Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/7
Talvez você já tenha visto isso acontecer – insatisfação súbita com o cônjuge, esforços para provar a virilidade sendo infiel, começar a frequentar a festas desacompanhado e comportamento irresponsável. Esse estilo de vida é seguido pela destruição da família, da pessoa, dos relacionamentos saudáveis com os pares e por problemas na sociedade em geral. O que estou descrevendo é uma crise de meia-idade.
Não é uma invenção da “geração focada no eu” ou mesmo da sociedade moderna. O povo de Deus teve uma crise de meia-idade e Oséias registrou isso para nós. Ele escreve: “São todos adúlteros… No dia da festa de nosso rei, os líderes são inflamados pelo vinho, e o rei dá as mãos aos zombadores” Oséias 7:4,5.
Nos dias de Oséias, a letargia espiritual veio acompanhada do declínio da sociedade: “Estrangeiros sugam sua força, mas ele não o percebe. Seu cabelo vai ficando grisalho, mas ele nem repara nisso.” Oséias 7:9. Pobre Israel e Efraim; estão grisalhos, mas não percebem! Estão todos vestidos com um terno elegante para uma noite de orgia na cidade, sem nunca perceber o quão pecaminoso isso é, o quanto isso não tem nada de “legal”, até Oséias apresentar a sua mensagem, “Nunca ocorre a eles que eu me lembro de todos os seus pecados. Agora, suas ações os alcançaram.” Oséias 7:2
É hora de escutar atentamente o que Deus tem a nos dizer! É hora de reconhecer os nossos pecados e correr para Deus em busca de libertação!
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da Igreja Adventista de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1115
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
1069 palavras
Expandindo a lista de pecados, a acusação de prostituição e adultério é repetida. Também são acrescentadas a autoindulgência com a ingestão de vinho e a ignorância das reais questões que minavam a existência da nação (v. 9). Não é de se espantar que Efraim seja comparado a uma pomba enganada no v. 11. A falta de discernimento fazia o povo procurar as soluções erradas. As pessoas dependiam do Egito e da Assíria, em vez de contar com o Senhor e esperar nele. Bíblia de Estudo Andrews.
1. Quando me disponho … a sarar a Israel. …a doença moral e espiritual de Israel tinha sido tão obstinada e crítica que prevaleceu contra o remédio que Deus poderia ter aplicado contra ela. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 998.
2. Não dizem. Haviam esquecido que todas as suas ações estavam sob o contínuo escrutínio do Senhor (ver Sl 33:13-15; 90:8; Jr 16:17; Hb 4:13). CBASD, vol. 4, p. 998.
3. Eles alegram o rei com suas impiedades (NVI). Alguns preferem outra interpretação deste versículo, com base na seguinte tradução alternativa: “Na sua maldade fazem o rei alegre.” Ou seja, a maldade das pessoas era seu plano maligno para matar a família real. Com isto em mente, o rei se alegra com vinho, e assim se tornava uma vítima fácil e confiante.A frequência com que reis de Israel foram assassinados durante os últimos anos da história do país empresta certo apoio a essa interpretação (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 4, p. 999.
4. Semelhantes ao forno aceso. Neste quadro, o forno pode representar o coração (ver v. 6); o fogo, os desejos impuros, apetites, paixões; e a massa, os maus propósitos ou planos concebidos pelos conspiradores maus. CBASD, vol. 4, p. 999.
Até que seja levedada. Isto, aparentemente, representa o período decorrido entre o início e a realização dos maus desígnios. Depois de acender o forno, o padeiro deixa que o fogo continue a queimar até que a massa sovada esteja totalmente levedada. Assim foi com Israel: um tempo lhe foi dado para o fermento da maldade fazer efeito. CBASD, vol. 4, p. 999.
5. No dia da festa do nosso rei. Esse “dia” pode significar um dia em que a celebração foi realizada para homenagear o rei. Seja como for, foi um dia de excesso, quando a embriaguez despertou o mal nos homens pela remoção do poder do domínio próprio. Há neste versículo um alerta implícito contra o uso de bebidas alcoólicas por causa de seu efeito nocivo sobre a natureza humana (ver Pv 23:29-32; 31:4, 5; Hc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 999.
