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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/142
Às vezes você clama a Deus durante a noite? Eu clamo. No Salmo 142, Davi sentiu-se oprimido pelas circunstâncias e sentiu como se não tivesse ninguém a quem recorrer e que o entendesse. Ele clamou a Deus por ajuda, abrindo seu coração completamente a Ele.
Em sua oração, Davi expressou sua solidão e seus medos, mas também a sua confiança em Deus. Cercado de inimigos, Davi acreditava que Deus sabia tudo sobre sua situação e que jamais o abandonaria. Ele pediu a Deus que o livrasse de seus inimigos e até mesmo o cercasse de pessoas justas. Não estamos sozinhos em nossas lutas. Deus tem uma comunidade de pessoas que nos amam e nos apoiam. Escolha encontrar força e conforto no relacionamento com outros crentes.
Davi acreditava que Deus conhecia o seu caminho, mesmo quando ele não conseguia ver o caminho a seguir. Deus conhece o nosso caminho! O Salmo 142 é um lembrete de que, ao nos aproximarmos de Deus em oração, descobriremos que Ele é nosso refúgio e nossa força. Ele sabe tudo o que nos magoou, assustou ou confundiu, e podemos confiar em nosso poderoso Guerreiro que luta por Seu povo.
Cindy Tutsch
Editora do Blog Believe His Prophets
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/142
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Textos das rodadas anteriores: https://reavivadosporsuapalavra.org/2020/06/23/salmo-142-3/
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258 palavras
Introdução. O Salmo 142 é um apelo ardente pelo auxílio de Deus em tempo de dificuldades avassaladoras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1044.
1 Clamo. Quando se chega ao fim dos recursos terrenos e se clama a Deus, Ele nunca deixa de atender. Vez por outra os filhos de Israel foram derrotados em batalha e sujeitados pelo inimigo. Logo que eles clamavam ao Senhor por auxílio, Ele levantava um libertador para resgatá-los (Jz 3:7-9, 12-15; 4:1-4; 6:1-14; etc.). CBASD, vol. 3, p. 981.
2 Queixa. Do heb. siach, significando também “preocupação”. O salmista não tinha queixa contra o relacionamento de Deus para com ele. Ele estava se queixando a Deus, não de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1044.
3 Conheces. Quando o salmista derramou sua queixa não foi com a intenção de informar a Deus, mas de compartilhar seus problemas com seu amigo celestial. CBASD, vol. 3, p. 1044.
4 Direita. O divino Protetor está prontamente disponível (ver Sl 16:8). CBASD, vol. 3, p. 1020.
Não há quem me reconheça. Parecia que ninguém estava disposto a reconhecer sua amizade com o salmista, por causa do perigo envolvido. CBASD, vol. 3, p. 1044.
5 Quinhão. Ver Sl 16:5; 73:26. A maior propriedade do cristão é seu Deus. CBASD, vol. 3, p. 1010.
7 Rodearão. Do heb. kathar. A forma aqui encontrada significa “congregar ao redor de uma pessoa”. Evidentemente, todos os que eram verdadeiros seguidores de Deus ficaram felizes quando o salmista foi libertado e se uniram a ele em ações de graças. CBASD, vol. 3, p. 1044.
Fizerem esse bem. Embora o presente fosse difícil e pressentisse um futuro infeliz, o salmista aguardava com confiança o tempo de seu livramento. CBASD, vol. 3, p. 1044.
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“Atende o meu clamor, pois me vejo muito fraco. Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu” (v.6).
No mais interior de uma caverna, um homem clamou quando percebeu que seu algoz estava a alguns passos de encontrá-lo. Na escuridão daquele lugar, Davi se arriscou a aproximar-se de Saul. Seu coração batia tão forte que quase quebrou o silêncio da noite. Ele não disse nada, simplesmente cortou um pedaço da veste do rei e retornou a passos vacilantes, pesaroso pelo que havia feito. (Você pode ler o relato completo em 1Samuel 24).
