Reavivados por Sua Palavra


JÓ 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 14 – Nossa vida é efêmera, não eterna; nossa certeza durante a vida é que em algum dia desconhecido deixaremos de viver.

Além desta perspectiva sombria da transitoriedade e a fragilidade da existência humana, pior ainda quando enfrentamos grandes períodos sombrios causados por intensas aflições.

É disso que Jó trata neste seu capítulo mais tenebroso do livro. Ele está além do fim do túnel, no fundo do poço do sofrimento. Suas perspectivas são perturbadoras, suas palavras são assombrosas. Note:
• Uma parábola impressionante descrevendo a triste brevidade da existência (Jó 14:1-2).
• Descrição da natureza fugaz da vida comparando o ciclo da natureza com a existência humana, almejando alguma renovação pós-morte (Jó 14:3-9).
• Reconhecimento da realidade inevitável da morte, e clamor por lembrança após morrer (Jó 14:10-17).
• Lamento encerrando um longo desabafo (Jó 14:18-22).

No encerramento de seu longo discurso iniciado no capítulo 12, o fiel “Jó voltou a reclamar diante de Deus, e reassumiu o estado depressivo, falando da morte como sendo inevitável (vs. 18-20) e causadora de separação (v. 21). Ele sentia-se dolorosamente triste ao pensar nessas coisas (v. 22)”, observa John MacArthur.

O sofrimento nos acompanha por milênios, desde a queda de Adão resultando na desgraça do pecado no mundo. Desta maneira, Jó 14 aborda temas complexos e profundos que têm sido objeto de milenares reflexões filosóficas e religiosas; tais como:
• A brevidade e transitoriedade da existência.
• A infeliz inevitabilidade da morte.
• A esperança de renovação e redenção.
• A atuação de Deus no mundo e o sofrimento humano.
• A confiança em Deus apesar das tribulações no mundo.

Brevidade da vida, inevitabilidade da morte, e expectativa de renovação… são grandes temas de interesse mundial que, profundamente analisados, devem conduzir-nos à profunda reflexão espiritual. Por isso, a importância de compartilhar a mensagem de Jó!

Note que o livro de Jó é um poema “amplamente reconhecido, mesmo em círculos seculares, como um dos mais magníficos poemas dramáticos da literatura. A sublimidade do tema, a majestade das ideias, a grandeza do alcance literário não encontram páreo em nenhuma peça da literatura mundial”, afirmou categoricamente Merrill Unger.

Alcançando níveis profundos do sofrimento e escrevendo com maestria literária, Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, deixou o primeiro livro divino para a humanidade sofredora, carente de sua mensagem!

Portanto, estudemo-lo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



JÓ 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 13 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JÓ 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JÓ 13 by Luís Uehara
7 de abril de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/13

Jó, então, pede ao Senhor apenas duas coisas: (a) que afaste dele a Sua mão que o castiga e (b) que estes castigos aterrorizantes não interrompam a comunicação entre os dois, em ambos os sentidos (v. 20, 21). Deus o mantém em Suas mãos e o cerca com a verdade. Devemos também ter esta mesma certeza. Falemos com Deus (cf. v. 22): “Ligue-me e eu responderei ou eu falo e você responde.”

Jó continua pedindo que Deus faça conhecer sua transgressão (v. 23) que o priva de desfrutar as bênçãos do companheirismo e amizade com Ele (v. 24). Jó sabe que seus pecados estão registrados e se pergunta se agora está sofrendo pelos pecados de sua juventude (v. 26).

Considere: No juízo investigativo [que começou em 1844 e se estenderá até o tempo do fim] eu pedi a Jesus para cobrir meus pecados com Sua justiça?

