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II REIS 24 – Quanto mais se lê a Bíblia, mais se apaixona por ela; consequentemente mais prazer terá a vida. Só quem bebe abundantemente desta fonte divina neste mundo perverso, entende o que isso significa.
Estamos quase concluindo a leitura de um grande compêndio da monarquia do povo escolhido graciosamente por Deus. Os livros de I e II Reis originalmente são apenas um, chamado em hebraico de Melaquim. Estes livros inspirados destacou somente aquilo que realmente o Espírito Santo quis incluir, muitas outras informações se perderam porque a descrição de fatos detalhados estavam em outros livros, tais como o livro…
• …das crônicas de Salomão (I Reis 11:41);
• …das crônicas dos reis de Judá (I Reis 14:29; 15:7, 23);
• …das crônicas dos reis de Israel (I Reis 14:19; 15:31).
O autor é desconhecido, mas certamente foi um observador da terrível queda de Jerusalém, como se pode perceber nos detalhes do livro podendo ter sido escrito logo após a desgraça que acometeu o povo por ignorar a graça divina.
Há muita teologia nesse livro. Muito material para reflexão espiritual. Só foi selecionado o essencial para não deixar uma história política antiga, mas orientação religiosa para os súditos do reino de Deus de todos os tempos. Neste penúltimo capítulo encontram-se os seguintes pontos:
• Reinado de Jeoaquim (vs. 1-7);
• Reinado de Joaquim (vs. 8-9);
• Nabucodonozor, rei da Babilônia, saqueou Jerusalém e levou jovens nobres ao cativeiro (vs. 10-16);
• Reinado de Zedequias (vs. 17-20).
“O nome de Matanias foi mudado para ‘Zedequias’, que significa ‘O Senhor é justo’. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. As Crônicas Babilônicas oficiais dizem que Nabucodonosor o nomeou rei de Judá ‘conforme a própria vontade’” (Bíblia de Estudo Andrews).
Reflita:
1. Deus usa profetas para alertar o perigo dos caminhos tortuosos; ignorá-los significa ignorá-lO.
2. O resultado de ignorar avisos da Palavra de Deus nunca será agradável; acatá-los é a melhor atitude para não ter um fim lamentável.
3. A preocupação de Deus por Israel é tão real a nós hoje como foi naquele tempo; só não vê quem não quer.
4. Seguir caminhos errados jamais nos levará ao destino certo, o qual só alcançaremos mediante os recursos divinos apontados nas páginas da Bíblia.
Reavivemo-nos hoje! – Heber Toth Armí.
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#rpSp #2Reis24
“como também por causa do sangue inocente que ele derramou, com o qual encheu a cidade de Jerusalém; por isso, o SENHOR não o quis perdoar” (v. 4).
A sequência de reis tanto em Israel, quanto em Judá é desesperadora. É inconcebível à mente humana o tamanho da misericórdia do Pai para com Seu filho rebelde. Mas no capítulo de hoje aparentemente parece que o quadro muda e encontramos uma frase um tanto chocante: “o SENHOR não o quis perdoar”. Dentre tudo o que Deus nos oferece, o perdão, sem dúvidas, é o mais importante e essencial para que possamos ter paz e certeza da salvação. Deus não rejeita um filho que se arrepende e volta aos Seus caminhos. A parábola do filho pródigo deixa isso bem claro (Vejam Lucas 15:11-32). Então porque a Bíblia diz que Deus não quis perdoar?
Cristo também contou uma outra parábola a respeito disso. Acompanhem comigo:
Um homem devia muito dinheiro a um rei. Vamos dar um valor atual. Digamos que ele devesse cem milhões de reais. Como o homem não podia pagar, a lei dizia que ele e sua família seriam vendidos como escravos. Então aquele homem implorou pela misericórdia do rei. O rei se compadeceu dele e perdoou a sua dívida. Só que ao sair da presença do rei, o homem se deparou com outro que lhe devia mil reais, e o apertou contra a parede para que pagasse a sua dívida, e o encerrou na prisão. Quando o rei soube de sua atitude o mandou chamar e lhe disse: “Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também Eu me compadeci de ti?” (Mateus 18:32-33).
O contexto dessa parábola se refere ao perdão que devemos ofertar ao nosso semelhante, mas também nos diz que Deus não pode perdoar aquele que verdadeiramente não se arrepende. Porque aquele que verdadeiramente se arrepende e recebe o perdão dos Céus, abre o seu coração para perdoar aos outros.
