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PROVÉRBIOS 24 – O catálogo de premissas de sabedoria neste capítulo incentiva-nos a viver com discernimento, compaixão e responsabilidade. Precisamos estudar, analisar, refletir e aplicar à nossa vida os princípios contidos nesses preciosos provérbios, buscando agradar a Deus e servir ao próximo com amor e integridade.
Os princípios extraídos de Provérbios 24 são atemporais e guiam-nos em nossas decisões e ações diárias – são ensinamentos valiosos, essenciais para a conduta correta de vida.
• Nossa vida precisa estar bem fundamentada em princípios sólidos, adquirindo conhecimento e discernimento. Assim como um edifício bem construído requer uma base sólida, nossa vida também precisa estar alicerçada na sabedoria divina. Devemos buscar constantemente o entendimento da Palavra de Deus e aplicar Seus importantes ensinamentos em nossas atividades diárias. A sabedoria não apenas nos guia nas decisões importantes, mas também ajuda-nos a lidar corretamente com os desafios que enfrentamos neste mundo. Esta ideia está presente em Provérbios 24:3-6.
• Nossa natureza orgulhosa e arrogante precisa ser chamada à humildade e compaixão. Devemos estar sempre cientes que a alegria pela queda dos outros não é digna de corações sábios e bondosos, mesmo que o caído seja nosso inimigo! Deus é declaradamente contra a atitude de rir de quem cai, seja este cair fisicamente ou moralmente. Este impactante ensinamento pode ser extraído de Provérbios 24:17-20.
• Temos que ter extremo cuidado ao fazer julgamentos. Devemos ser justos e imparciais em nossas avaliações e decisões, refletindo a verdadeira justiça que vem de Deus. Ao agirmos com sabedoria e integridade, seremos instrumentos divinos para promover a paz e a justiça em um mundo impaciente, intolerante e injusto. Isso podemos aprender estudando atentamente Provérbios 24:23-26.
Estes pontos servem de desafios para você continuar pesquisando, analisando e refletindo na sabedoria contida neste capítulo. Ore, busque a Deus e peça sabedoria para adquirir sabedoria! Muita sabedoria destila deste capítulo, observe com atenção sua conclusão:
Provérbios 24:30-34 apresenta uma poderosa lição através de uma metáfora visualmente rica, que ressoa não apenas com sabedoria prática, mas também com implicações éticas e morais profundas. A imagem de um campo abandonado serve como um aviso contra a preguiça, a negligência e a irresponsabilidade. A passagem ensina-nos que a ociosidade e o descuido em nossas responsabilidades tendem a levar-nos à decadência e à ruína.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 23 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/23
Parte da prática da humildade prescrita neste capítulo é escolher não guardar rancor. Alguns de nós amamos um bom rancor. Nós o valorizamos como uma bela pedra preciosa, falamos sobre ela com outras pessoas e a trazemos de vez em quando para “admirá-la” por todos os ângulos. Mas guardar rancor não é apenas anticristão, mas também impõe um preço terrível a nós nesta vida e na vida futura.
Guardar rancor ou ressentimento em relação a alguém que percebemos que nos prejudicou pode causar danos espirituais, emocionais e físicos significativos. Guardar rancor é essencialmente dizer que somos mais importantes que Deus, que nos exorta a perdoar (Mateus 6:14,15). A amargura e o ressentimento criam raízes em nosso coração e substituem a paz e a alegria que Deus deseja dar.
Guardar rancor pode causar estresse, ansiedade e depressão. Estas condições podem ter um impacto negativo na nossa saúde física, levando a problemas como hipertensão, doenças cardíacas e úlceras.
Felizmente, não precisamos abandonar o rancor com nossas próprias forças. Deus está mais do que disposto a nos dar o dom do perdão, libertando-nos da raiva e da amargura que podem ter consumido nossas vidas (Ezequiel 36:26).
Cindy Tutsch
Editora do Blog Believe His Prophets
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/23
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1033 palavras
1 Aquele que está diante de ti. Este é um bom conselho para quem não está acostumado com a rica variedade da mesa de um governante. Tentada a condescender com o apetite, a pessoa pode cair na glutonaria ou perder o controle da língua e estragar a oportunidade de serviços futuros . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1155.
