanto Jesus ainda está intercedendo por nós, o que levará à salvação eterna, ou vamos chorar NA sua vinda por causa da destruição condenatória.
Senhor, ajuda-nos a fazer parte do primeiro grupo! Concede-nos o verdadeiro arrependimento e reforma. Que possamos reconhecer a Ti como Criador e Redentor de nossas vidas enquanto ainda temos oportunidade. Amém.
Sook-Young Kim
Kyungpook Universidade Nacional
Sangju, Coreia do Sul
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/12 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1169
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/26
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 12 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ZACARIAS 12 – O que é Armagedom? O antepenúltimo capítulo de Zacarias tratará desse importantíssimo tema.
• Armagedom é à profecia da maior das guerras, a qual precisa ser conhecida, estudada e compartilhada.
Deus fará uma reforma geral, mundial e total. Clamamos por reavivamento e reforma porque é um alvo e uma profecia que devemos esperar.
• Nesse tempo, o povo de Deus será purificado e reformado, e o pecado será massacrado.
Medite em cada versículo, depois leia estes pontos:
1. Antes do armagedom haverá uma conversão em massa, o reavivamento e reforma mundial do povo de Deus despertará o mundo para a conversão mundial; consequentemente, isso atrairá a perseguição mundial pelos agentes do mal (vs. 1-6).
2. O Armagedom será a vitória de Deus sobre os agentes do diabo, os quais se unirão visando a destruição do remanescente fiel, mas fracassarão (v. 11).
• Ajuntar-se-ão contra Jerusalém (o emblema do remanescente de Deus), “todas as nações da terra”; porém, todos os que se erguerem contra ela, certamente serão feridos (v. 4).
• “Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de pânico a todos os cavalos, e de loucura os cavaleiros”; mas, “sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos” – Deus olha com atenção ao Seu povo (v. 4).
3. O Armagedom é uma destruição em massa, mas também uma proteção certa ao povo que buscou corretamente ao Senhor (vs. 7-9, 12-14).
4. No tempo do fim, por causa dAquele que no passado fora transpassado, gerará um derramamento do Espírito (v. 10) e uma maciça conversão da igreja e do mundo (vs. 11-14), que varrerá por completo a idolatria e o pecado do mundo todo (13:1-5).
A obra divina de purificação do planeta está ligada à oportunidade de salvação que Deus oferece à população mundial. Quem decidir-se pelo mal será influenciado a combater o bem num projeto mundial; contudo, certamente Deus entrará em cena como entrou no Calvário, então o mal será derrotado.
Todo esse processo divino têm três partes: A morte de Jesus no Calvário e Sua ressurreição; o advento de Cristo em glória para retirada dos salvos a fim de protegê-los; e, no fim do milênio, acontecerá a destruição total do mal.
Deus não está indiferente aos impenitentes. Deus está agindo para salvar. Experimente viver Seus planos! – Heber Toth Armí.