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Comentário devocional:
Os levitas não receberam parte da terra quando ela foi dividida entre as demais tribos. Em vez disso, Deus os distribuiu nas cidades de Israel, para que influenciassem as vidas dos demais cidadãos. Esta distribuição mostra como Deus tem um lugar especial para os seus obreiros e também se preocupa de um modo especial com Seus servos comprometidos em tempo integral com o trabalho do ministério. Isto nos serve como um lembrete, hoje, para que sustentemos os envolvidos no ministério através de nossos dízimos e ofertas.
No versículo 15 encontramos uma referência ao cativeiro do povo de Deus nas mãos de Nabucodonosor. Isso indica que as Crônicas foram escritas relativamente perto dos últimos registros do Antigo Testamento*. A genealogia de Crônicas traça cuidadosamente a linhagem de Cristo, especialmente o sacerdócio, primeiro de Adão a Arão e até Davi. Esta prova adicional de confiabilidade dos antigos registros é mais uma confirmação de que as promessas de Deus são verdadeiras, de que Ele tem um plano e que nesse plano temos esperança e redenção.
À luz do plano de redenção, Deus nos tem dado promessas que nos trazem ânimo e encorajamento para os repassarmos aos que nos rodeiam. Podemos reconhecê-las?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
* NT: Durante o domínio persa, antes dos domínios grego e romano.
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/1ch/6 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/6
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/26/
Tradução: Jeferson Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: I Crônicas 6
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/31-32 e https://credeemseusprofetas.org/
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I CRÔNICAS 6 – Os que ministram o serviço de culto a Deus devem ser bem orientados e treinados, pois Deus não merece qualquer coisa.
Do capítulo em anexo Kenneth A. Mathews destaca:
“A linhagem do sumo sacerdote é traçada com cuidado (6:1-15, 50-53) e distinguida da linhagem de outras famílias levíticas (6:16-30), já que só os filhos de Arão tinham permissão de oferecer sacrifícios no templo (6:49). Os levitas serviam como músicos do templo e ali desempenhavam outras tarefas (6:31-48; 54-81)”.
Os levitas não deveriam ter outra ocupação a não ser cuidar da casa de adoração. O louvor a Deus deve ser conduzido por pessoas consagradas, devidamente separadas a fim de que a adoração não seja uma afronta a Deus como no caso de Nadabe e Abiú.
Deus, o Ser adorado, não aceita qualquer adorador. Deve haver ordem, responsabilidade e normas devidamente estabelecidas na música para louvar e adorar ao Deus Criador e Salvador (v. 32).
Considerando que a adoração é o “X da questão” no grande conflito, o cronista dedicou um capítulo inteiro contendo 81 versículos para enfatizar os ministros e seus ministérios no templo. “O capítulo apresenta a linhagem da tribo de Levi, com foco especial na casa de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel” (Bíblia de Estudo Andrews).
Sendo que na atualidade, como observa A. W. Tozer, “é comum muitas igrejas evangélicas oferecerem às pessoas, especialmente aos jovens, o máximo de entretenimento e o mínimo de instrução”, deve-se rever nossa forma de adoração a Deus.
· Para Deus não serve qualquer coisa.
· O culto a Deus não deve ser de qualquer jeito; deve ser bem organizado.
· O Espírito Santo deve ser o diretor principal de música na igreja.
· Deus procura verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade.
· Ofereçamos o melhor para Deus.
· A organização do culto não é para qualquer pessoa.
“Não existe questão mais importante para a igreja do Senhor Jesus do que cultuarmos a Deus como Ele deseja que o façamos […]. Quando conduzida corretamente, a teologia é a conversa do povo de Deus procurando entender o Senhor que adoramos e saber como Ele quer ser adorado […] Nossa adoração confusa corrompe nossa teologia, e nossa teologia fraca corrompe nossa adoração” (R. Albert Mohlher, Jr.).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Seus irmãos, os levitas, foram postos para todo o serviço do tabernáculo da Casa de Deus” (v. 48).
