Reavivados por Sua Palavra


Isaías 59 by jquimelli
24 de abril de 2014, 0:00
Arquivado em: Amor de Deus, graça, salvação | Tags: ,

Comentário devocional:

Este capítulo é composto de duas seções: as más notícias e as boas notícias. 

Primeiro, vamos às más notícias: Todos nós somos pecadores, culpados de quebrar a lei de Deus. Isaías fala acerca da enorme força que o pecado exerce sobre nós e da devastação que ele causa em nossos relacionamentos, especialmente nosso relacionamento com Deus. O pecado nos separa do Criador (v. 1-3). 

Ao longo dos tempos os seres humanos têm tentado encobrir seus pecados sob o disfarce de rituais religiosos. Antes que possamos apreciar a Salvação, responder a ela, ansiar por ela, temos de perceber como o pecado é horrível. Isaías 59 retira a máscara para revelar a maldade insidiosa e desesperada do coração humano. 

No entanto, vemos neste capítulo dois grupos de pecadores. O que os torna diferentes?

As pessoas descritas nos versos 4-8 são aqueles que rejeitam a Deus desafiadoramente. O profeta de Deus se afasta deles. São aqueles cujos pecados intencionais se endureceram em maldade. Eles não tem paz (v. 8).

Por outro lado, vemos um grupo de pessoas que reconhecem que são pecadores mas se entristecem por causa disso. Isaías se inclui no segundo grupo, assim como Esdras e Daniel o fizeram. “… buscamos claridade, mas andamos em sombras …, tateamos como quem não tem olhos … são muitas as nossas transgressões diante de ti, e os nossos pecados testemunham contra nós“ (v. 9-12a NVI). Não há, aqui, justiça própria ou negação da verdade. Eles pararam de fingir e admitem: “Não temos sido fiéis, temos nos revoltado contra ti e nos afastado de ti, o nosso Deus. Temos falado de crimes e de revoltas e temos feito planos para enganar os outros” (v. 13 NTLH).

Agora, as boas novas: para estes é estendida a promessa de Jesus: “Bem-aventurados os que choram” por seus pecados “porque serão consolados” (Mt 5:4 ARA).

Existe justiça nessa terra? O veredito do “Justo Juiz da Terra” é: “Não!” E temos que concordar! Não é preciso viver muito tempo neste planeta para percebermos que a vida não é justa. Quatro vezes neste capítulo (v. 4, 9,11,14), e muitas vezes ao longo do livro, Isaías lamenta este fato: a sociedade não tem mispat. Esta palavra hebraica para a justiça representa o modo como as coisas deveriam ser em uma sociedade governada por Deus e obediente à Sua Lei do Amor – o modo como Ele na criação planejou que as coisas fossem. A desobediência resulta num espírito de ilegalidade, de falta de justiça, de separação de Deus (e dos outros) que é representado por palavras como revolta, iniquidade, transgressão e pecado. 

Deus fica consternado, cheio de fúria divina, quando vê o estado do homem nas garras deste inimigo cruel chamado pecado; quando vê a luta agonizante que Seus filhos têm consigo mesmos. Ele decide então ajudar a humanidade a qualquer custo (v. 15b, 16). Nosso Poderoso Guerreiro vem pessoalmente em nosso socorro. Ele usa a arma mais drástica e poderosa de todas – o amor! Na forma do Servo Sofredor que usa sua própria armadura (v.17; Ef 6:10-18), Ele vence de forma surpreendente: ele próprio fornece justiça e salvação para o livramento de Seu povo, restabelece a justiça e a misericórdia como o fundamento de Seu trono e com vingança e zelo castiga e destrói o mal (v. 17, 18).

