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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/26
Neste capítulo, Isaías retrata o coral dos justos no fim dos tempos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1). Os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a nação dos justos entrar (v. 2). A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3).
A razão para essa confiança “no Senhor” é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha – o reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os demais reinos e enche o mundo inteiro, na Sua Segunda Vinda.
Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniquidades” (v. 21 NVI). “O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207. Por ocasião do retorno de Cristo aqueles que morreram fiéis à Deus serão ressuscitados.
Koot Van Wick
Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1090 palavras
1 Naquele dia. Isto é, o grande dia do Senhor retratado nos capítulos 24 e 25. Este dia será de angústia e destruição para os ímpios, mas de salvação e alegria para o povo de Deus. Este capítulo é um cântico de esperança e confiança do povo de Deus, quando as dificuldades inundarem a Terra e Cristo estiver prestes a voltar pra reinar.
Temos uma cidade forte. Nos dias de Isaías, essa cidade era a Jerusalém histórica e o monte Sião (Is 24:3). Senaqueribe empregou o poder da Assíria contra Jerusalém, mas não a conquistou… Deus fez de Jerusalém uma fortaleza e cidade de salvação cujos muros eram intransponíveis.
2 A nação justa. Jerusalém se a chamada “cidade de justiça, cidade fiel” (Is 1:26) porque seus participantes serão santos e justos. Apenas os que são leais a Deus e os que O servem com fidelidade podem esperar entrar “na cidade pelas portas” (Ap 22:14; ver com. [CBASD] de Mt 7:21-27).
3 Em perfeita paz. O cristão maduro está em paz com Deus, consigo mesmo e com o mundo ao redor. … Problemas e agitação podem rodear o povo de Deus, contudo, ele ainda desfruta calma e paz de espírito das quais o mundo nada sabe. Essa paz interior reflete-se no semblante alegre, temperamento tranquilo e na vida fervorosa que estimula as pessoas ao redor. A paz do cristão não depende das condições de paz no mundo, mas se o Espírito de Deus habita em seu coração (ver com. de Mt 11:28-30; Jo 14:27).
5 Na cidade elevada. Talvez Babilônia (ver com. [CBASD] Is 25:2), a cidade cujo rei arrogante queria estar acima das estrelas de Deus (ver com. de Is 14:4, 13). A Babilônia e a Jerusalém espirituais sempre foram arqui-inimigas no grande conflito…
6 Os pés dos aflitos. Isto é, do povo oprimido de Deus (ver com. de Mt 5:3). Antigamente, os conquistadores eram representados em monumentos de vitória com os pés no pescoço dos inimigos conquistados. Esta passagem diz que o afligido e o humilde pisarão os pés sobre a orgulhosa Babilônia, que se prostrará perante eles. O fiel povo de Deus por muito tempo suportou a cruel opressão de Babilônia, mas os papéis se inverterão. Babilônia será humilhada no pó e o povo de Deus triunfará sobre ela. Isaías 14:2 diz: “cativarão aqueles que os cativaram e dominarão os seus opressores” O mesmo se dará com a Babilônia espiritual.
8 O desejo. Os justos anseiam ser como Deus e estar com Ele. O “nome” de Deus revela Seu caráter e vontade. O desejo sincero do povo de Deus é de uma manifestação plena de Sua vontade, para que possa andar nos caminhos e propósitos divinos.
9 Com minha alma. A alma de Isaías suspira por Deus como a do salmista (Sl 42:1, 2; 62:1, 5; 63:1, 5, 6). Quer o ser humano compreenda ou não, os desejos do coração só pode ser satisfeitos com o conhecimento de Deus e a comunhão com Ele. Sem Deus, sempre faltará algo no coração e na vida que nada neste mundo pode suprir plenamente.
Teus juízos. Há aqueles que se preocupam tanto com as coisas deste mundo que nada, a não ser os juízos divinos, os despertarão.
10 Favor. O oposto de “juízos” (v. 9). A prosperidade não consegue obter o mesmo que a adversidade. Alguns não apreciam a bondade nem aprendem com ela. Embora rodeados de uma atmosfera de bondade e justiça, eles não correspondem, mas continuam agindo de forma injusta.
11 O Teu furor, por causa dos Teus adversários. Isto é, “o fogo [reservado] para Teus inimigos”.
12 Por nós. Deus trabalha constantemente por Seu povo, nunca contra ele. As provas e decepções que experimentam são para seu bem.
