Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 3 by Jobson Santos
26 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-3/

O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja ali é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.

Eu sei como Paulo se sente porque, como pastor que agora ensina pastores, posso dizer que amo ouvir acerca dos meus ex-membros de igreja. Regozijo-me com eles quando ouço boas novas e choro com eles em outros momentos. Nossos corações estão unidos, mesmo que eu não consiga ter notícias deles com tanta frequência.

Paulo contrasta seu próprio ministério com o de Moisés (2 Coríntios 3:16), mas, em última análise, é o “ministério do Espírito” que é “muito mais glorioso” (v. 8). Na verdade, Moisés apontava para a vinda de Cristo, por meio do “antigo pacto”. Esses não são dois pactos separados, mas sim o que Moisés ensinou era como um “véu” que foi “removido e levado por Cristo”. Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.

Decidamos hoje servir a Cristo através do ministério do Espírito que deseja operar por nosso intermédio.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1327
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados26-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

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II CORÍNTIOS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de junho de 2018, 0:54
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II CORÍNTIOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
26 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 3 – Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);
• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);
• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);
• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);
• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);
• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);
• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);
• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);
• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);
• A glória do ministério – sua pureza (6:11-7:1);
• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);
• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);
• É autenticado por Deus (vs. 4-6);
• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);
• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);
• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;
2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;
3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de junho de 2018, 0:30
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“Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17).

Consagrado para um ministério sagrado e de grande responsabilidade, Moisés tornou-se o maior líder que Israel já teve. Sua missão desafiadora incluía, além de liderar milhões de hebreus doutrinados pela cultura egípcia, estar perante Deus a fim de receber os estatutos e as leis que regeriam aquela nova nação. Para um povo que era escravo, sob um governo injusto imposto por Faraó, o Senhor fez questão de introduzir, o que seria a “Constituição Federal” de Israel, da seguinte forma: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx 20:2). Os dez mandamentos deveriam ser obedecidos como lembrança da liberdade obtida pelas mãos de um Senhor justo, e não como uma nova escravatura.

Porém, ainda que Moisés tivesse sido um grande líder e um homem de Deus, mesmo a glória manifestada em sua face, com o tempo se desvaneceu, mostrando que o temporário “ministério da condenação” (v.9) nunca poderia ser suficiente para salvar o homem de seus pecados. A antiga aliança, mediante o sacrifício de animais e leis ritualísticas, era apenas uma ilustração acerca do verdadeiro e suficiente sacrifício de Cristo (Hb 9:12). E os mandamentos gravados em pedra pela mão do próprio Deus (Êx 31:18), uma representação do que deveria ser escrito em seus corações. Tiago chama os dez mandamentos de “lei da liberdade”, pela qual todos serão julgados, e, logo após, enfatiza que “a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg 2:12 e 13). Ou seja, há uma saída para o pecador. Há uma oportunidade de remissão, “uma nova aliança” (v.6) estabelecida por Jesus Cristo, a qual retira o véu e revela a glória do Pai.

Como bem expressou Tiago, a lei do Senhor é uma expressão de liberdade. Porque “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17). O pecado nos escraviza e a lei de Deus nos faz lembrar disso. Mas, ainda que buscássemos obedecê-la com perfeição, jamais conseguiríamos. O único que obteve êxito na perfeita obediência foi Jesus, que foi morto pelas nossas transgressões. Somente por Cristo somos salvos da condenação da lei, e aí está a misericórdia que triunfa sobre o juízo. Como “ministros de uma nova aliança” (v.6), não nos recomendamos a nós mesmos como se a nossa obediência fosse suficiente, mas, endereçados por Cristo, como Sua carta, somos chamados para revelar o Seu caráter através de um coração submisso ao “Espírito do Deus vivente” (v.3).

Oh, amados, não confundam liberdade com libertinagem. Se Cristo morreu por causa de nossos pecados que são “a transgressão da lei” (1Jo 3:4), deveríamos nós ignorá-la? Absolutamente! Se matar, roubar, adulterar, ter outros deuses além de Deus tornou-se uma possibilidade a partir do sacrifício de Jesus, o que estamos fazendo pregando o evangelho do amor a Deus e ao próximo? Percebem? Quando o véu do santuário terrestre se rasgou “de alto a baixo” (Mt 27:51), o Santíssimo passou a ser um lugar acessível para mim e para você. O “ministério da morte, gravado com letras em pedras” (v.7) que dantes apenas nos revelava a nossa natureza pecaminosa, tornou-se em ministério da redenção gravado “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (v.3), revestido de glória permanente (v.11), apontando para o Único que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2:8).

