Reavivados por Sua Palavra


2 Reis 21 by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

“Manassés tinha doze anos de idade quando começou a reinar” (v. 1). Obviamente, ele nasceu durante os últimos 15 anos de vida de Ezequias. E fez o mal aos olhos do Senhor. Por que Manassés fez o mal quando teve todas as oportunidades de fazer o bem? A influência de seu pai Ezequias provavelmente não foi inteiramente positiva. Assim, o bom fundamento que Ezequias estabeleceu se perdeu em uma geração.

Que perda! A Escritura diz: “Manassés os desviou, ao ponto de fazerem pior do que as nações que o Senhor havia destruído diante dos israelitas” (v. 9 NVI). Os líderes têm grandes responsabilidades, e a cobrança de Deus sobre eles é enorme, especialmente quando eles estão liderando a nação. Assim, os líderes devem ser homens de Deus, devem pedir a Deus para que seja seu guia, de modo que não levem pessoas ao erro.

Os líderes também devem ter cuidado com suas ações, porque eles estão sendo observados. O melhor é não tornar-se pedra de tropeço para o povo. Às vezes, mesmo que a ação em si não esteja errada, se ela pode ser interpretada de forma errada, os líderes devem evitar estes procedimentos.

Que possamos aprender a sermos líderes sábios, líderes que escutam a Deus e também às necessidades de seu povo.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/21 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/21/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli
Texto bíblico: 2 Reis 21
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 21 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2016, 0:50
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3 exército dos céus. O Sol, a Lua e as estrelas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1070.

13 o cordel de Samaria. Deus mediria Jerusalém pelo mesmo padrão que utilizou com Samaria (ver Am 7:7-9; Lm 2:8). Não haveria parcialidade. CBASD, vol. 2, p. 1071.

17 Quanto aos mais atos. Alguns detalhes importantes a respeito de Manssés foram omitidos pelo escritor do livro dos Reis: a sua captura pelos capitães da Assíria, a remoção para babilônia e seu arrependimento ali, a restauração de seu reinado e as reformas religiosas após seu retorno (2Cr 33:11-19). CBASD, vol. 2, p. 1071.

seu pecado. O relato de Manassés, em Reis, apresenta poucos detalhes sobre as iniquidades de seu reinado. Ele não somente ofereceu seu próprio filho como sacrifício humano, mas encorajou tais abominações no vale de Hinom [vale profundo ao sul de Jerusalém] (2Cr 33:6; cf. 2Rs 23:10). Ele permitiu o estabelecimento de casas para os sodomitas nas proximidades do templo (2Rs 23:7) e removeu a arca da aliança do templo (2Cr 35:3). CBASD, vol. 2, p. 1071.

19 Amom. Este nome é idêntico ao nome do deus-sol egípcio Amim. Manassés pode ter escolhido o nome do filho a fim de demonstrar sua relação com essa divindade egípcia. CBASD, vol. 2, p. 1071.

20 Fez [Amom} o que era mau. A apostasia de Manassés imprimiu o mal sobre Amom e moldou sua vida de modo irremediável. Durante a última parte do reinado de Manassés, as festividades idólatras foram controladas (2Cr 33:16), mas, então [com Amom], a idolatria recuperou o controle, e toda a terra foi arrastada numa maré de iniquidade. … O profeta Sofonias, que viveu durante a época de Josias, descreveu essa triste situação (ver Sf 1:8, 9, 3:1-4). CBASD, vol. 2, p. 1071.



2 Reis 21 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 21 – Assim como existem ateus bons, existem crentes em Deus que são maus. Contudo, Deus é sempre bom com cristãos, pagãos, crentes e incrédulos. Seu alvo é salvar a todos, independente de quão pecaminoso sejamos.