4 Não te fatigues. Na prática, quem permite que o amor ao dinheiro seja sua principal força motivadora costuma ser incapaz de relaxar, até mesmo quando consegue acumular aquilo que, em primeiro lugar, pensava ser uma grande soma. CBASD, vol. 3, p. 1155.
6 Invejoso. É o que tem olhos incapazes de ver as coisas do outro sem sentir cobiça ou ódio invejoso. A advertência para não aceitar a hospitalidade destas pessoas se baseia, sem dúvida, no fato de que elas procuram retorno a tudo aquilo que dão (ver Dt 15:9). CBASD, vol. 3, p. 1155, 1156.
7 Como imagina. A aplicação específica desta declaração é ao invejoso que finge entreter de forma amistosa e ser um anfitrião simpático, interessado no bem-estar do convidado, quando, na verdade, sua mente está procurando uma forma de fraudá-lo. … o indivíduo é o que pensa. CBASD, vol. 3, p. 1156.
8 Perderás as tuas suaves palavras. Há um toque de ironia nesta afirmação. O contexto sugere que se deve ao anfitrião palavras agradáveis de agradecimento, embora não se tenha recebido nenhum benefício real e ainda que ele não haja oferecido hospitalidade genuína. Portanto, suas palavras amistosas serão perdidas, ao serem dirigidas ao anfitrião cobiçoso. CBASD, vol. 3, p. 1156.
9 Não fales. Sua cabeça dura está tão concentrada nos caminhos estultos que as palavras são perdidas (ver Pv 1:22). É provável que a única coisa que se ganhe seja o ressentimento dele. CBASD, vol. 3, p. 1156.
11 Vingador. Do heb. go’el. É a única ocorrência em Provérbios. Go’el, às vezes, designa o parente resgatador,que tem a responsabilidade de vingar o sangue derramado e cuidar do bem-estar dos familiares que passam por necessidades (Lv 25:25, 47-49). … Nesta passagem, Deus se apresenta como o go’el dos necessitados. Ele defende a causa dos oprimidos e vingará os inocentes (Pv 22:23). CBASD, vol. 3, p. 1156.
12 Aplica o coração. Esta declaração marca o início de uma nova série de provérbios. Alguns consideram o v. 11 como o fim da seção de conselhos enviados para alguém distante, que se iniciou em Provérbios 22:17 (ver com. de 22:17, 21). CBASD, vol. 3, p. 1156.
13 Não retires da criança a disciplina. Uma das fraquezas humanas é a tendência de adiar a correção dos maus hábitos da criança até que se transformem em traços de caráter. Em suas etapas iniciais, essas formas de comportamento costumam ser alvos de risadas e comentários na frente da criança. Assim, passa o tempo em que elas poderiam ser corrigidas com facilidade, e se forma o esboço principal de um caráter disforme (ver Pv 13:24; 19:18). CBASD, vol. 3, p. 1156.
14 Livrarás a sua alma. Salvará a vida dela inculcando os bons hábitos de obediência que levam à longevidade (Êx 20:12). O “inferno”, do heb. she’ol, representa a morte, no caso. CBASD, vol. 3, p. 1156.
15 Alegrar-se-á. Há uma rica recompensa ao ver o resultado bem-sucedido na forma de adultos sábios e bondosos. CBASD, vol. 3, p. 1156.
18 Bom futuro. Por mais que o perverso prospere nesta vida e por mais que o justo sofra, o futuro corrigirá a situação. A esperança do pecador neste mundo falhará, e a esperança do justo certamente se tornará realidade. CBASD, vol. 3, p. 1156.
19 Guia retamente no caminho o teu coração. Dever indiscutível de controlar as emoções e os desejos que surgem na mente (Rm 12:3). Os pensamentos certos levam a ações corretas (ver Pv 23:7). CBASD, vol. 3, p. 1157.
21 Caem em pobreza. Há pelo menos duas razões para isso. A bebedeira e a glutonaria são vícios dispendiosos, que não se deixam controlar pela falta de dinheiro. Elas também incapacitam a pessoa para o trabalho e limitam seus rendimentos (ver Pv 24:33, 34). CBASD, vol. 3, p. 1157.