Querido Deus,
Somos inspirados pela fé de Jó. Te pedimos que, enquanto ainda temos oportunidade, nos revele e nos afaste do mal que acariciamos, aquilo que nos impede de nos impede de fruirmos plenamente as bênçãos do relacionamento conTigo, hoje e sempre. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/13



JÓ 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de abril de 2023, 0:50
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402 palavras

3 O real foco de Jó, desde o começo, é Deus (9:3, 14-16,19-20, 32-35) (Andrews Study Bible).

sois médicos que não sabem nada. Jó comparou seus três amigos a médicos que não sabiam o que estavam fazendo. Eram como cirurgiões de olhos que tentam realizar cirurgia de coração aberto. Muitas de suas idéias sobre Deus eram verdadeiras, mas não se aplicavam à situação de Jó. Eles estavam certos em dizer que Deus é justo. Eles estavam certos em dizer que Deus castiga o pecado. Mas eles estavam errados em supor que o sofrimento de Jó era um justo castigo por seu pecado. Eles tomaram um princípio verdadeiro e o aplicaram de forma errada, ignorando a enorme diferença entre as circunstâncias humanas. Devemos ser cuidadosos e compassivos na forma de aplicar as condenações bíblicas para os outros; Devemos ser lentos para julgar (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7 em favor de Deus vocês falarão perversidades?. Quantas vezes coisas injustas foram ditas ou feitas, professamente para promover os interesses de Deus! (CBASD, vol 3, p. 597).

14 tomarei a minha carne nos meus dentes. Significa: “Arriscarei minha vida” (Andrews Study Bible).
[…] suas [de Jó] declarações o colocavam em perigo, mas ele estava determinado a continuar, de qualquer maneira.[…] Esta frase parece implicar a idéias de um risco calculado (CBASD, vol 3, p. 598).

15 eis que me matará, já não tenho esperança (ARA). NVI, ACF, ARC: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle”.

Com base nesta tradução, este versículo tem sido frequentemente citado como suprema expressão de confiança no Senhor (Bíblia de Genebra).

[…] o primeiro degrau da escada pela qual Jó emergiu de seu abismo de desespero (CBASD, vol 3, p. 599).

É com estas palavras que Jó revela sua grande fé. Apesar de sua situação difícil e da dor que sente, Jó confiou nos juízos de Deus. Que Deus ajude cada um de nós a ter semelhante fé nele, independentemente daquilo que Deus permite que sobrevenha ao nosso caminho (Bíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).

24 me tens por Teu inimigo. Essa é a fantasia enganosa com a qual Jó lutava. Deus nunca considerou Jó seu inimigo (Bíblia de Genebra).

25 uma folha […] a palha seca. Jó se compara a dois dos objetos mais insignificantes e sem valor (CBASD, vol 3, p. 599).

26 coisas amargas. Venenosas (Andrews Study Bible).

27 no tronco. Um primitivo meio de punição e aprisionamento (CBASD, vol 3, p. 599).

28 coisa podre. Jó se refere à fragilidade dele próprio e de toda a humanidade (CBASD, vol 3, p. 600).



Jó 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de abril de 2023, 0:45
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“Atentai para as minhas razões e dai ouvidos à minha exposição” (v.17).

Um contraste é apresentado neste capítulo: o falatório dos amigos de Jó e o silêncio de Deus. Em defesa de sua integridade, Jó apelou para a consciência dos que o acusavam e questionou as razões de seu sofrimento ao Senhor. Mesmo diante de seu deplorável estado físico, econômico e emocional, Jó não permitiu que seus amigos o tratassem como inferior e os classificou como “médicos que não valem nada” (v.4). Quem dera tivessem se calado, e seriam considerados sábios!

Jó já não alimentava esperança alguma nesta Terra. Como “uma coisa podre que se consome e como a roupa que é comida da traça” (v.28), seu corpo emanava o odor da morte. Para ele e para aqueles que o viam, era só uma questão de tempo e seus gemidos cessariam. Foi mediante esse pensamento, que resolveu externar a sua agonia independente do que ouviria em seguida. Jó mudou o rumo do seu discurso para o Santo Ouvinte, para Aquele com Quem havia aprendido a se relacionar e a confiar. Sua inquietação era conhecer o motivo de sua desventura.