“A história está eivada de homens maus. Os anais da História estão repletos de homens que deixaram um rastro sombrio na nossa lembrança: Homens facínoras, assassinos, monstros bestiais, pervertidos celerados e déspotas sanguinários. Os arquivos da História foram manchados por homens incendiários como Nero, traidores como Judas, perversos como Adolf Hitler, truculentos como Mao Tsé Tung”.

Após relembrar a hediondez dos históricos atos humanos, Hernandes Dias Lopes declarou: “Talvez nenhum desses homens tenha excedido em perversidade a Manassés, o 13º rei de Judá, cujo reinado se estendeu em Jerusalém, por 55 anos, de 697 a 642 a.C.” Além de tantas coisas erradas, promíscuas e cruéis, ainda “ele matou os próprios filhos. Matou os filhos de outras pessoas. Ele mandou serrar ao meio o profeta Isaías”.

Você quer encontrar Manassés lá no Céu? Deus desejou tanto isso, que trabalhou muito pela conversão dele; até que, no final de sua vida, ele se rendeu ao Deus Salvador (II Crônicas 33). Agora, porém, analisemos o capítulo em apreço:

1. Lista de horríveis pecados cometidos por Manassés (vs. 1-9):
• Seguiu práticas que Deus abominava nos gentios;
• Desfez toda a reforma espiritual feita por Ezequias, seu pai;
• Adorou e serviu a todos os astros celestiais;
• Profanou os altares da casa de Deus;
• Praticou feitiçaria e envolveu-se com bruxaria e espíritas;
• Provocou ira a Deus;
• Substituiu a adoração verdadeira pela falsa, desviando o povo do Deus verdadeiro;
• Fez pior que as nações que Deus havia punido por meio de Israel.

2. Deus não cruzou os braços. Ele não permitiu que Satanás prevalecesse sobre Seu amado povo. Ele arregaçou as mangas e tomou providências para corrigir tamanha barbaridade (vs. 10-17).

3. Amom, filho de Manassés, não foi nada melhor que seu pai. Porém, após 2 anos, Josias reinou em seu lugar; e, este foi uma luz a brilhar em meio às densas trevas pecaminosas (vs. 19-26).

Por Deus, todos seriam salvos e vencedores neste nítido grande conflito entre o bem e o mal; entretanto, Ele respeita àqueles que preferem perder-se!

O que você prefere? – Heber Toth Armí.



2Reis 21 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
9 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis21

“E queimou a seu filho como sacrifício, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro e tratava com médiuns e feiticeiros; prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira” (v. 6).

