Reavivados por Sua Palavra


I Crônicas 1 by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Ao começarmos a ler o livro de Crônicas podemos supor que esta é apenas uma infeliz longa lista de nomes.

Se você pensar assim, como eu também pensei, olhe de novo. Atente para o primeiro nome: Adão. Este é um livro sobre a humanidade, sobre nós e sobre o nosso Deus!

O início das Crônicas nos leva a lembrar o plano da redenção. Podemos, por este plano, reclamar nosso direito de primogenitura à justificação e através da purificação da redenção, somos lembrados dos processos de santificação que nos levam ao sacerdócio.

Ao ler esta lista de nomes, desde Adão até Aarão; e de Jessé até nosso Salvador Jesus, vemos o plano e a promessa de Deus.

Leia os nomes de novo e você verá que Deus não se esqueceu de Ismael ou de Esaú (Edom), a “ovelha negra” da nossa linhagem espiritual. Ismael foi o filho banido de Abraão e Esaú, o filho impulsivo de Isaque, mas eles estão aqui listados.

Cada um de nós está incluído no plano de Deus. Como família de Deus, podemos traçar aqui, nestes primeiros capítulos de Crônicas, as falhas de nossa família e herança sacerdotal.

Através da maravilhosa graça de Deus, reivindique hoje o seu direito de primogenitura e, como Adão, seja resgatado e feliz em Jesus.

 

Christopher Beason
Network7 MediaCenter
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/1
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/21/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli
Texto bíblico: I Crônicas 1
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
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I Crônicas 1 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2016, 0:50
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Adão, Sete, Enos. O livro das Crônicas se inicia de forma abrupta com uma lista de nomes, começando com o primeiro homem, Adão. … o objetivo era evidentemente traçar a história do povo de Deus desde o início até a queda de Israel e Judá e a restauração após o exílio babilônico. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 122.

Madai. Foi o progenitor do medos (ver com. de Gn 10:2). CBASD, vol. 3, p. 122.

Javã. Foi o progenitor dos jônicos ou gregos (ver com de Gn 10:2; Is 66:19; Ez 27:13). CBASD, vol. 3, p. 122.

Társis. O nome é comumente identificado com Tartessos, na Espanha. CBASD, vol. 3, p. 123.

Cuxe. Os cuxitas habitavam a Núbia, agora parte do Sudão, chamado de Etiópia no mundo antigo (ver com. de Gn 10:6). CBASD, vol. 3, p. 123.

Mizraim. Nome hebraico para a terra ou os povos do Egito. CBASD, vol. 3, p. 123.

12 Caftorim. Um povo que saiu de Caftor (Dt 2:23), identificada em geral com Creta. …a frase anterior: “de quem descendem os filisteus”, provavelmente, foi colocada no lugar errado e, sem dúvida deveria estar aqui, pois Caftor é mencionada repetidas vezes como o antigo lar dos filisteus (Jr 47:4; Am 9:7). CBASD, vol. 3, p. 123.

13 Sidom, seu primogênito. Sidom foi a cidade mais famosa da Fenícia. mesmo após Tiro ter se tornado a mais importante, os fenícios ainda eram chamados de sidônios (Dt 3:9; Js 13:6; 1Rs 11:5). CBASD, vol. 3, p. 123.

14 Jebuseus. Os habitantes de Jebus, ou Jerusalém (1Cr 11:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 123.

17 Filhos de Sem. Entre eles estão alistadas várias nações importantes. CBASD, vol. 3, p. 124.

Elão. Este era um país famoso da região montanhosa ao leste de Babilônia [hoje, Irã] (ver com. de Gn 10:22). Sua capital, Susã, era uma nas capitais do império persa da época de Ester (ver com. de Ester 1:2). CBASD, vol. 3, p. 124.

