Reavivados por Sua Palavra


Amós 4 by jquimelli

Comentário devocional:

Aqui, Amós profetiza contra os opressores dos pobres e necessitados, dizendo que eles serão levados cativos (vv 1-3.); contra os idólatras que seguem as paixões do seu coração (vv 4,5.); e contra os impenitentes, que irão enfrentar o julgamento de Deus (vv. 6-13). 

As vacas de Basã, ou seja, os principais homens e mulheres de Israel que amam o luxo, têm oprimido os pobres e os necessitados, esmagando-os como as vacas pressionam e esmagam a grama (v 1; ver Sl 22:12 ). As mulheres forçavam seus maridos a praticar violência e fraudes a fim de garantir recursos para o luxo e libertinagem. Além disso, as mulheres provocavam seus maridos para que se juntassem a eles em seus festejos (v. 1). Assim, Deus, que não tolera a iniquidade, promete vingar as práticas profanas de Israel. 

Os ímpios são descritos como peixes capturados com anzóis, os quais significam impotência diante dos inimigos, que neste caso são instrumentos de Deus para punir os rebeldes (v.2). A punição divina foi dolorosa para eles como o o anzol causa dor para o peixe e se torna ainda mais doloroso ao ser resistido. 

Ao chamar Israel de Betel, a sede principal de sua adoração de ídolos, Amós destaca ironicamente como eles eram zelosos em pecar. Ele os exorta a entrar nos templos pagãos e a pecarem ainda mais. “Muitas vezes … os que violam abertamente os mais simples deveres morais manifestam um grande zelo religioso, mas não fazem mais do que meras formalidades. Zelo religioso em si mesmo, no entanto, não oferece qualquer evidência de verdadeira piedade. Essa forma exterior de prática religiosa, muitas vezes, é uma tentativa de compensar a falta de justiça interna genuína, e assim aliviar a consciência”(CBASD 4: 1067). É mais fácil pecar e, em seguida, fazer penitência do que crucificar a carne e se afastar do pecado. Esse comportamento leva o transgressor à complacência, a achar que a sua situação não é tão grave.

O profeta destaca como o desprazer de Deus pelo comportamento deles é demonstrado de muitas maneiras, mas sempre com um desejo de que eles retornem a Ele: “contudo, não vos convertestes para Mim” (vv. 6, 8, 9, 10, 11 ARA).

Sete calamidades são mencionados como tendo sido enviadas para despertar Israel: “Dentes limpos”, isto é, “a falta de pão”, a fome (v.6); seca que resultou em extenso fracasso das culturas (vv 7-8.); ferrugem em jardins e gafanhotos ou lagartas nas vinhas e oliveiras (v.9); após isso, pragas, semelhantes às do Egito e a matança de jovens e cavalos, resultando em mau cheiro causado pelas carcaças insepultas (v.10) jovens; e destruição como a de Sodoma e Gomorra – por causa de grandeza do seu pecado (v.11).

Infelizmente, estas advertências não sensibilizaram Israel. Eles não reconheceram a bondade de Deus para com eles ao enviar mensagens para o bem do transgressor. Eles não ouviram as advertências de Deus, e como resultado, o julgamento divino seria certo. O julgamento não foi especificado, exceto pelas palavras: “Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus” (v.12 NVI), o que indica que o encontro com Deus em juízo é mais terrível do que as calamidades da natureza.

Através de diversos meios o Senhor Deus dos exércitos, o Governador do céu e da terra, chama o Seu povo ao arrependimento. E quando o arrependimento não acontece, segue-se o juízo final.

Senhor, livra-nos do endurecimento espiritual que resulta em morte eterna.

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/4/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 4 

Comentário em áudio  

 

Comentários selecionados:

1 Basã. Local situado … a leste do rio Jordão. Essa terra era famosa pelas ricas pastagens e pelos grandes rebanhos de gado (ver Dt 32:14; Sl 22:12; Ez 39:18). A figura marcante de comparação empregada aqui é o que se poderia esperar do pastor Amós. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.

