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NÚMEROS 30 – Uma pessoa não é um punhado de substâncias químicas dinâmicas aglomeradas no formato de um corpo humano, nem as palavras são meramente ondas sonoras que se espalham aleatoriamente pelo ar. Somos criados por Deus dotados de raciocínio, inteligência, senso de responsabilidade e moralidade. Nossas palavras causam impactos impressionantes, positivos ou negativos.
Devemos ser homens e mulheres “de palavra” (comprometidos com o que dizemos).
“Em Levítico 27, Moisés havia tocado no assunto dos votos em termos de consagração de pessoas e de bens ao Senhor, mas aqui ele trata de votos pessoais e de como são afetados pelos relacionamentos. Este capítulo deixa claro que o lar é fundamental para a nação, que deve haver autoridade e subordinação dentro dele e que a verdade é que mantém a sociedade unida… Quando as pessoas se esquecem de que Deus ouve o que dizem, então são tentadas a enganar, e as mentiras levam a sociedade a se desintegrar… Quer as pessoas tenham consciência ou não, fazer uma promessa é comprometer-se com o Senhor. Os alicerces da sociedade estão corroídos por causa de promessas quebradas, sejam contratos oficiais, votos matrimoniais, compromissos políticos ou palavras ditas no banco de testemunhas do tribunal. Esperamos que o Senhor cumpra Suas promessas, e Ele espera que cumpramos as nossas. A verdade é a argamassa que mantém a sociedade unida” (Warren Wiersbe).
Além disso, Números 30 trata do cuidado pelas mulheres que os homens deveriam (primeiramente pai, depois o marido), que muitos interpretam como filosofia machista. As mulheres não deveriam ser contadas para a guerra (Números 1:3; 26:2). Elas não serviriam o exército; devem ser preservadas. O mesmo se dá em relação ao voto delas, se fossem prejudicá-las, poderia ser cancelado pelo pai (quando estivesse em casa) ou pelo marido (após ter sido casada).
As mulheres não eram desprezadas ou desvalorizadas, mas respeitadas na cultura bíblica (Números 27:1-11), ainda que a cultura judaica pudesse ter dificuldades para aceitar as orientações divinas. O mesmo cuidado é visto no Novo Testamento (1 Timóteo 5:1-16; Tiago 1:27). Marido que trata asperamente sua esposa, tem as orações interceptadas (1 Pedro 3:7).
As pessoas precisam aprender a ler a Bíblia para não falarem absurdos que as levarão à juízo pelo Seu Autor (Mateus 12:36-37; Romanos 2:1-8).
Reavivemo-nos! Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 29 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/29
O capítulo de hoje e o anterior fornecem informações adicionais sobre as várias ofertas apresentadas ao longo do ano. Aqui a ênfase recai sobre os dias festivos religiosos. Vários tipos de ofertas são apresentados, incluindo holocaustos, ofertas de cereais, ofertas pelo pecado, ofertas de expiação, ofertas de bebida e ofertas pacíficas – e um lembrete para não esquecer as ofertas diárias regulares, mesmo nesses dias especiais.
Jesus é Aquele a quem todas essas ofertas apontam. Ele é definitivamente nossa oferta pelo pecado, mas Ele também é cada uma dessas outras ofertas. Em relação ao festival de ação de graças da colheita, Ellen White escreveu: “Pois até mesmo os produtos da terra, as graças fornecidas pelo sustento do homem, devemos à oferta de Cristo na cruz do Calvário. Deus nos ensina que tudo que recebemos Dele é o dom do amor redentor “. (Review and Herald, 10 de novembro de 1896)
Reserve um tempo hoje para pensar sobre as maneiras pelas quais o sacrifício de Jesus no Calvário afeta nossa vida. Ele nos traz esperança e paz, Ele restaura nosso relacionamento rompido com Deus e com outras pessoas, e Ele quer fazer parte de nossas vidas diárias como o pão que comemos todos os dias. Ele é nosso sacrifício perfeito.
