Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

NÚMEROS 32 – Aqueles que prezam pela unidade do povo de Deus valorizam a liderança espiritual, lutam a favor do corpo de Cristo, acatam exortações dos líderes espirituais, e são cuidadosos para não serem estorvos aos remanescentes de Deus.

Apesar de tudo o que Deus fizera para que Sua promessa de uma terra que mana leite e mel se tornasse realidade, parece haver indisposição por parte de alguns israelitas. As tribos de Rúben, Gade e meia tribo de Manassés solicitaram a Moisés para não receberem a herança em Canaã, mas na Transjordânia, onde haviam chegado (Números 32:1-19). Contentaram-se em chegar próximo à Terra Prometida, e Moisés meio apreensivo, anuiu ao pedido deles; porém, sob condição de que lutassem pelas outras tribos até que tivessem seus territórios em Canaã; além dessa condição, outra exigência de Moisés foi pela constante fidelidade ao Senhor (Números 32:20-42).

Números 32 ensina-nos preciosas lições práticas:

  • A lealdade entre membros do povo de Deus é essencial para o sucesso do o remanescente fiel; a independência e o individualismo são mecanismos do diabo para impedir o cumprimento da promessa divina.
  • O líder deve sempre pensar no corpo de Cristo como um todo, sem menosprezar ou ser inflexível diante dos pedidos dos liderados que, caso seja diferente do pretendido, deve ser remanejado para que possa satisfazer a todos.
  • A unidade nos projetos da congregação do povo de Deus é essencial para que haja prosperidade, sem a qual, o avanço e desenvolvimento dos projetos de Deus podem ser comprometidos.
  • Destaca-se que é pecado deixar de cumprir um acordo e ser negligente no auxílio dos outros membros do corpo de Cristo no cumprimento da missão concedida por Deus. Aprendamos tal verdade! (Números 32:23).
  • O povo de Israel começava a experimentar o cumprimento da profecia de Gênesis 15:16, proferida por Deus cerca de 400 anos antes. Assim, Números 32 mostra que Deus conduz história apesar de nós; embora demorasse 38 anos para adentrar a Terra Prometida após o êxodo egípcio, o atraso aconteceu como Deus havia declarado diante da rebeldia do povo em Números 13 e 14.

Se a liderança espiritual fosse mais consultada frente a decisões que afetam o coletivo, haveria mais sucesso no desenvolvimento eclesiástico onde há conflitos e fracassos.

Enfim, confiemos em Deus, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 31 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: NÚMEROS 31 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 31 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 31 by Luís Uehara
11 de setembro de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/31

Deus é amor (1 João 4:8). Esta é a premissa principal, a lente através da qual toda a Bíblia deve ser lida. Números 31 nos lembra que a justiça também é outra premissa importante para entender os textos bíblicos. O SENHOR é um Deus de justiça (Is 30:18). A premissa de que Deus é justiça tem sido frequentemente esquecida ou ignorada, especialmente nestes últimos tempos da história da terra.

Números 31 nos lembra que Deus é capaz de usar pessoas, anjos, ou até mesmo a natureza para levar a cabo a justiça. Às vezes até governadores, policiais e cadeias cumprem o propósito de Deus! No entanto, enquanto estamos neste mundo pecaminoso, o inimigo de Deus muitas vezes provoca a injustiça. A maioria das calamidades e desastres que ocorrem na terra não são ações de Deus, mas ações do diabo, que produzem confusão e deturpam o caráter de Deus. Não obstante, Números 31 nos lembra que Deus não permitirá o pecado e o mal para sempre. Ele intervirá e porá fim ao mal e aos malfeitores, porque Deus é Amor e Justiça.

Benjamín Rojas Yauri
Professor de Novo Testamento e Hermenêutica
Supervisor de Estágio – Faculdade de Teologia | Universidad Peruana Unión
Pesquisador – Novo Testamento | Universidade Stellenbosch

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

942 palavras

[Este capítulo trata d] A vitória dos israelitas sobre os midianitas, cuja destruição se fez necessária por serem fonte de prevaricação, moléstia e infecção para o povo de Deus, v. 16. Além do mais, os midianitas tinham se unido aos moabitas para amaldiçoar Israel, proferindo, deste modo, injúria ao Deus de Israel. Bíblia Shedd.

