Reavivados por Sua Palavra


Filipenses 2 by jquimelli
26 de abril de 2015, 1:00
Filed under: religião viva, Vida Cristã | Tags: , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, Paulo mostra-nos como a sua alegria podia ser completa, assim como a nossa também pode ser: através do exemplo de Cristo. A alegria de Paulo se tornava completa ao ver crentes unidos e amorosos uns para com os outros (v.2).

A humildade está intrinsecamente ligada ao altruísmo e em colocar as necessidades dos outros acima de nossas próprias necessidades (v.3). Conheça a fórmula da alegria: Coloque Jesus em primeiro lugar, em seguida, os outros, e a si mesmo por último [NT: Aqui existe, no original, um trocadilho intraduzível: “It is the formula of  J-O-Y: Place Jesus first, then Others, and Yourself last“]. Esse modo de pensar é o oposto do pensamento do mundo que afirma que o “eu”deve vir em primeiro lugar. Entretanto, basta olhar a grande quantidade dos maus resultados para testemunhar do efeito do egoísmo da humanidade. Isto é tristemente exemplificado pelos resultados da “ira ao volante”!

Como podemos experimentar a alegria de ser um cristão? A alegria nasce quando decidimos mudar de sermos centrados em nós mesmos para nos tornarmos centrados em Cristo. Alguém disse uma vez: “Aquele que escolhe a si mesmo como companhia e busca agradar a si mesmo está pronto a ser corrompido pela companhia que escolheu.” Em contraste, o cristão convida continuamente Jesus a ser seu companheiro e modelo.

Somos instados por Paulo a seguir o exemplo de amor e humildade que Cristo demonstrava em uma cultura que promove o egoísmo como modelo. A proliferação quase global de “selfies” – imagens de si mesmo – pode ser um indicativo da época em que estamos vivendo. Pode ser difícil para alguns de nós colocar as necessidades dos outros acima das nossas. Mas esta era a atitude de Cristo a qual somos exortados a possuir (v.5).

Ser humilde como Cristo é o exemplo máximo que devemos procurar imitar (vs. 5-7). Cristo colocou nossas necessidades acima das Suas próprias e Se esvaziou, assumindo a forma mais baixa da humanidade, a de um escravo a morrer na cruz.

Paulo termina o capítulo (vs.19-30) com exemplos de dois crentes que colocaram as necessidades dos outros em primeiro lugar: Timóteo e Epafrodito. Seus serviços abnegados foram exercidos num momento em que as pessoas estavam buscando seus próprios interesses (v.21), semelhante ao que vemos hoje. Que possamos trazer alegria aos outros ao considerarmos suas necessidades acima das nossas.

Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/2/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Filipenses 2 
Comentários em áudio 



Filipenses 1 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
25 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , , , , , ,

1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.

6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.

12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.

15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.

18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.

21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.

30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.



Filipenses 1 by jquimelli
25 de abril de 2015, 1:00
Filed under: alegria | Tags: , ,

Comentário devocional:

Nesta carta de Paulo à igreja em Filipos, ele faz um relatório missionário sobre o andamento do seu trabalho e agradece à igreja pela sua recepção do evangelho e pelo apoio ativo ao seu ministério (v. 5).

Paulo pregou pela primeira vez em Filipos em sua segunda viagem missionária, em torno de 49 d.C. Ele escreveu esta carta para a igreja enquanto estava preso em Roma, à espera de comparecer perante o imperador em torno de 60 ou 61 d.C. De sua prisão domiciliar ele estava livre para transmitir o evangelho a todos que vinham a ele (v. 14) .

Apesar de ter sido escrito na prisão (vs. 13, 14), todo o livro de Filipenses, no entanto, concentra-se na alegria! A palavra “alegria”, em todas as suas diversas formas, é usada 16 vezes em toda a carta. Note particularmente o verso 18, no qual Paulo se alegra com o fato de que o evangelho estava sendo pregado, apesar de suas circunstâncias adversas.

Sou capaz de alegrar-me quando as circunstâncias são desagradáveis, ou, pior ainda, quando estou sob risco de vida? O que acontece com a minha alegria quando sou acusado falsamente ou perseguido por amor a Cristo ou, ainda, sofro por causa do Evangelho? Posso regozijar-me em tais circunstâncias? Para alguns de nós pode ser mais fácil dizer do que fazer. O exemplo de Paulo demonstra que apesar das circunstâncias externas poderem prejudicar nossa felicidade completa, mesmo assim, podemos cultivar uma alegria interna.