Arã. Os arameus, chamados algumas vezes de siros, eram um povo muito importante cuja língua foi bastante usada na Ásia ocidental (Is 36:11), tanto no comércio como na diplomacia. CBASD, vol. 3, p. 124.

32 Quetura, concubina de Abraão. Em Gênesis 25:1 é dito que Abraão casou-se com Quetura, uma observação condizente com o que é dito sobre ela em Gênesis 25:6 e neste versículo de Crônicas. Antigamente, uma concubina não era uma companheira ilegítima, mas uma esposa de classe inferior. CBASD, vol. 3, p. 124.

35 Os filhos de Esaú. Dos filhos de Isaque, Esaú precede Israel [Jacó], visto que o cronista tem o propósito de chegar até Israel como o clímax de sua apresentação. CBASD, vol. 3, p. 124.

43 São estes os reis. As listas de antigos reis e príncipes de Edom (v. 43-54) é quase a mesma da encontrada em Gênesis 36:31 a 43. CBASD, vol. 3, p. 125.

 

 

 

 



I Crônicas 1 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2016, 0:45
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I CRÔNICAS 1 – “Quem pensa conhecer as Escrituras Sagradas, mas ignora Crônicas, engana-se a si mesmo” declara Eusébio Sefrônio Jerônimo em sua tradução a Vulgata.

O que aprendemos desta série de nomes que aparecem citados na introdução do livro de Crônicas? Por que o Espírito Santo permitiu que esses mais de 500 nomes dos primeiros 9 capítulos deste livro entrasse nas páginas sagradas dadas por Deus à humanidade?

Os livros de Crônicas “têm sinais de ser uma revisão de livros anteriores e canônicos do Antigo Testamento, sobretudo com base em I e II Samuel e I e II Reis, de acordo com os interesses e ideias do autor. O autor exibe interesse especial pelo templo de Jerusalém, com sua adoração e ritos. Também demonstra interesse especial pela doutrina da retribuição divina” (Russell Norman Champlin).

É possível perceber o que Deus quer ensinar-nos neste primeiro capítulo dando especial atenção ao livro inteiro de Crônicas, tendo em mente todo o compêndio de Deus inspirado pelo Espírito Santo. Observe com atenção estes 54 versículos:

1. Eles tratam de personagens históricos de Adão até o patriarca Abraão, o pai da nação do povo de Deus num mundo paganizado e deteriorado pelo pecado (vs. 1-27);
2. Eles também tratam dos filhos de Abraão, de cuja linhagem viria o Messias, o Salvador do mundo caído na ruína do pecado (vs. 28-54).

Ao estudar Crônicas, tenha em mente que estas genealogias são importantes a israelitas e gentios, aos judeus e às nações do mundo inteiro, pois, “Crônicas trata do verdadeiro Povo Eleito, descendente de Abraão, destinado a ser a linhagem pela qual viria o Messias” – observa Merril F. Unger.

Tendo como referência o livro de Gênesis, o cronista cita:

• Adão, como pai de todas as nações (vs. 1-27). Verifique Gênesis 5, 10-11.
• Abraão, como pai da nação do povo de Deus, escolhido para uma missão mundial (vs. 28-54). Verifique Gênesis 25 e 36.

Abraão teve outros filhos além de Isaque. Com Agar ele teve Ismael, de onde surgem os árabes (vs. 28-31). Com Quetura/Cetura ele teve mais seis filhos, de onde surgem muitas outras nações (vs. 32-33). Mas, a ênfase está em Isaque, porque a Bíblia não é História do mundo, mas a história da salvação da humanidade.

Estude Crônicas! Reavive-se! – Heber Toth



1Crônicas 1 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
14 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #1Crônicas1

“Abraão, pois, gerou a Isaque. Os filhos de Isaque: Esaú e Israel” (v. 34).