23 Compra a verdade. A verdade é um tesouro que se deve ganhar a qualquer custo e nunca pode ser negligenciada, por maior que seja a tentação … Poucos reconhecem como são perigosos os pequenos enganos a que se permitem e o preço mesquinho pelo qual vendem a verdade e a vida eterna. CBASD, vol. 3, p. 1157.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração. Parece que a própria Sabedoria começa a falar quando Salomão volta à admoestação contra a falta de castidade, repetida tantas vezes (v. 27; cap. 5:3; 6:24; 7:5). CBASD, vol. 3, p. 1157.
29 Para quem são os ais? As primeiras duas exclamações poderiam ser traduzidas, literalmente: “Quem tem ‘Oh!’? Quem tem ‘Ah!’? Então começa o cântico com os gemidos do bêbado que acordou com os gemidos do bêbado que acordou com jma reação dolorosa depois de uma noite desregrada. CBASD, vol. 3, p. 1157.
Rixas. É comum surgirem contendas quando as pessoas já estão muito bêbadas. Melhores amigos brigam entre si. Embora as capacidades sejam diminuídas pelo álcool, muitos ainda conseguem infligir dano físico bem como prejuízo psicológico incalculável sobre os inocentes e desamparados membros da família, quando voltam para casa depois da bebedeira. CBASD, vol. 3, p. 1157.
Queixas. Do heb. siach, “preocupação”, “desespero”; termo usado também em Jó 7:13; 9:27; e 20:1. Siach pode se referir ao remorso que a maioria das vítimas do alcoolismo sente quando se dá conta de seu comportamento. CBASD, vol. 3, p. 1157, 1158.
Feridas sem causa. Ou seja, são completamente desnecessárias. Delas sofrem tanto os beberrões quanto seus familiares. CBASD, vol. 3, p. 1158.
Olhos vermelhos. Os olhos vermelhos enxergando o mundo embaçado fazem parte da etapa de recuperação. CBASD, vol. 3, p. 1158.
30 Buscando bebida misturada. Acredita-se que essa expressão não se refira à bebida leve preparada a partir da mistura de vinho com água, mas, sim, do vinho com especiarias e drogas, feito com o objetivo de aumentar o poder de embriaguez. CBASD, vol. 3, p. 1158.
31 Escoa suavemente. Literalmente, “vai reto”, o que alguns interpretam como “desce suavemente”. CBASD, vol. 3, p. 1158.
35 Não doeu. O embriagado pode estar falando para si mesmo, ou respondendo à repreensão de um amigo. Ele admite as brigas, mas afirma que não se machucou. Não está consciente dos males que sofreu quando suas faculdades estavam prejudicadas, mas anseia pelo momento em que estará recuperado do torpor irresistível para poder começar o processo todo de novo. Sem dúvida, essa pessoa é escrava do mestre que escolheu (ver Rm 6:16), mas Deus é capaz de libertá-la de toda servidão (ver Rm 6:18; 7:23-25). CBASD, vol. 3, p. 1158.
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“Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (v.26).
Guerras, fome, terremotos, enchentes, são causadores de muitas mortes. Mas há outra causa que a todas aquelas supera: o apetite descontrolado. Gula não se trata apenas de comer muito, mas de comer mal. Milhares morrem todos os dias devido as consequências causadas pela má alimentação aliada ao estilo de vida abusivo e sedentário. Além dos efeitos nocivos à saúde física, o mau uso da alimentação também tem total influência sobre os aspectos mental e espiritual. Um estômago pesado por causa de uma refeição desregrada ou uma corrente sanguínea tomada pelo álcool são torpor para a mente, e, consequentemente, um bloqueio à voz de Deus (v.19).
É engano pensar que o Senhor não se importa com o que nós comemos ou bebemos. O apóstolo Paulo confirmou a sabedoria destes provérbios quando, inspirado por Deus, declarou: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Além de nos ter deixado regras acerca dos alimentos limpos e imundos (Lev.11), Deus foi além. A nossa comida e a nossa bebida devem glorificá-Lo. Não como um meio de salvação, mas como resultado dela.