Mas Jeoaquim nem se arrependia de seus pecados, nem tampouco tinha compaixão de seus conservos, pois derramava sangue inocente (v. 4). E o que Deus havia dito que Seus filhos não fizessem, se tornou em grandes trevas em Judá. Eles não deveriam voltar ao Egito, mas, pela dureza de coração, “o rei do Egito nunca mais saiu de sua terra” (v. 7).
E, no reinado de Joaquim, Deus manifesta a Sua ira, ou seja, o Seu juízo contra Seu povo rebelde. Porque um pai vai até ao limite para resgatar um filho. E “o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12). Nabucodonosor foi instrumento de Deus para punir Judá. Mas dentre esses tantos que foram por ele levados cativos à Babilônia, encontravam-se quatro jovens tementes a Deus: “Daniel, Hananias, Misael e Azarias” (Daniel 1:6). E quando estudarmos o livro de Daniel, veremos que Deus não abandonou o Seu povo, mas usou esses filhos fiéis como prova de que não havia desistido dele.
O SENHOR rejeita de Sua presença todo aquele que deliberadamente O rejeita (v. 20). Não há como perdoar quem não quer o Seu perdão. Ele nos deu como uma das maiores provas do Seu amor o livre arbítrio. Temos a livre escolha de segui-Lo e amá-Lo, ou de dar-Lhe as costas e rejeitá-Lo. Ainda assim, Deus, sendo conhecedor de nosso íntimo, mais do que nós mesmos, vai até o limite para salvar um pecador. Enquanto há fôlego, há chance. Enquanto há fôlego, o Espírito Santo não cessa a Sua obra de conduzir à salvação. Mas quanto mais rejeitamos aos apelos divinos, mais e mais longe vamos ficando de Deus, e Sua voz vai perdendo o volume. O filho pródigo foi ao “Egito”, porém teve a chance de se arrepender e voltar para a casa do Pai. Porém, Judá tanto se rebelou, que o Egito não mais saiu de sua terra. Percebem o perigo? Enquanto estamos no “Egito” da vida ainda há oportunidade, mas se permitirmos que o “Egito” entre em nossa vida, corremos o sério risco de nunca mais sair dele!
O SENHOR tem prazer em perdoar, se não o fosse, não teria enviado o Seu único Filho para remissão dos nossos pecados (João 3:16). O perdão de Deus está estendido para todos, mas nem todos o aceitam. A aceitação não encontra-se no fato de chorarmos e nos humilharmos apenas, mas de que o perdão deve passar a ser um dom prático em nossa vida, por isso Cristo contou a parábola do credor incompassivo (Mateus 18:23-35).
Não espere ser levado cativo pelo pecado para se arrepender, pois este é um caminho extremamente perigoso. Hoje Deus nos diz: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e SE CONVERTER (ARREPENDER) DOS SEUS MAUS CAMINHOS, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os Seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14). Esses são os passos na direção de Deus e na contramão do Egito. Hoje o SENHOR ergue uma placa de “trânsito” onde o letreiro diz: ATENÇÃO, DEIXE DEUS DIRIGIR A TUA VIDA COM SEGURANÇA!
Você aceita?
Bom dia, alvos do perdão divino!
*Leiam #2Reis 24
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
A reforma de Josias foi notável. Sua determinação em remover a adoração de ídolos do país foi completa e foi deste modo que ele foi lembrado: “Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao SENHOR de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a Lei de Moisés “(v.25).
No entanto, tudo isso não poderia interromper a destruição do país. As invasões do Egito e da Babilônia eram iminentes. Alguns poderiam perguntar: qual o proveito, então, de seguir a lei de Deus?
Devemos ter claro que obedecer às ordens e à lei de Deus é sempre a coisa certa a fazer. Mas existem consequências em desobedecer a Deus. Josias reformou a nação, mas anos de idolatria danificaram profundamente a lealdade do povo a Deus. Simplesmente remover os locais de adoração de ídolos não era suficiente. A mudança tem que vir de dentro.
Mas a mudança também pode ser superficial e, às vezes, pode enganar todos ao nosso redor. Mas não pode enganar a Deus. No fundo de nossos corações, nós conhecemos a verdade sobre nós mesmos. Diz a Testemunha fiel e verdadeira: “tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3:17).
Precisamos de verdadeiro reavivamento e reforma!
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/23
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/23
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/17/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 23
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/
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1 todos os anciãos de Judá … se juntaram a ele. Líderes sábios consultam outros líderes. Josias reuniu todos os líderes da nação para ver se algo poderia ser feito para impedir a calamidade anunciada, ou fazer com que o juízo vindouro fosse temperado com misericórdia. Ao anunciar a destruição, Deus não impede o arrependimento e a reforma. Não haveria nada a perder ao colocar diante do povo o terrível destino que o ameaçava caso persistisse na iniquidade. Era necessária conversão a Deus e à justiça, e Josias estava decidido a fazer tudo para trazer um reavivamento nacional. CBASD, vol. 2, p. 1077.