Michael White
Professor de Religião e Tradutor
Universidade da União Peruana
Lima, Peru
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/29
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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829 palavras
Deus estabeleceu muitos feriados [festas, festivais] no calendários de Israel. A Festa das Trombetas era um dos três grandes feriados estabelecidos no sétimo mês (a Festa dos Tabernáculos e o Dia da Expiação eram os outros dois). Estes feriados proviam um tempo para revigorar a mente e o corpo e para renovar o comprometimento com Deus. Se você se sente cansado ou distante de Deus, experimente tirar um “feriado espiritual”. Afaste-se da rotina diária e concentre-se em renovar seu comprometimento com Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
1-6 A Festa das Trombetas era celebrada no início do sétimo mês, um mês muito ativo na adoração ao Senhor nas festas sagradas… Posteriormente na tradição judaica, esta festa comemorava o Ano Novo, Rosh Hashanah. A trombeta tocada tocada era o shofar, o chifre de carneiro [e não as trombetas de prata]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-2 A Festa das Trombetas demonstrava três importantes princípios que devemos seguir em nossa adoração hoje: 1) Todo o povo se reunia para celebrar e adorar. Consegue-se um benefício extra pela adoração com outros adoradores. 2) A rotina diária normal era suspensa e nenhum trabalho duro era realizado. A adoração toma tempo e separar o tempo nos permite ajustar nossas atitudes antes e se reflete posteriormente. 3) O povo sacrificava animais como oferta queimada [holocausto] a Deus. Nós mostramos nosso comprometimento com Deus quando damos algo de valor para Ele. A melhor dádiva, é claro, somos nós mesmos. Life Application Study Bible Kingsway.
1 santa convocação. Isto é, uma convocação solene à qual todo o povo deveria comparecer. Bíblia Shedd.
O sétimo mês, o primeiro do ano civil, fora separado especialmente para propósitos religiosos (Lv 23:23-44), e contava com mais dias dedicados a ritos religiosos do que qualquer outro mês do ano. [ver tb Lv 23:24, 25]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1011.
3 três décimas de um efa. Cerca de 6,6 litros, a porção costumeira para sacrifícios dessa natureza. CBASD, vol. 1, p. 1011.
7-12 A Festa da Trombetas introduz [anuncia] o Dia da Expiação, um tempo de confissão, de arrependimento e de celebração (v. Lv 16; 23.26-32). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os sacrifícios da Festa da Expiação, realizada no décimo dia do sétimo mês, com feriado nacional e jejum. Aliás, é o único dia de jejum oficial ordenado pela Lei. Este era o dia da humilhação e da expiação dos pecados da nação, quando o sumo sacerdote ofereceria sacrifícios como expiação pelo santuário, pelos sacerdotes, e por todo o povo, Lv 16. Bíblia Shedd.
7 afligireis a vossa alma. Este ato incluía o jejum, que foi e é grande jejum anual observado rigorosamente pelos judeus ortodoxos (cf. Lv 16:29; 23:27-29, 32; Sl 35:13; Is 58:3, 5; At 27:9). CBASD, vol. 1, p. 1012.
12-39 A Festa dos Tabernáculos, a última e a maior das três grandes festas anuais do povo judaico. Recebeu este nome para lembrar o tempo em que o povo habitava em tendas durante sua peregrinação no deserto, Lv 23. Na Terra Prometida esta festa se realizava ao redor do templo em Jerusalém, onde o povo armava suas tendas nos terraços e lugares abertos da cidade e da sua vizinhança, produzindo assim um aspecto festivo e original. Naqueles dias havia cerimônias esplêndidas. Bíblia Shedd.
13 treze novilhos. O mesmo tipo de sacrifício ordenado para outras festas. Mas, ao passo que dois novilhos eram suficientes em outras festividades, neste caso são prescritos 13 (Nm 28:11, 19, 27). A cada dia, durante sete dias consecutivos, um novilho a menos era ofertado (v. 17, 20, 23, 26, 29, 32). Assim, sete novilhos eram oferecidos no sétimo dia, totalizando 70 novilhos para os sete dias. CBASD, vol. 1, p. 1012.
17 No segundo dia, oferecereis doze novilhos. O total de novilhos oferecidos fica em setenta. Setenta era o número redondo no qual os israelitas calculavam os povos da terra, e a interpretação dadas a estes sacrifícios pelos próprios judeus é que foram feitos no sentido de interceder a Deus em favor de toda a raça humana. … o sacrifício único de Jesus Cristo haveria de abranger pessoas de todas as nações que se convertessem a Ele, o qual custou aos próprios discípulos entenderem (Gl 2.14-21; At 10.1-48). Bíblia Shedd.
doze novilhos. Um novilho a menos do que no dia anterior. O número de carneiros e cordeiros não mudava. Todo o sistema de ritos repousava sobre o sacrifício diário; a despeito do número de sacrifícios acrescentados, a oferta diária nunca era deixada de lado. Da mesma maneira, o Cordeiro de Deus jamais pode ser substituído. Nenhuma função, nenhum rito e nenhuma regra pode tomar o lugar do Filho de Deus, o único por meio de quem há salvação do pecado. CBASD, vol. 1, p. 1012.
