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JÓ 16 – Há um contraste comportamental entre Jó e Elifaz merecedor de suprema atenção. Elifaz fez uma réplica à fala de Jó no capítulo anterior, agora Jó fará uma tréplica. Aprendemos muito comparando estes discursos:
• Enquanto Jó 15 é marcado pelo tom acusatório e julgador de Elifaz, Jó 16 está carregado de emoções dolorosas, onde Jó lamenta sua angústia intensa de forma contundente.
• Enquanto Jó expressa empatia pelos amigos saudáveis, reconhecendo a intenção deles ajudarem-no (Jó 16), Elifaz adotara uma postura julgadora e acusatória. Assim, enquanto Jó lidava sozinho com a dor, Elifaz o acusava de ser pecador, portanto merecedor do sofrimento – deixando-o ansioso por compreensão (Jó 15).
• Enquanto Elifaz apresenta Deus como Juiz severo e insensível à espreita para punir pecadores, Jó revela um Deus incompreensível, que pode trabalhar através do sofrimento humano para alcançar propósitos especiais.
• Enquanto Elifaz vê o sofrimento resultando diretamente do pecado pessoal, Jó vê o sofrimento como uma parte inevitável da vida coletiva neste planeta que foi tomado pelo pecado; desta forma, Jó consegue crer que Deus possa ter um propósitos maiores com o sofrimento, porém, Elifaz nega tal possibilidade.
• Enquanto Elifaz salienta a necessidade de arrependimento e obediência para alcançar a bênção divina, Jó continua confiando em Deus mesmo mergulhado no sofrimento, crente que Deus pode reverter qualquer situação, trazendo justiça e restauração apesar da titânica aflição.
Elifaz enfatiza a importância da obediência às leis divinas para viver feliz. Em contraste, Jó revela ser possível apegar-se à fé em Deus mesmo através do sofrimento.
Pessoas como Elifaz endeusam regras e leis da religião, enquanto pessoas como Jó dão ênfase no relacionamento com o Deus que criou as Leis para abençoar Suas criaturas. Desta forma, um destaca a necessidade de obediência para conquistar bênçãos, o outro enfatiza a confiança em Deus apesar da falta de bênçãos.
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Texto bíblico: JÓ 15 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JÓ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/15
Elifaz, amigo de Jó, torna-se um conselheiro precipitado. Para Elifaz, a única razão pela qual Jó sofreria uma perda tão grande é devido ao pecado em sua vida. Coisas ruins podem acontecer à pessoas boas? Certamente que sim. Na época de Jesus, os discípulos pressupunham que a razão para alguém ter uma dificuldade física ou estar em sofrimento era o pecado deles ou de seus pais. Jesus derrubou esse equívoco popular (João 9:1-3). O próprio Jesus sofreu e morreu na cruz. Para os judeus, isso era a prova de que Ele foi amaldiçoado por Deus. Mal sabiam que Jesus não sofreu por qualquer delito próprio, mas sim por nossas transgressões – nossos pecados.
Em Jó 15, Elifaz, o amigo de Jó, pressupõe que Jó fez algo para merecer o sofrimento. Como sabemos pelo livro de Jó, tal crença estava muito longe da verdade. Você está sofrendo hoje? Não temos garantia de uma vida fácil, de vida confortável. Oro para que você possa entregar sua vida nas mãos de Deus hoje. Se entregarmos nossas vidas nas mãos de Deus, temos a certeza de nosso lar no céu, onde não haverá mais dor, mágoa, doença ou morte.
Chris Hufnagel
Pastor, Brunswick/Camden SDA Churches, Georgia-Cumberland Conference, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/15
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629 palavras
1-16 O primeiro ciclo de debates deixou os quatro interlocutores bastante contrariados: os três amigos, pela obstinação de Jó, e este último, pela absoluta falta de compreensão de sua dificuldade da parte daqueles. Aqui começa o segundo ciclo do debate, com uma palestra de Elifaz. Este se sente profundamente ferido ao verificar que Jó espezinhou as pérolas de sabedoria que os seus amigos lhe lançaram. Aparentemente foram vãos todos os seus esforços no sentido de obrigar Jó a humilhar-se perante o Deus de toda a sabedoria e de todo o poder, e agora protesta contra as atitudes de Jó.