4 Cedrom. Vale que corria de norte a sul pelo lado leste de Jerusalém, entre a cidade e o monte das Oliveiras. Os campos do Cedrom estavam possivelmente na parte norte do vale, que era ampla (ver Jr 31:40). CBASD, vol. 2, p. 1077.
Para Betel. Para um lugar considerado como amaldiçoado e impuro, a fim de que o solo de Judá não fosse contaminado. CBASD, vol. 2, p. 1077.
5 os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram. Jeroboão [e Manassés e Amom] “constituiu sacerdotes dos mais baixos do povo, que não eram dos filhos de Levi” (1Rs 12:31, ARC). CBASD, vol. 2, p. 1077.
6 tirou … o poste ídolo … o queimou. Esta era a imagem de escultura de Aserá, feita por Manassés (2Rs 21:3, 7). … A imagem de Aserá era possivelmente feita de madeira recoberta com metal e podia ser queimada com facilidade (ver Dt 7:25). CBASD, vol. 2, p. 1078.
7 prostitutos cultuais (ARC). O relato de que homens e mulheres depravados, devotados à prostituição religiosa, estavam alojados em uma casa ao lado do templo é um lamentável comentário do colapso moral que havia entre o professo povo de Deus. As práticas perversas e orais desenvolvidas ali eram parte da cerimônia idólatra da época. Em seus dias, Ezequiel denunciou as “terríveis abominações” realizadas na área do templo (Ez 8:5-17). As piores infâmias da adoração cananeia haviam se introduzido no santo templo de Deus. Dificilmente Judá poderia, sozinho, ter afundado tão profundamente no pecado. CBASD, vol. 2, p. 1078.
10 profanou a Tofete. Este era o local no vale de Hinom onde se praticava o culto bárbaro de oferecer seres humanos como sacrifício a Moloque (ver Is 30:33. Jr 7:31; 19:6; 32>35), inclusive os filhos de Acaz e Manassés (2Rs 16:3; 21:6; 2Cr 28:3; 33:6). CBASD, vol. 2, p. 1078.
Hinom. Um vale a oeste a sul de Jerusalém. A parte sul foi considerada [por Josias] como um local de destruição e abominação por causa dos horrores dos sacrifícios humanos e da poluição… Mais tarde tornou-se o lixão da cidade. No NT, o vale de Hinom, do heb Ge Hinnom, foi utilizado como símbolo do local de destruição dos ímpios. Em referências posteriores, a palavra “inferno” é uma tradução do grego geena, uma transliteração do hebraico Ge Hinnom [filhos de Hinom] (Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:8, 9; 23:15, 33; Mc 9:43-48; Lc 12:5; Tg 3:6). CBASD, vol. 2, p. 1078.
13 defronte de Jerusalém. Ou seja, para o oriente da cidade. Os pontos cardeais eram determinados a partir do leste. A mão esquerda apontava para o norte, a mão direita para o sul e as costas, ao oeste. CBASD, vol. 2, p. 1079.
monte de Destruição. Possivelmente a encosta sul do monte das Oliveiras, assim chamada com desprezo, para mostrar repulsa a abominável adoração idólatra realizada no leste do santo templo. CBASD, vol. 2, p. 1079.
16 o homem de Deus. Ver 1Rs 13:1, 2. CBASD, vol. 2, p. 1079.
17 do homem de Deus. Ver 1Rs 13:23-30. CBASD, vol. 2, p. 1079.
24 aboliu também Josias os médiuns. A demonologia se apoderou dos israelitas. O povo estava servindo ao senhor das trevas e não ao Senhor do Céu. Os demônios eram sua companhia diária, não os anjos. Eles ouviam aos espíritos do mal e não ao Espírito Santo. Josias procurou purificar a terra de tudo que se relacionasse com demonismo e das abominações que a adoração aos demônios trazia consigo. CBASD, vol. 2, p. 1080.
os ídolos do lar. Do heb terafim. [Ver Gn 31:19 – Raquel; Jz 17:5; 18:14-20 – Mica; 1Sm 19:13 – Mical). CBASD, vol. 2, p. 1080.
26 o SENHOR não desistiu. Infelizmente, as reformas que o bom rei Josias iniciou afetaram a maioria do povo apenas superficialmente, Um cuidadoso estudo das profecias de Jeremias revela que a condição religiosa do povo estava longe do ideal (ver Jr 2:12, 13; 3:6-11; etc.). CBASD, vol. 2, p. 1080.