13 Outros senhores. Provavelmente uma referência a nações como Egito e Assíria. Por algum tempo, Israel foi forçado a se submeter ao seu controle, mas reconhecia apenas um Senhor: Deus.
14 Mortos. Isto é, os inimigos de Israel que buscaram destruí-lo. Isso aconteceu com o exército egípcio no mar Vermelho e com os assírios sob o comando de Senaqueribe.
15 Aumentaste o povo. Isto é, Judá. Em contraste, todos os inimigos de Judá pereceram (v. 14).
A todos os confins da terra dilataste. De acordo com o plano original de Deus, as fronteiras de Israel seriam estendidas pouco a pouco até que abarcassem o mundo todo (ver p. [CBASD] 15-17). Quando Israel rejeitou a Cristo, e foi, por sua vez, rejeitado, a igreja cristã herdou a promessa da expansão nacional, a ser cumprida definitiva e completamente na nova Terra (ver p. [CBASD] 17, 21, 22.
16 Na angústia Te buscaram. Eles buscaram a Deus como resultado do castigo. Dificuldades estimulam a busca sincera de pessoas ansiosas por livramento.
17 Como a mulher. A comparação expressa a amarga angústia e consternação do povo de Deus na hora da provação (Jr 4:31; 6:23, 24; 30:6; ver com. [CBASD] de Is 13:8). Essa dolorosa experiência será seguida de uma eternidade de alegria (ver Jo 16:20, 21).
18 O que demos à luz foi vento. Séculos de esforço não parecem ter produzido resultados dignos. Israel sentia ter servido a Deus em vão. As gloriosas promessas não foram cumpridas.
19 Os vossos mortos. Das experiências insatisfatórias do presente, a atenção do profeta é dirigida novamente às alegrias gloriosas do futuro, quando “os mortos em Cristo ressuscitarão” para estar com o Senhor (1Ts 4:16, 17). Ezequiel comparou a restauração dos judeus após o cativeiro babilônico a ressurreição dos mortos (Ez 37:1-14). A libertação do poder do inimigo foi um símbolo da libertação maior do poder de Satanás e da morte. O retorno dos judeus da Babilônia histórica prefigurou a libertação de todo o povo de Deus da Babilônia espiritual (ver com. [CBASD] de Ap 18:2, 4).
Que habitais no pó. Isto é na sepultura (Gn 3:19; Ec 12:7).
20 Ira. Isto é, a ira de Deus contra os inimigos. A “ira” de Deus tomará forma nas sete últimas pragas (Ap 14:10; 15:1; cf. Is 34:2; Na 1:6). Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Êx 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles “refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer “ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem do seio dos mares” (Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura “por um momento”(Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, “obra estranha” (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus.
21 Descobrirá o sangue. Esta Terra está poluída por crimes e por sangue inocente derramado, que clama por vingança, como o sangue de Abel (Gn 4:10; Ap 6:10; 18:20, 24; 19:2; sobre a vingança do senhor sobre os ímpios, ver Mq 1:3-9; Jd 14, 15; Ap 19:11-21).
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
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“Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti” (v.3).
As cenas finais deste mundo têm passado diante de nossos olhos como se fossem cenas de um filme do Apocalipse. “Como a mulher grávida, quando se lhe aproxima a hora de dar à luz” (v.17), os sinais se intensificam e nos revelam a brevidade do advento do nosso Salvador. Em tons de urgência, a voz do terceiro anjo (Ap.14:9-12) tem se intensificado e os juízos do Senhor têm sido derramados sobre a Terra em porções de alerta, em resposta ao povo que nEle espera (v.8).
A confiança perpétua (v.4) só estará no coração de todo aquele que em seu refúgio de oração e comunhão procurou seguir a ordem do Senhor: “Vai, pois, povo Meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti” (v.20). Em lugares secretos, seguindo a ordem do Mestre (Mt.6:6), espalhado por este mundo, existe um exército do Senhor. Sua armadura? A de Deus (Ef.6:10-12). Seu escudo? A fé (Ef.6:16). Sua arma? A “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17). Seu grito de guerra? A oração e a súplica (Ef.6:18). Sua estratégia? A perseverança (Ef.6:18; Mt.24:13). Eis o verdadeiro exército do Senhor na Terra! Eis o grupo daqueles “cujo propósito é firme” (v.3)!