“Adão, Sete, Enos… Os filhos de Jafé foram… Arfaxade gerou a Selá…” (v. 1, 5, 18), e assim vai um nome atrás do outro. A genealogia já não é a leitura mais apreciada, e a bíblica então, nem se fala, com tantos nomes incomuns. Pelo menos eu pensava assim antes. E confesso que já pulei muita genealogia. Mas ao compreender que a Palavra de Deus é perfeita com um todo, até a genealogia passou a me interessar.
Percebam que o que lemos no capítulo de hoje é praticamente uma repetição das genealogias que já vimos no livro de Gênesis.
A importância da genealogia vai além de mostrar quem é pai de quem, ou de uma espécie de teste de paternidade. E esta em especial, vai até às origens e confirma que, através de Adão, somos todos filhos do mesmo Pai. O relato da criação é tão real quanto o fato de estarmos vivos hoje.
Então a genealogia continua, e confirma o relato de Enoque (Gênesis 5:24), o relato do dilúvio (Gênesis 7), o chamado de Abrão, que tornou-se Abraão (Gênesis 12), o surgimento do povo de Israel (Gênesis 35), e assim por diante.
Somos todos filhos do mesmo Pai e isto é imutável. Faz parte de nossa genealogia, de nosso DNA. Tudo em nós afirma que temos um Criador inteligente que nos criou nos moldes de Sua imagem e de Sua semelhança (Gênesis 1:26).
A genealogia de hoje confirma, mais uma vez, que Deus é o nosso Criador e que não surgimos do acaso, ou de uma sopa primordial, muito menos de uma explosão, mas somos obra-prima dAquele que falou, e por Sua palavra tudo se fez (Hebreus 11:3).
A descendência bíblica não é só uma coleção de nomes estranhos, é a voz do Criador dizendo: “Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jeremias 31:3).
Desde a eternidade o SENHOR já havia estabelecido a minha e a sua existência. Olhe ao redor, e mesmo tendo o pecado destruído muita coisa, podemos ler no segundo “livro” de Deus, a natureza, todo o amor que Ele sente por nós. Em cada flor, em cada espécie de animal, no azul do céu, na chuva que cai, percebemos a excelência do poder criativo de Deus e o Seu zelo pela humanidade. Assim como Ele criou primeiro o presente e depois criou o homem para desfrutar deste presente; Ele enviou o Seu único Filho para garantir o recebimento do presente eterno a todo aquele que crê (João 3:16). E assim como o presente estava pronto para Adão, o nosso também já estava, desde a fundação do mundo (Leiam Mateus 25:34). Ou seja, antes do Criador dizer haja luz, Ele disse HAJA CRUZ!
Portanto, não deixem de acompanhar estes capítulos genealógicos. Eles não confirmam apenas quem é filho de quem, mas em que TODOS somos filhos do Criador do Universo.

Bom dia, filhos do SENHOR!

*Leiam #1Crônicas 1
Rosana Garcia Barros



2 Reis 25 by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

“Assim, Judá foi levado cativo para fora de sua terra” (v. 21). Este foi o fim trágico do reino de Judá. Jerusalém foi sitiada por duas vezes, e na segunda vez os babilônios levaram todo o bronze e todos os móveis do templo com eles.

Judá estava destinado a ir para o exílio? Certamente que não! Desde o tempo em que Deus chamou Abraão, Ele desejava que Seu povo escolhido fosse portador de luz para o mundo. No entanto, Deus também disse a eles, desde o início, que se confiassem e obedecessem, eles iriam prosperar. Mas se eles se afastassem de Deus, Deus retiraria a Sua proteção, e eles cairiam nas mãos de seus inimigos.

A história de Judá nos lembra que Deus nunca falha em cumprir Suas promessas. Ele é sempre justo e correto. Mesmo para os israelitas em Judá, houve misericórdia. Como o profeta Jeremias profetizou, eles voltariam a Jerusalém depois de 70 anos (Jr 29:10) e assim aconteceu.