Eu não conseguia compreender esta mensagem até que o meu corpo começou a apresentar as consequências de minha indisciplina: pedras nos rins, endometriose e vesícula comprometida. A má administração do “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19, 20) me trouxe marcas que poderiam ter sido evitadas se eu tão somente tivesse dado ouvidos à sabedoria de Deus (v.19) e aos meus pais que tanto haviam me orientado no sentido correto (v.22). Quantas doenças e mazelas não poderiam ser evitadas se o homem entregasse a Deus a única coisa que Ele nos pede: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (v.26). Precisamos primeiro educar nossos olhos, então, nosso paladar. Foi quando Eva olhou para onde não devia, que acabou comendo o fruto da morte (Gn.3:6).
A descrição feita dos versos 29 ao 35 nos dá uma visão exata da degradação de uma pessoa entorpecida pelo álcool, que, aliado à gula, completa o quadro da tragédia humana. O que bebemos e o que comemos têm grande influência sobre o que pensamos e fazemos. E famílias inteiras têm sido destruídas como resultado da desobediência quanto ao apetite, tornando a intemperança um fator decisivo para as práticas nocivas que prejudicam a comunicação do Espírito Santo com a mente humana. Fator este que fará diferença nesses últimos dias, como nos advertiu Jesus: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam […], até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:38, 39).
Amados, o apelo do Senhor para nós é que, a partir de hoje, possamos tomar a irrevogável decisão de Daniel: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Dn.1:8). E o resultado da firme decisão de Daniel e de seus três amigos, comparado aos que comiam das iguarias do rei, foi: melhor aparência e maior força (Dn.1:15), discernimento espiritual (Dn.1:17) e uma inteligência dez vezes superior à dos sábios de Babilônia (Dn.1:20). Querem prova maior do que essa de que a comida e a bebida que o Criador nos deixou compõe a fonte da saúde e da inteligência?
Não sejamos insensatos desprezando a sabedoria das palavras do Senhor (v.9)! Mas que possamos aplicar o nosso “coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento” (v.12). Não é uma caminhada fácil, amados, mas com Deus, a vitória é garantida. “Ouve, filho Meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração” (v.19). Lembre-se de que a mensagem de saúde é, antes de qualquer coisa, uma mensagem de esperança, e não de cobrança. Portanto, seja um vigia da sua própria vida e um sábio médico missionário para a vida dos seus semelhantes.
Senhor, Eva caiu pelo apetite, Sansão foi dominado pelo apetite, Esaú trocou sua bênção para satisfazer seu apetite. Mas Jesus venceu no deserto e nos convida a sermos vencedores com Ele. Não é fácil, Pai. Mas Contigo é possível. Ajuda-nos a glorificá-Lo também com o que comemos e bebemos, sendo Tuas testemunhas e não acusadores de nossos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, sábios de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios23 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 23 – A sabedoria prática promove a ética. A prática da sabedoria eleva a moral neste mundo em declínio. A essência da ética está na Lei de Deus, expandida nas páginas de Sua Palavra.
Os Dez Mandamentos (Êxodo 20:3-17) são o alicerce para uma vida honrosa, nobre e valiosa, ecoados nos ensinamentos de Provérbios 23:1-31. Na verdade, Provérbios amplia a mensagem do Decálogo. “O justo teme a Deus, obedece aos pais (20:30), domina as paixões como a raiva (16:32) e o desejo sexual (18:22; 19:14), mantém o discurso verdadeiro (12:19, 22) e é bondoso com os pobres (14:31). De modo contrário, os tolos amam as prostitutas (23:27-28), bebem excessivamente (23:29-35), são preguiçosos (24:30-34) e se ocupam de maledicências (18:8). Sem o devido temor do Senhor, sem a confiança no plano divino para a vida e sua aceitação, as tolices se tornam num estilo de vida, e a sabedoria se torna impossível” (Paul House).
A ponte entre Provérbios 23:1-31 e Êxodo 20:3-17 chama-nos a perceber a necessidade contínua de cultivar a sabedoria divina, a praticar a moderação e a ética em nosso cotidiano, independentemente da cultura e das mudanças no mundo ao nosso redor.
• A honra a pai e mãe do quinto mandamento ecoa em Provérbios 23:12-16, 22-26.
• A proibição à perversão sexual do sétimo mandamento ecoa em Provérbios 23:27-28.
• O pecado do furto declarado no oitavo mandamento, ecoa em Provérbios 23:10-11.
• A questão da cobiça refreada no décimo mandamento está presente em Provérbios 23:1-8, 17-18.
