Reavivados por Sua Palavra


ROMANOS 10 by Jobson Santos
2 de setembro de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/rm/10

O ser humano gosta de se estabelecer como o padrão de santidade. Julgamos uns aos outros porque sentimo-nos mais confortáveis de criticar a sujeira nos outros do que a nossa própria sujeira. Listamos os pecados uns dos outros e, quando a lista se esgota, inventamos pecados alheios. Demonizamos grupos inteiros de pessoas e hierarquizamos os pecados. Ainda assim, Romanos tem declarações inclusivas que destroem nossas tentativas de deificação da justiça própria: não há nenhum … todos pecaram … não há diferença.

A culpa de todos perante o Senhor da Lei é fácil de discernir. Reflitamos sobre a equidade do Senhor. Em primeiro lugar, Ele é o Senhor de tudo, o que significa que ninguém tem acesso prioritário a Ele. Em segundo lugar, ele é rico. Só Ele tem a capacidade de atender às necessidades daqueles sobre os quais é Senhor. Não ganhamos acesso às riquezas de Deus, mas à Sua riqueza. Sua personalidade divina vale mais do que qualquer presente material ou espiritual que Ele possa conceder. Todos os dons de Deus são temporais. Só Deus é eterno, e o acesso à riqueza eterna de Deus está disponível a todos por meio da fé em Jesus Cristo.

J.A. O’Rourke
Diretor de Integração na Missão
Hospital Adventista de Litleton, Holanda, Europa.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1302
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ROMANOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

673 palavras

1 Que sejam salvos. É significativo que, após a discussão sobre a rejeição de Cristo pelos judeus, Paulo fale em orar pela salvação deles. Isso mostra que ele não considera o caso deles sem esperança, apesar de sua culpa. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 653.

2 Entendimento. Os judeus tinham sido favorecidos com o conhecimento de Deus (Rm 3:1,2), mas o zelo deles não era inteligente. Embora conhecessem a Lei e os Profetas, não compreendiam o significado das palavras e das obras de Deus. O fervor sem discernimento tornou-se fanatismo, e eles mostravam mais zelo para com os rituais e a letra da lei do que para com Deus. CBASD, vol. 6, p. 654.

4 o fim da lei. O alvo para o qual a lei aponta. Bíblia de Estudo Andrews.

O fim da lei é Cristo. No texto grego, a palavra “fim”, telos, está com ênfase. … Este versículo não significa que a justiça, na verdade, poderia ser obtida pela lei nos tempos do AT, e que, com a vinda de Cristo, a fé substituiu a lei como forma de justiça. Desde a queda de Adão, Deus revelou apenas um caminho pelo qual a humanidade poderia ser salva: a fé no Messias (Gn 3:15; 4:3-5; Hb 11:4; cf. Rm 4). A passagem também não pode ser usada para afirmar que Cristo é o fim da lei como tal e que, portanto, em Cristo, as pessoas estão isentas da obediência à lei de Deus. É a lei como método de obtenção de justiça que foi leva ao fim, em Cristo. O propósito de Deus para proclamar sua lei era revelar a pecaminosidade do ser humano (Rm 3:20) e a necessidade de im Salvador (Gl 3:24). Mas os judeus haviam torcido o propósito de Deus e usavam suas leis, tanto morais, quanto cerimoniais, como meio de estabelecer a própria justiça. Cristo veio eliminar esse uso equivocado da lei e apontar o caminho de volta à fé. A fé não aboliu a lei, mas a confirmou (ver com. de Rm 3:31), tornando acessível aos seres humanos a justiça perfeita de Cristo (ver com. de Rm 8:4). CBASD, vol. 6, p. 654, 655.

9 Confessares. […] A confissão de um crente é sua expressão de concordância com tudo o que Deus declarou ser verdade. CBASD, vol. 6, p. 658.

Creres. Normalmente, a crença vem antes da confissão, mas Paulo segue a ordem do v. 8, em que a boca é mencionada antes do coração. No v. 10, ele dá a ordem normal: fé, depois confissão. CBASD, vol. 6, p. 658.

12 O mesmo é o Senhor de todos. Judeus e gentios têm o mesmo Senhor, que redimiu toda humanidade. Uma comparação entre Romanos 10:9 e 10 indica que “Senhor” aqui se refere a Jesus. Cristo é “Senhor de todos”. CBASD, vol. 6, p. 658.