O mesmo é verdade para nós. Quando você tropeçar e cair, lembre-se de se levantar, porque Deus é a sua força.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

 

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Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/20/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli
Texto bíblico: 2 Reis 25
Comentário em áudio Pr Valdeci
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2 Reis 25 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2016, 0:50
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no nono ano. Deus revelou a Ezequiel, na Babilônia, o dia em que o cerco de Jerusalém começou (Ez 24:1-4). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1088.

contra Jerusalém. O cerco não foi somente contra Jerusalém. Destacamentos do exército foram enviados “contra todas as cidades que restavam de Judá”. CBASD, vol. 2, p. 1089.

sitiada. Para detalhes do terrível cerco, ver Jeremias 37 a 39. CBASD, vol. 2, p. 1089.

apertada de fome. Por esse tempo a fome tinha se tornado tão severa que já não era possível se defender. As mães comiam seus próprios filhos e a pele das pessoas se tornara negra e ressecada (Lm 2:11, 12, 19, 20; 4:3-10; 5:10). CBASD, vol. 2, p. 1089.

arrombada. Os aríetes abriram uma brecha no muro da cidade. CBASD, vol. 2, p. 1089.

os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho que está entre os dois muros. A fuga foi feita pelo vale do Tiropeon, adiante do tanque de Siloé, que estava no jardim do rei (Ne 3:15), próximo à junção dos vales de Hinom e Cedrom. Um segundo muro foi edificado a sul e sudeste do antigo muro para proteger o tanque de Siloé (ver 2Cr 32:4,5, 5; Is 22:9-11). Foi provavelmente entre esse muro e o antigo, de Sião, que a fuga ocorreu. CBASD, vol. 2, p. 1089.

sentença. A acusação nesse caso era de rebelião, a quebra de um voto solene feito por Zedequias (2Rs 24:20). Nabucodonosor tinha se familiarizado com o Deus dos hebreus e exigira que Zedequias confirmasse sua fidelidade por meio de um juramento em nome do Senhor (2Cr 36:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.

a ele [Zedequias] vazaram os olhos. Jeremias constantemente alertava a Zedequias de que ele seria levado para Babilônia caso persistisse na rebelião (Jr 32:4, 5; 34:3; 38:23). Ezequiel predisse que ele seria levado para essa terra, mas não a veria (Ez 12:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.

E queimou a casa do SENHOR. Esta ação acabou com o templo de Salomão. Além do templo, o palácio e outras estruturas importantes em Jerusalém foram queimadas. A cidade foi deixada em ruína e desolação: uma demonstração impressionante da destruição produzida pelo pecado. A conflagração não ocorreu sem advertência (Jr 21:10; 32:39; 34:2; 37:8, 10; 38:18, 23). CBASD, vol. 2, p. 1090.

10 derribou. Os muros permaneceram em ruínas até que foram reparados por Esdras (Ed 1:1-4; 7:6-9; 9:9) e Neemias (Ne 3; 6:15), muito tempo depois de Ciro ter concedido a repatriação no seu primeiro ano (2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-11). CBASD, vol. 2, p. 1090.

11 os desertores. Estas foram as pessoas que aderiram aos babilônios durante o cerco. Jeremias constantemente insistiu a favor da submissão (Jr 27:12; 38:2-4, 17-23) e foi injustamente acusado de ter passado para o lado dos babilônios (Jr 37:13, 14).  CBASD, vol. 2, p. 1090.

21 Judá foi levado cativo. A deportação de cativos para a Babilônia não ocorreu num único ano [605 a.C., 598, 597, 586 e 582 a.C. Um período de 23-24 anos]. CBASD, vol. 2, p. 1090 e 1091.

22 Gedalias. Nabucodonosor diplomaticamente apontou um judeu para ser o governador da terra na administração babilônica. Gedalias vinha de uma família nobre. Seu pai, Aicão, fora um oficial de confiança de Josias (2Rs 22:12) e influenciara Jeoaquim a poupar Jeremias da morte (Jr 26:24). Gedalias apoiou a mesma política de moderação de Jeremias (ver Jr 40:9). CBASD, vol. 2, p. 1091.

