Reavivados por Sua Palavra


Ezequiel 36 by jquimelli
2 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: graça, restauração | Tags:

Comentário devocional:

Como outros livros proféticos, o livro de Ezequiel segue um padrão básico de três partes. Na primeira seção, o julgamento vem sobre Israel por causa de sua persistência no pecado (Ezequiel 1 a 24). Na segunda seção, o julgamento recai também sobre as outras nações ao redor de Israel (Ezequiel 25 a 32). E na parte final, Deus promete a restauração do Seu povo (Ezequiel 33 a 48).

Ezequiel 36 tem como foco a restauração do povo de Deus. Este é um capítulo chave para a compreensão das principais idéias e conceitos teológicos da seção que vai do capítulo 33 ao 48. O tema central é que o pecado de Israel e o julgamento posterior não só destruíram a nação, mas também envergonharam o nome de Deus. Como o Senhor é o Deus de Israel, a infidelidade do seu povo profanou o Seu nome perante outras nações. Então, Deus removerá essa vergonha. Ele abençoará e renovará Israel para que as pessoas e as nações vizinhas saibam que Ele é o Senhor. (verso 23).

Deus trará o povo de Israel de volta para a sua terra, purificado, e lhe dará um novo coração e um novo espírito (verso 26). O que é surpreendente é que, segundo Ezequiel, Deus faz tudo isso não porque Israel se arrependeu, mas porque os atos da graça de Deus levarão Israel a arrepender-se de seus pecados. Deus faz tudo isso porque Ele deseja que Seu povo saiba quem Ele realmente é e o que Ele pode fazer por eles.

Isto me faz lembrar o texto de Romanos 5:8: “quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.” Você tem agradecido pela graça de Deus concedida a você? Você tem permitido que essa graça lhe atraia para perto dEle fazendo com que você abandone qualquer pecado conhecido?

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/36/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 36 

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Ezequiel 35 by jquimelli
1 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: consequências, profecias | Tags: , ,

Comentário devocional:

Ezequiel fechou o círculo em suas proclamações contra as nações. O monte Seir e Edom foram mencionados na primeira mensagem de Ezequiel, no capítulo 25. Agora Seir e Edom voltam ao foco. O objetivo desta mensagem contra Edom, foi proclamar que o juízo de Deus viria sobre eles devido a sua ira, inveja e ódio contra o Senhor e o seu povo (v. 11).

Os edomitas foram impiedosos quando Israel e Judá foram invadidos pelos assírios e babilônios, unindo suas espadas aos dos invasores. Agora eles mesmos serão perseguidos pela espada. Não há montanha, vale, ou ravina para onde eles possam fugir e se esconder. 

No passado, em diversas ocasiões, os edomitas derramaram sangue inocente. Agora o sangue deles é que será derramado. A injustiça pode governar por um tempo, mas no juízo final ela se voltará contra a pessoa que não se arrepender.

Quando o Senhor voltar, como Ele julgará aqueles que são chamados pelo Seu nome? Somente poderemos encontrá-Lo em paz se tivermos buscado a paz e a justiça aqui, em nossa vida terrena. “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9 ARA).

Qual é a minha resposta quando os inocentes sofrem? Faço parte da multidão que os oprime, assim como aqueles que condenaram e crucificaram a Jesus? Ou me coloco ao lado da justiça e da verdade? No final das contas, é isto que o Juiz de toda a terra está procurando: pessoas que amam a paz e a bondade. Apesar das doutrinas certas terem a sua importância e o seu lugar no juízo final, não ajudará em nada termos apenas aceitado intelectualmente as doutrinas corretas. O que realmente importará é como eu tratei meu companheiros seres humanos.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/35/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 35 

Comentário em áudio 



Ezequiel 34 by jquimelli
31 de julho de 2014, 0:00
Filed under: liderança | Tags: ,

Comentário devocional:

Em meio à mensagens de julgamento contra as nações, Ezequiel tem uma mensagem para os líderes espirituais, descritos de maneira figurada como maus pastores de ovelhas, que utilizam sua lã e comem a sua carne, mas não providenciam pasto adequado para elas, não procuram as perdidas nem cuidam das doentes (v. 1-10). O ideal do bom pastor presente no Novo Testamento, é primeiramente apresentado aqui em Ezequiel.