35 nenhuma obra servil fareis. Esta expressão ocorre muitas vezes quando se trata de festas religiosas, especialmente o dia do sábado, e nos ajuda a compreender que a religião não consiste no merecimento da obra humana, mas sim no descansar na graça divina, aceitando a salvação que Deus nos dá. Bíblia Shedd.
38 um bode, para oferta de pecado. Qualquer que fosse a festividade, requeria-se uma oferta pelo pecado (Nm 28:15, 22, 30; 29:5; etc.). O povo sempre precisava de perdão. Era importante não se perder de vista esse fato. CBASD, vol. 1, p. 1012.
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“No dia dez deste sétimo mês, tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; nenhuma obra fareis” (v.7).
A continuação da descrição das ofertas nas festas solenes menciona a Festa das Trombetas, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos. Já estudamos sobre essas cerimônias no livro de Levítico e vimos que havia uma sequência lógica e profética em cada uma delas, apontando tanto para o ministério terrestre de Cristo quanto para os acontecimentos que antecedem Sua segunda vinda. A Festa das Trombetas preparava o povo para a solenidade do Dia da Expiação. Por conseguinte, o Dia da Expiação preparava Israel para a celebração da Festa dos Tabernáculos.
Como o “sonido de trombetas” (v.1), os eventos que antecederam o início do tempo do fim anunciaram ao mundo a necessidade de urgente reavivamento e reforma. Lutero, Jerônimo, Calvino, entre outros reformadores, descobriram nas Escrituras a fonte da verdadeira felicidade, que nem mesmo as constantes ameaças de morte poderiam lhes roubar. Após grande clamor que atingiu muitas das civilizações, provocando a curiosidade de conhecer o Livro Sagrado que até então só era acessível ao clero, a custo de sangue, suor e lágrimas, a Bíblia começou a ser traduzida e distribuída em outros idiomas.
O prenúncio e o início do tempo do fim foram marcados, qual som de trombetas, por eventos anunciados pelo próprio Jesus (Mt.24:29). Lisboa foi praticamente destruída quando, em 1755, foi atingida por terrível terremoto. Em 1780, a Nova Inglaterra e partes do Canadá ficaram em densas trevas em pleno dia. Conhecido como “o dia escuro”, naquele dia o sol não deu sua claridade e a lua ficou como tingida de vermelho. Em 1833, a costa Leste dos Estados Unidos foi atingida pela maior chuva de meteoros já registrada na história. E como uma espécie de sábado histórico, o tempo do juízo investigativo, em que Cristo entrou no Santíssimo do santuário celeste, aponta para um momento de resgatar a mensagem de João Batista e do próprio Cristo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.3:2; 4:17).
Desde então, esses sonidos permanecem a ecoar a todos os que, com inteireza de coração, buscam conhecer ao Senhor através de Sua Palavra. Desde 1844, vivemos, simbolicamente, o Dia da Expiação. É tempo de santa convocação e aflição de alma. É tempo de empregarmos todos os nossos esforços na derradeira obra de salvação e usarmos com intensidade o mais poderoso instrumento dado por Deus ao homem: a oração. Uma vida de oração é o que sustenta a armadura do cristão (Ef.6:18). É através desta ligação direta do homem com Deus que seremos conduzidos à grande Festa dos Tabernáculos, quando estaremos para sempre nas moradas do Pai (Jo.14:1-3).
E assim como “falou Moisés aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe ordenara” (v.40), o povo de Deus recebeu neste tempo solene a palavra profética através de Ellen G. White. Uma jovem de apenas 16 anos de idade, com saúde debilitada e pouca escolaridade, mas que foi escolhida por Deus como Sua mensageira, por meio de quem falou através de mais de dois mil sonhos e visões, em cerca de 70 anos de ministério. Se você ainda não conhece seus escritos, eu o convido a deixar o preconceito de lado e ler algo que ela escreveu. Você verá que não se trata de uma segunda Bíblia, mas de uma luz menor que o conduzirá à luz maior, que é a Palavra de Deus, e ao preparo necessário para sermos encontrados apercebidos no grande Dia do Senhor.
Que o Espírito Santo continue nos conduzindo e reavivando nesta jornada rumo à grande festa que não terá fim!
