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PROVÉRBIOS 31 – Além do apêndice em Provérbios 30, contendo ditos de Agur, temos também outro apêndice, contendo os ditos de uma mulher ao seu filho Lemuel que reinava em Massá, uma região árabe.
Tanto Agur, quanto a mãe do rei Lemuel foram influenciados pela sabedoria divina provavelmente por meio de Salomão. A influência da mãe levou Lemuel a compartilhar o que aprendeu, cujo conteúdo veio a tornar-se um capítulo da Palavra de Deus. A influência dessa mãe é uma representação poderosa do papel das mães na sociedade e também de como a sabedoria pode impactar não apenas a família no presente, mas também futuras gerações.
Essa mãe sábia não apenas aconselhou ao filho sobre questões práticas, como a evitar o vinho e a luxúria, mas também o orientou sobre a importância de defender os fracos e os necessitados, bem como a valorizar a mulher virtuosa (Provérbios 31:1-31). Embora escritas por Lemuel, as palavras deste capítulo bíblico são oriundas de uma mulher inspirada por Deus apresentando uma sabedoria multifacetada:
• Essas lições não são apenas lições valiosas para a vida do contexto de Lemuel, são princípios atemporais que continuam a ressoar nas mentes e corações das pessoas ao longo dos séculos.
• O fato de que as palavras de sabedoria do rei Lemuel terem sido registradas na Bíblia revela a importância da influência materna na formação de princípios éticos e morais em uma sociedade.
• É certo que as mães devem desempenhar um papel fundamental na transmissão de valores, crenças e tradições aos seus filhos. Essa mãe de Provérbios 31, não apenas ensinou seu filho sobre como viver uma vida virtuosa, mas também o inspirou a compartilhar esses ensinamentos com outras pessoas, o que resultou na inclusão de suas palavras nas páginas das Escrituras Sagradas.
• As palavras da mãe de Lemuel na Bíblia destacam a importância da voz das mulheres na história e na religião. As experiências, sabedoria e perspectivas das mulheres são inestimáveis e devem ser valorizadas e respeitadas.
O capítulo que encerra o livro de Provérbios conclui com um poema acróstico à mulher virtuosa. “Contrariando os críticos que alegam ter a Bíblia uma visão pejorativa das mulheres, essa descrição é altamente exaltadora, pois concebe a mulher desempenhando muitos papéis econômicos na família”, diz Merril Unger.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 30 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/30
Provérbios 30 é o último capítulo desta incrível coleção de escritos e nos apresenta um autor inspirado, Agur.
Agur usa um artifício literário comum em sua época ao destacar um determinado agrupamento de ideias. Neste capítulo, o número que ele escolheu foi 4. O profeta Amós usou esse mesmo número como artifício literário oito vezes em seu livro. Leia os versículos de cada um dos “quatro” e passe alguns momentos entendendo o ponto principal de cada um.
- Quatro gerações perversas (v. 11-14).
- Quatro coisas insaciáveis (v. 15, 16), às quais se acrescenta uma justa advertência aos filhos desrespeitosos (v. 17).
- Quatro coisas insondáveis (v. 18-20).
- Quatro coisas intoleráveis (v. 21-23).
- Quatro coisas pequenas e sábias (v. 24-28).
- Quatro coisas grandiosas (v. 29 até o fim).
O que podemos aprender com esses “quatros”? A sabedoria de Deus é maior do que a nossa e muitos aspectos da vida e da criação de Deus permanecerão um mistério além da nossa compreensão. Então, o que devemos fazer como seguidores de Deus? Viva a vida com o devido temor a Deus e preocupação pelas outras pessoas, como seguidores de Deus.
Mark Etchell
Pastor, IASD Loma Linda Campus Hill, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/30
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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476 palavras
2. Esta afirmativa parece uma confissão franca de alguém que percebeu não ter atingido todo o avanço intelectual a seu alcance.
