Reavivados por Sua Palavra


JÓ 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de outubro de 2016, 0:45
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JÓ 21 – Nem todos recebem o que merecem. Enquanto que, no capítulo anterior, Zofar alega que as calamidades atingem aos que desprezam a Deus, neste capítulo, Jó apresenta um quadro diferente: Os perversos podem se dar bem na vida!

Jó se vê obrigado a responder diretamente a seus amigos. Jó não aguenta mais ouvir suas baboseiras teológicas ou suas falácias filosóficas.

1. O sofredor precisa ter tanto direito de falar como de ouvir seus conselheiros. Mesmo sabendo que será ridicularizado, quem está no leito de dor quer imitir suas opiniões. Jó apela para ser ouvido como um meio de obter um pouco de consolo de seus amigos (vs. 1-6).

2. O contra-argumento de alguém de mente mais aberta ataca diretamente os conceitos superficiais da religião e da fé. Jó questiona os argumentos de Zofar (20:11), Bildade (18:19) e Elifaz (5:17-27). Para Jó era evidente que os ímpios vivem bem, veem o desenvolvimento de sua família e o aumento de seus bens, mesmo blasfemando abertamente contra Deus ou rejeitando declaradamente à religião verdadeira (vs. 7-15).

3. A afirmação de uma verdade deve ser avaliada com a outra face da mesma moeda. Ouvir apenas uma versão da verdade, proferida por um indivíduo, é apegar-se no mínimo como se fosse o todo. Jó propõe que os ímpios não são castigados. Incrédulos têm vida longa e próspera. Se os filhos pagam pelos erros dos pais, os pais podem não estar pagando pelos seus erros – isso confronta o argumento de Zofar em 20:5 (vs. 16-21).

4. Avançando no raciocínio, o sábio amplia seus argumentos mostrando verdades impensadas por muitos questionadores do sofrimento. Jó relembra que tanto os bons quanto os maus morrem e vão para o mesmo lugar: a sepultura (vs. 21-26).

5. Teologias unilaterais são destruídas com argumentos sólidos da vida real. Jó mostra que seus amigos ignoraram muitas coisas simples, por isso despejaram sobre ele um montão de bobagens embrulhadas com sabedoria piedosa (vs. 27-34).

Nem todo sofrimento vem como castigo pelo pecado cometido. Nem toda prosperidade significa honestidade ou fidelidade a Deus. Com estes argumentos, fica claro que os…

• …ateus, vivem em paz;
• …incrédulos, prosperam;
• …pagãos, vivem bastante;
• …pecadores perversos são abençoados;
• …maus, se dão bem…

E você, em que acredita? Aprofunde tuas convicções… Estude Jó! – Heber Toth Armí.



JÓ 21 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
10 de outubro de 2016, 0:30
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“Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade” (v. 34).

Nenhum dos argumentos trazidos pelos amigos de Jó conseguia persuadi-lo a acreditar que falavam sem malícia. “Vede que conheço os vossos pensamentos e os injustos desígnios com que me tratais” (v. 27), não significa que Jó pudesse ler pensamentos, mas que as palavras e ações de seus amigos deixavam bem claro quais eram as suas reais intenções. Jó só desejava ser ouvido de forma atenciosa (v. 2) e que a sua condição fosse vista com misericórdia (v. 5). O estado próspero dos ímpios não era um motivo para que ele desconfiasse dos desígnios de Deus, pois ele não desejava ter parte alguma no conselho dos perversos (v. 16).

Meus queridos irmãos, a falsa alegria motivada pela prosperidade material acaba na primeira dificuldade. A alegria do SENHOR produz força mesmo em meio à adversidade.

Precisamos, como Jó, nos apoiar em nossa fé e não em palavras humanas falíveis. Não sejamos néscios, rejeitando conhecer os caminhos de Deus (v. 14) contidos em Sua Palavra. Para os que direta ou indiretamente dizem: “Retira-Te de nós!” (v. 14), ouvirão de Quem desdenharam: 

Fiquem longe de Mim, vocês que não andaram em Meus caminhos! (Vide Mateus 7:23). 