E a pausa das abominações teve fim mais uma vez. De Ezequias, que andava diante de Deus “com fidelidade, com inteireza de coração” (2 Reis 20:3), para Manassés, que fez “o que era mau perante o SENHOR” (v. 2).
Enquanto o pai era um homem de oração, o filho era um adivinho e agoureiro. Enquanto o pai servia somente ao SENHOR, o filho servia “a todo o exército dos céus” (v. 5). Enquanto o pai consultava o profeta do SENHOR, o filho consultava “médiuns e feiticeiros” (v. 6). Enquanto o pai pôs abaixo os altos e postes-ídolos, o filho tratou de reerguê-los (v. 3).
Agora observem novamente o verso 1 e me respondam: Com que idade Manassés começou a reinar em Judá? Isso mesmo, com doze anos de idade.
Ou seja, ele foi concebido após a cura de Ezequias. O que me faz pensar que Ezequias não precisava da cura para obter a certeza do favor de Deus, mas a misericórdia de Deus foi tanta para com ele que lhe concedeu o milagre, mesmo sabendo que este geraria um filho ímpio e que levaria o povo a uma degradação sem precedentes.
De qualquer forma, teremos uma ideia ainda mais ampla da misericórdia divina quando estudarmos a vida de Manassés pelo relato do livro de 2 Crônicas.
O certo é que se Ezequias houvesse morrido daquela enfermidade, Manassés não haveria nascido, porém, ao mesmo tempo, Josias, neto de Manassés não existiria e não teria deixado um legado tão lindo que estudaremos a partir de amanhã.
O povo tinha uma tendência muito forte em seguir o seu rei. O que a liderança fazia, o povo repetia. Tão logo Ezequias morreu, seu filho fez ressurgirem as práticas pagãs. “Manassés de tal modo os fez errar, que fizeram pior do que as nações que o SENHOR tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (v. 9).
Quando a liderança do lar é falha, os filhos serão líderes movidos pelas próprias tendências de um caráter mal desenvolvido. Ezequias foi um homem reto diante de Deus, mas o fim de sua vida ao invés de ter sido aproveitado para a instrução de seu novo herdeiro, foi gasto com alianças políticas que de nada serviriam.
Assim, a corrente de uma má educação foi transmitida ao filho de Manassés, Amom, que seguiu os passos de seu pai (v. 20).
Eu não sei se há significado em dizer que um rei “descansou” (v. 18) ou que um rei foi “enterrado” (v. 26). Mas no contexto da vida de Manassés, pai, e Amom, filho, pode ser que tenha tudo a ver com um final feliz (2 Crônicas 33:13) em contraste com um trágico fim.
Tanto a história de Ezequias, quanto a história de Manassés nos mostra que não são atos de bondade que nos salvam, mas a bondade do SENHOR. Não há em nós mérito algum, porque “todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem sequer um” (Salmo 53:3). Graças a Deus por Sua inexplicável graça e pelo amor incomparável de Jesus Cristo!
Não existe pecado tão grande que Deus não perdoe e nem vida tão suja que Ele não limpe e torne branca como a neve (Isaías 1:18).
Manassés foi um dos piores e quem sabe o mais sanguinário rei de Judá (v. 16), mas bastou uma oração (2 Crônicas 33:12), bastou um instante para que o amor perdoador do SENHOR o constrangesse e o fizesse descansar. De uma coisa tenho certeza: melhor é descansar do que ser enterrado.
Pois aos que dormem, a promessa é esta: “Porquanto, o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16). Cristo já pagou o preço por nós e a cruz deixou de ser um símbolo de morte, quando a Vida nela descansou!
Jesus só espera uma oportunidade para apagar as nossas iniquidades, e nos conduzir pelo caminho eterno. Então, nossa vida ecoará a Sua vida e ainda que morramos, descansaremos para que, muito em breve, escutemos o eco da voz do Mestre a nos chamar para o início de uma vida sem fim! Bom dia, alvos do amor de Deus

*Leiam #2Reis 21

Rosana Garcia Barros



2 Reis 20 by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Ezequias enfrenta outro desafio: a sua vida estava prestes a acabar! Dado o fato de que a vida neste mundo é curta, era natural que Ezequias chorasse pelo seu destino.

Isaías, por outro lado, foi o encarregado de entregar as mensagens divinas ao rei. Primeiro, de que ele iria morrer em breve e, a seguir, que ele não iria morrer tão cedo.

Será que Deus não estava totalmente seguro de Sua decisão quando enviou Isaías a Ezequias pela primeira vez? O que levou Deus a mudar de idéia? Novamente, isso está relacionado à liberdade de escolha que Deus nos concede. No plano infinito de Deus, era melhor para a vida de Ezequias que ela acabasse naquele momento, mas Deus concordou com a escolha do rei concedendo-lhe mais 15 anos de vida. Estes anos finais se provaram ser infrutíferos para Ezequias e abriram a porta para a invasão babilônica, mais à frente.

A lição mais difícil de aprender na vida é a da obediência. Ezequias não quis se submeter à vontade de Deus e Deus permitiu-lhe ver o resultado de sua má escolha.

Devemos aprender com Jesus, que demonstrou a total obediência em que viveu quando orou ao Pai para retirar dEle o amargo cálice: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mateus 26:39).