12 portanto. A severidade da punição poderia suscitar esperança e as pessoas viriam a se arrepender. Por todos os meios possíveis, Deus tenta salvar antes de tomar medidas extremas. Se os benefícios não são reconhecidos, Ele envia castigos que não visam à destruição, mas a abrir os olhos dos transgressores a fim de que vejam a Deus e se arrependam. Portanto, os juízos de Deus são tanto sinais de Sua graça como provas de Sua ira. Idem, p. 1069.

prepara-te. A mensagem do profeta era: “Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir.” Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. … Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. Este versículo afirma a tônica da segunda mensagem de Amós. Deus adverte Israel de que está prestes a levar a nação a julgamento. eles farão bem em se preparar para responder ao processo. Ibidem, p. 1609.



Amós 3 by jquimelli
15 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: consequências, correção, cuidado de Deus, Israel | Tags: , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, Amós apela às pessoas negligentes e sem sensibilidade espiritual para que tomem conhecimento da justiça e dos juízos de Deus (vv. 1-8) dirigidos àqueles que continuam a pecar e não se arrependem. Deus é revelado como justo e santo (vv. 9-15).

Uma mensagem específica é dada a Israel e Judá – a “toda esta família que tirei do Egito” (v. 1 NVI). Deus os escolheu como uma nação e estabeleceu uma relação especial com eles. Apesar dos altos privilégios e da luz abundante que brilhavam em seu caminho, o povo escolhido pecou grandemente.

O castigo divino foi pronunciado por causa da extrema corrupção, cobiça e luxo que os levou a se esquecerem dos mais simples deveres para com os vizinhos e a exercerem uma violenta opressão sobre os pobres. Os grandes e os ricos utilizavam mal sua riqueza e influência, as quais, se bem utilizadas, resolveriam o problema da pobreza existente. Deus declara que sua relação especial com Israel não poderia continuar assim por mais tempo por se apegarem eles às suas iniquidades, semelhante a duas pessoas que não podem caminhar juntos (v.3), a menos que tenham um propósito comum em vista.

Como um leão ruge quando está prestes a saltar sobre a presa (v. 4), por meio de Seu profeta Deus avisa que irá punir os malfeitores.

Assim como o toque súbito de trombeta (v.6) provoca medo na cidade, Deus deseja que a mensagem do profeta alarme os infratores. É preciso lembrar que o castigo de Deus segue as advertências dos profetas, que são seus servos (v.7). 

Amós convoca retoricamente as nações da Filístia e Egito, a observarem e se surpreenderem com as iniquidades de Israel, com a vida perversa do chamado povo de Deus. Israel abandonou a justiça, a própria base da sociedade; eles se tornaram moralmente e espiritualmente cegos, de tal forma que eles nem fazem o bem, nem se dão conta de sua omissão. Portanto, a punição divina será completa sobre o povo, apenas um pequeno remanescente escapará (v.12).

Quando Israel, a família de Deus, recusou-se a viver de acordo com seus altos privilégios e aceitar suas responsabilidades, sua posição favorecida lhe foi retirada e concedida à igreja, a família espiritual de Deus. Quanto maior é o conhecimento da vontade de Deus, maior é a responsabilidade e maior a recompensa. 

Que possamos aprender com a experiência de Israel e que estas lições nos aproximem de Deus e uns dos outros!

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 3 

Comentário em áudio  



Amós 2 by jquimelli
14 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: consequências, Espírito Santo | Tags: , , , , , ,

Comentário devocional:

Deus através do profeta Amós, adverte Moabe (vv. 1-3), assim como fizera a outras nações (Amós 1); Ele também expõe os pecados de Judá (vv. 4-5) e finalmente começa a Sua acusação contra Israel:

(1) Os israelitas do norte estavam envolvidos em injustiça, opressão e prostituição (vv. 6-8); (2) eles eram ingratos para com Deus, apesar de Suas misericórdias temporais e espirituais (vv. 9-12); (3) por isso, seu juízo viria de maneira certa, sem qualquer possibilidade de escape (vv. 14-16).