4. […] Jesus afirmou que somente Ele era capaz de revelar o Pai, pois somente Ele estivera no Céu (Jo 1:18; 3:13; CC, 16).
5. O Senhor protege Sua Palavra de forma especial. Para quem depende dela, a Palavra se torna escudo e proteção.
6. […] Moisés fez uma advertência semelhante em relação às declarações divinas (Dt 4:2). João encerrou o último livro da Bíblia com uma proibição ainda mais enfática (Ap 22:18, 19).
9. O grande perigo da riqueza é que ela tende a fazer o ser humano se sentir independente da bondade de deus e a não considera-Lo a única fonte das riquezas verdadeiras (ver Jó 21:13-15; Sl 73:12), A pobreza, por sua vez, pode levar o indivíduo a pensar que o Senhor deixou de cuidar dele, assim, pode conduzi-lo a formas erradas de prover o próprio sustento (ver Is 8:21). Todas as pessoas, ricas e pobres, devem conservar o sentimento de dependência do Pai celestial.
10. A vida do servo pode se tornar muito pior caso uma pessoa livre fale mal dele em segredo. Deve-se demonstrar simpatia àqueles que desempenham funções humildes.
12. Comparar com a acusação que Cristo fez aos fariseus (Mt 23:25-28; Lc 18:9, 11).
14. A ganância deste grupo não conhece limites. Tais pessoas não conseguem descansar até que o pobre seja totalmente destituído de sua propriedade (ver Am 8:4).
15. […] a maioria dos eruditos concordam que aluqah se refere a uma sanguessuga grande, comum na Palestina, que tem um desejo insaciável por sangue.
16. A sepultura nunca estará tão cheia a ponto de não haver mais lugar para a morte; a mulher israelita estéril nunca cessaria o desejo urgente de ter filhos para que pudesse andar de cabeça erguida em meio às outras (ver Gn 30:1; cf. Gn 16:4); um solo seco, “sedento”, nunca consegue água suficiente para se tornar permanentemente fértil; e o fogo é capaz de devorar tudo o que estiver à sua frente, sem nunca se satisfazer.
19. Os quatro itens mencionados são exemplos de coisas inescrutáveis, extraídos da história natural. Alguns observaram que o elemento comum a essas quatro coisas diferentes é que nada marca o caminho que elas trilham. Alegorias como a comparação da águia a Cristo (Dt 32:11, 12), da serpente ao diabo atacando a Rocha, que é Cristo (Ap 12:9), do navio à igreja trilhando seu caminho sem mácula em meio ao mar da humanidade pecaminosa e da donzela à virgem Maria são um afastamento aos princípios sólidos de interpretações das Escrituras.
26. […] Estes animais [provavelmente texugo das rochas] se abrigam em rochas e designam sentinelas para lhes advertir do perigo.
27. Eles [gafanhotos] não parecem ter líderes, contudo se movimentam com a sincronia de um exército bem treinado.
28. […] A ênfase se encontra sobre as grandes conquistas, a despeito da fragilidade. O lagarto é tão fraco que pode facilmente ser pego com as mãos; contudo, consegue invadir palácios reais.
Fonte: Comentário Bíblico Adventista, vol. 3.
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“Toda palavra de Deus é pura; Ele é escudo para os que nEle confiam” (v.5).
Os provérbios de Agur expressam a humildade de quem reconhece a própria limitação até mesmo nas questões mais simples da vida. Sua declaração inicial não significa que se tratava de alguém sem instrução, mas de alguém que extraindo lições da natureza, percebeu o quanto a sabedoria humana não é nada comparada ao poder do Criador e à grandeza de Seu conhecimento. O desabafo de alguém que reconhece a sua condição pecaminosa e a sua total dependência do Todo-Poderoso nunca será por Ele rejeitado. Agur descobriu que melhor do que a riqueza ou do que qualquer vantagem terrena é possuir “o conhecimento do Santo” (v.3): “Qual é o Seu nome, e qual é o nome de Seu Filho, se é que o sabes?” (v.4).
