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“Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas” (v.1).
Ao chegarem a Sitim, lugar agradável, após uma fase de vitórias e de tranquilidade, Israel caiu no perigo do comodismo. Começaram a ceder aos encantos das mulheres moabitas de forma sutil, até que o seu pecado tornou-se público e ousado. Unindo-se à luxúria e idolatria daquelas mulheres, os homens do povo permitiram que a razão fosse apagada e o governo do próprio eu tomasse posse total de sua existência. Completamente obscurecidas as entradas da alma, “o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas” (v.2), desafiando a autoridade de Deus e trazendo maldição para dentro do acampamento.
Estava em risco a segurança e a posteridade de Israel. Não alcançando o seu intento por encantamentos e maldições, Balaque, orientado pelo próprio Balaão, lançou no meio de Israel a terrível semente da licenciosidade. Suas mulheres eram as iscas, e os filhos de Israel a presa. Tão degradante é a quebra do sétimo mandamento, e tão ampla em suas consequências, que o Senhor compara à idolatria ao adultério. Entregue as faculdades do homem aos enganos de seu coração, e a sedução logo trata de corromper o intelecto às mais baixas paixões. A sanidade é comprometida e todo o corpo é contaminado pelos desejos de consumir o que não lhe convém.
Quando o jovem José esquivou-se e fugiu da sugestão sedutora da mulher de Potifar (Gn.39:12), unido o seu esforço pessoal à bênção divina, o jovem hebreu tornou-se uma fortaleza impenetrável e Satanás não mais poderia corrompê-lo. “Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do Senhor se acendeu contra Israel” (v.3), porque seu pecado fez do povo de Deus uma cidade sem muros, completamente vulnerável às ciladas inimigas, passível de ser dizimado pelo mal que eles mesmos acolheram. A maldição que o Senhor não permitiu ser lançada dos montes, Israel recepcionou pela porta da frente.
A imagem esmagadora e deprimente dos corpos sem vida dos homens israelitas, e principalmente de seus líderes, causou uma comoção sem precedentes. “Moisés e toda a congregação dos filhos de Israel[…] choravam diante da tenda da congregação” (v.6). Mulheres perderam seus maridos, mães lamentavam-se por seus filhos, filhos choravam e buscavam compreender o que significava tão grande terror. Mas enquanto os juízes de Israel prosseguiam em executar a ordem divina e Israel lamentava tão grande ruína, “um homem dos filhos de Israel” (v.6), “príncipe da casa paterna dos simeonitas” (v.14), ousada e publicamente, desafiou a ira de Deus entrando no arraial a fim de fornicar com uma princesa midianita.
Aterrado pelo horror que tinha de contemplar e com um senso de profundo temor e reverência diante do Senhor, Fineias, neto de Arão, sentindo o seu coração arder pelo zelo de Deus, “levantou-se do meio da congregação, e, pegando uma lança” (v.7) matou Zinri e Cosbi; “então a praga cessou de sobre os filhos de Israel” (v.8). A este zeloso descendente de Arão, foi feita a promessa “do sacerdócio perpétuo; porquanto teve zelo pelo seu Deus e fez expiação pelos filhos de Israel” (v.13). A linhagem real dos pecadores não foi levada em conta na hora da punição. Pelo contrário, o título de líder de Zinri lhe conferia uma responsabilidade superior aos comuns do povo. Sua posição privilegiada deveria ser de igual forma honrada e admirada através de uma vida de santa consagração diante de Deus.
Amados, quanto mais o tempo passa, costumes e tradições que antes faziam parte da cultura de um povo, sofrem mudanças e adaptações. Algumas se fazem necessárias e não implicam em quebra de princípios. Outras, contudo, são verdadeiras “mulherinhas” que, no princípio, não aparentam ser uma ameaça, mas cuja concessão cumulativa vai moldando o caráter a condescender com o mal, até que este seja considerado aceitável. Quanto a isto, a Palavra de Deus é muito clara: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is.5:20). A igreja de Deus ganharia muito em levar em grande conta esta solene advertência e princípio eterno. Mas àqueles sobre os quais Deus investiu no cargo da liderança de Seu povo, recai tal palavra com peso sobremodo maior.