O pedido de Jó: “Notifica-me a minha transgressão e o meu pecado” (v.23), deveria ser o nosso pedido diário. Não como uma resposta ao sofrimento, mas como uma forma de estreitarmos a nossa relação com Deus e dEle dependermos; para confessarmos as nossas transgressões e vivermos em novidade de vida, como está escrito: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv.28:13). Jó foi sincero em suas palavras e não buscou o favor de homens, mas buscava desesperadamente a aprovação de seu Amigo e Redentor.

Além de escavar no passado os tesouros de seu íntimo relacionamento com o Senhor, o flagelo de Jó o fez revirar a lama dos pecados de sua mocidade (v.26). Essa é uma estratégia que o Maligno usa constantemente contra os filhos de Deus. Mediante as tempestades da vida, ele nos traz à memória lembranças de pecados já confessados e abandonados; e num jogo desleal e cruel, faz de tudo para desviar o nosso olhar do compassivo Salvador e de Seu perdão irrevogável. Assim como a nuvem que descarrega a tempestade se dissipa e nunca mais se refaz, os pecados perdoados são lançados “nas profundezas do mar” (Mq.7:19), e de lá jamais serão retirados.

“Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar no homem” (Sl.118:8). Jesus, que é a própria Palavra (Jo:1:1), nos deixou exemplo disso. Nas madrugadas, em Seus lugares solitários, Ele buscava no Pai a sabedoria e a força para enfrentar as batalhas de cada dia. A Sua comunhão com o Céu foi o que O sustentou no deserto, O guiou em Seu ministério terrestre, e O fortaleceu até à cruz. A vontade de Deus era o seu alimento, e a oração, o Seu oxigênio. Assim como Jó sofreu com o silêncio de Deus, Jesus padeceu em agonia por sentir em nosso lugar o terrível castigo da ausência do Pai. Mas porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo.14:19).

Abra o seu coração ao Senhor e O busque com sinceridade! E quando encontrá-Lo, você descobrirá a verdadeira felicidade: “esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:13 e 14). Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, novas criaturas em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Jó13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 13 – A fé é madura quando vale mais que a vida! Nossa confiança em Deus deve estar acima das nossas necessidades vitais. Nisso residia a firmeza espiritual de Jó, um grande exemplo para nós.

Quando nossa fé é madura o suficiente para valer mais do que a vida, podemos perder tudo, sofrer à beça, ser acusados por amigos sem ser culpados, sem jamais perder a fé. Pode-se até perder a paciência, pode até entender ser injusta a situação que está enfrentando, inclusive pode pensar que Deus não Se importa com seu sofrimento, mas a fé permanecerá em pé!

Jó atingiu tal nível de fé, por isso em meio ao emaranhado complexo que envolvia sua condição, pode expressar a máxima confiança em Deus ao declarar: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15).

Antes disto, Jó havia respondido às acusações de seus amigos que alegavam ser ele merecedor do sofrimento devido a seus pecados; então, os repreendera pelas palavras cruéis, desprovidas de compaixão (Jó 13:1-12).

Após Jó 13:15, Jó demonstrou não compreender a sabedoria e a justiça divinas; porém, em meio às incertezas e dúvidas, afogando entre seus muitos questionamentos sem respostas (Jó 13:16-28), ele mantinha firme sua fé madura, bem mais valiosa que a vida!

Confiar em Deus, ainda que isso signifique a própria morte, é a filosofia de vida daqueles que vencerão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho, conforme revela Apocalipse 12:11.

Abrir mão da vida em prol da fé em Cristo é a essência da verdadeira religião. Jesus mesmo salientou: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa, este a salvará” (Lucas 9:23-24).

Nossa fé não deve ser menor que o medo da morte, para que nossa fidelidade não dependa das boas circunstâncias. Assim, apesar de perder tudo como Jó, da perseguição e tortura dos mártires em Apocalipse 12:11, a fé em Cristo permanecerá em pé.