Ricos e pobres, escravos e livres, e todos os povos de todas as tribos, línguas e nações são convidados a conhecer os caminhos do Todo-Poderoso. O chamado é para todos, mas a escolha é individual: Continuar sendo um falso adorador? Continuar machucando as pessoas com palavras e atitudes impensadas? Ou clamar ao Único Amigo que dá plantão vinte e quatro horas todos os dias para nos ouvir atentamente, a fim de que nos transforme em novas criaturas, em verdadeiros adoradores?

A prosperidade não define caráter. Mas um caráter “íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (Jó 1:7) define para onde vai: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus 25:34).

Bom dia, verdadeiros adoradores em formação!

Desafio do dia: Desapegue-se de algo que não lhe traz benefícios espirituais.

*Leiam #Jó21

Rosana Garcia Barros



JÓ 20 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
9 de outubro de 2016, 0:50
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1-15 Zofar, em termos aterradores, descreve o terrível castigo que sobrevém aos perversos. Despreza, porém, o apelo de Jó para o juízo final, pois diz que os perversos serão fulminados aqui na terra (v 4,5). Notamos, então, que os três consoladores de Jó continuam cegos e confusos, como antes, nada compreendendo na verdadeira natureza da situação de Jó. Esquecidos de seu papel de consoladores, se sentem impulsionados pelo desejo de vencer Jó nos argumentos, cf. 20.2,3 (Bíblia Shedd).

Este é o segundo discurso de Zofar. Seu propósito é mostrar que não importa a que altura o ímpio seja exaltado, não importa quão próspero ele possa se tornar, Deus o humilhará e fará com que ele sofra. A referência a Jó é óbvia demais para não ser notada. O cap. 19 terminou com uma advertência feita por Jó. Zofar se ressente do fato de Jó dirigir sua ameaça de castigo contra seus amigos, já que está seguro de que somente Jó é culpado (CBASD, vol 3. p. 619).

2 meus pensamentos me impõem resposta. Os pensamentos de Zofar não constituem calma reflexão ou profunda meditação. Ele está agitado. Seus pensamentos parecem ser expressos de maneira confusa e desordenada (CBASD, vol 3. p. 619).

Eu me apresso. Zofar admite seu temperamento impetuoso (CBASD, vol 3. p. 619).

3 eu ouvi a repreensão. Na verdade, o que Zofar está está dizendo é: ”Você me acusou falsamente, e meu ressentimento me compele a responder.” Este verso revela o caráter de Zofar: ele é irritável e impetuoso. Mal pôde esperar Jó terminar, para começar a falar indignadamente (CBASD, vol 3. p. 619).

meu entendimento. Não é incomum que uma pessoa impetuosa afirme falar guiada pelos princípios da calma sabedoria (CBASD, vol 3. p. 619).

5 momentânea. Este verso explica a solução de Zofar para o problema da prosperidade dos ímpios. Ele admite que eles podem gritar de triunfo, mas que essa alegria é momentânea. Em parte, Zofar está certo, mas seu argumento é fraco porque ele não reconhece que um pecador pode parecer triunfar ao longo de toda a sua vida mortal (ver Sl 37:35, 36; 73:1-17). A curta duração do triunfo dos maus é um dos principais pontos de desacordo entre Jó e seus oponentes (CBASD, vol 3. p. 619).

8 como um sonho. Uma figura que descreve a instabilidade dos ímpios. Nada é mais irreal e passageiro do que um sonho (CBASD, vol 3. p. 619).

12 ainda que o mal lhe seja doce. Este verso inicia uma nova estrofe. A impiedade tem seus prazeres, mas eles são superficiais e transitórios (CBASD, vol 3. p. 620).

Debaixo da língua. O pecado é descrito como um doce que o ímpio conserva debaixo da língua para ir saboreando por bastante tempo antes de o engolir (v 13), e quando o engolir, então percebe quão venenoso realmente é (v 14) (Bíblia Shedd).