Davi estava refugiado no fundo de uma caverna e tinha por companhia um pequeno exército, que a Bíblia chama de os valentes de Davi. Porém, ainda assim, ele declarou: “nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse” (v.4). Ele sabia que se Saul o encontrasse não teria exército ou caverna alguma que pudesse livrá-lo de sua fúria. O seu único refúgio era o Senhor (v.5).
Sabem porquê Davi se considerou “muito fraco” (v.6), amados? Porque ele sabia que a sua luta não era contra os inimigos em si, mas contra as forças do mal que os governava (Ef.6:12). A nossa batalha não é de uns contra os outros, mas Satanás move toda a sua hoste maligna para destruir o máximo de vidas possível. Se nos consideramos fortes, grande será a nossa queda; mas mediante o reconhecimento de nossa fraqueza, é que Deus nos torna fortes (2Co.12:10).
Se fincarmos a âncora da confiança em nós mesmos, em outros, ou em coisas, mais cedo ou mais tarde descobriremos que já estamos em meio às águas turbulentas quase a naufragar. Contudo, se a nossa confiança estiver firmada no Senhor, saberemos, como Davi e como Daniel, que o Senhor dos Exércitos é Quem luta por nós: “e ninguém há que esteja ao meu lado contra aqueles, a não ser Miguel, vosso príncipe” (Dn.10:21).
Jesus já venceu a batalha no Céu (Ap.12:7-9), venceu na cruz (Jo.12:31) e voltará “vencendo e para vencer” (Ap.6:2)! Ao lado dEle “somos mais que vencedores” e “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados […] nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:37-39). Se a nossa atitude for perseverante neste sentido: “Derramo sobre Ele a minha queixa, à Sua presença exponho a minha tribulação” (v.2), Deus sempre nos livrará do cárcere do mal e a nossa vida será um constante louvor em testemunho a todos ao nosso redor (v.7).
E que grande perigo ameaça a igreja de Deus nestes últimos dias! Quantas distrações, amados! Se não estivermos atentos, vigilantes, colocaremos em risco a nossa coroa. Jesus está às portas! Não percebem? Mas antes que Ele volte, há uma porta que está prestes a ser fechada: a porta da graça. Não essa graça barata que tem sido difundida até mesmo em nosso meio. Mas a maravilhosa graça de Cristo, que é fundamentada na verdade, na justiça e na paz (Sl.85:10).
Busquemos ao Senhor enquanto podemos achá-Lo! Não ouse acordar sem que a sua primeira ação seja olhar para Cristo. Estude a Palavra. Ore a Deus. Estude o espírito de profecia. Precisamos ter a mente de Cristo, ou não suportaremos os dias ainda mais difíceis que se aproximam. Em nome de Jesus, pare de olhar a exposição da vida alheia e pare de se expor, e volte seus olhos à Palavra de Deus enquanto há tempo! Não é um apelo da Rosana. É um apelo do Espírito de Deus! Desperta, igreja do Deus vivo! Desperta! Desperta!
Nosso amado Pai, conhecer as profecias é uma coisa e vê-las acontecendo diante de nossos olhos é outra completamente diferente. E muitas vezes estamos como Davi, tendo que fugir de situações ou até mesmo de pessoas. Mas sabemos que a nossa luta é contra um inimigo que é mais forte do que nós, e nos sentimos muito fracos, Senhor. As coisas deste século estão acabando com a nossa mente e nos apegamos à Tua Palavra de que estes dias serão abreviados. Suplicamos a Ti, Senhor: Volta logo e, até lá, esconde-nos em Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, refugiados no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos142 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 142 – Devido às injustiças, indiferenças, oposições, frustrações, abandonos e traumas geralmente nossos pensamentos tornam-se disfuncionais. Contudo, pensamentos negativos podem tornar-se orações a Deus expressando o estado emocional fraco e abatido.
