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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/9
Isaías 9 revela que quando a vida fica difícil, uma luz brilhante de esperança e salvação brilha na escuridão do nosso desespero pessoal. Diz-nos que a presença de Deus é como uma luz que pode fazer desaparecer os nossos pensamentos mais sombrios e ajudar-nos a encontrar propósito e clareza nas nossas vidas, mesmo quando sentimos que não há mais esperança.
Pense em um momento no qual você andou na escuridão total, como em um beco escuro ou quando estava perdido em uma floresta à noite. Pode ser desorientador, desanimador e bastante assustador, mas nos nossos momentos mais sombrios, uma grande luz surgirá; é a promessa de esperança e salvação de Deus. Assim como o nascer do sol dissipa a noite, a presença de Deus pode trazer clareza e propósito aos nossos dias difíceis.
Quando a vida parecer incerta e escura, lembre-se de que Deus é a fonte da nossa luz. Sua presença brilha em nossos momentos mais sombrios, guiando-nos para a clareza e o propósito. Ao enfrentar desafios e incertezas, permita que Seu Espírito guie suas escolhas e ações. Busque a sabedoria de Deus e compartilhe esperança com as pessoas ao seu redor. Ao fazer isso, você se torna um farol de esperança, assim como a profecia de Isaías predisse o nascimento do Messias.
Victor Pryr
Life and Financial Coach na Lifeweis, Wisdom for Life,
Berrien Springs, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1984 palavras
1 A obscuridade. Nos dias de Isaías, os exércitos da Assíria impuseram miséria e escuridão (Is 9:2) para Zebulom e Naftali, duas das tribos que estavam mais ao norte de Israel. Isaías se deu conta de que isso era resultado da escuridão espiritual e, com visão profética, contemplou a “grande luz”(v. 2, 6, 7), que dissipará a escuridão dos seres humanos (Jo 1:4-9; 8:12; 9:5). As mesmas regiões que viram tanta angústia veriam uma revelação de glória e luz. A descrição é a da vinda do Messias ao mundo com a mensagem de vida e esperança. O Sol da Justiça brilhará (Ml 4:2) sobre um mundo imerso em trevas e trará salvação em Suas asas (ver DTN, 34, 35).
O caminho do mar. Na antiguidade, davam-se nomes descritivos às estradas (ver Nm 21:22; Dt 1:2; ver com. de Nm 20:17; Dt 2:27). Alguns identificam “o caminho do mar” com a famosa rota das caravanas que ia desde Damasco e das regiões além do Jordão, passava pela Galileia, até o mar Mediterrâneo (ver com. de Mc 2:14). Outros identificam “o caminho do mar” com a rota costeira que ia em direção ao norte para Tiro e Sidom.
2 Grande luz. Para o povo da Galileia, que vivia numa escuridão tão impenetrável, uma grande luz brilharia (ve Jo 1:3-9). A mente do profeta foi dirigida à vinda do Messias ao mundo. Estas palavras se cumpriram no começo do ministério de Cristo na Galileia (ver com. de Mt 4:12-16). Desde a época do cativeiro das dez tribos em 723/722 a.C., a Galileia esteve literalmente em trevas, sujeita a poderes estrangeiros e sem o ministério de um sacerdote ou profeta, até a vinda do Messias.
3 A alegria lhe aumentasse. O profeta descreve um dia mais feliz, quando o Messias terá vindo para Seu povo, trazendo paz e alegria. Eles seriam em maior número (ver Is 26:15; Ez 36:10, 11) e sua felicidade se multiplicaria.
Como se alegram na ceifa. Isto é, alegria como a dos trabalhadores na época da colheita, que para os agricultores é a mais feliz do ano. … Alegravam-se porque sabiam que Deus estava com eles (Fl 3:1; 4:4). Cristo veio para proclamar paz e felicidade (Is 61:3; Lc 2:13, 14).
4 Quebraste o jugo. Cristo quebraria o jugo do pecado e aliviaria a humanidade da opressiva carga de culpa e ansiedade que pesa tanto (Is 61:1, 2; ver com. de Lc 4:18, 19; Mt 11:28-30).
No dia dos midianitas. Durante os dias dos juízes, Israel esteve com frequência sob a dura mão de um opressor, mas era finalmente libertado por um herói nacional.
5 Toda bota. A figura é de luta e derramamento de sangue, de tumulto, agitação e morte, mas de vitória final e queima dos restos da batalha. O conflito entre Cristo e Satanás atinge o clímax na grande batalha do Armagedom, o prelúdio do reino eterno do Messias (Sl 46:6-9; 76:2, 3; Is 63:1-6; Ez 38:21, 22; 39:9; Jl 3:11, 16; Zc 9:9, 10; 14:13; Ap 16:14, 16; 19:11-19).
6 Um menino nos nasceu …. Isaías conclui a descrição da era vindoura de paz com uma notável profecia sobre o grande Príncipe da Paz. A paz jamais será alcançada neste mundo por meio de esforços humanos. na descrição do Rei vindouro, que reinará com justiça e santidade, Isaías emprega termos que não podem pertencer a nenhum governo terreno. Sem dúvida há apenas uma pessoa em todo o universo a quem se possa aplicar esta descrição: Cristo. Em nenhum outro lugar da Bíblia se encontra ideia tão excelsa, tamanha beleza de expressão, intensidade de sentimento na descrição do Salvador e Rei vindouro.
O governo. Cristo governará sobre todo o Céu e a Terra (ver Dn 2:44, 45; Mt 25:31; 28:18; Lc 1:32, 33; 1Co 15:25, cf. Sl 110:1; Fp 2:10; Ap 11:15).
