Reavivados por Sua Palavra


2Reis 19 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
7 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis19

“Pelo caminho por onde vier, por esse voltará; mas, nesta cidade, não entrará, diz o SENHOR” (v. 33).

Eu não sei você, mas fiquei arrepiada ao ler este capítulo. E fico maravilhada todas as vezes que a Bíblia diz: “Assim diz o SENHOR” (v. 20).
O que vimos no capítulo de ontem não foi uma afronta de Senaqueribe a Judá, mas ele zombou “contra o Santo de Israel” (v. 22). E, meus irmãos, “de Deus não se zomba” (Gálatas 6:7)!
Ezequias humilhou-se diante de Deus e entrou na “Casa de oração para todos os povos” (Isaías 56:7) e ali rasgou o coração perante o SENHOR da Casa. Há algo de muito especial no capítulo de hoje e é nele que pela primeira vez encontramos menção ao profeta Isaías (v. 2).
O abrir de um coração a Deus expulsa dele a corrupção da carne (Jeremias 17:9) para dar lugar à ação do Espírito. A primeira atitude de Ezequias deve ser a nossa diante de qualquer dificuldade. A oração deve ser sempre a primeira ação do cristão. Então, tudo o que fazemos depois, fazemos pela direção do Espírito Santo. Ezequias orou e depois pediu oração. Mas ele não saiu pedindo oração a todo mundo. Ele foi específico. Mandou mensageiros para pedir oração a Isaías (v. 4). Quem anda na presença de Deus reconhece aqueles que também fazem o mesmo. Isso não se chama julgamento, amados, mas discernimento por parte de Deus. E “muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16).
Mesmo que os inimigos afrontem os justos do SENHOR, um só destes a suplicar move o coração de Deus a por eles guerrear (v. 35).
Como fez Ezequias, Deus nos chama a estendermos perante Ele as “cartas” que nos afligem (v. 14).
O Deus Criador (v. 15) se inclina e ouve, olha e vê (v. 16) tudo o que se passa neste mundo.
Se tão somente reconhecermos o SENHOR como fez o rei de Judá (v. 15) e a Ele confiarmos todos os nossos temores, Ele nos dirá: “Eu te ouvi” (v. 20).
Quando alguém afronta ou maltrata um justo de Deus, não é este que recebe afronta, mas o SENHOR (v. 23).
Deus conhece todos os desígnios de nosso coração. Nossas ações podem esconder a nossa arrogância diante de Deus (v. 28), mas Ele tudo sabe e tudo vê (v. 27).
Se você julga impossível livrar-se de algum inimigo, saiba que quem segue a postura de Ezequias, calando-se diante da afronta e abrindo o coração ao Único que pode agir em nossa defesa, a justiça vem e o “Anjo do SENHOR” sai (v. 35) em nosso favor.
Não conheço teus inimigos e nem as cartas que eles têm te enviado. Mas eu conheço o “SENHOR, Deus de Israel, que está entronizado acima dos querubins” (v. 15) e que faz o inimigo voltar pelo mesmo caminho por onde veio (v. 28 e 33).
Porque “o zelo do SENHOR fará isto” (v. 31), por amor de Seu próprio nome e por amor de todo aquele que como Davi torna-se segundo o Seu coração (v. 34).
Portanto, “não temas por causa das palavras que ouviste” (v. 6), pois todo aquele que a si mesmo se exalta será humilhado; e todo aquele que se humilha diante do SENHOR, Ele exaltará (Mateus 23:12). Se você tem sido perseguido por ser um cristão, parabéns, você é um bem-aventurado:
“Bem-aventurado sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mateus 5:11-12). Ore, confie, persevere, espere e verás!

Bom dia, homens e mulheres de oração!

*Leiam #2Reis 19
Rosana Garcia Barros



2 Reis 18 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2016, 22:03
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serpente de bronze. Ver Nm 21:6-9. Esta é a primeira referência a esta serpente depois do tempo de Moisés. … Por esse tempo … era considerada uma relíquia sagrada e se pensava que possuísse qualidades especiais. Ao queimar incenso diante dela, o povo dava a esta serpente de bronze a veneração que deveria prestar somente a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1052.