O salmista vivencia emoções intensas de desespero, solidão e tristeza; mas, inspirado pelo Espírito Santo expõe suas palavras com maestria e destreza. Estas emoções expressas são resultados diretos de seus pensamentos pessimistas e da situação difícil em que se encontra sem a corrupção da interpretação humana, pois estas palavras foram divinamente inspiradas.
• O Espírito Santo ajuda-nos em nossas fraquezas; enquanto estamos neste mundo de opressão, sofrimento, dor e pecado Ele nos assiste e intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Romanos 8:26). Dito isso, podemos afirmar que no Salmo 142, ao clamar inspirado por Deus em alta voz e apresentar suas queixas, o salmista demonstra um comportamento de busca de auxílio emocional. No entanto, esse comportamento é saudável, pois procura a fonte certa de apoio para lidar com suas emoções em circunstâncias desafiadoras!
Davi reconhece Deus como seu refúgio e fonte de consolo (Salmo 142:5). Isto é muito mais que meras crenças religiosas e apego a doutrinas teóricas. Religião é um relacionamento com uma pessoa, um Ser sobrenatural, transcendente, mas que não deixa de ser imanente, que Se relaciona com os seres humanos.
• Diante desse Deus, quando se sabe quem Ele é, a pessoa reconhece a própria fragilidade, avalia objetivamente sua situação e trabalha com estratégias de enfrentamento através da oração (Salmo 142:7).
Ao fazermos uma autoanálise com o auxílio divino (Salmo 139:23-24) seremos auxiliados ao examinar as emoções e angústias que sentimos, fazendo-nos compreender a profundidade das emoções humanas sem hipocrisia, mecanismos de defesa e sem tentar maquiar nossas fraquezas. Isso enriquece nossa visão teológica ao destacar a autenticidade das nossas emoções através de nossas orações (Salmo 142:1-4).
Portanto:
• Avalie-se contando com ajuda divina.
• Apresente tuas preocupações a Deus.
• Reconheça Deus como teu refúgio.
Uma espiritualidade saudável oferece ferramentas terapêuticas que levam pessoas aflitas e sofredoras a restaurarem seu bem-estar emocional; desta forma, a correta espiritualidade serve como fator de proteção contra problemas de saúde mental (Salmo 142:6-7). Pois, nossa saúde é holística, envolve o equilíbrio nos aspectos físico, mental, emocional e espiritual.
Enfim, façamos da oração uma prática regular, e reavivemo-nos integralmente! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 141 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 141 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/141
“Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca”
Põe uma guarda, Senhor, sobre a minha boca [para me impedir de falar irrefletidamente]” (Salmo 141:3, Amplificado).
São apenas palavras, alguns podem argumentar. As palavras não têm substância tangível. Deveríamos ser livres para dizer o que quisermos. Como elas poderiam ser perigosas? Mas…
… “Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo… incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno. (Tiago 3:5-6).
Existe uma maneira melhor:
“Quando você se levanta pela manhã, você sente seu desamparo e sua necessidade de força de Deus? E você humilde e sinceramente revela seus desejos ao seu Pai celestial? Nesse caso, os anjos marcam suas orações, e se essas orações não saíram de lábios fingidos, quando você corre o risco de cometer erros inconscientemente e exercer uma influência que levará outros a cometer erros, seu anjo da guarda estará ao seu lado, levando-o a um caminho melhor, escolhendo as suas palavras e influenciando suas ações.” Mensagens aos Jovens.
Virgínia Davidson
Artista – projetista e construtora vitrais, IASD de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/141
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli
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317 palavras
Introdução. O Salmo 141 é uma oração por orientação e proteção. O salmista começa com um apelo à aceitação de Deus (v. 1, 2), implora para que sua linguagem seja pura (v. 3, 4), expressa o desejo de ser censurado pelo justo e de não receber enganosa bajulação do ímpio (v. 5, 6) e termina com um pedido para ser resgatado dos cruéis planos de seus inimigos (v. 7-10). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1042.