Os levitas foram escolhidos por Deus para dirigirem todo o serviço do santuário, inclusive o serviço musical. Davi, além de um grande guerreiro e rei, era um músico hábil e escreveu a maior parte dos Salmos, que era o hinário do povo de Israel. Ele quem escolheu os cantores levitas (v. 31).
Mas porque Deus escolheu justamente a tribo de Levi para um encargo tão importante?
Após o episódio em que o povo de Israel adorou um bezerro de ouro no deserto enquanto Moisés recebia de Deus as tábuas da Lei (Êxodo 32), ao Moisés notar que o povo estava desenfreado, “pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do SENHOR venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi” (Êxodo 32:26). Deus honrou a atitude daquela tribo que decidiu permanecer fiel a Ele.
Os levitas, portanto, receberam a responsabilidade de cuidar da Casa do SENHOR e de tudo o que se referisse a sua liturgia. Eles representavam o templo e deveriam ser guardadores da glória de Deus (Shekinah).
Os levitas, no entanto, não herdariam a terra. Como bem foi profetizado na bênção de Jacó: “…dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gênesis 49:7). Levi e Simeão foram extremamente violentos assassinando todos os homens de uma cidade por causa de sua irmã Diná (Gênesis 34:25-31). O que foi uma confirmação das palavras de Cristo, quando disse: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mateus 5:5).
Como Levi estava bem longe de ser manso, se cumpriram as palavras de Cristo. Habitaram em cidades que pertenciam às outras tribos, e em cidades de refúgio.
Toda a ministração do templo estava aos cuidados desta tribo “sem terra”, cujas obras deveriam estar de acordo com a fé que proferiam ter.
Interessante que Cristo utilizou um levita ao proferir uma de Suas parábolas. Ao ser questionado acerca de quem era o nosso próximo, Ele contou uma parábola. Acompanhem o relato:
Um homem foi roubado e gravemente ferido em uma estrada. Caído ao chão quase morto, seu coração clamava por uma alma piedosa que dele se compadecesse. Com muito esforço, abre os olhos, vê aproximar-se um sacerdote e pensa: “Estou salvo! Certamente este homem de Deus irá me ajudar!” Mas o “homem de Deus” o ignora e passa longe. Ele quase não acredita! Aquele que ministrava as coisas sagradas e que o cumprimentava sempre na igreja fez de conta que o não tinha visto.
Então ele desmaia de dor e de tremenda decepção. Ao começar a recuperar os seus sentidos, ouve de longe outros passos, e novamente se esforça para ver quem é. “Graças a Deus”, ele pensa. “É Fulano, o levita cantor de minha igreja. Ele sim vai me ajudar!” E para sua surpresa, ele toma a mesma atitude do sacerdote.
Pronto! E agora? Tudo estava perdido, até que… surge um samaritano. O que? Um inimigo? Pois é. Ele chega perto do ferido, cuida de suas feridas, o leva a uma hospedaria e paga por sua acolhida. (Leiam Lucas 10:25-37).
Os levitas lidavam com coisas santas, mas acima de tudo, com o Santo. Deus deveria ser o primeiro e o último em suas vidas. Sendo assim, deveriam compreender como ninguém o Seu amor e a Sua misericórdia. Mas, com o passar do tempo, tornaram-se os que menos conheciam o real caráter de Deus.
Todo cristão corre esse mesmo risco. Vamos à igreja, trabalhamos na igreja, derramamos lágrimas pela causa, damos o suor pelas obras, mas esquecemos do principal: manter um relacionamento diário com o Dono da Casa. O nome já diz tudo: Casa de Deus. Ora, se a Casa é de Deus, Ele deve estar no controle de TODAS as coisas, inclusive, e principalmente, do nosso CORAÇÃO. Um verdadeiro adorador do SENHOR não é aquele que canta melhor, ou que tem uma oratória que arrasta multidões. O verdadeiro adorador do Deus vivo é aquele que procura viver como Cristo viveu. Cristo não se preocupava em agradar pessoas, Ele veio para salvar pessoas! Essa é a maior confusão que fazemos. Queremos mais agradar, do que ser usados para salvar. Aquele sacerdote e aquele levita da estrada pensaram em todos os contratempos que lhes causariam cuidar daquele ferido. O bom samaritano pensou que não poderia deixar aquele homem morrer se ele tinha nas mãos o poder de fazer algo por ele. Compreendem, meus irmãos?