Nos cap 15-21, os amigos de Jó ficam cada vez mais exasperados, apegando-se às suas doutrinas, e sendo sempre mais prontos a lançar acusações contra Jó, enquanto este vai avançando em sua busca angustiante da paz de espírito, virando as costas a homens cegos e à crueldade do destino, para achar o Deus de justiça e misericórdia, que será seu Vindicador na sua luta pela verdade (Bíblia Shedd).
De acordo com Elifaz, a experiência e a sabedoria de seus ancestrais tem mais valor do que os pensamentos Jó. Elifaz assume que suas palavras são tão sábias quanto as de Deus. É fácil detectar sua arrogância. (Life Application Study Bible Kigsway).
1-35 Elifaz começa o segundo ciclo de discursos (15.1 – 21.34), afastando-se da abordagem cheia de tato que usara nos caps. 4 – 5 (Bíblia de Genebra).
Elifaz inicia o segundo ciclo de diálogos com insultos e orgulho. (Andrews Study Bible).
2 vento. Trata-se do vento oriental quente (v. 27.21; 38.24), o siroco, que vem soprando do deserto. (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Era considerado o pior dos ventos. Era um vento seco que soprava através do deserto com efeitos devastadores. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 604).
4 Os amigos de Jó receiam que, se Jó nega a doutrina de que todo pecado provoca imediato sofrimento, que que todo sofrimento pressupõe um pecado cometido, isto será um atentado contra a moralidade, além do que, isto motivará o pensamento de que se pode pecar impunemente (Bíblia Shedd).
8 Só o fato de Jó não ter concordado com seus “consoladores”, foi o suficiente para estes se desinteressarem da consolação e adotarem um tom ofensivo e sarcástico; mas Jó nunca dissera ser mestre em sabedoria (Bíblia Shedd).
10 A ironia de Jó em 12.12 foi bem percebida por Elifaz. Ele assegura a Jó que todos os anciãos estavam a favor deles, e não a favor de Jó. (Bíblia de Genebra).
11 suaves palavras. Parece que Elifaz se considera portador de inspirada consolação (cf 4.12-21), (Bíblia Shedd).
15 santos. Aqui, evidentemente, os anjos. De acordo com Elifaz, até o Céu e os anjos parecem impuros em comparação com a infinita santidade de Deus. (CBASD, vol. 3, p. 604).
19 nenhum estranho. Entre os povos orientais, desde os tempos mais remotos, a pureza da etnia era considerada um sinal da mais alta nobreza. (CBASD, vol. 3, p. 605).
27 enxúndia. Heb pmã, “gordura”, da idéia de “encher” – “abundância” (Bíblia Shedd).
v. 27 na NVI: “Apesar de ter o rosto coberto de gordura e a cintura estufada de carne”.
20-35 A caricatura que Elifaz pinta de Jó continua, usando várias figuras de linguagem: pecador beligerante que ataca a Deus (v. 24-26); ímpio gordo e rico que finalmente recebe o que merece (v. 27-32); videira despojada de frutos antes de se formar (v. 33a); “oliveira que perde a sua floração” (v. 33b). Enquanto Elifaz rejeitar a insistência de Jó, afirmando que os ímpios continuam prosperando, não precisará lidar com o corolário perturbador: o mistério de por que os inocentes às vezes sofrem. (Bíblia de Estudo NVI Vida).
29-35 Acumulam-se as nuvens, preparando a tempestade que rebentará para dar fim à prosperidade do ímpio; seu destino é como o da planta que murcha e seca prematuramente. Indiretamente, tudo isto é aplicado a Jó, a quem seus amigos começam a considerar como um ímpio (Bíblia Shedd).
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“Porventura, fazes pouco caso das consolações de Deus e das suaves palavras que te dirigimos nós?” (v.11).
Acusações nunca tiveram o poder de corrigir. Elas simplesmente apontam situações negativas que podem ser verdade, ou não. Elifaz acusou a Jó de impiedade. E ele foi além, afirmando que Jó estava em iniquidade (v.5), acusando-o de ser um transgressor da lei do Senhor, “porque o pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4). Percebemos neste discurso de Elifaz, a presença do orgulho e da presunção, a ponto de considerar as suas palavras e de seus amigos como “consolações” e “suaves palavras” (v.11).
As palavras que proferimos só podem resultar em duas coisas: bênção ou maldição. Está escrito que da boca que profere bênção, não pode haver maldição; pois, “pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?” (Tg.3:11). “A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (Tg.3:17). Precisamos buscar essa sabedoria, e a fonte é Cristo.
