Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de julho de 2021, 0:50
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510 palavras

1-18 Esta passagem é uma continuação da cura do homem cego. Os fariseus, que eram reconhecidamente os pastores de Israel, tinham sido infiéis a seu legado, expulsando do aprisco alguém que havia expressado fé no Messias (Jo 9:34).CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1114.

1 Ladrão. Do gr. kleptes, alguém que furta ou rouba, como Judas roubava da bolsa comum (Jo 12:6). CBASD, vol. 5, p. 1114.

4 Fazer sair. Jesus cumpre a figura de Josué (Nm 27.17). Bíblia Shedd.

7 A porta das ovelhas. Isto é, a porta pela qual as ovelhas entram. … Ele [Cristo] agora Se declara a única verdadeira entrada do aprisco espiritual (cf. v.9). O acesso ao reino espiritual é possível somente por meio dEle. Aqueles que apresentam qualquer outro meio de acesso a Deus são falsos pastores, falsos mestres. Nesta categoria se enquadram os fariseus, a quem estas palavras foram dirigidas. Eles se apegavam ao ensino de que a salvação é alcançada por aqueles que observam a Torah (ver com. de Mt 19:16). Rejeitaram a Jesus, “o caminho, a verdade e a vida”(Jo 14:6) e tentaram impedir que outros, como o cego de João 9,  O aceitassem. CBASD, vol. 5, p. 1118.

12 Pastores mercenários nem amam a Deus nem as ovelhas (Ez 34; cf Jo 21.15-17; 1 Pe 5.2-4). Lobo representa os falsos mestres. Bíblia Shedd.

22-30 O diálogo na festa da dedicação ou luzes. Bíblia Shedd.

22 Festa da Dedicação. Esta festa foi instituída por Judas Macabeu para comemorar a purificação do templo e a restauração de seus serviços após a profanação por Antíoco Epifânio [rei da Síria, cf Andrews Study Bible]. … Na literatura rabínica a festa é chamada Hanukkah, que significa “dedicação”. CBASD, vol. 5, p. 1118.

Esta festa é agora chamada Hannukah, é celebrada em dezembro. Comemora a restauração do templo nos tempos de Judas Macabeu e a revolta judaica contra Antíoco Epifânio (164 a.C.). Bíblia de Genebra.

Esse foi o último grande livramento que os judeus haviam experimentado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 jamais perecerão. A negativa é forte no grego. Em seu significado mais pleno, “perecerão” aqui faz referência à morte final e irrevogável, isto é, à segunda morte (Ap. 20:14; cf Mt 20:28; Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1119.

30 somos um. A palavra traduzida por “um” é neutra, mostrando que a unidade de pessoas não é o ponto em discussão. Jesus afirmou Sua unidade com o Pai em vontade, propósito e objetivos. O Pai estava diretamente envolvido nas palavras e nos atos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1120.

Não são Pessoas idênticas, mas uma em essência… O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem igualmente a plenitude da natureza divina. Esta unidade essencial subjaz à sua unidade no propósito redentor. Bíblia de Genebra.

32 boas obras. Embora a referência aqui inclua os milagres de Jesus, os termos no grego subentendem as obras em geral que têm acima de tudo um caráter bom e nobre. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 sois deuses. A citação é de Salmo 82:6, que acusa os juízes injustos, chamados de “deuses”. CBASD, vol. 5, p. 1120.

No Antigo Testamento, os juízes humanos … podiam ser chamados “deuses”, porque eram considerados como agindo em lugar de Deus, ao fazerem justiça. A palavra hebraica ‘elohim é usada não só para referir ao único Deus verdadeiro, mas também para denotar deuses falsos, anjos e, muito raramente, homens exercendo junções divinas. O argumento de Jesus pode ser entendido como segue: “Ao invés de ofender-se porque esta palavra é aplicada a Mim, devíeis examinar as minhas credenciais que provam que meu Pai me enviou a este mundo”. Bíblia de Genebra.

Se Deus, o Autor da Bíblia, chama homens de “deuses” … quanto mais teria o Filho direito a este título. Bíblia Shedd.

Ver Êx 22.28 e nota textual NVI [“Não insultem os juízes”]; Dt 1.17; 16.18; 2Cr 19.6. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 Fé, no evangelho de João, antecede o “saber e compreender”. Bíblia Shedd.

39 Ele se livrou. João não nos dá detalhes, mas torna claro que nada poderia acontecer a Jesus até que Deus determinasse a hora (7.44; 8.59). Bíblia de Genebra.

A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.



JOÃO 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de julho de 2021, 0:45
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“Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas” (v.11).

Certa vez, eu estava com minha família na fazenda de um amigo e fiquei observando as ovelhas. Elas estavam sempre andando juntas. Então, meu filho mais velho e eu fomos atrás delas e elas correram para dentro do estábulo. Lá dentro, chegávamos bem perto delas enquanto se apertavam contra a parede, sempre juntas. Até que uma ovelhinha, das mais novas, se desgarrou das demais e conseguimos pegá-la. Colocamos a ovelhinha assustada no colo, tiramos umas fotos e, ao colocá-la no chão, ela correu novamente para perto do seu rebanho. Essa experiência nos faz refletir em algo muito importante, não é mesmo, amados?

Se tem um Salmo que bem expressa a história de amor de Deus para com os Seus filhos é o Salmo 23. Este Salmo davídico é o texto bíblico mais conhecido e popular no meio cristão. E até as criancinhas sabem recitar, nem que seja o seu primeiro verso: “O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará”. A figura de um pastor de ovelhas ficou conhecida por ter sido a ocupação de Davi antes de tornar-se rei de Israel. Foi por conhecer tão bem as atribuições de um pastor, e seu apreço pelas ovelhas, que Davi compôs o que Jesus mais tarde confirmou ao declarar: “Eu sou o bom Pastor” (v.11).

Nos muros de Jerusalém, a Bíblia faz registro de doze portas de acesso à cidade, assim como na Nova Jerusalém (Ap.21:12). A palavra porta indica lugar de entrada/saída e também denota escolha, decisão. Cada porta tinha um nome e um significado espiritual diferentes. Mas uma delas, a “Porta das Ovelhas” (Jo.5:2), de todas as portas, foi a única que, à época da reconstrução dos muros da cidade após o exílio babilônico, foi consagrada ao Senhor (Ne.3:1). Portanto, esta porta tinha um significado especial com relação às demais. Era por ela que entravam os cordeiros que seriam sacrificados no templo. Quando Jesus diz: “Eu sou a Porta das Ovelhas” (v.7) e ao mesmo tempo declara ser o bom Pastor, está afirmando a Sua declaração seguinte, a de que ninguém tiraria a Sua vida, mas Ele a entregaria espontaneamente (v.18).

As ovelhas são o bem mais precioso do bom Pastor. Ele as conhece e elas O conhecem também (v.14). A Sua voz lhes é familiar, de forma que “de modo nenhum” seguem estranhos, “porque não conhecem a voz dos estranhos” (v.5). Mas observem que Jesus afirmou ter “outras ovelhas” (v.16). Ou seja, ovelhas fora da casa de Israel. E aqui estamos inclusos você e eu. O mundo todo é alvo do amor do Pastor Celestial e Ele tem chamado “pelo nome as Suas próprias ovelhas” (v.3). Conhecer o Pastor é tão importante quanto reconhecer a Sua voz. É sinônimo de vida e vida em abundância (v.10). Jesus mesmo afirmou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3).

As obras que Jesus fazia em nome de Deus, testificavam a favor dEle mesmo (v.25). E Ele bem sabia quem era ovelha e quem era lobo. Sua vida e missão estavam registradas em cada enfermo curado, em cada criança amparada, em cada pecador perdoado, de forma que “iam muitos ter com Ele” (v.41) e “muitos ali creram nEle” (v.42). Precisamos ser ovelhas, amados! Jesus disse que as Suas ovelhas receberão a vida eterna e “jamais perecerão” (v.28), “e a Escritura não pode falhar” (v.35). Serão as ovelhas que estarão à Sua direita quando Ele regressar, e que dEle ouvirão: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34).

Até lá, Ele espera que vivamos como Ele e o Pai: “Eu e o Pai somos um” (v.30); uma ovelha cuidando da outra, aquecendo a fé da outra, cumprindo “a lei de Cristo” (Gl.6:2). Continuemos ouvindo a voz do bom Pastor aqui e logo a ouviremos em alto e bom som quando Ele voltar para nos levar para Ele. Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhas do bom Pastor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 10 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 10 – Os capítulos de João são ricos demais para pouco espaço. Por isso, talvez você espera mais do que encontra neste comentário. Objetivando apresentar todo o capítulo, as frases aqui se tornam apenas sínteses.