Precisamos despertar para a mesma atitude dele. Nos preocupar menos com as más línguas, e mais com os que perecem pelas estradas deste mundo.
Esta obra não é mais conferida apenas aos levitas, mas a todos os que aceitam o sacrifício de Cristo. Porque, a partir do momento em que aceitamos este amor inigualável, torna-se impossível não querer compartilhá-lo. Somos obreiros do Mestre, e esta obra
deve ser iniciada em nosso coração, aperfeiçoada na igreja e praticada por todo o mundo! Mãos à obra!
Bom dia, obreiros de Deus!
*Leiam #1Crônicas6
#RPSP
Rosana Garcia Barros
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I CRÔNICAS 5 – Elas apresentam resumidamente a história humana. Por trás de cada nome há histórias. Se conhecidas, citando apenas o nome, não é necessário recontar a história. Eis a importância das longas genealogias!
Pelas dificuldades com a escrita antiga, os escritores bíblicos investiram em genealogias desde Gênesis (ver Gênesis 4:17-22; 5; 11:10-26; 19:37; 22:20-24; 25:1-4, 12-18; 36; 46). Genealogias economizam na escrita contando uma longa história.
De tão importantes, o Novo Testamento inicia com genealogia (Mateus 1:1-17). Portanto, como o Espírito Santo inspirou grandes escritores a investir nessa questão, é razoável que cada filho de Deus considere com atenção as genealogias.
Entre de cabeça no capítulo em apreço, o qual chama nossa atenção para os seguintes pontos propostos pelo Comentário Bíblico Adventista:
• A posteridade de Rúben (vs. 1-10);
• A posteridade de Gade (vs. 11-17);
• As conquistas dos filhos de Rúben, Gade e Manassés (vs. 18-22);
• A herança da meia tribo de Manassés (vs. 23-26).
A genealogia é uma coleção de indivíduos, mais que uma coletânea de nomes. Consequentemente, Heredogramas são criados para se conhecer melhor a história de uma família ou de um povo.
Rúben foi o primeiro filho de Jacó – o primogênito. Contudo, não teve o privilégio das bênçãos da primogenitura devido ao desrespeito ao seu pai, tendo um caso com a concubina dele. Ainda que Judá fosse a tribo mais poderosa, e de onde saiu Davi, “os direitos de filho mais velho foram transferidos para José” (v. 2). Apesar de tudo, Deus não abandonou os descendentes de Rúben. Assim, eles cresceram materialmente e obtiveram vitórias sobre inimigos pagãos.
Gade e a meia tribo de Manassés habitaram juntos com a tribo de Rúben, por isso as genealogias destes estão vinculadas.
Embora possuindo força e coragem, estas tribos oraram e confiaram em Deus para vencer seus opositores (vs. 18-22). Porém, quando O desprezaram seguindo outros deuses, cavaram sua própria ruína; arruinaram para sempre seu futuro (vs. 23-26).
1. Desonrar o quinto mandamento significa arruinar o futuro de nossa família.
2. Mesmo possuindo habilidades e recursos, precisamos confiar em Deus;
3. Ignorar a Deus certamente atraíra a desgraça a nossa vida e a quem amamos.
4. Sem comunhão com Deus e sem ação baseada em Suas orientações estaremos irremediavelmente perdidos.
Portanto, clamemos a Deus! – Heber Toth Armí.
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O cap. 5 trata das tribos que se estabeleceram a leste do Jordão: Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés [não confundir com o rei Manassés, da tribo de Judá]. Os v. 3 a 10 apresentam a genealogia de Rúben. Rúben era o primogênito de Lia, que também era a mãe de Judá e Simeão (Gn 35:23), cujas genealogias já foram apresentadas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 138.
