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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/9
Se eu perguntasse se você prefere ser profeta ou cético, provavelmente escolheria um profeta. Parece uma escolha entre o bem e o mal, mas de alguma forma há algo bom em ser um cético? A resposta da Bíblia para isso é “sim”. Esquecemos que o sentido original significava alguém que “examinava” as coisas, que olhava para a frente, que estava atento: um vigia. Em Oséias 9:8 “O profeta, junto ao meu Deus, é a sentinela que vigia Efraim; contudo, laços o aguardam em todas as suas veredas, e a hostilidade, no templo do seu Deus.”
Agora é hora de examinar os eventos atuais com uma saudável dose de ceticismo. Este é o momento de ter nossos olhos e corações abertos para a palavra de Deus e esperar para ver como os acontecimentos se desenrolam. Nem todas as “profecias” pregadas nos púlpitos ou plataformas de mídia modernos irão corresponder à palavra de Deus. Mas, assim como os doze espias que “examinaram” a terra prometida, podemos ser como os fiéis Calebe e Josué que viram o plano de Deus e esperaram que Ele providenciasse uma oportunidade.
Karen D. Lifshay
Secretária de comunicações, Hermiston
Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1117
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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364 palavras
1 Não te alegres. A primeira metade deste capítulo, v. 1 a 9, apresenta uma advertência contra qualquer sentimento de falsa segurança decorrente de um período de prosperidade temporária. Sob Jeroboão II, Israel foi forte. … a terra teve paz sob Menaém. Até Tiglate-Pileser invadir Israel, de certo modo, foi forte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1006.
As bênçãos da colheita foram consideradas as recompensas por sua idolatria (ver Jr 44:17, 18). Não admira que Oseias se refira a essas bênçãos como o aluguel da prostituta, não como evidências da graça do Senhor! CBASD, vol. 4, p. 1006.
2 Não os manterão. Embora Israel exultasse sobre as bênçãos da colheita, as pessoas seriam incapazes de apreciar a produção abundante de seus campos, porque seriam levadas em cativeiro para a Assíria, como aparentemente está implícito no v. 3. CBASD, vol. 4, p. 1006, 1007.
4 Pão de pranteadores. Este alimento era consumido nos funerais por aqueles que pranteavam os mortos. Qualquer alimento como esse era legalmente impuro, porque um cadáver cerimonialmente contaminava durante sete dias o local onde ficava e tudo e todos os que ali entravam. CBASD, vol. 4, p. 1007.
6 Eles se foram. O profeta descreve o exílio de Israel na terra do cativeiro como um evento que já havia ocorrido. CBASD, vol. 4, p. 1007.
9 – 17 Oseias era o vigia de Israel, mas era odiado pelos sacerdotes dos adoradores do bezerro de ouro, e armadilhas foram colocadas em seu caminho (9:8). O povo do Israel do norte era tão abominável e corrompido quanto o povo de Gibeá que havia abusado da concubina do levita (9:9; Jz 19). A condição espiritual de Israel durante a sua estada no deserto, no Êxodo, era como uvas inesperadas ou os primeiros figos. No entanto, ao final de seus 40 anos no deserto eles começaram a adorar Baal-Peor (9:10). Deus teria que ensinar o povo de Israel que Ele era o verdadeiro Sustentador, não Baal. Assim, Deus impediu o aumento de nascimentos de pessoas e de gado. Só então eles iriam perceber que as bênçãos não perduram quando o Sustentador e Guardião se afasta (9:11b-12). O profeta Oséias sabia que a destruição de Samaria e o cativeiro de Israel do norte eram inevitáveis. Por não ouvirem ao Senhor, se tornariam peregrinos entre as nações (9:17). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/04/
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“Mui profundamente se corromperam, como nos dias de Gibeá. O Senhor Se lembrará das suas injustiças e castigará os pecados deles” (v.9).
Um dos relatos bíblicos mais tristes e difíceis de se ler encontra-se no capítulo dezenove do livro de Juízes. A violência cometida contra a concubina do levita e o esquartejamento de seu cadáver foram absurdos que, certamente, chocaram Israel e que levaram todo o povo a concluir: “Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito até ao dia de hoje; ponderai nisso, considerai e falai” (Jz.19:30).