Deus “põe a salvação por muros e baluartes” (v.1) ao redor de Seu exército de intercessores e confirma-os para o glorioso Dia em que dará a ordem defronte à Cidade Santa: “Abri, vós as portas, para que entre a nação justa, que guarda a fidelidade” (v.2). Com fé e esperança guardaram a Palavra do Senhor no coração (Sl.119:11) e construíram sua vida sobre o firme alicerce da “Rocha Eterna” (v.4). Do Senhor recebem a paz e todas as suas obras são o resultado atuante do Espírito Santo na vida (v.12).
A missão que não foi cumprida por Israel, está se cumprindo em nossos dias e o evangelho do Reino tem sido pregado “a todos os confins da Terra” (v.15). Deus tem aumentado o Seu povo e por ele tem sido glorificado (v.15). “Vindo sobre eles” a correção do Senhor, derramam “as suas orações” (v.16), aguardando a sua breve redenção. E ainda que a morte os alcance, “viverão e ressuscitarão” (v.19): “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap.14:13). Quando a trombeta de Deus ressoar e a voz do Arcanjo anunciar: “despertai e exultai”, então, “a terra dará à luz os seus mortos” (v.19), “e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Mesmo que nossos olhos mortais não permitam que vejamos, a mão do Senhor “está levantada” (v.11), zelando pelo Seu povo e derramando os Seus juízos sobre os Seus adversários. A misericórdia de Deus está estendida até sobre o perverso, mas “nem por isso aprende a justiça […] e não atenta para a majestade do Senhor” (v.10). Em cada sentença das Escrituras há a revelação do amor de Deus por Suas criaturas e o desejo intenso de salvá-las definitivamente. O Senhor precisa por um fim neste mundo de pecado, onde a maldade não possui mais limites! Ele está prestes a sair do Seu lugar de intercessão “para castigar a iniquidade dos moradores da Terra” (v.21). Cristo está prestes a trocar as Suas vestes sacerdotais pelas vestimentas de Juiz Justo. E o que estamos fazendo com a oportunidade que ainda nos resta?
Amados, é tempo de suspirarmos de noite e de dia pelo regresso do nosso Senhor! É tempo de procurarmos a presença de Deus diligentemente (v.9)! Busque a Deus enquanto ainda pode achá-Lo (Is.55:6)! Isto não é um apelo emocional, mas uma questão de vida ou morte! Em meio ao caos de um mundo em colapso; da quantidade absurda de criancinhas morrendo de fome; do declínio moral e ético da sociedade; do constante aumento de crimes cruéis; da indiferença para com Deus e Sua Palavra; que no nome do Senhor e na Sua memória esteja “o desejo da nossa alma” (v.8). Que a nossa vida declare, noite e dia: “Senhor, Te esperamos” (v.8)!
Pai amado, “concede-nos a paz, porque todas as nossas obras Tu as fazes por nós” (v.12). Ajuda-nos a permanecer em fidelidade diante de Ti e dos homens, ainda que caiam os céus! Enche o nosso coração do Teu Espírito até que não reste mais nada de nós! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 26 – Ao estudarmos seriamente um texto bíblico, é de suma importância utilizar recursos da exegese para interpretá-lo, os elementos da hermenêutica para compreender seu significado mais amplo, e da homilética para aplicá-lo corretamente.
Estudando desta forma, enriqueceremos com a mensagem bíblica, fortaleceremos nossa fé e nortearemos nossas ações conforme a orientação divina.
Isaías 26 inclui uma série de hinos de louvor e lamentações que fazem parte de uma seção do livro que abrange os capítulos 24 a 27. Essa parte é conhecida como “Apocalipse de Isaías” ou “Pequeno Apocalipse”, pois contém elementos semelhantes a textos apocalípticos, focando em eventos escatológicos – referentes aos últimos dias.
Especialmente, em Isaías 26 há uma expressão de confiança e louvor em meio à expectativa da redenção divina: Os versículos…
• …1-11 apresentam um hino destacando a cidade fortificada e a segurança que Deus proporciona ao Seu povo – esse é o segredo da confiança de quem depende de Deus!
• …12-15 descrevem a espera paciente do povo de Deus pela manifestação de Seu juízo e Sua justiça. Nisso está a fonte da paz diante das injustiças sofridas nesta vida.