2 Como incenso.O incenso do santuário era preparado cuidadosamente (ver com. de Êx 30:34), aceso com fogo santo e apresentado a Deus. Ele era oferecido pelos sacerdotes de manhã e à tarde sobre o altar de incenso (ver Êx 30:7, 8). O incenso representava “os méritos e a intercessão de Cristo. Sua perfeita justiça, que pela fé é atribuída ao Seu povo, e que unicamente pode tornar aceitável a Deus o culto de seres pecadores” (ver PP, 353). CBASD, vol. 3, p. 1042.
3 Põe guarda. Uma ilustração retirada das sentinelas em seus postos nas portas da cidade à noite. A importância de guardar a língua é anunciada energicamente por Tiago (ver Tg 3). Aqueles que guardam continuamente seus lábios estão fazendo o que é agradável a Deus. CBASD, vol. 3, p. 1042.
4 Não permitas que meu coração se incline para o mal. O caminho para o qual o coração se inclina é o caminho que a vida logo segue. O salmista ora com sinceridade para que Deus o guarde das práticas das pessoas más. CBASD, vol. 3, p. 1042.
5 Repreenda-me. A reprovação de um amigo pode ser uma bênção, se for aceita no espírito certo. Apenas aquele que, se preciso for, está disposto a entregar a vida por seu irmão possui os meios adequados para reprovar um irmão em erro (ver MDC, 128). CBASD, vol. 3, p. 1042.
8 Em Ti confio. Literalmente, “em Ti busco refúgio”. CBASD, vol. 3, p. 1043.
10 Suas próprias redes. O culpado colherá a recompensa de suas obras injustas e Deus livrará o justo da destruição. CBASD, vol. 3, p. 1042.
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“[…] Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade” (v.5).
Tenho uma profunda admiração e carinho pelo testemunho do profeta Daniel. Sua vida nos deixou um legado de fé, perseverança e serviço. Sua firmeza de princípios o levou à elite babilônica e medo-persa, o que provocou a ira dos demais príncipes do reino. Assim como Davi, Daniel possuía muitos inimigos, porém nenhum deles obteve êxito e nem suas armadilhas deram certo. Na mais feroz tentativa de destruí-lo, suas estratégias, consideradas infalíveis, foram derrotadas por uma única ação de Daniel: “[…] três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (Dn.6:10).
Quantas vezes agimos segundo os nossos impulsos, quando a solução está em uma vida de oração. A oração aceitável a Deus (v.2) não é a mais longa e nem a mais eloquente, mas aquela que é sincera, que provém de uma vida temente a Deus. Davi fez quatro pedidos neste Salmo:
1. Cala-me, oh Deus! (v.3);
2. Blinda o meu coração da maldade para que eu possa cuidar do Teu santuário (v.4);
3. Que eu aceite ser repreendido pelo justo (v.5);
4. Guarda-me das ciladas dos homens maus, fazendo justiça por mim (v.9 e 10).
Em meio às pressões de um mundo que nos diz que temos que falar o que pensamos e seguir as vontades de nosso coração enganoso, ficar calado é considerado tolice. Mas o Senhor nos convida a provar e ver que Ele é bom e fiel, e como o salmista exclamar: “Em Ti confio” (v.8)! O hábito de oração de Daniel o livrou incólume da cova dos leões. Da mesma forma, Deus deseja nos abençoar e fazer da nossa vida um canal de bênçãos.
O Senhor tem me livrado de diversas “covas” quando a Ele eu clamo, e em algumas delas me concedeu o presente de converter inimigos em amigos. Temos muitos exemplos lindos sobre o poder da oração na Bíblia, mas Deus nos convida a provar deste mesmo poder a cada dia. Há um poder disponível a todo aquele que O busca com sinceridade, como diz certa frase de autor desconhecido: “O poder do cristão não está na força dos braços estendidos, mas nas marcas dos joelhos dobrados”.
Estamos vivendo tempos muito difíceis, amados! O conflito está se intensificando e o Espírito do Senhor não agirá para sempre no homem. A promessa é fiel: “E acontecerá, depois, que derramarei o Meu Espírito sobre toda carne” (Jl.2:28). Percebam que isso só ocorrerá “depois”. Mas depois de quê? Eu convido você a ler Joel 2:12-27, para entender que há condições para que o derramamento do Espírito Santo aconteça.