A corrupção de Israel nos tempos de Oseias foi comparada com este episódio onde a maldade era sem escrúpulos. O povo se comportava como se em dias de festa, quando, na verdade, estava para viver dias de luto. Até as novas gerações não seriam poupadas do castigo vindouro, sendo levadas “ao matador” (v.13). A bênção que deveria ser perpetuada para a vida (Dt.6:4-9), foi trocada pela maldição para a morte.
A tragédia humana atinge o seu ápice na proporção em que o homem deixa de ouvir a voz do seu Criador. A mesma voz que falou e tudo se fez, é a mesma que continua falando através de Sua Palavra com a finalidade de – dia após dia – nos santificar. É uma obra contínua e ininterrupta que só atingirá o seu clímax no grande Dia do Senhor. Deixar de ouvir a voz de Deus não é só uma questão de escolha, mas de renúncia à própria finalidade para a qual fomos criados: “… os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:7).
Com isso em mente, ponderemos, consideremos e falemos acerca de nossos dias. O que temos visto e ouvido pelo mundo afora, de uns anos para cá, não tem sido um episódio esporádico de violência extrema, mas um surto de crimes hediondos que têm tornado esta terra um lugar terrível de se viver. O descaso para com a vida alheia, o desamor e o prazer a todo custo são as principais causas para que haja um número gigante de vítimas fatais. Mas esta é a face do homem longe de Deus! Este é o quadro pintado pelo príncipe deste mundo!
O que estamos testemunhando, hoje, é o retrocesso humano e a degradação do mundo. Quanto mais distantes vivemos dos propósitos de Deus, mais vulneráveis ficamos às nossas paixões e concupiscências, então, começamos a nos destruir uns aos outros. Nunca estivemos tão perto de ver cumprida esta profecia de Oseias: “Chegaram os dias do castigo, chegaram os dias da retribuição” (v.7). Despertemos, amados! Basta olhar para os lados e perceber que o relógio deste mundo está prestes a marcar o seu minuto final. Isto não é sensacionalismo! Isto é choque de realidade! O Senhor tem chamado o Seu povo para ouvir: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz” (Ap.2:7). E o que temos feito com esse privilégio? Aproveitado ou rejeitado?
Em nome de Jesus, aproveitemos ao máximo estes últimos instantes enquanto ainda podemos ouvir a voz do Espírito Santo. Porque está chegando o tempo em que todas as oportunidades cessarão e cumprir-se-á a profecia: “Ai deles, quando deles Me apartar!” (v.12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, ouvintes atentos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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A rejeição à mensagem de Deus, ou mesmo a rejeição ao mensageiro utilizado por Deus para enviar Sua mensagem, “é uma indicação de hostilidade com relação ao próprio Deus” (Richard O. Lawrence).
O povo que recebera bênçãos, proteção e revelações de Deus, Aquele que graciosamente fez concerto com Israel, tornou-se indiferente a Ele como uma esposa fria diante de seu marido atencioso.
“Deus os tirou da terra do Egito e os fez Seu povo, mas eles retornaram à escravidão (no Egito). Deus lhes deu Sua Lei e lhes falou como ser limpos a Sua vista (veja especialmente Levítico 11:1-23; Deuteronômio 14:3-21), mas eles serão levados a Assíria e ali serão obrigados a comer o que é imundo. Os dois juízos serão sinais da separação de Deus” (Mike Butterworth).
Por isso, “num doloroso lamento, o profeta expõe pormenorizadamente os principais aspectos da apostasia deles: ‘Baal-Peor’, ‘Gibeá’, ‘Gilgal’, ‘Bete-Aven’, ‘bezerro’, ‘perversidade’, ‘príncipes rebeldes’, ‘secaram-se as suas raízes’, ‘não dará fruto’, ‘o meu Deus os rejeitará’, andarão errantes entre as nações’”, observa Robert H. Pierson. E, depois declara:
“Há muita coisa nas denúncias de Oseias que se aplica à Igreja nestes últimos dias”.
Portanto, abramos ouvidos e coração para o que Deus quer revelar-nos. Tais advertências devem atingir a alma de todo crente nestes dias que antecedem a volta de Jesus, caso queiramos ser aprovados no dia do juízo.
Então, observe atentamente estas verdades:
• Não podemos desperdiçar nossa vida com os prazeres carnais, seguindo os mundanos; isso nos distancia de Deus (v. 1).
• Não devemos vender-nos à prostituição espiritual e à orgia religiosa, oferecidas como comidas em restaurantes à beira das avenidas – nem toda igreja serve ao Deus verdadeiro do jeito que Ele revelou em Sua Palavra (vs. 2-4).