Meus irmãos e líderes ungidos de Deus, o propósito do Senhor em todo tempo tem sido o de zelar pela identidade de um povo santo, sacerdócio perpétuo, que receberá o Seu galardão no último Dia. Não tropeçamos em montes, mas em pedrinhas. É pelo uso da sutileza e de pequenas concessões, que Satanás vai degradando a mente humana e tornando-a insensível aos apelos do Espírito Santo. Semelhante a José, que vivendo em integridade diante de Deus, as tentações não encontrem uma só brecha em nossa vida. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, sacerdócio perpétuo de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 25 – Embora Deus seja o Todo-poderoso protetor de Seu amado povo (Josué 24:9-10; Neemias 13:2; Miquéias 6:5; I João 5:18), há uma forma de fazer o povo perder a proteção divina. Após retornar os mais de 600 km para sua casa, Balaão arquitetou um plano ousada que frustraria os planos divinos.
Agindo como profeta mercenário, Balaão dispôs-se fazer qualquer coisa para obter a generosa recompensa (2 Pedro 2:14-16; Judas 11).
Embora não fora possível amaldiçoar o povo abençoado, sabia que seria possível criar iscas que afastaria o povo da proteção divina; assim, orquestrou dupla tentação coletiva: Prostituição e idolatria. Num banquete sedutor levaria Israel afastar-se de Seu Protetor. Prepararam belíssimas mulheres atraentes dentre moabitas e midianitas para fisgar fieis israelitas (Números 31:8, 16; Apocalipse 2:14). Deveriam usar chantagem sexual para conduzi-los à idolatria; assim, o povo seria vulnerável presa fácil do inimigo. Para alegria do inimigo, foi um sucesso!
Promiscuidade sexual tem sido o meio mais eficaz de afastar cristãos dos caminhos de Deus. Longe de Cristo significa perto do perigo. Implica viver sem abrigo neste mundo de alta periculosidade. O povo pecou contra Deus e acarretou sua própria destruição; pois, quando se prefere maldição do pecado em detrimento à bênção da santidade, a desgraça vem com intensidade. Mesmo com estratégia magnífica para moabitas e midianitas, Balaão colheu o que plantou: Perdeu a vida desgraçadamente numa guerra não como profeta, mas como adivinho (Josué 13:22).
Não temamos maldições, feitiços, pragas e macumbas contra nós caso estejamos com Deus. Mas, temamos as seduções do pecado e suas trágicas consequências. Os tropeços do inimigo podem fazer-nos cair desgraçadamente. Embora Fineias, da linhagem dos sacerdotes, tenha reagido rapidamente, 24.000 israelitas morreram por consequência da promiscuidade e depravação sexual.
O insulto descarado aos princípios divinos deve receber rápida resposta radical dos fieis líderes espirituais. Nossa sociedade carece de Fineias atuais que reagem energicamente em benefício do bem social (Salmo 109:30). Se Deus falasse sobre nós, teceria elogios como fez sobre Fineias em Números 25:10-13? Deus abençoa aos que zelam por Seus princípios de santidade combatendo a imoralidade (Números 31:6; Josué 22:13-14, 30-31; Juízes 20:28).
Dedicação e zelo de Fineias tornaram-se “modelo de como todos os israelitas, especialmente seus líderes, deveriam viver” (Paul Gardner). Reflitamos, consagremo-nos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 24 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
NÚMEROS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/24
Antes de Balaão profetizar, ele pediu a Balaque que construísse sete altares e preparasse sete touros e sete carneiros para sacrifícios ao Deus dos israelitas. Esse mesmo procedimento foi feito em quatro locais diferentes com vista para o acampamento dos israelitas. Ao fazer isso, Balaque esperava que Deus pudesse ser aplacado pelos sacrifícios caros e extravagantes. Em cada um dos quatro lugares selecionados por Balaque para as ofertas de sacrifício, Balaão novamente informava a Balaque que após ele buscar ao Senhor, Balaão teria que dizer exatamente o que o Senhor lhe dissesse.