Agur condenou qualquer tentativa humana de acrescentar uma palavra que seja ao texto sagrado. Além de reconhecer a sua incapacidade, ele exaltou o Criador e ergueu em plataforma insuperável a santa e pura Palavra de Deus. O seu pedido, semelhante ao de Salomão (1Rs.3:9), também não envolveu benefícios materiais, muito pelo contrário, ele pediu fuga contra “a falsidade e a mentira” (v.8) e uma vida de simplicidade e contentamento, de forma que as circunstâncias de fartura ou escassez não lhe ocupassem a mente a ponto de afastá-lo de Deus.
A corrupção humana está atingindo o seu limite. Até a vida, que é o bem mais precioso que temos, está perdendo o seu valor. Pessoas morrem por muito pouco ou por quase nada. Muitos têm tirado a própria vida por razões banais. O ser humano perdeu a noção de que há diferença entre o certo e o errado. E ignorando a distinção entre o bem e o mal, cai na cilada maligna de preencher a vida com coisas que promovem prazeres momentâneos, desprezando a sabedoria da Palavra Divina. Que terrível engano! Rejeitando o escudo protetor de Deus, os homens tornam-se vulneráveis às consequências de seus próprios procedimentos insensatos (v.32).
Cuidado, amados! O que ocorre hoje no meio cristão, em muitos lugares, é uma busca por êxtase emocional e por milagres instantâneos. A Bíblia torna-se uma espécie de amuleto que só tem serventia se for aberta onde possa atender as necessidades particulares de cada um. Ou seja, muitos têm “acrescentado” às Escrituras a sua própria interpretação. Não a buscam no sentido de ouvir a voz de Deus, mas de favorecer as suas próprias vontades. Como sanguessugas, suas orações se resumem em: “Dá, Dá” (v.15). E se não são atendidos ou se as provações lhe batem a porta, simplesmente dão as costas e com o coração endurecido dizem: “Não conheço o Senhor” (Êx.5:2).
Meus amados, todos os que almejam a vida eterna precisam buscar “o conhecimento do Santo” (v.3): “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). E como podemos conhecê-Lo? Através da Sua pura Palavra! Por isso, não desistam de buscá-la e por ela serem santificados (Jo.17:17). Como Agur, clamemos ao Senhor que nos livre de ensinos mentirosos que têm levado multidões à destruição. Cristo mesmo nos advertiu para termos cuidado, principalmente agora, nos últimos dias (Mt.24:24). Satanás bem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12) e tem feito de tudo para “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10) todos os que têm dado as costas às profecias e aos mandamentos de Deus. Estes serão achados mentirosos, pois “jamais foram lavados da sua imundícia” (v.12) e não poderão ter parte na Cidade Santa (Ap.21:27).
Como está escrito, “muitos serão purificados, embranquecidos e provados” (Dn.12:10), “os que lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14): “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12). Que pela graça de Deus, você e eu façamos parte do seleto remanescente que irá perseverar até o fim ao lado do Senhor e de Sua eterna Palavra (Sl.119:160)!
Nosso bom Pai, no livro da Natureza podemos ler sobre o Teu poder e a Tua sabedoria e na Tua Palavra lemos sobre o Teu caráter que é todo amor e justiça. Como Agur, que saibamos reconhecer nossas limitações e necessidade do Teu conhecimento, que liberta e que salva. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios30 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 30 – As máximas de sabedoria deste capítulo giram em torno de Massá, localizada em território árabe. O povo de Massá é associado aos descendentes de Ismael, filho de Abraão, o que sugere uma ligação com os árabes.
“Ditados de Agur, filho de Jaque; oráculo: Este homem declarou a Itiel: A Itiel e Ucal” (Provérbios 30:1). Agur é mencionado como um sábio que compartilha sua sabedoria em forma de provérbios e reflexões; inicia com análises filosóficas, retóricas e didáticas, avança com observações sobre a natureza humana para, então, apresentar a sabedoria divina e a conduta ética. Seu objetivo é refletir sobre a sabedoria verdadeira, a moral e a vida correta a pelo menos dois destinatários: Itiel e Ucal.