13 e o saboreie. O gosto da impiedade é saboroso. O pecador odeia separar-se de sua loucura e de seu prazer. Ele é como a criança que procura fazer um pedaço de doce durar o máximo possível (CBASD, vol 3. p. 620).

14 contudo, […] se tranformará. O pecado, depois de engolido, fica amargo e se torna como o veneno da áspide (CBASD, vol 3. p. 619).

18 devolverá. A fim de compensar aqueles a quem roubou, o ímpio terá de dar-lhes a riqueza que ganhou honestamente (CBASD, vol 3. p. 620).

19 desamparou os pobres. Estas acusações de maus-tratos aos pobres são, pela primeira vez, insinuadas contra Jó. Mais tarde, serão feitas abertamente por Elifaz (Jó 22:5-9). Jó nega as acusações (Jó 29:11-17) (CBASD, vol 3. p. 620).

23 Deus mandará sobre ele o furor da Sua ira. A única abundância, porção ou herança dos ímpios gananciosos será, afinal, a ira divina (Bíblia Shedd).

Zofar obviamente está aplicando estas palavras a Jó. Em meio à prosperidade, Jó foi humilhado. As palavras de Zofar tem o objetivo de ferir. Ele tenta apresentar Jó como um pecador que experimenta o furor da ira de Deus (CBASD, vol 3. p. 620).

25 Resplandecente. Do heb. baraq, literalmente “raio”, usado aqui figurativamente para descrever a ponta reluzente de uma flecha (CBASD,vol 3. p. 620).

fel. Num esforço desesperado de salvar a sua vida, arranca a flecha que o transpassara, só para averiguar que já atingira seu fígado (Bíblia Shedd).

26 contra todos os seus tesouros. Todo tipo de calamidade aguarda os tesouros que o ímpio ajuntou e acumulou para si (CBASD, vol 3. p. 620).

fogo não assoprado. Um fogo não aceso pelo homem (Bíblia Shedd).

27 manifestarão a sua iniquidade. Esta é a resposta de Zofar ao apelo de Jó (16:18, 19): para que o céu e a terra deem testemunho a seu favor. O céu, diz ele, em vez de falar a favor de Jó, revelará sua iniquidade. A terra, em vez de tomar partido por ele, se levantará contra ele (CBASD, vol 3. p. 620).

29 tal é […] a sorte. Esta conclusão é semelhante à que Bildade tirou no final de seu discurso (Jó 18:21). Nesta seção de sua fala, Zofar quis transmitir a Jó que ele não podia esperar sorte diferente da que lhe cabia.

Isto conclui a participação de Zofar. Ele não participa do terceiro ciclo de discursos. Sua fala representa o ápice da atitude estreita, legalista e crítica dos amigos. Dificilmente seria possível enfatizar, de maneira mais terrível e vívida do que Zofar o fez, a visão de que o ímpio rico é punido por Deus. Para Zofar, Jó é um ímpio, que enfrenta os resultados de seus próprios pecados. Ele é culpado de ganho injusto; portanto, Deus consome suas posses. Zofar procura minar a nova confiança em Deus que Jó havia expressado [19:25-27]. Não se pode discernir em seu discurso nenhum sinal de bondade ou simpatia (CBASD, vol 3. p. 621).



JÓ 20 by Jeferson Quimelli
9 de outubro de 2016, 0:45
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Comentário devocional:

Agora é a vez de Zofar responder a Jó. Ele sente que deve falar por causa da agitação de seus pensamentos (v. 2). Entretanto, eles são guiados pelo racionalismo e pela razão e não por Deus. Zofar diz: “Ouvi uma repreensão […] e o meu entendimento faz-me contestar” (v. 3 NVI). Zofar quer usar o espírito racionalista como a base principal para a sua defesa.Ele argumenta que Jó deveria saber que isto tem sido assim desde que o homem foi colocado na terra (v. 4). Então Zofar tenta assustar Jó usando o medo egípcio de que cobras o atacariam (v. 16).