6. Prepararam o coração. Isto mostra por que as pessoas praticam tão abertamente sua maldade. Seu coração, como um forno, se aquece cada vez mais pelo fogo das más inclinações e dos desejos que se acumulam. Dorme. O tempo de espera é o período em que não há nenhuma demonstração aberta e ativa do mal. Mas, embora o fogo da iniquidade, às vezes, pareça estar depositado no coração humano de modo passivo, ainda é o fogo da iniquidade, pronto para irromper com o calor intensificado do pecado premeditado. CBASD, vol. 4, p. 999.
7. São quentes como um forno. Isto, evidentemente, indica o temperamento intenso da paixão e o feroz poder da destruição. … Os reis de Israel tinham influenciado o povo para o mal. Eles tinham aquecido e inflamado seus súditos com os fogos de pecado, até que todos, reis e súditos, foram apanhados nas chamas de uma destruição comum. CBASD, vol. 4, p. 999.
Todos os seus reis. Durante o período final da história de Israel, quatro dos cinco reis foram condenados à morte em 20 anos. … Dos 20 reis de Israel só Jeroboão 1, Baasa, Onri, Acazias, Jeú, Joacaz, Joás, Jeroboão II e Menaém morreram por causas naturais. CBASD, vol. 4, p. 1000.
8 Um pão. Do heb. ‘ugah, uma camada fina de massa em forma de pão circular, que era rapidamente assado sobre pedras quentes ou cinzas (ver lRs 19:6). … O ‘ugah precisava ser virado rapidamente para que o calor penetrasse nele por igual. Se não fosse assim, o pão ficaria queimado de um lado e cru, do outro. Esta é uma metáfora da inconsistência e inconstância espiritual do povo. Os israelitas eram declaradamente adoradores do Senhor, mas estavam engajados nas práticas idólatras dos pagãos. … praticando uma religião sincrética, por assim dizer. CBASD, vol. 4, p. 1000.
9. Estrangeiros lhe comem a força. Nações estrangeiras idolatras devoraram a força de Efraim. A Síria reduziu as forças armadas de Jeoacaz a um número desprezível (2Rs 13:3-7). Menaém teve de pagar tributo à Assíria (2Rs 15:17-20). No reinado de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria, invadiu o território israelita e levou o povo em cativeiro para a Assíria (2Rs 15:29; lCr 5:26). Tudo isso aconteceu antes que o reino terminasse, com a queda de Samaria (2Rs 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1000.
As cãs já se espalham (ARA; NVI: “Seu cabelo vai ficando grisalho”). Uma representação simbólica do declínio da força de Israel e da decadência de sua importância nacional. CBASD, vol. 4, p. 1000.
11. E uma pomba enganada. Nos tempos antigos, parece ter sido uma opinião generalizada que a pomba era uma ave simples e facilmente enganada. A estupidez dessa ave é o tema de um provérbio árabe, um provérbio cuja antiguidade é desconhecida. A simplicidade absoluta da pomba em voar direto para a rede do passarinheiro, sem suspeitar ou perceber o perigo (ver Pv 7:23), é efetivamente utilizada como uma ilustração da insensatez de Efraim. Ao pedir ajuda ao Egito e à Assíria, Israel não sabia que estava se colocando em uma posição de aguçar o apetite territorial desses poderes imperiais que buscavam controlar a Palestina. Assim, Israel perdeu sua soberania e independência nacional (p. 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1000.
12. E … os farei descer. O profeta continua a utilizar a metáfora das aves e do passarinheiro. Não importa quão alto ou rápido voem, as pessoas não podem escapar de Deus. Elas serão humilhadas na terra. CBASD, vol. 4, p. 1001.
13. Falam mentiras contra Mim. … a gravidade está em mentir a respeito do Senhor. … o profeta quer dizer que essas mentiras consistem em uma aproximação hipócrita de Deus, com os lábios, enquanto o coração está longe dEle (ver Is 29:13). CBASD, vol. 4, p. 1001.