Louvai ao Senhor, todos os povos reverenciem o Seu nome para sempre (v.19)! A aliança de Deus com o homem é eterna. Sua intervenção e envolvimento com os assuntos dos homens nunca cessam. Em todas as épocas Deus tem pessoas guiadas pelo Espírito, que proclamam a sua palavra (v.21). Com Deus, a libertação nunca será apenas uma coisa do passado; Sua maior intervenção ainda está por vir quando Ele exterminará o mal completamente e dará início ao seu reino de glória.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/59/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 59 



Isaías 58 by jquimelli
23 de abril de 2014, 0:00
Arquivado em: comunhão, sábado | Tags:

Comentário devocional:

Nesse capítulo a ordem urgente de Deus para Isaías é: “Grite alto, não se contenha! Levante a voz como trombeta.” (v. 1 NVI). Deus está advertindo o Seu povo do perigo e chamando-o ao verdadeiro jejum.

Deus deu a Israel muitos rituais como um meio de preparar seus corações para a Sua obra de torná-los santos. O templo e seus serviços eram um retrato audiovisual do Plano de Salvação de Deus. Os dias de jejum eram solenes e impressivos e produziam uma elevação na condição espiritual do povo. 

Infelizmente os filhos de Israel com frequência  valorizavam mais a pompa do templo e o fato de serem descendentes de Abraão do que o privilégio de se relacionarem com Deus e O obedecerem de coração. Tal como acontece com a Igreja de Laodicéia, a conformidade exterior às leis de Deus levou o povo a acreditar que Deus estava obrigado a abençoá-los a despeito de seus pecados. Isto se reflete na avaliação recebida: infeliz, miserável, cego e nu (Apoc. 3:17).

A advertência de Deus vale tanto para o Seu povo daquela época quanto para o de hoje. O ‘jejum’ e o culto feitos pelos motivos errados podem parecer uma coisa boa, mas confundem a verdadeira adoração com a falsa adoração. O resultado é um comportamento destrutivo: lutas pelo poder dentro da igreja, disputas teológicas, tensões internas e negligência de cuidar dos necessitados e de cumprir a missão evangélica. Tudo isso feito em nome de Deus (v. 1b-5)!

O “verdadeiro jejum”, a adoração que agrada a Deus, se revela na maneira como tratamos os outros (v. 6-12). É marcado pelo arrependimento genuíno e por vidas transformadas. As pessoas param de brigar e de explorar os fracos. A auto-indulgência e a ganância são substituídas por generosidade de espírito e pelo cuidado dos pobres e dos que sofrem.

Vidas generosas como essas agradam a Deus e liberam as bênçãos que Ele está ansioso para conceder. As 10 bênçãos mencionadas nos versos 8, 9, 10b e 11 são todas uma concretização das bênçãos da aliança que os filhos de Deus anseiam receber.

Quando procedemos assim tornamo-nos canais através dos quais as bênçãos da aliança de Deus fluem para os outros. Tornamo-nos locais de descanso e fontes de água para almas cansadas e sedentas. Tornamo-nos restauradores de vidas quebradas. O amor de Deus revelado em nossas vidas atrai o coração das pessoas para os caminhos antigos da verdadeira adoração e restaura a confiança em Deus e Suas leis.

O verdadeiro jejum é acima de tudo manter um relacionamento correto com Deus e com o próximo não apenas por obrigação, mas com alegria. Isaías destaca como a correta observância do sábado favorece essa experiência de regozijo no relacionamento com Deus que nos leva a tratar bem ao nosso irmão. 

O descanso sabático é muito mais do que obedecer a letra da lei. Envolve entrega total a Deus e completa confiança em Sua obra por nós como Criador e Redentor. Os adoradores que experimentam essa dimensão espiritual do sábado desfrutam de intimidade com Deus e alcançam vitórias sobre suas falhas de caráter. Além disso, por viverem numa atmosfera de paz e felicidade, desfrutam de relacionamentos agradáveis uns com os outros. O descanso sabático faz parte do verdadeiro jejum espiritual.

Senhor, ensina-me a praticar o jejum que te agrada!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/58/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 58 



Isaías 57 by jquimelli
22 de abril de 2014, 0:00
Arquivado em: confiança em Deus | Tags: ,

Comentário devocional:

Que maior conforto poderia haver para aqueles cujos entes queridos foram arrebatados pelo grande inimigo, a morte, do que os versos 1 e 2 deste capítulo! (“Os justos são tirados para serem poupados do mal. Aqueles que andam retamente entrarão na paz; acharão descanso na morte” NVI). A morte nunca acontece de forma aleatória. O Soberano do Universo está totalmente no controle da vida e da morte. 