E o que estamos fazendo, meus irmãos? Vigiando e orando? Ou “como que sentindo coceira nos ouvidos”, recusando “dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2Tm.4:3-4)? O que tem acontecido no meio do povo de Deus é muito sério! Sei que é cumprimento profético, mas é muito triste. E como membro do corpo de Cristo entendo ser nosso dever admoestarmos uns aos outros; com espírito de brandura, mas não deixar de admoestar com a voz e com a vida.
Como o salmista, que a nossa oração seja para que o Senhor contenha os nossos lábios; para que o nosso coração não se incline para o mal e nem para andar em companhia de quem não nos edifica; para que tenhamos humildade em reconhecer nossos erros e ouvir a admoestação de quem nos quer bem; e para que Deus nos livre das armadilhas dos ímpios. Então, nas mãos do Senhor dos Exércitos, assim como Davi e como Daniel, poderemos afirmar com convicção: “Eu, nesse meio tempo, me salvo incólume” (v.10).
Oh, Senhor, nosso Deus, a Ti clamamos, dá-Te pressa em nos acudir! Pois em Ti, Senhor Deus, estão fitos os nossos olhos. Em Ti confiamos! Não nos desampare! Enche-nos do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém.
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, homens e mulheres de oração!
Rosana Garcia Barros
#Salmos141 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 141 – Pessoas más falam e agem para envenenar ou ferir o coração dos justos. Estão sempre depreciando alguém, sempre falam coisas detestáveis dos outros. O que elas ignoram é que o mal que os ímpios tramam sempre retornará a eles como uma tempestade implacável!
A sabedoria está em discernir o engano dos maus e resistir à tentação de seguir o caminho deles. O coração dos corruptos é como um abismo sem fundo, sedento por destruição e caos; mas, o coração arrependido fica sedento por discernimento, transformação e proteção de Deus. Falsidade é o alicerce dos pervertidos, mas a verdade é a rocha inabalável dos convertidos.
• Cientes de que os ímpios tecem teias de engano e que a verdade sempre as desfaz, o pecador arrependido anseia por livrar-se dessas teias ilusórias.
• Cientes de que os maus podem orgulhar-se por conseguir seus propósitos, mas serão derrubados pela mão da justiça divina, pecadores humilham-se e anseiam por restauração.
• Sabedores pela revelação divina que a maldade pode até tentar prevalecer, mas a bondade sempre prevalecerá no final, aqueles que foram maus desejarão ser diferentes, e por isso recorrerão a Deus em oração e súplicas.
Se o Salmo 140 é uma súplica por livramento dos fofoqueiros, caluniadores, perversos e maus, o Salmo 141 é uma súplica para Deus livrar o salmista de ser uma das pessoas com este perfil.
Leia o Salmo 141. Um esboço dele nos ajudará a entendê-lo melhor e aplicar suas lições em nossa vida:
• Súplica por auxílio divino com urgência (versos 1-2).
• Pedido de vigilância sobre a língua, pois humanamente é impossível dominar as palavras dos nossos lábios (verso 3).
• Pedido para Deus direcionar o coração para não envolver-se nas práticas dos perversos nem ser cúmplices de malandragens participando de seus banquetes (verso 4).
• Expressão de confiança na estratégia de Deus em colocar pessoas para alertar quanto ao perigo das práticas e envolvimento com os malfeitores – visando livramento da morte (versos 5-8).
• Súplica por Deus para ser um refúgio dos engodos e armadilhas daqueles que usam redes para destruir pessoas do bem (versos 9-10).
Quem dera nossa sociedade, igreja e família assimilassem esses ensinamentos diariamente! Quem dera você e eu colocasse em prática os princípios dos Salmos 140 e 141. Vamos batalhar por isso? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 140 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 140 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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