Ao condenar o egoísmo dos líderes, Ezequiel adverte que o julgamento está chegando (v. 17), um julgamento que vai separar as ovelhas das cabras (ver Mateus 25:31-46). No dia a dia é difícil saber quais pessoas agradam a Deus, é difícil saber quem são os justos e quem são os ímpios. No entanto, como Ezequiel 33 deixou bem claro, no juízo vindouro tudo será revelado. Se alguém está oprimindo o seu próximo, alguma das ovelhas de Deus, ainda dá tempo de mudar o comportamento e salvar a sua vida.

Nos dias de Ezequiel os pastores de Israel receberam a reprovação de Deus. Mas o Seu povo podia alegrar-se porque o Bom Pastor estava a caminho. O próprio Deus irá cuidar das ovelhas doentes e desgarradas. Ele irá cuidar das pessoas e trazer paz e prosperidade a elas. O Messias virá e será o Bom Pastor sobre todo o povo.

Como pais, professores, pastores, Ezequiel 34 nos adverte da solene responsabilidade de sermos sub-pastores do rebanho do Bom Pastor. Peçamos a Deus que nos ajude a cuidar ternamente das ovelhas a nós confiadas, sem jamais prejudicá-las ou explorá-las. Peçamos a capacidade de amar as ovelhas, do mesmo modo como elas são amadas pelo Supremo Pastor.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/34/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 34 
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Ezequiel 33 by jquimelli
30 de julho de 2014, 0:00
Filed under: Estudo devocional da Bíblia, profecias | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Muitas vezes as palavras dos profetas são difíceis de conciliar com a crença em um Deus amoroso. Principalmente quando estas mensagens parecem focadas na destruição humana. O Senhor usa neste capítulo a imagem do profeta como vigia. Um vigia soa o alarme quando um inimigo se aproxima e, então, a pessoa que ouve pode optar por fugir ou ficar. O ouvinte, e somente ele, é responsável pelo resultado. Por outro lado, se o vigia não soar o alarme e ficar indiferente ao que está acontecendo, então ele será responsabilizado pelo desastre.

Ezequiel é o vigia. Por mais alarmante que a mensagem possa ser, o objetivo é a salvação, não destruição. Deve haver um alerta da possível ocorrência de coisas ruins para que elas não aconteçam. As advertências e as promessas de Deus são igualmente condicionais.

Não pode haver meio termo ou indecisão diante da mensagem do profeta. O momento exige uma resposta decisiva. Não importa o quão ímpio possamos ser, arrepender-se no momento crítico é o que conta. Por outro lado, não importa o quão justo sejamos, afastar-se do bem no momento crítico traz perda.

Lembro-me dos trabalhadores da parábola de Jesus que trabalharam um número diferente de horas do dia, mas receberam todos o mesmo salário ao final. No entanto, cada um respondeu positivamente quando chamado (Mt 20:1-6). Aqueles que dizem sim para Deus na hora crítica em que ouvem o convite da graça, recebem a aprovação do Senhor.

Agora é o momento de nos decidirmos. Ao ouvirmos o convite do Espírito Santo, não percamos tempo, coloquemos a nossa vida em plena harmonia com a vontade de Deus.

Ross Cole

Avondale College, Australia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/33/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 33

Comentário em áudio 

 

Comentários selecionados:

O cap 33 de Ezequiel é um dos maiores reveladores da história de Judá. No exílio, eles tomam conhecimento da destruição de sua capital, Jerusalém (que eles achavam que nunca cairia) e pela primeira vez reconhecem que são responsáveis pelos juízos que sofrem. Aqui também descobrimos porque os remanescentes em Judá não conseguiram ocupar e manter a terra (v. 24, 25). E a maior revelação: o maior desejo de Deus para nós é que vivamos! 

O ministério de Ezequiel agora toma uma nova direção. Após o juízo divino, vem a graça de Deus e a promessa de restauração na era messiânica. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este capítulo assinala o começo da segunda parte do livro de Ezequiel. A primeira parte do livro diz respeito, primariamente, a Jerusalém, no passado e no presente; a segunda parte enfoca a futura Cidade de Deus. Essa parte do livro começa repetindo dois temas importantes: primeiro, uma reiteração do chamado de Ezequiel como atalaia (vs. 1-9; cf 3.16-21); e, segundo, a doutrina da responsabilidade moral individual (vs. 10-20; cap. 18). Os exilados ouvem as notícias de Jerusalém no v. 21; o resto das declarações de Ezequiel acerca de Jerusalém não prevê juízo e destruição, mas, sim, restauração. Bíblia de Genebra.