Além disso, os filhos de Deus nunca morrem sozinhos; sua morte nunca é sem sentido. No momento certo o próprio Deus permite que descansem a fim de poupá-los de algum mal; algo que seria mais do que poderiam suportar. Ele os retira do reino deste mundo de pecado, sofrimento e agonia. Como seu Criador e Redentor Ele fica perto dos Seus filhos na hora da morte e recolhe para Si o fôlego de vida que lhes deu ao nascerem. Eles dormem em paz até que sejam despertados para verem o seu Senhor vindo sobre as nuvens do céu, para inaugurar o tão esperado Reino da Glória. Que esperança! Que conforto para o povo de Deus!

Quão diferente é a vida e a morte daqueles que rejeitam a Deus. Os versos 3 -13a mostram que aqueles que O rejeitam, o fazem com desafio calculado. Suas vidas são marcadas por orgulho e arrogância. Eles não tem paz e tornam-se progressivamente mais imorais e sem coração. Eles não parecem se importar como o seu comportamento afeta seus filhos (5b).

Em um contexto moderno, parece que muitos estão subindo na escala social e ganhando reconhecimento mundial, mas muito frequentemente, eles se encontram emocionalmente falidos, impotentes e abandonados por Deus e pelo homem (v. 10-13a). Uma vida assim conduz ao desespero e, eventualmente, para a solidão de um túmulo escuro sem Deus (“o fundo do poço”, v.9 NVI).

Por outro lado, a vida daqueles que pertencem ao povo de Deus é marcada por contrição e humildade, qualidades que são essenciais para a cura e a plenitude; a contrição abre o caminho para a justificação e a humildade marca o caminho da santificação. 

Pessoas com essas características são considerados por Jesus em Seu Sermão da Montanha como “abençoadas” e são retratadas como cidadãs do Reino dos Céus.

O “Alto e Sublime, que vive para sempre”, se inclina para fazer sua habitação com  “o contrito e humilde de espírito” (v. 15 NVI). Ele prepara um caminho para os seus filhos e remove os obstáculos do caminho (v.14). Ele os cura, conforta e os orienta no caminho ajudando-os a transpor as presentes provações e a alcançarem o lugar de descanso final no reino de Deus (v.18).

Ao compararmos a vida do justo e do ímpio, nos parece incompreensível que alguém rejeite a paz que Deus oferece. No entanto o pecado cega as pessoas e as leva a rejeitarem a Deus.

O justo encontra paz não apenas no momento da morte. O Servo sofredor confere-lhes o concerto de paz que nunca será removido (Is 54:10-13). Seus filhos vivem em uma atmosfera de paz e louvor (v. 19) que o mundo não pode dar ou compreender.

Aleta Bainbridge
Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/57/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 56 



Isaías 56 by jquimelli
21 de abril de 2014, 0:00
Arquivado em: restauração | Tags: , ,

Comentário devocional:

Chegamos agora à ultima seção desta Grande Sinfonia da Salvação escrita por Isaías, em que se entrelaçam temas como julgamento e salvação, justiça e misericórdia, advertência e conforto, as consequências e a brilhante esperança. 

Os capítulos 56-66 contém a mensagem especial de Deus para os exilados que seriam libertados por Ciro e enviados de volta para casa para recomeçar a nação praticamente do zero (44:24-28). Alquebrados pelo sofrimento da disciplina, era propósito do Senhor que alcançassem a humildade e contrição de espírito (cf. Isaías 66:2). Este seria um momento de grande expectativa para os exilados. Eles ficariam animados com as promessas de um reino e de um templo restaurados e de um novo começo prestes a amanhecer para eles.

