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Texto bíblico: ISAÍAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/6
O rei Uzias tornou-se orgulhoso de suas realizações e confiante de que não precisava prestar contas a ninguém. Um dia ele entrou presunçosamente no Templo e realizou o ministério atribuído exclusivamente aos sacerdotes. Quando repreendido pelos sacerdotes, o rei ficou furioso. Imediatamente foi atingido com lepra (II Cr. 26:16-21).
Em contraste com o rei Uzias, vemos o profeta Isaías em pé, à sombra do pórtico do Templo, sentindo-se indigno de entrar. Como ele poderia ter certeza de que Deus o estava chamando para reprender os líderes orgulhosos, obstinados e presunçosos semelhantes ao rei? Tal ousadia era perigosa. Enquanto tais pensamentos circulavam em sua mente, Isaías é levado em visão e lhe parece que as paredes do templo são levantadas. Mas, o que ele vê é mais do que o lugar Santíssimo do templo terrestre. Ele contempla a sala do trono do céu, onde o Rei dos reis está rodeado por coros de seres celestiais que cantam “Santo, Santo, Santo!” (v.3 ARA e NVI).
Durante os 60 anos de ministério de Isaías, sempre quando enfrentava oposição, provações e perseguições, a lembrança desta visão lhe dava forças. Ele tinha visto o Rei celestial!
Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral
Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1410 palavras
1 No ano. É provável que o ano fosse 740/739 a.C. Certamente a data é uma informação importante. … A época era de perigo e crise. O grande rei Assírio Tiglate-Pileser III tinha subido ao trono em 745, e quase de imediato começou uma série de campanhas que levaram à conquista da maior parte da Ásia ocidental… Uzias morreu enquanto Tiglate-Pileser realizava campanhas contra o Ocidente [países da região mediterrânea da Ásia]. O homem que tinha resistido fortemente à Assíria não existia mais. Qual seria o destino de Judá? CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.
O Senhor assentado sobre um alto e sublime trono. Esta manifestação da glória divina ocorreu quando Isaías visitava os sagrados recintos do templo (PR, 307). Deus pretendia que Isaías tivesse uma visão mais ampla do que a proporcionada pelo contexto político. Deus queria que ele soubesse que a despeito de todo o poder da Assíria, Ele era supremo em Seu trono e estava no controle de tudo. Moisés teve uma visão semelhante de Deus (Êx 24:10). Micaías … (1Rs 22:19)… Amós… (Am 9:1)… Daniel (Dn 7:9)… Ezequiel (Ez 1:1; 10:1-5)… João… (Ap 4:1-6). Quando perigos cercam o povo de Deus e os poderes das trevas parecem prestes a prevalecer, Deus convida Seus fiéis a olharem para Ele, sentado no Seu trono, dirigindo as questões dos céus e da Terra, para que tenham esperança e coragem (ver Ed, 173). CBASD, vol 3.
Suas vestes enchiam o templo. Quando teve a visão, Isaías estava orando no átrio do templo (PR, 307). Diante dele, as portas do templo pareciam se abrir; e, no lugar santíssimo, ele viu o próprio Deus sentado sobre Seu trono… As vestes são a infinita glória de Deus. João aplica essa visão a Cristo (ver Jo 12:41). CBASD, vol 3.
2 Serafins. Literalmente, “seres em chamas”. Bíblia de Estudo Andrews.
Cf. v. 6; seres angelicais não mencionados em outro lugar. A raiz hebraica por trás dessa palavra significa “arder”, e talvez indique a pureza deles como ministros de Deus. … Correspondem aos “seres viventes”de Ap 4.6-9, cada um dos quais também com seis asas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 Santo, santo, santo. Os anjos ao redor do trono de Deus se impressionam com o principal atributo divino: perfeita santidade de caráter. … Deus quis imprimir na mente de Isaías o conceito de Sua santidade a fim de que o profeta mantivesse esse atributo do caráter divino constantemente diante de Seu povo. Desse modo, eles seriam encorajados a abandonar seus pecados e aspirar à santidade. CBASD, vol 3.
5 Ai de mim! Isaías estava pronunciando “ais”sobre os pecadores dentre o povo de Deus (Is 5:8-30). Nesse momento, ao estar na presença do Deus santo, ele percebe sua própria imperfeição de caráter. Todos passam pela mesma experiência quando se aproximam de Deus. CBASD, vol 3.
Os meus olhos viram. Esta visão de Deus na Sua santidade e glória deu a Isaías um conceito de sua pecaminosidade e insignificância. Ao olhar para Deus e depois para si mesmo, ele percebeu que não era nada em comparação com o Eterno. CBASD, vol 3.