1-20 Estes versículos ensinam que o pastor deve anunciar a plenitude da palavra de Deus, isto é, todos os julgamentos e advertências que Deus pronuncia (1-6) e todos os convites à conversão que Deus faz, bem como as promessas de consolação e de restauração que Deus o autoriza pronunciar (16). “Cada palavra que procede da boca de Deus”, Mt 4.4, deve ser o conteúdo de pregação do pastor. Bíblia Shedd.

10 nossas ofensas e pecados. Essa foi a primeira ocasião em que os exilados expressaram consciência do pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

desfalecemos neles. O estado de espírito dos ouvintes de Ezequiel havia mudado. Antes, o profeta encontrara descrença e escárnio (Ez 12:22). O povo tentou desculpar sua transgressão afirmando que estava sendo punido, não por seus próprios pecados, mas pelos de seus pais (18:12). Diante do fato da destruição de Jerusalém, eles já não podiam contradizer as palavras do profeta. Em desespero, o que estavam dizendo, na verdade, era: “Se tudo isso é punição por nossos pecados, que esperança há para nós?”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 757.

Finalmente, aos sobreviventes na Babilônia está ocorrendo a ideia de não confiar na segurança física de Jerusalém, mas sim procurar a resposta na sua própria péssima situação espiritual. Os primeiros momentos de arrependimento são dolorosos, até que se saiba que há uma resposta final e completa para o pecador: “Deus prova o Seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8-11). Bíblia Shedd.

11 não tenho prazer na morte do perverso. Ezequiel anima seus concidadãos com a certeza de que Deus não tem prazer na morte deles. O que Ele deseja é que se arrependam e vivam (2Pe 3:9). CBASD, vol. 4, p. 757.

Os restantes dos israelitas na Babilônia já ouviram os pronunciamentos de Ezequiel sobre o castigo divino que estava caindo em cheio sobre as nações pagãs, e sobre Judá, porque aderira ao paganismo. Ezequiel, porém, mostrava-lhes que o “caminho sobremodo excelente” da vontade de Deus é a restauração do pecador. Bíblia Shedd.

21 caiu a cidade.O primeiro fugitivo de Jerusalém anuncia a queda da cidade. Andrews Study Bible.

Cinco meses depois de o templo ter sido incendiado. [...] Com essa declaração, todas as profecias anteriores de Ezequiel foram cumpridas e vindicadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É o ponto histórico entre o velho Israel de Canaã e o novo Israel remanescente que estava se formando no cativeiro. Bíblia Shedd.

24 os moradores destes lugares desertos. Os pobres dentre o povo foram deixados na terra como vinheiros e lavradores, e a eles se uniram judeus que fugiram de países vizinhos (ver 2Rs 25:12, 22; Jr 52:16). Esta mensagem tem o objetivo de combater um ditado que era corrente entre esse grupo. CBASD, vol. 4, p. 757.

Abraão era um só; no entanto, possuiu a terra. Estas palavras expressam as arrogantes declarações dos que haviam sido deixados na terra pelos babilônios. O que eles declaravam era que, se Abraão, sendo um só, recebeu a posse da terra, eles, sendo muitos, certamente poderiam reivindica-la e tomar posse das propriedades dos que foram exilados. Em resposta, o profeta afirma que o fato de alguém ser descendente de Abraão não representava nenhuma vantagem, porque Deus estava interessado em qualificações de caráter; e o fato de eles serem muitos não tinha qualquer relevância para a questão.

Muitos confiam em sua ligação com uma organização religiosa, em vez de buscar a santidade de coração, que é unicamente o que capacita a permanecer em pé no último dia. Depositam confiança em números e popularidade. Em última análise, a verdadeira religião é um assunto pessoal, e cada um precisa buscar a própria salvação com temor e tremor. A ligação com a igreja organizada é o resultado natural e esperado de uma genuína experiência pessoal, mas isso, em si mesmo, não constitui o fundamento da esperança de ninguém. CBASD, vol. 4, p. 758.

Há uma grande diferença entre a fé obediente e humilde de Abraão, e a presunção pecaminosa da escória de Israel, abandonada a viver como os animais na terra desolada. Bíblia Shedd.

25. vossos ídolos e derramais sangue. As pessoas deixadas na terra não mostravam qualquer disposição para se afastar dos pecados dos pais. O povo vivia em aberta rebelião contra as ordens expressas de Deus (ver Jr 42-43). CBASD, vol. 4, p. 758.