A maldição que Balaque esperava que saísse da boca de Balaão foi qualquer coisa menos uma maldição. Quatro vezes Balaão profetizou, e toda vez a profecia proferida era de bênção aos israelitas.
Ó Querido Senhor, mantenha-nos sempre fiéis a Ti. Que nossas palavras representem corretamente a Tua Palavra e sejam bênçãos a todos. Que sejamos obedientes, humildes e honestos em qualquer situação, não importa as consequências. Que compartilhemos o conhecimento do Teu reino celestial e breve retorno.
Merlene Olmsted
Coordenadora de Ministérios Pessoais
Otis Orchard, Estado de Washington, EUA
Instrutora Voluntária do Programa Permanecendo Ativo e Independente para a Vida: aulas de exercícios físicos e equilíbrio para idosos (Staying Active and Independent for Life – SAIL)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/24
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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359 palavras
1 Não recorreu à magia, como nas outras vezes. [Os sacrifícios de Balaão em Nm 22:40; 23:2, 14, e 29 não foram…] sacrifícios ao Senhor. Os pedaços dados a Balaão teriam incluído os fígados, e Balaão, como adivinho pagão, era especialista na adivinhação por meio do fígado. Balaão depois deixou de praticar seus atos de magia quando o poder da palavra do Senhor veio sobre ele (24.1). Bíblia de Estudo NVI Vida, sobre Nm 22:40.
5 as tuas tendas. A ordem na disposição do acampamento impressionou sobremaneira o profeta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 991.
6 Como vales que se estendem. Literalmente, “se esticam”. Trata-se de uma provável referência às longas fileiras de tendas com amplos espaços entre elas. CBASD, vol. 1, p. 991.
7 Agague. É provável que o nome Agague fosse uma designação genérica dos reis dos amalequitas, como o faraó dos egípcios e Abimeleque dos filisteus (ver com. [CBASD] de Gn 20:2). CBASD, vol. 1, p. 992.
9 Benditos os que te abençoarem,… Israel faz parte da bênção dada a Abraão, Gn 12.3, e tudo se cumpre finalmente em Cristo (Gl 3.16). Bíblia Shedd.
A teologia da bênção e da maldição nas promessas feitas a Abraão (Gn 12.2, 3) agora faz parte desse oráculo de bênção. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 bateu ele as suas palmas. Uma expressão de desprezo e sinal de grande ira (ver Jó 27:33; Lm 2:15; Ez 21:17). Balaque pode ter pensado que Balaão tinha uma aliança com Israel e estava zombando dele. CBASD, vol. 1, p. 992.
17 estrela. O rei Davi conquistou Moabe e Edom (2 Sm 8). Vários intérpretes tem aplicado esta profecia a Jesus Cristo, o filho de Davi. Andrews Study Bible.
O futuro Libertador de Israel será semelhante a uma estrela (cf Ap 22.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A estrela procedente de Jacó é sempre vista como se referenciando ao Messias vindouro. Foi provavelmente esta profecia que convenceu os magos a viajarem a Israel a buscar pelo bebê Jesus (ver Mt 2:1, 2). Life Application Study Bible Kingsway.
25 voltou para a sua terra. Ver v. 11. Ao chegar a sua casa, tramou uma artimanha para produzir a queda de Israel e buscou de imediato a Moabe, a fim de revelar seu plano ao rei (PP, 451). Morreu pouco tempo depois, em batalha (Nm 31:8). CBASD, vol. 1, p. 994.
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“[…] Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem” (v.9).