28 Quanto aos mais atos. A reforma de Josias ocorreu no 18º ano [quando ele tinha 26 anos, ver 2Rs 22:1], e ele reinou por 31 anos [até os 39 anos de idade]. Nada é registrado sobre esses últimos 13 anos de reinado. CBASD, vol. 2, p. 1080.
29 subiu Faraó-Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria. Na verdade, Neco marchou para o norte para ajudar os assírios contra Babilônia(ver 2Cr 35:20). … o termo “Assíria” é [aqui] utilizado para designar Babilônia como o poder que dominava a maior parte do território que antigamente pertencia ao império assírio. Os escritores clássicos geralmente utilizam “Assíria” nesse sentido (ver Heródoto, i.178). CBASD, vol. 2, p. 1081.
Tendo saído contra ele o rei Josias. Nessa época, Neco não queria contender com Josias (2Cr 35:21), mas desejava atravessar o Eufrates para lutar com os exércitos de Babilônia. CBASD, vol. 2, p. 1081.
Megido. Uma importante fortaleza na parte sul da planície de Esdraelom, na rota das caravanas que saem do Egito em direção ao norte da Síria. Josias se posicionou num ponto onde a estrada emergia sobre a planície, a fim de atacar os egípcios que saíam do desfiladeiro. CBASD, vol. 2, p. 1081.
30 o levaram morto. Josias foi morto. Ele foi à batalha disfarçado (2Cr 35:22), como fez Acabe quando lutou contra os siros e perdeu a vida (1Rs 22:30). Quando ferido por uma flecha, Josias percebeu a gravidade do ferimento e foi tirado da batalha em outro carro e levado para Jerusalém, morrendo ali ou no caminho (ver com. De 2Cr 35:24, 25). … Em contraste pelo lamento pela morte de Josias está o fato de que seus ímpios filhos não seriam pranteados (Jr 22:10l 18). CBASD, vol. 2, p. 1081.
32 Fez ele [Jeocaz] o que era mau. Nem mesmo os filhos de Josias se apegaram às reformas que ele havia instituído. A nação estava mais uma vez se encaminhando para a destruição. CBASD, vol. 2, p. 1081.
34 ali [Jeocaz] morreu. Isto estava em harmonia com a profecia feita por Jeremias … (Jr 22:10-12). CBASD, vol. 2, p. 1082.
35 Fez ele [Jeoaquim] o que era mau. Segundo Jeremias, ele era extravagante, ambicioso, opressor, injusto, ímpio e sanguinário (Jr 22:13-17; 26:20-23; 36:23). CBASD, vol. 2, p. 1082.
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II REIS 23 – Reforma do templo sem reforma de vida é perca de tempo. Melhorar estruturas sem mudança espiritual não passa de melhorias sem valor para Deus.
Focar projetos de construção ou reformas de lugares de culto será desperdício de investimentos sem reavivamento e reforma espirituais. Os quais só acontecerão quando se considerar a Bíblia mais importante que plantas arquitetônicas, projetos e construções.
O novato rei Josias fez muito mais que os veteranos reis que o antecederam. Considerando que nenhum avanço era honroso sem crescimento espiritual, ele focou na aplicação aos súditos os inspirados princípios revelados.
Descobrir a mensagem bíblica faz total diferença na vida humana. “A descoberta do Livro da Aliança intensificou as reformas de Josias e levou à renovação da aliança com Deus” (Bíblia de Estudo Andrews).
Josias “já havia reparado a maior parte do templo… Agora ele tomava providências para estabelecer um novo pacto que confirmasse o pacto mosaico. Era essencial que todas as leis, ritos e costumes do yahwismo fossem rigidamente observados. A essência moral desse pacto eram os Dez mandamentos. Josias desejava voltar aos caminhos antigos, e seu novo pacto com o povo convidava a todos os habitantes do reino a fazer retorno juntamente com ele” (Russell Norman Champlin).
Reflita…
• A espiritualidade autêntica foca na revelação escrita de Deus, e nos mandamentos escritos pelo Seu próprio dedo. O povo faz aliança com Deus, converte-se e retorna à obediência (vs. 1-3).
• A reforma de vida passa pela morte de Cristo/páscoa. Após destruir o que não presta para Deus, importa focar no sacrifício de Cristo (vs. 4-28).
• Não sendo automático, o reavivamento espiritual precisa de decisão pessoal – não é genético, nem passa de geração a geração. Após morrer Josias, seus sucessores (Joacaz e Jeoiaquim) foram indignos do cargo que ocuparam (vs. 29-37).