Maravilhoso Conselheiro. Ver Is 11:2, 3; 25:1; 28:29. Este nome encerra a ideia de sabedoria, amabilidade e consideração, um nome que suscitaria adoração e louvor de todos os seres no Céu, na Terra e em todo o universo (ver Fp 2:9-11; Ap 5:12, 13).
Pai da Eternidade. Assim como Deus, o Pai, é eterno, Cristo também o é. Isaías o chama de pai porque Ele é o Pai de toda a humanidade de uma forma especial, como Criador do ser humano e do mundo (Jo 1:3; Ef 3:9; Cl 1:16; Hb 1:2; cf. Gn 1:26).
Príncipe da Paz. Ver Zc 9:9, 10; Ef 2:14. A paz só existe onde há justiça (Is 32:17, 18), e Jesus é o rei justo (Jr 23:5, 6; 33:15, 16), que imputa e concede Sua própria justiça ao ser humano. Ele veio ao mundo para trazer a paz (Lc 2:14; Jo 14:27; ver também Fp 4:7).
7 Seu governo. Daniel prediz que o reino de Cristo esmiuçará todos os reinos da Terra e “consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Dn 2:44; cf. Ap 11:15). O anjo Gabriel declarou que “o seu reinado não terá fim”(Lc 1:33).
O trono de Davi. Ele foi um símbolo de Cristo, e é por meio de Cristo que o trono de Davi será estabelecido para sempre (Gn 49:10; 2Sm 7:11-13; Sl89:3, 4, 29, 36; 132:11, 12; Jr 23:5; 33:17; Lc 1:32; ver com. de Dt 18:15; 1Cr 28:7; Mt 1:1).
O juízo e a justiça. Literalmente, “com justiça e com retidão”(ver Is 11:4, 5; 16:5).
O zelo. Por que o Senhor fará tudo isso? Ele é movido por zelo santo e ardente, por um espírito de amor. O seu amor não pode permanecer inativo. Quando Ele pensa no ser humano perdido em pecado, isso o impulsiona a realizar obras de graça e perdão. Não há poder maior que o amor, nada que possa mover alguém a fazer maior sacrifício ou mais vigoroso serviço.
8 Contra Jacó. Como o contexto deixa claro (v. 9-17), a mensagem apresentada em seguida é dirigida “contra Jacó”como presságio do juízo divino. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o cap. 10:4, na qual o Senhor repreende a nação de Israel. A visão do Rei que reinará em glória termina, e o profeta volta a atenção para os problemas da situação imediata. A época é a mesma que a dos capítulos anteriores, pois Rezim, da Síria, ainda está vivo (v. 11), e a mensagem deve, portanto, ter sido dada entre 735 e 732 a.C., quando Rezim morreu.
Em Israel. A mensagem de Isaías 9:8 até 10:4 é primeiramente dirigida às dez tribos rebeldes, em geral chamadas de Efraim ou Samaria (Is 9:9, 21). … Porém, num sentido mais geral, Isaías, com frequência, usa os termos Jacó e Israel para todo o povo de Deus … Após a queda final do reino do norte, ambos os termos, em geral, se referem a Judá.
9 Efraim. O Senhor tinha assegurado que os planos de Efraim e da Síria contra Judá não teriam êxito (Is 7:4-7). Eles já tinham passado alguns reveses, mas Peca, de Israel, ainda estava determinado a continuar o ataque a Judá.
Em soberba e altivez de coração. Com arrogância perversa, Peca se recusou a aceitar as advertências dadas por meio de Isaías, e decidiu seguir adiante com seus planos contra Acaz.
10 Tornaremos a edificar. Isaías se refere ao fracasso dos esforços anteriores de peca, que, nesse contexto, fazia planos para recuperar o que havia perdido (ver Is 7:1). É como se um edifício de tijolos tivesse sido demolido, mas Peca o reconstruisse de novo, desta vez com pedras. Os “sicômoros”, tendo sido cortados, (ver com. de Lc 17:6; 19:4), seriam substituídos por cedros, mais caros e duráveis (ver 1Rs 10:27). ele estava mostrando sua perversidade e rebeldia contra a vontade do Céu.
11 Os adversários. O Senhor enviaria os assírios, inimigos de Rezim, contra Israel. Em 2 Reis 15:29 está o relato das medidas de Tiglate-Pileser contra peca.
12 Os siros. Nesse momento, a Síria era aliada de Efraim contra Judá (Is 7:1, 2), mas o Senhor prometeu colocar os siros contra Israel, seu antigo inimigo. Alianças entre nações do Oriente eram efêmeras, e o aliado de hoje podia se tornar um inimigo implacável no dia seguinte. Os siros atacariam Israel desde o norte e o leste, e os filisteus viriam contra eles do sul e do oeste.
Continua ainda estendida. O Senhor tinha ferido Israel com juízos, mas Sua mão estava estendida como se fosse mandar mais juízos sobre a nação. Tiglate-Pileser III tomou grande parte de Israel, mas não o destruiu; o cerco de Salmaneser V, ainda por vir, traria o fim completo da nação.
13 Não se voltou. Deus enviou Seus juízos, não para destruir, mas para que o povo se arrependesse. Contudo, eles falharam em aceitar as mensagens de repreensão, e continuaram em iniquidade e perversidade. Por isso, outros juízos mais severos, inevitavelmente cairiam.
14 Corta de Israel. Visto que Israel não se arrependeu, o Senhor não podia fazer mais nada além de enviar mais juízos, que cortariam deles “cabeça e cauda”(ver com. do v. 13). A nação seria destruída por completo, e os juízos cairiam em especial sobre aqueles que desviaram a nação (ver v. 16).