O capítulo em pauta, conforme o Comentário Bíblico Adventista, pode ser assim dividido:
1. Cristo é a Porta e o Bom Pastor (vs. 1-18);
2. Diversas opiniões sobre Cristo (vs. 19-23);
3. Jesus prova que é Filho de Deus por Suas obras (vs. 24-38);
4. Jesus escapa dos judeus (v. 39);
5. Jesus vai para além do Jordão, onde muitos creem nEle (vs. 40-41).

Jesus almeja que tomemos a decisão certa: Entrar pela porta certa; para isso, Ele é o Pastor certo. As diversas opiniões existentes sobre Ele não devem interferir no conceito que adquirimos do relacionamento com Ele.

Jesus deseja que O reconheçamos como Ele é: o Divino Filho de Deus; por isso, usa todos os meios possíveis intentando convencer-nos. Assim, por mais que muitos O odeiam, há muitas pessoas que creem nEle.
· O que pensar sobre Jesus é uma decisão que está nas mãos de cada um de nós!

Jesus nos alerta sobre falsos mestres religiosos. Estes grandes influenciadores não passam de enganadores. Contudo, as verdadeiras ovelhas de Cristo reconhecem a voz do Bom Pastor e rejeitam à voz do Pastor do Mal.

Jesus veio ao mundo a fim de dar vida aos pecadores condenados à morte. Ele quer que tenhamos vida plena, paz e alegria no coração. Ele Se entregou e morreu por amor a nós para que pudéssemos viver por Ele.

Todo argumento de Cristo teve seu fundamento nas Escrituras. Portanto, “creiamos que não apenas cada livro, mas todo capítulo, e não apenas cada capítulo, mas cada versículo, e não apenas cada versículo, mas cada palavra foi originalmente dada por inspiração divina” (J. C. Ryle).

Não foi fácil para Cristo lidar com a salvação dos perdidos, pois oposições surgiram de todas as formas e por todos os lados. Entretanto, Ele não retrocedeu. Agora, reflita:
· Por que deveríamos retroceder diante de tamanha entrega?
· Por que abandonar a Cristo, deixar Sua igreja, que é o “curral” onde deseja reunir “Seu rebanho”?

Diante das nossas perplexidades e necessidades podemos contar com orientação, proteção e apoio de Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 9 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 9 by Jobson Santos
14 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/9

“Mestre, quem pecou – este homem, ou seus pais, para que nascesse cego?”

Os discípulos refletiram o mal-entendido comum da época, que toda dificuldade ou doença era punição por pecados específicos. Jesus respondeu que a condição do homem não fora causada pelo pecado, mas que a glória de Deus seria revelada nele.

Essa mensagem me coloca no trilho certo toda vez que começo aquele joguinho de culpar alguém – esteja eu julgando outra pessoa ou me martirizando por causa de algo que deu errado. “Jesus disse: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele.” João 9:3, NVI

Que perspectiva revigorante! A obra de Deus no mundo é consertar as coisas – e as pessoas também. Quando alinhados com Deus, estamos em um lugar onde podemos crescer. Permanecendo em um relacionamento correto com Ele, cresceremos e nos tornaremos tudo o que pudermos ser!

Também é verdade que não há nenhuma virtude em sacrificar-se ao ponto do auto-abuso. É correto afastar-se do perigo, responsabilizar o transgressor – até mesmo quando nos libertamos da “vingança” e já perdoamos.

Em vez disso, concentre-se no Cordeiro de Deus que tem a solução para tudo!

Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1252
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de julho de 2021, 0:45
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“É necessário que façamos as obras dAquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (v.4).

A crença que prevalecia entre os judeus era que enfermidades ou deficiências eram castigos de Deus aos pecadores. Por isso que, geralmente, a sorte de “um homem cego de nascença” (v.1), por exemplo, era a de viver “como mendigo” (v.8). Aquele homem cego deveria estar em seu costumeiro lugar, esperando ouvir o tilintar das moedas que caíssem em sua vasilha. O relato de João não diz que o cego pediu para ser curado e nem que Jesus lhe comunicou o que estava prestes a fazer. E sim que Ele “cuspiu na terra”, fez lodo com a saliva e aplicou aquela mistura nos olhos do cego (v.6). Imagino aquele homem tateando os braços e o rosto de Jesus, tentando entender o que estava acontecendo. Mas, antes que pudesse dizer alguma palavra, ouviu uma agradável voz que lhe ordenou: “Vai, lava-te no tanque de Siloé”, então “Ele foi, lavou-se e voltou vendo” (v.7).