O reavivamento de Josias foi interrompido por líderes corruptos; consequentemente, os sinais do cativeiro israelita já eram evidentes.
• O pecado não perdoa seus súditos; quando encontra espaço, ele faz estrago! Deus perdoa nossos pecados, busque-O!
• O Deus que esteve disponível a Josias esteve também a Joacaz e Jeoiaquim; está disponível a você e a mim também.
Nunca se preocupe com tua idade ao fazer algo grande para Deus! Tome atitude focando na Bíblia e em Cristo! Deus te usará! – Heber Toth Armí.
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#rpSp #2Reis23
“Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao SENHOR de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a Lei de Moisés; e, depois dele, nunca se levantou outro igual” (v. 25).
Que versículo poderoso e ao mesmo tempo reflexivo! Ele é o ponto culminante do capítulo de hoje. O amor de Josias devotado a Deus era tremendo, e tão especial que não houve, depois dele, rei semelhante. Josias foi um líder que teve influência sobre o povo, só que, ao contrário dos demais reis, a sua influência foi extremamente positiva. Em mais da metade do capítulo pudemos perceber o cuidado de Josias em abolir de toda Judá tudo aquilo que profanasse a verdadeira adoração ao SENHOR. E estes versos nos dão uma visão ampliada de até que ponto chegou a rebeldia da nação eleita. Imagens de escultura, monumentos às abominações das nações vizinhas, prostituição cultual dentro do templo de Deus, altares profanos, sacrifícios humanos, incensários dedicados aos astros, consulta a médiuns e feiticeiros … e lá se vai uma grande lista de tudo o que Deus havia dito que o Seu povo não se contaminasse.
Quando Deus instituiu Suas leis a Israel, não lhes apresentou novidades, mas lhes deixou documentado tudo o que desde o início havia estabelecido. Lá no Éden ocorreu a primeira quebra da aliança entre Deus e o homem. A partir daí deu-se início à história de rebelião da humanidade e da longanimidade do Criador em salvá-la.
A Bíblia, a Palavra de Deus, mudou a vida de Josias, e como todo aquele que nasce para o Reino de Deus, ele não poderia guardar a bênção para si. Todo o povo foi convocado, “desde o menor até ao maior” (v. 2) para ouvir o “Livro da Aliança” (v. 2) na Casa do SENHOR.
Ontem vimos que Deus tem uma obra muito maior do que imaginamos, que não se restringe a quatro paredes. Hoje percebemos que o povo se reúne para ouvir as Escrituras dentro da igreja. Ou seja, quando há unanimidade na adoração, há destruição de todas as coisas que profanam o templo do nosso coração e o Seu templo físico, que é a igreja. Notem no verso 3 que Josias faz aliança perante o SENHOR junto à coluna do templo, “e todo o povo anuiu a esta aliança” (v. 3). A coluna é o que sustenta a estrutura. E sabem o que é a coluna do SENHOR, de acordo com a Sua Palavra? “É a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1 Timóteo 3:15).
O que Josias fez foi reconduzir o povo a ser novamente coluna, sustentáculo da verdade que é a Palavra de Deus: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade” (João 17:17). O templo foi santificado, e restaurado o culto somente ao SENHOR.
A igreja do Deus vivo é detentora da verdade que liberta. A Páscoa (v. 21-23) celebrava justamente isso: libertação.
Antes de começar a escrever com o Seu próprio dedo os dez mandamentos em tábuas de pedra (Êxodo 31:18), assim disse o SENHOR: “Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êxodo 20:2).
Por isso que Tiago chama a Lei de Deus de “lei da liberdade” (Tiago 2:12). Porque é o que ela faz, ela liberta. Ela é avessa ao pecado, portanto, nos leva para mais junto de Deus.
A sucessão do reinado de Josias não perseverou em permanecer fiel. Joacaz fez o que era mau (v. 32), foi capturado (v. 33) e morto (v. 34). Sabem por quem? Pelo rei do Egito (Faraó-Neco, v. 33). Eliaquim, cujo nome foi mudado para Jeoaquim (v. 34), foi constituído rei não pela vontade do SENHOR, mas também a mando do rei do Egito. Lembram? “Eu sou o SENHOR, teu Deus, QUE TE TIREI DA TERRA DO EGITO”. O povo insistia em retornar para onde Deus havia dito que não voltassem.