Diferente das duas primeiras vezes, Balaão não saiu a fim de cumprir seus agouros e rituais supersticiosos. Ao avistar as tribos de Israel e o santuário de Deus, todos em perfeita organização, seus olhos foram abertos não apenas para o que via naquele momento, mas, vindo “sobre ele o Espírito de Deus” (v.2), contemplou o futuro glorioso de um Reino que não terá fim. A “palavra do homem de olhos abertos” (v.3) foi uma profecia de inspiração divina acerca das bênçãos do Senhor sobre o Seu povo ao decorrer da história e de sua vitória final “nos últimos dias” (v.14).
Irado com o que ouviu, Balaque repreendeu a Balaão e lançou sobre Deus a culpa de ter dispensado o adivinho sem as honras prometidas. Balaão, porém, voltou a falar em profecias, reforçando a vitória de Israel sobre todos os seus inimigos. Ao dizer: “de Israel subirá um cetro” (v.17), profetizou sobre o reinado de Davi, mas também sobre o reinado eterno de Cristo. Contudo, apesar de ter sido movido pelo Espírito Santo ao proferir aquelas palavras, Balaão não havia entregue ao Senhor o governo de sua vida, e sua contribuição para a obra de Deus se resumiu àquele episódio.
A bênção trina sobre Israel representa o caminho sobremodo excelente de Deus para os Seus filhos em todos os tempos. A primeira bênção fala de perdão, de santificação e do sono da morte dos justos. A segunda fala do fiel cumprimento das promessas divinas, da constante presença de Deus com o Seu povo e de Seu zelo para com ele. E a terceira, da vitória do povo de Deus contra os seus inimigos, de suas moradas abençoadas e da vitória final através do reinado de Cristo.
Não sabemos até quando o nosso tempo de graça irá durar. Cada um de nós é chamado a tomar uma decisão pessoal e definitiva. Deus deseja nos perdoar, nos santificar e, ainda que apanhados pela morte, nos guardar no descanso dos justos para a primeira ressurreição, como está escrito: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). O Senhor é fiel e nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45). Ele prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Ele tem cuidado de nós (1Pe.5:7). E, “por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25), nos levando para as eternas moradas do Pai (Jo.14:1-3).
Ao longo das gerações, o Senhor tem lançado ao mundo o Seu amoroso convite: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Muitos têm acreditado em Sua existência e atuação, mas, como Balaão, apesar de ouvir a voz de Deus e de experimentar encontrá-Lo, não permitem que Ele realize o milagre da transformação que todos nós necessitamos. O mundo lhes é mais atrativo. Suas inclinações não são lançadas diante do Oleiro dos corações. São aqueles que ficam fascinados diante das bênçãos de Deus, mas que não desejam fazer parte do povo eleito; antes, escolhem o caminho de Balaão: “eis que vou ao meu povo” (v.14). Retrocedem e voltam pelo mesmo caminho de onde vieram.
Que “Israel fará proezas” (v.18) é uma promessa que continua em seu cumprimento e culminará no triunfo final do “Israel de Deus” (Gl.6:16). Jesus não nos chamou para vivermos com Ele apenas uma experiência passageira, mas a vida eterna com Ele, que já começa aqui para todo aquele que nEle crê. Não perca a oportunidade de fortalecer a sua vida com Deus e clamar pela unção diária do Espírito Santo. Seja a oração o teu respirar. Seja a Bíblia o teu alimento. Vigiemos e oremos!