6 brasa viva. Brasas vivas eram levadas para dentro do Lugar Santíssimo no Dia da Expiação (Lv 16.12), quando era oferecido sacrifício para expiação dos pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Do altar. O altar de incenso (ver com de Êx 30:1-5), sobretudo um altar de intercessão (ver com. de Êx 30:6-8). João viu orações que partiam do coração de pecadores arrependidos apresentadas com incenso diante do trono da graça (Ap 8:3, 4). CBASD, vol 3.
7 Tocou a minha boca. O carvão do altar representava o poder purificador e refinador da graça divina, e também uma transformação de caráter. A partir de então, o anseio de Isaías por seu povo era que eles também fossem purificados e transformados. A grande necessidade hoje é de lábios tocados com fogo santo do altar de Deus. CBASD, vol 3.
8 Envia-me a mim. A resposta de Isaías foi imediata. Como Paulo, Isaías tinha expectativa acerca de Israel: que o povo fosse salvo (ver Rm 10:1). Ele sabia que o juízo estava prestes a cair sobre o culpado, e ansiava ver seu povo abandonar o pecado. A partir de então, a única tarefa de Isaías era transmitir a mensagem divina de advertência e esperança a fim de que Israel enxergasse o amor e a santidade de Deus, e, como resultado, fosse salvo. CBASD, vol 3.
A prontidão do profeta em se oferecer à obra missionária, sem mais hesitação, deve ser um exemplo para milhares de crentes que, tendo o privilégio de frequentar a igreja com regularidade, de estudar livremente a Bíblia, sem perseguições, nunca permitem que um conceito de dedicação, de vocação, de missão, venha a demovê-los de seu egoísmo comodista e irresponsável. Bíblia Shedd.
Os quatro evangelhos mencionam o chamado de Isaías (Mt 13:14, 15; Lc 8:10; Jo 12:40; ver tb At 28:26, 27). Bíblia de Estudo Andrews.
9 Ouvi, ouvi. Como muitos outros profetas, Isaías assumiu uma tarefa difícil. Deus o advertiu de que Sua mensagem seria em grande parte ignorada e que, a despeito de tudo que pudesse fazer, o povo continuaria nos maus caminhos. O fracasso aparente seria sua sina infeliz, mas certamente não maior que a testemunhada no ministério de Jesus (Mt 13:14, 15; Jo 12:37-41) e Paulo (At 28:26, 27). … Contudo, Isaías teve a certeza de que sua obra não seria de todo vã, pois Deus lhe revelou que um remanescente seria salvo (Is 1:9; 6:13; 10:21). Paulo, porém, percebeu já em seus dias que os judeus tinham tomado sua decisão final e não eram mais o povo de Deus (At 28:26-28; Rm 9-11). CBASD, vol 3.
10 coração … ouvidos … olhos … olhos … ouvidos … coração. A inversão abc/cba é chamada disposição “quiástica”, expediente literário comum no AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Torna insensível o coração. A percepção espiritual de Israel estava tão obscurecida que eles seriam incapazes de ouvir até as mais comoventes mensagens enviadas pelo Céu. A situação seria similar à do faraó, quando seu coração foi endurecido e ele recusou a mensagem do Senhor dada por Moisés (ver com. de Êx 4:21). Nos dias de Isaías, não foi o Senhor que cegou os olhso do povo ou que lhes endureceu o coração; eles mesmos provocaram essa situação sobre si quando rejeitaram as advertências divinas. A cada rejeição da verdade, o coração se torna mais duro e a percepção espiritual, mais obscurecida, até que finalmente não mais se discernem as coisas espirituais. Deus não se alegra com a morte dos ímpios e faz todo o possível para que abandonem seus maus caminhos, a fim de que vivam e não morram (Ez 18:23-32; 33:11; 1Tm 2:4; 2Pe 3:9). CBASD, vol 3.
11 Até quando, Senhor? … Certamente, depois de um tempo, o povo cairia em si e aceitaria a mensagem de salvação e libertação. Daí sua pergunta. CBASD, vol 3.
Até que sejam desoladas as cidades. A triste resposta que o Senhor deu a Isaías foi que a situação prevaleceria até que Judá tivesse se destruído. Não haveria esperança de arrependimento, nenhuma esperança de salvação. Um remanescente seria salvo e, por causa desse grupo fiel, Isaías devia proclamar a mensagem de salvação. A nação, porém, como um todo se recusaria deixar os caminhos maus. Essa recusa, ao final, traria a ruína completa e irremediável. As cidades ficariam desertas, e a terra, desolada e abandonada. CBASD, vol 3.
