Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 14 by Jeferson Quimelli
21 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-14/

Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e “edificar” o povo de Deus do tempo do fim.

O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, e tendo em vista a importância do dom espiritual da profecia, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1322
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados21-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



I CORÍNTIOS 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 14 – É mais importante estudar a Bíblia do que as notícias do mundo. É mais importante saber sobre Jesus, do que sobre o Papa. Assim como também é mais relevante atentar para as repreensões do apóstolo Paulo a respeito do dom de línguas do que pesquisar exaustivamente o real problema das línguas na igreja de Corinto.

Estudar as repreensões de Paulo, nos…

• …ajudará a evitar a falsificação do dom de línguas!
• …anestesiará contra a contrafação do dom de línguas!
• …preparará para não nos iludirmos com falsos dons de línguas!

Aprofundemo-nos da Palavra, pois reavivamento espiritual fora dela é reavivamento espúrio.

Nossas crenças precisam fundamentar-se na Bíblia:

Paulo nunca falou a língua dos anjos (13:1). Nem indicou o dom de línguas como evidência de quem tem o Espírito Santo. Dons do amor e de profetizar/pregar excedem em valor ao de glossolalia (ver capítulos 12-14).

No capítulo 14 temos que:

• Profetizar/pregar importa mais que falar em línguas (vs. 1-5);
• Culto incompreensível não passa de confusão; Deus não quer isso (vs. 6-12);
• É preferível falar pouco e os ouvintes entenderem, do que falar muito sem ninguém entender (vs. 13-19);
• Crentes infantis não fundamentam suas crenças na revelação bíblica, daí falam em línguas incompreensíveis, todos juntos, roubando a ordem do culto – Paulo condena isso (vs. 20-25);
• Dom de línguas existe, assim como sua contrafação. Precisamos discernir o verdadeiro e orientar a igreja quanto ao seu uso – como Paulo fez; do contrário, ordene calar-se (vs. 26-28);
• Em todos os aspectos litúrgicos, a ordem deve prevalecer. Pois “Deus não é Deus de confusão”, conquanto, para homens e mulheres vem a advertência: “faça-se tudo com decência e ordem” (vs. 29-40).

Precisamos vigiar e orar, porque “a espiritualidade contemporânea, que permeia o pentecostalismo e o carismatismo, e mesmo as igrejas cristãs históricas, apresenta-se como um fenômeno abarcante capaz de envolver as religiões mundiais. Essa religiosidade mística é impulsionada por ritos e exercícios litúrgicos cujo objetivo é o resgate das culturas nativas e a estimulação das emoções como meio eficaz para a experiência mística de encontro com Deus e com o sobrenatural. O surgimento dessa espiritualidade pós-moderna, baseada na experiência e não na verdade, parece romper as barreiras para o ecumenismo, com a instituição de um culto universalizante”, alerta-nos Vanderlei Dorneles.

Porquanto, reavivemo-nos biblicamente! Sejamos ordeiros! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de junho de 2018, 0:30
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“Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua” (v.19).

Não foi sem razão que Paulo iniciou o seu discurso sobre o dom supremo destacando o dom de línguas (1Co 13:1). Entre os crentes, este tornou-se uma espécie de atestado do batismo pelo Espírito Santo, um termômetro de espiritualidade. Antes de Sua ascensão, Jesus outorgou a Seus discípulos a missão da pregação do evangelho em “todas as nações” (Mt 28:19). E para que fosse cumprida, no Pentecostes foram capacitados pelo Espírito a falar em outros idiomas, de sorte que cada um os ouvia em sua “própria língua materna” (At 2:8). O problema é que os coríntios haviam perdido o foco para o qual o dom foi concedido, e o estavam usando com a finalidade de exibição própria.