• …16-21 retomam a confiança em Deus como Juiz justo; a seção conclui com chamado à oração pelo estabelecimento do reino de Deus e pela redenção do povo que lhe busca e se entrega-se a Ele. Assim, os indivíduos conseguem estabilidade emocional mesmo em um mundo moribundo.
Aqueles que confiam na proteção divina o fazem porque a Palavra revelada assegura que o próprio Deus guardará “em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque confia em Deus”; esse Deus “é a Rocha Eterna” – poderoso, invencível, que luta por Seu povo.
Aqueles que têm assegurado seu destino, ainda que sejam ceifados pela morte, andam pelo suave caminho provido por Deus; andam pelo caminho das ordenanças divinas, pois no íntimo do coração suspiram por Deus durante a noite e logo cedo anseiam por Ele.
Ciente destas verdades, focado na doutrina da ressurreição, o apóstolo Paulo conclui sua exposição sobre esta esperança com um apelo: “Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil” (I Coríntios 15:58).
Portanto, se cremos nisto, então devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/25
À medida que o fim do mundo se aproxima, esta terra se tornará um caos. Para aqueles que confiaram na sua própria inteligência e poder, este será um momento de ruína. Cidades inteiras, repletas de arquitetura complexa e construídas para resistir a qualquer tempestade, serão reduzidas a escombros. As obras mais inteligentes das mãos humanas serão demolidas. Todas as fontes de orgulho humano serão reduzidas.
Para aqueles que confiaram em Deus, este é um momento de confiança e louvor. O Senhor está voltando para remover todo mal da terra. A morte será eliminada. As lágrimas serão enxugadas. Os necessitados não terão mais fome e todo o medo será removido.
Com o coração cheio de alegria, os justos declaram: Eis que este é o nosso Deus; nós esperamos por Ele, e Ele nos salvará!
Aguardo ansiosamente por esse dia! Você não?
Lisa Ward
Escriturária da IASD Country Life, Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/25
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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803 palavras
1 Exaltar-te-ei. O profeta ergue a voz em agradecimento ao Senhor por acabar com o reino do pecado e estabelecer Seu reino glorioso, conforme anunciado em Isaías 24:23.
Os Teus conselhos antigos. O plano para a salvação do homem não foi uma ideia tardia. Muito antes de criar este mundo, Deus [Pai] Se reuniu com Cristo para discutir o plano a ser seguido no caso do surgimento do pecado. Cristo Se ofereceu e Se tornou o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13:8). … O propósito eterno de Deus era que o ser humano desfrutasse a vida; e, para que isso se cumprisse, empregaram-se todos os recursos dos Céus (ver Is 46:10).
2 Da cidade. Provavelmente uma referência a Babilônia (ver com. [CBASD] de Is 14:4; 24:10), o centro simbólico das forças do mal no tempo de Isaías. Babilônia se levantou contra Jerusalém; e, por meio desse centro pagão, Satanás fez grandes esforços para controlar o mundo. Mas ele seria reduzido a um montão de ruínas … Poucos dias antes da segunda vinda de Cristo, a Babilônia espiritual será destruída (Ap 18:10, 21). A destruição da Babilônia aponta para a destruição do poder de Satanás (ver com. [CBASD] de Is 14:4-23; Jr 51:24-26, 41, 53, 55, 64).
4 A fortaleza. Esta verdade se aplica a todo livramento que o Senhor dá ao pobre e necessitado em relação aos opressores. Nos dias de Isaías, isso se aplicou à destruição dos exércitos de Senaqueribe que marcharam contra Judá. Nos dias de Daniel, a aplicação é à queda de Babilônia (ver com. [CBASD] de Is 14:4-6), e, na segunda vinda de Cristo, se aplica à destruição de todos os poderes do mal.
A tempestade. As forças do mal são comparadas a uma tempestade terrível que golpeia um muro.
5 Sombra. O “calor”será dissipado por uma “nuvem”que Deus manda para fazer sombra sobre Seu povo.
O hino. Quando o Senhor vier, o cântico dos inimigos do povo de Deus será silenciado.