14. Para o vinho se ajuntam. O quadro é de um grupo de ociosos que se reúnem com o objetivo principal de comer e beber. CBASD, vol. 4, p. 1001.
16. Como um arco enganoso. O declínio espiritual gradual de Israel, que o levou a perder o seu elevado destino, de fato se assemelha a um arco cujo cordão, perdendo sua elasticidade, é incapaz de disparar a flecha contra o objeto a que ela foi destinada (veja SI 78:55-57). CBASD, vol. 4, p. 1002.
Filed under: Sem categoria
“A soberba de Israel, abertamente, o acusa; todavia, não voltam para o Senhor, seu Deus, nem O buscam em tudo isto” (v.10).
A iniquidade dos regentes de Israel levou todo o povo à prática de abominações e descaso para com Deus e Sua Palavra. Disposto a mudar-lhes a sorte, o Senhor desejava restaurar os filhos do Seu povo e trazê-los de volta ao Seu aprisco. Contudo, rejeitaram o chamado do Altíssimo e dEle fugiram (v.13). A negativa partia do princípio de que ninguém havia que invocasse ao Senhor (v.7). Ninguém havia que O buscasse ou desejasse estar em Sua presença. A situação deles era cômoda e, em meio à apostasia, ocupavam o coração com as efêmeras alegrias deste mundo, enquanto se orgulhavam em fazer parte da nação eleita.
No capítulo vinte e três do livro de Mateus, Jesus proferiu severas advertências contra os líderes da época. E a primeira delas exemplifica bem a situação de Israel: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando!” (Mt.23:13). Ao invés de serem instrumentos de salvação, suas vidas tornaram-se uma barreira impedindo que muitos conhecessem, de fato, a Deus. A ostentação e o orgulho tornaram os líderes do povo uma espécie de padrão inalcançável. Colocando-se acima de tudo e de todos, abandonaram a essência da liderança: a humildade. E, tomados de um espírito soberbo, rejeitaram o único Mestre: “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos” (Mt.23:8).
A primeira vez que os discípulos de Jesus foram chamados de cristãos se deu em Antioquia, após a dispersão “por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão” (At.11:19). Ali, e nas cidades circunvizinhas, o evangelho foi pregado com inteireza de coração, pois “a mão do Senhor estava com eles” (At.11:21). Era isso que Deus esperava do antigo Israel e é isso que Ele espera do Seu Israel atual. O Senhor não leva em conta a aparência de santidade, mas em sermos dEle “em espírito e em verdade” (Jo.4:24). Ele não deseja ouvir os “uivos” (v.14) de Esaú (Hb.12:17), mas o clamor de Jacó (Gn.32:26), de corações que reconhecem a sua real condição: inteiramente dependentes da graça de Jesus.
A verdade é esta, amados: diante de Deus, não há distinção entre líderes e subordinados. Somos todos irmãos e filhos do mesmo Pai (Mt.23:9). Todos carecemos da mesma graça, da mesma misericórdia e do mesmo Mediador, Jesus Cristo (1Tm.2:5). Ele mesmo nos deixou exemplo, quando, sendo Senhor, Se humilhou à condição de servo (Jo.13:14). Portanto, liderar não é mostrar serviço, mas servir para mostrar Jesus. E isso só acontece quando estamos sob a liderança do Espírito de Deus. Portanto, oremos com fervoroso esforço a fim de que o Espírito Santo lidere a minha e a sua vida. Então, sucederá que se cumprirá em nós a letra da canção: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, liderados pelo Espírito Santo!
* Dez Dias de Oração, 10° dia: Oremos para que esse movimento de oração não termine hoje, mas permaneça como uma constante busca pelo poder do Espírito Santo em nossa vida e em nossa casa. Oremos sem cessar por nossos familiares.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
Não compensa viver sem Deus! Quem teve grandes experiências com Ele, mas por alguma razão lógica (ou ilógica) se afastou, sabe que deve retornar.
É perigoso afastar-se de Deus ou manter relacionamento errado com Ele. Porém, quando afastamo-nos, Deus nos quer de volta!