Numa linguagem científica, Jesus tinha acabado de entrar no córtex visual primário daquele homem e restaurado os danos que o fizeram nascer cego. Mas um fato curioso é que, mesmo que uma criança nasça com sua visão perfeita, se lhe fosse colocado um tampão em um dos olhos, privando aquele olho de ter acesso à luz nos dois ou três primeiros meses de vida do bebê, este ficaria irreversivelmente cego do olho que foi obstruído. Ou seja, é o contato dos olhos com a luz que desenvolve a visão.

O porquê de Jesus ter aplicado lodo nos olhos do homem, não sabemos. Mas a Sua declaração anterior define bem o que Ele desejava realizar em sua vida: “sou a Luz do mundo” (v.5). Então me pego a pensar que Jesus mandou aquele homem se lavar porque se simplesmente o tivesse curado naquele momento, se a primeira imagem que ele tivesse visto fosse da pessoa de Jesus, seus olhos sempre adormecidos para a luz do sol não suportariam contemplar de pronto os brilhantes raios do Sol da Justiça.

Parece que esses milagres extraordinários tinham um dia escolhido a dedo para acontecer: o sábado. Conforme a considerável lista de várias regras sabáticas criadas pelos líderes judeus, uma delas proibia cuspir no chão em dia de sábado, pois a saliva estaria regando a terra. Os judeus estavam com algum tipo de “tampão” que os tornavam cegos espirituais. Não aceitavam a Cristo e Suas obras porque não tinham olhos espirituais para nEle crer. O sábado era um dia de rituais vazios e reuniões religiosas, e o que passasse disso era considerado grave pecado.

Após escrever tantos preciosos conselhos em Eclesiastes, o sábio Salomão terminou com a seguinte conclusão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec.12:13). Notem que ele não disse que “isto é dever de todo judeu”, e sim “de todo homem”. E, ao contrário do que julgavam os judeus, Jesus foi o perfeito exemplo de obediência. Em nenhum momento transgrediu os mandamentos de Seu Pai, mas os confirmou e engrandeceu, sendo um fiel praticante de Sua Palavra. E, a cada sábado, Sua luz incidia o perfeito brilho de um dia especial de cura e restauração.

A primeira voz angélica nos diz: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Ora, qual é o único mandamento que nos lembra que Deus é o Criador de todas as coisas? Há uma luz especial sobre o quarto mandamento da Lei de Deus e, certamente, Jesus também deixou isso bem claro. O profeta Isaías declarou que de um sábado a outro sábado adoraremos ao Senhor na Nova Terra (Is.66:23). Após citar um importante princípio sobre os dez mandamentos, Tiago diz que seremos julgados por esta Lei, a qual ele chamou de “lei da liberdade” (Tg.2:10-12). Paulo escreveu que “resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). O remanescente dos últimos dias possui as seguintes características: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17).

Portanto, é nosso dever, meus irmãos, brilhar a luz de Cristo, especialmente aos sábados. A obediência como uma obrigação cega não é obediência, é presunção. Mas a obediência como resultado do temor a Deus e do amor que Lhe devotamos, é a manifestação da luz de Jesus em nossa vida. “Crês tu no Filho do Homem?” (v.35). Então, faça as obras de Deus enquanto é dia. O adore todos os dias, mas principalmente no dia que Ele abençoou, santificou e descansou (Gn.2-1-3), e te deleitarás no Senhor (Is.58:13-14). Vigiemos e oremos!

Bom dia, adoradores do Criador!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João9 #RPSP



JOÃO 9 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 9 – É mais fácil para Jesus curar a cegueira dos que não enxergam do que a cegueira dos que enxergam. Olhe com oração e atenção para o esboço do capítulo em questão, realizado por D. A. Carson:

Jesus cura a um homem cego:

1. O sinal (vs. 1-12);

2. A investigação dos fariseus:
a) O primeiro interrogatório ao homem curado (vs. 13-17);
b) O interrogatório dos pais do homem (vs. 18-23);
c) O segundo interrogatório ao homem curado (vs. 24-34).

3. A visão do cego e a cegueira dos que veem (vs. 35-41).

Este capítulo está inserido num contexto de conflito iniciado em João 7:1. A oposição dos que deveriam ter recebido a Cristo (João 1:11) foi intensa (ver 7:1, 19, 23, 30, 32, 44; 8:6, 37, 48, 59; 9:22, 34; 10:20, 31-33, 39; 11:8, 16, 46-57; 12:10).