Os midianitas eram um povo nômade que descendia de Abraão e sua segunda mulher, Quetura. A terra de Midiã se estendia ao sul de Canaã, mas grandes grupos de midianitas se deslocavam a muitos quilômetros de sua terra natal, buscando por terras de pasto para seus rebanhos. Um grupo destes estava próximo da terra prometida quando os israelitas chegaram. Quando Moisés fugiu do Egito (Êx 2), ele buscou refúgio na terra de Midiã. Sua mulher e sogro era midianitas. A despeito dessa aliança, israelitas e midianitas foram sempre amargos inimigos. Life Application Study Bible.

8 Balaão morre, não como um justo, o que era seu desejo hipócrita (Nm 23.10), mas sim a morte de um infiel, mercenário e inimigo de Deus. A sua sorte será com os incrédulos, Ap. 21.8. Bíblia Shedd.

O cap. 25 não define o nome do instigador principal da sedução dos homens israelitas à adoração depravada de Baal. Aqui, porém, ele aparece entre os mortos. O que Balaão não conseguira levar a efeito mediante os atos de magia ou de feitiçaria (caps. 22-24) quase conseguiu realizar mediante os seus conselhos aos midianitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-18 Embora as tropas matassem os homens de Midiã, pouparam as mulheres e crianças como despojo. Moisés ordenou que somente as mulheres virgens (que, portanto, eram inocentes das indecências em Peor) fossem poupadas; as mulheres culpadas e os meninos (que seriam uma ameaça contra os direitos de herança dos homens israelitas) deviam ser executados (v. 15-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A ordem de Moisés para que todas as mulheres que não fossem virgens fossem executadas deveu-se à imoralidade em Peor. Todos os varões foram mortos, inclusive os meninos, provavelmente para impedir o ressurgimento dos clãs midianitas (cf. v. 7) Bíblia de Genebra.

Homens e mulheres não virgens midianitas foram mortos por causa do dano que causaram a Israel ou porque se colocavam como potencial ameaça no futuro, mas as virgens podiam ser assimiladas em Israel, inclusive através de casamento (comparar com Dt 21:10-13). Andrews Study Bible.

Quando descobrimos pecados em nossas vidas, devemos tratar com eles de maneira séria e definitiva. Quando os israelitas entraram na terra prometida, foi sua atitude indiferente com o pecado que os levou à ruína. Moisés lidou com o pecado de maneira pronta e definitiva. Quando Deus apontar o pecado, aja rapidamente para removê-lo de sua vida. Life Application Study Bible.

16 estas, por conselho de Balaão. Quando Balaão não conseguiu ganhar um salário por amaldiçoar a Israel, 24.10-14, já que o próprio Deus pôs profecias verídicas em sua boca, colaborou na desmoralização de Israel pela idolatria, descrita em 25.1-3, o que levou a esta guerra contra os midianitas que Israel declarou a fim de afastar a causa da prevaricação. Talvez sua presença entre os midianitas na hora da sua morte (v 8) foi para efetuar a cobrança pela destruição de 24.000 israelitas (25.9), que era o motivo de os midianitas terem convocado este profeta falso, 22.4-5. Sua maldição não funcionou, mas seus conselhos malignos causaram esta tragedia. Bíblia Shedd.

A história de Balaão (22:1-24:25), tomada isoladamente, nos levaria a acreditar que Balaão era um homem honesto e temente a Deus. Mas aqui está a primeira das evidências bíblicas de que Balaão não era o bom homem que aparentava ser. Life Application Study Bible.

18 Os regulamentos para o casamento de um soldado com uma mulher que levou cativa da guerra são definidos em Dt 21.10-14. Bíblia Shedd.

19-24 Como essa era uma guerra santa, tanto as pessoas (v. 19, 20) quanto os objetos (v. 21-24) deviam ser purificados (cf. 19.11-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Visto que os despojos de guerra tinham que ser manuseados de uma maneira que ficasse preservada a santidade de Deus e do povo, os princípios aqui aplicados ajudaram a preparar os israelitas para a conquista vindoura da terra. Bíblia de Genebra.