A palma e o junco. A palma se refere aos nobres e aos governantes do país. O junco pode se referir aos que fingiam humildade (Is 58:5), ou, de acordo com Isaías 9:14 e 15, aos falsos profetas.
15 O ancião. Ver Is 3:2, 3. Príncipes, juízes, oficiais civis e militares estavam dentre os líderes mais importantes da nação. O juízo seria particularmente severo para essa classe.
Que ensina a mentira. A classe mais desprezível da nação era o grupo responsável por prover liderança espiritual, mas que conduzira o povo pelos caminhos do erro e da necessidade. Isaías não os poupou nas mensagens de repreensão (Is 28:7; 29:9, 10).
16 São enganadores. O destino de uma nação depende do conselho e do exemplo de seu líder. Israel falhou porque seus líderes desviaram o povo.
17 Não se regozija. O rolo 1QIsa do Mar Morto traz “não tem piedade”, que parece se harmonizar melhor com o contexto.
Ímpios. Quando Israel caiu, o povo estava totalmente entregue ao mal. Eles ainda professavam a religião, mas se regozijavam abertamente com a iniquidade. Todas as classes estavam envolvidas, e todos sofreriam, do jovem até o velho. Quando a iniquidade chegou a esse ponto, a justiça exigiu que caíssem os juízos.
18 Lavra como um fogo. Esta é uma descrição impressionante dos efeitos da iniquidade. O pecado mata, mas não cura. … Abrolhos e espinhos, destinados apenas para a destruição, simbolizam a iniquidade que prevalecia entre o povo (ver Is 5:6; 7:23-25; 10:17; 27:4; 32:13). Quando o país estivesse cheio de espinhos e abrolhos, de modo a asfixiar as boas árvores da floresta, então a iniquidade irromperia como fogo para consumir a si mesma. O pecado, seria punido; na verdade, traria sua própria destruição (ver Is 22:11, 12; Jr 21:14; Jl 1:19, 20; Hb 6:8). Desse modo, a terra ficaria limpa, pronta para o crescimento da nova vegetação ver 2Pe 3:10-13).
19 A terra está abrasada. Ver com. dos v. 1, 2. O profeta vê uma cena de caos e confusão. As pessoas estão confusas, e o país está coberto de trevas. Paixão e amargura, ódio e vício, injustiça e crueldade dilaceraram de tal modo o coração das pessoas e inflamaram seu espírito que todas se voltavam contra o próximo. Tal será o efeito final do mal quando “a espada de cada um se voltará contra o seu próximo” (Ez 38:21) e quando cada um “levantará a mão contra o seu próximo” (Zc 14:13).
20 A carne do seu próximo. Uma descrição vívida dos efeitos finais da cobiça e da corrupção. … Ninguém pode, ao final, ser perfeitamente feliz e próspero a menos que seu próximo também esteja feliz. Quando alguém se exalta, oprimindo seu próximo, prepara caminho para a própria destruição. Quando nações se destroem a fim de promover seus interesses egoístas, cometem a maior das tolices, pois estão se destruindo a si mesmas e ao mundo em que vivem. Assim como no passado, nações e indivíduos se destruíram mutuamente por causa de discórdia e cobiça, o mundo hoje está em processo de provocar a própria destruição.
21 Manassés ataca a Efraim. Essas duas tribos eram irmãs e tinham interesses em comum. Mas, quando Efraim se levantou contra Manassés e vice-versa, a destruição de ambas foi inevitável. E quando essas duas tribos se levantaram contra sua irmã Judá, estavam assegurando que logo viria seu próprio fim. nenhuma nação pode suportar por muito tempo tal confusão de crime, concupiscência e sangue, como foi o caso do reino do norte durante os primeiros anos de Isaías.
Continua ainda estendida. No capítulo seguinte há outra série de crimes para os quais a mão do Senhor continuou estendida para punir. Isso dá continuidade à linha de pensamento.
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.
Seleção e digitação: Jeferson Quimelli.
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“Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v.6).
A escuridão provocada pelas escolhas erradas do povo de Deus não duraria para sempre. Em meio às trevas morais deste mundo, surgiria uma “grande luz” (v.2). De diversas formas, Israel havia testemunhado o governo de líderes, juízes e reis que não conseguiram dissipar a corrupção e nem estabelecer de uma vez por todas um reino de paz. A “borracha” humana jamais poderá apagar a sujeira que o pecado faz. Por mais que alguns líderes tenham obtido êxito, não o conseguiram por mérito próprio, mas mediante o poder de Deus. A tão almejada promessa de um Salvador foi deturpada pelo anseio de conquistas terrenas, a tal ponto que a “grande luz” (v.2) veio “e os Seus não O receberam” (Jo.1:11).
Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de seu próprio destino, fazendo da dádiva da vida um amontoado de derrotas. Vez após outra, as estratégias humanas têm falhado e à cada nova tentativa, só encontramos frustração e desespero. O que mais tem destruído pessoas não são fenômenos da natureza, ou acidentes, ou doenças. O que mais destrói pessoas são pessoas! A realidade é que somos nossos próprios algozes, “ninguém poupa a seu irmão” (v.19) e “cada um come a carne do seu próximo” (v.20).
A impiedade humana nos torna a pior espécie viva que habita nesta terra, “porque a maldade lavra como um fogo” (v.18), destruindo tudo o que vê pela frente. E esta seria a causa de nossa própria destruição, não fosse por Alguém. Alguém que trocou o louvor dos anjos pelo desprezo humano. Que deixou um trono glorioso para nascer como “um menino” em uma manjedoura. Que não hesitou em despir-Se das vestes divinas e vestir-se de humanidade. “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25).