29 desolação e espanto. As poucas pessoas que moravam nos campos, depois da destruição de Jerusalém, que aliás conservavam a mesma soberba infernal (24) que determinara a queda da cidade, foram logo forçadas a fugir para o Egito deixando o território como presa para os habitantes das nações ao redor, pois a terra nada mais sustentava, a não ser apenas as alimárias do campo (Jr 44.22). Bíblia Shedd.

30 falam de ti. Ezequiel havia sido ignorado e até mesmo ridicularizado; mas, agora, que os eventos tinham confirmado a veracidade de suas palavras, ele se tornou popular diante do povo. Não obstante, continuavam a não lhe dar ouvidos, continuavam surdos quanto a arrepender-se e a obedecer (v. 11). Bíblia de Genebra.

As pessoas não estavam se opondo a Ezequiel; estavam gostando de sua oratória. O profeta, provavelmente, nunca tivera tantos ouvintes, e que eles fossem aparentemente, tão promissores. Ele é advertido quanto ao fato de essas pessoas serem meros ouvintes da palavra, e não praticantes (ver Mt 7:21-27; Tg 1:22-25). CBASD, vol. 4, p. 758.

31 Ele vem a ti… se assentam diante de ti … e ouvem as tuas palavras. Estando afastados de Jerusalém e do templo, as atividades religiosas dos israelitas se concentraram em torno do profeta Ezequiel. Agora começa a segunda etapa da vocação do mesmo: a exortação aos remanescentes. Infelizmente, a mesma irreverência para com a palavra de Deus, que fazia nos cultos, em Israel, uma oportunidade para se desfilar indecentemente, com bens injustamente extorquidos dos pobres, enquanto se celebrava uma liturgia tecnicamente correta (Am 5.21-27; 8.4-10), também tornava as consultas ao profeta em simples motivo de riso (32) … Só depois de estarem cientes da destruição de Jerusalém é que os israelitas reconheceram que as “extravagâncias” de Ezequiel, longe de serem um espetáculo de zombaria, ao contrário, eram a voz de Deus chamando os sobreviventes da trágica derrota nacional a escutar o verdadeiro profeta (33). Bíblia Shedd.

32 canções de amor. Agora, os exilados tinham começado a considerar Ezequiel como uma fonte de entretenimento. Ouvi-lo falar parecia-lhes ser uma maneira de passar uma tarde ou uma noite de inatividade (cf. 20.49). Bíblia de Genebra.



Ezequiel 32 by jquimelli
29 de julho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, Egito, humildade | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O povo da Austrália costumava caçar baleias em busca de carne e óleo. Mas isto já não se faz mais. Hoje os turistas lotam barcos que percorrem o litoral a fim de observarem as baleias em sua migração.

Ocasionalmente, uma ou outra baleia inesperadamente encalha em uma das praias da costa. Multidões de cidadãos voluntariamente então se reúnem para mantê-la molhada e conduzi-la de volta ao mar. Se o esforço falhar, o fedor que se segue pode ser insuportável.

A imagem que domina a representação do Egito por Ezequiel (v. 2-16) é a do mau cheiro do cadáver de um grande animal, como uma baleia, exalando em terra firme.

O Egito já havia sido comparado por Ezequiel com uma grande árvore. Agora é comparado com um grande animal que morre e sua carne se espalha pelas montanhas e vales e seu sangue encharca a praia. Esse dia será tão triste que, figurativamente, a luz deixará de brilhar e os céus se escurecerão.

Como uma árvore, a função de uma nação é fornecer lugar para os ninhos das aves e abrigo para os animais. Agora que o Egito é como uma baleia morta, ela alimenta as aves de rapina e os animais, servindo aqueles que sempre deveria ter servido, mas de uma forma muito diferente.

Para todos os governantes de outros reinos a mensagem (v. 18-32) é de terror. A espada do Senhor irá conduzir o Egito e seus exércitos para a morada dos mortos. Exércitos de diversas nações também estão lá, trazendo ao Egito a consolação de que ela não está sozinha.

Esta descrição não está, de modo nenhum, ensinando que os mortos tem consciência. A linguagem aqui é a de uma alegoria, do mesmo modo que Abimeleque descreve em Juízes 9:7-21 árvores que falam. No entanto, a mensagem é clara. A morte é o grande nivelador. Ela não faz nenhuma distinção. Aqueles que exploram o próximo terão um triste fim. 