23 Na obra de purificar o metal, o fundidor sabe que a obra está terminada quando pode ver sua própria face no metal. Assim também o crente está se purificando quando a face de Cristo se reflete nas suas obras e atitudes. Bíblia Shedd.

27 duas partes iguais. A vitória pertencia a todos os israelitas. Bíblia Shedd.

49 nenhum fez falta dentre eles e nós. Sem dúvida, seria considerado uma tragédia que alguns homens perdessem a vida já no limiar da entrada na herança prometida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1, p. 1022.

50 para fazer expiação por nós mesmos. Quando da realização de um censo, deveria se entregar uma taxa de meio ciclo (shekel) por pessoa contada, como resgate por suas vidas (Êx. 30:11-16). Mas nessa ocasião, os oficiais israelitas estavam especialmente gratos a Deus pelo resultado de sua contagem, que mostrou que nenhum deles havia sido morto. Então, fizeram uma rica doação, cujo total superou em muito a taxa requerida. Andrews Study Bible.

Após a contagem cuidadosa de todos os seus homens, os oficiais descobriram que nenhum soldado havia sido morto na batalha. Imediatamente eles agradeceram a Deus. Após atravessar por tempos difíceis, devemos ser rápidos em agradecer a Deus por nos livrar e proteger de perdas severas. Life Application Study Bible.

arrecadas. Ou “brincos” (NVI). Foram bastante comuns entre os povos orientais, tanto antigos quanto posteriores. CBASD, vol.1, p. 1022.

52 dezesseis mil setecentos e cinquenta ciclos. Cerca de 190 kg [de ouro, e outros materiais preciosos e semi preciosos, cf. v. 50]. Andrews Study Bible.

54 como memorial. Sem dúvida, boa parte da grande quantidade de ouro foi derretida e transformada em utensílios usados no santuário. CBASD, vol.1, p. 1022.



Números 31 — Rosana Barros by Ivan Barros
11 de setembro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Assim, dos milhares de Israel foram dados mil de cada tribo: doze mil ao todo, armados para a guerra” (v.5).

Orientados “por conselho de Balaão” (v.16), os midianitas conseguiram enfraquecer muitos de Israel através dos encantos de suas mulheres. Fatal e irreversível foi a consequência para os que se deixaram contaminar pela idolatria e imoralidade disseminadas por elas. Grande clamor ascendeu no arraial de Deus até que chegou o tempo da “vingança do Senhor” (v.3). Foram convocados mil homens de cada uma das tribos de Israel, totalizando doze mil homens “armados para a guerra” (v.5). Este exército matou “todo homem feito”, além dos “reis dos midianitas”, e inclusive “Balaão, filho de Beor, mataram à espada” (v.8).

Vitoriosos, os filhos de Israel regressaram da batalha com as recompensas da guerra: “as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais, e todo o seu gado, e todos os seus bens” (v.9). Contudo, ao Moisés deparar-se com aquelas que foram os instrumentos de maldição, indignou-se e ordenou que fossem mortas todas as que “fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor” (v.16), mas que deixassem vivas as mulheres virgens. Também mandou exterminar as crianças do sexo masculino a fim de que não suscitassem descendência no futuro. E um período de purificação foi observado antes que o exército e os cativos pudessem entrar no arraial; as presas foram divididas e ofertas estabelecidas para serem dedicadas ao Senhor.

Em número de doze mil, ao todo, aquele pequeno exército, comparado às grandes forças bélicas dos povos pagãos, retornou ao acampamento incólume. “Teus servos fizeram a conta dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens, e nenhum falta dentre eles e nós” (v.49) – declararam os capitães dos milhares do exército. Visto o Senhor ter-lhes concedido tão grande bênção e livramento, apresentaram uma oferta voluntária, “cada um o que achou” (v.50); tesouros que foram levados “à tenda da congregação, como memorial para os filhos de Israel perante o Senhor” (v.54).