Só por Jesus conseguimos ascender ao trono da graça divina e, pela fé, tocar nas vestes que curam. Somente no Maravilhoso Conselheiro encontramos as respostas certas e verdadeiras. Apenas no Deus Forte podemos encontrar a perfeita segurança. É só no Pai da Eternidade que temos a esperança de viver “desde agora e para sempre” (v.7). Exclusivamente o Príncipe da Paz oferece a “paz sem fim” (v.7). Cristo é o caminho. Cristo é a verdade. Cristo é a vida. (Jo.14:6).
Apesar da terrível situação na qual nos encontramos hoje, “para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade” (v.1). À semelhança do cumprimento da primeira promessa de Sua vinda (v.6), Jesus virá segunda vez. Ele voltará para destruir, de uma vez por todas, “o salário do pecado” (Rm.6:23). Mas Ele não virá mais como um “homem de dores” (Is.53:3), e sim como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16). Todos os que andaram “em soberba e altivez de coração” (v.9) terão de enfrentar “a ira do Senhor dos Exércitos” (v.19), “porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices” (v.17). Porém, aqueles que perseverarem até o fim, serão salvos (Mt.24:13). “O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto” (v.7).
Permita que Jesus governe o teu coração e, certamente, você fará parte do Seu Reino de paz sem fim!
Maravilhoso Conselheiro, dá-nos Tua sabedoria! Deus Forte, esconde-nos em Teus braços! Pai da Eternidade, queremos habitar Contigo para sempre! Salva-nos, Senhor! Príncipe da Paz, concede-nos paz e serenidade em meio ao caos destes últimos dias! Em Teu nome clamamos, Jesus! Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, herdeiros do Reino de paz eterna!
Rosana Garcia Barros
#Isaías09 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 9 – Na análise do capítulo 10 focaremos o poema que inicia em Isaías 9:8, o qual trata do alerta da gigantesca calamidade enviada por Deus, que foi desprezada pelo Seu povo. Como o poema contêm quatro estrofes interligadas culminando no capítulo seguinte, focaremos apenas os 7 primeiros versículos de Isaías 9.
Isaías 9:1-7 contêm uma estrutura progressiva, a qual constrói uma narrativa ou argumentação de forma gradativa. Observa-se uma progressão temática ou emocional no texto que leva a um clímax ou conclusão espetacular. Considere:
• Descrição inicial de densa escuridão para os aflitos e promessa de luz e restauração – versos 1-2.
• Descrição da transformação da aflição em alegria devido à libertação do jugo da opressão – versos 3-4.
• Descrição da profecia das qualidades e características extraordinárias do Messias que viria – versos 5-6.
• Descrição de paz infinita sob um reino perfeito e eterno fundamentado na justiça divina – verso 7.
Toda esperança de transformação e redenção está baseada na pessoa e obra do Messias. O livramento prometido aconteceria unicamente por intermédio do Messias, que assumiria a monarquia davídica. A premissa “porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado” conecta a previsão messiânica à predição do nascimento do Emanuel (Isaías 7:14); indicando assim que o Emanuel/Maher-Shalal-Hash-Baz profetizava a vinda do Salvador divino. De forma emblemática, o filho do profeta Isaías apontava para a presença divina; porém, Jesus seria o verdadeiro “Deus conosco” (Isaías 8:10; Mateus 1:23), que traria grande luz a um mundo em densas trevas (Isaías 8:22-9:2; Mateus 4:13-17; João 1:1-5).
“O Filho de Deus é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata de Seu ser”, diz Paulo em Hebreus 1:3. Quatro títulos reais do Messias revelados pelo profeta Isaías apresentam o Libertador como um guerreiro poderoso, com capacidade suficiente para estabelecer a paz num mundo em conflito.
Os quatro títulos são mencionados em dupla (Isaías 9:6). Note…
• Maravilhoso Conselheiro: Retrata Jesus como o estrategista militar extraordinário.
• Deus Forte: Revela energia para guerrear de forma sobre-humana contra inimigos poderosos.
• Pai da Eternidade: Indica um Guerreiro bondoso para com Seu povo.
• Príncipe da Paz: Aponta para o reino de justiça e prosperidade do Messias.
Jesus é o arquiteto das vitórias universais garantindo segurança a Seu povo que submete às Suas sábias orientações! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: ISAÍAS 8 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/8
Escolhemos chamar nosso primeiro filho de André em homenagem ao discípulo que disse a seu irmão onde encontrar Jesus, o Messias (João 1:40-42). Chamamos nossa filha mais velha de Susanna em homenagem a uma das “muitas” que ajudaram a fornecer comida para Jesus e Seus discípulos (Lucas 8:3). Chamamos nossa terceira filha de Rebekah Joy. Joy (alegria), porque ela foi uma agradável surpresa para nós com quase 40 anos. Rebeca, porque sempre consideramos nosso próprio casamento um milagre, tanto quanto encontrar Rebeca foi uma resposta à oração do servo de Abraão (Gênesis 24).
O pai de Isaías chamava-se Amoz (Is. 1:1, 2 Reis.19: 2). Não sabemos o nome da mãe de Isaías. No entanto, podemos ter certeza de que seus pais hebreus estavam bem cientes do significado do seu nome, “Yahweh salva”. Tudo o que sabemos sobre a esposa de Isaías é que ela é chamada de “profetisa” (v. 2). O nome de seu primeiro filho foi Sear-Jasube (7:3), que significa “um remanescente retornará”. O nome de seu segundo filho foi Maher-shalal-hash-baz (8:1), significando que os Assírios viriam e saqueariam a Israel e a Síria por se oporem a eles (v. 4).