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/20 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/20 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/20/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/15/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 20
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 20 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2016, 0:50
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porque morrerás. A doença era fatal. A profecia previa os resultados que seguiriam as circunstâncias do momento. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1065.

orou. Ezequias não achou que fosse inútil orar, como se a mensagem profética tivesse tornado a morte inevitável. Quando a pessoa ora, Deus poderia fazer o que Ele não poderia se ela não orasse. Pedidos de cura, no entanto, devem ser feitos em espírito de submissão. Somente Deus sabe se a resposta a um pedido contribuirá para o bem da pessoa interessada e se redundará em Sua glória. … A extensão da vida de Ezequias o levou a um grande erro (v. 12-19). Se tivesse acrescentado à sua oração: “Todavia, não seja como eu quero, e si como Tu queres” (Mt 26:39), ele poderia ter morrido com o registro de dua vida imaculado. CBASD, vol. 2, p. 1065.

11 retroceder dez graus. Não há benefício em especular como Deus executa os milagres. O sinal veio como interferência direta de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1066.

12 enviou cartas. Astrônomos babilônicos notaram que havia ocorrido um milagre do relógio de sol (ver 2Cr 32:31). Quando Merodaque-Baladã ouviu o que havia ocorrido, enviou mensageiros para felicitar a Ezequias e aprender mais sobre o Deus que podia operar esse tipo de milagre (ver PR, 344).  CBASD, vol. 2, p. 1067.

13 toda a casa do seu tesouro. Ezequias se sentiu lisonjeado com essa atenção por parte do “rei e Babilônia”. Ao mostrar seus tesouros aos embaixadores e revelar seus recursos, ele estava oferecendo uma isca aos gananciosos caldeus, que voltariam para tomar esses tesouros e levá-los para a Babilônia menos de um século depois dessa visita. CBASD, vol. 2, p. 1067.

14 Então, Isaías, o profeta, veio. Ezequias cometera um grave erro que punha em perigo a segurança de sua nação, e o profeta foi enviado para repreendê-lo. … Por meio de Isaías, o Senhor instou com Seu povo para não se associar com poderes estrangeiros, mas a confiar em Deus (Is 8:9-13; 30:1-7; 31:1-5). CBASD, vol. 2, p. 1067.

Babilônia. Nessa época, Babilônia, sujeita à Assíria, era considerada uma nação fraca, insignificante e tão distante que nunca seria uma ameaça. No entanto, já se tornava objeto de atenção profética (Is 13; 14:1-23; 43:14; 46:1, 2; 47:1-15; Mq 4:10). Em breve Babilônia, e não a Assíria, seria o grande inimigo e o poder que promoveria a queda de Judá. CBASD, vol. 2, p. 1067.

15 Que viram em tua casa? Eles viram o que Ezequias lhes mostrou. Era uma grande oportunidade de testemunhar para o Senhor. Deus o curara de uma doença mortal. O impressionante milagre da sombra do sol despertou interesse generalizado. Ezequias deveria ter testemunhado da maravilhosa misericórdia e do poder de Deus e deveria ter enviado os mensageiros de Merodaque-Baladã de volta bem instruídos a respeito do que Deus pode fazer e faz por Seus filhos em toda a Terra. Porém, ele falhou. A pergunta a Ezequias é feita às pessoas do século 21. O Senhor pergunta: o que as pessoas veem em nosso lar e em nossa vida?

 

nos meus tesouros. Ezequias estava muito preocupado com seus tesouros terrenos. Teria sido melhor se ele tivesse valorizado o tesouro celestial e dado um vislumbre da Pérola de grande preço aos mensageiros babilônios. CBASD, vol. 2, p. 1067.

17 levado para a Babilônia. Esta predição foi cumprida quase um século depois. Os exércitos de Nabucodonosor levaram os tesouros de Judá para Babilônia (2Rs 24:25). CBASD, vol. 2, p. 1067.

18 teus próprios filhos. “Filhos”, em hebraico, geralmente representa a posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1067.