1. filhos de José. A herança de uma porção dobrada (Dt 21:15-17), que Rúben tinha perdido por seu pecado (Gn 35:22; 49:4), foi dada aos filhos de José (Gn 48:21, 22). CBASD, vol. 3, p. 138.
não foi contado como primogênito. Como primogênito, Rúben devia estar em primeiro lugar na genealogia, o qual foi ocupado por Judá. CBASD, vol. 3, p. 138.
2 o príncipe. Isto é referência à linhagem real de Davi (ver 1Sm 13:14; Mq 5:2). CBASD, vol. 3, p. 138.
6 Tiglate-Pileser. Trata-se de Tiglate-Pileser III, que investiu contra Israel nos dias de Peca (2Rs 15:29). CBASD, vol. 3, p. 138.
10 hagarenos. Um povo arameu conhecido como Hagarânu nas inscrições assírias de Senaqueribe, em que se diz que viviam na Síria. O Salmo 83:6 parece indicar sua proximidade de Moabe. CBASD, vol. 3, p. 138.
Basã. Oantigo dompinio de Ogue (Nm 21:33-35; Dt 3:1-12). “Todo o Basã” [“que estava ao norte de Gileade”] foi originalmente dado a Manassés (Dt 3:13; Js 13:30), ao passo que Gade recebeu o território de Gileade (Js 13:24, 25). CBASD, vol. 3, p. 139.
17 Jeroboão. Rei de Israel desde cerca de 793 a 753 a.C. … A frase “inscritos na genealogia”sugere que ele, provavelmente, tenha feito um censo das tribos ao leste do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 139.
22 até o exílio. Os hagarenos foram despojados por completo de seus territórios, e os israelitas dominaram a terra até o cativeiro, nos dias de Tiglate-Pileser (ver os v. 6, 26). CBASD, vol. 3, p. 139.
25 cometeram transgressões. O cronista constantemente aponta os tristes resultados do pecado, esperando, desse modo, despertar Israel para os perigos da transgressão e as bênçãos da obediência. CBASD, vol. 3, p. 139.
26 Pul. Documentos contemporâneos de Babilônia identificam Pulu, ou Pul, como o nome babilônico de Tiglate-Pileser. … A forma singular do verbo hebraico traduzido aqui: “que os levou cativos” sugere que apenas um rei estava envolvido, e não os dois. CBASD, vol. 3, p. 139.
rubenitas. A submissão e a deportação das dez tribos do norte aconteceram em etapas sucessivas. A deportação das tribos da Transjordânia por Tiglate-Pileser [1ª leva] é descrita aqui. O mesmo rei assírio também invadiu o território das tribos do norte e levou seus povos ao cativeiro (2Rs 15:29) [2ª leva]. Quando Salmaneser fez o ataque final a Samaria (2Rs 18:9) [3ª leva], havia apenas um débil remanescente (ver com [CBASD] de 2Cr 30:6). CBASD, vol. 3, p. 139.
para Hala, Habor. Estes lugares são mencionados em 2 Reis 17:6 como localidades às quais os israelitas foram levados após a conquista de Samaria, em 722 a.C. Acredita-se que Habor seja outro nome para o rio Khabur, que desemboca no Eufrates. O vale de Khabur foi residência temporária de Abraão no seu percurso para Canaã (ver com. [CBASD] de Gn 11:31). CBASD, vol. 3, p. 140.
Gozã. Uma cidade da Mesopotâmia chamada de Guzanu pelos assírios. Ela está perto da nascente do rio Khabur, aproximadamente no meio do caminho entre Nínive e Harã, e é conhecida hoje como Tell Halâf. CBASD, vol. 3, p. 140.