6 Neste monte. Isto é, o monte Sião.
Um banquete de carnes gordurosas. A festa de coroação de Cristo (ver com. [CBASD] de Ap 19:7-9). Isaías vislumbra o tempo quando a Babilônia espiritual (ver com. de v. 2) será destruída (Ap 19:2) e a Nova Jerusalém será a capital da nova Terra (Ap 21:1-3). Deus chama os seres humanos a aceitar Seu convite a esse banquete (Mt 22:2-4, 9, 10; cf Lc 14:16, 16; sobre a aplicação dupla das profecias de Isaías, ver com. [CBASD] de Is 24:1 cf. p. 20-23; ver com. [CBASD] de Dt 18:15).
7 O véu. Neste mundo, a humanidade caminha na sombra das trevas, com um véu sobre os olhos. … Esse véu cobre o mundo todo, embora esteja levantado no caso das pessoas que aceitam a Cristo. Não haverá, porém, véu algum naquele dia feliz quando “a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar”, e quando “toda a terra est[ar]á cheia da Sua glória (Is 11:9; 6:3).
Nações. Esta promessa inclui o povo de Deus de todas as eras e nações.
8 Tragará a morte. Isaías apresenta uma descrição gloriosa da ressurreição, a vitória sobre a morte quando Jesus voltar a reinar. Paulo (1Co 15:54, 55) e João (Ap 7:17; 21:4) falam do mesmo tema.
Enxugará … as lágrimas. Comparar com Ap 21:4.
Opróbrio. Isto é, a ignomínia e o opróbrio a que os justos de todas as eras foram submetidos durante sua permanência na Terra. Então a zombaria dos pagãos “onde está o seu Deus?” (Sl 79:10) vai se calar para sempre.
9 Este é o nosso Deus. Este alegre grito de triunfo sai dos lábios dos santos quando Cristo surge nas nuvens dos céus. Seu sincero clamor por livramento se transforma em hinos de louvor.
Em quem esperávamos. Depois do surgimento de muitos falsos Cristos (ver com. [CBASD] de Mt 24:24) e depois da obra-prima do engano satânico, a personificação de Cristo (GC, 624), os santos reconhecerão com júbilo Aquele em quem esperaram com paciência por muito tempo. Os ímpios aclamaram Satanás como se fosse Cristo, e como o salvador do mundo, mas os santos negaram a Satanás sua lealdade e a dedicaram a Jesus.
10 Moabe. Neste grande hino de louvor, Moabe representa todos os inimigos do povo de Deus. Por séculos, os moabitas foram um espinho na carnde de Israel, mas, então, eles e todos os seus inimigos serão para sempre dominados…
A palha. Misturada com esterco pelas patas do gado.
11 Como se estende o nadador para nadar. Estas palavras se referem a Moabe, que luta contra as águas turbulentas da angústia, esforçando-se em vão para escapar. O salmista orava por livramento do mar de dificuldades em que se encontrava (Sl 69:1, 2, 14, 15).
12 As altas fortalezas. Moabe é descrito como uma fortaleza alta e forte que será vencida pelo Senhor. A nação novamente simboliza num sentido geral todos os inimigos do povo de Deus (ver com. do v. 6). Assim, prediz-se a destruição de todas as fortalezas dos exércitos das trevas e o aniquilamento de todas as forças do mal.
Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
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“Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do Seu povo, porque o Senhor falou” (v.8).
Certo dia eu estava muito cansada e com dor de cabeça enquanto arrumava o meu filho mais novo para dormir. Ele sempre foi muito musical e começou a cantar um de seus louvores favoritos. Quando me dei por conta, já estava rindo e cantando junto com ele. O louvor, além de ser um ato de adoração, é uma dádiva de Deus para o nosso benefício. Ele promove bem-estar, alegria e tem funções terapêuticas. O louvor, também como uma forma de gratidão a Deus, eleva os nossos sentidos a uma atmosfera sagrada e desperta em nós a necessidade de estar na presença do Único que é digno de toda honra, toda glória e todo louvor.
No capítulo de hoje, o motivo do louvor é a misericórdia divina. Pela renovação diária das misericórdias de Deus (Lm.3:22-23) recebemos uma oportunidade após outra de sermos testemunhas oculares de muitos de Seus milagres contemporâneos e a confirmação de que Seus “conselhos antigos” permanecem “fiéis e verdadeiros” (v.1). Israel tinha o costume de transformar a sua gratidão em canção. O livro de Salmos é um exemplo disso, além dos demais cânticos espalhados pelo Antigo Testamento. Mas, certamente, o louvor mais esperado pelos justos de todos os tempos é o da vitória final; aquele que abrirá os portais da eternidade:
“e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor? Pois só Tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap.15:3-4).