19 Boa é a palavra. Ezequias reconheceu que as palavras de Isaías eram as palavras doSenhor e que eram boas. Ele sabia que merecia a reprovação. CBASD, vol. 2, p. 1068.

haverá paz e segurança. Ezequias estava satisfeito com o fato de que o juízo não ocorreria em seus dias e que haveria paz e prosperidade em seu reinado. Esta foi uma reação natural, mas egoísta. Ele deveria se preocupar com os problemas que seu ato imprudente acarretaria sobre sua posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1068.



2 Reis 20 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 20 – Dias difíceis são normais enquanto vivermos neste mundo imoral, injusto e corrupto. Os desafios são infinitos e as dificuldades são incalculáveis. Os problemas nos assolam, e nossas crises revelam-nos que somos limitados, fracos e sofredores.

Se formos sábios o suficiente para erguer nossos olhos ao alto para buscar a Deus, nossas lutas neste mundo serão momentâneas, passageiras; elas, logo se tornarão em vitórias e histórias. Nossa oração e ação hoje serão nossos testemunhos amanhã.

• Nossos desafios do presente nos abrem portas para termos histórias do poder e ação de Deus para serem contadas às próximas gerações.

Os entraves da vida são oportunidades para Deus operar milagres em nossa existência. Pena que muitos nunca levantam os olhos da fé ao céu; poucos buscam intensamente ao Deus que pode tudo. Por isso, a oportunidade de milagre se torna calamidade e motivos para reclamação, quando deveria ser uma motivação para a oração.

• Bem-aventurados os que oram porque serão atendidos!

Por trás de uma vida estagnada tem uma Bíblia fechada, e por trás de cada reclamação revela falta de oração. Jesus chorou, mas não reclamou. Ezequias orou, assim ele alcançou a vitória (capítulo 19). Adoeceu, mas após ouvir a mensagem do profeta Isaías e orar, ele foi curado (capítulo 20).

Atenção:

• Deus não fez o profeta de bobo, mas deu uma mensagem, depois de transmitida, pediu que ele voltasse e desse outra, contrária à primeira (vs. 1-6).

• Embora Ezequias fosse um homem consagrado, e Isaías um profeta renomado, a orientação profética não indicou realizar oração poderosa sobre o doente, mas a preparação de uma pasta de figos para colocar sobre o tumor (v. 7).

• Deus age em Seus servos visando à salvação dos incrédulos. Deus impactou aos pagãos adoradores do deus sol, fazendo o astro-rei retroceder durante 40 minutos (vs. 8-11).

• Movidos de curiosidade, após o milagre da cura e do retrocesso do sol, os babilônicos visitaram o rei do povo de Deus. Contudo, Ezequias desperdiçou a oportunidade de testemunhar, ao perder tempo mostrando as bênçãos recebidas (prosperidade) sem comentar a fonte das bênçãos (vs. 12-13).

• Isaías reprovou Ezequias e apregoou sofrimentos para o futuro (vs. 14-21). Bênçãos sem testemunhos resultam em maldições!

Ignorar o testemunhar dos atos de Deus afetará a próxima geração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2Reis 20 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
8 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis20

“Então, disse Ezequias a Isaías: Boa é a palavra do SENHOR que disseste. Pois pensava: Haverá paz e segurança em meus dias” (v. 19).