Paulo está dizendo aos membros da igreja para não permitirem ninguém roubar essa alegria interior. Nós também podemos ter a certeza de que a despeito de tudo o que tenhamos que enfrentar hoje, Deus é fiel. Jesus vai completar a obra de salvação que Deus começou em nós (v. 6). Nós não estamos sozinhos nesta jornada cristã. Que certeza reconfortante!

Que possamos dizer como Paulo: “Para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro” (v. 21). Cristo era o segredo e a fonte da contínua alegria de Paulo. Que Cristo também seja a fonte de nossa alegria hoje.

Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/1/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Filipenses 1 
Comentários em áudio 



Hoje começamos a ler Filipenses! by jquimelli
25 de abril de 2015, 0:14
Filed under: Bíblia, Cartas de Paulo, unidade



Efésios 6 by jquimelli
24 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo, Vida Cristã, vitória | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Em Efésios Paulo descreve a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), como o templo de Deus (2:19-22), e como a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e oferece um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.

Poderíamos interpretar mal as palavras de Paulo como se fossem uma convocação para utilizar armas militares contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossas relações com os outros. Mas Paulo vem enfatizando a unidade, palavras edificantes e ternura (ver especialmente 4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como “o evangelho da paz” (v. 15). Através desta vívida metáfora militar, a igreja não é chamada à guerra no sentido tradicional. Pelo contrário, somos chamados a lutar pela paz na batalha espiritual contra o mal. Paulo está pensando no campo de batalha do grande conflito e nos chama para nos alistarmos no exército de Deus.

Devemos fazê-lo com uma avaliação realista do inimigo, nunca subestimando as forças dispostas contra nós. Nós não apenas enfrentamos inimigos humanos, mas “as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (v. 12, NVI), liderados por um general astuto, o diabo (v. 11). No entanto, não precisamos ser intimidados por nossos inimigos, pois Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e forneceu-nos a melhor das armas, a Sua própria armadura, a “armadura de Deus” (v 11; cf. Is. 59:15b-17). Ele colocou à nossa disposição a verdade, a justiça, a paz, a fé, a salvação e o Espírito (vs. 13-17). Deus vai adiante de nós e equipados da cabeça aos pés com a armadura que Ele forneceu, não podemos falhar. A vitória está garantida.

Que Deus abençoe a você, membro do Seu exército, que luta pela paz no poder do Seu nome!

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/6/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 6 
Comentários em áudio 



Efesios 6 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
24 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , ,

1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.

Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.

4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.

Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.

Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.

8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.

11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.

Toda a armadura. Do gr. panóplia“armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.

Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.

12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.

22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.

24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.



Efésios 5 by jquimelli
23 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Amor de Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Se você ler Efésios 5 isoladamente, perderá todo o poder de um tema que se move como um fio de ouro. Então comece de novo e leia com atenção Ef 4:32 a 5:2. Como crentes, somos chamados a estabelecer nosso comportamento para com os outros no modelo do perdão e da graça de Deus para conosco. Devemos imitar a Deus! (Cf. Mt 5:43-48).

Paulo contrasta este amor que imita o amor de Deus com o estilo de vida usual, pagão. Em vez de valorizar os outros como irmãos e irmãs na família de Deus, os seres humanos, muitas vezes, usam os outros para seu próprio prazer sexual e depois ainda se gabam disso (vs. 3-4). O apóstolo adverte que essa atitude não tem lugar no novo mundo planejado por Deus (vs. 5-7).

Em vez disso, os crentes devem abandonar a escuridão do seu passado e andar “como filhos da luz” (vs. 8-10), imitando o amor do Pai. Novamente Paulo recomenda que fiquemos longe de “obras das trevas” feitas “em segredo” (vs. 11-12). Em contraste, devemos viver na luz de Cristo (vs. 13-14). Ao invés de desperdiçarmos nossas vidas em tola embriaguez, passemos a “remir o tempo” dando graças a Deus por seu amor para conosco (vs. 15-21).

Paulo passa, então, a aplicar o tema da imitação do amor de Deus no aconselhamento aos maridos e esposas cristãs. O abnegado amor de Cristo pela igreja torna-se o modelo para os maridos cristãos (vs. 25-33), enquanto que a fidelidade da igreja a Cristo torna-se o modelo para as esposas cristãs (vs. 22-24). Ao invés de usar o dom da sexualidade de uma forma egoísta, um marido e uma esposa cristã devem focar em valorizar uns aos outros para que eles se tornem “uma só carne” (vs. 28-33).

“Sejam imitadores de Deus, como filhos amados” (v. 1 NVI). Pela graça de Deus, você é chamado hoje a viver essa exortação de Paulo em suas relações com os outros.

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/5/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 5 
Comentários em áudio 




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