“O hino triunfal dos tiranos será aniquilado” (v.5), diante da glória do Cordeiro de Deus. Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v.4). Ele selará a Sua obra destruindo “a morte para sempre” (v.8): “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4).
Como o véu do santuário (Mt.27:51), o céu será “rasgado” e contemplaremos a completa “Shekinah” do Unigênito do Pai. Diante de tal cena cuja limitada mente humana ainda não consegue vislumbrar, dos lábios dos salvos soará em uníssono: “Eis que Este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (v.9). Aleluia!
Muito em breve não haverá mais cansaço e nem dor de cabeça. Toda a angústia cessará! Logo, ouviremos os perfeitos louvores celestiais e uniremos as nossas vozes ao coro dos anjos. Em uma harmonia indescritível, exaltaremos e louvaremos o nome do Senhor para todo o sempre. Falta pouco para o cumprimento da fiel e verdadeira promessa, amados: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Tenhamos certeza disso, “porque o Senhor falou” (v.8)!
Querido Deus, nosso Pai amado, nós Te louvamos por Tuas misericórdias que se renovam mais esta manhã! Que o Teu Espírito coloque sempre em nosso coração um cântico de louvor a Ti, que seja a expressão de uma verdadeira adoração. E volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, coral de adoradores do Deus Todo-Poderoso!
Rosana Garcia Barros
#Isaías25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Se em Isaías 24 revela-se um quadro de terror ao condenado pecador, em Isaías 25 o profeta revela uma cena de júbilo para o pecador salvo.
Se em Isaías 24 o profeta desenha um quadro assustador do resultado amargo do pecado, onde a Terra geme sob o peso da transgressão; se ali as palavras de Isaías reverberam como trovão, alertando para a corrupção, contaminação e maldição como resultado da condenação dos que afastaram-se do caminho divino, em Isaías 25 há um contraste vívido, onde é pintado um quadro de júbilo celestial.
• Onde antes ecoavam lamentos e gemidos, agora ressoam alegres cânticos dos remidos. Agora, a cena transforma-se revelando um banquete e remoção da mortalha que obscurecia a esperança.
Assim, a redenção emerge como o sol da manhã após uma longa noite tenebrosa, trazendo nova vida aos corações antes mergulhados na condenação. Do horror da condenação, ao êxtase da salvação, Isaías 24 e 25 formam um poderoso contraste. O pecador, que outrora tremeu frente à tempestade da transgressão, agora encontra refúgio nas promessas resplandecentes da redenção.
• Onde havia desolação, brilhou a promessa de um banquete celestial. Desta forma, o texto sagrado convida o pecador a olhar para além do horizonte de seus erros, a um amanhecer onde alegria triunfa sobre o terror, e salvação resplandece como um enorme farol de esperança.
Isaías 25 celebra a vitória sobre a morte e a destruição, dando destaque à promessa da ressurreição e salvação. Ele contém cântico de louvor a Deus, reconhecendo Sua grandeza e fidelidade ao derrotar aos que oprimem ao Seu povo.
Depois, apresenta-se o banquete preparado por Deus em que todas as nações são convidadas a participar (Isaías 25:6-7). A morte, que “projeta uma sombra sobre todos os aspectos da vida humana”, a qual “é a evidência mais esmagadoras do reinado do pecado”, como afirma Siegfried Shwantes, será destruída. Paulo comenta sobre isso em I Coríntios 15:54. Embora nenhum ímpio ilustrado por Moabe escape do juízo divino, quem confiar na salvação provida por Deus se alegrará (Isaías 25:8-12).
Na verdade, Isaías 25:9 revelam palidamente a profusa alegria dos redimidos quando Deus enxugar dos seus olhos toda lágrima e não existir mais a morte, o luto e a dor (Apocalipse 21:4). Portanto, reavivemo-nos no Senhor! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/24
Cercas de proteção contra inundações
Spray retardador de fogo
Repelente de insetos
Edifícios à prova de terremotos
Alimentos Resistentes ao Holocausto
Investimentos à prova de acidentes
Seguro de vida
Inúmeras invenções ao longo da história foram concebidas para nos oferecer uma sensação de proteção contra as coisas que tememos. Embora seja sensato proteger-se contra problemas, confiar demais na segurança terrestre pode ser fatal!