O próprio Senhor (Yahweh) descreve os ideais dessa comunidade restaurada (v.1-8): deveria ser um reino caracterizado pela justiça, retidão e responsabilidade social; um reino que conheceria a alegria do descanso sabático (v.3-8). A salvação total seria concedida a TODOS os “que se unirem ao Senhor para servi-lo, para amarem o nome do Senhor e prestar-lhe culto” (v. 6 NVI), incluindo aqueles que tinham sido anteriormente consideradas excluídos (como os eunucos e os estrangeiros).

Mas Isaías precisava preparar o povo de Deus para as imensas dificuldades à frente, vindas de sua própria liderança, antes do reino de Deus se tornar uma realidade gloriosa. Suas tentativas de estabelecer uma comunidade segura e viável, sob o governo de Deus, seria repleta de frustração. O pecado com toda a sua agonia existiria em nível pessoal e corporativo e eles seriam tentados a desanimar, especialmente quando percebessem que estariam sendo conduzidos, mais uma vez, por líderes ímpios. Isaías simpatiza com o povo. Ele chama seus líderes de cegos e mudos (v. 10) e os denuncia com palavras fortes: “São cães devoradores, insaciáveis. São pastores sem entendimento; todos seguem seu próprio caminho, cada um procura vantagem própria” (v. 11 NVI).

A mensagem de Isaías também é para nós: todos os que viveram entre a primeira e a segunda vinda de Cristo.

Cristo veio a primeira vez para estabelecer o Seu Reino na terra, mas avisou que teríamos que suportar muitas dificuldades até que Ele viesse uma segunda vez para inaugurar o seu Reino de Glória. Até aquele momento, o reino de Deus e os reinos deste mundo existiriam lado a lado. A tensão entre o bem e o mal está se tornando mais crítica à medida que a maldade ganha terreno e se torna mais destrutiva. Mais e mais vemos líderes terrenos, civis e religiosos, se encaixando na descrição bíblica de lobos em pele de cordeiro.

Ao vermos todas estas coisas acontecendo não desanimemos ou permitamos que nossos corações se tornem insensíveis. Concentremo-nos na certeza de que em breve o reino de glória será implantado por Deus para TODOS aqueles que o amam.

Aleta Bainbridge
Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/56/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 56 



Isaías 55 by jquimelli
20 de abril de 2014, 0:00
Arquivado em: salvação | Tags: ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, Deus Se dirige aos não conversos. O resultado do sacrifício de Jesus na cruz é que as portas estão agora abertas para que todas as pessoas, de todos os cantos do mundo, possam entrar em Sua família! Esta é uma bela maneira de fechar esta subseção de Isaías. É um convite para uma festa, para a alegria. A morte do Servo pagou o custo da festa.

Eu acredito que neste capítulo Deus está tentando nos fornecer os componentes necessários para nos aproximarmos daqueles que não conhecem o Deus do céu: convite e boas-vindas (v.1), uma revisão da condição humana (v.2), o foco sobre a pessoa de Cristo (v. 3-5) e o apelo para que busquem a Deus com base em Seu perdão (v.6-7). 

Importante também é: o reconhecimento de que Deus não é o que podemos supor que Ele é (v. 8-9), o convite para ouvir a Palavra de Deus, pois ela é digna de confiança (v. 10-11) e a vida abundante que é possível com Cristo (v. 12-13).

Água, vinho, leite e pão (v. 1,2) representam as bênçãos da salvação. Deus convida a todos os “que não possuem dinheiro algum” para obtê-las e, a seguir, Ele diz: “venham, comprem e comam” (v. 1 NVI). Aqueles que não tem dinheiro algum são encorajados a comprar “sem dinheiro e sem custo” (v. 1 NVI). Ninguém pode pagar pela salvação que Jesus oferece – o que Ele oferece é inestimável, sem preço, custou a vida de Jesus. Qual poderia ser o preço do Filho de Deus, o Rei da glória, o Criador da terra? Ele não tem preço.