• Não é sábio ignorar a revelação de Deus por apreciar a revelação do pastor, nem criar a própria religião para tentar se livrar do juízo descrito na Bíblia (vs. 5-7).
• Quando não há discernimento espiritual julgamos por “loucura” a mensagem de Deus e, de “loucos”, aos Seus mensageiros – tais conclusões que são verdadeiras loucuras (vs. 8-9).
• Deus relembra a história antes de aplicar Seu juízo; Sua intenção é despertar a consciência cauterizada pelo pecado visando salvação ao perdido (vs. 10-17).
Ouça aos mensageiros de Deus! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 8 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/8
Oséias 8:1-3 descreve o pecado de Israel, ao norte, e a iminência da invasão estrangeira. Isto aconteceria porque eles romperam sua aliança com Deus e agiram contra os Seus ensinamentos (8:1). Portanto, Deus não iria mais protegê-los da invasão dos seus inimigos (8:3).
Houveram ainda alguns bons reis ao sul, no reino de Judá, mas ao norte não houve nenhum bom rei no reino de Israel, que andasse com Deus. Em vez disso, todos os reis de Israel apoiaram a adoração do bezerro de ouro. E também fizeram uma imagem de bezerro na capital Samaria (8:5, 6), em flagrante afronta à proibição à adoração de ídolos, escrita destacadamente por Deus em Sua Lei.
Deus proporcionara muitas instruções escritas para guiá-los, mas os ensinamentos de Deus eram estranhos para eles (8:12). Eles apreciavam suas ofertas de sacrifício porque amavam satisfazer nessas festas o seu apetite, comendo toda a carne que podiam. Deus desejava arrependimento e obediência a Seus ensinamentos, em vez de abundância de sacrifícios (8:13).
Por que Israel e Judá falharam em reconhecer a Deus como seu Criador e Sustentador? E nós, nos lembramos de Deus como nosso Criador, Salvador e Redentor todos os dias? Reconheçamos que Deus é quem nos sustenta e abençoa. Que nossas escolhas e ações se harmonizem com nossa profissão de fé.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1116
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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744 palavras
1. Emboca a trombeta. Como fiel sentinela (ver Ez 33:1-3; Am 3:6), Oseias aqui proclama, em tom de urgência, que o julgamento rapidamente virá sobre o povo de Deus. A trombeta devia dar o alarme da invasão iminente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1003.
Como a águia. Isso se refere ao rei da Assíria, Salmaneser V, que estava prestes a invadir a Síria e a Palestina (2Rs 18:9), descendo do norte em um voo rasante e assustador, como uma águia que arrebata sua presa (ver Dt 28:49). CBASD, vol. 4, p. 1003.
4. Eles estabeleceram reis. Uma referência aos ímpios usurpadores que assassinaram seus antecessores reais para abrir caminho e subir ao trono (ver com. de Os 7:7). CBASD, vol. 4, p. 1003.
5. O teu bezerro. … a referência é, provavelmente, ao bezerro de Betel, pois essa cidade parece ter sido o principal centro de adoração ao bezerro de Samaria (ver com. de Am 7:13). CBASD, vol. 4, p. 1004.
E rejeitado. Literalmente, “lançado fora”. … o pensamento de toda a passagem (v. 5-7) é bastante claro, pois mostra que a nação logo colheria os frutos da adoração ao bezerro instituída por Jeroboão I (lRs 12:28). A LXX diz: “Lançai fora o teu bezerro, ó Samaria”, exortando Samaria e todo o país a rejeitar a adoração ao bezerro, que trouxe sobre eles a ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1004.
6. Porque vem de Israel. Oseias aqui mostra a insensatez do comportamento de Israel. Este início da frase indica a origem dessa específica adoração de ídolos, a imagem do bezerro de ouro. Ela surgiu no reino do norte sob Jeroboão I (lRs 12:26-33) e continuou sob seus sucessores. CBASD, vol. 4, p. 1004.
E obra de artífice. E a maior loucura olhar para qualquer objeto que tenha sido planejado e moldado por nós como superiores a nós. A idolatria conduz os seres humanos contra o próprio princípio da razão. CBASD, vol. 4, p. 1004.
7. Semeiam ventos. Não importa o que se torna o ídolo ou o que rouba de Deus o Seu lugar de direito no coração, certamente voltará para nós em colheita de pesar e angústia. CBASD, vol. 4, p. 1004.