A Bíblia afirma que a iniquidade de todos será revelada, mas Zofar erra quanto ao momento em que isso acontecerá e quanto à razão das calamidades de Jó. Ele diz que quando o julgamento do mal é feito no céu (juízo investigativo), a pessoa perde a sua riqueza na terra. “As riquezas de sua casa serão transportadas; como água serão derramadas no dia da ira de Deus” (v. 28). Zofar está insinuando que Jó perdeu tudo por causa do dia da ira de Deus, que já havia decretado sua culpa no céu (v. 29).

Querido Deus,
A verdade revelada em Sua Palavra nos é vital para evitar que nosso entendimento da realidade espiritual seja turvado pela mistura de teologias errôneas. Oramos para que nos mantenha puros. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/20 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/20
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/16/
Tradução Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 20
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/59 e https://credeemseusprofetas.org/



Jó 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de outubro de 2016, 0:45
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JÓ 20 – A dor está presente desde nosso nascimento. Já nascemos chorando e ao morrermos deixamos muita gente chorando. Nossa existência não flui por caminhos aveludados, mas por estradas acidentadas: Subidas íngremes e precipícios perigosíssimos. Trilhamos muitas vezes por desertos abrasadores e despencamos para vales escuros.

Perdas. Lutos. Dores. Sofrimentos… A vida não é um mar de rosas; nem um parque de diversões. Nossa existência não acontece num jardim. Estamos entre espinhos, numa luta ferrenha para sobreviver. Somos açoitados de um lado para outro pelos látegos da dor sem a presença de entes queridos. Desprovidos de recursos vitais, somos entregues à morte o dia todo, principalmente se amamos a Jesus (Romanos 8:36).

Cicatrizes, hematomas, feridas purulentas, corações partidos, amores destruídos, vazio na alma, abandono, desprezo… vão aumentando nosso currículo, diminuindo nossas expectativas. E, nestas horas sempre tem alguém para nos dar sermões moralistas, legalistas. Jó teve que ouvir as proposições de Zofar, o qual destacou os seguintes pontos:

1. Aquele que defende teorias infundadas sente-se ameaçado quando confrontado. Começa a falar precipitadamente objetivando impedir aquele que tem opinião contrária de prosseguir expondo seu lado. Zofar mostra-se incomodado com a repreensão de Jó (vs. 1-3).

2. Aquele que se sente ameaçado emite opinião como se fosse absoluta convicção. Zofar não tem nada novo para acrescentar a seu discurso, seu objetivo é martelar na mesma tecla a fim de intentar convencer seu oponente a mudar de opinião. Ele reitera sobre o destino dos perversos intentando provar que Jó não era um bom indivíduo devido a sua situação caótica (vs. 4-29).

Comentando este capítulo, Tewoldemedhin Habtu diz sobre Zofar: “Considerando seu estado emocional agitado, teria sido melhor permanecer calado”. Zofar descreve “as desgraças que aguardam ao perverso… Ainda que essa lista de retribuições seja expressa em termos gerais, não há dúvida que o alvo de Zofar é Jó. Contudo, a acusação de que Jó oprimiu e desamparou os pobres (20:19) é totalmente infundada. Prosseguindo com sua metralhadora de punições, Zofar afirma que aflições e ira de Deus serão recompensas do perverso em meio à sua prosperidade; não há como escapar”.

Assim, quem…

• …diz meias-verdades acusa justos de perversos.
• …vive de opiniões despreza provas que lhe ameacem.
• …é orgulhoso tem dificuldades para explicar o sofrimento.

Portanto, cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.



JÓ 20 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
9 de outubro de 2016, 0:30
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“… mas o meu espírito me obriga a responder segundo o meu entendimento” (v. 3).

Tentar falar algo para quem não deseja ouvir é uma das piores coisas que existe. E a tentativa de convencer uma pessoa dessas torna-se pior ainda. O sábio Salomão deixou escrito o seguinte a respeito disto: “Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e ele te amará” (Provérbios 9:8).