Pai de amor, nós Te agradecemos porque nestes últimos dias, que o apóstolo Paulo chamou de tempos difíceis, o Senhor não nos deixou sem a palavra profética! E a Tua Palavra diz que o Teu remanescente será reconhecido também por ter o espírito da profecia. Ó, Senhor, dá-nos Teu Espírito para compreendermos e aceitarmos a Tua vontade nestes dias finais!! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Israel do tempo do fim!
Rosana Garcia Barros
#Números29 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 29 – Sem contar os sacrifícios individuais e os inúmeros cordeiros oferecidos na Páscoa, durante o ano no Santuário eram sacrificados 113 novilhos, 32 carneiros e 1086 cordeiros. “Todo o sistema de ritos repousava sobre o sacrifício diário; a despeito do número de sacrifícios acrescentados, a oferta diária nunca era deixada de lado. Da mesma maneira, o Cordeiro de Deus jamais deve ser substituído. Nenhuma função, nenhum rito e nenhuma regra pode tomar o lugar do Filho de Deus, o único por meio de quem há salvação do pecado”, destaca o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Pecado = sangue e morte! Deus reverte a situação!
Assim a ênfase estava sempre no pecado e perdão. “Qualquer que fosse a festividade, requeria-se oferta pelo pecado (Nm 28:15, 22, 30; 29:5, [38] etc.). O povo sempre precisava de perdão. Era importante não se perder de vista esse fato”. Era exigência divina que nada fosse alterado (Números 29:39). “O Senhor havia designado festas para época específicas. Elas deveriam ser realizadas exatamente da forma prescrita” (Idem).
Evangelho é cristologia vinculado à escatologia. Sem a morte de Cristo não haveria esperança profética. Profecia messiânica e profecia dos últimos dias estão presentes nas atividades eclesiásticas e sociais do Santuário. O calendário instituído por Deus apresentava o desenrolar da história seguindo a trajetória divina.
As festas da páscoa, pães asmos, primícias e pentecostes apontavam para o fim do ministério terrestre de Jesus e o começo de Seu ministério Sacerdotal no Santuário Celestial. As festas das trombetas, expiação e tabernáculos apontavam para o tempo do fim, a eventos ligados à Segunda Vinda de Jesus Cristo:
• A festa das trombetas simboliza anúncios do juízo divino.
• O dia da Expiação aponta para o início do juízo divino, o qual está em andamento desde que Jesus assumiu o Lugar Santíssimo no Santuário Celestial em 1844.
• A festa dos tabernáculos aponta para os salvos celebrando a vitória sobre o pecado, depois que Jesus os levar deste mundo para a Pátria Celestial.
Precisamos estudar a Bíblia com afinco a fim de que pratiquemos aquilo que Deus designou, para não perdermos o que Ele preparou para nós.
Os sacrifícios não são mais necessários, pois Cristo substituiu a sombra pela realidade. Que Ele seja central em nossa existência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 28 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/28
O Senhor deu instruções detalhadas a respeito de Suas ofertas. O propósito das oferendas de animais, ofertas de cereais e ofertas de bebida era direcionar a mente dos adoradores para Deus como seu Redentor e Provedor.
Deus detalhou não apenas o que e como das oferendas, mas também deu instruções específicas sobre o quando. Ele instruiu: “. . . terás o cuidado de oferecer-Me no tempo determinado.” (Números 28:2) Esses “tempos determinados” incluíam todas as manhãs e tardes, o sábado, o início de cada mês e em cada uma das festas anuais.
Diariamente, semanalmente, mensalmente e a cada estação, eles deveriam ser lembrados da graça de Deus e de sua necessidade desesperada da provisão de Deus e de sua dependência dEle. Deus planejou esses lembretes para que ocorressem com regularidade e frequência, “no tempo determinado”.
E quanto a nós hoje? O que posso fazer regularmente para dirigir meus olhos, meus pensamentos, minhas ações para meu precioso Senhor? Eu quero repetidamente dar a Ele ofertas que me lembrem da minha total dependência Dele para minha existência espiritual e física.
Senhor, escolho hoje dar a Ti o melhor do meu tempo, energia, influência e posses.
Sharon Szynkowski
Esposa e ajudadora do pastor das igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Alpena e Onaway
Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/28
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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664 palavras
28.1 – 29.40 Como preparação para a entrada na terra Prometida, as leis dos sacrifícios regulares e das celebrações, que já tinham sido detalhadas anteriormente são resumidas. Começando pelos sacrifícios diários (28.1-8), do dia do sábado (28.16-29.40), o sumário mostra-nos claramente como a vida dos israelitas na Terra Prometida deveria girar em torno da adoração e do serviço ao Senhor. Bíblia de Genebra.