8. Israel foi devorado. Isso inclui não apenas os produtos do campo, mas as próprias pessoas. CBASD, vol. 4, p. 1004.
9. Jumento montês. Este animal, voluntarioso e ingovernável é aqui mencionado para retratar o comportamento e a disposição de Efraim ao se voltar para a Assíria e em participar das práticas pagãs e idolatras. CBASD, vol. 4, p. 1004.
11 Os altares que tinham o propósito de remover pecados na verdade aumentavam os seus pecados pelo seu mau uso na adoração a Baal. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Como coisa estranha. Embora as direções e as instruções de Deus fossem completas e adequadas, elas se tornaram estranhas diante das inclinações do povo escolhido. … Em vista do livre acesso que todos têm à Palavra de Deus hoje, em todas as terras e em todas as línguas, nós que vivemos em um mundo mais carente, problemático e hostil do que nos dias de Israel, descobriremos que não temos desculpa se não atentarmos às Sagradas Escrituras e à sua mensagem (ver Hb 2:1-3). CBASD, vol. 4, p. 1005.
Apesar das leis terem sido escritas para eles, os israelitas as consideravam “coisa estranha”, escrita para os outros. É fácil ouvir um sermão e pensar em todas as pessoas que o deveriam ouvir. Ou ler a Bíblia e pensar naqueles que deveriam estar implementar o que aquela passagem ensina. Os israelitas faziam isto constantemente, aplicando as leis de Deus sempre aos outros, nunca a sim mesmos. Esta é apenas outra maneira de desviar-se da vontade de Deus e evitar implementar mudanças requeridas. Quando você pensar nas pessoas que precisam aplicar aquilo que você está ouvindo ou lendo, verifique se esta aplicação se ajusta melhor pra você. Aplique as lições primeiramente para sua própria vida, porque frequentemente nossas faltas são exatamente as primeiras que vemos nos outros. Life Application Study Bible Kingsway.
13. E a comem. Os sacrifícios de Israel a Deus não eram aceitáveis a Ele, porque não eram apresentados no verdadeiro espírito de devoção (ver com. de Is 66:3). CBASD, vol. 4, p. 1005.
Eles voltarão para o Egito. A paciência de Deus atingiu seu limite por causa da plenitude da iniquidade. … O Deus que havia libertado Israel da escravidão do Egito iria enviar seus filhos a um destino semelhante ou pior do que o do Egito. CBASD, vol. 4, p. 1005.
14. Eu enviarei fogo. Esta previsão foi cumprida quando Senaqueribe tomou as cidades fortificadas de Judá (2Rs 18:13), e, mais tarde, quando Nabucodonosor tomou e incendiou Jerusalém (ver 2Rs 25:8, 9; 2Cr 36:19, SI 74:3-8; Jr 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1005.
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“Embora Eu lhe escreva Minha lei em dez mil preceitos, estes seriam tidos como coisa estranha” (v.12).
A trombeta era um instrumento muito utilizado, tanto em batalhas quanto em festas e assembleias solenes. Geralmente, servia como um sinal de alerta ou de convocação, mas também para comemorar a vitória em alguma batalha. No Antigo Testamento encontramos diversos relatos em que a trombeta é utilizada. No livro de Neemias, por exemplo, o próprio Neemias, devido a reconstrução dos muros de Jerusalém demandar dispersão, convocava o povo para orar ao “som da trombeta” (Ne.4:20).
O capítulo de hoje já inicia com um recado em tom de urgência: “Emboca a trombeta” (v.1), indicando que ela está prestes a ser tocada. Com o castigo às portas e avisado pelos profetas de Deus de que sua falsa religião precisava ser substituída pela “religião pura e sem mácula” (Tg.1:27), “Israel rejeitou o bem” (v.3) e teria de sofrer a dor das feridas que ele próprio causou (Pv.11:17). Apesar da aberta idolatria (v.6), o povo ainda enchia a boca para dizer: “Nosso Deus! Nós, Israel, Te conhecemos” (v.2), e, ao mesmo tempo, contaminavam a casa do Senhor com seus ídolos e práticas pagãs. Eram exatamente um tipo de Laodiceia, acomodando-se à condição de que, como nação eleita de Deus, já eram ricos e abastados e não precisavam de mais nada (Ap.3:17): “Porque Israel se esqueceu do seu Criador e edificou palácios” (v.14).