23 Joanã. Ver Jr 40:8. Joanã alertou Gedalias que Ismael pretendia traí-lo e se ofereceu para matar Ismael, mas Gedalias não permitiu (Jr 40:13-16). Mais tarde Joanã se voltou contra Ismael e se tornou líder de um grupo de judeus que fugiram para o Egito, forçando Jeremias a acompanhá-lo (Jr 41:14, 15; 42:1, 2. 43:2-7). CBASD, vol. 2, p. 1091.

27 feriram Gedalias. Ismael foi contratado por Baalis, rei de Amom, para assassinar Gedalias(Jr 40:14). O assassinato poderia ter sido evitado se Gedalias tivesse dado atenção ao aviso de Joanã (Jr 40:13-16). Gedalias foi assassinado traiçoeiramente depois de acolher Ismael e seus homens com uma refeição amigável (Jr 41:1-3).

30 subsistência vitalícia [a Joaquim]. O escritor de Reis termina seu livro com a imagem de um antigo rei de Judá, depois de um cativeiro longo e tedioso, terminando a vida em relativo conforto e honra. Na aflição extrema, a semente de Davi não foi totalmente destruída. CBASD, vol. 2, p. 1092.



2 Reis 25 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 25 – A teimosia mata. Negar a mensagem de Deus é suicídio. A rebeldia causa muitos sofrimentos. O orgulho é pai de todos esses pecados, os quais castram qualquer futuro promissor.

Os reis de Israel foram líderes que influenciaram para o mal. O povo de Israel preferiu ter reis como as nações pagãs; para tanto, Deus foi desprezado como governador da nação. Deus cedeu aos caprichos de Seu povo, mas não os livrou das consequências de suas próprias decisões.

“O cativeiro assírio do reino do norte (Israel) marcou o fim da nação em 722 A.C. Não houve a volta de nenhum restante. O reino do sul (Judá) durou até 597 A.C. Quando sua história quase acabou em matanças e uma séria de cativeiros na Babilônia. Um pequeno fragmento permaneceu na Babilônia por 70 anos. Depois, um pequeno número de cativos voltou a Jerusalém. Judá tornou-se o novo Israel. A velha glória nunca foi recuperada” (Russell Norman Champlin).

Neste último capítulo de Reis, o autor mostra o fim da nação israelita:

• Babilônia cerca Jerusalém (vs. 1-3);
• O rei foge com seus homens de guerra, mas são alcançados (vs. 4-5);
• Nabucodonosor envia sentença contra Zedequias (vs. 6-7);
• Ateou-se fogo à casa de Deus e à do rei (vs. 8-10);
• Jovens da nobreza foram levados cativos à Babilônia (vs. 11-12);
• O templo foi saqueado (vs. 13-17);
• Nabucodonosor matou a liderança política de Judá (vs. 18-21);
• Babilônia instituiu Gedalias como governador do remanescente judeu (vs. 22-23);
• Gedalias submeteu-se à Babilônia (v. 24);
• Ismaelitas assassinaram Gedalias (v. 25);
• O remanescente fraco fogiu ao Egito temendo Babilônia (v. 26);
• Conclusão positiva do livro: Joaquim, rei de Judá, foi bem tratado em Babilônia (vs. 27-30).

O comentarista africano Musa Gotom declara: “O autor de Reis não encerra seu livro em tom de desespero. Ainda havia esperança para Israel. A promessa de um messias continuava a vigorar”.

Cuidado com…

• A apostasia;
• A rebeldia;
• A idolatria;
• O orgulho;
• A rejeição de Deus e Sua Palavra;
• A teimosia.