Evitemos o pecado da auto-exaltação. Vivamos sabiamente cada dia, sabendo que nossos dias nesta terra são limitados. Permanece só o que é feito para Deus, pelo Seu poder.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/32/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 32

Comentário em áudio



Ezequiel 31 by jquimelli
28 de julho de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus, Egito, poder de Deus, profecias | Tags:

Comentário Devocional:

A mensagem de aviso de Deus, através de Ezequiel, para o Egito é: Não acredite que a mesma desgraça não possa acontecer com você! Pense na Assíria, uma grande árvore, mais maravilhosa do que qualquer outra no jardim de Deus. No entanto, ela caiu e isso afetou toda a floresta!

Que bênção uma árvore pode ser! Frutas, sombra, moradia para os pássaros e madeira. As Escrituras não se opõem aos governos humanos. Deus simplesmente pede para que eles ocupem o seu verdadeiro lugar na floresta e evitem o orgulho.

Esta história é familiar para outros reinos. Nabucodonosor também foi cortado como uma árvore. Ferro e bronze foram amarrados ao redor do toco restante para preservar a sua vida. Após sete anos de insanidade, ele foi restaurado ao trono (Dan 4).

Não aconteceu diferente com a casa de Davi. Os reis de Israel e Judá foram depostos e mortos. Contudo, a partir do tronco de Jessé brotará nova vida (Is 11:1). Isto se aplica ao verdadeiro filho de Davi, Jesus de Nazaré, o Messias. Seu reino jamais terá fim.

Jesus também falou de reinos e plantas. Lembre-se que Ele comparou Seu reino à mostarda: “O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se uma das maiores plantas, e atinge a altura de uma árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos.” (Mat 13:31,32 NVI).

O quê? Uma frágil semente de mostarda pode se tornar a mais importante vegetação da floresta, mais ainda que os poderosos cedros? Na verdade, pode. Segundo as palavras de Jesus em Mateus 13, o reino de Deus vem sem demonstração de força humana ou exibição de qualquer tipo. No entanto, traz bênçãos sem medida.

Quando os cedros nos atrairem, que a nossa fé permaneça em Jesus Cristo, o verdadeiro filho de Jessé.

Ross Cole
Avondale College, Australia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/31/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 31 

Comentário em áudio 



Ezequiel 30 by jquimelli
27 de julho de 2014, 0:00
Filed under: poder de Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

A expressão “Dia do Senhor” é algo que nós, como cristãos, aplicamos especialmente para a segunda vinda de Jesus (2 Tess 2:2). No entanto, o final definitivo tem seu precedente histórico. Para o Egito, o “dia do Senhor” havia chegado.

Amós é o primeiro escritor da Bíblia a usar esta linguagem, aplicando-a a Jerusalém. E ele garante aos seus leitores que não será um dia agradável.

“O que pensam vocês do dia do Senhor?
Será dia de trevas, não de luz.
Será como se um homem fugisse de um leão e encontrasse um urso;
como alguém que entrasse em sua casa e,
encostando a mão na parede, fosse picado por uma serpente.
O dia do Senhor será de trevas e não de luz.
Uma escuridão total, sem um raio de claridade” 
(Amós 5:18-20 NVI).

Na época de Ezequiel, o “dia do Senhor” traria nuvens e desgraça a Jerusalém e ao Egito. Não haveria meio de escapar da força da Babilônia.

Bíceps bem desenvolvidos são geralmente vistos como uma característica atraente em um homem hoje. Para um governante no mundo antigo eram um sinal de grande capacidade militar. Deste modo, Faraó “perdera o uso de um braço” – foi enfraquecido-, e o Senhor em breve tornaria o outro braço inútil. Por outro lado, Ele iria fortalecer os dois braços da Babilônia como Seu instrumento. 

O destino das nações está  nas mãos do Senhor. Seus líderes  apenas acham que tem a palavra final.

É preciso muita sabedoria para entender o funcionamento da história e saber de antemão quem serão os vencedores e os derrotados em um determinado cenário e assim decidir quando resistir e quando ficar quieto. Mesmo assim, o desfecho de um conflito é totalmente imprevisível aos olhos humanos. Apesar disso, para os homens é muito mais fácil se apoiar no poder humano visível do que no braço do Deus invisível. Que hoje e sempre possamos confiar na sabedoria e no braço poderoso do nosso Deus e não na força e visão limitados do homem.

Ross Cole
Avondale College, Australia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/30/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 30 

Comentário em áudio 




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