Deus deseja gravar em nosso coração a Sua santa lei. Não mais em pedras, mas “nos corações” (v.3), através do Seu Espírito. Então, o que o mundo julga ser uma escravidão, para nós será sempre liberdade. Assim como a glória de Deus era manifestada no lugar Santíssimo do santuário terrestre acima da arca da aliança onde estavam os mandamentos de Deus, o Senhor deseja manifestar a Sua glória em nós, “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19), gravando a Sua lei, manifestação do caráter de Cristo, em nossos corações.

Assim diz o Senhor: “Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne; para que andem nos Meus estatutos, e guardem os Meus juízos, e os executem; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (Ez 11:19-20). Jesus está voltando para buscar “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Aqueles que verdadeiramente tem sido “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (v.18). Que Jesus nos encontre não como legalistas, “porque a letra mata” (v.6), mas como livres por Seu intermédio (v.4), obedecendo porque escolhemos amá-Lo.

Bom dia, carta de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Coríntios3 #RPSP



II CORÍNTIOS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
26 de junho de 2018, 0:05
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II Coríntios 2 by Jobson Santos
25 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-2/

Minha parte favorita deste capítulo é a descrição de ação de graças de Paulo. Tudo o que fazemos, diz ele, está centralizado em Cristo, e como crentes procuramos exaltar o Seu nome, como se estivéssemos em um desfile.

Cristo é aquele que libera a fragrância do conhecimento que temos dele em todos os lugares que vamos. Paulo nos lembra que exalamos o perfume de Cristo à medida que trabalhamos tanto por aqueles que estão sendo salvos como por aqueles que estão perecendo (vs.14-15).

Uma das coisas que mais amei, quando fui missionário nas Filipinas, foram os aromas maravilhosos das flores e frutos tropicais dali.

É muito bom estar ao lado de uma pessoa cuja personalidade agradável perfuma o ambiente onde está. Mas, por mais estranho que possa parecer, tal pessoa pode ao mesmo tempo ser um perfume de morte (v. 16). Isto porque, segundo o pensamento de Paulo, quando testemunhamos de forma vívida acerca do amor de Deus as pessoas têm a liberdade de aceitar ou não o amor de Deus. Se alguém endurece o seu coração a esta influência do Espírito Santo, isto pode significar um passo a mais na sua escolha de rejeitar a Deus e à vida que Ele oferece.

Peçamos a Deus que nos ajude a exalar o bom perfume de Cristo aonde quer que formos. Que sejamos fonte de vida para aqueles que estão sendo salvos.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1326
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/01
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados25-06-2018.mp3
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Ouça online [Voz Valesca Conty]:



II CORÍNTIOS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de junho de 2018, 0:55
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II CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
25 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 2 – A introdução deste capítulo liga ao capítulo anterior; na qual temos a informação que o apóstolo Paulo…

• …não estava disposto a retornar a Corinto em tristeza (v. 1).
• …reconhecia que caso ele os entristecesse, em contrapartida, eles o alegravam (v. 2);
• …expôs que a alegria dos crentes promovia sua alegria (v. 3);
• …em vez de visitá-los em clima de tristeza, escreveu-lhes, chorando, não para entristecê-los, mas para mostrar-lhes seu amor (v. 4).

O amor requer cuidados, promove a paz baseando-se na justiça a qual gera harmonia entre os crentes e Deus. A bênção divina se manifesta numa igreja que lida corretamente com o pecador, e erradica radicalmente ao pecado.

Na anterior carta de Paulo aos crentes de Corinto (I Coríntios 5), foi tratado do problema de um jovem que cometera incesto com a mulher de seu pai, ou seja, mantinha relação sexual com sua madrasta. Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo ordenou veementemente à igreja disciplinar duramente a esse jovem, orientando à comunidade a:

• …entregá-lo a Satanás visando à destruição da carne;
• …lançar fora o fermento estragado;
• …expulsar da comunidade o transgressor dos princípios sexuais.

Contudo, nessa ocasião, Paulo também orientou à comunidade eclesiástica a:

• …chorar;
• …julgar o pecado; e,
• …remover o pecado.

Nesta segunda carta, o apóstolo volta ao mesmo assunto; e, destaca três fatos, conforme observa Hernandes Dias Lopes: O pecado…

• …não tratado produz tristeza nos obreiros de Deus (v. 5);
• …não tratado produz tristeza na igreja de Deus (v. 5);
• …precisa ser confrontado e o faltoso precisa ser disciplinado (v. 6).

Como para Deus não há caso perdido, toda disciplina, por mais dura que seja, precisa restaurar ao pecador; por isso, o perdão da igreja deve ser oferecido ao transgressor. Warren W. Wierbe destaca: A igreja deve…

• …perdoar o transgressor por amor a ele/Paulo, pois o perdão cura corações feridos (vs. 7-8).
• …reafirmar seu amor pelo irmão perdoado por amor ao Senhor (vs. 9-10);
• …perdoar o transgressor por amor à própria igreja (v. 11).