Mesmo após as palavras mais impactantes e cheias de verdade ditas por Jó no capítulo dezenove, seus amigos continuavam sob o mesmo “espírito” (v. 3). Deixavam-se ser guiados pelo próprio entendimento (v. 3) e fechavam os ouvidos para a sabedoria de alguém que julgavam ser o pior dos pecadores. Agora, Jó, além de mais uma vez ser chamado de perverso e de ter que ouvir novamente que seus filhos foram mortos por causa da impiedade deles, foi acusado de cobiça (v. 20). O fato de ter perdido “todas as riquezas de sua casa” (v. 28), para seus amigos, foi por causa “da ira de Deus” (v. 28).

Amados, sabemos hoje que tudo o que aqueles homens acusaram a Jó e sua família, teria recaído sobre eles caso Jó não tivesse intercedido por eles em oração. Jesus nos deixou uma missão das mais difíceis, mas também das mais imperiosas: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:44-45). Quer ser chamado e reconhecido como um verdadeiro filho de Deus? Ore e trate os seus inimigos e os que lhe perseguem com misericórdia.

Como disse o sábio Salomão, falar e orientar quem não tem discernimento para ouvir não é o melhor caminho. Jó aprendeu isso na prática. A oração evita conflitos e nos dota do amor celeste para suportar as afrontas. A presunção e a ação de falar ou de agir mediante o nosso próprio entendimento podem causar dissensões e feridas difíceis de cicatrizar. Pela intercessão e pelo agir do Espírito Santo em nós, inimigos tornam-se amigos e feridas incuráveis tornam-se cicatrizes que não causam mais dor.

Que o nosso caminho seja agradável ao SENHOR como foi o de Jó, pois, “sendo o caminho dos homens agradável ao SENHOR, Este reconcilia com eles os seus inimigos” (Provérbios 16:7).

Bom dia, filhos de Deus!

Desafio do dia: Está sendo difícil suportar as perseguições e as afrontas? Ore e entregue tudo nas mãos de Deus. Interceda por seus inimigos e pelos que lhe perseguem.

*Leiam #Jó20

Rosana Garcia Barros



JÓ 19 by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Jó então expressa o desejo de que suas palavras fossem escritas em um livro, e elas realmente estão- nos registros do Céu! (v. 23). Ele deseja que elas sejam escritas de forma bem segura com uma caneta de ferro sobre uma pedra para permanecerem para sempre.

A história da vida de Jó está escrita para sempre nas mãos da Rocha dos Séculos com pregos de ferro! (v. 24). “Eu sei que o meu Redentor vive e que no fim se levantará sobre a terra” (v. 25, NVI). Jó afirma que verá a Deus por si mesmo (v. 27).

Querido Deus,
Sabemos que nosso Redentor vive e que deixar que vivas em nós nos manterá gravados nas Suas mãos. Salva-nos e aos nosso queridos da “espada da ira” pela Sua justiça. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/19 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/19
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/15/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 19
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pp/58 e https://credeemseusprofetas.org/



JÓ 19:25: “EU SEI QUE MEU REDENTOR VIVE” by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2016, 0:55
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É a resposta à dúvida e à esperança de 14.13-14. Redentor. Heb go’el,libertador, protetor, defensor, redentor, justificador ou vindicador. É Ele, segundo a esperança e certeza de Jó, que vai livrá-lo das acusações infundadas dos seus amigos (Bíblia Shedd).