12 Afaste dela os homens. Referência ao cativeiro, primeiramente pela Assíria nos dias de Isaías, e depois, por Babilônia, um século mais tarde. O povo seria levado para terras distantes. Isso foi predito por Moisés, de forma condicional, antes mesmo de Israel ter entrado na terra prometida (Lv 26:33; Dt 4:26-28; 28:64). CBASD, vol 3.
Grande o desamparo. A terra que Deus queria ver florescer como um solo fértil se tornaria um deserto e estaria abandonada. Em vez de prosperidade, haveria ruína. CBASD, vol 3.
13 A décima parte. A nação se levantaria outra vez. O quadro é de um povo que persiste na perversidade, cego e surdo às mensagens divinas até que seja levado para o cativeiro. Mas, apesar disso, se vislumbra a certeza de que a terra não permanecerá totalmente abandonada para sempre e o propósito de Deus para ela será finalmente cumprido (PR, 309, 310; comparar com o nome do primeiro filho de Isaías, “Sear-Jasube”, que significa literalmente, “[Um] resto volverá”). … Não se deve se deve relacionar nenhum significado particular ao fato de que o remanescente seria “uma décima parte”do original. Na Bíblia, dez é um número pequeno, algumas vezes indefinido, e uma décima parte seria, da mesma forma, uma número pequeno. CBASD, vol 3.
A santa semente. No “toco”restaria vida que, ao final, produziria novamente e se tornaria uma nova árvore. A árvore é uma figura comum no AT para representar o povo de Deus (ver Is 65:22,; Jr 17:8; cf. Dn 4:14, 23). CBASD, vol 3.
Seleção e digitação: Jeferson Quimelli.
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“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (v.8).
Isaías teve uma visão de Deus em Seu trono. A Bíblia relata a respeito de poucos que tiveram uma visão do trono divino, como, por exemplo: Daniel (Dn.7:9), Estêvão (At.7:56) e João, o discípulo amado (Ap.4:2). Mas a experiência de Isaías foi, de todas, a que nos deixou uma grande lição de humildade, e de sublime noção de santidade. Primeiro, O PROFETA VIU “O SENHOR” (v.1), o trono, os serafins e toda a santidade que envolvia aquele cenário glorioso, de onde se podia ouvir incansavelmente (Ap.4:8): “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda terra está cheia da Sua glória” (v.3). Logo depois, ISAÍAS VIU A SI MESMO. “Contemplando Isaías esta revelação da glória e majestade de seu Senhor, sentiu-se oprimido com o senso da pureza e santidade de Deus” (EGW, Profetas e reis, p.157).
Quando alguém tem um encontro verdadeiro com Deus, o resultado deve ser um coração contrito e uma atitude humilde. Olhar para Deus deve produzir arrependimento e confissão de pecados. Isaías viu o Perfeito e então, se deu conta de sua imperfeição. Só quando olhamos para o Santo dos Santos é que enxergamos a nossa real situação: pecadores que necessitam de um Salvador. Ellen White declara: “E quando uma pessoa, ao perceber o seu desamparo, busca a Cristo, Ele revela-Se de maneira poderosa. Quanto mais percebemos nossa necessidade de chegar-nos a Ele e à Sua Palavra, mais elevada será a visão que teremos de Seu caráter, e mais plenamente refletiremos Sua imagem” (EGW, Caminho a Cristo, p.57).
Precisamos volver os nossos olhos para o alto todos os dias. Se anjos perfeitos e sem pecado proclamam noite e dia a santidade de Deus “uns para os outros” (v.3), quanto mais nós necessitamos ter sempre um cântico no coração e testemunhar uns aos outros do amor divino. O encontro com Deus produz um intenso desejo de utilidade na obra. O Senhor olha do Céu e não procura corações orgulhosos, mas aqueles que, como Isaías, confessam: “Ai de mim! Estou perdido!” (v.5).
A obra que o profeta recebeu foi extremamente desafiadora, pois o povo havia endurecido o coração a tal ponto que o juízo de Deus viria sobre ele, mesmo com a pregação de Isaías (v.10). O mesmo juízo foi proferido por Jesus aos líderes judeus (Mt.13:14-15) e também pelo apóstolo Paulo (At.28:26-27). Ou seja, é uma atitude que se repete em gerações futuras e que chegou até nós, hoje: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap.3:17).