Hernandes Dias Lopes tem uma maneira interessante de expor o capítulo em análise. Observe atentamente cada um dos seguintes pontos:
Introdução: O povo de Israel
1. Possuía um relacionamento errado com Deus (v. 1a);
2. Tinha relacionamento errado com os homens (v. 1b);
3. Havia perdido o temor e o pudor (vs. 2-4a).
Um forno aceso
1. Uma paixão ardente pela sensualidade (v. 4);
2. Um descontrole total pela bebedeira (v. 5);
3. Uma maquinação constante para o mal (v. 6);
4. Uma conspiração contínua para matar (v. 7);
5. Uma apostasia generalizada (v. 7b).
Um pão que não foi virado: Um povo…
1. …que é influenciado em vez de influenciar (v. 8);
2. …ignorante, que trabalha, mas não desfruta os frutos do seu labor (v. 9a);
3. …que envelhece, mas não amadurece (v. 9b);
4. …que se volta, mas para a direção errada (v. 10).
Uma pomba enganada: Um povo que…
1. …corre para um refúgio errado em vez de buscar a Deus (v. 11);
2. …recebe castigo em vez de bênção (v. 12);
3. …recebe destruição em vez de redenção (v. 13);
4. …corre atrás de coisas, mas não anseia por Deus (v. 14);
5. …responde ao cuidado divino com ingratidão, e não com obediência (v. 15).
Um arco enganoso: Porque…
1. …o povo não se voltou para Deus, tornou-se vulnerável nas mãos de seus inimigos (v. 16a);
2. …os príncipes não se arrependeram de seus pecados, foram mortos em seus pecados (v. 16b).
Simplificadamente, o capítulo revela que os erros que cometemos (vs. 1-7) resultam em nossa vergonha (vs. 8-16). Além disso, o relacionamento incorreto com Deus (v. 1) dá origem a…
• …péssimos relacionamentos interpessoais (vs. 2-4);
• …desequilíbrios comportamentais no aspecto pessoal, social e religioso (vs. 4-7);
• …instabilidade, medo e angústia que promovem apego a qualquer coisa (vs. 8-11);
• …religiosidades espúrias, deturpadas e vãs (vs. 12-15);
• …desejos pelo pecado, em vez do arrependimento do pecado (v. 16).
Coloquemos nossa vida em harmonia com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/6
Deus quer que Israel se arrependa e volte para ele. Somente após o castigo de Deus eles poderiam esperar a cura de seu país (6:1). Mesmo que estivessem mortos, no terceiro dia Deus os ressuscitaria e lhes daria poder para viver para Ele (6:2). Se eles conhecessem a Deus intimamente e orassem a Ele, o Senhor certamente apareceria diante deles, e os abençoaria com boas chuvas e colheitas (6:3).
Efraim (v. 4a) representa o Norte de Israel. Deus disse tanto a Israel ao norte quanto a Judá, no sul: “Que posso fazer com você …?” A fidelidade e o amor deles a Deus era como a neblina da manhã, que logo desaparece ou o orvalho que logo evapora (6:4b). É por isso que as mensagens dos profetas de Deus traziam palavras de destruição (6:5-7). Eles traziam a Deus os seus sacrifícios de animais e ofertas, mas Deus desejava a misericórdia que brota do amor (6:6). Eles agiam contra a expectativa de Deus. Como Adão havia transgredido e pecado contra Deus no Éden, eles também tinham pisado e quebrado sua aliança com Deus (6:7).
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1114
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
958 palavras
6:1-11. O desejo de voltar para Deus parecia verdadeiro. As pessoas diziam as palavras certas. Falavam que o Senhor as revigoraria em três dias e viria para o povo como chuva de bênçãos. Contudo, Deus comparou a fidelidade daqueles indivíduos com a nuvem da manhã ou o orvalho da madrugada, que logo passam, apontando para um profundo problema. O que ele desejava era misericórdia e fidelidade à aliança, não sacrifícios; queria que o povo buscasse conhecê-lo, muito mais do que receber holocaustos. Jesus citou esta passagem ao confrontar a hipocrisia religiosa (Mt 9:13; 12:7). Bíblia de Estudo Andrews.