Esta é uma das passagens mais frequentemente citadas do livro. Representa um avanço significativo na trajetória de Jó, do desespero para a confiança e esperança. “Das profundezas do desencorajamento e do desânimo Jó se levanta para as alturas da implícita confiança na misericórdia e no poder salvador de Deus” (PR, 163). A palavra hebraica traduzida como “redentor”, go’el, também é traduzida como “vingador” (Nm 35.12, 19, 21, 24, 25, 27), “parente chegado” (NTLH) ou “resgatador” (Rt 2:20; 3:9, 12; 4:1, 3, 6, 8, 14). Deus é frequentemente chamado de go’el, no sentido de que Ele vindica os direitos de Deus filhos e resgata os que foram colocados sob o domínio de outrem (Is 41:14; 43:14; 44:24; 47:4, etc.).
Jó havia expressado seu desejo de ter um “árbitro” entre ele e Deus (Jó 9:32-35). No cap 16:19, ele havia declarado sua convicção de que sua “testemunha está no Céu”; no cap. 16:21, ele pede a Deus que seja o seu fiador. Tendo reconhecido a Deus como “árbitro”, testemunha, advogado e fiador, é perfeitamente lógico que ele chegasse ao reconhecimento de Deus como seu redentor. Este texto representa uma das revelações do AT sobre Deus como redentor do ser humano, uma verdade profunda que foi plenamente revelada na pessoa e na missão de Jesus Cristo (CBASD, vol. 3, p. 616, 617).

 

Por fim. O significado é que, por mais tempo que Jó tivesse de sofrer, por mais prolongadas que fossem suas calamidades, ele tinha a máxima confiança no fato de que Deus finalmente o vindicaria. As palavras dos v. 25 e 26 indicam que a vindicação divina ocorreria quando Deus se levantasse sobre a terra e quando Jó visse a Deus. Este é um vislumbre inequívoco da ressurreição (CBASD, vol. 3, p. 617).



JÓ 19 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2016, 0:50
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1 respondeu. Jó responde ao segundo discurso de Bildade, protestando contra a falta de consideração dos amigos e reiterando sua miséria (CBASD, vol. 3, p. 614).

Nesta resposta, Jó acusa os seus “consoladores” de caluniarem e perseguirem-no. Logo a seguir, atesta a sua inocência, e expressa sua clara convicção de que o seu Redentor está vivo (Biblia Shedd).

2 até quando afligireis a minha alma […]? Jó […] não é insensível aos ataques de seus amigos. Ao contrário, as palavras deles lhe causam sofrimento e tortura e ferem sua alma. O ataque de Bildade foi o mais cruel de todos. A resposta de Jó indica quão profundamente ele foi afetado. Bildade havia perguntado até quando Jó continuaria a falar (cap 18:2). Jó responde perguntando até quando Bildade vai continuar a feri-lo (CBASD, vol. 3, p. 614, 615).

4 haja eu, na verdade, errado. Não necessariamente uma admissão de culpa moral, mas um reconhecimento de suas limitações humanas (CBASD, vol. 3, p. 615).

Comigo ficará. “Isso não prejudica ninguém exceto a mim mesmo.” (CBASD, vol. 3, p. 615).

Mesmo que Jó tivesse pecado, ele não estava prejudicando seus amigos, mas estava sendo duramente castigado; portanto, eles não precisam irar-se (Biblia Shedd).

6 Deus é quem me oprimiu. Jó não era vítima no sentido de ser mal interpretado por seus amigos, mas também no sentido de se achar objeto da ira de Deus. Bildade havia mencionado as armadilhas, ciladas e redes preparadas para os ímpios (cap. 18:7-12) e insinuou que Jó havia caído nas armadilhas que ele próprio armou. Jó responde que a rede em que está preso foi armada por Deus (CBASD, vol. 3, p. 615).

10 como a uma árvore. A expectativa de Jó era levar uma vida tranquila e piedosa, cercado por parentes e amigos, até atingir idade avançada e poder descer à sepultura dignamente. Essa esperança havia sido arrancada pelas raízes quando lhe sobrevieram as calamidades (CBASD, vol. 3, p. 615).

11 seu adversário. Jó não diz que ele e Deus são inimigos, mas sim, que Deus o trata como se ele fosse inimigo, e Jó não consegue entender o porquê disso (CBASD, vol. 3, p. 615).

13-19 Os parentes de Jó, os seus amigos íntimos, os seus servos e a sua própria esposa, todos os abandonaram com repugnância e ele ficou privado do afeto daqueles que mais significavam para si (Biblia Shedd).