Provavelmente este sábio de Massá tenha se convertido ao Deus do sábio Salomão e agora anseia compartilhar da verdadeira sabedoria a esses pupilos. Neste apêndice de Provérbios, nota-se a sabedoria ultrapassando os territórios geográficos de Israel. Esse era o alvo de Deus, até chegar a nós; e, devemos continuar influenciando mais pessoas com a sabedoria divina.
Cinco itens podem ser sintetizados da coleção de sabedoria de Agur:
• A busca pela sabedoria passa pela humildade e reconhecimento da limitação humana; consequentemente, isso nos levará à dependência de Deus e de Sua revelação em todas as áreas da vida (Provérbios 30:1-4).
• A fonte da sabedoria pura e verdadeira não está nos livros dos grandes filósofos ou nas coleções enciclopédicas baseadas na cultura humana, mas na Palavra de Deus. Apenas quem busca a pura Palavra de Deus e confiam piamente nela, encontra um escudo contras as corruptas e deturpadas influências do mundo (Provérbios 30:5-6).
• A essência da sabedoria inclui a busca pela integridade e contentamento diante do perigo da falsidade e da desonestidade. Isso implica viver de forma íntegra, contentando-se com o que tem, desprovido de ganância e praticando a justiça (Provérbios 30:7-9).
• A natureza é um complemento à sabedoria da Palavra de Deus. Agur destaca a sabedoria observada na natureza, ensinando lições valiosas sobre diligência, trabalho em equipe e planejamento para o futuro (Provérbios 30:10-33).
• Conhecer a futilidade da insensatez motiva-nos a optar pela prática da sabedoria: A busca por prazeres mundanos nunca traz satisfação permanente (Provérbios 30:15-33).
Como Agur, precisamos divulgar profusamente a preciosa sabedoria divina! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 29 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/29
Provérbios 29 é um ótimo lugar para ir se você está procurando o tipo de pessoa que irá apoiá-lo. Ele também compartilha características daqueles de quem você deseja ficar longe. Esses dois grupos são muito diferentes!
Chamarei o primeiro grupo de “os justos”. Eles estão cheios de sabedoria, justiça, responsabilidade, disciplina, humildade, confiança e justiça. É a descrição de pessoas de quem precisamos em nossas vidas para nos manter caminhando na direção certa. Na maioria dos casos, as pessoas que desejam colocar Deus em primeiro lugar nas suas vidas precisam aproximar-se de outras pessoas que tenham essas qualidades.
Por outro lado, há o segundo grupo que chamarei de “pescoço duro” [ou, de “dura cerviz”]. São ímpios, companheiros dos imorais, gananciosos, bajuladores, malfeitores, escarnecedores, tolos, sanguinários, mentirosos, opressores, indisciplinados, faladores, raivosos, ladrões e cheios de orgulho.
É fácil ver qual grupo seria útil para você caso deseje viver uma vida melhor, mesmo que seja apenas aqui e agora.
E você? Qual grupo define seu círculo de amizade? Existem relacionamentos que você precisa cultivar porque eles o ajudarão a se aproximar de Deus? Você está se relacionando com alguém tóxico que te afasta de Deus? Faça um inventário e não deixe que nada o impeça de conhecer melhor a Deus!
Mark Etchell
Pastor, IASD Loma Linda Campus Hill, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/29
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1. … A longanimidade de Deus dá aos pecadores um período de graça para se arrependerem de suas maldades. Se continuarem a endurecer a mente e rejeitar o jugo “suave” de Cristo (Mt 11:30), enquanto a misericórdia divina os protege das consequências de seus pecados, a calamidade e a destruição parecerão vir de repente (ver Pv 6:15; 15:10; Jr 19:15; Hb 10:26-30).