[Nota: Estas últimas informações são úteis para sabermos para onde foram deportados os israelitas estabelecidos a leste do Jordão (Transjordânia) e no reino do Norte (Samaria) após o exílio assírio. Pode ser também que tenham sido remanejados pelos babilônios, responsáveis pelo exílio do reino do Sul (Judá). Muitas delas aparentemente se perderam e foram chamadas de “as tribos perdidas de Israel”. Entretanto, deve-se notar que durante a crescente apostasia do reino do Norte, muitos israelitas fiéis se juntaram ao reino de Judá, cf. 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4). Portanto, havia representantes de todas as tribos quando do retorno do exílio babilônico.]
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“…porque, na peleja, clamaram a Deus, que lhes deu ouvidos, porquanto confiaram nEle” (v. 20).
O capítulo de hoje inicia relatando o desvio de conduta de uma pessoa e termina com o desvio de conduta de um grupo de pessoas. Sendo onisciente, Deus conhece o fim desde o começo. Ele sabia o que Rúben faria, mas não o desamparou por isso. Ele também sabia que, aquele grupo das tribos transjordânicas que Lhe foram fiéis na guerra, na bonança Lhe dariam as costas. Mas nem por isso os abandonou na peleja. É por isso que a justiça de Deus se difere da nossa, pois está intrinsecamente ligada à misericórdia. A nossa em NADA pode ser comparada com a divina, que redime, que esquece os pecados passados de todo pecador que se arrepende.
O pecado de Rúben o levou a perder o direito à primogenitura, sendo esta conferida a José, filho de Israel com Raquel. De Judá nasceria o Príncipe da Paz (Isaías 9:6), mas a atitude de José o fez maior do que seus irmãos, assim como vimos ontem com Jabez. O direito que Rúben tinha não impediu o SENHOR de conferi-lo a José. Assim como Davi, o menor dentre os irmãos tornou-se o maior. Assim como Jacó prevaleceu sobre Esaú. A ordem genealógica não concede privilégios a quem vem primeiro, se este não coloca Deus em primeiro lugar em sua vida!
Mas surge uma outra situação. A das tribos transjordânicas. Eram compostas pelos filhos de Rúben, pelos filhos de Gade e por meia tribo de Manassés. Além de serem “homens valentes, que traziam escudo e espada, entesavam o arco e eram destros na guerra… capazes de sair a combate” (v. 18), seus homens formavam um só exército munido da única arma realmente eficaz: confiança em Deus, “porquanto confiaram nEle” (v. 20). Na luta, confiaram no SENHOR e “de Deus era a peleja” (v. 22).
E Deus constituiu dentre eles “guerreiros valentes, homens famosos, cabeças de suas famílias” (v. 24).
Porém bastou a poeira assentar, bastou um momento de descanso das armas, e logo “cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v. 25).
Na guerra confiaram em Deus, na bonança O trocaram por abominações. Mas não é exatamente isto que acontece na vida de todo cristão? Só conseguirá perseverar até o fim aquele que dia após dia reveste-se da armadura de Deus. E que armadura é esta? A couraça da justiça, o cinto da Verdade, os calçados da pregação do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, a espada do Espírito que é a Bíblia; e orando em todo o tempo, “vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Leiam Efésios 6:10-18).
No grande conflito entre o bem e o mal não há civis, não há quem seja alheio. TODOS estamos inseridos na batalha que definirá o nosso destino eterno. E como adquirir a perseverança que precisamos?
Eis que a Palavra de Deus tem resposta para tudo: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança”.
Quem lê o versículo 26 sem a exata compreensão do todo, interpreta a ação de Deus como uma punição e não como mais uma oportunidade de conversão.
O povo havia se prostituído com outros deuses e o SENHOR utiliza esta expressão todas as vezes que Seus filhos trocam a Sua aliança pelos deuses fajutos desta terra. Esta foi a realidade na época do profeta Oseias: “porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR” (v. 2). Mas o desejo de Deus não é o de castigar, mas sim o de corrigir: “e acontecerá que, o lugar onde se lhes dizia: Vós não sois Meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo” (Oseias 1:10).
Louvado seja o Nome acima de todos os nomes! Louvado seja o nome do SENHOR, que não Se cansa de nos amar!