15 vim a ser estrangeiro. Isto é, deixaram de me tratar como o chefe da família (CBASD, vol. 3, p. 616).

16 não me responde. Jó estava acostumado à obediência por parte de seus servos. Nesse período, eles o ignoravam (CBASD, vol. 3, p. 616).

18 crianças. As crianças são descritas como se não estivessem dando a Jó o respeito devido à sua idade (CBASD, vol. 3, p. 616).

20 pele dos meus dentes. Só as gengivas ficaram (Biblia Shedd).

21 compadecei-vos. Este é um dos apelos mais tocantes do livro. Jó mostrou como se encontrava abandonado e solitário e retratou seu infortúnio de maneira eloquente. Aqui, ele implora piedade aos amigos (CBASD, vol. 3, p. 616).

22 devorar a minha carne. Um idiomatismo oriental que significa: “Porque vocês estão me caluniando?” Em Daniel 3:8, a palavra traduzida como “acusaram” é, literalmente, “comeram fragmentos de”. O caluniador ou acusador é figurativamente alguém que devora a carne de sua vítima (CBASD, vol. 3, p. 616).

24 esculpidas na rocha. Jó deseja que seu relato seja gravado na rocha com um cinzel de ferro e que os caracteres esculpido em baixo relevo sejam preenchidos com chumbo (CBASD, vol. 3, p. 616).

 

[Nota: Tendo em vista a importância do verso 25, colocamos os comentários atinentes a eles em separado. Abraço a todos.]



JÓ 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de outubro de 2016, 0:45
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JÓ 19 – A vida é marcada pela dor, mas a vida cristã é recheada de esperança. A caminhada cristã não é sem sofrimento; contudo, o cristão é motivado por elevadas expectativas. Os grandes homens do passado sofreram, tais como os patriarcas, profetas e reis, até mesmo os apóstolos no Novo Testamento – dos quais muitos se tornaram mártires por causa de sua fé.

Os grandes teólogos da igreja primitiva e também grandes reformadores enfrentaram amargos sofrimentos. Alguns foram perseguidos, como John Wycliffe; outros foram queimados vivos, como John Huss e Girolamo Savonarola; e, outros foram até esquartejados, como William Tyndale. Muitos, como Lutero, foram difamados e acusados tanto pela igreja quanto pelo estado. Contudo, todos eles resistiram porque tiveram esperança.

Jó, se não tivesse esperança, teria dado fim a sua vida ou desistido de Deus. A esperança é tão real para o cristão quanto o é o sofrimento. Jó é nosso exemplo bíblico de como o cristão enfrenta a dor; além disso, sua história revelada do ponto de vista divino ajuda-nos entender muitos mistérios sobre aquilo que incomoda nossa paz, alegria e felicidade.

No capítulo em questão, Jó se sente…

• …provocado pelas palavras cruéis de seus amigos que tinham como alvo lhe oprimir, esmagar e destruir (vs. 1-4);
• …como um animal preso em uma rede (v. 6);
• …como um réu no tribunal (v. 7);
• …como um viajante impedido de seguir seu caminho (v. 8);
• …como um rei destituído de seu trono (v. 9);
• …como uma construção devastada (v. 10);
• …como uma árvore extirpada (v. 10);
• …como uma cidade cercada (vs. 11-12);
• …isolado, solitário (vs. 13-22);
• …motivado pela esperança (vs. 23-29).

Temos que aprender com Jó, que, apesar de intensos sofrimentos, sabia que seu fim não seria trágico; sabia para onde ia e que lá chegaria, ainda que passasse pela morte. Essa esperança o manteve resoluto em sua fé. Ele não se rendeu ao pecado, não vendeu sua alma ao diabo.

Quem crê na esperança de Jó, pode gritar como ele em meio a mais terrível dor: “Eu sei que meu Redentor vive e por fim se levantará… Vê-lo ei por mim mesmo…”

Certamente, a vida cristã não é indolor, mas, verdadeiramente, temos um libertador! Essa esperança nos fortalece para avançar na trajetória cristã! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.