Após destacar o amor como o maior dos dons, Paulo classifica o dom de profecia acima dos demais, discorrendo, em minúcias, o verdadeiro objetivo do dom de línguas. Nem todos recebiam este dom. E os que recebiam, ao invés de procurar campos em que pudessem exercê-lo, detiam-se em sua igreja de origem proferindo palavras “ao ar” (v.9), não contribuindo em nada “para a edificação da igreja” (v.12). Diante de tal incoerência, o apóstolo tomou por base o dom de profecia como uma necessidade superior, um pilar fundamental para o crescimento do corpo de Cristo. Profetizar significa transmitir uma mensagem divina através da atuação do Espírito Santo. Nem sempre acontece no campo do sobrenatural ou do prenúncio, mas também pode ter a função de edificar, exortar e consolar (v.3).

A ideia contemporânea de que o dom de línguas seja algo sem sentido ou uma condição de êxtase espiritual onde um “dialeto” desconhecido é falado (e até gritado) como uma forma de estabelecer graus de espiritualidade, é um tanto imaturo e totalmente antibíblico. O mesmo se dá em interpretar o dom de profecia como “revelações” absurdas que, não poucas vezes, têm resultado em escândalos no meio cristão. “Irmãos, não sejais meninos no juízo; na malícia, sim, sede crianças; quanto ao juízo, sede homens amadurecidos” (v.20). Basta um atencioso e despretensioso estudo das Escrituras para perceber que o dom de profecia é um dom de alto grau de responsabilidade e que as línguas como um dom do Espírito Santo tratam-se dos idiomas existentes e que, dada a variedade de idiomas e a ordem dada por Cristo de ser pregado o evangelho ao mundo, tal dom, sem dúvida alguma, visava “a um fim proveitoso” (1Co 12:7).

Além do mais, falar em outro idioma constitui um sinal para os incrédulos e não para os crentes (v.22). Uma coisa é certa: a liturgia da igreja de Corinto estava em total estado de confusão. Paulo teve que organizá-la, desde o decoro das mulheres com o uso do véu e o silêncio na igreja, até a forma correta de cear e de estabelecer a organização do culto. Pois “Deus não é de confusão, e sim de paz” (v.33). A proibição dada por Paulo à participação das mulheres nos cultos não possui teor taxativo, mas, como no caso do véu, outra forma de preservar as mulheres cristãs de Corinto e “todas as igrejas dos santos” (v.33) de críticas desnecessárias.

Amados, Deus é um Deus que prima pela ordem e pela decência. Ordem no sentido de planejamento, e decência, no discernimento. Planejar sem discernir resulta em frustração. E discernir sem planejar resulta em confusão. Ambos devem preceder o culto de adoração a Deus. Olhemos para a semana da criação e contemplemos o exemplo inconfundível do planejamento e discernimento do Senhor ao criar o mundo e tudo o que nele há. Observemos o plano da redenção e como Jesus observou tudo conforme planejado “desde a fundação do mundo” (Ap 13:8). A nossa espiritualidade não pode ser medida pela realização de um bom culto, mas, certamente, todos os que aguardam o bendito advento prezarão por prestar a Deus um “culto racional” (Rm 12:1), procurando, “com zelo, o dom de profetizar” (v.39), “sendo tudo feito para edificação” (v.26).

Portanto, “procurai progredir para a edificação da igreja” (v.12) e que os dons espirituais que lhe forem concedidos exerçam grande influência para a glória de Deus e avanço de Sua obra.

Bom dia, profetas dos últimos dias (Leia Jl 2:28)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios14 #RPSP



I CORÍNTIOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de junho de 2018, 0:20
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1 Que profetizeis. No capítulo 14, Paulo contrasta o dom de profecia com o de línguas, mostrando que o primeiro traz mais benefícios a um maior número de pessoas. Os coríntios exaltavam o dom de línguas acima do de profecia, sem dúvida, devido a sua natureza espetacular. Alguns talvez desprezassem a profecia, como parece ter acontecido em Tessalônica (ITs 5:20). Os coríntios foram advertidos a buscar o amor, que leva as pessoas a obter dons que beneficiam os outros, bem como a si mesmos. Não se deve buscar os dons para exaltação própria, mas para servir melhor a Deus e ajudar a igreja. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 866.