Mas em meio à desesperança, Deus suscita a esperança: “A santa semente é o Seu toco” (v.13). Sempre haverá, mesmo que em pequena proporção, um povo que teme a Deus e guarda os Seus mandamentos. O ministério do profeta não seria de todo infrutífero. Hoje, temos uma grande seara e precisamos seguir a ordem de Cristo e rogar ao Pai que envie mais “Isaías” para a Sua obra atual (Mt.9:38); homens e mulheres que se colocam a serviço de Deus com humildade de coração. Não poucas vezes, eles questionarão: “Até quando, Senhor?” (v.11). Contudo, como Isaías, não esmorecerão diante das dificuldades, apegando-se cada dia mais à santa convicção de que o Senhor estará até o fim (Mt.28:20) com aqueles que O amam:
“Não te mandei Eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (Js.1:9). Permita que a brasa do altar de Deus toque a sua vida e te purifique para dar ao mundo a última mensagem de esperança!
Oh, Senhor, purifica-nos de nossa impureza e capacita-nos para a Tua última grande obra! Cremos que logo o nosso Salvador voltará e queremos fazer parte da santa semente que Ele vem buscar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “Isaías” atuais!
Rosana Garcia Barros
#Isaías06 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 6 – Sendo este texto bem conhecido, intentarei destacar alguns pontos que, creio eu, são menos explorados. Antes, porém, colocarei a divisão do capítulo sugerida por Siegfried Schwantes:
1. Visão da glória e da santidade divinas (Isaías 6:1-4).
2. Compenetração e confissão de pecados (Isaías 6:5).
3. Purificação (Isaías 6:6-7).
4. Vocação (Isaías 6:8).
5. Comissão (Isaías 6:9-13).
Deus está preparando o profeta para uma tarefa árdua e sem grandes resultados aparentes. Com esta experiência Deus confirma o chamado que deve ter acontecido antes deste evento. “Na condição de profeta de Deus, [Isaías] terá o apoio de Deus, mas esse apoio nunca significará trabalho menos árduo”, comenta Paul House.
Após uma profunda experiência confirmatória de graça, envolvimento e capacitação, Isaías foi comissionado a ir ao povo e proclamar a mensagem divina com poder e autoridade, porém o povo não Lhe daria ouvidos.
• Aceitaríamos esta missão?
“‘Até quando, Senhor?’, pergunta o profeta, deveria ele prosseguir neste trabalho aparentemente inútil. A perspectiva que o Senhor lhe descerra era de molde a desencorajar os mais bravos: ‘Até que a terra seja de todo desolada…’ (vv. 11-12). O futuro era dos menos prometedores. Um vislumbre de esperança é oferecido no v. 13. Se a maioria acabaria por rejeitar a mensagem do profeta, haveria, não obstante, ‘uma santa semente’ que poderia de novo popular a terra desolada”, analisa Schwantes.
O texto inspirado deixa claro que:
• Cumprir os propósitos divinos é um processo desafiador, tendo que, muitas vezes, enfrentar resistência e rejeição por parte do povo de Deus.
• Deus sabe quando a resposta do público de um mensageiro Seu será negativa; porém, nesta situação desfavorável, Deus confirma o chamado que fizera a Seu frágil servo.
• Mesmo que, aparentemente, fazer a vontade de Deus não traga resultados positivos, há sempre propósitos por traz do chamado divino (Isaías 6:11-13):
1. Os pecadores impenitentes devem saber onde seus pecados os levarão.
2. Reavivar o remanescente em meio à sociedade decadente.
A mensagem é que, ao viver os planos de Deus, devemos ter persistência diante das adversidades, conscientizarmo-nos da triste realidade espiritual de nossa sociedade, confiar na soberania divina e focar nos propósitos que Deus tem para nossa vida, independente da avaliação dos resultados do ponto de vista humano.
Diante disso, invistamos no reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ISAÍAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/5
Isaías tece nossa própria história por meio das promessas, anúncios de castigo, planos de redenção e metáforas acerca de Deus. Por exemplo, “Ai daqueles que são sábios a seus próprios olhos …” Esta é apenas uma pequena frase em um longo capítulo, mas quando penso sobre isso honestamente, a maioria de nós, inclusive eu, tendemos a ser sábios aos nossos próprios olhos.