Talvez você esteja no Egito, ou pior, talvez o Egito esteja em você. Deus nos convida hoje a fazer aliança com Ele, para O seguir, guardar os Seus mandamentos, de todo o nosso coração, e de toda a nossa alma, e com todas as nossas forças, cumprindo as palavras desta aliança, que estão escritas no Livro de Deus, a Bíblia! A anuência é uma decisão que só compete a mim e a você tomar. Estamos estudando a Bíblia capítulo após capítulo, sem pressa. E o desejo de examiná-la tem aumentado cada dia mais. Não é assim?
Que o SENHOR continue nos reavivando e que nosso testemunho neste mundo deixe a marca da verdadeira piedade como foi com Josias. Como ele fez, ore, abra o seu coração ao SENHOR, e clame por isso.
Bom dia, piedosos do SENHOR!
*Leiam #2Reis 23
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Josias tinha apenas oito anos de idade quando se tornou rei. Ele ainda era uma criança e provavelmente precisou da ajuda de pessoas ao seu redor, incluindo sua mãe. Josias estava determinado a pedir orientação e força ao Senhor; portanto, não foi por acaso que o livro da lei foi encontrado.
Paulo diz que a função da lei de Deus é mostrar que somos pecadores (Rm 3:20). E foi exatamente isto que aconteceu com Josias. Ele rasgou suas vestes, porque ele sabia que o seu povo havia pecado contra Deus.
O que você faz quando a lei lhe mostra que você é culpado? Siga o exemplo de Josias: vá “consultar o Senhor” (v. 13). Deus deu a ele uma resposta clara. Porque Josias se humilhou perante o Senhor, Deus o ouviu e prometeu que ele não veria a iminente destruição de Judá pelos babilônios, mas que seria “enterrado em paz”.
A Lei não é nossa inimiga, a menos que insistamos em continuar no pecado. Neste mundo sem lei, você tem coragem de defender a lei, quando todos à sua volta não o fazem? Tenha coragem! Deus é misericordioso e permanece ao seu lado nesta batalha. A vitória pertence a Ele!
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/22 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/22/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/17/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 22
Comentário em áudio Pr Valdeci
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1 oito anos de idade. Uma vez que Amom tinha 24 anos quando morreu e Josias, oito, Amom deve ter se casado cedo, aos 15 anos, e seu primeiro filho nasceu quando ele tinha 16 anos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1073.
2 o que era reto. O jovem rei era de natureza profundamente religiosa e, a despeito da apostasia reinante, resistiu a cada tentação para que andasse nos passos de seu pai. No oitavo ano de seu reinado começou a buscar ao Senhor (2Cr 34:3). CBASD, vol. 2, p. 1073.
3 Safã. Frequentemente mencionado no livro de Jeremias. CBASD, vol. 2, p. 1073.
9 contaram. Literalmente, "derramaram". Ou seja, do cofre que continha o dinheiro (ver 2Rs 12:9-11). CBASD, vol. 2, p. 1073.
11 rasgou as suas vestes. Josias foi profundamente tocado quando Safã leu as mensagens do Senhor contidas no volume sagrado. Ele compreendeu claramente que o caminho da desobediência traria terrível calamidade sobre a nação e a obediência traria bênção, vida e prosperidade. CBASD, vol. 2, p. 1073.
13. consultai ao SENHOR. O rei percebeu a seiedade do que estava em jogo. Sabendo quão longe o povo se desviara dos caminhos da justiça e abandonara ao Senhor, ele reconheceu os perigos que a nação enfrentaria. Assim, decidiu fazer tudo que pudesse para salvar o povo. CBASD, vol. 2, p. 1073.
14 a profetisa Hulda. Vários profetas atuaram durante o reinado de Josias. jeremias já estava engajado nessa importante obra (Jr 1:2). Habacuque e Sofonias também profetizaram durante o reinado de Josias (Sf 1:1; PR, 384, 385, 389). Não é dada nenhuma razão por que Hulda foi escolhida para essa entrevista. CBASD, vol. 2, p. 1074.
16 Eis que trarei males. O povo seguiu o caminho da iniquidade por tanto tempo que se tornou endurecido no pecado. Os sentidos deles estavam tão amortecidos que o errado parecia certo e eles preferiam o mal ao bem. Sob essas condições, a ruína da nação não poderia ser evitada mediante uma reforma temporária. CBASD, vol. 2, p. 1074.
todas as palavras Ou seja, a condenação predita em levítico 26:16 a 39 e Deuteronômio 28:15 a 68. CBASD, vol. 2, p. 1074.