Os líderes religiosos confrontaram Jesus em relação aos seguintes temas:
1. Moisés e seus ensinamentos (7:1-8:11);
2. Abraão e sua filiação (8:12-59);
3. A filiação de Jesus (9:1-10:42);
4. O poder e autoridade de Cristo (11:1-12:11).

No capítulo em análise, Jesus é o Salvador completo do cego, o qual antes de encontrar-se com Cristo e ser curado era incapaz de enxergar, mendigava pedindo esmola, desamparado. Jesus aproximou-Se graciosamente dele, o estimulou e o curou. Então, o ex-cego passou a glorificar a Deus a tal ponto das pessoas perceberem seu testemunho (vs. 1-7);

O testemunho do cego não caiu bem aos ouvidos dos líderes religiosos. Apesar da reação negativa deles e de ser expulso da sinagoga, o ex-cego continuou exaltando a Cristo. Seus passos de fé devem instruir nossa caminhada espiritual:
• Primeiramente, o pecador ouve falar de Jesus (v. 11);
• Depois, adquire um pouco de conhecimento sobre Cristo, capaz de indentificá-lO como profeta (v. 17);
• Aprofundando mais no conhecimento de Cristo, o pecador restaurado O reconhece como Homem de Deus (vs. 31-33);
• O auge da fé está numa vivência capaz de notar que Jesus é verdadeiramente Filho de Deus (vs. 35-38).

Aos cegos espirituais, a realidade é limitada. Quem experimenta a cura pelo poder de Cristo enxerga a vida de outra forma. A fé eleva o foco do pecador e o faz testemunhar do Salvador, apesar dos obstáculos impostos pela oposição.

Estudemos a Bíblia e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 8 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 8 by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/8

Embora relatada somente no evangelho de João, a narrativa da mulher apanhada em adultério e acusada pelos líderes da igreja é consistente com outras histórias do Novo Testamento. A lição para nós, hoje, é clara. O nosso trabalho, como crentes, não deve ser o de acusar as pessoas e apontar os erros delas – especialmente porque Jesus conhece os pontos fracos de nossa própria vida. Em vez disso, temos que encaminhar as pessoas a Jesus, que tem o poder de perdoá-las e mantê-las longe do pecado. Afinal, a razão pela qual Jesus veio ao mundo foi “para buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10).

A escritora Ellen White descreve a cena: “Para essa desviada mulher não tinha o mundo senão desprezo e zombaria; mas Aquele que é sem pecado compadeceu-Se de sua fraqueza, e estendeu-lhe ajudadora mão. Enquanto os fariseus hipócritas acusavam, Jesus mandou-lhe: ‘Vai-te e não peques mais.’ [João 8:11]” (A Ciência do Bom Viver, p. 50).

É o recebimento da graça, paz e poder de Deus, no início do dia, que nos ajudará a nos desviarmos dos ataques do maligno. Fique perto de Jesus hoje!

Willie Oliver
Diretor do Departamento do Ministério da Família
Conferência Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1251
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de julho de 2021, 0:45
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“Qual a razão por que não compreendeis a Minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a Minha palavra” (v.43).

Ameaças de apedrejamento inauguram e encerram o capítulo de hoje. O ministério de Cristo não consistia em favorecer a Si mesmo, mas em entregar-Se à vontade de Deus em favor do ser humano em tudo o que fazia. Começando de madrugada, Jesus Se dirigia às atividades de cada dia fortalecido por Seus momentos de comunhão com o Pai. Houve um dia, porém, em que tudo conspirava para surpreendê-Lo em um julgamento público cuja acusada foi “apanhada em flagrante adultério” (v.4). Antes disso, Jesus estava sentado ensinando no templo. Havia uma multidão que O escutava e que se aglomerava ao Seu redor. Quando o cenário mudou: de uma escola para um tribunal.

Ora, a Lei de Deus é clara: “Não adulterarás” (Êx.20:14). Porém, não foi esta a base do julgamento, e sim a exigência de que imediatamente fosse cumprida a sanção prevista em Levítico 20:10, que diz: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera”. Percebam que a primeira responsabilidade recaía sobre o homem e que ambos, homem e mulher, deveriam responder igualmente por seu pecado. Ali estava a mulher exposta à vergonhosa acusação. Mas onde estava o adúltero? E enquanto os escribas e fariseus vociferavam sua indignação e o povo os acompanhava num clamor por uma justiça espúria, “Jesus, inclinando-Se, escrevia na terra com o dedo” (v.6).