1-3 Isto é presunção, não arrependimento genuíno. O povo não entendeu a profundidade de seus pecados. Eles não abandonaram seus ídolos, não se arrependeram de seus pecados, nem procuraram fazer mudanças reais. … Antes de julgar Israel, considere sua atitude … Você se arrepende facilmente, sem considerar seriamente que mudanças precisam ser implementadas em sua vida? Life Application Study Bible Kingsway.
1. Vinde. Os v. 1 a 3 estão mais estreitamente relacionados ao pensamento de Oseias 5:15 [reação do povo – conversão insincera – ao castigo corretivo divino] do que os outros versículos do cap. 6 . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 996.
Ele nos despedaçou. O objetivo essencial da Sua disciplina é promover reforma de vida (ver Sl 119:75; Lm 3:31-33; Hb 12:5-11). CBASD, vol. 4, p. 996.
2. Depois de dois dias. A expressão “após dois dias […] ao terceiro dia” parece ser um artifício literário empregado para designar um tempo indefinido (cf. 2Rs 9:32; Am 4:8). Oseias previu que o Senhor iria “curar” (Os 6:1, NTLH). Então, ele acrescenta que a cura estaria em um tempo indefinido no futuro, embora talvez não muito distante. CBASD, vol. 4, p. 996.
Viveremos diante dEle. Viver diante de Deus é estar em plena harmonia e comunhão de amor com Ele (ver Nm 6:25, 26; Sl 11:7; 17:15; 27:8, 9; 51:11; 67:1; 119:135). CBASD, vol. 4, p. 996.
3. Sua vinda. Evidentemente, o antecedente de “Sua” é o “SENHOR”. A passagem apropriadamente descreve a obra da vinda do Messias (ver PR, 688). CBASD, vol. 4, p. 996.
Como a alva. Jesus Cristo é o amanhecer, ou o sol nascente das alturas (Lc 1:78). Como a aurora tranquila e gentilmente irrompe sobre a terra, dissipando as sombras da noite e despertando o mundo para uma nova vida e atividade, assim será “o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas” (Ml 4:2). Cristo não veio com demonstração externa de glória para deslumbrar os sentidos dos homens. Em vez disso, Ele deu ao ser humano a quantidade exata de luz necessária para sua salvação. CBASD, vol. 4, p. 996.
Como chuva serôdia. A chuva temporã, no fim de outubro até a primeira parte de dezembro (ver com. de Dt 11:14; Jl 2:23), após a estação seca, permite o plantio da semente no outono (no início do ano civil e agrícola judaicos). A chuva serôdia, em março e abril, que antecede e amadurece a colheita, fecha a temporada de inverno chuvoso, que culmina em janeiro (ver vol. 2, p. 93, 94). E com essa linguagem expressiva e figurativa que Oseias assegura ao seu povo as abundantes bênçãos de Deus que iriam reavivar e alimentar sua vida espiritual. CBASD, vol. 4, p. 996.
4. Que te farei …? Depois de ter tentado persuadir Israel e Judá a se arrependerem, Deus percebe que Seus esforços foram inúteis e, assim, em tristeza, pergunta o que mais pode fazer antes de lhes impor o castigo (ver com. de Is 5:4). CBASD, vol. 4, p. 996.
Como o orvalho da madrugada. O questionamento divino foi inspirado pela piedade de curta duração do povo. A história da nação escolhida por Deus ilustra profusamente sua piedade fugidia e inconsistente. Todos nós precisamos aprender essa mesma lição, porque a bondade é de pouco valor real a menos que seja um atributo do caráter, algo permanente na vida. CBASD, vol. 4, p. 996.
5. Por isso, os abati. A palavra hebraica refere-se a quebrar pedras para fins de construção, um símbolo adequado para moldar o ser humano pelo Escultor celeste “à semelhança de Deus” (Tg 3:9). CBASD, vol. 4, p. 996, 997.
Os Meus juízos. As versões LXX e Siríaca dizem: “Meu julgamento”. Qualquer que seja a leitura adotada, a referência é claramente uma alusão ao castigo. CBASD, vol. 4, p. 997.
6. E não sacrifício. Ver com. de Os 5:6. CBASD, vol. 4, p. 997.
Rituais religiosos podem ajudar as pessoas a entender Deus e renovar suas relações com Ele. É por isso que Deus estabeleceu a circuncisão e o sistema sacrifical no Antigo Testamento e o batismo e a Santa Ceia no Novo Testamento. Mas o ritual religioso é útil somente se é levado a efeito com uma atitude de amor e obediência a Deus. Se o coração de uma pessoa está afastado de Deus, rituais se convertem em zombaria vazia. Deus não queria os rituais israelitas; ele queria seus corações. Por que você adora? Qual é o motivo por trás de suas “ofertas” e seus “sacrifícios”? Life Application Study Bible Kingsway.
O conhecimento. Misericórdia é a religião na prática, o conhecimento é o guia de conduta adequada. Sem estes dois elementos básicos, a religião tende a ser mera forma
vazia e cai no desfavor divino (ver 1Sm 15:22; Pv 21:3;Is 1:11-17; 2Tm 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 997.
7. Mas eles transgrediram a aliança. Ou, ‘como Adão, transgrediram”. … Ao transgredir “traiçoeiramente” a aliança, Israel já não era o povo de Deus, fato implícito no nome “Lo-Ammi” (ver com. de Os 1:9; 2:23). CBASD, vol. 4, p. 997.
Aleivosamente (ARA. NVI: “me foram infiéis”).
8. Gileade é a cidade. Uma cidade não identificada em Gileade [região], a leste do Jordão entre os ribeiros de Jaboque e de Jarmuque (ver com. de Gn 31:47). Os gileaditas são retratados aqui como assassinos por natureza (ver 2Rs 15:25) e, dessa forma, não é surpreendente descobrir que eles estavam entre os primeiros do reino do norte levados em cativeiro pela Assíria (2Rs 15:29). CBASD, vol. 4, p. 997.
9. Como hordas de salteadores. Um retrato do estado terrivelmente perverso dos sacerdotes dos lugares altos (ver com. de Os 4: 3). CBASD, vol. 4, p. 997.
10. Israel … Efraim … Israel . Ver com. CBASD de Os 5:3.
Filed under: Sem categoria
“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (v.3).
Proferidas de lábios que manifestem o que sai de um coração sinceramente convertido, as palavras do verso acima expressam um dos mais belos resumos da esperança em Cristo Jesus. Tais palavras, no entanto, foram ditas por um povo cujo amor era “como a nuvem da manhã e como o orvalho da madrugada, que cedo passa” (v.4). Não havia solidez e nem entrega. Apenas uma adoração vazia na tentativa de angariar as bênçãos de Deus. Havia uma aparente piedade destituída da real e urgente necessidade de arrependimento e confissão. Enquanto não reconhecessem sua culpa, continuariam a manifestar a sua morna atuação.
Julgando ter encontrado um bom motivo para acusar os discípulos, alguns fariseus e escribas questionaram a Jesus: “Por que transgridem os Teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem” (Mt.15:2). A resposta de Jesus revelou o que somente Ele pode ver: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8). Enquanto aqueles homens se preocupavam com a purificação exterior, negligenciavam o que de fato os manteria limpos. Esta também foi a mensagem dada por Oseias a Israel. Enquanto não buscassem purificar-se de seus pecados, continuariam contaminados pela prática de abominações.
Uma mensagem semelhante foi dirigida à última igreja: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). Apontada como uma igreja morna, a ponto de causar náuseas no Senhor (Ap.3:16), Laodiceia é o fiel retrato de uma geração de crentes estagnados em sua confortável condição equilibrada. Detentores de uma suposta santidade regada à arrogância e presunção, não aceitam o confronto do Espírito com seus pecados, de forma que ignoram Seus apelos. A voz da profecia continua ecoando através das Escrituras em um chamado constante e urgente. A voz do Senhor nos diz que os recursos divinos ainda estão disponíveis: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).
Deus está preparando um povo que, pela pureza do coração e caráter santo, revelará ao mundo os resultados irresistíveis do genuíno amor. Uma nação de homens e mulheres que está sempre a olhar para cima à vista de um Salvador pessoal que os eleve cada vez mais perto da condição de cidadãos do reino dos céus: “O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível o réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado” (Sl.15:2-5).
Precisamos nos despir, amados, de tudo o que esteja maculando a nossa vida. Pois enquanto Jesus purifica o santuário do Céu, deve haver um processo de purificação sendo realizado em nós. Ou “acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, O qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co.6:19). O selo do Deus vivo (Ap.7:3) só será colocado sobre o “que é limpo de mãos e puro de coração” (Sl.24:4). Como o profeta viu “uma coisa horrenda na casa de Israel” (v.10), os olhos do Senhor estão sobre a Sua igreja sacudindo-a e purificando-a de toda a palha e joio. Oxalá façamos parte do precioso trigo, que mesmo sacudido em um processo doloroso e exaustivo, permanecerá “firme pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (EGW, Educação, p.57). Vigiemos e oremos!
Bom dia, purificados pelo Espírito!
* Dez Dias de Oração, 9° dia: Oremos para que o Espírito Santo seja derramado em nossa vida e em nossa casa. Oremos por nossos familiares.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
OSEIAS 6 – Quando percebemos quão ruim é a vida sem Deus e, então, nos voltamos a Ele, seremos aceitos e restaurados das mazelas do pecado!
Oseias profetizou em tempos de fartura. Jeroboão havia estendido os limites de Israel através de várias operações militares (II Reis 14:24-28). Ao sul, Uzias fortalecera as forças armadas de Judá e alcançou vitórias contra seus inimigos (II Crônicas 26:1-15). Contudo, a profecia revelava perigo devido ao afastamento de Deus. Oseias 6 mostra, em resposta a 5:15, a superficialidade da religião formalista e qual a qualidade da resposta espiritual do povo do reino do Norte ao cativeiro assírio:
• Ao experimentar o amargor por afastar-se do Senhor e reconhecer seu pecado buscando o perdão em Deus, o povo sabia que Deus o aceitaria novamente – como Oseias aceitou Gômer. Naquela época, a esperança dos israelitas por um avivamento (vs. 1-2) baseava-se nas antigas promessas divinas reveladas por Moisés (Deuteronômio 30:1-3).
• A fuga da presença do pecado para buscar a presença de Deus é comparada à chuva serôdia, que vinha na primavera nas terras de Israel e proporcionava vigor às plantas e aos frutos. Antes havia a chuva temporã, útil para a época de plantio. A presença de Deus fortalece a fé, revigora a espiritualidade e restaura a piedade como chuva em terra seca (v. 3).
• Assim como morre uma tenra planta sob as intempéries climáticas, o amor por Deus também desaparece facilmente diante dos obstáculos da caminhada espiritual. Profetas e líderes espirituais alertam sobre o perigo, incentivam um conhecimento íntimo pela intimidade com Deus e apontam pecados, objetivando evitar o estrago do afastamento de Deus (vs. 4-9).
• Quando parece que nada desperta a consciência cauterizada do povo negligente, Deus recorre à disciplina corretiva; como Pai amoroso, age com firmeza visando trazer de volta Seu povo à pureza (vs. 10-11).
Desde a chuva temporã espiritual no Pentecostes no início da igreja, o povo de Deus passou a aguardar a chuva serôdia antes da colheita divina. Ellen G. White afirma que:
• “O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi a ‘chuva temporã’, e glorioso foi o resultado. A chuva serôdia será mais abundante, porém”.
• “Ao avizinhar-se o fim da ceifa da Terra, uma especial concessão de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda de [Jesus]. Esse derramamento do Espírito é comparado com a queda da chuva serôdia”.
Deus quer nos reavivar e nos tornar crentes frutíferos! – Heber Toth Armí.