Neustã. Possivelmente “deus de bronze”, da mesma raiz da palavra heb. nehosheth, “bronze”. CBASD, vol. 2, p. 1052.

não deixou de segui-Lo. Ezequias também errou (2Rs 20:12-19), mas ele nunca abandonou o Senhor. CBASD, vol. 2, p. 1052.

13 as cidades fortificadas. Senaqueribe alegou ter conquistado 46 cidades muradas em Judá. CBASD, vol. 2, p. 1054.

19 que confiança…? Ezequias havia posto sua confiança em Deus (2Cr 32:7, 8), e os embaixadores assírios se referiam a essa confiança no Senhor (2Cr 32:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 1055.

23 dois mil cavalos. O mensageiro assírio tentou ridicularizar a limitada força militar de Judá. Os assírios subiram com um grande exército de cavalaria, e por isso 2 mil cavalos não significavam nada para eles. CBASD, vol. 2, p. 1056.

24 um só capitão. Zombou do povo por não ser forte o suficiente para repelir um único capitão do exército assírio, responsável por um dos mais fracos batalhões dentre os muitos que os assírios tinham em campo. CBASD, vol. 2, p. 1056.

26 aramaico. Esta afirmação mostra que a linguagem siríaca ou aramaica [de Aram, outro nome para a Síria] ainda estava em uso, entre assírios e hebreus. Materiais contemporâneos mostram que o aramaico passava a ser a linguagem da diplomacia e do comércio por toda a Ásia Ocidental. Entre os hebreus não era comum porque o povo não a compreendia. Após o exílio babilônico, o aramaico, aos poucos, tomou o lugar do hebraico entre os judeus. CBASD, vol. 2, p. 1056.

em judaico. Além de nesta narrativa e em seus paralelos (2Cr 32 e Is 36), a expressão ocorre somente em Neemias 13:24. A palavra “judeu” aparece primeiro em 2 Reis 16:6, mas, nos textos bíblicos posteriores o nome se torna comum. De acordo com o costume assírio contemporâneo, o povo do reino do sul já era conhecido como Yehudim ou judeus, e a linguagem deles [o hebraico], como judaica. CBASD, vol. 2, p. 1056.

34 de Hamate. Todas as cidades aqui listadas haviam caído diante do poder assírio havia pouco tempo. CBASD, vol. 2, p. 1057.



TÓPICOS RECENTES by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2016, 15:45
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Lembre-se que você pode sempre conferir aqui, ao lado, em “TÓPICOS RECENTES” se o seu comentário favorito já foi publicado. 🙂



2 Reis 18 by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Ezequias é uma clara ilustração de uma vida centrada em Deus. Embora seu pai adorasse ídolos, Ezequias determinou-se a tirar o povo dos seus maus caminhos, removendo os lugares altos. Por que a má influência de Acaz não influenciou Ezequias? Muito provavelmente porque havia outras pessoas que tinham forte influência sobre ele, e essa pessoa muito bem poderia ser a sua mãe “Abia, filha de Zacarias” (v. 2).

Nossa origem e experiências podem ter enorme influência sobre nossas vidas. Mas isso nunca pode se tornar desculpa para o pecado. Podemos viver uma vida santificada, a despeito do ambiente pecaminoso em que estamos, e podemos seguir a Deus mesmo estando no meio de adoradores de ídolos.

Por outro lado, não devemos nunca levar o crédito por algo de bom que tenhamos feito. Embora Ezequias confiasse no Senhor, e que “não havia ninguém como ele entre todos os reis de Judá, nem antes dele ou depois dele” (v. 5), ele cometeu os erros de seus antecessores. Quando o rei da Assíria, atacou Judá no décimo quarto ano do reinado de Ezequias, ele confiou que pagando o rei da Assíria com prata e de ouro, isso resolveria o problema e ele falhou completamente.

Quando desviamos o olhar para longe de Deus e o mantemos em nós mesmos, cairemos de vergonha, com nossas faces no chão.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/18 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/18 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/18/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/13/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 18
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 18 – Comentário Pr Heber by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 18 – Onde há declínio espiritual, é necessário haver reavivamento espiritual; o qual será correto, unicamente sendo pautado pela orientação do Deus Onipotente.

Por não viver o ideal divino, ignorar planos revelados, decidir pelas exigências do coração, o antigo povo de Deus decresceu – não evoluiu; na verdade, regrediu! Mesmo com tanto amor paternal, mesmo com tanto empenho, dedicação e devoção divinos, Israel entregou-se aos caprichos da carnalidade perniciosa. Mas, Deus não desistiu de Israel.

• Deus não abandona Seu povo nem mesmo quando Seu povo O abandona.

Ao afastar-se de Deus, o povo teve que lidar com serpentes venenosas; então, Deus possibilitou a cura mediante o olhar a uma serpente de bronze içada numa haste – o que não consistiu em idolatria, mas numa didática evangelística.

Entretanto, transcorrendo o tempo, o povo transformou este meio evangelístico em objeto idolátrico; por isso, Ezequias destruiu o que veio a se chamar Neustã (v. 4). Assim, Deus observa e corrige os passos dados por Seu povo, mesmo havendo instabilidade na conduta.

Neste capítulo encontramos os seguintes pontos importantes:

• Quando Satanás parece ter introduzido a idolatria de todas as formas entre o povo de Deus, causando deformação na religião, Deus não cruza os braços. Ele providencia alguém disposto a fazer uma reforma, na tentativa de reavivar e restaurar o povo que o diabo intenta arrastar para a destruição (vs. 1-5).

• Há diferença gritante na vida do indivíduo, família, igreja ou nação que serve fielmente a Deus, obedece a Seus santos mandamentos e vive em constante relacionamento com Ele buscando um reavivamento e reforma espirituais. Os resultados contrastantes da história de Israel e Judá nos evidenciam a diferença de servir e não servir a Deus (vs. 6-12).

• Pequenas brechas na vida espiritual são oportunidades suficientes para surgimento de afrontas ferozes e massacrantes dos incrédulos. Os ataques de Senaqueribe a Ezequias exemplificam esse ponto (vs. 13-37).

A ousadia dos incrédulos é tremenda. Eles usam a lógica, intimidam com evidências, argumentam fortemente, confrontam arrogantemente. Intrepidamente provocam ao próprio Deus. Eles não temem a Deus e ainda intimidam ao povo que crê nEle.

Isso é verdade em todas as áreas do conhecimento. A Bíblia e seus temas são escrupulosamente atacados pelos incrédulos. Como Deus lidará com isso? Saberemos no próximo capítulo!

Não percam! – Heber Toth Armí.



2 Reis 18 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
6 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis18

“Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai” (v. 3).

O rei Ezequias foi o primeiro rei de Judá cuja fidelidade foi comparada a de Davi. O que os seus antecessores não fizeram, fez Ezequias: “Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo” (v. 4); removendo do meio de Judá tudo aquilo que fosse abominável ao SENHOR. Mas a sua fidelidade, destacada nas Escrituras, foi fruto de que? Ezequias “confiou no SENHOR” de forma que não houve nem antes e nem depois dele, rei semelhante em Judá (v. 5). Ele “se apegou ao SENHOR” seguindo Seus passos e observando os Seus mandamentos (v. 6). Então, para onde quer que fosse Deus o acompanhava e o fazia lograr bom êxito (v. 7).
Confiança e entrega. Esses dois ingredientes são fundamentais para uma vida cristã vitoriosa. Ezequias confiou e se apegou.
Geralmente confiamos nas pessoas que sabemos que nos amam. Mas precisamos em nosso dia a dia depositar certo grau de confiança até em pessoas que não conhecemos. E em Deus? Confiamos? Uma coisa é certa: não existe alguém que nos ame mais do que ele! E da confiança na operação divina dependem todas as coisas, inclusive, e, principalmente, a salvação. Porém, apegar-se a alguém é diferente. Aquela pessoa torna-se seu confidente, com quem pode contar nas boas e nas más horas; que sempre estará ao seu lado.
Nas primeiras horas de cada manhã, Deus Se apresenta a cada ser humano e aguarda pacientemente pelo convite de fazer morada no coração e de conduzi-lo pelo caminho da verdade.
Quando confiamos, nos apegamos. Portanto, apegar-se é resultado da confiança.
E a pergunta feita pelo rei da Assíria ao povo de Judá por intermédio de Rabsaqué foi desafiadora: “Que confiança é essa em que te estribas?” (v. 19). Em outras palavras: Que confiança é essa em que você se apega? A fé de Ezequias e do povo foi provada através de palavras de desânimo e maldição. E o ASSIM DIZ O SENHOR foi desafiado pelo “Assim diz o rei” (v. 29).
“Calou-se, porém, o povo” (v. 36), obedecendo às ordens do rei Ezequias.
Todo cristão é desafiado a cada dia com a mesma pergunta: Que confiança é essa em que você se apega? E se essa confiança não gerar o apego ao SENHOR, a entrega completa do coração, não se trata de confiança, mas de presunção.
Afirmamos com muita segurança confiar em Deus, contudo, nas oportunidades de provar a teoria, a prática falha.
Nem sempre falar é a melhor solução. Bater de frente com quem testa a nossa fé pode ser a resposta da nossa falta de confiança no agir de Deus. Calar-se diante da afronta é sábio: “o homem prudente, este se cala” (Provérbios 11:12) e é cristão: “e, como ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a boca” (Isaías 53:7).
Apenas falar não faz de nós retos perante o SENHOR. O nosso desafio diário é viver em conformidade com Aquele em quem dizemos confiar.
Somos cartas de Cristo para o mundo (2 Coríntios 3:2-3) e nossa vida deve ser uma linguagem entendida por todos. Porque o mal que nos cerca e tenta nos abalar sabe bem qual o idioma do nosso coração (v. 26). E ele vem para trazer os dejetos do pecado (v. 27) e nos fazer acreditar numa falsa paz (v. 31); ou até mesmo que o SENHOR aprova a desgraça (v. 25).
Ao nos questionarem a respeito de nossa confiança, que nossa resposta seja: —Eu confio no SENHOR dos Exércitos!
De palavra e de fato!
Ezequias foi um líder que conduzia o Seu povo a seguir-lhe os passos da fé. Que tipo de liderança estamos exercendo sobre nossos semelhantes? Muitos estão como o povo que estava sobre os muros (v. 26), ouvindo palavras desencorajadoras e sem saber para que lado seguir. A oferta de Senaqueribe era tentadora (v. 31-32), assim como é a oferta do pecado. E, em cima do muro, não sabem para onde ir e nem em quem confiar. Se Ezequias não tivesse demonstrado com sua vida (v. 5-7) que valia a pena confiar em Deus e manter um relacionamento íntimo com Ele, o povo não teria escolhido seguir suas ordens (v. 36).
Ezequias foi um exército de um só homem em defesa de sua confiança no SENHOR dos Exércitos!
Que a sua vida seja uma resposta diária de confiança e de intimidade com Deus!
Confie e se apegue a Deus e Ele fará de você um instrumento incomparável (v. 5) em Sua obra!
Bom dia, apegados ao SENHOR!

*Leiam #2Reis 18

Rosana Garcia Barros



Comentário semana 05-11/06/2016 by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2016, 16:37
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2 Reis 17 by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

“Mesmo quando esses povos adoravam o SENHOR, também prestavam culto aos seus ídolos” (v. 41 NVI).

Este capítulo é um resumo da vida dos israelitas. O princípio fundamental de Deus ao criar os seres humanos incluía a concessão de liberdade de escolha, mas com essa escolha vêm responsabilidades. A instrução de Deus foi clara: se os israelitas O adorassem, eles prosperariam, mas se eles seguissem os deuses dos gentios, eles colheriam as consequências de sua rebelião, o exílio [NT: o que, infelizmente, foi o que aconteceu].

É impossível adorar a Deus e servir aos ídolos ao mesmo tempo. A história de Israel nos diz que a natureza humana irá sempre falhar por ceder ao mal. Jesus nos disse a mesma verdade: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6:24 NVI). Podemos não ter ídolos como os israelitas tinham, mas qualquer coisa que toma o lugar de Deus se torna um ídolo.

Quais são os ídolos em sua vida? Você está disposto a renunciar a eles e só servir a Deus?

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/17 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/17 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/17/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/11/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 17
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2016, 0:50
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13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).

14 de dura cerviz [de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).

23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33)  (CBASD, vol. 2, p. 1049)

26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,)  (Bíblia Shedd).

29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim  (CBASD, vol. 2, p. 1045).

 

41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33).  Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria.  (CBASD, vol. 2, p. 1049).



II REIS 17 – Comentário Pr. Heber by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 17 – Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.

A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:

“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.

Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.

W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:

1. A captura de Samaria (vs. 1-6).

2. As causas que trouxeram o cativeiro:

· A nação esqueceu de Deus (v. 7);

· A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);

· A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);

· A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);

· A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).

3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).

A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.