Conforme as profecias bíblicas, vivemos no tempo que antecede a sétima e última trombeta. Basta observar a condição atual do mundo para perceber que “o sétimo anjo” (Ap.11:15) já está com a trombeta na boca apenas aguardando a ordem divina. E adivinhem só o que João viu logo após o ressoar da última trombeta: “Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário…” (Ap.11:19). E o que era mantido dentro da arca da Aliança? Além da vara de Arão e da urna de ouro contendo uma porção do maná, estavam ali “as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êx.31:18).
Agora, vejamos o porquê o Senhor irou-Se contra o Seu povo: “porque transgrediram a Minha aliança e se rebelaram contra a Minha lei” (v.1). Transgredir significa passar dos limites. Israel passou dos limites confessando uma fé tão frágil quanto os deuses que construiu. Como uma revelação do verdadeiro caráter divino, a Lei do Senhor “é santa, e o mandamento, santo, e justo e bom” (Rm.7:12).
O Criador nos deixou dez preceitos com base nos quais um dia seremos julgados (Tg.2:12). A Lei de Deus expressa dez vezes que você e eu somos pecadores e precisamos de um Salvador que, nos deixando exemplo, foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Ele não voltará para buscar os que “amam o sacrifício”, pois “o Senhor não os aceita” (v.13), mas virá segunda vez para levar Consigo “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12), como expressão do grande amor que os salvou.
Não podemos perder a inocência (v.5) que este mundo vil tem tirado até mesmo das crianças. Os mandamentos de Deus “não são penosos” (1Jo.5:3), e sim motivo de alegria daqueles que descobrem a bem-aventurança de seguir os passos de Jesus (1Pe.2:21). Que estejamos todos prontos para o ressoar da última trombeta, orando em todo o tempo: “Ensina-me, Senhor, o caminho dos Teus decretos, e os seguirei até ao fim” (Sl.119:33). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, bem-aventurados!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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A voz dos profetas se ergue do passado, escrita na Bíblia para nós. É a voz de Deus através de homens consagrados. É Deus tentando nos alertar. O povo do passado a rejeitou; e nós, a aceitaremos?
• A Lei de Deus é o reflexo de Seu imutável caráter, o qual é perfeito; assim, aqueles que desejam colocar sua vida em harmonia com a vontade de Deus jamais devem desprezar Seus mandamentos. O antigo povo de Deus transgrediu a aliança/compromisso agindo contra a Lei divina, apesar de ter uma profissão de fé aparentemente convicta (vs. 1-2).
• Ao rejeitar o que Deus considera bom, coisas ruins surgem para tirar-nos a paz. Inimigos perseguiriam a Israel. Como Israel rejeitou o que é bom? Fazendo escolhas sem consultar a Deus, confiando nas próprias riquezas, na própria ideia de religião, elaborando os próprios objetos de culto (vs. 3-5).
• O Deus verdadeiro é intolerante a deuses falsos. Ele quebraria o bezerro de Samaria deixando-o em cacos. Os que praticam a idolatria plantam ventos; portanto, certamente, colherão tempestades, resultando em falta de bênçãos e proteção de Deus (vs. 6-7).
• A religião verdadeira misturada com práticas da religião falsa se torna desprezível até aos pagãos, incrédulos e ateus. O sincretismo religioso é mais perigoso que as religiões contrárias ao cristianismo (vs. 8-10).
• Os preceitos de Deus revelados esboçam Seu plano para a felicidade humana. Contudo, por mais que Deus buscasse a Efraim, mais Efraim buscava o pecado; quanto mais Deus revelava Seu amor em orientações, mais Seu povo descambava para depravações; quanto mais Deus demostrava se importar, mais o povo desprezava a Deus buscando proteção e segurança nas forças e obras das mãos humanas (vs. 11-14).
Este capítulo revela como é adulterara a religião verdadeira. “A revelação é ignorada, e os mandamentos expressos de Deus são deixados de lado, para serem substituídos pelas noções dos homens. Hoje o povo também pode clamar: ‘Deus meu! Nós… te conhecemos!’ Mas, a menos que a ‘adoração’ esteja de acordo com a revelação bíblica, é pior do que algo sem sentido” (Richard O. Lawrence).
Para não sermos hipócritas, precisamos parar de servir a dois senhores (Mateus 6:24). Devemos viver a pura religião bíblica, sem mistura com práticas impuras.
Reavivemo-nos no estudo da Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.