Esta semana marcou o primeiro aniversário da morte do meu irmão. Sua filha ainda está sofrendo. Ao ouvi-la compartilhar acerca da sua perspectiva sobre como alguns membros da família cometeram injustiças contra ela, eu queria dizer a ela (com base em minha própria sabedoria) que em sua tristeza ela os entendeu mal. Eu queria defender a família. Quando dei um tempo para minha mente refletir e pedi sabedoria a Deus, compreendi o que estava ocorrendo. Ela apenas precisava de alguém para ouvir. Ela poderá estar pronta para ouvir o outro lado da história mais tarde, mas agora, ela simplesmente precisava saber que eu me importava com ela o suficiente para deixá-la despejar a sua dor. Tiago 1:5 nos incentiva a pedir sabedoria a Deus. Posso dizer com certeza que Ele nos dará.
Cathy Robertson Kabanuk
Professora e assistente social, Fall River Mills, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1703 palavras
1-7 o cântico […] da sua vinha. Ver no cap. 27 um cântico positivo sobre a vinha. A parábola começa bem, mas prepara o clima para uma virada surpreendente. O profeta pede aos leitores a opinião deles, uma estratégia com o objetivo de levá-los a uma conclusão óbvia: o problema não estava no dono da vinha, que fizera tudo ao seu alcance. Esta parábola exime Deus da responsabilidade pelo sofrimento do povo. O sentido desta seção é bem claro. A acusação era a seguinte: o povo não vivia de acordo com as expectativas divinas. As principais virtudes que resumem aquilo que o Senhor requer são expressas em termos de justiça e retidão. Essas duas palavras são encontradas com frequência na maioria dos escritos proféticos (ver Am 5; ver um desdobramento futuro desta parábola em Mc 12:1-9). Bíblia de Estudo Andrews.
o meu amado. O “amado” é Deus, e a vinha é a nação de Israel (ver Sl 80:8-16; Mt 21:33-41). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.
Outeiro fertilíssimo. O “outeiro fertilíssimo” era a terra de Canaã, possivelmente se referia a Jerusalém em especial. CBASD, vol 3.
2 Vides escolhidas. Elas representam o povo de Israel, cuidadosamente escolhido pelo próprio Deus (ver v. 7). CBASD, vol 3.
Uvas. A vinha foi plantada para produzir fruto… As uvas representam os frutos do caráter, o caráter divino que Israel devia exibir diante do mundo (ver p. 14-17 [CBASD]). CBASD, vol 3.
4 Que mais se podia fazer […]? …Isaías deixa claro com essa pergunta sagaz que o Senhor fez tudo o que era possível por Israel. Ele lhe proveu todos os recursos para o desenvolvimento de um caráter que se assemelhasse ao Seu, e eles eram os únicos culpados pelo fracasso (ver p. 17-20 [CBASD]). CBASD, vol 3.
6 Nem sachada [ARA; NVI: “capinada”]. A cessação da poda e da cavadura aponta para a retirada dos meios proporcionados por Deus para o cultivo moral e espiritual (Lc 13:8; Jo 15:2). CBASD, vol 3.
8-23 Ai. Seis “ais”(v. 8, 11, 18, 20, 21, 22) são introduzidos por uma mesma partícula hebraica. Eles funcionam como estratégia de advertência. Têm a intenção clara de intensificar a força da condenação ao exílio. As acusações contra o povo de Deus são as seguintes: não prestou atenção ao Senhor; rejeitou a lei do Senhor dos exércitos e desprezou a palavra do Santo de Israel; chamou o mal de bem e o bem de mal, além de se envolver em pecados. Os males julgados por Deus neste contexto são a ganância (primeiro ai); autocomplacência (segundo ai); perversão moral (terceiro ai); ilusões de grandeza (quarto ai); autocomplacência e os abusos sociais resultantes (quinto e sexto ais). Bíblia de Estudo Andrews.
8 Ai dos que. Isaías enumera uma série de “ais” que sobreviriam a Israel como resultado das ofensas especificamente mencionadas em conexão com cada desgraça. Essas ofensas são as “uvas bravas” do v. 2. Não é possível alistar todos os pecados do povo; nomeiam-se apenas os mais característicos dessa época de impiedades. CBASD, vol 3.
Ajuntam casa a casa. Esta expressão representa o pecado da cobiça e da ambição. Deus queria que Israel fosse uma nação de pequenos proprietários de terra. A fim de evitar a formação e latifúndios, criou-se o ano do jubileu (Lv 25:13; 27:24) e a lei que permitia que a mulher herdasse propriedades (Nm 27:1-11; cf. 33:54, 36). No entanto, essas leis foram desrespeitadas, e, como consequência, em vez de um grande número de pequenos proprietários de terra, houve o crescimento de uma classe de proprietários ricos, e outra, de trabalhadores pobres sem propriedades. Muito do povo foram reduzidos à escravidão, e outros eram forçados a pagar arrendamentos exorbitantes. Miqueias, contemporâneo de Isaías, também denunciou esse mal (Mq 2:2).