13 Todo aquele que invocar. Uma citação de Joel 2:32. Os judeus entendiam que a passagem de Joel significava que todos os verdadeiros adoradores de Yahweh seriam libertos no dia do juízo. Paulo aplica a passagem a Cristo. As palavras “toda a carne” (Joel 2:28) mostram que os gentios estão incluídos na profecia. CBASD, vol. 6, p. 659.

14 De quem. Ouvir o evangelho de um pregador enviado por Cristo é ouvir o próprio Cristo (2Co 5:20). O Senhor fala por meio de Seus representantes. CBASD, vol. 6, p. 659.

15 Se não forem enviados. Assim como o Pai enviou seu Filho, também o Filho enviou Seus apóstolos, e eles, por sua vez, sob a orientação do Espírito de Cristo, enviaram outros. A proclamação da mensagem divina deve ser feita por alguém comissionado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 659.

18 Sim, por certo. Esta é a correção de Paulo á sugestão de que eles não tinham ouvido a mensagem. Ele afirma, ao contrário, que o evangelho foi pregado a todo o mundo, e faz sua afirmação com base nas palavras do Salmo 19:4. CBASD, vol. 6, p. 660.

19 Eu vos porei. Ao mostrar misericórdia para com os gentios, Deus esperava provocar ciúmes em Seu próprio povo e inspirá-lo a ter zelo por Ele (Os 2:23). CBASD, vol. 6, p. 661.

21 Contradizente. Ao recusar e resistir ao evangelho, os judeus estavam revelando uma característica que há muito havia sido apontada e condenada pelos profetas. CBASD, vol. 6, p. 661.

Compilação: Tatiana Wernenburg



ROMANOS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de setembro de 2021, 0:45
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“E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (v.17).

Não havia prazer algum da parte de Paulo em repreender seus irmãos judeus. Seu intuito era simplesmente desvendar-lhes os olhos para verdades encobertas pelas tradições humanas. A sua oração era para que aqueles que agiam como ele mesmo já havia agido, também encontrassem a salvação em Cristo Jesus. Sua própria experiência fazia com que o apóstolo olhasse para os zelosos judeus com olhos de compaixão, pois se identificava com eles. Enquanto observava todos os rituais, pompas e serviços religiosos sendo realizados, via no rosto dos oficiantes a expressão de seu próprio rosto outrora rijo de um zelo consumidor. Isto lhe comovia o coração a não somente falar, mas também suplicar “a Deus a favor deles” (v.1).

Após seu encontro com Jesus, os olhos de Paulo se abriram para as boas-novas do evangelho, Sua graça e a certeza de que nem todo o zelo do mundo é capaz de salvar uma pessoa sequer se este não for resultado do amor devotado a Deus. Você pode doar tudo o que tem, pode dedicar sua vida à igreja, pode até dar a própria vida, mas se o que te motiva é o zelo, e não o amor, nada disso tem proveito algum (1Co.13:3). O zelo, certamente, tem o seu lugar na adoração a Deus e precisa ser praticado, mas na direção certa e como resultado da salvação e não como uma exposição de santidade. Paulo lhes mostrou “um caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31), aquele cujo pavimento é o amor de Deus em sua mais sublime manifestação: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

A essência de todo o evangelho está contida nesta expressão, em que o Senhor amou ao mundo “de tal maneira”. Ele nos ama com um amor tão estranho à nossa natureza egoísta, que os salvos passarão a eternidade estudando sobre esse amor que não cabe no Universo. Paulo experimentava o amor de Deus todos os dias, por isso que cada dia de sua nova vida era dedicado a falar desse amor e vivê-lo. Porque o amor do Pai se manifesta na vida de Seus filhos para que seja transbordante na vida de outros. Se cada cristão dedicasse suas redes sociais apenas para compartilhar o amor de Cristo através da pregação de Sua Palavra, e se os relacionamentos fossem mais pessoais do que virtuais, rapidamente seria cumprida a profecia em nossos dias: “Por toda a terra se fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até aos confins do mundo” (v.18).