17 o Me furor se acendeu. ver Dt 29:25-28. A ira de deus caiu sobre o povo escolhido e resultou na destruição da nação. O juízo cairá com a mesma força sobre um mundo impenitente (Ap 14:18, 19; 15:7, 8; 16:1-21; PR, 389). CBASD, vol. 2, p. 1074.
não se apagará. A ira de Deus foi acesa como um fogo que não se apagaria.Uma vez aceso, esse fogo queimaria até que a nação fosse consumida (ver 2Rs 23:26, 27; Jr 4:4; 15:1-9; Ez 15:2-8). O juízo pronunciado sobre Manassés (2Rs 21:12-15) foi repetido a Josias e, aparentemente, nenhum esforço de reforma livraria a nação culpada. Essa foi a triste verdade revelada por Hulda e que logo seria a principal mensagem de Jeremias. A sentença de condenação fora dada. CBASD, vol. 2, p. 1074.
20 em paz. Por misericórdia, Deus permitiria que Josias fosse enterrado antes da destruição de Judá. CBASD, vol. 2, p. 1074.
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II REIS 22 – Para quem abre a mente e o coração a tudo o que Deus quer ensinar neste capítulo será ricamente beneficiado, impactado pelo poder da Palavra de Deus e, perceberá que Deus interfere na história por causa dos justos.
• Josias assumiu o trono de Judá aos oito anos de idade e agiu humildemente diante do Senhor (vs. 1-2);
• Josias preparou-se para restaurar/reformar o templo que tinha sido profanado por seu pai (vs. 3-7);
• No reforma do Templo, o livro da Lei (a Palavra de Deus), foi encontrado e lido (vs. 8-14);
• A profetiza Hulda interpretou o livro da Lei e profetizou: Juízo para Judá, paz durante o reinado de Josias (vs. 15-20).
Já naquela época, a Palavra escrita poucos séculos antes, precisava ser interpretada – quanto mais hoje! Comenta Paul R. House que “Hulda continua a grande tradição profética de proclamar a palavra de Deus com fidelidade e precisão, embora dessa vez a atenção esteja voltada para a interpretação de uma palavra escrita já existente”, assim como fez Ellen G. White.
O Espírito Santo capacita pessoas consagradas para interpretar adequadamente a Palavra revelada, quando um filho sincero busca entender o significado espiritual do texto inspirado, como em Atos 8:26-40.
Quando há interesse do leitor, e a Bíblia é bem interpretada, batismos acontecem e reavivamentos aparecem. O batismo do eunuco e o reinado de Josias provam isso!
Reflita nestes pontos:
1. Aquele que se dispõe a ouvir atentamente à Palavra de Deus terá sua existência marcada pela proteção e cuidado de Deus;
2. Paz, prosperidade, reformas e espiritualidade caracterizam a vivência do ouvinte atento da Palavra de Deus;
3. Em meio a tantos péssimos exemplos de reis e, em meio às densas trevas do pecado, aquele que opta por viver os princípios do Céu será recompensado.
4. Uma andorinha só não faz verão, assim como um indivíduo fiel sozinho não reverte a ira de Deus sobre uma nação perversa, mas influencia o tempo e o agir de Deus.
5. Saber interpretar a Bíblia a fim de aplicá-la no contexto necessário é fundamental para que haja mudança de vida, a qual atrairá a misericórdia divina.
Não sejas apenas leitor da Bíblia, interprete-a e assimile corretamente seu conteúdo em tuas ações e serás recompensado por Deus! – Heber Toth Armí
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#rpSp #2Reis22
“Relatou mais o escrivão Safã ao rei, dizendo: O sacerdote Hilquias me entregou um livro. E Safã o leu diante do rei” (v. 10).
Inicia-se o reinado de Josias que, ao contrário de seu pai, fez “o que era reto perante o SENHOR” (v. 2). E mais: “andou em todo o caminho de Davi”. E ainda há outro complemento: “e não se desviou nem para a direita nem para a esquerda”.
Essa é a verdadeira comunhão que todo cristão luta diariamente para ter. E Josias não se apartava do SENHOR.
O início de sua história assemelha-se muito com a do rei Joás. Coroados ainda na infância, os dois promoveram a restauração da Casa do SENHOR.
Observem que a Bíblia relata que quando o escrivão foi ter com o sumo sacerdote, este lhe entregou “o Livro da Lei” e mandou que fosse entregue ao rei. Antes de levar ao rei, Safã leu o Livro. Mas ao chegar perante Josias, ele diz: “O sacerdote Hilquias me entregou um livro” (v. 10). Como é que é? Um livro?
Um livro, amados, é aquele que temos de receitas. Um livro é aquele que faz parte de nossa biblioteca particular. Um livro é aquele que lemos e provavelmente não retornaremos a ler.