Tudo isso são atitudes que roubam um destino bom, traçado por Deus! Seria tão diferente a história humana se cada pessoa substituísse o orgulho que leva à arrogância por humildade que leva à dependência de Deus.

Seja humilde e submisso ao Rei do Universo! Consagre-se! – Heber Toth Armí.



2Reis 25 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
13 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis25

“Todo o exército dos caldeus que estava com o chefe da guarda derribou os muros em redor de Jerusalém” (v. 10).

Último capítulo do relato dos Reis de Israel e percebemos os resultados desastrosos provenientes de más escolhas. Zedequias vai preso e tem seus olhos vazados; o povo é levado cativo; Jerusalém é praticamente toda destruída, inclusive os seus muros; o templo do SENHOR é profanado, sendo tudo levado pelos caldeus; Babilônia assume total poder sobre a terra.
As consequências de um povo distante de Deus são aterradoras. A demolição dos muros de Jerusalém foi muito além dos muros físicos. O povo havia rejeitado a proteção do SENHOR. Então não adiantavam muros e nem exércitos, pois não há segurança fora do aprisco de Deus.
Gedalias também sofreu a consequência de depositar a sua confiança em homens, não em Deus: “Não temais da parte dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei da Babilônia, e bem vos irá” (v. 24). E com pouco tempo ele foi morto, assim como todos aqueles que confiaram em suas palavras néscias.
Não há abrigo, não há segurança, não há refúgio fora da presença de Deus. Nesta peleja, Daniel e seus amigos foram levados cativos, mas escolheram permanecer fiéis ao SENHOR mesmo estando em Babilônia.
Hoje, meus amados, o Eterno nos convida para nEle descansar. Ele nos convida a adentrarmos em Seu refúgio, e estaremos seguros.
Babilônia hoje representa tudo aquilo que é uma contrafação às coisas de Deus. Tudo aquilo que nos afasta do plano original do SENHOR para Seus filhos. E o conselho prudente não tem semelhança com o de Gedalias, mas assim diz o SENHOR: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (Jeremias 51:6).
Tudo aquilo que aparenta segurança, mas que não tem nada a ver com os propósitos do SENHOR para a humanidade representa ruína. Uma falsa segurança paira sobre este mundo e multidões têm caído no mesmo erro que caiu Eva ao acreditar nas palavras sagazes de Satanás, a antiga serpente: “Certamente, não morrereis” (Gênesis 3:4).
As palavras que lemos do profeta Jeremias foram enviadas pelo SENHOR ao povo daquele período, mas eles rejeitaram as admoestações de Deus. Daí você pode pensar: —ah, essas palavras eram para aquele tempo, não tenho com o que me preocupar!
Vejamos o que está escrito no livro de Apocalipse: “Ouvi outra voz do Céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap. 18:4).
Há uma Babilônia nestes últimos dias, e para manter-nos longe dela e de suas práticas necessitamos dar ouvidos à Palavra de Deus.
Persevere em examinar as Escrituras. Continue sendo reavivado pela Palavra,então o SENHOR lhe firmará sobre a Rocha e nada poderá abalar as estruturas de sua fé (Mateus 7:24-25). Bom dia, firmados sobre a Rocha!

*Leiam #2Reis 25

Rosana Garcia Barros



2 Reis 24 by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

A invasão do rei Nabucodonosor foi o resultado de uma visita feita pelos babilônios, muitos anos antes, durante os últimos 15 anos do rei Ezequias.

Quando Ezequias recebeu mais 15 anos de vida, ele pediu como sinal de Deus que a sombra no relógio de Acaz voltasse 10 graus (2Rs 20:10, 11). Este fenômeno intrigante trouxe visitantes de Babilônia a Jerusalém. Mas em vez de proclamar o nome de Deus, Ezequias mostrou todo seu tesouro para os visitantes da Babilônia.

A semente da ganância foi semeada entre os babilônios. Isaías declarou que tudo que Ezequias tinha seria levado para a Babilônia.