No meio da terra. Isto é, assegurar um monopólio. As classe ricas não tinham interesse no bem-estar do povo em geral. Preocupavam-se apenas com seus próprios interesses. Eles não se importariam caso o pobre fosse banido por completo. A situação estava chegando a um ponto em que os pobres logo perderiam o pouco que lhes restava, e somente os ricos usufruiriam dos produtos da terra. CBASD, vol 3.
10 um bato. Cerca de 22 l. um ômer. Por volta de 211 l. um efa. Aproximadamente 21 l. O montante semeado seria maior que o colhido. Bíblia de Estudo Andrews.
11-13 Estas pessoas passavam muitas horas bebendo e festejando, mas Isaías previu que muitos deles morreriam de fome e sede. Ironicamente, nossos prazeres – se eles não tem a bênção de Deus – podem nos destruir. Deixar Deus de fora de nossas vidas permite que o pecado entre nelas. Deus quer que desfrutemos a vida (1 Timóteo 6:17), mas que evitemos aquelas atividades que possam nos afastar dEle. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Harpas. Ou, lira. A música tinha um papel importante em suas orgias (ver Am 6:5, 6). Em vez de ser usada para glória de Deus, a música se tornara um instrumento poderoso nas mãos do inimigo para trazer ruína à alma. CBASD, vol 3.
Não consideram. A consciência desses glutões se havia caracterizado por causa de suas desenfreadas orgias. CBASD, vol 3.
14 cova. Do heb she’ol, a sepultura ou o reino dos mortos. Neste caso, é personificada como uma entidade pronta para tragar os transgressores da aliança. A linguagem é poética e simbólica; não deve, portanto, ser interpretada de maneira literal. Bíblia de Estudo Andrews.
Aumentou o seu apetite. Isto é, a fim de acomodar o grande número dos que chegavam da terra dos vivos. CBASD, vol 3.
A glória de Jerusalém. Os nobres de Jerusalém, o povo, todos os que se gloriavam na pompa daquele momento e tinham prazer na iniquidade seriam destruídos. CBASD, vol 3.
16 Santificado em justiça. Literalmente, “o santo Deus Se mostra santo em justiça”. A maneira justa como Deus lida com o ser humano prova que Seu caráter é santo. CBASD, vol 3.
18 Puxam para si a iniquidade. O terceiro ai é dirigido àqueles que persistem nos maus caminhos, com plena consciência do que fazem. CBASD, vol 3.
Tirantes de caro. A corda de carro é mais grossa e mais forte do que a corda comum. Representa um estágio avançado de rebelião em que os ímpios ficam presos a seus pecados com laços impossíveis de serem desfeitos. Ao persistirem no mal, selam sua própria destruição. CBASD, vol 3.
20 Ao mal chamam bem. O que resiste persistentemente às advertências enviadas pela misericórdia divina, ao final, se tornará tão perverso que será incapaz de distinguir entre o bem e o mal. Sinceramente pensa que o certo é errado e o errado, certo. Quando a perversidade chega a tal ponto, a destruição não pode mais ser adiada. CBASD, vol 3.
Quando procuramos desculpas para nossos atos, logo perderemos a distinção entre o certo e o errado. se não fazemos da palavra de Deus, a Bíblia, nosso padrão de vida, logo nossas escolhas morais se tornarão obscurecidas. Sem Deus, estamos fadados a um colapso e muito sofrimento. Life Application Study Bible Kingsway.
21 Sábios a seus próprios olhos. Confiantes de que sabem mais do que Deus, esses perversos impenitentes se tornam “nulos em seus próprios raciocínios”, e seu “coração insensato”fica encerrado em trevas (Rm 1:21; ver DTN, 213). Sua pretensa sabedoria é loucura consumada (Rm 1:22). O mundo está cheio de pessoas que olham com desdém para aqueles que creem em Deus e obedecem à Sua palavra. Encontram defeitos em tudo o que Deus fez e em tudo o que Se propõe fazer. Pessoas assim atraem pesar sobre si mesmas e sobre o mundo ao redor. O que elas precisam é atender às sublimes palavras do salmista: “Aquietai-vos sabei que Eu sou Deus” (Sl 46:10). CBASD, vol 3.
22 Heróis para beber vinho. Este “ai”é semelhante ao pronunciado contra os beberrões de vinho nos v. 11 e 12. … Neste caso, o ai mostra a relação entre a bebida e as injustiças mencionadas no v. 23 como resultantes de seu uso. Esses homens eram “heróis”” na bebida e valentes na prática da iniquidade. CBASD, vol 3.