Além desses princípios morais, os sábios apresentam um vício de alta periculosidade: Bebidas alcoólicas. Elas destroem tudo, inclusive a moral humana, degradando a alma e corrompendo o caráter (Provérbios 23:19-21, 29-35).
Na sociedade atual, onde somos frequentemente bombardeados por mensagens de consumo, materialismo e individualismo, os conselhos divinos em Provérbios 23 nos lembram da importância da moderação, da humildade e do respeito pelos outros. Os princípios contidos neste capítulo alertam-nos sobre os diversos perigos da busca implacável por prazer e riqueza, que geralmente levam à degradação moral.
• Deus não nos quer destruídos, arruinados e deformados, mas libertos, restaurados e transformados. Devemos desejar o que Deus almeja para nós!
• Esses ensinamentos atuam como guias valiosos, ajudando-nos a navegar pelos desafios e tentações da vida moderna com integridade e compaixão.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 22 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/22
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” (v. 6).
Este verso é uma promessa preciosa para muitos pais: incuta o temor de Deus a seus filhos, e eles acabarão sendo fiéis, verdadeiros crentes.
É assim que funciona? É isso mesmo o que significa? Deus promete melhor sucesso do que teve com Sua própria família no céu, com um terço dos anjos que se rebelaram?
Pelo que pude entender, a palavra hebraica traduzida como “ensina” pode se referir ao trabalho de uma parteira – limpar a boca e as vias aéreas de um bebê recém-nascido para respirar. Esse “treinamento” fornece um ambiente para a vida.
Dessa perspectiva, então, nosso versículo pode muito bem ser uma orientação para os pais: “Proporcionar um ambiente para a vida de seu filho, em harmonia com suas aptidões e personalidade dadas por Deus, e isso fará diferença para esse filho em cada estágio do crescimento até o fim de suas vidas.”
Para fazer isso, os pais precisam conhecer seu filho e oferecer oportunidades para desenvolver seus interesses e aumentar suas habilidades. Esse tipo de envolvimento também dará credibilidade ao relacionamento para transmitir a Verdade, no contexto do Amor. E esse tipo de parentalidade tem uma chance do melhor sucesso!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/22
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
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961 palavras
1 Ser estimado. O jovem costuma achar empolgante ficar na companhia de pessoas com padrões mentais e morais inferiores, mesmo sem querer imitá-los. No entanto, essa empolgação é comprada por alto preço. Perde-se o bom nome e há o perigo de se adotar alguns dos modos de pensar e agir dos ímpios, depois que a familiaridade embotar a sensibilidade moral. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1150, 1151.
2 O rico e o pobre. Deus não faz acepção de pessoas (At 10:34). Todos os seres humanos são Seus filhos, e Ele deseja a salvação de todos (Tt 2:11). O rico e o pobre inevitavelmente se encontram. Os ricos dependem dos pobres para vários serviços que o dinheiro pode comprar e também para multiplicar seus recursos. Quando os ricos reconhecem a fraternidade com os pobres e sua dependência deles, usando a riqueza para o avanço do bem comum, Deus aceita tal ação como se fosse feita para o serviço dEle. Quando os pobres servem com fidelidade àqueles que os empregam, também estão servindo ao Mestre de todos (ver Pv 14:31; 17:5; Mt 25:40; Ef 6:5; 1Pe 2:18). CBASD, vol. 3, p. 1151.
3 O prudente. Há um contraste interessante entre o singular e o plural nas duas partes deste versículo: “o prudente”se encontra no singular e “os simples”, no plural. É raro encontrar pessoas de visão; já os simples são comuns. CBASD, vol. 3, p. 1151.
6 No caminho em que deve andar. Muitos pais veem neste versículo uma sanção para forçar as crianças a seguir a profissão ou ofício que eles acham melhor para elas. Dessa forma, acabam trazendo sofrimento e decepção sobre si mesmos, pois o filho, depois de crescer, costuma optar por um caminho completamente diverso. Em vez disso, o versículo aconselha os pais a saber e ensinar o caminho em que seu filho poderá ser mais útil para si e para os outros e no qual terá mais realização. A posição específica na vida designada a uma pessoa é determinada por suas capacidades (Ed, 267). CBASD, vol. 3, p. 1151.