No entanto, somos instados a comprar. Cristo já comprou o resgate de nossas vidas por meio do Seu sangue derramado, isso a Bíblia deixa claro (Ap 5:9). O que significa, então, que devemos comprar a salvação? O próprio Jesus explicou isso, séculos depois de Isaías. É semelhante ao homem que encontrou um grande tesouro escondido num campo e ao homem que encontrou a pérola de grande valor: ambos venderam tudo o que tinham a fim de obter o que eles encontraram (Mt 13:44-46). 

Significa que devemos estar dispostos a abrir mão de tudo o que nos é caro a fim de receber aquEle a quem nossa alma anseia. Tem mais a ver com desapego do que em ter poderes para comprar, como Jesus ensinou ao jovem rico.

O apelo de Deus é simples: “Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto. Que o ímpio abandone o seu caminho… Volte-se ele para o Senhor”(v. 6-7 NVI). 

Você sabe onde está o tesouro. Você ainda não conhece a enormidade que ele vale, mas suspeita que será melhor do que tudo o que você já conheceu. Deus diz: não espere. Não se distraia com coisas menores. Apresse-se enquanto é dia, deixe tudo para trás para que você possa desfrutar já deste grande tesouro.

Os que fizerem isso “sairão em júbilo e serão conduzidos em paz; os montes e colinas irromperão em canto … e todas as árvores do campo baterão palmas” (v.12 NVI). Tudo ao seu redor será visto de maneira diferente; toda a natureza será vista como algo novo e vivo. 

Vale a pena viver e amar a Deus nesta vida e ao longo dos séculos sem fim da eternidade. Venha para as águas… hoje!

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/55/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 55 



Isaías 54 by jobsonds
19 de abril de 2014, 0:01
Arquivado em: Israel, prosperidade | Tags: , , , , , ,
Comentário devocional:
O resultado do ministério salvador de Jesus mencionado em Isaías 53 é visto neste capítulo e no próximo. Neste capítulo, Deus fala àqueles que o conhecem; no próximo, àqueles que não o conhecem.
A linguagem em Isaías 54 é simplesmente linda. Deus é o nosso Criador, Redentor, Marido, e Professor. Mas a linguagem predominante é de Deus como nosso amoroso marido. Veja a riqueza do versículo 5, por exemplo: “Pois o seu Criador é o seu marido”. Ele não é qualquer um, Ele é o Criador do universo! Ele é aquele que lhe formou e lhe criou. Este é o seu marido! Seu nome é “o Senhor dos Exércitos”. Em algumas culturas, quando uma mulher se casa ela passa a ter o sobrenome do marido. Você gostaria de ter o sobrenome “de Deus” no seu nome?
Há mais verdades lindas nesse capítulo. Deus não nos convidou para sermos sua esposa por causa da nossa beleza, talento ou inteligência. Quando Ele nos encontrou eramos como “uma mulher abandonada e aflita de espírito”, ou ainda, como “uma mulher que se casou nova apenas para ser rejeitada” (v. 6, NVI). E depois que Ele nos tomou como esposa, ​​não desempenhamos o papel mais importante que se esperava de uma mulher na época. “Ó estéril… você que nunca esteve em trabalho de parto ” (v.1, NVI). Nos tempos bíblicos, não havia maior desgraça para uma mulher do que não ser capaz de gerar filhos para seu marido. E, no entanto, diz Isaías, o Senhor ainda nos amou. Nós não somos como uma mulher desamparada! Somos amados por nosso Deus!
É por isso que o profeta diz: “Cante, ó estéril… irrompa em canto, grite de alegria” (v. 1, NVI) . Cante alegremente, porque você, que não podia engravidar, vai ter mais filhos do que aquela que teve muitos. Você terá que ampliar a sua tenda para ter espaço para eles (v. 2), e “seus descendentes desapossarão nações e se instalarão em suas cidades abandonadas” (v. 3, NVI) . “Você esquecerá a vergonha de sua juventude” (a experiência de Israel no deserto) “e não se lembrará mais da humilhação de sua viuvez” (seu exílio para a Babilônia) (v. 4, NVI).
Quando Deus disse: “Por um breve instante eu a abandonei” Ele se referia ao cativeiro Babilonico. Entretanto, contrabalançando qualquer dor que Ele tenha permitido para o bem de seu povo, a promessa de Deus é clara: “com profunda compaixão eu a trarei de volta… com bondade eterna terei compaixão de você” (vv. 7-8, NVI). As montanhas podem desaparecer, mas “a minha fidelidade para com você não será abalada, nem será removida a minha aliança de paz” (v. 10, NVI).
Deus assegura a Israel, sua esposa, que em vez de guerra, pedras preciosas irão rodeá-la, e os seus filhos serão ensinados diretamente por Ele, o Senhor (vv.12-13). “Nenhuma arma forjada contra você prevalecerá”, pois “esta é a herança dos servos do Senhor”  (v. 17, NVI).
Deus tinha grandes planos para o Israel pós-exílico, mas depois do cativeiro babilônico eles tornaram-se hipócritas e teimosos e assim impediram que os planos de Deus se cumprissem para eles como nação.
As promessas desse capítulo também nos pertencem. Promessas de prosperidade, proteção, paz e alegria. Permaneçamos fiéis ao nosso Marido, Jesus e recebamos tudo o que Ele tem planejado para nós nesta vida e na eternidade! 


Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/54/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 54 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-54/

 



Isaías 53 – O mais belo capítulo by jquimelli
18 de abril de 2014, 8:36
Arquivado em: Sem categoria

Isaías 53 – Para mim, difícil é dizer qual o verso bíblico preferido; mas considero o capítulo de leitura de hoje, o mais belo, extraordinário, profundo e teológico da Bíblia; sendo ela o Livro dos livros, considero este o Capítulo dos capítulos.

Nele, encontro ampliado o verso mais conhecido do Novo Testamento: João 3:16. Em seus 12 versos, vejo o resumo, não só dos quatro evangelhos, mas de toda Palavra de Deus. Sua mensagem é profética/messiânica, a coroa das profecias. Há ricos detalhes sobre Cristo reunidos num só lugar escritos cerca de 800 anos antes do Seu nascimento. Todavia, o que mais impressiona é o amor divino ali estampado objetivando alcançar-me.

O sacrifício apaixonado traçado neste capítulo levou o eunuco a entregar-se ao Salvador (Atos 8); foi base à cristologia do apóstolo Pedro (I Pedro 2); e, a fonte de outros escritores bíblicos. Tal amor motiva-me a um compromisso total com Cristo.

Amigo(a), Jesus é o enviado de Deus, o Servo sofredor, o Messias tanto esperado, o Salvador. Sua morte crudelíssima não foi determinada pelas circunstâncias, pois Ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades (vs. 4-5, 8, 12). Somos responsáveis pela morte do inocente Filho de Deus.

Por outro lado, Deus Pai O entregou à morte por nós; depositando sobre Ele nossa culpa, mazela e iniquidade, até as mais terríveis (vs. 4, 6, 10). Entretanto, Jesus, voluntariamente, deu Sua preciosa e perfeita vida por amor a nós imperfeitos, ingratos, irreverentes e estúpidos pecadores (vs. 4, 10-11). Não merecíamos nada, Ele nos deu tudo!

Sabendo que seria desprezado, humilhado, traído e morto, aceitou sacrificar-se para poder justificar a muitos pecadores condenados à morte (v. 11). Assim, nossa decisão por Jesus é a Sua recompensa (v. 12). Não há melhor método de salvação!

Embora desejo escrever mais, concluirei esta curta reflexão com as palavras de Phillip P. Bliss:

“Homem de dores”, nome encantador
Para o Filho de Deus que veio, em amor,
Resgatar o arruinado pecador!
Aleluia! Que Salvador!

Vergonha e zombaria suportou,
Meu lugar de condenação assumiu,
Com Seu sangue o meu perdão selou;
Aleluia! Que Salvador!

Como desconheço outro Ser que fez tanto por mim, dedicarei a Ele minha vida até o fim! E você? Decida-se e tenha Feliz Páscoa! – Pr. Heber Toth Armí.

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