Jesus mesmo nos deixou escrito que: “pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mt.12:37). Deus ama para salvar. Satanás acusa para destruir. De que lado da batalha estamos hoje, amados? Não façamos como os amigos insensatos de Jó. Que de nossa boca não saiam palavras de acusação, e sim a atitude que eles deveriam ter praticado com Jó: “E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tg.5:15).
Jesus não condenava. Jesus exortava. E Ele nos deixou o perfeito exemplo de uma vida de oração e de serviço abnegado. Sigamos, pois, as pegadas do Mestre, e nossas palavras e ações refletirão sempre em verdadeiras consolações, para a glória de Deus, para o nosso bem e do nosso próximo. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, sábios consoladores!
Rosana Garcia Barros
#Jó15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 15 – Não ser compreendido na dor aumenta ainda mais a aflição diante do sofrimento. Essa era a triste situação de Jó.
Elifaz retoma a palavra. Agora, “a controvérsia se torna mais acalorada. Elifaz supôs a culpa de Jó, acusando Jó de se autocondenar, [Jó 15:1-6], por sua presunção e orgulho, [Jó 15:7-16], e descreveu os ímpios e seu fim, [Jó 15:17-35]”, sintetiza Merrill Unger.
A mesma atitude de Elifaz (e de seus amigos) seria vista nos judeus em relação a Jesus. Ele, “experimentado no sofrimento”, “foi desprezado e rejeitado pelos homens”; “como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima… Nós O consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido” (Isaías 53:3-4).
• Elifaz, Bildade e Zofar supunham serem especialistas no sofrimento sem tê-lo experimentado tão profundamente quanto Jó.
• Jó experimentava profundamente a tortura oriunda do sofrimento físico, emocional, social e espiritual; estava mergulhado no sofrimento sem entendê-lo.
• Jesus, o inocente Filho de Deus, foi além do sofrimento de Jó. Ele escolheu deixar Sua posição de glória no Céu e tornar-Se humano; decidiu experimentar tudo o que nós experimentamos, enfrentou todas as tentações e sofrimentos que nós enfrentamos, foi até o preço final do pecado sem ter cometido qualquer pecado. Ele é especialista no sofrimento!
Ainda que nossos melhores amigos não nos entendam, e até nos acusem por não compreender-nos (Jó 15:1-35), devemos conscientizar-nos que Jesus nos entende completamente por ter vivido nossa experiência neste como humano.
Jesus sabe o que é ser tentado, sabe o que é sofrer, sabe o que significa estar em posição vulnerável. Ele identificou-Se conosco em todo sofrimento; e, foi além, ao sofrer a morte em nosso lugar, a fim de favorecer-nos.
Jó era inocente, mas não era imaculado – santo no sentido pleno da palavra; porém, Jesus era. Jesus não cometeu nenhuma falta, Sua natureza não era corrompida. O sofrimento que O levou à morte é maior que nossa capacidade limitada de compreensão; contudo, o importante é que, independente da imensidão de nosso sofrimento, Jesus nos entende completamente – como ninguém (Filipenses 2:9-11; Hebreus 2:10, 14-16; 4:14-16).
Quando diante do sofrimento necessitarmos de amigos que nos compreendam, não procuremos os Elifazes da vida; corramos imediatamente para Jesus! Ele nos reavivará! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 14 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JÓ 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/14
Ondas de sentimento de futilidade invadiram Jó. A vida é limitada, transbordante de problemas. Ele não sente nada além da dor do próprio corpo e chora apenas por si mesmo. Como a água que desgasta pedras, Deus destruiu sua esperança.
Se sabiamente experimentado, o sofrimento pode curar a alma. Mas também pode ser corrosivo para o coração. Múltiplas perdas e sofrimento a longo prazo muitas vezes cegam as pessoas e estas não vêem a realidade além do próprio inferno de sofrimento. Uma pessoa pode se tornar amargamente míope quando a vida é focada apenas na sobrevivência.
Essa tendência de estreitamento de visão do mundo pode ser especialmente perigosa para quem mora sozinho e está em casa, subsistindo com o peso da invalidez, em cada dia uma luta pela sobrevivência física, financeira e emocional. Quando a energia é consumida, tentando encontrar maneiras de lidar com a dor física, é fácil esquecer a vida dos outros, o que leva à desconexão emocional. Consumidos pelo estresse e pelo sofrimento, os pacientes podem esquecer de investir na vida de outras pessoas, mesmo que apenas por telefone ou carta.