Temos um vislumbre muito aquém do que realmente acontecia nestas guerras sangrentas. Para alguns povos, porém, esta destruição era inevitável dado o grau de corrupção de seus habitantes. E a ira de Deus é muitas vezes questionada frente aos relatos do Antigo Testamento. Fica evidente que o Senhor não admitia a união do puro com o imundo e nem da justiça com a injustiça. A fim de evitar tal mistura, tanto os pagãos quanto os filhos de Israel que se rebelassem contra o Senhor deveriam ser punidos, e servirem de exemplo para as futuras gerações, como pontuou o apóstolo Paulo: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Como último exército do Deus vivo, somos convocados a nos apresentar “armados para a guerra” (v.5). A nossa luta, no entanto, não consiste mais no uso de lanças e espadas, e nem de uns contra os outros, mas em estarmos revestidos da armadura de Deus. Cingidos “com a verdade”, vestidos “da couraça da justiça”, calçados “com a preparação do evangelho da paz”; embraçando sempre o escudo da fé, tomando “o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus”; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos (Ef.6:14-18). Então, estaremos aptos para a batalha e permaneceremos inabaláveis até a vinda de nosso Senhor e Salvador Cristo Jesus.

Não esqueçamos que nossa luta é contra Satanás e as potestades que estão a seu serviço. E até em nossas vitórias ele tenta incluir recompensas que não fazem parte do plano divino para nossa vida. As mulheres midianitas podem representar tudo aquilo que julgamos ser uma bênção, mas que não passam de estratégias malignas para nos destruir. Apegue-se ao Senhor e à sabedoria de Sua Palavra, e, certamente, o Espírito Santo lhe mostrará a diferença entre o puro e o imundo, entre a justiça e a injustiça. Precioso foi o sangue derramado para que sejamos purificados! Que nosso coração seja sempre uma oferta voluntária dedicada ao Senhor e que isso se reflita em nossa vida.

Senhor, nosso Deus, o que aconteceu com Israel no passado tem se repetido por meio das inúmeras distrações e maldições que o inimigo das almas tem infiltrado no meio do Teu povo. Não permite, Pai, que sejamos enganados ou seduzidos, mas que a nossa vida esteja alicerçada na Tua Palavra. Batiza-nos com Teu Espírito e nos reveste da Tua armadura! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Números31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

NÚMEROS 31 – O cuidado com influências malignas deve ser tão grande hoje quanto foi aos israelitas à véspera da Terra Prometida. Curiosamente, a promiscuidade sexual e a idolatria atual têm sido bem mais abrangentes e ainda mais camufladas armas de Satanás para perverter o povo remanescente do que foi no passado.

Os midianitas, que tinham vínculos sanguíneos com israelitas por parte de Quetura (Gênesis 25:1-2), se uniram aos moabitas (descendentes de Ló, sobrinho de Abraão) para se tornarem péssimas influências ao povo de Deus. A reação divina foi promover guerra onde não haveria necessidade, revelando que nossa ação contra o mal deve ser, no mínimo, radical. A imoralidade sexual além de enfraquecer o povo, atrai o juízo de Deus. Balaão sabia disso, Satanás também!

Vivemos dias em que os demônios têm tido grandiosas vitórias sobre adolescentes, jovens e adultos. A depravação sexual vem ganhando espaço até mesmo em diversos lares de líderes religiosos. A imoralidade sexual atualmente não está sendo encarada com veemência atualmente por muitos crentes como Deus confrontou conforme visto no relato bíblico.

O resultado deplorável e decadente da imoralidade sempre é o que ninguém quer; porém, a maioria não está disposta a acatar ao alerta divino, muito menos de arrepender-se dos prazeres diabólicos para viver os princípios bíblicos.

A vitória sobre os influenciadores do pecado não deve ser parcial, deve ser total. Embora Deus tenha permitido que os israelitas tomassem espólios dos derrotados midianitas, não permitiu a permanência das mulheres que não fossem virgens – como pretendiam alguns.