O que Safã entregou ao rei Josias não foi um livro, e sim O Livro! O que Safã não conseguiu mensurar, Josias conseguiu muito bem. Percebam que a Bíblia diz que Josias foi um rei fiel que não se desviava para lugar algum. Agora eu pergunto: Como, se ele só tomou ciência da Lei de Deus no décimo oitavo ano de seu reinado?
É por isso que as Escrituras deixam bem claro que o SENHOR julga as intenções de nosso coração. Josias foi fiel a Deus dentro do mínimo que havia aprendido. Mas no mínimo de que tinha conhecimento era grande em fidelidade. Compreendem?
“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém notifica aos homens que TODOS, em TODA PARTE, se arrependam” (Atos 17:30). E nós dizemos? Amém! Louvado seja Deus!
Conseguiram entender melhor porque não é a Lei que salva? É o SENHOR, e apenas Ele. Mas é a Lei do SENHOR, a Palavra de Deus que nos santifica (João 17:17). Por isso que Josias sentiu-se imensamente enternecido (v. 19) e se humilhou diante de Deus. Porque ele amava a Deus com todo o seu coração, e entristecer o Seu SENHOR era a última coisa que ele queria.
Josias era um verdadeiro adorador do Deus vivo mesmo desconhecendo a maneira correta de adorá-Lo. E esta é uma enorme lição para nós. Somos naturalmente críticos e julgadores. Temos muita facilidade em atirar pedras, mas corremos léguas se estas estiverem apontadas em nossa direção.
Agora, se você não tinha assimilado muito bem o recado de Deus no capítulo de hoje, eu lhe convido a prestar muita atenção ao que o Espírito Santo nos quer dizer hoje: O SENHOR possui um exército de adoradores espalhados por todo este mundo! E o alistamento para o batalhão do SENHOR dos Exércitos não é feito na igreja. Repito: o alistamento para o exército militante de Deus não é realizado na igreja. A convocação para o exército de uma multidão que ninguém poderá enumerar (Apocalipse 7:9) é realizada no coração.
“Porquanto o teu coração se enterneceu” (v. 19), foi a atitude de Josias. Naquele momento a sua fidelidade foi provada e aprovada. Ele entendeu que o que leu não se tratava apenas de um livro, mas O Livro, a carta de amor do SENHOR que o ouviu (v. 19) e o livrou de ver o mal (v. 20).
Deus tem uma igreja invisível espalhada por todo este mundo. Pessoas que ainda não conhecem a verdade, mas que são motivadas pelo amor que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1 Coríntios 13:7). Pessoas que ainda não carregam o título de cristãs no nome, mas que o são no coração.
A resposta do SENHOR por intermédio da profetisa Hulda não o foi somente para Josias, mas para todo aquele que, como ele, deseja servir ao SENHOR com inteireza de coração. E Deus terminou dizendo que ele iria morrer em paz e que seria poupado de ver o mal que sobreviria sobre o povo (v. 20).
Ontem vimos que a morte é apenas um descanso, e para os filhos do Reino, nem a morte pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo (Romanos 8:38-39).
Estamos muito perto de vermos cumprido o juízo de Deus, e Ele também tem recolhido muitos dos Seus filhos para poupá-los de todo o mal que Ele há de trazer a este lugar. Mas muitos de nós O veremos voltar em vida e precisamos nos preparar para este grande Dia. É hora de enternecer o coração, nos humilhar perante Deus, rasgar nossas “vestes” vergonhosas e chorar diante dAquele que prometeu: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá” (Apocalipse 21:4).
Sendo recolhidos em paz à sepultura, ou permanecendo vivos, que cada respirar nosso seja uma oração!
O Livro está à nossa disposição. Não deixe que ele fique apenas encerrado na igreja, mas que seja a bússola que te guia ao encontro do SENHOR que manhã após manhã, tarde após tarde, noite após noite, te diz: “Eu te ouvi, diz o SENHOR” (v. 19).
A verdade precisa ser anunciada a TODOS, assim como Josias fez (conforme veremos no capítulo de amanhã). Mesmo que muitos se escandalizem ou não dêem atenção, os fiéis soldados do exército do Deus vivo erguerão a bandeira da salvação em inabalável convicção de que ainda não estão em casa!
Há celebração no Céu, ansiedade por parte dos anjos, todos os seres viventes unem-se num só louvor e Cristo derrama as Suas últimas lágrimas de amor!
Preparemo-nos, meus irmãos, continuemos sendo Reavivados pela Palavra, pois eis que o Rei vem vindo!
Bom dia, igreja invisível de Deus!
*Leiam #2Reis 22
Rosana Garcia Barros