Reavivados por Sua Palavra


II Crônicas 32 by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

Imediatamente após as reformas de Ezequias lemos sobre a invasão da terra de Judá por Senaqueribe, rei da Assíria. Quando Ezequias descobre que o rei da Assíria tem a intenção de fazer guerra contra Jerusalém, ele reúne o povo e o exorta a não temer: “Com ele [Senaqueribe] está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (verso 8). Nós não precisamos lutar nossas batalhas sozinhos, mas podemos combinar a nossa força humana com o poder de Deus.

Ezequias em suas reformas espirituais procurou eliminar as falsas religiões da terra. Senaqueribe, em suas ameaças, não reconheceu nenhuma diferença entre as falsas religiões e a verdadeira.

Ele compara Deus a qualquer outro deus: “Agora, pois, não vos engane Ezequias, nem vos incite assim, nem lhe deis créditos; porque nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum pôde livrar o seu povo das minhas mãos, nem das mãos de meus pais, quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos? “(V. 15).

Senaqueribe chama a atenção para sua experiência passada – suas vitórias sobre as outras nações – para tentar convencer o povo de que o seu Deus também será derrotado. Entretanto, as previsões do mundo nem sempre se cumprem. Deus, como revelado nas Escrituras, é o nosso único Guia confiável. Apegue-se ao que Deus diz que é correto, independente do que o mundo esteja dizendo a respeito. 

Ezequias confiou no Deus verdadeiro, e este não o desamparou. Após a oração de Ezequias e Isaías, o exercito do arrogante Senaqueribe foi destruído sem que o povo de Deus precisasse lutar.

Peçamos a Deus que nos ajude a confiar nEle, nas verdades da Sua Palavra, independente da descrença que vemos no mundo ao nosso redor.

 

Michel Lee

Geração Juventude para Cristo

Trad JAQ/JDS


II Crônicas 21 by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

A história de Jeorão neste capítulo se parece com uma das antigas tragédias gregas. Porém mesmo nessas histórias gregas a melancolia e desgraça não eram tão trágicas como lemos neste capítulo sobre Jeorão. Isto porque as tragédias gregas eram ficção, mas esta é uma história real, envolvendo carne e sangue, não somente papel e tinta.

Embora possamos considerar várias aspectos desta triste história, o que mais me chama a atenção é como o dano causado pelo pecado não se restringe apenas ao pecador. Esta história seria trágica o suficiente se considerássemos apenas o fim patético de Jeorão, uma morte dolorosa em que “seus intestinos sairam.” (v. 19 NVI). Porém o impacto do pecado quase nunca começa e termina somente com o pecador. Se o pecado, mesmo do mais humilde pode espalhar-se e magoar os outros (geralmente aqueles mais próximos de nós, e muitas vezes aqueles a quem mais amamos), pense em quão mais prejudicial é o pecado de pessoas em posições de poder e daqueles que tem uma influência abrangente.

Como podemos ver neste capítulo, a violência de Jeorão, ao matar todos os seus irmãos, e sua apostasia e idolatria, seguindo o exemplo de Acabe, em Israel, não trouxe dor só sobre si, mas sobre a sua família mais próxima e também sobre a nação de Judá. Como exemplo, citemos o assassinato de seis irmãos de sangue. Isto parece injusto. Mas ninguém nunca disse que o pecado era justo ou racional ou compreensível.

A história de Jeorão é um alerta para não seguirmos os caminhos de impiedade que ele seguiu. Supliquemos a Deus que faça de nós uma bênção em nossa família e em nosso círculo de influência e nos mantenha “irrepreensiveis” para o dia da Sua vinda (Judas 24). Que tenhamos a graça de ajudar o mundo a ver quão justo e amoroso é o nosso Deus. Já imaginou privilégio maior?

 

Justin McNeilus

Presidente

Geração Juventude para Cristo.

Trad JAQ/JDS


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Texto bíblicoII Crônicas 21

FonteBlog da Bíblia



II Crônicas 20 by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

Depois que Josafá “diminuiu” as exigências da Palavra de Deus a fim de atender a seus propósitos mundanos, Deus retirou Sua proteção providencial de Judá. Como resultado, os moabitas, amonitas, e meunitas subiram para lutar contra Judá. Josafá percebeu que não tinha nenhuma chance de resistir a eles e voltou-se para o Senhor em busca de ajuda. Na presença de todo o povo e de seus líderes ele humildemente abriu seu coração a Deus em oração franca e sincera dizendo: “Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para Ti” (v 12 NVI). 

 Imediatamente, o Senhor respondeu através do Seu profeta Jaaziel, dizendo: “Não tenham medo nem fiquem desanimados … pois a batalha não é de vocês, mas de Deus” (v. 15 NVI) Por isso, saiam, encarem o inimigo frente a frente, mas não lutem porque “o Senhor estará com vocês “(v. 17 NVI). 

Josafá respondeu exortando o povo: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (v. 20). E foi isso que eles fizeram. Então, enquanto eles cantavam louvores, Deus cumpriu Sua promessa de livrá-los. Sem dúvida alguma eles foram salvos pela fé nas promessas de Deus. 

Da mesma forma somos salvos pela fé nas palavras de Deus e em Suas promessas. O fundamento das igrejas protestantes é a salvação pela fé. De igual modo o fundamento da Igreja Adventista do Sétimo Dia é a fé em tudo o que Deus revelou através de Seus profetas. Continuemos a estudar seus escritos inspirados, aceitá-los pela fé, e obedecê-los de todo o coração. Somente desta forma o reavivamento e a reforma acontecerão em nossa vida pessoal e na vida corporativa da Igreja.  

Fixe seus olhos em Cristo e em Sua palavra hoje!

 

Fernando Canale

Universidade Andrews

Trad JAQ/JDS


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Texto bíblicoII Crônicas 20

FonteBlog da Bíblia



II Crônicas 14 by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

Você pode imaginar o que é ter um exército de um milhão de homens e trezentos carros de guerra vindo contra você? Foi exatamente isso que o rei Asa de Judá enfrentou. Ele estava bem preparado. Ele havia fortificado cidade após cidade com muralhas, torres, portas e ferrolhos. Ele até havia derrubado os lugares altos, os pilares sagrados e imagens de madeira. Seria o suficiente?

Ouça a sua incrível oração: “Senhor, não significa nada para Ti ajudar, seja com muitos ou com aqueles que não têm poder; ajuda-nos, ó Senhor, nosso Deus, porque em Ti, e em teu nome viemos contra esta multidão, ó Senhor, Tu és o nosso Deus, não deixe que o homem prevaleça contra ti! “(v. 11).

E o exército de um milhão de homens foi superado! Esta história é para nós. “A oração de Asa é aquele que todo crente cristão pode apropriadamente oferecer. Nós lutamos em uma guerra, não contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades, contra hostes espirituais da maldade nas regiões celestes (cf. Ef 6:12). No conflito da vida, temos de enfrentar agências do mal que se arregimentaram contra o certo/direito. Nossa esperança não está no homem, mas no Deus vivo. Com plena certeza de fé, podemos esperar que Ele unirá Sua onipotência aos esforços de instrumentos humanos, para a glória do Seu nome. Vestida com a armadura de sua justiça, podemos obter a vitória sobre todos os inimigos” (Profetas e Reis, p.111).

Hoje é o dia da vitória. Faça a oração de Asa e acredite!

 

Pastor Scott Griswold

Recrutador de Missionários

Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Trad JAQ – Rev GASQ/JDS


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Texto bíblicoII Crônicas 14

FonteBlog da Bíblia