Este capítulo descreve isso detalhadamente. À medida que este mundo se aproxima do seu fim, aqueles que não depositaram a sua confiança em Deus não encontrarão escudo ou refúgio. Os ricos não podem comprar segurança, o corredor rápido não pode fugir dos problemas e o rei não tem mais abrigo do que o servo.
Isto seria deprimente, não fosse pela salvação que Deus oferece a cada um de nós (João 3:16). Deus não apenas nos oferece paz e ajuda durante as tempestades deste mundo (João 14:26-27), Ele promete vida eterna em uma terra renovada (Apocalipse 21:1-7), onde as lágrimas, a morte e a dor se foram, e as águas da vida fluirão para sempre.
Vamos reservar um minuto agora para dedicar nossas vidas novamente à verdadeira Fonte das Águas Vivas.
Lisa Ward
Escriturária da IASD Country Life, Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/24
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1097 palavras
24:1-27:13 Esta seção é conhecida como o Apocalipse de Isaías, por causa de seu amplo escopo. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Devastar e desolar a terra. Como todas as mensagens proféticas de Isaías, a do cap. 24 foi originalmente dirigida ao Israel literal e descreve o modo como Deus deixaria a terra desolada e como teria vencido os inimigos de Israel se este tivesse sido fiel. Mas, em vista da infidelidade desse povo, essa profecia, como outras, será cumprida com o povo de Deus hoje. João aplica essa descrição da Terra à sua condição desolada durante o milênio (Ap 20). Isaías fala dos juízos de Deus sobre diversas nações (Is 13-23). Mas, a partir deste capítulo, sua visão profética se dirige ao horizonte mais amplo da história. Nos cap. 24 a 28, ele descreve as cenas finais, quando o povo de Deus será liberto e seus inimigos derrotados. Neste capítulo, o profeta apresenta uma descrição vívida da terra depois que os reis forem subjugados (v. 21, 22) e antes de o Senhor reinar “no monte Sião e em Jerusalém” (v. 23).
1-3 a terra. O juízo passa das nações citadas na seção anterior do livro para todo o mundo. A Terra se encontra desolada e vazia. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Vai transtornar a sua superfície. Literalmente, “desconsertar sua face”. Esta é uma descrição das catástrofes que estremecerão o mundo na segunda vinda de Cristo (ver Sl 46:1-3, 6, 8; Ap 6:16; 16:18-20).
3 De todo devastada. Quando Cristo voltar, todos os ímpios vivos serão mortos e todos os justos subirão com Ele para o Céu (ver Jr 25:30-33; Lc 17:26, 29, 30; 1Ts 5:5; Ap 19:11-21; 20:4-6). A terra ficará desolada (ver Jr 4:25).
5 A terra está contaminada. Deus é santo. Ele deu Sua lei para manter o ser humano puro e o mundo incontaminado. Ao rejeitarem essa lei, os seres humanos contaminaram a si mesmos e ao mundo. O contágio do pecado alcança o solo abaixo dos pés, o alimento, a ;agua e o ar (ver Gn 3:17; Nm 35:22; Sl 107:34). A cada ano, a Terra se torna mais e maias corrompida. De Deus não interviesse, chegaria um tempo quando a corrupção do pecado de tal modo que seria impossível viver (ver Gn 6:5, 11, 12; DTN, 36, 37).
A apostasia em meio ao povo de Deus causou a desolação da Terra. O tema da relação entre o comportamento ético e a situação do planeta também é abordado em Os 4. A transgressão da aliança resulta em maldição. A contaminação da Terra, que a leva a se lamentar, é causada pela quebra do que é chamado de ” aliança eterna”. Tal expressão é entendida, no contexto, como uma aliança universal entre Deus e a humanidade, semelhante ‘a aliança feita com Noé (Gn 9:16). Isso revela a soberania divina sobre todo o mundo. Bíblia de Estudo Andrews.
6 A maldição consome. Não é Deus, e sim Satanás, o instigador do pecado, o responsável pela maldição que resulta dele. Em toda parte, as forças do mal estão operando e se pode ver claramente a obra de Satanás (DTN, 636; GC, 589). Na doença e na morte, em terremotos e tempestades, em incêndios e enchentes, manifesta-se a obra do mal. A transgressão das leis de Deus não trouxe paz e prosperidade, mas problemas, pestilência, dor e morte.