Bom dia, Israel de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 24 – Ninguém consegue atrapalhar os planos de Deus. Povo abençoado por Ele não pode ser amaldiçoado nem com fortes encantamentos. Nenhum feitiço atinge aos que estão sob paternal cuidado divino. Nem demônios conseguem passar por cima de Deus para solapar aos fieis…
Deus é tão poderoso que converte maldições em bênçãos! Por causa disso, “ascendeu-se a ira de Balaque contra Balaão, e…, disse: ‘Eu o chamei para amaldiçoar meus inimigos, mas você já os abençoou três vezes! Agora, fuja para sua casa! Eu disse que daria a você generosa recompensa, mas o Senhor o impediu de recebê-la!” (Números 24:10-11). “A despeito da insensatez de Balaão, Deus o usou várias vezes para confrontar Balaque e abençoar o povo, ao invés de amaldiçoar (Nm 23:11), para consternação do rei moabita. Os escritores bíblicos viram Balaque como um exemplo de extrema imprudência e uma ilustração de como os pagãos subestimam o poder do Deus de Israel”, comenta Simon Vibert.
Ao deixar Balaão “de lado suas supostas conjurações e, olhando em direção ao acampamento dos israelitas, contemplou-os acampados em perfeita ordem, sob seus respectivos estandartes, a certa distância do tabernáculo. Foi permitido a Balaão que contemplasse a gloriosa manifestação da presença divina, cobrindo, protegendo e guiando o tabernáculo. Ele ficou cheio de admiração diante da sublime cena. Iniciou sua parábola com toda a dignidade de um verdadeiro profeta de Deus… O Senhor desdobrou o futuro diante de Balaão e permitiu que eventos que ainda ocorreriam passassem diante de seus olhos, para que os moabitas entendessem que Israel finalmente triunfaria. Enquanto Balaão profeticamente descrevia o futuro a Balaque e seus príncipes, este ficou admirado com a então futura exibição do poder de Deus” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1232). Note a misericórdia divina intentando evangelizar moabitas.
Balaão profetizou que uma estrela procederia de Jacó, e um cetro se levantaria de Israel levando-o à vitória sobre inimigos. Maldições são revertidas pela presença do Messias. Depois do quinto discurso “Balaão se levantou e voltou para casa, e Balaque seguiu o seu caminho” frustrado (Números 24:25).
A indiferença a Deus revela que a maldade dos pagãos atingira a medida completa (Gênesis 15:16). Logo isso se aplicará ao mundo inteiro; então, Deus agirá para defender aos Seus (Daniel 12:1). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 23 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 23 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
NÚMEROS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/23
Os principais personagens em Números 23 e 24 são o rei Balaque e o profeta Balaão. Balaque é de Moabe, um rei pagão que está com medo porque os israelitas estão à sua porta, prontos para marchar em seu caminho para Canaã. Balaão é um adivinho famoso pela eficácia de suas bênçãos e maldições.
Eu quero focar especialmente em Balaão porque ele havia sido um verdadeiro profeta de Deus, mas depois apostatou devido a um espírito de cobiça (Patriarcas e Profetas, 439). Muitas vezes em nossas próprias vidas, se não estamos totalmente focados em Cristo, perdemos a conexão vital que impede nossos corações de pecar.
O caminho da apostasia de Balaão pode ter sido o sucesso em obter lucro e fama como resultado de suas adivinhações. Mais tarde acabou sendo desonesto com Balaque. Um pecado gradualmente leva a outro.
Eu atualmente dou aulas de exercícios físicos e equilíbrio para idosos. Gosto muito de ouvir elogios pelas aulas dadas, especialmente quando os alunos relatam os progressos físicos obtidos. Mas os elogios podem facilmente nos levar ao orgulho. E é exatamente isso o que o diabo quer. Eu oro diariamente para que o Senhor me mantenha humilde e dependente Dele.
Merlene Olmsted
Coordenadora de Ministérios Pessoais
Otis Orchard, Estado de Washington, EUA
Instrutora Voluntária do Programa Permanecendo Ativo e Independente para a Vida: aulas de exercícios físicos e equilíbrio para idosos (Staying Active and Independent for Life – SAIL)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/23
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1144 palavras
1 Edifica-me aqui. Ao multiplicar o número de sacrifícios, [Balaão] pensou que poderia aplacar a Deus. Sua mente estava completamente dominada por conceitos pagãos sobre o Senhor, segundo os quais a quantidade é mais importante do que a qualidade, e as ofertas materiais são mais eficazes do que um coração sincero e obediente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 986.
