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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-8/
Este capítulo trata da generosidade. Agora que Paulo terminou de defender seu ministério e após confirmar os crentes de Corinto, ele os desafia a contribuir para um fundo de ajuda aos crentes pobres de Jerusalém (ver 1Co 16:1-4; Rm 15:22-23).
Resumindo: o apóstolo Paulo recorda-lhes que ajudar os outros é uma questão de igualdade. Ao ajudar a outros, eles colaboravam para manter a igualdade. Apesar das desigualdades sociais, econômicas, e muitas outras que possam existir no mundo, como cristãos, temos a responsabilidade de lutar pelo ideal original de Deus de igualdade.
Na seção final (vs. 16-24) Paulo recomenda três delegados: Tito (vs 16, 23) e dois indivíduos não identificados (vs 18-19, 22-23) para coordenar o esforço de captação de recursos. Ele procede dessa maneira cuidadosa a fim de evitar que alguém os critiquem “quanto ao nosso modo de administrar essa generosa oferta” (vs. 20 NVI).
Como membros da Igreja, temos uma responsabilidade sagrada de sermos vigilantes na maneira como lidamos com as finanças, particularmente dentro da igreja, de modo que tudo que fazemos esteja livre de qualquer censura ou suspeita.
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1332
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/07
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados01-07-2018.mp3
Comentários em vídeo
Ouça online [Voz Valesca Conty]:
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II CORÍNTIOS 8 – A comunidade de crentes deve ser conhecida como “igreja do amor”. Cada motivação, decisão e ação de todo membro do corpo de Cristo devem ser baseadas constantemente no amor. Este amor é visível no desprendimento e generosidade no ajudar o próximo.
William MacDonald apresenta quatro tópicos em seu comentário deste capítulo:
1. Bons exemplos de contribuição generosa (vs. 1-9): Os macedônios, embora pobres, foram generosos em angariar recursos financeiros para a necessitada igreja de Jerusalém. Eles contribuíram voluntariamente acima da medida de suas posses. Só pode ajudar de verdade quem primeiro entrega-se a si mesmo. “As contribuições para a obra do Senhor só são valiosas quando provêm de pessoas que entregaram a própria vida a Deus” (Campbell Morgan). Jesus é exemplo maior de entrega. Paulo desejava que os coríntios e os crentes de todos os tempos fossem generosos.
2. Bons conselhos para concluir a coleta (vs. 10-11): Ter boas intenções, começar a contribuir, perseverar conforme a capacidade presente. Não esperar dias melhores para contribuir.
3. Três bons princípios para a contribuição generosa (vs. 12-15): 1. O coração orienta as mãos, o tamanho da generosidade revela o tamanho do amor; 2. O excesso de recursos de um supre a necessidade do outro a fim de promover a igualdade. Quem precisa um dia poderá ajudar àquele que agora o ajuda, caso este venha a ajudar; 3. Os recursos dados por Deus não devem ser acumulados, pois podem estragar ou arruinar a vida, principalmente a espiritual. Deus condena a mesquinharia, pois é, na verdade, o egoísmo.
4. Três irmãos idôneos para preparar a coleta (vs. 16-24): Paulo indicou Tito e mais dois irmãos de boa índole e zelosos do bem para lidar com o dinheiro arrecadado, a fim de precaver contra desconfianças e acusações. “A comunidade cristã deve realizar seus negócios de maneira que não dê motivos para suspeitar de nada contrário à probidade” (Campbell Morgan).
“Mostrem a eles do que vocês são feitos, demonstrando o amor de que tenho ouvido falar nas igrejas. Permitam que eles vejam por si mesmos”. Assim concluiu Paulo este capítulo à igreja de Corinto e a nós.
Uma grande lição que aprendemos o é que o tamanho de um presente não é tão importante quanto a prontidão do coração que o dá.
Sejamos generosos e amorosos! – Heber Toth Armí.
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“Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários” (v.3).
O tema central deste capítulo é a caridade cristã, tanto no aspecto da generosidade através das ofertas quanto da administração das mesmas “para a glória do próprio Senhor” (v.19). Paulo iniciou com um “Provai e Vede” da igreja primitiva relatando o testemunho das igrejas da Macedônia. A realidade daquelas igrejas de espírito voluntário não correspondia com as ofertas que enviavam a fim de ajudar seus irmãos em Jerusalém. Manietadas pelas circunstâncias desfavoráveis, certamente elas seriam as últimas igrejas que poderiam oferecer algum tipo de ajuda. Na verdade, poderiam tornar-se igualmente alvo da ajuda dos demais irmãos.
No entanto, o contraste apresentado por Paulo nos revela o genuíno amor cristão e a dedicação em vivê-lo, pois que “no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade” (v.2). Pela fé, eles “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois” aos irmãos, “pela vontade de Deus” (v.5). Vocês conseguem perceber a sequência? Primeiro eu me entrego a Deus e depois, aos outros. Esta é a ordem da vitória na vida cristã: primeiro eu para com Deus, depois, eu para com os meus semelhantes, segundo a vontade de Deus. Quando eu assumo um relacionamento pessoal e íntimo com o Senhor, a consequência se manifesta em atos de misericórdia e amor altruísta para com todos.