Queimados. Provavelmente, a quarta praga (Ap 16:8, 9).
8 Harpa. Lira; ver vol. 3 [CBASD], p. 15, 16. Quando sobrevierem as calamidades dos últimos dias, as pessoas não mais pensarão em “regozijo”ou “alegria”(ver Jr 7:34; 16:9; 25:10; Ap 18:22; cf. Ez 26:13; Os 2:11).
9 Entre canções. Em geral, a bebida está associada a festividade e prazer. Naquele dia, o Senhor transformará as festas em pranto e as canções, em lamento (Am 8:10; cf. Dn 5:1-6).
10 Caótica. Do heb. tohu, “caos”, “vazio”, “vaidade”. Em Gênesis 1:2, a palavra é traduzida como “sem forma”. … O mundo voltará ao seu primitivo estado caótico.
11 Fez-se noite para toda alegria. O sol da alegria se pôs e caíram as sombras da noite eterna (ver Jr 8:20). O ser humano, por fim, se desperta para o fato de que, ao excluir Aquele que é a luz da vida, trouxe sobre si uma noite sem fim.
13 Oliveira. Ver com. de Is 17:6. Em sua visão da destruição da Terra, Isaías tem um vislumbre da salvação do remanescente (ver Is 1:9; 10:20-22; 11:11). Eles serão como as poucas azeitonas que permanecem numa árvore “quando abaladas por um vento forte” (Ap 6:13), ou como as poucas uvas que restam quando a colheita chega ao fim.
14 Cantam. Quando em toda parte houver pranto e ranger de dentes por causa dos horrores a sobrevirem ao mundo, os justos verão que sua tristeza se transforma em alegria e que se inicia a alegre manhã da eternidade (ver Is 25:8, 9).
15 No Oriente e, nas terras do mar. Do heb. ‘urim, de ‘or “luz”. É possível que ‘urim se refira ao “Oriente” como a região da luz, ao amanhecer. As “terras do mar” podem se referir às ilhas do Mar Mediterrâneo, sendo um termo poético para “ocidente”. A palavra ‘yam, “mar”, designa com frequência o “ocidente”(e é traduzida assim em Gn 28:14; Nm 34:6; etc.). Se esse é o significado em Isaías 24:15, deve-se entender que de todas as partes se ouvem louvores a Deus (ver v. 16).
16 Definho. … O profeta parece se desviar da glória futura para a vergonha e miséria do presente. … Após um breve vislumbre das alegrias do povo de Deus na hora do livramento, Isaías se volta às aflições e decepções dos perdidos, e segue a descrição do terrível juízo porvir.
17 Terror, cova e laço. Descrevem-se em rápida sucessão os terrores e calamidades que cairão sobre os ímpios. Jeremias 48:44 apresenta esta mesma sucessão de juízos. Nenhum ímpio escapará dos efeitos das sete últimas pragas; o que escapar de uma será pego pela outra (Is 24:18).
20 Balanceará como rede de dormir. Essa descrição se refere ao terremoto por ocasião do retorno de Cristo, que será a maior calamidade que jamais houve (ver Ap 16:18-20). Todo o contorno da superfície terrestre será mudado. Montes serão abalados de seus fundamentos, ilhas serão deslocadas, e a superfície terrestre se assemelhará às ondas de um mar tempestuoso (ver Sl 46:2, 3, 6).
22 Como presos. Satanás e suas legiões de anjos maus, “as hostes celestes”, do v. 1, e “os reis da terra” serão ajuntados como presos”. Os primeiros estarão confinados a esta Terra, que, em seu estado caótico (v. 1, 3, 19, 20), será sua prisão por mil anos (ver com. CBASD] de Ap 20:1, 2, 7); e os últimos serão confinados na prisão da sepultura (ver com. [CBASD] de Ap 20:5.
Masmorra. Do heb. bor, uma “cisterna” cavada para armazenar água. Durante a estação seca, ou quando não era usada como “cisterna”, servia de prisão (ver Gn 37:20; Jr 38:6-13; Zc 9:11; etc.).
23 O sol se confundirá. A fonte de luz mais gloriosa que se conhece se torna insignificante quando comparada à glória de Cristo (ver Is 60:19, 20; Ap 21:24; 22:5).
Fonte principal: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.