Sobre este episódio, escreveu Ellen White:

“Impacientes ante Sua demora e aparente indiferença, os acusadores aproximaram-se, insistindo em Lhe atrair a atenção sobre o assunto. Ao seguirem, porém, com a vista, o olhar de Jesus, fixaram-na na areia aos Seus pés, e transmudou-se-lhes o semblante. Ali, traçados perante eles, achavam-se os criminosos segredos de sua própria vida. O povo, olhando, reparou na súbita mudança de expressão e adiantou-se, para descobrir o que estavam eles olhando com tal espanto e vergonha. Com toda a sua professada reverência pela lei, esses rabis, ao trazerem a acusação contra a mulher, estavam desatendendo às exigências da mesma. Era dever do marido mover ação contra ela, e as partes culpadas deviam ser igualmente punidas. A ação dos acusadores era de todo carecida de autorização. Entretanto, Jesus os rebateu com as próprias armas deles. A lei especificava que, nas mortes por apedrejamento, as testemunhas do caso fossem as primeiras a lançar a pedra. “ (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.324).

Antes que as massas curiosas descobrissem o que eles faziam às ocultas, os mesmos que lideraram aquele injusto tribunal, lideraram uma debandada para fora da vista dAquele que lê os corações, após as irrefutáveis palavras: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (v.7). Em nenhum momento Jesus foi negligente com a Lei. Muito pelo contrário. Em Sua dignidade, encerrou aquele espetáculo que em nada comungava com a justa medida de Sua Lei. A “Luz do mundo” (v.12) prevaleceu sobre as trevas da maldade humana e iluminou a vida da mulher com uma nova oportunidade: “vai e não peques mais” (v.11).

Por três vezes, Jesus declarou ser o mesmo que falou com Moisés no deserto: “EU SOU” (v.24, 28, 58). O mesmo Deus que elegera Abraão como o patriarca de Israel procurava de muitas maneiras iluminar os corações e conduzi-los para Si. Eram, contudo, incapazes de ouvir as Suas palavras pelo simples fato de não O conhecerem, nem tampouco Aquele que O enviou. O povo estava diante da verdade encarnada, no entanto, preferia permanecer como “escravo do pecado” (v.34) a ser liberto por ela (v.32). E mesmo que nominalmente se declarassem “descendência de Abraão” (v.33) e filhos de Deus (v.41), eis o seu real e triste pertencimento: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (v.44).

Sabem por qual razão muitos não compreendem as Escrituras? Pelo mesmo motivo: são “incapazes de ouvir” (v.43). Acostumaram-se a se alimentar do que sai da boca de homens, e não do que sai da boca de Deus. É bem mais atraente e interessante enveredar-se em coisas que agradam as inclinações da própria carne. Não humilham o coração perante Deus. Buscam preencher a mente de todas as futilidades e coisas inúteis, menos das coisas de Deus. Sua linguagem não é: “Pai, que se faça a Tua vontade. Molda-me o caráter”! Mas oram de si para si mesmos em preces vazias e egoístas. Para estes, Cristo diz: “Vós sois do diabo”!

Amados, “Quem é de Deus”, disse Jesus, “ouve as palavras de Deus” (v.47). Ou seja, precisamos ser de Deus, conhecê-Lo, a fim de reconhecer-Lhe a voz e ouvir o que Ele tem para nos dizer. Jesus conhecia o Pai, por isso guardava a Sua Palavra (v.55). É impossível conhecer a Deus e não buscar guardar a Sua Palavra. Como também é impossível guardar a Palavra sem antes conhecer a Deus. Torna-se uma religião fria e sem sentido; uma mera formalidade. Foi mediante este ensinamento que Jesus quase foi vítima de apedrejamento (v.59). Deus deseja que O conheçamos cada dia mais. Como escreveu o profeta, é um conhecimento progressivo: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).

Deus escreveu a Sua Lei com o Seu dedo em tábuas de pedra (Êx.31:18), mas escreveu os pecados daqueles homens na areia. Isso nos diz que ainda que a Sua Lei reclame a justiça, em Sua misericórdia Ele deseja apagar os nossos pecados. Não fomos chamados a ser acusadores de nossos irmãos, e sim testemunhas dAquele que ama os pecadores e os chama ao arrependimento. Se não crermos que ELE É, morreremos em nossos pecados (v.24). Mas se O conhecermos, e guardarmos a Sua Palavra, não veremos “a morte, eternamente” (v.51). Olhe para Jesus! Não há outro modelo a seguir. “Não há um justo, nem um sequer” (Rm.3:10). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados para perdoar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100