7 O rico domina. No hebraico, há um contraste entre singular e plural evidente em “rico”, que se encontra no singular e “pobres”, no plural (ver com. do v. 3) . CBASD, vol. 3, p. 1151.
8 Segará males. Colhemos aquilo que plantamos (Jó 4:8; Gl 6:7). CBASD, vol. 3, p. 1151.
9 Será abençoado. Outro aspecto da regra do v. 8. Quem semeia generosidade colhe bênçãos (2Co 9:6). CBASD, vol. 3, p. 1151.
10 E com ele se irá. Permitir que o escarnecedor permaneça em nossa companhia é convidar problemas. Deve haver um elemento de seleção decidida em nosso processor de formação de um grupo de amigos íntimos (1Co 5:11). CBASD, vol. 3, p. 1151.
11 O rei. Em contraste com o escarnecedor do versículo anterior, o puro de coração fala com suavidade e espalha paz por onde passa. Tal pessoa é bem-vinda até mesmo na realeza, pois seus elogios são evidentemente sinceros (ver Pv 16:13). CBASD, vol. 3, p. 1151.
13 Um leão está lá fora. O caráter absurdo das desculpas que o preguiçoso dá para não trabalhar revela o quanto o seu caráter já foi deteriorado. A chance de um leão que devora gente ou de um assassino estar solto pelas ruas da cidade ou vila, em qualquer época, é muito pequena, mesmo assim, isso se torna desculpa para a indolência (Pv 26:13). CBASD, vol. 3, p. 1152.
15 Estultícia. O trabalho da hereditariedade na mente das crianças pequenas mostra de forma consistentes que elas são dadas à rebeldia e à malícia. A estultícia parece ser parte essencial da infância. É trabalho dos pais fazer uso criterioso da instrução e da correção, a fim de venceer o mal que eles mesmos transmitiram aos filhos (ver Pv 19:18; 23:13; 29:15). CBASD, vol. 3, p. 1152.
16 Empobrecerá. A LXX traduz o versículo desta forma: “Aquele que oprime o pobre aumenta os próprios recursos; contudo, dá aos ricos, para diminuí-los.” CBASD, vol. 3, p. 1152.
19 Para que a tua confiança esteja. Estes provérbios foram escritos para encorajar a confiança no Senhor , não no ser humano. Embora deem destaque para a sabedoria, enfatizam que só existe sabedoria verdadeira aliada ao temor do Senhor (Pv 1:7; 9:10; 15:33). CBASD, vol. 3, p. 1152.
21 A certeza das palavras da verdade … a fim de que possas responder claramente aos que te enviaram. É possível que alguns dos versos que se seguem tenham sido escritos especialmente para um desses mensageiros levar de volta ao seu senhor. CBASD, vol. 3, p. 1152.
22 Porque. Este conselho parece ser dirigido aos juízes que se assentavam “à porta” (ver Rt 4:1-11), com o objetivo de adverti-los contra o favorecimento do rico e a opressão do pobre, com vista a lucros pessoais. CBASD, vol. 3, p. 1152.
23 Defenderá a causa deles. O Senhor assumirá a causa dos aflitos e lhes fará justiça, às vezes por meios milagrosos (ver 2Rs 4:1-7). CBASD, vol. 3, p. 1152.
24 Não te associes. O perigo de se associar a uma pessoa dada a ataques de raiva é que a ira e a impaciência podem fomentar uma reação parecida em quem está perto. Existe também a possibilidade de sofrer diretamente com a raiva. CBASD, vol. 3, p. 1152.
28 Marcos antigos. A terra era marcada por pequenas pilhas de pedras ou por colunas maiores, quando elas estavam disponíveis. Sem métodos precisos de vigilância, era fácil mover um marco e desafiar a pessoa fraudada a provar que isso havia acontecido. Esse tipo de retirada era um delito comum, a julgar pelos decretos contra a prática (Dt 19:14; 27:17; cf. Jó 24:2; Pv 15:25). CBASD, vol. 3, p. 1153.
29 Perito. A diligência sozinha não é suficiente para fazer uma pessoa avançar a um cargo elevado, embora seja uma qualidade necessária para o sucesso em qualquer posição. A palavra hebraica tem o sentido de “habilidoso” (traduzida por “versado”, em Ed 7:6). Em conjunto, a ideia apresentada é a de uma pessoa rápida, habilidosa e pronta para servir. CBASD, vol. 3, p. 1152.