Paulo sabia que Deus o conduzia e o usava para edificar a igreja de Cristo (vs. 14-17). Aprendamos com esse grande apóstolo e, reavivemos nosso compromisso com o sacrifício de Cristo que liberta-nos de nossos pecados!

Após ser perdoado, não dê novamente espaço ao pecado! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de junho de 2018, 0:30
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“Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem” (v.15).

Aquele que possuía um profundo zelo quanto às leis e tradições judaicas, tornou-se em zeloso servo de Deus e rico em obras de misericórdia para com aqueles que dantes perseguia. Sensível à necessidade dos irmãos e transparente para com todos, Paulo revelava cada vez mais um caráter semelhante ao de seu Mestre. Repreendia, corrigia, exortava, mas sempre com brandura e com o objetivo de edificar o corpo de Cristo. Seu amor a Deus era claramente notado em seu genuíno interesse pela felicidade e salvação de seus semelhantes.

Apesar da dúvida que a igreja de Corinto manifestou quanto ao seu ministério, o apóstolo mostrou a real motivação de não ter seguido o plano que outrora planejara em visitá-la, devido ao seu estado emocional. Paulo se negou a ir ter com seus irmãos “em tristeza” (v.1), provavelmente por motivo de perseguições sofridas por membros da própria igreja de Corinto. Porém, também descartou a possibilidade de ser um impecilho para que estes, observadas as devidas disciplinas (v.6), não fossem ignorados pelos demais. Pelo contrário, Paulo enfatizou a importância da igreja em perdoar ao transgressor “e confortá-lo” (v.8.) em amor.

Conhecido como um apóstolo corajoso e destemido, Paulo também demonstrou compaixão para com os que o perseguiam. Como ninguém, ele sabia o que era estar do outro lado. A misericórdia com que Jesus o buscou, aumentava em seu coração o desejo por liberar perdão. A sua alegria consistia em fazer a vontade de Deus e consagrar a seus irmãos amor “em grande medida” (v.4). Suas epístolas eram escritas “com muitas lágrimas” (v.4), mediante um coração angustiado de alguém experimentado no amor de Deus. A angústia de Paulo era para que todos fossem participantes da mesma alegria; que experimentassem do mesmo amor que o havia alcançado. Porque nenhuma tribulação era maior do que o genuíno amor que todos os dias era derramado em seu coração.

Quando estudamos as Escrituras, conhecemos a Deus, Seu caráter e propósitos eternos traçados para aqueles que O amam. Mas também percebemos que há um inimigo sagaz e astuto cujos desígnios também nos são descortinados. E “para que Satanás não alcance vantagem sobre nós” (v.11), o amor é a resposta. Porque “todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus… pois Deus é amor” (1 Jo 4:7 e 8.). Em contrapartida, aquele que diz amar a Deus e não ama a seu irmão, “é mentiroso” (1 Jo 4:20) e, caso não se arrependa a tempo, participará do mesmo destino final do “pai da mentira” (Jo 8:44).

Perante Deus, somos considerados “o bom  perfume de Cristo” (v.15), e isto diante de toda a raça humana. O verdadeiro amor consiste em “que Cristo deu a Sua vida por nós” e de nossa parte, “devemos dar a nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3:16). É fácil? Não, não é. Porque é uma atitude que está muito acima do que possamos realizar. Na verdade, está em nossa zona de impossibilidade. É por isso que, como Paulo, precisamos reconhecer: “Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do Seu conhecimento” (v.14). Pergunto novamente: É fácil? Não, mas é possível mediante Aquele que “nos conduz em triunfo”.

Sejamos, portanto, “bom perfume de Cristo” para todos, porque, diferente de tantos, “nós não estamos” fazendo da Palavra de Deus um comércio, “antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (v.17). Aceitem ou não, acreditem ou não, perseveremos no Senhor como Seus instrumentos, instruindo, testemunhando e, acima de tudo, amando.

Bom dia, “bom perfume de Cristo”!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Coríntios2 #RPSP



II CORINTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2018, 0:20
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792 palavras

1 Voltar. De acordo com esta interpretação, Paulo não esteve em Corinto desde a primeira visita. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 918.

2 Se eu vos entristeço. Do gr. lupeõ, .”deixar triste”, “causar sofrimento”. Paulo estava entristecido pelas maldades desenfreadas na igreja, e a carta anterior de reprovação entristeceu os membros sinceros da igreja, bem como enfureceu outros (2Co 10:9, 10). Em tais circunstâncias, uma segunda visita teria sido dolorosa tanto a Paulo como aos coríntios. Essa situação agravaria a tristeza para todos os envolvidos. No entanto, se a carta alcançasse o resultado esperado, outra visita demonstraria alegria recíproca. CBASD, vol. 6, p. 919.