Oração: “Ajuda-nos a obedecer-Te e a encontrar em Ti a nossa confiança e a nossa força, para que sejamos dignos de ser chamados pelo Teu nome. Amém.”
Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral
Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/8
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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2503 palavras
1 Também. … o cap. 8 deve ser considerado uma sequência do 7 e, portanto, uma explicação, ou esclarecimento dele. … O tempo da profecia é aproximadamente o mesmo que o do capítulo anterior, no final de 735 ou início de 734 a.C.
Ardósia. Do heb. gillayon, “tablete”.
Maeer-Salal-Baz (AA). Literalmente, “rápido-despojo-presa-segura”. Este nome, registrado num tablete, tinha o propósito de indicar a iminência da invasão assíria predita em Isaías 7:17 a 25. Por cerca de um ano antes do nascimento da criança, esse nome foi testemunha muda da mensagem simbólica para os habitantes de Jerusalém, dando-lhes ampla oportunidade de considerar seu significado.
2 Testemunhas. Para atestarem a autenticidade e, desse modo, enfatizar a importância do documento.
3 Profetisa. E esposa de Isaías também devia ter o dom profético e o auxiliava em seu ministério. As mulheres que exerciam esse dom eram chamadas de “profetisas” (Jz 4:4; 2Rs 22:14; 2Cr 34:22; Lc 2:36).
4 Meu pai. Com a idade de um ano, uma criança em geral sabe dizer “papá” e “mamá”. Antes que a criança tivesse dois anos, os assírios devastariam Israel e Síria. Essa profecia se cumpriu em 732 a.C., quando Peca e Rezim perderam seus tronos, e, mais tarde, a vida (Is 7:16; cf. 2Rs 15:30; 16:9). … Israel e Síria caíram nas mãos da Assíria. Judá foi poupado por um tempo. … De acordo com 2 Reis 15:29 e 30, nos dias de Peca, Tiglate-Pileser tomou “a Gileade e à Galileia, a toda a terra de Naftali, e levou os seus habitantes para a Assíria”, e Oseias matou Peca e tomou seu trono. E, de acordo com 2 Reis 16:7 a 9, quando Acaz pediu a ajuda da Assíria, Tiglate-Pileser tomou Damasco, levou cativo seu povo e matou Rezim. Em vez de confiar na ajuda divina, Acaz pediu a Tiglate-Pileser para salvá-lo das mãos dos reis de Israel e da Síria (2Rs 16:7). Mas, ao fazer isso, Acaz abriu as portas para a destruição de Judá. O cronista declara que, por causa de Acaz, o Senhor humilhou a Judá e, embora Tiglate-Pileser tenha atendido, ele “o pôs em aperto, em vez de fortalecê-lo”(2Cr 28:19, 20).
8 Águas de Siloé. Este aqueduto fluía da fonte de Giom, numa caverna na colina oriental de Jerusalém, cujas águas formavam um riacho que enchia o antigo Tanque de Siloé. … Essas águas calmas de Siloé representavam a mensagem de segurança contra a Assíria, implícita no nome Emanuel, “Deus conosco”. Recusar as águas calmas de Siloé era o mesmo que recusar o conselho de Deus. Ao buscar ajuda da Assíria, Acaz atraiu sobre Judá “as águas do Eufrates, fortes e impetuosas”, pois “o rio”, “o rei da Assíria”, transbordaria “por todas as suas ribanceiras”e inundaria “a largura da tua terra [Judá]”(v. 7, 8).
7 As águas do Eufrates. Aqui, o rio Eufrates simboliza a Assíria (ver com. de Js 24:2; cf. Jr 47:2). … Os assírios com frequência se referiam a seus exércitos como uma inundação que destruía nações.
8 Penetrarão em Judá. Por causa de sua desobediência e descrença, a terra de Judá não permaneceria totalmente livre do ataque da Assíria. Israel pereceria por completo, mas Judá não seria vencido inteiramente. Pequena a princípio, a inundação cresceria em tamanho até “ao pescoço”de Judá (ver Is 30:28). A história registra que, ao final, toda a terra de Judá, com exceção da cidade de Jerusalém, caiu temporariamente nas mãos da Assíria (ver com. de 2Rs 18:13).
Emanuel. A menção do nome Emanuel é um lembrete de que Israel podia ter tido Deus com eles. Israel, porém, perdeu por completo a presença divina, e o mesmo quase aconteceu com Judá. Muitos dos líderes do povo de Judá tinham abandonado ao Senhor, e como resultado Sua presença não poderia estar com eles.
9 Ó povos. Ou, “ó nações”. Isaías fala às nações pagãs que pensariam em “tomar conselho” (cf. v. 10, ARC) contra Deus e as adverte que “Deus está conosco”. Na forma poética do v. 9, “ó povos” forma um paralelismo com “de países longínquos”.
10 Forjai projetos. Deus é capaz de reduzir a nada todos os planos dos ímpios para frustrar Seu propósito. Ele fez isso nos dias de Acaz.
Deus é conosco. Do heb ‘Imannu ‘El, as mesmas pessoas transliteradas no v. 8 como Emanuel. Os v. 9 e 10 apresentam o significado da mensagem, centrada em Emanuel, que Deus estava tentando imprimir no coração do povo. No fim, os planos dos assírios não prevaleceriam contra o povo de Deus porque Ele estava “com”eles (ver Is 10:5-12). Isaías pregou fervorosamente esta mensagem ao povo de Judá e, sem dúvida, muitos aprenderam a confiar em Deus. O rei Ezequias, filho de Acaz, foi um deles. Quando Senaqueribe atacou Judá, Ezequias encorajou o povo com as inspiradoras palavras: “Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele; porque Um há conosco maior do que está. Com ele está o braço da carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (2Cr 32:7, 8). Por ele ter confiado, o Senhor esteve com Ezequias e, ao final, 185 mil do exército de Senaqueribe foram mortos numa só noite pelo anjo do Senhor (2Rs 19:35).