E foi exatamente isto que aconteceu: todos os tesouros e ouro foram removidos para a Babilônia e os habitantes de Jerusalém foram levados para o exílio (v. 13).

O que podemos aprender com isso? O mais importante é que se alguma vez tivermos qualquer tipo de sucesso neste mundo, devemos nos lembrar de dar crédito e glória a Deus. Quando as pessoas veem a glória de Deus, elas serão atraídas a Ele e o desejo mundano será subjugado.

Além disso, nada neste mundo nos pertence, até mesmo o nosso dinheiro e o que mais possuirmos. A atitude e perspectiva correta seria garantir sermos sempre humildes o suficiente para sermos servos do Senhor.

 

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

 

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/24

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/19/

Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli

Texto bíblico: 2 Reis 24

Comentário em áudio Pr Valdeci

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2 Reis 24 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2016, 0:50
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1 subiu Nabucodonosor, rei da Babilônia, contra ele [Jeoaquim]. De acordo com Daniel 1:1, Nabucodonosor foi contra Jerusalém no terceiro ano de Jeoaquim. … Jeoaquim se tornou vassalo de Babilônia e entregou reféns a Nabucodonosor, entre eles, Daniel. Três anos depois, ele parece ter se ligado ao Egito novamente. A intenção de renovar as forças parecia bem-sucedida, uma vez que os egípcios infligiram pesadas perdas ao exército de Nabucodonosor em 601 a.C. No entanto, a rebelião de Joaquim exibia falta de visão política, pois os babilônios rapidamente se recuperaram do contratempo e retornaram para punir os vassalos desleais. CBASD, vol. 2, p. 1083.

3 por causa dos pecados cometidos por Manassés. Repetidamente os pecados de Manassés são notados como a causa primária para a queda de Judá (ver 2Rs 21:11, 12; 23;26; Jr 15:4). CBASD, vol. 2, p. 1083.

4 sangue inocente. Inclusive o de Isaías (PR, 382). Isaías não olhou para as abominações de Manassés em silêncio e complacência, mas ergueu a voz em severa repreensão aos delitos do rei. CBASD, vol. 2, p. 1083.

por isso, o SENHOR não o quis perdoar. As atrocidades de Manassés foram o clímax da longa história de maldade de Judá. … O bom reinado de Josias adiou, mas não revogou a sentença de destruição. Eles chegaram ao limite, e Deus não perdoou a nação culpada, por não haver mudança. No entanto, a culpa nacional sempre deve ser distinguida da culpa pessoal (ver com. De 2Rs 17:20). CBASD, vol. 2, p. 1084.

6 Joaquim, seu filho reinou. [Joaquim (tb em 2Cr 36:9), é também chamado por Jeconias (1Cr 3:16,
17; Ester 2:6; Jr 22:24, 28; 24:1; 27:20; 28:4; 29:2) e por Conias (Jr 37:1).] Em Jeconias e Joaquim, a ordem dos dois componentes é invertida; mas ambos significam “Yahweh estabelecerá”. CBASD, vol. 2, p. 1084.

8 Elnatã. Este [o pai de Neústa, vô de Joaquim] foi um dos mensageiros enviados ao Egito por Jeoaquim [pai de Joaquim], a fim de tomar de volta o profeta Urias (Jr 26:22, 23). Também foi um dos príncipes que insistiram para que Jeoaquim não queimasse o rolo de Jeremias (Jr 36:12, 25) [provavelmente, um dos responsáveis por que
tivéssemos em nossos dias o livro bíblico de Jeremias]. CBASD, vol. 2, p. 1085.

10 subiram os servos de Nabucodonosor. Ou seja, os generais. Esse foi o segundo ataque de Nabucodonosor a Jerusalém. CBASD, vol. 2, p. 1084.