23 Justificam o perverso. Isto é, absolvem o culpado. … Por suborno, declaram o justo culpado e o ímpio, inocente. Eles não têm moral. O seu modo de vida é caro, e farão tudo para assegurar os meios necessários para mantê-lo. Quando pessoas assim se assentam para governar, a nação chega a um estado calamitoso. CBASD, vol 3.
24 A língua de fogo consome o restolho. Literalmente, “o pasto seco destinado para a chama é consumido”. CBASD, vol 3.
Como podridão. Esses homens são corruptos ao extremo e perecerão em sua própria corrupção. Tão rapidamente quanto o pasto seco pega fogo e é reduzido a cinzas, assim serão consumidos. CBASD, vol 3.
A lei do SENHOR. Terríveis são os resultados quando a lei do SENHOR é rejeitada (ver GC, 586), pois sem ela não há como deteerminar o certo e o errado. CBASD, vol 3.
O povo sofria porque havia rejeitado a lei de Deus. Tristemente, muitas pessoas hoje buscam um sentido para a vida enquanto rejeitam a Palavra de Deus. Podemos evitar o erro de Israel e Judá ao fazer a leitura da Bíblia uma alta prioridade em nossas vidas. Life Application Study Bible Kingsway.
25 A ira do SENHOR. Quando a iniquidade atinge um ponto além do qual não há esperança, a paciência divina cessa e começa o ministério da ira (T5, 208; T9, 13). Na época da mensagem de Isaías, a iniquidade de Israel tinha quase atingido esse ponto. CBASD, vol 3.
26-30 Descrição assustadora do poderio invasor do exército sírio. Seus soldados eram guerreiros incansáveis, sempre prontos para agir. Bíblia de Estudo Andrews.
26 Assobiará. Como um “estandarte” era um sinal para os olhos, o “assobio” seria para os ouvidos. Ambos seriam compreendidos pelas nações, as quais responderiam rapidamente ao chamado do Senhor. CBASD, vol 3.
27 Não há entre elas cansado. O quadro dos v. 27 a 30 é de um exército que avança com rapidez (ver Is 10:28-33). CBASD, vol 3.
28 As suas flechas são agudas. O exército está pronto para a batalha. Suas armas estão prontas, seus cavalos foram preparados para a longa e dura jornada, e as rodas dos carros giram como um redemoinho. CBASD, vol 3.
29 O seu rugido. Isto é, o rugido de guerra. O exército se aproxima como um leão: feroz, valente, forte e determinado. A presa não escapará. Deus deu a esse exército ordens para marchar, e o propósito divino será cumprido. CBASD, vol 3.
30 Bramam. O profeta usa outra figura de linguagem, comparando a aproximação dos assírios com as águas de uma enchente que arrasa tudo diante de si e deixa desolação e ruína por onde passa (ver Is 8:7, 8). CBASD, vol 3.
Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli
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“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (v.20).
Com a finalidade de ser ouvido, o profeta entoou um cântico. Possivelmente, as palavras do Senhor seriam rejeitadas pela força da repreensão. O acúmulo de bens, a avareza, a embriaguez, a apostasia, o orgulho, o abandono da Lei e desprezo pela Palavra de Deus, havia maculado de forma vergonhosa o chamamento pelo qual Deus fez da casa de Israel “a vinha do Senhor dos Exércitos”, e dos filhos de Judá “a planta dileta do Senhor” (v.7). Como uvas amargas, intragáveis ao paladar, eles colheriam o resultado de seu afastamento de Deus. Apesar de todo o cuidado do amado Agricultor, o solo infértil do coração tornou-se em deserto e lugar de “trevas e angústia” (v.30).
O constante apelo divino através dos profetas pouco se dava a destinatário estrangeiro. Era Seu povo o alvo de Seus mais veementes esforços. Pois Israel tinha o conhecimento que os outros povos não possuíam. Com interesse e amor paterno, o Senhor não desistia de Israel enquanto houvesse uma fagulha sequer de esperança. Como um pai apela ao coração de um filho, Deus apelava para que Seu povo Lhe desse ouvidos e se arrependesse de seus maus caminhos. As ações da nação eleita não condiziam com a fé que professavam ter, causando desonra ao nome de Jeová. A forma que Isaías usou para declarar estas verdades demonstra o amor de Deus por Seu povo, mas também a dificuldade que teria em lhes falar abertamente.