Por três ou quatro transgressões, ou seja, pela multiplicidade de sua maldade e seus pecados, Deus decide enviar fogo sobre Moabe para consumir os palácios de Queriote, sua capital. Moabe perecerá junto com seu rei e príncipes (vv. 1-3).

Porque Judá rejeitou a lei do Senhor, seus palácios também seriam destruídos pelo fogo (vv. 4-5). Esta profecia foi cumprida pelos babilônios sob Nabucodonosor, em 586 aC (2 Rs 25:8, 9; Jer 17:27; Os 8:14). Tendo o conhecimento da lei de Deus, a responsabilidade de Judá diante de Deus era incomparavelmente maior do que o das outras nações. A vida de mentiras e idolatria vivida por uma geração se tornou o padrão da próxima geração (v. 4). A sentença de Judá revela a imparcialidade de Deus. Deus não faz acepção de pessoas: aquele que pecar, morrerá.

Agora, preparando um clímax para a série de mensagens do restante do livro, Amós com força total denuncia Israel por injustiça, crueldade, incesto, luxo e idolatria, na predição mais longa do capítulo (vv. 6-16). Israel estava cometendo injustiças sociais – subvertendo o juízo por dinheiro, condenando por ninharias e oprimindo de várias formas o pobre. O caminho dos justos era pervertido (v. 6, 7).

Mesmo os humildes, pacíficos, despretensiosos, e geralmente piedosos se tornavam orgulhosos, auto-confiantes, e não sentiam necessidade de Deus em suas vidas. O Santo Nome do Senhor era foi profanado pelos crimes horríveis que eles praticavam à vista das outras nações.

O Senhor repreendeu Israel por sua ingratidão pela graça e bondade que Ele lhes havia mostrado ao livrá-los da escravidão egípcia, dando-lhes a terra de Canaã (v. 10) e por desprezarem a palavra profética dos nazireus e profetas suscitados por Deus, aos quais chegaram a desvirtuar seu ministério (vv. 11, 12).

Por recusarem a repreensão, toda a segurança que julgavam ter seria como o chão em terremoto diante da destruição; todo talento de guerra seria inútil.Ninguém, nem o mais forte ou o mais corajoso poderia defender seu território e se salvar (vv. 13-16).

Judá e Israel gradualmente se afastaram de Deus por não dar atenção à Sua voz transmitida pela Sua Palavra e pelos profetas. Que isto não aconteça conosco. “Quando fecham os ouvidos para não ouvir a Palavra de Deus, as pessoas fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma.” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1062.)

Senhor,
dá-nos um espírito sempre disposto a ouvir e a obedecer.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 2

Comentário em áudio  



Comentário selecionados:

queimou os ossos do rei de Edom. Algo dessa luta se descreve em 2Rs 3.5-27. As rivalidades se desenvolveram a tal ponto que, não havendo possibilidade de conseguir prender ou matar o rei inimigo, abriu-se o túmulo de um rei morto, para o ultrajar profanando seus ossos. Bíblia Shedd.

Com o intuito de privar o espírito do rei do repouso que, segundo a crença popular generalizada, resultaria de um sepultamento adequado. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Pode ter acontecido durante o tempo em que os edomitas se aliaram a Jorão e Josafá, na liga contra Mesha, rei de Moabe (ver 2 Rs 3:7, 9). … Jerônimo cita um relato, na tradição judaica de que, depois desa guerra, os moabitas, em vingança pela ajuda que Edom deu aos israelitas, desenterrou o corpo do rei edomita, a fim de profanar seus ossos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1059, 1060.

2 trombeta. Do heb shofar, um chifre de carneiro. CBASD, vol. 4, 1060.