2 Língua estranha. A palavra “estranha” foi acrescentada. CBASD, vol. 6, p. 866.

Superior. O dom de profecia era superior devido a seu valor para a igreja. Mais pessoas eram beneficiadas por ele do que pelo dom de línguas. Os dons do Espírito devem ser avaliados segundo a utilidade e não segundo sua natureza espetacular. CBASD, vol. 6, p. 867.

8 Trombeta. A linguagem da trombeta era inteligível para o exército. Mas, se a pessoa que tocava a trombeta não fizesse um chamado claro, resultaria em confusão, e o exército não estaria preparado para a batalha. CBASD, vol. 6, p. 867.

20 Meninos. Os coríntios tinham muito orgulho de sua sabedoria. Eles exultavam por suas conquistas intelectuais, mas estavam se comportando como crianças em relação aos dons do Espírito. Tinham mais interesse nos dons espetaculares, como o de línguas, do que nos dons que atuavam de forma mais discreta, contudo, com mais eficiência para a igreja, como o de profecia. CBASD, vol. 6, p. 869.

Malícia. Do gr. kakia, “maldade”, “impiedade”, “depravação”, “malignidade”. Com respeito a essa qualidade, as crianças pequenas são consideradas inocentes. Essa é a atitude que será vista em todos que estão cheios do Espírito de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 869.

22 Para os que crêem. A profecia edifica a igreja, o corpo de crentes. É um sinal da presença contínua de Deus. CBASD, vol. 6, p. 870.

32 Estão sujeitos aos próprios profetas. Devia haver pessoas que afirmavam não poder ficar em silêncio quando estavam sob inspiração do Espírito Santo. Paulo rejeita essa pretensão. Os verdadeiros profetas tinham controle de sua mente e podiam falar ou permanecer em silêncio. A inspiração não elimina a individualidade e o livre-arbítrio. O agente humano expressa em seu próprio estilo e pensamento as verdades reveladas a ele. CBASD, vol. 6, p. 871.

33 Confusão. Deus não é de desordem, desunião, discórdia ou confusão. O verdadeiro culto a Deus não encoraja desordem de nenhum tipo. Este versículo apresenta um princípio geral que rege o cristianismo e deriva da natureza divina. Ele é o Deus da paz, e não se deve ensinar que Ele Se agradaria de uma forma de culto caracterizada por confusão de algum tipo. CBASD, vol. 6, p. 872.

34 Lei. As Escrituras ensinam que, devido a seu papel na queda do homem, a mulher foi designada por Deus a uma posição subordinada ao marido. Por causa da mudança na natureza humana resultante da entrada do pecado, a harmonia que o ser humano desfrutava foi alterada. Não convinha mais que o homem e a mulher tivessem a mesma autoridade na direção do lar, e Deus escolheu colocar sobre o homem mais responsabilidade na hora de tomar decisões e instruir a família. CBASD, vol. 6, p. 872.

35 É vergonhoso. Isto era assim por causa do costume dos gregos e dos judeus de que as mulheres deviam se retirar quando se discutiam assuntos públicos. A violação desse costume seria considerada vergonhosa e traria desonra à igreja. CBASD, vol. 6, p. 872.

37 Se alguém se considera profeta. Quem afirmasse ter qualquer dom do Espírito, mas se recusasse a reconhecer que a instrução dada por Paulo provinha do Senhor, demonstraria que sua inspiração não “era divina. CBASD, vol. 6, p. 873.

40 Ordem. Do gr. kata taxin, “segundo a ordem”. Na igreja, não deve haver confusão, ruído desnecessário, nem desordem. O cristão deve sempre se guardar contra o mal da formalidade no culto público. Deus não deseja demonstração exterior ou exibições de talento, mas a devoção sincera com amor externada em oração e louvor. Dignidade e reverência são essenciais, mas serão inspiradas por um genuíno senso da majestade e da grandeza de Deus, e não pela resposta ao impulso do coração natural por exaltação própria. Para que a adoração pública a Deus seja de fato reverente deve ser conduzida de modo que todos os presentes possam participar de forma inteligente de tudo o que é feito. Portanto, o uso de línguas ininteligíveis é inadequado, a menos que sejam interpretadas para o benefício de todos. CBASD, vol. 6, p. 874.