Não fomos planejados e criados para morrer. A morte tem sido uma intrusa depois que o homem trocou o planejamento divino pelo pecado. É por isso que em toda a história da humanidade, por mais que a morte esteja presente em tudo o que um dia teve vida; numa folha que cai, numa flor que murcha, numa planta que seca, no luto por alguém amado… tudo o que vive corre para o triste e fatídico final: a morte. Somos obrigados a conviver com ela, já aceitá-la não é possível, pois que Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Eclesiastes 3:11).
Como todos que prezam pela vida, Ezequias não estava pronto para morrer, e clamou ao SENHOR pela cura. Em prantos, apelou à fidelidade divina em face de sua própria fidelidade, e sua súplica foi ouvida e atendida. Quinze anos a mais lhe foram concedidos e o retrocesso da sombra no relógio foi a sua garantia. No relógio de Deus os ponteiros sempre marcam a mesma hora: ETERNIDADE. O que era, pois, para Ele, acrescentar tempo, ou retroceder? Nada.
Curado e devidamente garantido, Ezequias recebeu outras cartas. Desta vez, do rei da Babilônia. Mas então Ezequias não tem a mesma postura que teve com as cartas de Senaqueribe. Ao invés de estender as cartas perante Deus, como estas tinham uma conotação completamente diferente da do rei da Assíria, não havia com o que se preocupar. Afinal, as consequências só viriam depois de sua morte! Para que se preocupar?
E lá se foi o rei “milagre” colocando diante dos olhos dos mensageiros babilônios tudo o que havia em seu reino, “nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio que Ezequias não lhes mostrasse” (v. 13).
Ele mostrou tudo realmente? Sim. Tudo o que era material. Contudo, esqueceu do principal: o SENHOR. Ezequias teve a oportunidade ímpar de mostrar aqueles pagãos o poder do Deus que é o único capaz de curar enfermidades mortais e de fazer o sol retroceder. Trocou o testemunho pelo testamento. Tudo o que deixaria por herança a seus filhos seria destruído e espalhado. Mas parece que essa desgraça não o afetou, pois não aconteceria com ele. Porque pensou: —Ah, que bom então! Pelo menos isto só vai acontecer depois dos meus acréscimos de vida.
Meus amados, precisamos estar atentos nestes últimos dias. Estamos vivendo na prorrogação deste mundo caído. E o inimigo de Deus nem sempre se apresenta como um inimigo voraz como Senaqueribe. Mas também se manifesta como o rei da Babilônia, com cartas amistosas e “presentes” cuja embalagem encanta, mas cujo conteúdo mostra seus efeitos destrutivos à partir do momento em que os aceitamos.
A pergunta é: “Que viram em tua casa?” (v. 15). A nossa casa não deve ser um espetáculo para ser divulgado, mas um cenário do poder operante de Deus. A oportunidade desperdiçada por Ezequias pode não ter lhe trazido danos pessoais, entretanto, abriu as portas para o futuro caos entre o povo que como rei procurava defender.
O SENHOR está disposto a curar nossas enfermidades e a mexer na ordem natural das coisas por amor a todo aquele que com inteireza de coração anda diante dEle (v. 3). O SENHOR ouve suas orações e vê as suas lágrimas e concede a realização de seus pedidos.
Só que nem sempre a cura ou o sobrenatural correspondem ao verdadeiro milagre que Deus deseja realizar. O verdadeiro milagre não nasce no nosso coração, mas no coração de Deus. Entendem? Nem sempre o que considero milagre o é na essência. A essência do milagre está no fato de confiarmos em Deus na cura ou à beira da morte. Está em confiar em Deus empregado ou na falta de um emprego. Está em confiar nEle ainda que o sobrenatural não aconteça. Não está em dizer apenas: “Lembra-te, SENHOR” (v. 3) nos momentos difíceis, mas em lembrar dEle em todos os momentos.
O maior desejo do SENHOR não é o de nos conceder curas e glórias terrenas, mas curas e glórias eternas. Deus não nos chamou para servirmos de exposição de bênçãos, mas de cooperadores do SENHOR das bênçãos. Só assim tudo o que temos e somos agirá em nosso favor e em favor dos nossos semelhantes, não o contrário.
Enquanto o tempo no relógio de nossa vida avança, Deus tem retrocedido o tempo do Universo por amor a todos os que ainda não encontram-se prontos para conhecer a Sua casa.
Que o maior dos milagres muito em breve aconteça em minha e em sua vida: o fim da morte e a contemplação de tudo quanto há na casa que o SENHOR nos preparou!