Não importa a variedade de sofrimento que esmaga almas, é vital que os sofredores encontrem maneiras de investir em realidades fora de suas dores. Focar no coração dos outros ajuda a manter o próprio sofrimento em perspectiva.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/14
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336 palavras
No capítulo 14, Jó se concentra em descrever a condição humana: ser “nascido de uma mulher”, “curto de dias” e “cheio de problemas” (v. 1). É exatamente o oposto do Jardim do Éden, onde os seres humanos foram criados e formados por Deus para viver eternamente e andar em paz com o seu Criador. Agora os seres humanos são como as rosas que desabrocham e são cortadas, e como as sombras se movem e somem (v. 2). Jó sente que os olhos de Deus estão sobre ele e que está sob investigação e juízo (v.3). E lamenta não ter nada de bom e perfeito a mostrar, pois herdou a degeneração pós queda e possui a semente da morte no corpo, como resultado dos pecados de Adão e Eva: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!”(v. 4). Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/
O profundo discurso de Jó neste capítulo ilustra uma grande verdade: ter um conjunto correto de doutrinas não é suficiente. Ter conhecimento do que acreditar não é tudo que é necessário para agradar a Deus. A verdade não testada pela experiência da vida pode se tornar estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma qualidade dinâmica para a vida. Assim como a seca obriga as raízes de uma árvore a se aprofundarem em busca de água, também o sofrimento pode levar-nos da aceitação superficial da verdade para a dependência em Deus para a esperança e vida (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
7-22 O Velho Testamento não diz muito a respeito da ressurreição dos mortos. Isto não surpreende porque Cristo não havia ainda conquistado a morte. O pessimismo de Jó a respeito da morte é compreensível. O que é admirável é sua crescente esperança (14:14). Se apenas Deus o escondesse com os mortos e o trouxesse para fora novamente! Se apenas ele pudesse morrer e viver novamente! Quando enfrentamos sofrimento, temos uma vantagem sobre Jó. Nós sabemos que os mortos ressuscitarão. Cristo ressurgiu, e nós tempos esperança baseada na promessa de Cristo em João 14:19 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
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“O homem, porém, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está?” (v.10).
Entre existir e não existir há uma linha tênue chamada morte. Mas por que nunca nos acostumamos à ideia de que tudo o que é vivo um dia morre? Simplesmente porque não fomos criados para morrer. Fomos criados para a eternidade (Leia Ec.3:11). Cada célula do nosso corpo, cada neurônio, cada gota de sangue que corre por nossas veias, representa vida e amor de um Criador que planejou a nossa existência eterna. Jó sabia disso e, ao revelar o seu argumento sobre a brevidade da vida não negou a sua fé na ressurreição, nem tampouco defendeu ter o homem uma alma imortal (Leia 1Tm.6:15-16).
Jó afirmou o que toda a Escritura declara, de que a vida neste mundo é passageira, ela não tem uma continuidade em uma “alma” fora do corpo, mas, como já vimos antes, nós somos uma “alma vivente” (Gn.2:7), e a morte é um estado de sono (Ec.9:5-6), o que é confirmado pelo próprio Jó no verso doze, que diz: “não acordará, nem será despertado do seu sono”. Antes de ressuscitar a Lázaro, Jesus declarou: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo.11:11). E não compreendendo os discípulos de que Ele se referia à morte de Seu amigo, o Senhor concluiu: “Lázaro morreu” (Jo.11:14).
A esperança que movia o coração de Jó deve ser a nossa hoje. Observe que ele sabia que a morte do justo tem prazo de validade: “e me pusesses um prazo e depois Te lembrasses de mim!” (v.13). Muito em breve, “num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:52). Não mais uma ressurreição passageira. A substituição de que Jó almejava acontecerá (v.14). Todo filho e toda filha de Deus terá esse corpo maltratado pelo pecado mudado em um corpo perfeito e glorificado.
O Senhor tem saudades daqueles que criou para a vida abundante, e breve virá para chamar pelo nome a todos os que O amam. Quer você estar entre essas pessoas que a Bíblia chama de “restantes” (Ap.12:17)? Como Jó, abra o seu coração a Deus, busque-O através de Sua Palavra como quem procura um tesouro, e confie de que ainda que a morte chegue, nem ela poderá nos separar “do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Prepara-te para te encontrares com o teu Deus! O Rei vem vindo! Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, restantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Jó14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100