Paulo não condenou o zelo dos judeus, mas a sua motivação (v.2). Nem tampouco menosprezou a lei, mas apontou novamente a sua finalidade, o seu objetivo: Cristo (v.4). Ela aponta para o Único que pode nos salvar de nossos pecados, “o Senhor de todos, rico para com todos que O invocam” (v.12). Crer com o coração é o primeiro passo na Sua direção. A transformação é feita de dentro para fora, então, “com a boca se confessa a respeito da salvação” (v.10). O perfeito amor realiza a misteriosa obra de aperfeiçoamento na vida do pecador, de forma que um novo homem é apresentado à sociedade que logo identifica a mudança progressiva. Uma nova criatura renasce para calçar “os pés com a preparação do evangelho da paz” (Ef.6:15). E quão “formosos são os pés dos que anunciam coisas boas” (v.15)!

O mundo não está faminto de comida e nem com sede de água. Como está escrito: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” (Am.8:11). O grande problema da humanidade não é a injustiça social, mas a falta de entendimento da justiça celestial. “Desconhecendo a justiça de Deus” (v.3), multidões vão continuar buscando água em fontes que se esgotam e comendo de alimento perecível. “Como, porém, invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão nAquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (v.14).

Onde estão vocês, pés mui formosos de Deus? Deus não nos enviou para revelar ao mundo “um povo rebelde e contradizente” (v.21), mas coerente e cheio de amor. Que, revestidos da justiça de Cristo, nossa vida reflita o Seu caráter. Como Paulo, que nossa vida seja um testemunho vivo da justiça de Cristo dentro e fora da igreja. Clamemos pelo poder do Espírito Santo em nossa vida, capacitando-nos à missão que Jesus nos confiou: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc.16:15). Vigiemos e oremos!

Bom dia, missionários de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Romanos10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ROMANOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2021, 0:40
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ROMANOS 10 – Este capítulo tem profundos ensinamentos que merecem a devida atenção caso realmente anelamos o verdadeiro reavivamento.

• O problema da sequidão espiritual do Israel antigo pode ser o mesmo do Israel atual.

Siegfried J. Schwantes comenta que, “a religião genuína deve ser temperada com conhecimento para não descambar para o fanatismo”. De fato, “não honramos a Deus negligenciando o estudo de Sua Palavra a fim de conhecer melhor os fundamentos de nossa fé”.

O conhecimento de Israel era superficial devido a sua distorção teológica causado por seu orgulho espiritual. A Palavra de Deus não alcançou o que Deus queria ao enviá-la (vs. 1-15). Israel não praticou a justiça porque a rejeitou em prol de sua própria justiça.

A grande questão é tão importante agora como foi no passado: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. Até aqui muitos hoje aceitam, como muitos judeus aceitavam, certas porções soteriológicas da revelação que possuíam. Todavia, Paulo continua:

“Porque com o coração se crê para a justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação” (v. 10).

• A religião deve ser pautada na revelação a tal ponto de chegar ao coração e causar na vida uma radical transformação.

Em Paulo, essa transformação foi genuína. Ele que tinha os cristãos como inimigos; ao se converter a Cristo, seus inimigos se tornaram alvos de suas intercessões. Agora, “em vez de consignar seus amigos ao inferno, Paulo orava por sua eterna salvação” – destaca George R. Knight.

Baseando-se nesse capítulo de Romanos, Knight faz a seguinte aplicação: “O zelo por Deus sem conhecimento equivale a fanatismo […]. Ter zelo sem conhecimento é um vício, não uma virtude […]. Deus deseja que manifestemos zelo por Ele. Porém, deve ser um ardor cheio de conhecimento, de um conhecimento de nossa fraqueza, de nossas necessidades, de nossa tendência a converter-nos em Deus para os outros, e mais que tudo, de nossa necessidade de sua graça que abranda e informa”.

Israel teve sua oportunidade e a rejeitou (vs. 16-21). A rebeldia foi a sua ruína. Todas as pregações que ouvimos (ou que poderíamos ouvir) são nossas oportunidades. Se as negligenciarmos, desenvolveremos nossa fatalidade, assim como Israel.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ROMANOS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ROMANOS 9 – Primeiro leia a Bíblia

ROMANOS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ROMANOS 9 – COMENTÁRIO SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ROMANOS 9 by Jobson Santos
1 de setembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/rm/9

Não é pela raça, mas pela graça que fazemos parte do povo de Deus. Esaú e o Faraó tiveram alguma chance de se salvarem ou tudo estava contra eles antes mesmo de nascerem? Deus deseja que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. O que Deus fez com o Faraó e Esaú é o que ele faz conosco. Ele nos mostra sua misericórdia dando-nos oportunidades e livre arbítrio, mas por causa do engano do pecado e nosso desejo de continuar em rebelião contra Deus, podemos nos colocar em um lugar onde se torna mais difícil ouvir e obedecer a Sua voz.