10 [o Senhor me disse … que não andasse] pelo caminho deste povo. Isaías não devia ceder à tendência popular de se distanciar de Deus.
Conjuração. Do heb. qesher, “conspiração”, como é traduzida a palavra em mais da metade dos casos (2Sm 15:12; 2Rs 15:15, 30; Ez 22:25; etc.). … Síria e Israel tinham conspirado ou estavam “confederados” contra Judá (Is 7:2, 5, 6), e Acaz, por sua vez, tinha feito aliança com a Assíria contra Israel e Síria (2Rs 16:7-9). Acaz e o povo de Judá temiam a confederação sírio-israelita, ou confederação, e tinham se unido aos pagãos numa tentativa de se contrapor à mesma. Acaz foi repreendido pelo Senhor porque confiou na ajuda dos pagãos em vez de no auxílio divino. Aliar-se com idólatras foi uma ofensa ao Deus dos céus por parte de Seus povo. Deus queria que o povo se mantivesse independente, separado do mundo. Deve-se tomar conselho com Deus e encontrar força nEle. Apenas assim se pode ter a presença do Senhor para concluir Sua obra no mundo. Se o povo de Deus faz alianças com os que não O temem, a política dos homens inevitavelmente pisa os princípios do Céu, e a obra do Senhor sofre. Nossa força não está na associação íntima com o mundo, mas na cuidadosa separação dele.
13 Ao SENHOR dos exércitos, a Ele santificai. Ou, “considerai santo o Senhor dos Exércitos”. Isaías teve uma visão da santidade de Deus (Is 6:1-4), e nesse momento chamava o povo de Judá a reconhecer a santidade do Senhor. A menos que o povo tivesse uma visão da infinita santidade de Deus, jamais poderia alcançar santidade.
Seja Ele o vosso espanto. Ver com. de Dt 4:10; 6:2. Um povo que temesse a Deus não precisaria temer o homem. Acaz estava com medo de Peca e Rezim porque recusou temer ao Senhor. Contudo, o temor de Deus é bem diferente do temor do homem. Temer o Senhor não significa ter medo dEle, mas mostrar-Lhe respeito, confiar nEle e amá-Lo, vir à Sua presença com alegria.
14 Ele vos será santuário. Do heb. miqdash, “lugar sagrado”, “santuário”. Aqueles que temiam ao Senhor (ver com. do v. 13) encontrariam um refúgio do perigo (ver com de Sl 91:1). Isaías tentou desviar o povo de coisas terrenas e aproximá-lo de Deus. Cristo foi o verdadeiro “santuário”de Israel.
Pedra de tropeço. Para os que não conheciam a Cristo, Ele era uma pedra de tropeço e ofensa. Ele estava constantemente no caminho deles, impedindo-os de levar adiante seus planos e cumprir seus desígnios ímpios.
Às duas casas de Israel. Esta frase torna evidente que Isaías se dirige não apenas a Judá, mas também a Israel. Tanto Israel quanto Judá se voltaram contra o Senhor e Sua lei, e encontraram nEle ofensa em vez de o santuário de vida e esperança que Ele prometeu ser.
Laço e armadilha. Se os ímpios pudessem andar sem restrições em seus maus caminhos, logo destruiriam a si mesmos e aos habitantes da Terra. Somente cortando as atividades dos ímpios e colocando algumas restrições sobre eles além das quais não se pode seguir, é que a continuidade da vida é possível na Terra. Todo servo de Deus pode agradecer o fato de Deus ser como laço e armadilha para os ímpios, pois de outro modo não haveria paz, alegria, liberdade ou esperança para os habitantes da Terra.
15 Tropeçarão e cairão. O Senhor está se referindo primeiramente ao povo do tempo de Isaías. Contudo, em todas as eras, os que se rebelam contra Deus e Sua lei também “tropeçarão e cairão”, ao recusarem as advertências da Palavra de Deus. Os que, por falta de discernimento espiritual, não entendem as mensagens da Palavra de Deus, com frequência fazem com que essas mensagens se tornem em tropeço para quem está sob sua influência. Ninguém será enganado se tiver percepção espiritual e amor pela verdade.
16 Resguarda o testemunho. Esta era a tarefa de Isaías. Estas palavras se referem ao antigo costume de atar um documento e selá-lo. … Essa era a forma de confirmar a autenticidade do conteúdo do documento e mantê-lo intacto. Assim deve ser com as palavras de Deus e Sua lei. Isaías tinha dado uma mensagem vital ao povo, a mensagem divina de vida para a nação. Essa mensagem devia ser preservada com diligência. Deus tinha dado a Israel Sua santa lei, e obediência a ela significava vida a toda a humanidade. Era vital que a lei fosse guardada intacta ao longo das eras, que sequer um i ou til fosse mudado ou invalidado por algum motivo (ver com. de Mt 5:17, 18).
17 Esperarei. Isaías é quem fala. Esta é sua resposta pessoal à mensagem de Deus nos v. 12 a 16. Não importa o que os outros fizessem, o profeta afirma seu propósito de obedecer a Deus e encontra nEle confiança e força.