A fé madura não tombará diante das terríveis agruras deste mundo; pois sabe que haverá uma preciosa recompensa futura, provida por Deus, conforme prevê as Escrituras (Mateus 5:11-12; 1 Pedro 1:3-9; Apocalipse 2:10).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 12 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JÓ 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JÓ 12 by Luís Uehara
6 de abril de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/12

Jó respondeu a Zofar, dizendo que o conhecimento humano avançado vem do conhecimento da “revelação” (No livro Educação, p. 154-156, EGW enfatiza o mesmo ponto). Jó é ridicularizado por seus amigos porque suas referências estariam limitadas ao conhecimento da existência humana, e argumentava que ele “invocava a Deus”, e este lhe respondia (v. 4).

O mistério da salvação é loucura para o mundo. Tanto Jó como seus amigos sabem que Deus está acima da natureza, enfatizando a soberania de Deus, contudo Jó fala de um Deus pessoal que responde a quem O chama (v. 4).

Na opinião de Jó, os maus prosperam e “estão seguros”, porque por vezes Deus permite que eles estejam assim (v. 6). Jó exorta seus amigos a estudar cuidadosamente a ciência da zoologia: “os pássaros” do céu (v. 7), os animais terrestres, os “peixes do mar” (v. 8). Todo este conhecimento aponta para o Criador como vemos em Gênesis, cap. 1. Jó confirma isso, dizendo: “Na sua mão está a vida de cada criatura” (v. 10 NVI), exatamente o que Moisés tinha em mente em Gênesis 2:7.

Querido Deus,
Conceda-nos alinhar nossos pontos de vista pessoais com a perspectiva de Sua revelação. Que assim possamos compartilhar Seu conhecimento e salvação com este mundo. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/12



JÓ 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de abril de 2023, 0:50
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574 palavras

12.1 – 14.22 A resposta de Jó neste longo discurso começa com uma explosão de sarcasmo contra seus conselheiros. Ele continua falando com eles até 13.19. Em 13.20 Jó se volta para Deus, causando uma grande quebra de discurso. Essa inclinação de Jó para falar com Deus (orar) contrasta com a atitude dos conselheiros, que nunca disseram uma só palavra para Deus. Eles tão-somente falavam sobre Ele (Bíblia de Genebra).

1. Jó respondeu. Neste discurso, que abrange os cap. 12 a 14, Jó pela primeira vez usou sarcasmo ao dirigir-se aos seus amigos. O ataque verbal, porém, parece ter um propósito secundário. O principal objetivo de Jó é justificar suas afirmações prévias: (1) que o rumo tomado pelos acontecimentos terrenos, sejam eles bons ou maus, deve ser atribuído a Deus; e (2) que seus sofrimentos lhe dão o direito de defender-se diante de Deus e de exigir saber por que ele está sendo punido daquela maneira (CBASD, vol. 3, p. 594).

2 vós sois o povo. Esta linguagem expressa sarcasmo mordaz. Jó parece dizer: “Vocês são as únicas pessoas que devem ser levadas em consideração, as únicas que merecem atenção e as únicas que podem falar” (CBASD, vol. 3, p. 594).

2,3 Jó expressa sua ira à insensibilidade de seus orgulhosos amigos (Andrews Study Bible).

4 irrisão (Almeida). NVI: “objeto de riso”.

5 aquele cujos pés já vacilam. A ideia está razoavelmente clara. Jó chama a atenção para a fraqueza humana que faz com que os homens cubram de desprezo os desafortunados e deem mais um empurrão nos que já estão cambaleando (CBASD, vol. 3, p. 594).

Aqueles que estão bem zombam daqueles que estão com problemas (Andrews Study Bible).

17 Aos conselheiros, leva-os despojados. Os conselhos dos grandes homens e dos sábios não prevalecem contra Deus. A palavra traduzida como “despojados”, literalmente, significa “descalços”. A figura é provavelmente alusiva à prática de remover as vestes exteriores dos cativos de guerra (ver Mq 1:8) (CBASD, vol. 3, p. 595, 596).

18 uma corda lhes cinge os ombros. A última parte do verso retrata os reis que antes aprisionaram a outros e, mais tarde, foram amarrados e levados como prisioneiros. Toda a série de observações aqui se refere aos revezes e às mudanças de situação na vida (CBASD, vol. 3, p. 596).