Esses capítulos dão testemunho da abrangência total do sacrifício na vida do povo e da enormidade da tarefa dos sacerdotes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-31 A manutenção das Ofertas Contínuas ao Senhor visava preservar, diante do povo, a realidade da constante presença de Deus entre o Seu povo, cujo dever era manter-se santo como Deus é santo. Vemos, em tudo isso, o desejo divino de preservar a ideia da expiação final que seria feita por Jesus, 1 Jo 2.2. Bíblia Shedd.
1, 2 As ofertas deveriam ser trazidas regularmente e apresentadas de acordo com rituais prescritos sob a supervisão dos sacerdotes. Acompanhar estes rituais tomava tempo e isto dava ao povo a oportunidade de preparar seus corações para a adoração. A não ser que nosso coração esteja pronto, nossa adoração não terá sentido. Por contraste, Deus se agrada e aproveitamos mais disto quando nossos corações estão preparados a comparecer perante Ele com espírito de gratidão. Life Application Study Bible Kingsway.
2 Minha oferta. Hebraico qorban, da raiz “aproximar”, “chegar perto”, com um propósito específico. É usada para abordar um juiz com um caso, para dedicar algo ou apresentar uma oferta. Qorban, portanto, se tornou um termo genérico para qualquer oferta (ver Mc 7:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1007.
a seu tempo determinado. Dentro dos planos de Deus, há um tempo e um lugar para tudo, Ec 3.1-8. Jesus veio na plenitude do tempo, Gl 4.4, e sabia sempre qual era a hora certa que Seu Pai lhe tinha preparado, Jo 7.30; 12.23. Bíblia Shedd.
3 em contínuo holocausto. Em Daniel 8:11-13, 11:31 e 12:11, encontra-se a forma equivalente “sacrifício diário”. O aspecto contínuo desta oferta proporcionava notável paralelo com o Cordeiro de Deus, cujo sacrifício único é continuamente eficaz; Ele morreu uma só vez e de uma vez por todas (Hb 7:3; 10:12, 14). CBASD, vol. 1, p. 1008.
9, 10 Porque eram apresentadas ofertas extras no dia de Sábado? O Sábado era um dia especial de descanso e adoração que comemorava a criação (Êx 20:8-11) e a libertação do Egito (Dt 5:12-15). Por causa da significância deste dia especial, era natural oferecer sacrifícios extras este dia. Life Application Study Bible Kingsway.
9 A oferta sabática era um acréscimo aos sacrifícios diários, contínuos, feitos todos os dias da semana. Isso significava que, no sábado, os sacerdotes precisavam cumprir deveres duplos. Talvez esse fato estava na mente de Cristo quando disse que “os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa” (Mt 12:5). Posteriormente, cantava-se um hino especialmente dedicado ao sábado para acompanhar o derramamento da libação (Sl 92). CBASD, vol. 1, p. 1008.
11-15 Os sacrifícios no início do mês [lua nova, v. 14] tinham grande relevância. Eram ocasiões de celebração e de tocar as cornetas em adoração (v. 10.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 três décimas de um efa. Cerca de 6,6 litros. CBASD, vol. 1, p. 1008.
16 a Páscoa do Senhor. A primeira das festas judaicas, instituída para conservar a memória do acontecimento culminante da redenção de Israel das mãos dos egípcios. Era o dia nacional da independência dos israelitas. Bíblia Shedd.
18 No primeiro dia. Não do mês, mas da festa, dia 14 de Nisã. Bíblia Shedd.
nenhuma obra servil fareis. Literalmente, “nenhuma obra agrícola”. Qualquer atividade que exigisse trabalho pesado era proibida (Êx 12:16; Lv 23:7, 8). CBASD, vol. 1, p. 1009.
21 oferecereis uma décima. Isto é, a décima parte de um efa de farinha, v 12. Bíblia Shedd.
26 dia das primícias. É a festa de Pentecostes, descrita em Êx 23.16; 34.22; Lv 23.15. Na Igreja, é o dia das primícias do Espírito Santo (At 2.1-4) enviado à mesma [igreja]. Bíblia Shedd.
26-31 A Festa das Semanas [7 x 7 dias] era celebrada 50 dias depois da Festa dos Pães sem fermento (v. Lv 23.9-22); com base nesse número, passou a existir o termo “Pentecostes” (que significa “cinquenta”) no NT (At 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“É holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, de aroma agradável, oferta queimada ao Senhor” (v.6).