Se perseverarmos no reavivamento através da Palavra de Deus, não seremos destruídos pela falta de conhecimento (Oseias 4:6). “Pois o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (Oseias 4:14).
E vimos que a Biblia diz que devemos nos alegrar diante das provações, porque elas produzem perseverança, e é essa perseverança que nos conduzirá à salvação (Mateus 24:13).
Portanto, está passando por momentos adversos? Dai glórias a Deus, pois estás sendo provado para te tornares aprovado para o Reino eterno.
Porque o SENHOR dos Exércitos tem convocado o Seu exército de fiéis e só fará parte dele quem for vigilante, sempre revestido de Sua armadura. Ele nos purificará como quem purifica a prata e nos provará como quem prova o ouro; então invocaremos o nome do SENHOR, e Ele nos ouvirá; e nos dirá: este é o Meu povo, e diremos: O SENHOR é nosso Deus! (Zacarias 13:9).
Não basta pedir a Deus para lutar por nós em uma batalha; a vitória final só virá para aqueles que perseveram no SENHOR em todas as batalhas.
Então, amados, quanto mais as provações nos cercarem, mais nos apeguemos à certeza de que de Deus é a peleja (v. 22)! Empunhemos a espada do Espírito (a Bíblia, Efésios 6:17) e revista-mo-nos da armadura do exército do Deus vivo, AGORA e até que retorne o nosso Resgatador!
Bom dia, exército do Deus vivo!
*Leiam #1Crônicas5
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Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Esta seção da genealogia enfoca as tribos de Israel a leste do rio Jordão. À primeira leitura, parece que é “mais do mesmo”. No entanto, tomemos um minuto para entender o caráter das tribos de Gade e Manassés.
Com o foco dos versos 11-22 na tribo de Gade, vemos que esses descendentes de Jacó confiavam em Deus. Eles pediram a ajuda de Deus contra os seus primos, os hagarenos. E foram vitoriosos porque colocaram tudo nas mãos de Deus. Nos versos finais do capítulo, de 23 a 26, lemos sobre a tribo de Manassés. O escritor bíblico também os registra como homens de valor.
Então, aconteceu uma mudança. De alguma forma, ao longo de seu caminho, essas tribos foram infiéis a Deus. De alguma forma eles perderam o seu Caminho espiritual. A Escritura diz que eles se prostituíram espiritualmente. Eles agiram como os idólatras cananeus antes deles. Isto, por fim, os levou ao cativeiro assírio.
Ao considerar o caráter dessas tribos, a pergunta de hoje para você e para mim parece óbvia e simples: aprendemos alguma coisa dos que vieram antes de nós? Estamos agarrados às coisas do mundo cujo destino é o cativeiro ou permanecemos fiéis, conservando a vitória da vida por Jesus?
Que possamos permanecer homens e mulheres valentes, cativos somente do Deus do Céu, pelo amor.
Christopher Beason
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/5
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/25/
Tradução: Jeferson Quimelli
Texto bíblico: I Crônicas 5
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
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Comentário devocional:
Na leitura de hoje somos lembrados de nossa herança espiritual.
Os filhos de Judá e de Simeão compuseram a base do remanescente de Israel. Esses descendentes se agarraram à terra de seus pais através da adversidade e do tempo, até hoje. A partir desses descendentes, podemos traçar a árvore genealógica da família de Judá à medida que segue desde uma pequena cidade de Belém, até José, marido de Maria, mãe do nosso Salvador Jesus (Mt 1:1-16).
Um destes filhos tem sua história bem comentada na cultura popular religiosa recente: Jabes [no original hebraico: “Ele causará dores”, nota textual sobre o v. 9, NKJV]. Interrupções de curta duração, como esta história, fazem uma pausa nas genealogias e nos dão uma visão sobre as práticas religiosas nos tempos antigos. Podemos crescer em nossa própria relação com Cristo quando refletimos sobre a oração de Jabes.