Quando o Rei Juiz separa os dois grupos na parábola do juízo final (Mateus 25:31-46), ele diz aos redimidos que preparou um reino para eles desde a criação do mundo, mas diz àqueles que estão perdidos que eles participarão do que foi preparado para o diabo e seus anjos. (Perceba que este fogo não foi preparado desde a criação do mundo.)

A decisão de pertencermos a um grupo ou outro é nossa. Que possamos sempre ouvir e obedecer a voz de Deus.

Fredy Reinosa
Pastor da Igreja Adventista Stoneham Memorial
Stoneham, Massachusetts, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1301
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ROMANOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2021, 0:50
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612 palavras

1 Não Minto. Paulo estava ciente de que muitos judeus o consideravam um traidor. Seus frequentes conflitos com os judeus e os judaizantes naturalmente lançavam dúvidas sobre seu amor à própria nação. Por isso, ele expressa a sinceridade de sua preocupação para com seu povo nestes termos fortes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 640.

3 Anátema. Tem havido discussão sobre o significado desta expressão forte de Paulo. A solução mais simples parece ser a comparação com a oração de Moisés: “Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste” (Ex 32:32). A resposta de Deus a Moisés mostra que essa oração não poderia ser atendida. “Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar contra Mim” (Ex 32:33). CBASD, vol. 6, p. 641.

5 Segundo a carne. Paulo limita a origem judaica de Jesus a Sua natureza humana (Rm 1:3). CBASD, vol. 6, p. 642.

6 Nem todos os de Israel. O que Paulo esta dizendo é que nem todos os que descendem de Israel pertencem realmente a Israel no pleno significando espiritual desse nome. Seu proposito ao fazer esta declaração é dizer que a palavra de Deus a Israel não falhou. O cumprimento da promessa de Deus é limitado aqueles que reúnem as condições dessa relação de aliança. Para esse remanescente fiel e obediente, a palavra de Deus não falhará. CBASD, vol. 6, p. 643.

8 Os da carne. Estes são os descendentes meramente físicos, que nascem no curso natural dos acontecimentos, como foi Ismael (Gl 4:23). Mas as bençãos de salvação não são herdadas pela ascendência natural. CBASD, vol. 6, p. 643.

12 Será servo do mais moço. Esta predição não se cumpriu literalmente no caso de Esaú e Jacó, mas aconteceu na história posterior de sues descendentes (Gn 25:23). O fato de a eleição divina de Jacó em detrimento de Esaú também incluir as nações que deles descenderiam está claro na predição inicial. CBASD, vol. 6, p. 645.

13 Porém me aborreci de Esaú. Esta expressão não indica aborrecimento, como a palavra é entendida hoje, mas que Deus preferiu escolher Jacó a Esaú como progenitor da nação escolhida. CBASD, vol. 6, p. 645.

16 Pois. A conclusão extraída das palavras de Deus a Moisés é que a eleição do povo escolhido não depende da vontade ou esforço humano, mas de sabedoria de Deus que sabe o que é melhor. CBASD, vol. 6, p. 645.

18 Endurece. O endurecimento do coração resulta de rebelião contra a revelação divina e rejeição ao Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 646.

20 Por que me fizeste assim? Subentende-se uma crítica à presunção de queixar-se contra Deus. Como criador, Deus tem o direito  de distribuir dons segundo Sua vontade. CBASD, vol. 6, p. 647.

22 Preparados. Paulo não quer dizer que Deus tinha preparado os vasos de ira para a destruição, mas apenas que eles estavam “maduros” ou “prontos” para isso. CBASD, vol. 6, p. 648.