4 Judá. Os pecados nacionais dos povos vizinhos foram denunciados por Amós neste grande discurso público feito em Betel; agora chega a vez da nação gêmea, antes de se tratar da própria nação de Israel, dos próprios ouvintes de Amós que até então estavam gostando da mensagem. Este discurso introdutório (1.1 – 2.16) abriu o caminho à verdadeira mensagem de Amós: o apelo à nação do norte. Bíblia Shedd.

A condenação de Judá não se baseia simplesmente nas expectativas de um concerto universal similar ao de Noé, mas, ao invés disso, pelo concerto especial entre Deus e Seu povo escolhido. Andrews Study Bible.

Os pecados de Judá contrapunham-se, quanto ao tipo, aos das demais nações. Essas nações violaram as leis em geral reconhecidas pela humanidade, mas Judá desobedeceu à lei revelada por Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

lei. Do heb torah, nome geral para todo o corpo de mandamentos e preceitos, tanto morais como cerimoniais. CBASD, vol. 4, 1060.

andaram. Uma expressão comum do AT para designar determinada conduta moral e espiritual (ver 1Rs 15:26, 2Rs 8:18; Ez 23:31). CBASD, vol. 4, 1060.

6 o justo. Provavelmente os que não estavam endividados, não havendo, por isso, motivo legítimo de vendê-los como escravos (cf. Lv 25.39-43).Bíblia de Estudo NVI Vida. 

7 pai e filho possuem a mesma mulher [NVI]. Era rigorosamente proibido um pai e um filho terem relações com a mesma moça ou mulher. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

[Se a mulher fosse a nova esposa do pai, ela seria como mãe para o filho; se fosse esposa do filho, seria como filha para o pai.] 

7 suspiram sobre o pó da terra sobre a cabeça dos pobres. É evidente que a cobiça era o pecado que assediava Israel. … A cobiça levou à opressão dos pobres. Esta expressão parece representar o desejo dos opressores de ver os pobres humilhados até o pó, ou de colocá-los em condição tão miserável que os necessitados colocariam pó sobre a cabeça (ver Js 7:5, 6; Jó 2:12). CBASD, vol. 4, 1060, 1061.

profanam. Literalmente, “a fim de profanar”, ou “com o propósito de profanar”. Estes delitos contra o Senhor não foram cometidos por ignorância, mas de forma deliberada e intencional, em espírito de desafio e rebeldia. CBASD, vol. 4, 1061.

Meu Santo Nome. Como os crimes eram cometidos pelos que se chamavam povo do Senhor, eles desonraram a Deus entre os gentios (ver Lv 20:1-3; Ez 36:16-23; Rm 2:24). CBASD, vol. 4, 1061.

8 roupas tomadas como penhor. A lei proibia tomar a capa de alguém como penhor durante a noite (Êx 22.26, 27; Dt 24.12, 13), e a de uma viúva não podia ser tomada em circunstância alguma (Dt 24.17).Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Estas roupas eram capas largas usadas pelos pobres durante o dia e com as quais se cobriam à noite. Se elas fossem empenhadas a outro, como uma promessa, deviam ser devolvidas ao cair da noite … O profeta denuncia os de coração duro, pessoas que retinham essas peças de vestuário como suas próprias, em violação da lei. CBASD, vol. 4, 1061.  

vinho dos que foram multados. O dinheiro injustamente recolhido dos pobres gastava-se na compra de vinho para as festas imorais. Bíblia Shedd.

A LXX [Septuaginta ou Versão dos Setenta] diz: “E beberam o vinho obtido pela estorsão”.  CBASD, vol. 4, 1061.

9 o amorreu. Uma tribo de Canaã, talvez a mais adiantada, simbolizando aqui todos os tipos de habitantes originais de Canaã, cuja pujança era semelhante à das árvores que cresciam na sua terra. Bíblia Shedd.