Perante reis será posto. A narrativa bíblica apresenta relatos elogiosos da vida de pessoas em quem a verdade declarada neste versículo foi exemplificada [José, Daniel e Paulo, p. ex.]. CBASD, vol. 3, p. 1152.
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“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (v.6).
O versículo acima é um dos maiores consoladores de pais cristãos que, em algum momento na vida, viram seus filhos escolhendo um caminho diferente do que lhe foi ensinado. Mas também uma forte confirmação do que Deus já havia ordenado em Deuteronômio 6:4-9. A Bíblia não diz para ensinar a criança o caminho, e sim, “no caminho”. Isto é, sejam os pais os primeiros a praticar o que ensinam. Ensinem pelo exemplo. Ensinem no caminho. Caminhem juntos.
Foi assim que Jesus ensinou os Seus discípulos. Ele instruía os doze enquanto andavam juntos, comiam juntos, sentavam juntos. O Salvador não perdia a oportunidade de ensinar-lhes e fazia isso pessoalmente. A presença de Cristo era-lhes um particular tesouro de ilimitada sabedoria e Suas palavras eram tão somente um eco de Suas obras. Ele não ensinou o amor, Ele ensinou amando. Ele não ensinou a paciência, Ele ensinou sendo longânimo. Ele não ensinou a mansidão, Ele ensinou sendo manso. Se a criança já nasce com o coração inclinado para o mal (v.15), ela precisa ser instruída e disciplinada de acordo com o método que a ensine da melhor maneira que ela possa compreender: pelo exemplo.
A jornada de trabalho diária tem retirado de muitos pais a plenitude do relacionamento pais e filhos. Os pais perdem a oportunidade ímpar de instituir na vida dos filhos, marcos (v.28) que lhes seriam regras áureas e imutáveis. E o que era para ser uma educação presencial, tem sido uma educação, em grande parte, à distância. Pais são administradores de vidas; vidas que necessitam receber a orientação da “vara da disciplina” (v.15). Esta expressão não deve ser aplicada apenas no sentido da disciplina física, mas dá a ideia de presença, pois uma vara, para ter utilidade, precisa de alguém que a maneje.
Se guardarmos no coração (v.18) as palavras do Senhor e se a nossa confiança estiver nEle, andaremos no caminho e no caminho ensinaremos. “A certeza das palavras da verdade” (v.21) precisam ser vistas pelos filhos na vida de seus pais. Deste modo, serão evitadas as más associações que corrompem a alma (v.24-25). Foi assim na vida de Daniel e de José, que amando a pureza, conquistaram a amizade de reis (v.11) e, por estes, foram colocados em postos de honra (v.29).
As lições práticas de pais tementes a Deus podem não mostrar seus resultados de imediato, mas certamente revelar-se-ão a mais proveitosa e gratificante obra no futuro e na eternidade. Homens e mulheres valorosos, “dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38), foram aqueles que consideraram com diligência “os marcos antigos” (v.28). Vigiemos e oremos a fim de que os nomes dos nossos filhos estejam registrados na galeria celestial da fé.
Encerramos aqui os provérbios que definem uma linha de separação entre o justo e o perverso, o sábio e o insensato. Se esta distinção for vista na vida de pais cristãos que lutam para transmitir a seus filhos os verdadeiros valores “da humildade e o temor do Senhor” […] “riquezas, e honra, e vida” (v.4) os seguirão. Porém, a decisão de desfrutar deste resultado será de cada filho, que tem o livre arbítrio para escolher entre “a vida e a morte, a benção e a maldição” (Dt.30:19).
“Excelentes coisas acerca de conselhos e conhecimentos” (v.20) a Palavra do Senhor tem nos ensinado. Que possamos guardá-las no coração e aplicá-las em nossa vida diária para que, pela graça de Deus, alcancemos a vitória final. O chamado de Deus para você hoje, é: “Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Dt.30:19). Escolha seguir o exemplo de Jesus, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).
Nosso Deus e Pai, livra-nos do pecado da incredulidade, para que tenhamos uma fé inabalável em Tuas fiéis promessas! Derrama em nosso lar o poder do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, pais tementes a Deus e filhos prudentes!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100