3 holocausto [Oferta totalmente queimada – nada seria comido dela pelos ofertantes]. Um custoso grupo de sacrifícios invocaram o Senhor para receber uma mensagem dEle.
monte desnudo. Um monte estéril/árido era um lugar em uma alta elevação em um monte, sem vegetação. Life Application Study Bible Kingsway.
Balaão desejava ficar só; ele já estava num lugar “desnudo” (um alto), onde os altares eram construídos. CBASD, vol. 1, p. 986.
4 Deus. Aqui, a palavra hebraica é Elohim, que é o título de Deus como criador de tudo, capaz, portanto, de se comunicar com o espírito de um profeta que não era do povo escolhido. Bíblia Shedd.
5 o SENHOR. Aqui, o nome de Deus [é] Jhwh (Jeová), o Deus que se revela como Redentor dos que nEle creem; a mudança de nome é significante, pois aqui se seguem as profecias que apontam para o Messias, o Senhor Jesus Cristo, o Redentor eterno. Bíblia Shedd.
pôs a palavra na boca de Balaão. Já se observou que assim como Deus, indo na contramão da natureza, colocou palavras na boca da jumenta, também pôs palavras na boca de Balaão, a despeito da vontade obstinada do profeta. CBASD, vol. 1, p. 986.
7 oráculo. Hebr. mashal, em geral traduzido por “provérbio”, mas aqui “oráculo” é apropriado. Com essa palavra, fica estabelecida a natureza inigualável das profecias de Balaão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Como posso amaldiçoar…? A peergunta indica que Balaque estava pedindo a Balaão que fizesse o impossível. A bênção de Deus repousava sobre Seu povo e a maldição de um homem não prevaleceria conra ela.CBASD, vol. 1, p. 986.
Ao homem é impossível amaldiçoar a quem o próprio Deus abençoou, Gn 12.3. Bíblia Shedd.
Balaão se viu incapacitado para fazer o que fora contratado para fazer. Deus o impediu de invocar uma maldição contra o povo dele, que era diferente das nações da terra (v.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 habita só. Habitar só eera sinal de segurança (Dt 33:28; Mq 7:14). Além disso, o povo de Deus deveria se separar dos hábitos e costumes das nações ao redor. CBASD, vol. 1, p. 986.
e não se considera como qualquer nação (NVI; ARA: “não será reputado entre as nações”). Por serem escolhidos de Deus, os israelitas deveriam ser um povo particular (ver Êx 33:16; 1 Rs 8:53). Eles passaram a se considerar, porém, totalmente superiores a todas as outras nações.CBASD, vol. 1, p. 986.
10 Morra eu a morte dos justos. Esse desejo não foi atendido (ver 31.8, 16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isto implica que os israelitas era justos (ver tb v. 21), a despeito da necessidade frequente de Deus discipliná-los. Deus não criticava Seu povo para estrangeiros. Balaão expressou admiração pelos israelitas e desejava ser como eles, mas, desafortunadamente, ele traria a si próprio a morte do ímpio (31:8). Andrews Study Bible.
16 assim falarás. Era impossível Balaão falar contra Israel enquanto o povo de Deus permanecesse fiel à vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 987.
18-24 O segundo oráculo de Balaão reafirma a determinação de Deus em abençoar a Israel, conferindo-lhes a vitória sobre os moabitas. O v. 21 é surpreendente, em vista dos pecados descritos em Números. Apesar das falhas deles, Deus considerava as pessoas de Seu povo como justas por causa de Suas promessas da aliança e Ele proveu os meios para o perdão deles (Gn 17.2, nota). Bíblia de Genebra.