15 Sem harmonia com a vontade de Deus, nenhuma escapatória terá êxito. Bíblia Shedd.



Amós 1 by jquimelli
13 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: correção, Israel, profecias, prosperidade | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

“Amós”, que significa “um portador de carga” era um humilde pastor de ovelhas em Tecoa, na Judéia, no século VIII aC. Ele não era nem filho de profeta, nem havia sido treinado para ser profeta (7:14). No entanto, ele foi chamado por Deus para profetizar contra Israel a respeito do comportamento de seus líderes religiosos e políticos que faziam mal aos olhos do Senhor. Isso conteceu numa época em que Israel e Judá eram prósperos durante os reinados de Uzias, rei de Judá, e de Jeroboão, rei de Israel (v.1). 

Sentindo-se seguro contra os inimigos estrangeiros e confiante na sua própria força, Israel não vê qualquer perigo ou risco de destruição. Mas os maus frutos da prosperidade — orgulho, luxúria, egoísmo e opressão — estavam aparecendo com fartura tanto em Israel quanto em Judá. Amós sentiu-se incomodado com o luxo e os pecados existentes, descritos em vívidos detalhes por ele. Ele repreende os pecados que floresceram após a prosperidade material: as extravagâncias, as orgias, a libertinagem dos ricos, que podiam desfrutar disso pela opressão aos pobres e perversão do juízo, através de suborno e extorsão. 

Amós utiliza uma linguagem bastante vívida, própria de um pastor atento aos barulhos dos animais selvagens. Para expressar o desagrado do Senhor ele disse que “O Senhor ruge” e que as pastagens e o monte Carmelo iriam chorar (v. 2). Nos versos 3-15, o profeta apresenta o julgamento de Deus sobre Damasco, Gaza, Tiro, Edom e Amon. 

Damasco (vv. 3-5), a bela, próspera e bem fortificada capital e representante de toda a Síria, experimentaria os juízos de Deus por suas más ações intencionais e incuráveis, particularmente por “moer” gente como o grão é moído por artefatos de ferro (v. 3, NLT). Deus adverte que enviará fogo e destruirá Hazael e seu filho (Heb. Ben) Hadad, toda a sua dinastia e a cidade de Damasco, com todos os seus magníficos palácios reais. As barras transversais da porta da cidade seriam quebradas para o inimigo entrar e as pessoas abatidas no Vale de Áven. E, finalmente, o povo da Síria seria levado em cativeiro. Tudo isso se cumpriu quando o rei da Assíria subiu contra Damasco e a tomou. 

Gaza, a cidade dos filisteus, recebe acusação por impor a migração e a escravidão. Deus decidiu lançar fogo sobre os muros de Gaza a fim de devorar seus palácios. Os habitantes de Asdod, Asquelon e Ecron seriam abatidos. Gaza foi conquistada pelo rei do Egito, e por Alexandre, o Grande. Asdod foi capturada por Uzias, e depois por Sargão II. Deus destruiria aqueles que tentam destruir o seu povo. 

O julgamento também é pronunciado sobre Tiro (vv. 9-10), a principal cidade dos fenícios, por entregar prisioneiros israelitas aos edomitas. Sendo assim, eles também foram responsabilizados pelas crueldades que os judeus sofreram. A parte continental de Tiro foi tomada por Senaqueribe. Mais tarde, a ilha que pertence a Tiro foi conquistada por Asaradão e, finalmente, Tiro foi destruída por Alexandre, o Grande. Aos olhos de Deus uma pessoa é tão culpado do crime que ela ajuda a cometer quanto do crime que ela própria comete. 

Em seguida, Amós denuncia as três nações aparentadas de Israel por sangue — Edom, Amon e Moabe. A atitude pouco fraterna dos Edomitas, os descendentes de Esaú, em relação aos descendentes de Jacó, e a hostilidade dos Amonitas para com os Israelitas, foi condenada por Amós. É ruim odiar a um inimigo, pior do que isso odiar a um amigo e ainda pior odiar a um irmão. 

Senhor, livra-me de cometer injustiças e de oprimir aos semelhantes. Ajuda-me a amar a todos. 