Deus mandou erradicar o mal. Devido à vitória, e pelo milagre de Israel não ter perdido nenhum soldado contra os midianitas, líderes israelitas entregaram generosamente ofertas a Deus. Gratidão e generosidade são frutos de corações que reconhecem a bondade e a misericórdia de Deus em suas conquistas.

Números 32 volta a falar de Eleazar; o qual, diferente de seus irmãos biológicos espiritualmente relapsos, perseverou como líder zeloso e fiel (não apenas na causa de Deus, mas também em sua própria casa; pois, seu filho Finéias é exemplo de lealdade ao Senhor frente à imoralidade do povo em Números 25).

Carecemos de Eleazares e Fineias nos dias atuais! Nossa sociedade precisa urgentemente de líderes de fibras que enfrente ousadamente a forte influência da imoralidade!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 30 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: NÚMEROS 30 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 30 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 30 by Luís Uehara
10 de setembro de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/30

A Bíblia ensina que ser um crente implica em manter a palavra. Ou seja, quando prometemos algo, estamos presos às nossas palavras. Números 30 trata desse tópico no contexto de uma família. Basicamente, se alguém faz uma promessa ou um voto a Deus, essa pessoa deve fazer o que prometeu. No entanto, existem dois casos em que o voto poderia ser anulado. Se a pessoa que havia feito o voto fosse uma moça solteira ou mulher casada, o voto poderia ser anulado pelo pai ou pelo marido, respectivamente.

Essas exceções parecem um pouco estranhas no século XXI. No entanto, o contexto das exceções é a família e os costumes antigos, onde o homem era o encarregado da casa. Talvez o voto não pudesse ser cumprido devido a algumas questões econômicas que eram administradas pelo pai ou pelo marido.

Portanto, atualmente, os votos devem ser realizados levando-se em consideração a dinâmica familiar e a situação econômica, com a comunicação entre os membros da família. No entanto, um voto não é feito ao homem – é um compromisso com o próprio Deus.

Alvaro F. Rodríguez
Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

405 palavras

Costumeiramente, o povo era obrigado a cumprir qualquer voto ou obrigação que tivesse assumido, incluindo até uma promessa precipitada (v. 6). Entretanto, o voto de um membro subordinado de uma família podia ser cancelado pelo cabeça da casa (vs. 5, 8, 12-13, 15). Moisés exortou o povo a não fazer votos precipitados, mas declarou que se fossem feitos, teriam que ser cumpridos (D7 23.21-23; cf Pv 20.25). Bíblia de Genebra.

2 Cumprir o voto é uma impreterível exigência de Deus. Israel não cumpriu seus votos ao Senhor, Êx 19.8. (Bíblia Shedd).

Mas, se o pai … o desaprovar. Votos criavam solenes obrigações, que não podiam ser quebradas (comparar com Jz 11:30-31, 34-40, Sal 15:4). Mas na sociedade patriarcal israelita, os homens controlavam a propriedade da família que uma pessoa poderia dar através de voto ao Senhor, como um animal para um sacrifício. Portanto, uma mulher precisaria da autorização de seu pai ou de seu marido para fazer um voto que afetasse tal propriedade. Sem esta permissão, ele poderia se ver envolvida na situação terrível de não poder conseguir cumprir sua promessa a Deus. É notável que, neste capítulo, o Senhor desistia de receber uma oferta em prol da preservação da harmonia familiar. Observe que Deus não ordenou o modo patriarcal de fazer as coisas, mas preferiu aperfeiçoar aquela cultura ao invés de anulá-la (comparar com o cap.27). Andrews Study Bible.

O Senhor lhe perdoará. Este é um exemplo da como Deus introduziu o perdão nos sistemas legais e religiosos israelitas (Andrews Study Bible).

Muitas vezes uma pessoa de pouca responsabilidade pode jurar algo contra a vontade divina, e então ainda haveria a possibilidade de alguém mais sábio tomar a responsabilidade de anular o voto. O pai da família deve exercer a autoridade pastoral no lar. Ex 12.26-27; 13.14-15; Dt 6.7 (Bíblia Shedd).

o dito irrefletido. Infelizmente este aspecto quase sempre entra no voto, e é por isso mesmo que Deus quer que tenhamos consciências limpas e livres, abertas à influência do Espírito Santo (Bíblia Shedd).