4 Muitas lágrimas. Paulo aplicou severa reprovação e disciplina, não com ira, mas com tristeza. Cristo chorou devido ao anelo que mantinha por Seu povo (Mt 23:37, 38). A reprovação que deveria reconquistar o errante nunca deveria ser feita em aspereza ou com atitude dominadora, mas com ternura e compaixão. Paulo dispunha de coragem ilimitada diante do perigo, da perseguição e da morte, mas ele chorou quando forçado a censurar seu irmão em Cristo. CBASD, vol. 6, p. 919.

7 Pelo contrário. Feita a incisão e alcançado o objetivo, o cirurgião sutura a ferida e tenta restaurar a saúde do paciente. O transgressor em Corinto foi privado do relacionamento cristão com a maioria dos membros da igreja. No entanto, após ter se arrependido, qualquer disciplina adicional seria vingativa e punitiva e o desencorajaria a ser leal a sua nova resolução. CBASD, vol. 6, p. 921.

9 Ter prova. Outro motivo para a instrução de Paulo a respeito do transgressor da igreja na epístola anterior era o desejo de verificar a obediência e lealdade deles. Os fatos confirmaram a lealdade deles. Os coríntios corresponderam à análise ao lidar fielmente com o pecado na igreja. CBASD, vol. 6, p. 921.

10 A quem perdoais. Porque a igreja de Corinto deu prova cabal de lealdade ao princípio, Paulo se une aos membros no sugerido voto de confiança. Ele reconhece a autoridade da igreja, sob Cristo, para lidar com seus problemas. Cristo delegou autoridade à igreja como uma corporação, agindo sob a direção e presidência do Espírito Santo. Vários eruditos observaram que este foi o único caso específico no registro neotestamentário do exercício da autoridade eclesiástica para reter e transferir pecados, e que, neste caso, foi exercido por Paulo, e não por Pedro. Este poder foi dado por Cristo aos apóstolos coletivamente e como representantes da igreja cristã. CBASD, vol. 6, p. 922.

13 Não tive […] tranquilidade. A ansiedade de Paulo perdurou até que finalmente encontrou Tito na Macedônia. A ansiedade era tamanha, que ele não conseguiu permanecer em Trôade, ainda que as perspectivas fossem favoráveis. Este versículo evidencia o intenso interesse pessoal de Paulo em seus conversos. Não há outro relato de Paulo se afastando de uma “porta aberta”. O obreiro de Deus mais bem-sucedido nem sempre está acima de fortes emoções que o abalam e o impedem de continuar a obra por um período. Enquanto a crise confrontou a obra de Cristo em Corinto, Paulo não teve tranquilidade nem concentrou seus talentos em outras atividades. CBASD, vol. 6, p. 923.

14 A fragrância. Isto é, a fragrância espalhada pelos portadores de incenso ao longo da procissão. Nuvens de incenso se erguiam dos altares à beira do caminho e eram sopradas dos incensários e dos templos abertos. Toda a cidade estava repleta com a fumaça dos sacrifícios e a fragrância de flores e incenso. Paulo pensa em si como um portador de incenso na procissão triunfal de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 924.

15 Bom perfume. O termo euõdia é originado de duas palavras que significam “bom” e “perfume”. A palavra euõdia é aplicada a pessoas ou coisas agradáveis a Deus. CBASD, vol. 6, p. 925.

16 Para estes. Cristo é vida ou morte para as pessoas conforme elas O aceitam ou rejeitam. Isso é inevitável, porque Ele é a única fonte de vida. Uma vez confrontada pela verdade como ela é em Cristo, nenhuma pessoa pode evitar tomar uma decisão. CBASD, vol. 6, p. 925.

17 Mercadejando. Literalmente, “vendedores”, “mascates”, “mercenários”, “negociantes”. A palavra assim traduzida sempre é usada no sentido pouco lisonjeiro. Foi utilizada, por exemplo, para o distribuidor de vinho, ou vinicultor, que adulterava o vinho, adicionando água ou outra mistura inferior, para lucrar mais. Também era usada no sentido intelectual. Platão assim se referia aos filósofos que, segundo seu modo de pensar, adulteravam a verdadeira filosofia. Paulo fala então daqueles que adulteram ou lidam enganosamente com a Palavra de Deus. O ser humano corrompe a Palavra de Deus quando a considera principalmente como um meio de ganhar a vida, quando atenua a bondade ou a severidade de seus requisitos, quando diminui as altas exigências que ela faz aos cristãos, ou quando prega a si mesmo, a sua habilidade ou aprendizado. Assim, transforma a Palavra num ministro para ele, ao invés de ser ministro da Palavra. CBASD, vol. 6, p. 926.

 

by tatianawernenburg