Deepati Vara Prasad
Índia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/1/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Amós 1 

Comentário em áudio



Joel 3:14 – Vale da Decisão – Comentários selecionados by jquimelli
12 de setembro de 2014, 21:02
Filed under: Justiça | Tags: ,

Aqui, “Decisão” … refere-se à decisão ou decreto judicial do Juiz Celestial. O vale é visto agora como lugar em que aquele decreto será executado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deve-se notar, … que a “decisão” aqui mencionada refere-se à de Yahweh como juiz [cf. vv. 2, 12] não dos povos que estão sendo julgados. Em outras palavras, seu destino já está decidido. Agora é “o Dia do Senhor” … A LXX traz vale da “punição”, ou “vingança”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1047.

“Multidões, multidões no Vale do Julgamento [Judgment. tb: Sentença, Juízo]! O dia do Senhor está próximo, quando Ele decidirá o destino das nações.” Joel 3:14 na versão Clear Word.

Joel 3:12: “Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor” (ARA).



Amanhã começaremos a ler Amós! by jquimelli
12 de setembro de 2014, 18:07
Filed under: Estudo devocional da Bíblia | Tags: ,



Joel 3 by jquimelli

Comentário devocional:

O capítulo final do livro fornece um clímax apropriado à mensagem  profética de Joel. Os temas enfatizados eram importantes não só para o público de Joel, mas também para os nossos dias. De fato, vários dos temas ressaltados no capítulo 3 antecipam e prenunciam temas que são também destacados no último livro da Bíblia, o Apocalipse. Vamos considerar brevemente alguns desses temas:

Em primeiro lugar, há a ênfase na proximidade do Dia do Senhor. Joel proclama: “Pois o dia do Senhor está próximo” (3:14). É claro que este tema não está limitado ao profeta Joel. Repetidamente, a Bíblia fala da certeza da intervenção da vinda do Senhor nos assuntos humanos. Este tema chega a um grande clímax na última promessa das Escrituras: “Certamente, venho sem demora” (Apoc 22:20).

Este tema tem um significado especial para os que aguardam a breve segunda vinda de Jesus. Precisamos levar a mensagem de Joel a sério e renovar, como nunca antes, nosso foco na proximidade da vinda do Reino de Deus.

Um segundo tema enfatizado é a libertação que o Senhor efetua em favor Seu povo. Joel não estava afirmando que o povo de Deus não iria enfrentar nenhum perigo. De jeito nenhum!. De fato, Deus advertiu que seus inimigos batalhariam contra eles (3:9-12). Mas no momento extremo, um livramento maravilhoso seria experimentado, porque “o Senhor será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para Israel” (3:16 NVI). Esta mesma ênfase ocorre em outros lugares da Escritura, e tem um significado especial para a igreja de Deus do último dia. 

Finalmente há o foco na presença contínua do Senhor com o Seu povo. Depois de experimentar a devastação resultante da praga de gafanhotos (cap. 1) e a destruição provocada pelo exército inimigo (cap. 2), a pergunta que surge é: qual será o futuro do povo de Jerusalém? 

Felizmente, o profeta responde a esta pergunta de uma maneira magnífica na última frase do livro: “O Senhor habita em Sião” (3:21 NVI). Isso não é nada mais, nada menos do que uma bela antecipação da promessa do último livro da Bíblia de que Deus habitará com o Seu povo para sempre quando Ele lhes restituir a Cidade Santa, a nova Jerusalém (Apoc 21).

Que nós, como povo de Deus hoje, vivamos na expectativa do tempo previsto pelo profeta Joel. Tenhamos sempre em vista o dia do breve retorno do Senhor. Mantenhamos vivo em nossa mente a certeza da Sua gloriosa salvação. E aguardemos com expectativa o momento em que Ele habitará com o Seu povo para sempre e sempre.

Greg A. King, Ph. D.
Decano da Escola de Religião
Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Joel 3 

Comentário em áudio 




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