27 O remanescente. Significa, neste contexto, “só um remanescente”. A doutrina do remanescente era uma parte importante da mensagem de Isaías. Foi incluída no comissionamento divino do profeta para ser mensageiro a Israel. Isaías foi ainda instruído pelo Senhor a chamar um de seus filhos de Shear-Jasub, literalmente, “Um Remanescente Voltará”. CBASD, vol. 6, p. 649.

30 Os gentios. Alguns gentios alcançaram justiça. A conclusão que Paulo faz de sua discussão até aqui é: a promessa de Deus não falhou, mas, enquanto os gentios obtiveram justiça, os judeus não conseguiram encontrá-la, porque a procuraram no caminho errado. CBASD, vol. 6, p. 650.

32 Como que das obras. Literalmente, “como se fosse pelas obras”. Por essa frase qualificadora, Paulo indica que era opinião dos judeus que a justiça podia ser obtida desta forma. Eles pensavam que poderiam se tornar justos mediantes as obras, o que, na verdade, era impossível. Perfeita justiça só é possível pela fé. CBASD, vol. 6, p. 651.

 

Compilação: Tatiana Wernenburg



ROMANOS 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de setembro de 2021, 0:45
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“Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar quem o fez: Por que me fizestes assim?” (v.20).

Paulo desabafou a sua “grande tristeza e incessante dor no coração” (v.2), em palavras sinceras movidas pelo Espírito Santo. Como alguém que sentia profundo amor pelos irmãos, apelou aos judeus pela força de sua origem, que, como israelitas, possuíam as primícias da eleição de Deus. Discorrendo desde Abraão, evocou a aliança como uma dádiva dada a quem Deus “aprouver ter misericórdia” (v.15). O apóstolo usou diversos textos do Antigo Testamento, que corroboram com seu pensamento. A rejeição de Israel não interferiu em nada com a justiça de Deus e com Seus propósitos. Rejeitar a Deus acarreta consequências pessoais que definem o destino eterno de quem O rejeitou, mas, em hipótese alguma, podem frustrar os desígnios que Ele estabeleceu desde a eternidade.

Quando analisamos a história de Esaú e Jacó, percebemos uma nítida diferença entre os irmãos, não apenas no aspecto exterior, mas na vocação de cada um. Esaú era o braço direito de seu pai Isaque. Era forte e decidido, tinha porte de líder e grande influência sobre seu povo. Jacó, no entanto, era o queridinho da mamãe Rebeca. Era pacato e apreciava os cuidados domésticos. Sendo mais introvertido, e um tanto inseguro, não era tão popular quanto seu irmão. Portanto, apesar da profecia referente à liderança de Jacó, aos olhos humanos, seria mais coerente confiá-la a Esaú. Mas o Deus que esquadrinha os corações nunca Se engana, e Jacó assumiu o lugar que Ele lhe designou como as primícias do Israel de Deus.

Esta comparação feita por Paulo nos revela questões imprescindíveis para compreendermos que as promessas do Senhor são infalíveis e, no seu devido tempo, acontecem, quer o homem queira, quer não. “Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum!” (v.14). E sim que Ele, sendo conhecedor do futuro, sabe exatamente a quem usar e como usar. Faraó foi o típico exemplo disso. Sua rebeldia não foi resultado do que Deus fez, mas as manifestações de Deus foram consequências de sua rebeldia. Em toda a história deste mundo, Deus tem suportado “com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas da Sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão” (v.22-23). Porque a diferença entre o perverso e o justo só é notada quando colocados lado a lado.

À semelhança de Esaú e Jacó, só existem dois grupos aos olhos de Deus: os ímpios e os justos; os bodes e as ovelhas; o joio e o trigo; as virgens néscias e as virgens prudentes. O sábio Salomão dedicou praticamente metade do livro de Provérbios para estabelecer essa divisão. A verdade de que Deus chama a quem quer e salva a quem deseja não indica uma suposta predestinação, e sim a resposta do Senhor às escolhas do ser humano. Pois quando olhamos para Cristo e Sua vida dedicada a servir e amar uma humanidade que merecia a morte, compreendemos que um alto preço foi pago, e Deus não pode permitir que alguns o considerem de pouca importância. Para Israel, Jesus foi uma “pedra de tropeço” (v.32), mas todo “aquele que nela crê não será confundido” (v.33).