by tatianawernenburg



I CORÍNTIOS 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Jeferson Quimelli
21 de junho de 2018, 0:05
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I CORÍNTIOS 13 by Jeferson Quimelli
20 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-13/

No mundo greco-romano havia muitas palavras diferentes que hoje são traduzidas como amor. O apóstolo Paulo usa uma palavra muito distinta, ágape, para nos lembrar do amor altruísta de Deus. Isso está em contraste com os conceitos de amor que hoje nos chegam através da mídia e suas propagandas. O amor de Deus é diferente. É puro, elevado, altruísta. Não importa quão eloquente eu seja ou quais dons espirituais possa ter (v 1, 2), “se não tiver amor, nada serei” (v. 2 NVI).

Paulo descreve um tipo especial de amor ágape no versos 4-8. Precisamos nos perguntar: em tudo que fazemos agimos com delicadeza e amor? O mais importante teste da verdadeira fé e prática cristã é o desejo de demonstrar na prática o amor de Deus.

Quanto mais nos aproximamos de Jesus, mais vemos nossa necessidade dEle. É por isso que Paulo nos lembra a respeito da maturidade cristã: “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.” (v. 11). Somos lembrados de que nenhum de nós tem todo o amor que deveríamos ter, mas à medida que diariamente nos aproximamos de Jesus, nos tornamos mais semelhantes a Ele.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1321
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/27
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados20-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



I CORÍNTIOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 13 – Desde o início desta carta, Paulo está preparando o coração do leitor para o capítulo do amor.

Para as brigas da igreja, para igrejas divididas, para as imoralidades entre os cristãos, para os problemas eclesiásticos levados à justiça, para uma comunidade pautada pelo orgulho e egoísmo, para as disputas de autoridade, etc., a solução de tudo está no dom do amor.

Seria interessante ler rapidamente os 12 capítulos que antecedem a este. Tua visão se ampliará. Logo após, observe atentamente à divisão de John Mc Vay:

1. A supremacia do amor (vs. 1-3): O amor é maior que…

• …qualquer dom espiritual.
• …qualquer outra qualidade de caráter.
• …todos, porque tudo mais é imperfeito se faltar amor.

2. A natureza do amor (vs. 4-7):

• O amor é uma qualidade divina.
• O que o amor não é: não está centrado no próprio eu, seu bem-estar, prosperidade e interesses (vs. 4-6).
• O que o amor é: sempre põe os outros à frente de si mesmo, pensa primeiramente neles, busca o bem-estar deles, de preferência ao seu próprio (vs. 4, 7).

3. A constância do amor (vs. 8-9):

• Tudo o mais passará, o amor jamais perecerá.
• Unicamente o amor jamais acaba.

4. Amor: O alvo da vida (vs. 11-13):

• Desistir das coisas de menino (v. 11);
• Finalmente, o amor em sua clareza (v. 12);
• A palavra final – o amor é maior, até mesmo que a fé (v. 13).

Crianças são egoístas. Pensam exclusivamente em sua própria satisfação. Não pensam no cansaço da mãe, choram a qualquer hora querendo ser atendidas. “A criança é fonte de sofrimentos infinitos. Para ela e para as demais. A criança é uma praga… A criança de dois anos tem uma carinha de anjo que a protege de umas boas palmadas e nos obriga a tomá-la nos braços e afagá-la… Precisa ser sempre ajudada” – diz Giulio Casare Giacobbe.

E tem mais, complementa Giacobbe: “Quem permanece criança arruína a própria vida. E arruína a dos outros… A criança é uma praga. Já o é com dois anos. Imagina o que é aos 35”.

O adulto infantil é pior que criança. Pior ainda é o crente que nunca amadurece! É terrível! Para tais, Paulo indica deixar as coisas de menino!

Amadureçamos. Amemo-nos de verdade! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de junho de 2018, 0:30
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“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém, o maior destes é o amor” (v.13).