13 para afligir a sua alma. Refere-se a votos feitos contra a natureza, votos que ameaçariam a saúde e o bem estar, ou que ameaçariam a harmonia da vida conjugal (Bíblia Shedd).

Auto negação física (ver nota em Lv 16:29) poderia envolver a interrupção temporária das relações conjugais, fato que envolveria o marido. Num 30 não cobre a possibilidade de um esposo fazer voto de abstinência sexual, o que seria improvável. Paulo aconselhava que casais somente se abstivessem temporariamente de relações sexuais se houvesse concordância mútua (Andrews Study Bible).



Números 30 — Rosana Barros by Ivan Barros
10 de setembro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“São estes os estatutos que o Senhor ordenou a Moisés, entre o marido e sua mulher, entre o pai e sua filha moça se ela estiver em casa de seu pai” (v.16).

O voto ou juramento era realizado para fins de adoração, gratidão, reavivamento espiritual ou até mesmo para alcançar alguma bênção. Tanto o homem quanto a mulher podiam fazer um voto, desde que respeitassem os estatutos estabelecidos por Deus para esse propósito. A mulher, no entanto, deveria levar em conta a aprovação de seu pai ou de seu marido quanto ao voto realizado. Por vezes, pelo “dito irrefletido dos seus lábios” (v.6), uma mulher poderia fazer juramentos que fossem prejudiciais tanto a si mesma quanto à sua família. Para tanto, o pai ou o marido, responsáveis por sua proteção e segurança, foram autorizados pelo Senhor a “anular o voto que estava sobre ela” (v.8).

Um voto muito conhecido na Bíblia, feito por uma mulher, foi o voto de Ana. Sendo incapaz de gerar filhos, Ana prostrou-se em humilhação diante do Senhor e prometeu que, se Ele lhe desse um filho, ela o dedicaria a serviço dEle. Ciente da grande tristeza de sua amada esposa devido à sua esterilidade, seu marido, Elcana, não reprovou o voto de Ana, mas concordou em cumpri-lo logo após o desmame do pequeno Samuel (1Sm.1:24). Deus nunca Se agradou de votos precipitados ou realizados por motivos egoístas. A mulher exerce um papel fundamental no seio do lar e é muito importante que ela promova uma atmosfera de harmonia e de mútua cooperação entre os membros da família.

Na cruz do Calvário, Jesus cumpriu o supremo voto dando Sua vida para resgate de muitos. Quando encarnado entre nós, ao observar a incoerência dos votos e juramentos realizados, nos deixou a seguinte ordem: “de modo algum jureis” (Mt.5:34). Muitos dos juramentos daquela época eram feitos de forma pública e audível a fim de revelar uma aparência de piedade, enquanto o coração era guiado por orgulho e vaidade. Da mesma sorte, o jejum era praticado como um mostruário de “santos”. Mas, ao contrário disso, Jesus jejuou no deserto, deixando-nos exemplo de que o jejum é uma prática espiritual entre o homem e Deus e não uma “propaganda” de santidade.

O Senhor não espera de nós, hoje, que nos obriguemos com votos e juramentos, mas com uma vida consagrada a Ele e intimamente ligada à dEle. Como mulher, mãe e esposa, devo conhecer e buscar praticar meus deveres diante de Deus e de minha família. Não posso viver em função apenas de mim mesma, mas zelar pelo bem-estar de minha casa, pois está escrito: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Pv.14:1). Olhemos para Cristo, para Sua vida abnegada e altruísta, e, certamente, encontraremos lições suficientes que nos ensinarão a sermos servos e servas de Deus não somente de palavra, mas de fato e de verdade, para a glória do Pai Celestial.

Pai de amor, nosso único clamor neste dia é que Teu Espírito guie o nosso coração, e bem assim as nossas palavras e ações! Que hoje, todos nós, homens e mulheres, nos ocupemos em andar Contigo e Te servir, segundo a Tua vontade. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos e servas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Números30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100