18 Levanta-te, Balaque. “Preste atenção e ouça”. CBASD, vol. 1, p. 987.
19 Em versos, em dois pares de paralelismos, ensina-se que Deus não voltará atrás naquilo que pronunciou, e que tem poder para cumprir totalmente tudo aquilo que na Sua Palavra prometeu. Por Si mesmo jurou que vai redimir Seus eleitos e cumprir as suas esperanças, Hb 6.13-20; Rm 4.21. Prometeu aceitar todos quantos vem para Ele, dando-lhes a vitória sobre o pecado e a ressurreição gloriosa de entre os mortos. Deus não mente, Tt 1.2. Bíblia Shedd.
Deus não é homem para que minta. Essas palavras [do Senhor,v. 16] sublimes designam a imutabilidade do Senhor e a integridade da Sua palavra. Balaão, constantemente mudando, prevaricando, enganando, alterando, serve de contraste com Deus, e é um exemplo notável da distinção entre Deus e o homem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nem filho de homem. A palavra traduzida por “homem” tem o sentido genérico de qualquer componente da raça humana; Deus não é um mero mortal. CBASD, vol. 1, p. 988.
Se arrependa. No sentido de sentir pesar por Seus atos. A mudança de localização, os altares adicionais e os sacrifícios oferecidos não convenceram o Senhor de que errara ao não se deixar influenciar pelo primeiro lugar e as primeiras ofertas. Só quando o pecador se afasta do mal com sinceridade, Deus pode ser influenciado a reter o castigo merecido (ver Jr 18:8; 26:3; Ml 3:6-7; Rm 11:27-32). CBASD, vol. 1, p. 988.
20 para abençoar recebi ordem. Muitas vezes as bênçãos de Deus são administradas por instrumentos humanos. Muitos crentes são despertados e edificados por evangelistas, pastores e ensinadores cristãos. Bíblia Shedd.
21 no meio deles se ouvem aclamações ao seu Rei. Aclamação do Senhor como Rei no meio de um acampamento de guerra nacional, real, o que significa que a força israelita era formidável. Ao enfatizar o poder de Seu povo escolhido devido à Sua presença com eles, Deus estava misericordiosamente advertindo Balaque contra ação hostil. Ver nota em Lv 23:24 [O festival das trombetas – Rosh Hashanah, “Ano Novo” judeu – é uma lembrança da soberania da proteção divina]. Andrews Study Bible.
23 contra Jacó não vale encantamento. Deus protege Seu povo de ataques de forças ocultas, sobrenaturais (comparar Ef 6:10-18). Andrews Study Bible.
24 devore a presa. Um retrato das conquistas israelitas do passado e do futuro. Na guerra contra os midianitas, logo após o encontro entre Balaão e Balaque, nenhum israelita perdeu a vida (Nm 31:49). CBASD, vol. 1, p. 988.
26 tudo que o SENHOR falar. Balaão percebeu que não poderia ficar em silêncio se o Senhor o mandasse abençoar (Nm 22:20; 23:3, 12). CBASD, vol. 1, p. 988, 989.
27-30 Supersticiosamente, Balaque resolveu ver se outra localização ou sacrifícios adicionais poderiam trazer um resultado mais favorável. Bíblia de Genebra.
27 Balaque levou Balaão a vários lugares, procurando seduzi-lo a amaldiçoar os israelitas. ele pensou que uma mudança de cenário ajudaria a opinião de Balaão. Devemos aprender a enfrentar a fonte de nossos problemas. Mover-se/mudar-se para escapar de problemas somente deixa a sua resolução ainda mais difícil. Problemas enraizados em nós não são solucionados com uma mudança de cenário. Uma mudança de endereço ou de trabalho podem apenas distrair-nos da necessidade de transformar nosso coração. Life Application Study Bible Kingsway.
30 como dissera Balaão. Nesta ocasião, Balaão não se retirou para ficar só. Não fingiu estar trabalhando em alguma arte mágica secreta, mas permaneceu com Balaque no altar. Sem questionar, Balaque cumpriu as instruções dadas por Balaão. CBASD, vol. 1, p. 989.