12 Então, subiu Joaquim. Desesperado, Joaquim, se rendeu [foi encarcerado e, 37 anos depois,
foi libertado e tratado com complacência, 2Rs 25:27-30]. CBASD, vol. 2, p. 1084.

13 levou dali todos os tesouros da Casa do SENHOR. Alguns dos utensílios do templo já tinham sido levados para Babilônia em 605 a.C., no primeiro ataque de Nabucodonosor a Jerusalém (Dn 1:2; 2Cr 36:7). [Ver tb 2Rs 25:13-16; Jr 27:18-20, sobre os utensílios que
restaram e Ed 1:7-11, sobre a quantidade]. CBASD, vol. 2, p. 1085.

segundo tinha dito o SENHOR. Isaías havia predito isso quando os embaixadores babilônios visitaram Ezequias (2Rs 20:17; Is 39:6). CBASD, vol. 2, p. 1085.

14 toda a Jerusalém. Isto é, as classes mais elevadas. Com os ”figos bons” (Jr 24:1-7), Jeremias simbolizou os que foram levados naquela ocasião. O profeta Ezequiel estava entre os levados para Babilônia. … Levar de Jerusalém os seus trabalhadores qualificados privaria a cidade conquistada desse tipo de cidadão que seria útil na guerra, e forneceria valiosos auxiliares para amplos empreendimentos de construção dos conquistadores. CBASD, vol. 2, p. 1085.

15 a mãe do rei. A menção da mãe [ver v. 8] logo depois do rei e antes das esposas dele é um indicativo da importância dela. CBASD, vol. 2, p. 1085.

os homens principais da terra. O chefe civil e os funcionários eclesiásticos: o príncipe, os eunucos, nobres, cortesãos, anciãos, sacerdotes, profetas e levitas (ver Jr 29:2, 2). CBASD, vol. 2, p. 1085.

16 Todos os homens valentes. Os “homens valorosos” (v. 14, ARC), os líderes da aristocracia da região treinados para a guerra e que, como os cavaleiros da Europa medieval, lideravam o povo na batalha. CBASD, vol. 2, p. 1085.

17 Matanias [Zedequias]. Ele foi o terceiro filho de Josias a governar sobre o trono de Judá (ver 1Cr 3:15). CBASD, vol. 2, p. 1085.

Zedequias. Literalmente, “justiça de Yahweh” ou “Yahweh é justiça”. [Nome provavelmente dado por seus
pais ou parentes] … porque Nabucodonosor dificilmente teria escolhido este nome. CBASD, vol. 2, p. 1085.

19 Fez ele o que era mau. Zedequias tinha moral fraca (ver 2Cr 36:12-16; Jr 37:1, 2; 38:5; 52:2;Ez 17:13-19; 21:25). CBASD, vol. 2, p. 1085.

20 Zedequias rebelou-se. Esta frase introduz os eventos do cap. 25 e deveria iniciá-lo. O cap. 24 termina com a palavra “presença”. CBASD, vol. 2, p. 1085.

rebelou-se. A rebelião de Zedequias contra Babilônia causou a investida de Nabucodonosor contra Judá e arruinou a nação. No início do reinado de Zedequias, houve uma expectativa geral, fomentada pelos falsos profetas, de que haveria um rápido regresso dos exilados de Babilônia com o fim do cativeiro (Jr 27:16; 28:1-4; 10, 11). Por causa dessa expectativa, Zedequias enviou embaixadores a Babilônia (Jr 29:3) e depois ele mesmo foi lá, no quarto ano de seu reinado (Jr 51:59). Constantemente Jeremias tentava corrigir essa impressão e aconselhava que não se revoltassem (Jr 27:5-22; 28:5-17; 29:1-32). Zedequias, no entanto, continuou suas atividade para acabar com o jugo babilônico e buscou auxílio do Egito (Ez 17:15; cf Jr 37:5; 44:30). CBASD, vol. 2, p. 1085, 1087.