Esconde o Seu rosto. Deus jamais esconde o rosto de forma arbitrária de qualquer nação ou pessoa. No entanto, quando o ser humano Lhe dá as costas, Ele esconde Seu rosto dele (ver Is 59:1, 2). Deus não falará para sempre a quem não quer ouvir. Foi por Israel se recusar a ouvir a Palavra do Senhor e a obedecer à Sua lei que Ele escondeu deles a face. A experiência da nação como um todo é similar à de Saul quando o Senhor já não o ouvia (1Sm 28:6).
A Ele aguardarei. Não importa qual seja a experiência dos outros, Isaías buscaria a Deus, ouviria Suas palavras e andaria nos Seus caminhos (ver Js 24:15).
18 Eis-me aqui, e os filhos. Conforme indica por seus nomes (ver com. de Is 7:14). Isaías e seus filhos tinham sido ordenados por Deus a serem sinais ao povo de Judá. Por meio deles, Deus proclamou uma mensagem vital ao povo. O nome “Isaías” significa “o Senhor salvará”. De fato, o nome de Isaías é o tema do livro que leva seu nome… Com relação às circunstâncias imediatas, isso significava salvação do poder de Israel, da Síria e da Assíria. O nome do primogênito de Isaías, Sear-Jasube, significa “[Um]-Resto-Volverá”, e essa criança com seu nome significava para o povo que um remanescente seria salvo. Deus não iria destruir Judá por completo dessa vez, como planejou fazer com Israel. O nome do segundo filho de Isaías, Maer-Salal-Hás-Baz, significa “Rápido-Despojo-Presa-Segura”. Esse filho era um lembrete constante de que o juízo se aproximava rapidamente e que logo cairia sobre os que rejeitassem a graça de Deus. Para os que eram fiéis e verdadeiros a Ele, a criança Emanuel era a certeza da contínua companhia de Deus.
19 Quando vos disserem. Isaías condena as fontes de conselho nas quais Acaz e muitos em Judá confiavam.
Necromantes. Ver com. de Lv 19:31; Dt 18:11. Por meio de suas iniquidade, os filhos de Israel haviam se separado de Deus, assim como fez Saul, até que o Senhor já não lhes respondia (ver com. de 1Sm 28:6). E, como Saul, o povo buscava demônios para ter direção e ajuda. O espiritualismo prevalecia, como hoje, e o povo buscava a direção dos espíritos.
Murmuram. Do heb tsafaf, “sussurrar”, “chilrear”(ver com. de Lv 19:31). O médium sussurrava. Nestas palavras se nota um tom de ridicularização e desprezo. Os emissários do diabo com frequência empregavam os meios mais sem sentido e degradantes para fazer contato com os espíritos. Ao consultar os espíritos de demônios, as pessoas se tornam como eles em caráter e ações. Satanás exerce influência praticamente ilimitada sobre aqueles que abandonam a “lei”e o “testemunho”(Is 8:20) e preferem ouvir mensagens mais agradáveis dos espíritos maus.
Não consultará o povo ao Seu Deus? Em vez de procurar os médiuns para conselho. Foi o auge da tolice o fato de Israel abandonar a Deus, o autor da vida, e se entregar ao autor da miséria e da morte.
A favor dos vivos se consultarão os mortos? Visto que “os mortos não sabem coisa nenhuma” (Ec 9:5), é óbvio que não podem ser consultados e que qualquer intento de fazê-lo é engano. Não há maior insensatez do que abandonar o Deus vivo e se colocar sob a influência do autor da morte. Aqueles que recusam a verdade porque ela não lhes agrada ficam indefesos contra as mentiras do diabo (ver 2Ts 2:10, 11).
20 À lei. Do heb. torah, indicando toda a vontade revelada de Deus. Este é o termo bíblico comum para os escritos inspirados, em especial os de Moisés (ver com. de Nm 19:14; Dt 4:44; 30:10; 31:9; Pv 3:1; ver vol. 1 [CBASD], p. 13, 14). Isaías desvia a atenção do povo das palavras e sabedoria de homens e de demônios para a sabedoria revelada de Deus. Os profetas de Deus eram suas testemunhas, ou porta-vozes, e o “testemunho”que davam era a mensagem divina de sabedoria e vida. Isaías dirige o ser humano à Palavra de Deus como o padrão da verdade e o guia para o viver correto. Deus se revelou na Sua Palavra. O que quer que alguém diga que não esteja em harmonia com essa Palavra não tem luz em si mesmo (ver com. de Is 50:10, 11).
21 Duramente oprimidos e famintos. Isaías se refere àqueles que rejeitaram Deus e a luz de Sua Palavra, em particular aos que rejeitaram a mensagem profética de Isaías 7 e 8. Todos eles caminhavam pela escuridão, em perplexidade e angústia, ansiando por algo que não sabiam o quê, procurando algo que jamais poderiam encontrar, estando longe de Deus. Em trevas e inquietação, sem luz e sem esperança, irritados por sua situação, culpam os líderes humanos pelo que passam, amaldiçoam a Deus porque colherão os resultados da desobediência. O profeta descreve bem a experiência dos rebeldes de todas as eras. Em Isaías 9:1 a 8, sua visão inspirada contempla brevemente o futuro, o tempo do primeiro advento de Cristo, a luz que dissiparia a escuridão do ser humano com os brilhantes raios do Sol da Justiça (Ml 4:2; ver com. de Mt 1:23).
22 Olharão. Estas pessoas olham para o céu, mas sem perceber Deus ou a luz. Então olham para a terra e encontram apenas angústia de alma e perplexidade. Sem Deus, o mundo é um enigmático labirinto de incerteza e angústia. O Messias, pelo qual o profeta anseia (Is 9:1-7), é a única luz e a esperança de um futuro melhor.
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.
Seleção e digitação: Jeferson Quimelli.
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“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (v.20).