Como quem instrui uma criança, Deus precisava inculcar na mente de Seu povo todas as cerimônias já estabelecidas no Sinai. A repetição das leis concernentes aos rituais do santuário tinha o objetivo didático de preparar Israel para transmitir, de geração em geração, os símbolos que apontavam para a missão do Messias. As ofertas contínuas, mais conhecidas como os sacrifícios da manhã e da tarde, representavam a Cristo, mas também a necessidade humana em permitir que o Senhor seja o primeiro e o último na vida. E a ênfase dada pelo Senhor, ao dizer: “Da Minha oferta, do Meu manjar para as Minhas ofertas” (v.2), comunica ao homem o plano exclusivamente divino de seu resgate.
Até o tempo de tais ofertas foi estabelecido por Deus, “a seu tempo determinado” (v.2), “dia após dia” (v.3), “um […] pela manhã, e o outro, ao crepúsculo da tarde” (v.4). No sábado, “além do holocausto contínuo e sua libação” (v.10), havia uma oferta especial sabática. O início de cada mês também era dedicado ao Senhor com ofertas específicas, e o primeiro mês do ano, celebrado com a festa da Páscoa, sete dias de celebração, inaugurada e encerrada com “santa convocação” (v.18). O Senhor ensinou aos Seus filhos a melhor forma de administrar o tempo, de forma que jamais esquecessem a Quem pertenciam, de onde tinham vindo e para onde estavam indo.
Cada detalhe das instruções dadas pelo Senhor a Moisés na construção de Seu santuário e na adoração que ali seria oferecida revela o cuidado de um Deus que conhece nossa natureza carnal e totalmente dependente de Sua constante presença e cuidado. Daquela nova geração, poucos haviam presenciado os prodígios do Senhor no Egito e a Sua gloriosa manifestação no Sinai. A fim de livrar a nação da apostasia, Deus usaria Seu servo Moisés antes de sua morte, a fim de proclamar as leis que a protegeriam. Não poderia ser diferente com a última geração dos filhos de Deus. De forma pontual, conforme os limites temporais previamente indicados nas Escrituras, o Senhor ergueu uma voz profética para nossos dias.
Desviados dos princípios eternos da Palavra de Deus, aqueles que haviam se unido à reforma protestante precisavam resgatar as verdades outrora esquecidas. Iluminados por um reavivamento pessoal e coletivo, um grupo de crentes, cheio do Espírito Santo, tornou à Bíblia como em busca de um tesouro perdido. Examinando as Escrituras ponto a ponto, especialmente o livro do profeta Daniel, seus olhos foram abertos para o solene tempo em que estavam vivendo, julgando fazer parte da geração que contemplaria o retorno de Cristo à Terra sem passar pela morte.
Qual não foi a sua decepção, o dia do advento tornou-se em dia de terrível desapontamento. Acertaram na data, mas erraram no evento. Em 22 de outubro de 1844, milhares de cristãos choraram amargamente a triste realidade de que o tempo determinado ainda não havia chegado. Contudo, homens de Deus que experimentaram o poder que os conduziu a tal experiência, buscaram em oração o consolo e a resposta do Senhor. Era necessário que ainda profetizassem “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). E enquanto Jesus entrava no lugar Santíssimo do santuário celeste, a fim de iniciar Seu juízo investigativo, Deus levantou um povo para proclamar ao mundo Seu “evangelho eterno” (Ap.14:6) e terminar a missão que culminará na volta de Jesus: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Não sabemos o dia e nem a hora em que o Filho do Homem virá. E não compete a nós marcar novas datas, mas confiar no tempo determinado por Deus, enquanto dia a dia fortalecemos nossa fé oferecendo nossa vida no altar do Senhor como sacrifício contínuo, vivo, santo e agradável a Ele, que é nosso culto racional (Rm.12:1). Por isso, o tempo que o Eterno nos dá de presente é este: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Aproveitemos este tempo com Deus até que Ele o torne eterno.
Pai, nós Te agradecemos porque também temos a Tua Palavra e podemos estudá-la, e memorizá-la, e repeti-la, para que a Tua verdade fique bem gravada em nosso coração. Ensina-nos a contar os nossos dias para que alcancemos coração sábio e que aguardemos a volta de Jesus com expectativa, mas, principalmente, com fé. E volta logo, Jesus! Em Teu nome oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do advento!
Rosana Garcia Barros
#Números28 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100