O que Paulo quis transmitir neste capítulo foi que a nossa vida precisa refletir o caráter dAquele que afirmamos seguir, e este reflexo precisa ser prático. Podemos ser cheios de fé, de conhecimento da Bíblia, de zelo e de orgulho pelo amor que um dia nos alcançou (v.7), mas tudo isso não tem valor aos olhos de Deus a menos que produza a sensibilidade de olhar para as necessidades dos meus irmãos como uma questão de prioridade. Aquelas igrejas pobres e atribuladas não foram persuadidas a ajudar, mas elas mesmas rogaram grandemente para que pudessem participar “da assistência aos santos” (v.4). Eis o que Paulo nos apresenta: o verdadeiro e puro amor cristão.
E não poderia haver comparação mais fiel e perfeita do que esta: “pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por amor de vós, para que, pela Sua pobreza, vos tornásseis ricos” (v.9). Quando olhamos para a vida de Cristo, meditando em Seu exemplo de altruísmo e em Seu sacrifício, mergulhamos no universo de um amor sem limites, e nosso caráter vai sendo transformado por intermédio da atuação do Espírito Santo. Primeiro preciso compreender o que Cristo fez por mim, então, o meu papel como cristão será revertido em amor voluntário pelos outros.
Que a manifestação da prova do nosso amor para com o próximo seja motivada pela sincera preocupação de quem olhou para o Voluntário da cruz e entendeu que a sua missão é imitá-Lo.
Feliz semana, “glória de Cristo” (v.23)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Coríntios8 #RPSP
Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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2650 palavras
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-7/
O verdadeiro arrependimento está intimamente ligado ao afastamento do pecado. “A tristeza segundo Deus”, lembra Paulo, “não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação.” (v 10 NVI)
Paulo cita que não escreveu “por causa daquele que cometeu o erro” (v 12 NVI), mas para benefício dos crentes de Corinto. E não identifica a pessoa que cometeu o erro. Anteriormente Paulo tinha aconselhado aos crentes em Corinto que perdoassem essa pessoa (2Co 2:5-8). Ellen White nos lembra que, como cristãos, temos a responsabilidade de evitar uma atitude crítica: “É fácil falar contra as falhas e os erros dos outros e, em termos gerais condenar isso e aquilo, mas você já pensou que este é o trabalho que o inimigo está sempre fazendo? … Quanto descanso e paz e felicidade tem você encontrado em se demorar sobre as imperfeições dos seus irmãos? … Não foi a sua fé enfraquecida e seu discernimento obscurecido? Sua alma tornou-se mais e mais destituída da graça de Deus” (Carta 48, 1893).
O próprio Paulo dá o exemplo, tentando ser uma fonte de encorajamento (v. 13). Façamos o mesmo, procurando destacar o bem existente nas pessoas ao nosso redor (v. 16).
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1331
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados30-06-2018.mp3
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II CORÍNTIOS 7 – Deus aspira nossa restauração, que resulta em nossa transformação de caráter. Por isso,
• Precisamos avivar-nos e reconciliarmo-nos com Deus, para que tornemos agentes de reconciliação no mundo, conforme termina o capítulo 5.
• Precisamos entender a aversão que devemos pela incredulidade, imoralidade, perversidade e motivados pelas promessas de Deus para purificarmo-nos “de toda impureza, tanto na carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus”. Desta forma, o final do capítulo 6 está ligado com a introdução do capítulo 7.
Nos versículos 2-4 nota-se amor, carinho, afeto e intimidade que Paulo ansiava ter com os crentes de Corinto. Ah! Se todo pastor tivesse esse perfil. Ah! Se todo líder espiritual tivesse o amor de Deus regendo cada uma de suas atitudes em relação aos frágeis filhos de Deus! Aprendamos com Paulo.
Os versículos seguintes são divididos da seguinte forma, conforme Paul Barnett, para auxiliar nossa compreensão:
Os efeitos da “carta severa”:
1. Alegria de Paulo pela chegada de Tito (vs. 5-7);
2. Alegria de Paulo pelo recebimento da carta (vs. 8-12);
3. Paulo confia nos crentes de Corinto (vs. 12-16).
A alegria de Paulo é notória nestes versículos. Pois, Deus o confortou em sua angústia e tribulações. Isso deixa claro que Deus jamais abandona ou rejeita Seus filhinhos. Paulo acabara de revelar suas fraquezas, ele era imperfeito como todo ser humano; todavia, Deus Lhe revelou Seu amor e consolou-o com a chegada de Tito, e com as notícias positivas resultantes de seu empenho em orientar os crentes de Corinto.
“Paulo encerra essa seção importante de sua carta com uma expressão de confiança na igreja: ‘Alegro-me porque em tudo posso confiar em vós’ (7:16). O sentimento de alegria do apóstolo (7:13-16) está intimamente ligado ao completo bem-estar daqueles com quem ele está amorosamente preocupado, seja seu cooperador (7:13-14) sejam os seus filhos espirituais (7:15-16)”, diz Hernandes Dias Lopes.
Reflita:
• A igreja deve cuidar de seus líderes e, os líderes devem cuidar dos membros da igreja.
• O arrependimento segundo Deus é positivo, mas o arrependimento do mundo é negativo.
• A santificação erradica atitudes e sentimentos impróprios e os substitui por atitudes e sentimentos nobres.
• O amor fraternal jamais deve esfriar na igreja de Cristo.
“Senhor, eleva-nos para viver o Teu ideal” – Heber Toth Armí.