A rejeição da verdade e anuência do engano tem sido um mal a ser considerado em todas as épocas. Creio que há perigo semelhante ou pior que este, identificado pelo próprio Jesus ao declarar: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” (Mt.23:37-38). A lamentação de Cristo em linguagem comovente revela as mesmas dificuldades do passado e o mesmo resultado final declarado pelo profeta Isaías: “torná-la-ei em deserto” (v.6). Uma religião de aparências pode até crescer e frutificar, mas jamais poderá “a árvore má produzir frutos bons” (Mt.7:18).
Há um apelo atual e urgente no capítulo de hoje. Se não dedicarmos tudo o que temos e somos a serviço do Senhor e finalização de Sua obra, corremos o sério risco de ouvir a dura e definitiva sentença: “Servo mau e negligente” (Mt.25:26). Não é o que fazemos ou os nossos tolos esforços que abrirão para nós as portas de pérola, mas o Santo, que “é santificado em justiça” (v.16), Aquele que pagou o nosso resgate, Ele abrirá os portais da eternidade para todos os que aceitaram a Sua graça e viveram pela fé em Seu perfeito sacrifício. Jesus, por meio do Seu Espírito, guiará no caminho do bem todos os que O amam com o coração e O adoram em espírito e em verdade.
Fazer a vontade de Deus significa alegria e liberdade para os que conhecem o seu Redentor. Não se perca em um mundo onde “ao mal chamam bem e ao bem, mal” (v.20), onde tudo é relativo e muitos “são sábios aos seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conselho” (v.21). “A Lei do Senhor é perfeita e restaura a alma” (Sl.19:7). “Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz” (Hb.4:12). Examinemos as Escrituras que testificam do nosso Salvador (Jo.5:39). Olhemos para Cristo com o sincero desejo de dEle aprender e nEle permanecer. E o Espírito Santo produzirá em nós o Seu fruto excelente (Gl.5:22-23).
Senhor, nosso Deus, necessitamos do Teu Santo Espírito para discernir a Tua vontade. São tantos os apelos do mundo no sentido de tentar nos confundir! Mas confiantes na Tua providência, pedimos que nos livres do mal e nos guies na senda do bem. Santifica-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos para serem santos!
Rosana Garcia Barros
#Isaías05 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 5 – Neste texto sagrado “o pregador tornou-se um trovador e entoou um cântico popular ao Senhor (‘meu amado’). Quem sabe, os que haviam ignorado seus sermões ouviriam suas canções. Cantou sobre seu povo (v. 7) e ressaltou como Deus havia estado com os israelitas. Deus lhes dera uma lei santa e uma terra maravilhosa, mas eles quebraram a lei, corromperam a terra com seus pecados e deixaram de produzir frutos para a glória de Deus. O Senhor fez todo o possível por eles. Agora, só lhes restava trazer juízo para uma vinha sem frutos e transformá-la em refugo”, expõe Warren Wiersbe.
Nesta música, o profeta apresenta uma metáfora da vinha que apontava ao povo de Israel como plantação de Deus. A revelação divina descreve as razões pelas quais a vinha de Deus não produziu bons frutos e como isso atraiu o juízo divino. A concepção oriunda das frutas selvagens indicam a injustiça e a maldade na vida do povo de Deus, resultantes do pecado, das consequências morais e das negligências espirituais.
Wiersbe divide a canção com os seguintes tópicos, citando os pecados que atraíram o julgamento sobre a Terra:
• Cobiça (Isaías 5:8-10).
• Embriaguez (Isaías 5:11-17).
• Indiferença (Isaías 5:18-19).
• Dissimulação (Isaías 5:20).
• Orgulho (Isaías 5:21).
• Injustiça (Isaías 5:22-25).
“Deus condena a nação santa, tratando-a como bêbada (5:10, 22), arrogante (5:13-17), amante do mal (5:20) e objetos da ira”, observa Paul House. O final do capítulo mostra que, consequentemente, o povo escolhido seria levado ao cativeiro por adversários poderosos e inescrupulosos (Isaías 5:26-30).
I Pedro 2:9 descreve os crentes do Novo Testamento como “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, PARA anunciar as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz”. Aqui também o povo de Deus do presente tem um propósito específico. A vinha plantada com a expectativa de produzir bons frutos se equipara ao chamado dos crentes para proclamar as virtudes de Deus.
Negligenciar esse propósito implica viver irresponsável e negligentemente perante Deus. Não que Deus seja cruel, mas qualquer vida sem intimidade e sem dependência divina sofre sozinha as próprias consequências.
• Frustrar a expectativa divina implica no juízo divino!
Devemos dar ouvidos ao chamado de Deus para não sermos achados em falta diante dEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí