Reavivados por Sua Palavra


Jó 35 – resumo by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2013, 20:39
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Jó 35 Resumo: 1 O homem não pode comparar-se a Deus, porque nossa bondade ou maldade não O afeta. 9 Muitos clamam em suas aflições, mas não são ouvidos por falta de fé (CBASD, vol. 3, p. 666).

Eliú tinha atribuído a Jó o argumento de que a justiça não traz mais vantagem para o homem do que a prática do pecado (34.9, cf 21.15, onde Jó atribui tal atitude ao ímpio); agora [Eliú] mostra que o Deus transcendente não é afetado pelo comportamento humano, e que só outros homens ficam prejudicados ou ajudados pelos vícios da humanidade (5-8). Se alguém ora a Deus e não recebe resposta; isto é mais uma prova da sua própria impiedade do que uma indicação de que Deus não considera os justos (9-13). Jó podia escolher o caminho da confiança em Deus, para o perdão, ou rebeldia, para então merecer mais castigo; portanto, não é justiça do domínio de Deus que deve ser impugnada (14-16) (Bíblia Shedd).

Texto bíblico: Jó 35



Jó 34 by Jobson Santos
30 de julho de 2013, 9:58
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Comentário devocional:

Sem experiência e ainda em sua juventude, Eliú deseja ensinar a sabedoria.  Sendo assim, ele fala de um modo mais inseguro. Ele pede aos sábios para ouvi-lo, sabendo que a sabedoria vem com a idade. Ele sabe que ouvidos críticos estarão testando suas palavras (versículos 1-3).

Como um meio de estabelecer a verdade, Eliú apela para o consenso geral. “Tratemos de discernir juntos o que é certo e de aprender o que é bom” (v. 4, NVI). Edward Heppenstall, teólogo adventista, disse em uma palestra: “a verdade é a verdade, independentemente do voto da maioria. A autoridade bíblica deve estar acima decisões humanas”.

Eliú, então, pede que os homens compreensívos o ouçam: “Longe de Deus esteja o fazer o mal, e do Todo-poderoso o praticar a iniquidade. Ele retribui ao homem conforme o que este fez, e lhe dá o que a sua conduta merece” (versículo 10, 11, NVI). Ele está raciocinando sem levar em conta a realidade do Grande Conflito. Apesar de sua pretensa sabedoria, ele vai acabar tendo um falso conceito de Deus. Ele tenta atribuir a Deus todos os resultados, bons ou maus. Eliú destaca a soberania de Deus e que por si só não é errado, porque quem deu autoridade a Deus sobre a terra e que colocou todo o mundo habitado sob o seu cuidado? (Versículo 13).

Eliú tem uma visão diferente da graça de Deus e da retribuição. “Suponhamos que um homem diga a Deus: ‘Sou culpado, mas não vou mais pecar’ ” (v. 31, NVI). “Deveria Deus recompensá-lo nesses termos?” (Verso 33,  tradução do original pelo autor).

Segundo Eliú, Jó deveria sofrer “a mais dura prova, por sua resposta de ímpio!” (v. 36, NVI). Ele sente que Jó está adicionando transgressão ao seu pecado, ao multiplicar suas palavras contra Deus (verso 37).

Querido Deus,

Os jovens gostam de falar e o fazem mesmo sendo inexperientes. Eles facilmente criticam e desdenham do pensamento alheio. Oramos para que com o passar do tempo eles percebam suas falhas e amadureçam a fim de que possam fazer um bom trabalho nas posições de liderança que assumirem. Amen.

Koot van Wyk

Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Traduzido e adaptado por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Jó/34/

Texto bíblico: Jó 34



Jó 34 – resumo by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2013, 0:00
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Resumo: 1 Eliú acusa Jó de atribuir injustiça a Deus. 10 O Deus todo-poderoso não pode ser injusto. 31 O homem deve humilhar-se diante de Deus. 34 Eliú repreende Jó. (CBASD, vol. 3, p. 663)

1-9 Eliú condensa os discursos de Jó em duas queixas: a de acusar a Deus de ser injusto por desferir golpes de puro capricho contra um homem justo, (5,6), idéia esta rejeitada por Eliú (7) e de declarar que de nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus (Bíblia Shedd).

10-33 Eliú afirma que Deus é justo, e que colocou o homem num universo moral, no qual colhe o fruto daquilo que semeia, seja coisa boa ou má (10-12). Declara que a autoridade absoluta só pertence a Deus (13-15), e que o domínio de Deus é perpétuo por ser um domínio de justiça (17-19). A onisciência de Deus é outra garantia de Sua justiça (20-18). [Segundo Eliú,] Jó revelara ignorância ao queixar-se de Deus, pois o Deus justo só envia sofrimento para o benefício do homem, motivo para Lhe prestarmos culto (29-33) (Bíblia Shedd).

34-37 Eliú invoca o veredito dos homens de entendimento em relação às palavras rebeldes de Jó, pois considera que sua atitude rebelde é mais terrível do que as próprias tribulações, que decerto continuarão até Jó se arrepender de sua rebeldia (Bíblia Shedd).

 
Texto bíblico: Jó 34