Quanto mais avanço em minha jornada cristã, tanto mais percebo a minha indignidade. Minha natureza pecaminosa me acusa e mais aumenta a minha certeza de que não seria nada não fosse Jesus. A promessa de que “Deus é conosco” (v.10) em nossa caminhada é a nossa única salvaguarda. O reino de Judá havia rejeitado o cuidado divino do Príncipe “Emanuel” (v.8) e o medo derretia seus corações (v.6) diante da expectativa de uma violenta investida. O segundo filho de Isaías, semelhante ao primogênito, também era um anúncio vivo do que aconteceria com o povo como resultado de sua rebeldia (v.3).
Isaías foi fortemente advertido pelo Senhor (v.11) a depositar a sua esperança tão somente nEle, não se associando com o povo e nem compartilhando de seu medo (v.12). Deus lhe seria santuário, enquanto às duas casas de Israel seria “pedra de tropeço” (v.14). A escolha feita em temer a Deus ou temer a homens define o nosso futuro eterno, habilitando-nos para a salvação ou para perdição. Diante de nós há dois caminhos, e ambos envolvem condições. Deus requer de nós obediência à Sua Palavra, por preceito e por exemplo: “sela a lei no coração dos Meus discípulos” (v.16). Por sua vez, uma vida contrária à vontade divina também requer algo: desobediência à lei de Deus.
As práticas da necromancia, adivinhação e mediunidade são abominações ao Senhor (v.19) e o povo havia se corrompido com essas “densas trevas” (v.22). Trocavam o “assim diz o Senhor” por agouros de homens, sendo levados à “escuridão e sombras de ansiedade” (v.22). Algo que tem se repetido em nossos dias, através da mídia que, por sinal, é uma palavrinha cuja raiz está relacionada à palavra em latim “medium”. Interessante, não?
Muitos cristãos manifestam horror às práticas ocultas, mas levam para dentro de suas casas as mesmas práticas através de filmes, séries, novelas e jogos. Não há lugar para tais abominações no coração que sob o selo da aliança eterna é guardado por Emanuel. Todo aquele que espera no Senhor (v.17), e comparece com sua família ao santuário (v.14) todos os dias, muito em breve terá a grande alegria em dizer-Lhe: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (v.18). Que esta seja a minha e a sua esperança!
Diante da proximidade de avistarmos “a alva” (v.20), precisamos erguer a bandeira da verdade sem temer a reação de homens. “Quando vos disserem” (v.19) que não precisam mais obedecer aos mandamentos do Senhor, não se deixem enganar! “Acaso, não consultará o povo ao seu Deus?” (v.19). Continue estudando as Escrituras e o Espírito Santo continuará lhe guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13).
Querido e Santo Deus, se ainda estamos ouvindo e contemplando algum tipo de abominação, que o Teu Espírito nos mostre e nos dê a força para abandonarmos tudo aquilo que não Te agrada. Nós Te amamos, Senhor, por isso queremos Te servir! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, discípulos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías08 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 8 – A Bíblia do Discípulo esboça os primeiros capítulos de Isaías em dois pontos:
a. Mensagens sobre Jerusalém e Judá (Isaías 1:1-5:30).
b. O livro de Emanuel (Isaías 6:1-12:6).
Deste modo, Isaías 8 continua desenvolvendo o tema do capítulo anterior. “Isaías casou-se com a virgem, e os documentos legais foram devidamente atestados e selados. Até anunciou que seu primeiro filho seria um menino chamado Maer-Salal-Hás-Baz, que significa ‘Rápido-Despojo-Presa-Segura’. Tendo em vista que os filhos de Isaías eram sinais para o povo (Is. 8:18), esse nome era significativo. Referia-se ao julgamento futuro, quando a Assíria conquistaria a Síria e invadiria Israel e Judá, e quando a Babilônia levaria Judá para o cativeiro. Uma criança começa a formar frases com sentido perto dos dois anos de idade. Em 732 a.C., dois anos depois que nasceu o filho de Isaías, tanto Peca quanto Rezim morreram (Is 7:1), a Assíria conquistou a Síria e começou a invadir Israel (2 Rs 15:29), e seu exército ‘segurou sua presa e foi rápido no despojo’”, observa Warren Wiersbe.
• Deus usa diversas estratégias didáticas para alcançar os pecadores em meio às trevas do mal e da incredulidade (Isaías 8:1-10).
• Apesar disso, os pecadores quando tomados pelo desespero, procuram auxílio, solução e esperança em fontes questionáveis, impróprias. Mesmo diante a rejeição de Sua Palavra, Deus intenta alertar os rebeldes do perigo e oferece-os a oportunidade de arrepender-se (Isaías 8:11-19).
• A mensagem é universal: A Palavra de Deus é a luz segura em meio à escuridão da imoralidade (Isaías 8:20-22).
“Em seus momentos de crise, em vez de buscar sabedoria em Deus, o povo consultou demônios (Isaías 8:19; Deuteronômio 18:10-12), o que só fez aumentar sua escuridão moral e espiritual. O crescimento do ocultismo em nossos dias é prova de que as pessoas estão rejeitando deliberadamente a Palavra de Deus e voltando-se para as mentiras de Satanás. ‘Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva’. Os líderes de Judá esperavam ansiosamente pelo raiar de um novo dia, mas viram somente uma escuridão cada vez mais profunda. A Palavra de Deus é nossa única luz confiável em meio às trevas deste mundo (Salmo 119:105; 2 Pedro 1:19-21)” (Wiersbe).
Devemos confiar na Palavra de Deus. Para isso, precisamos conhecê-la cada dia mais! Reavivemo-nos! Heber Toth Armí
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Texto bíblico: ISAÍAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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