21 afrouxa o cinto. Os orientais usavam túnicas soltas amarradas por um cinto nos quadris. Quando eles trabalhavam, corriam ou viajavam, as túnicas ficavam amarradas. Afrouxar o cinto significava impedir a execução dessas atividades (CBASD, vol. 3, p. 596).

24, 25 Jó afirmou que nenhum líder tem verdadeira sabedoria à parte de Deus. Nenhuma pesquisa ou relatório pode prevalecer sobre a opinião de Deus. Nenhuma descoberta científica ou avanço médico O toma de surpresa. Quando buscamos orientação para nossas decisões, devemos reconhecer que a sabedoria de Deus é superior a qualquer outra que o mundo tem para oferecer. Não deixe que os conselheiros terrenos diminuam o seu desejo de conhecer melhor a Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

25 Nas trevas andam às apalpadelas. Isto encerra o capítulo e, com ele, a controvérsia com respeito ao conhecimento de Jó sobre ditados proverbiais impressionantes e pertinentes. Jó demonstrou que estava tão familiarizado com provérbios sobre Deus quanto seus amigos, e que tinha ideias tão elevadas como as deles sobre o controle e o governo do Altíssimo. Os amigos interpretavam a Deus como alguém que recompensava as pessoas nesta vida de acordo com seus atos. Jó vê a Deus como alguém que governa os assuntos humanos a partir de outro critério, não por seus atos. Ele acha que sua vida tem sido irrepreensível (CBASD, vol. 3, p. 596).



Jó 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de abril de 2023, 0:45
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“Também eu tenho entendimento como vós; eu não vos sou inferior; quem não sabe coisas como essas?” (v.3).

Daqueles os quais esperava ouvir palavras de conforto e de esperança, Jó encontrou mais um motivo de tristeza e de desânimo. Acusado injustamente, seus amigos tornaram-se oponentes que queriam a todo custo convencê-lo de que sua condição significava a colheita de sua impiedade. Como um tição tirado do fogo, a enfermidade o consumia, mas não machucava mais do que as palavras de depreciação em discursos especulativos.

Após tirar de Jó toda a sua prosperidade, mergulhá-lo em um terrível luto e afligi-lo com enfermidades malignas, Satanás incluiu a tudo isso uma de suas maiores armas: o próprio homem. Através de seus agentes humanos, ele persegue, aflige e maltrata a muitos, mas seu ódio homicida tem como alvo principal o fiel servo de Deus. Confiados em sua posição contrária à de Jó, aqueles homens julgaram-se sábios e suficientemente corretos para dirigir-se a ele do alto do “pódio da santidade”.

A defesa de Jó revelou-se como um ato desesperado de não vituperar a sua fé. Ele tinha guardada na lembrança as suas experiências com Deus por meio da comunhão. Olhando para o passado, Jó suportava o presente e visualizava o futuro. E dia após dia, ainda que não notasse, Deus aliviava as suas aflições e colocava em seu coração a grande esperança que irrompe as barreiras das dificuldades deste mundo e que nem a morte pode conter: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25).

Diante das densas trevas morais e espirituais destes últimos dias, estamos cercados de perigos que sobrepujam as enfermidades do corpo ou as intempéries do dia a dia. Maiores do que essas coisas são aquelas que põem em risco a nossa sanidade mental e até a nossa salvação. O mundo caminha para uma iminente crise que nos afetará não somente em escala política, econômica ou ambiental, mas que provará severamente a nossa fé. Se não estamos aproveitando, hoje, o tempo de oportunidade que nos é dado; e se não considerarmos o que o Senhor realizou no passado, olharemos para o futuro sem nenhuma esperança.

Se como Jó confiarmos: “Com Deus está a sabedoria e a força; Ele tem conselho e entendimento” (v.13), podemos estar certos “de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).

Satanás pode até nos atacar com suas armas falíveis, mas Deus nos põe “por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze” (Jr.1:18), pois “não há outro deus que possa livrar como Este” (Dn.3:29). Portanto: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Jó12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100