Portanto, ainda que o número daqueles que se dizem cristãos “seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo” (v.27). “Porque o Senhor cumprirá a Sua palavra sobre a terra, cabalmente e em breve” (v.28). Jacó possuía suas limitações e fraquezas. Usou de mentira para tentar conquistar o que Deus já havia prometido lhe dar. Mas foi neste vaso de desonra que o Senhor viu a possibilidade do reavivamento e reforma. Jacó foi quebrado e refeito em vaso de honra, porque se entregou nas mãos do Oleiro.

Este é o chamado de Deus para cada um de nós, hoje, como escreveu Ellen White: “a história de Jacó é uma segurança de que Deus não repelirá aqueles que foram atraídos ao pecado, mas que voltaram a Ele com verdadeiro arrependimento. Foi pela entrega de si mesmo e por uma fé tranquilizadora que Jacó alcançou o que não conseguira ganhar com o conflito em sua própria força. Deus assim ensinou a Seu servo que o poder e a graça divina unicamente lhe poderiam dar a bênção que ele desejava com ardor. De modo semelhante será com aqueles que vivem nos últimos dias. […] Em toda a nossa desajudada indignidade, devemos confiar nos méritos do Salvador crucificado e ressuscitado. Ninguém jamais perecerá enquanto fizer isto” (EGW, Patriarcas e Profetas, p.139). Vigiemos e oremos!

Bom dia, vasos de misericórdia!

* Oremos pelo derramamento da chuva serôdia. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Romanos9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Romanos 9 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2021, 0:40
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ROMANOS 9 – A verdade precisa ser dita, não de qualquer jeito, tipo: “Doa em quem doer”. É preciso muito cuidado, amor, sinceridade e dependência do Espírito Santo para falar. Do contrário, é melhor ficar quieto.

Paulo é sábio em sua abordagem. Warren Wiersbe divide da seguinte forma a teologia de Romanos:
• Pecado (1:18-3:20 – Justiça necessária)
• Salvação (3:21-5:21 – Justiça imputada)
• Santificação (6-8 – Justiça concedida)
• Soberania (9-11 – Justiça rejeitada)
• Serviço (12:1-15:13 – Justiça praticada).

A justiça é a essência do livro de Romanos. A teologia da justiça é o fio de ouro que atravessa todo o ensinamento desse livro de tão alto valor para o evangelho e para o pecador.

Aprecie sem moderação cada uma das lições que Paulo irá apresentar com profundidade intelectual e espiritual a partir deste capítulo. George R. Knight afirma que “Romanos 9 assinala uma mudança importante no tema que Paulo vinha tratando. Ele assegurou os pontos prévios, e agora precisa, nos capítulos 9 a 11, conectá-los com a situação de Israel”.

A forma em que Paulo introduz estes três capítulos é muito esquisita. “Por três vezes em Romanos 9:1 enfatiza que o que ele vai expressar é verdade, e está dito com toda sinceridade: (1) ‘Digo a verdade em Cristo’; (2) ‘não minto’, e (3) ‘testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência’” – observa Knight.

Paulo, cuidando para não ofender aos judeus, disposto a sacrificar-se por amor a eles (v. 3), passou a ensinar o evangelho e a lidar com assuntos bem delicados, o que em síntese temos:
• Apesar de tantas regalias e privilégios concedidos por Deus, os judeus/israelitas responderam com incredulidade (v. 4);
• A rejeição de Israel como etnia/nação não significa incompatibilidade com as promessas divinas, pois o remanescente fiel é o verdadeiro Israel – independente da hereditariedade (vs. 6-13);
• A rejeição de Israel como etnia/nação não anulou a justiça divina. Deus é justo e Sua Palavra não muda (vs. 14-18);
• Deus é soberano, faz o que sabe ser melhor, elege, e oferece inúmeras oportunidades aos pecadores desprovidos de esperança. Podemos aceitar ou rejeitar Sua oferta de salvação. Portanto, Israel como nação deve reconhecer que sua busca incorreta por justiça é de sua própria responsabilidade, e assim também as consequências: A rejeição (vs. 19-33).

E nós? Aceitaremos ou rejeitaremos ao evangelho? – Heber Toth Armí.



ROMANOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ROMANOS 8 – Primeiro leia a Bíblia

ROMANOS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ROMANOS 8 – COMENTÁRIO SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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