Jabez era um homem de honra, mais ilustre do que seus irmãos, mas aparentemente não trouxe essa reputação do berço. O registro aqui mostra que ele causou muita dor a sua mãe no seu nascimento. Não está claro se isso foi emocional, físico ou algum outro sofrimento. No entanto, ele corajosamente pede a Deus para abençoá-lo, dar-lhe mais território e responsabilidade. Ele pede que o Espírito de Deus esteja com ele para que ele não peque. Por fim, diz ele, “que eu não cause dores a outros” (v. 10 NKJV).
Este filho de Judá pediu a Deus, simples, mas fortemente, pela honra espiritual básica e que pudesse viver para o benefício de outros. E Deus concedeu a ele os desejos de seu coração. O que nós estamos pedindo que Deus nos dê?
Christopher Beason
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/4
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/24/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli
Texto bíblico: I Crônicas 4
Comentário em áudio Pr Valdeci
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2 Reaías. Os v. 2 a 4 apresentam as ramificações de Hur, o primogênito de Efrata, esposa de Calebe (2:19, 50). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 135.
9 Foi Jabez mais ilustre que seus irmãos. Há uma frase similar em Gênesis 34:19. CBASD, vol. 3, p. 135.
10 Deus lhe concedeu. Nada se sabe sobre as circunstâncias pelas quais Deus concedeu o pedido sincero de Jabez. O importante é que Deus ouviu sua oração de fé e derramou grandes bênçãos sobre Seu servo fiel. CBASD, vol. 3, p. 135.
15 Calebe, filho de Jefoné. Este parece ser, pelo menos, o terceiro Calebe mencionado nesta genealogia se for incluído “Calebe, filho de Hezrom” (ver 1Cr 2:18, 50; ver com. de 1Cr 2:18). CBASD, vol. 3, p. 135.
19 Abiqueila. Também chamada de Queila (AA). É uma cidade da planície de Sefelá (Js 15:44) [planície que desce para o mar Mediterrâneo], resgatada dos filisteus por Davi (1Sm 23). Agora ela é Khirbet Qîla, 12,6 km a noroeste de Hebrom. CBASD, vol. 3, p. 135.
21 obreiros em linho. Profissões deste tipo, nos tempos antigos, em geral eram restritas a famílias que trabalhavam num ofício transmitido de pai para filho. CBASD, vol. 3, p. 136.
24 Os filhos de Simeão. As genealogias de Simeão seguem as de Judá evidentemente devido á estreita relação entre as duas tribos (ver Jz 1:3). Simeão recebeu sua herança dentro dos limites de Judá (Js 19:1, 9). CBASD, vol. 3, p. 136.
27 não tiveram muitos filhos. Isto é, os outros clãs simeonitas (Nm 26:12-14). Durante os 40 anos de peregrinação, a população da tribo diminuiu em 60% (Nm 1:23; 26:14). Como resultado, ficou com menos da metade da média de todas as demais tribos. CBASD, vol. 3, p. 136.
33 Baal. Ou Baalate-Ber (Js 19:8). Alguns a identificam com Ramá ou Ramote, do sul (ver 1Sm 30:27). CBASD, vol. 3, p. 136.
40 pasto farto e bom. Quando Isaque se mudou para gerar, encontrou um país que poderia alimentar seus rebanhos (Gn 26:14, 17-20). CBASD, vol. 3, p. 136.
os descendentes de Cam. Evidentemente, os cananitas (ver 1Cr 1:8). CBASD, vol. 3, p. 136.
42 monte Seir. Ao sul e ao leste do território de Edom. O nome monte Seir é usado comumente para designar a terra de Edom [Esaú]. CBASD, vol. 3, p. 137.
43 o restante dos que escaparam dos amalequitas. Sem dúvida, estes eram os amalequitas que se refugiaram em Edom das guerras de extermínio comandadas por Saul (1Sm 14:48; 15:8; cf. 2Sm 8:12). Amaleque, em parte, era de ascendência edomita (1Cr 1:35, 36). CBASD, vol. 3, p. 137.