O capítulo treze desta epístola nos apresenta treze versículos de uma perfeita explanação acerca do maior dos dons. Paulo exprimiu em palavras humanas a essência divina. Há sangue e lágrimas nas entrelinhas deste texto. Por mais que seja importante e necessária a variedade de dons, o dom supremo deve ser o regente de todos os demais. O apóstolo enumera alguns dons que, provavelmente, se destacavam entre os irmãos coríntios: o dom de línguas, de profecia, da sabedoria, do conhecimento, da fé, de assistência e até mesmo a entrega da própria vida. Portanto, ele não estava falando a uma igreja ociosa, mas extremamente ocupada com ministérios diversos.

Sem amor, podemos falar diversos idiomas, mas nossas palavras serão como um badalo irritante e sem tradução. Sem amor, a profecia não passará de um conjunto de símbolos e imagens sem sentido algum. Sem amor, a sabedoria e o conhecimento não passarão de coisas difíceis demais de se entender. Sem amor, a fé torna-se apenas um show de milagres e prodígios. Sem amor, o socorro e a caridade se resumirão a campanhas de merchandising próprio. Sem amor, a entrega da própria vida é nula e sem proveito algum. Unicamente o amor é capaz de gerar resultados benéficos na prática dos dons, e não somente benéficos, mas eternos.

Após traçar uma demarcação precisa acerca do que seja a prática dos dons sem o amor, Paulo estabelece uma espécie de dicionário do amor. Se pudéssemos perguntar para Paulo o que é o amor, a sua resposta seria o que está escrito nos versos quatro ao oito (primeira parte). Esta definição, no entanto, não supera, mas é um acréscimo à definição dada por João de que o amor é Deus, pois que “Deus é amor” (1Jo 4:8). Aquele que fala “as línguas dos homens e dos anjos” (v.1) as transformou em uma linguagem universal. Aquele que conhece o fim desde o princípio, foi o cumprimento da mais perfeita profecia. Aquele que é Onisciente, Se tornou em estatura humana. O Doador da fé expôs uma fé prática por meio de realizações transbordantes de amor. O Dono do ouro e da prata abriu mão de Sua majestade para estender a mão a imerecedores. Aquele que é a própria vida, Se entregou à morte e transformou a cruz no símbolo do perfeito amor. Aquele que é a ressurreição, ressurgiu para atestar que “o amor jamais acaba” (v.8.).

O amor deve ser o fundamento inconfundível de cada dom espiritual. A vida de Cristo manifestada no homem é o poder mais que eficiente de se pregar o evangelho. Amar é ter o indescritível privilégio de tornar-se participante da natureza divina na Terra. É experimentar a atmosfera do Céu antes mesmo de chegar lá. É a garantia de que meu enganoso e corrupto coração ainda tem jeito. É a única forma de conhecermos a Deus e alcançarmos a vida eterna. Uma vida religiosa, amados, nunca será capaz de superar os resultados do amor prático. Porém, mesmo este amor, não passa de uma visão obscura diante da eterna manifestação de amor que tanto aguardamos. Porque, quando “vier o que é perfeito” (v.10), “então, veremos face a face” (v.12) o próprio Amor.

Até lá, devemos permanecer em fé, esperança e amor. “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5:5). Consideremos pessoas mais importantes do que cerimônias; sejamos mais sensíveis ao bem-estar do outro do que às nossas próprias necessidades; sejam as nossas atitudes desprovidas de desejo por aplausos; sejam nossas intenções guiadas pelo Espírito Santo a fim de alcançar propósitos altruístas, então, de fato, brilharemos a luz de Cristo nos quatro cantos desta Terra. Sabem quando não fará o menor sentido permanecermos neste mundo? Quando aprendermos a amar como Jesus nos amou. O amor foi o “carrasco” da cruz e a chave da sepultura. E em breve será para nós o cumprimento das palavras de Paulo: “O amor jamais acaba” (v.8.). Perseveremos no amor, até o fim, então, seremos salvos (Mt 24:12-13)!

Bom dia, reflexos do amor de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios13 #RPSP