2. Quando as pessoas de bem têm a chance de ficar em destaque, todos desfrutam liberdade, sem impedimentos. Isso ocorre em grau ainda maior quando os justos estão no controle (ver Pv 11:10; 28:12, 28).
5. É difícil resistir à bajulação, em especial quando ela vem de alguém próximo (…) muitas pessoas tomam decisões insensatas sob a influência da adulação habilidosa (Pv 26:28; 28:23; Pj, 161, 162).
7. … O justo defende a causa do pobre nos tribunais (ver Jó 29:12, 16), mas o perverso não se importa com quem está certo ou errado no caso.
11. … O sábio espera o temperamento acalmar para só depois apresentar, com calma, seu argumento.
12. O governante que se permite enganar ao favorecer quem tenta agradá-lo com mentiras logo só terá mentirosos o servindo.
14. Para sempre. Caso se refira ao Deus eterno, à nova terra, aos anjos não caídos ou aos redimidos, pode muito bem significar “sem fim”, mas a duração é limitada quando se alude ao ser humano mortal.
15. … A negligência ou o excesso [da vara e da disciplina] de seu uso levam ao fracasso (ver Pv 10:13; 13:24; 23:13).
16. Quando os perversos prosperam, naturalmente relaxam o tom moral de toda a comunidade, mas eles não permanecerão para sempre. Os justos que oram pela restrição da maldade verão a resposta a suas preces (ver Pv 10:13; 13:24; 23:13).
17. O filho disciplinado adequadamente não trará aos pais as ansiedades intermináveis que o filho mimado causa. Em vez disso, proporciona alegria e profunda satisfação, quando eles o veem fazer sozinho as escolhas certas.
18. Lei. Neste caso, a lei compreende toda a vontade revelada de Deus. Em vez da anarquia e da miséria resultantes de todas as ocasiões em que o ser humano faz o que é certo aos próprios olhos (Jz 17:6), há prosperidade e alegria quando a vontade do Senhor é seguida.
21. O escravo. A escravidão doméstica era diferente da escravidão em geral. Às vezes, desenvolviam-se afeição e confiança entre o senhor e o escravo (ver Gn 15:2; Êx 21:5, 6). O servo podia até se transformar em herdeiro. Outro ponto de vista do provérbio é uma advertência contra o favorecimento do servo indigno, que podia envenenar a mente do senhor contra seus próprios filhos. No fim, ele podia conquistar tanta influência sobre o senhor, a ponto de persuadi-lo a deserdar os filhos e deixar a propriedade da família em suas cobiçosas mãos (ver Pv 17:2).
24 Aborrece. O indivíduo que se encontra na companhia de um ladrão corre o risco de ser preso como cúmplice do crime e de perder a vida. Depois de jurar solenemente e revelar o que sabe, o ocultamento da verdade o torna culpado de perjúrio (ver Lv 5:1; Jz 17:2).
25. Teme ao homem. A pessoa que tem tanto medo dos seres humanos a ponto de negligenciar seu dever ou de fazer o que sabe ser errado está colocando em risco a própria salvação. Aquele, porém, que teme ao Senhor está “seguro”, literalmente, “elevado”, portanto, protegido de todos os ataques do inimigo (ver Pv 18:10; Is 51:12; Mt 10:28; Mc 8:38).
27. A antipatia mútua entre o bem e o mal, da qual falou o sábio, se estende a quem pratica maus atos. A pessoa de bem acha impossível permanecer num relacionamento pessoal e íntimo com os perversos, pois seus objetivos, preocupações e padrões são bem diferentes. A menos que rebaixe seus padrões, não conseguirá se sentir confortável na presença deles. O contrário também é verdade (ver Is 53:3; Jo 15:19). A menos que o perverso esteja disposto a deixar o caráter dos justos influenciar sua conduta, ele ficará enfastiado na presença deles. A “abominação” que o justo sente deve ser o ódio à maldade do perverso (ver Sl 139:19-21).
Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1182-1185.
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“Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz” (v.18).
A diversidade dos provérbios atribuídos a Salomão termina com palavras acertadas acerca das escolhas que fazemos. “O homem que ama a sabedoria alegra a seu pai” (v.3) terreno, mas também é motivo de alegria ao seu Pai do Céu. Um caráter íntegro e reto é resultado da humildade de espírito (v.23) e pode gerar duas reações: acolhimento ou rejeição. Da mesma forma as mesmas reações podem ser geradas a partir de um procedimento contrário: “O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz” (v.1).
Existe uma estratégia maligna atual que tem alcançado milhares de adeptos: o egocentrismo. De forma sorrateira, Satanás iniciou a sua obra no coração de nossos pais a fim de quebrantar a presente geração “sem que haja cura” (v.1). Seu plano de tornar o homem o centro de todas as coisas tem avançado e, apelando à realidade (também provocada por seus meios sórdidos) da fragilidade emocional, a maioria, até mesmo cristã, tem trocado a ajuda do Alto pela autoajuda. Gostar de si mesmo é diferente de tentar encontrar em si mesmo a fonte do contentamento. E por ser impossível achar o que se busca em fonte tão rasa, “não haverá fim” (v.9) nessa procura a menos que aceite o convite do Salvador: “Vinde a Mim” (Mt.11:28).
Os grandes homens do passado tiveram de negar o próprio eu e suas vontades a fim de viver para Deus e de caminhar em Suas veredas. Muitos deles foram perseguidos, oprimidos e até mortos em defesa da verdade que amaram mais do que a própria vida. Isso mesmo. Refiro-me aos profetas, homens e mulheres de Deus que, pelo testemunho das Escrituras, sabemos não terem vivido experiências fáceis. A escolha que fizeram em andar com Deus e fazer disso a razão de sua existência, lhes custou o desprezo da maioria, o descaso dos da própria família e constantes ameaças e perseguições. Foram incompreendidos pelas gerações que deveriam acolhê-los e ouvi-los, “homens dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38); peregrinos que aspiravam “a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).
Semelhantemente, pelo infeliz testemunho de seus antepassados, a geração que mais deveria propagar a glória de Deus, foi a mais resistente à divina luz que lhe foi dada. Pois Cristo “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). “O povo que andava em trevas viu grande luz” (Is.9:2), mas os corações estavam duros demais para aceitá-la. E, despertados pelo mesmo ódio com que seus pais feriram aos profetas de Deus, aborreceram a Jesus e procuraram tirar-Lhe a vida (v.10). Como João Batista foi chamado “para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17), como remanescente dos últimos dias, fomos chamados para a mesma missão nas vésperas do segundo advento de Cristo.
Nossa vida, e não apenas nossas palavras, devem proclamar com intrepidez e santa convicção “as palavras dos profetas, como está escrito” (At.15:15). Assim como Deus enviou os Seus profetas em tempos remotos, podemos confiar de que não fomos deixados sem testemunho. Os escritos de Ellen G. White aliados à sua vida de profunda dedicação à obra de Deus e leal fidelidade ao “assim diz o Senhor”, confirmam o seu chamado profético. Eu lhes peço, meus irmãos, que deixem de lado os preconceitos e as críticas infundadas e provem por si mesmos deste manancial de conhecimento que nos leva para mais perto de Cristo e de Sua Palavra.
Lembrem-se, amados: “Não havendo profecia o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz” (v.18).
Querido Pai Celestial, humildemente Te pedimos um coração puro e um espírito inabalável, a fim de que façamos parte do Teu último remanescente, proclamando a todo o mundo o Teu evangelho eterno. Oh, Senhor, volta logo! Cumpre a Tua Palavra que diz que esse tempo será abreviado. Dá-nos o poder do Espírito Santo a fim de que a Tua obra seja completada! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios29 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100