Bom dia, criados para a VIDA!

*Leiam #2Reis 20
Rosana Garcia Barros



2 Reis 19 by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Os anos anteriores de relacionamento com Deus ajudaram Ezequias a perceber que ele ainda precisava de Deus nos desafios que enfrentava. Ele “rasgou as suas roupas, cobriu-se de panos de saco e entrou na Casa do SENHOR” (v. 1). Sua oração foi longa e sofrida, e foi ouvida pelo Senhor!

Nós às vezes perdemos a esperança quando estamos longe de Deus, especialmente se estamos correndo em outra direção. Deus, no entanto, nunca nos deixa. E Deus Se mantém esperando que retornemos para Ele.

O problema de Ezequias foi resolvido: “naquela mesma noite, saiu o anjo do SENHOR e feriu [matou, NVI], no arraial dos assírios, cento e oitenta e cinco mil” (versículo 35). Não há nada difícil demais para Deus. Toda a prata e ouro oferecido por Ezequias não poderia parar o exército assírio. Mas Deus cuidou de tudo em uma noite.

Deus não nos obriga a segui-Lo. Nós temos que fazer uma escolha consciente de estar sob seus cuidados. Quando escolhemos a Jesus, perceberemos que Seu caminho é infinitamente melhor que o nosso.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/19 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/19/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/14/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 19
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 19 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 19 – O remanescente torna-se cada vez menor quando a extensão do pecado torna-se cada vez maior. Satanás não perde tempo, intrepidamente ele aperfeiçoa suas investidas; pois, desenvolvendo o pecado ele sufoca os fieis servos de Deus – reduzindo-os!

No contexto deste capítulo Israel sofria no cativeiro assírio. O povo de Judá estava sozinho no cenário mundial para representar o Deus universal. Por conseguinte, Satanás preparou-se para atacá-los por meio de seus agentes. A pressão foi grande. Os argumentos foram intimidantes. A vitória de Senaqueribe parecia certa.

• Como Deus reagirá?

Ezequias percebeu o beco sem saída em que ele e o povo de Deus se encontravam. Notou a força e o ataque contra sua nação e seu Deus. Suas atitudes? Foi para o templo! Mandou chamar o profeta Isaías (vs. 1-5).

O resultado? A situação piorou mesmo após receber uma mensagem de esperança sobre a intervenção divina.

• Quando pecadores recorrem a Deus em busca de auxílio, Satanás intensifica seus ataques, fortalece seus argumentos, pressiona com maior força na tentativa de intimidar ainda mais, com objetivo de forçar uma concessão dos fieis.

Embora tal estratégia funcione com a maioria das pessoas, as quais cedem em sua fé frente aos desafios impostos pelas hostes do mal, Ezequias nos mostra o segredo da vitória (vs. 6-34).

Nas palavras de Charles G. Martin, “a reação de Ezequias entrou para a história como um modelo de humildade e esperança, pois ele estendeu-a [a carta] perante o Senhor (v. 14) e orou com teologia sadia – não eram deuses (v. 18) – e com preocupação zelosa para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus (v. 19; cf. 5:15)”.

O fim da história revela-nos a imprudência de desrespeitar a Deus. Ele enviou apenas um anjo, o qual numa noite massacrou 185.000 soldados assírios incrédulos e, os próprios filhos de Senaqueribe o mataram enquanto adorava seu falso deus – o qual não o protegeu (vs. 35-37).

DEUS…

• …não Se deixa escarnecer!
• …ouve todo ataque contra Ele e contra Seu povo!
• …atende cada oração sincera daqueles que clamam a Ele!
• …envia um anjo para mudar radicalmente o rumo da história!
• …venceu no passado, vence no presente e vencerá no futuro!

Esta história prova que orar resulta em vitória! Ore mais! – Heber Toth Armí.