Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 5 by Luís Uehara
15 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/5

Parece que o povo de Deus se voltou para outros deuses e, embora isso possa significar os deuses das nações vizinhas, o Deus da ganância é o principal. O povo de Israel está disposto a tributar os pobres para construir enormes mansões. Estão dispostos a oprimir os inocentes, chegando ao ponto de aceitar subornos, mesmo que isso signifique injustiça para os pobres.

Deus lembra a Israel que Ele odeia o mal e ama quando o bem e a justiça prevalecem. Ele odeia festivais religiosos e até mesmo pessoas que cantam louvores a Ele quando os que cantam são injustos em suas relações uns com os outros e especialmente com os oprimidos. Por causa disso, Ele vai mandá-los para o exílio além de Damasco, que, é, segundo a história, a Babilônia e a Assíria.

Quando leio Amós 5, lembro-me de quantas vezes, mesmo agora, o povo de Deus realiza movimentos e rituais, pregando sermões sobre justiça e santificação. O que falta, no entanto, é compaixão pelos marginalizados. A linguagem e o tema de Amós são mencionados por Jesus em Mateus 25. No final, aqueles que tratam “o menor destes” injustamente irão para onde há choro e ranger de dentes, enquanto aqueles que são compassivos “entrarão na alegria do Senhor!”

Mark Etchell
Pastor, IASD de Banning e Crestline , Califórnia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/5
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



AMÓS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2024, 0:50
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337 palavras

2 A Virgem. Este termo é aplicado a Israel, apesar de sua infidelidade a Deus, provavelmente porque a nação foi cuidada com carinho e protegida de seus inimigos por Deus (ver Is 23:12; Jr 14:17; cf Is 47:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1071.

Mil. Tão grave seria o castigo de Deus sobre Israel que apenas um décimo dos habitantes de uma cidade [e das pequenas cidades e vilas] seria deixado. CBASD, vol. 4, p. 1071.

Casa de José. José era o pai de Efraim, a tribo mais importante do reino do norte … ; portanto, a expressão “casa de José” é equivalente a Israel. CBASD, vol. 4, p. 1071.

Alosna. Uma planta do gênero Artemisia, com sabor amargo (ver Dt 29:18; Pv 5:4). Tão grande era a corrupção moral de Israel que a justiça se convertera na mais amarga injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1071.

10 Na porta. Nas cidades orientais, o portão era o lugar de reuniões públicas, para negócios, administração de justiça e para se ouvir e contar notícias (ver com. de Gn 19:1; Js 8:29). A área do portão principal de Samaria era grande (ver 1Rs 22:10; 2Rs 7:1; 2Cr 18:9). CBASD, vol. 4, p. 1072.

18 Ai de vós … !  O profeta adverte contra os que confiam na relação do concerto de Israel com Deus e pensam que o formalismo religioso será aceitável. CBASD, vol. 4, p. 1072.

21 Aborreço. Fidelidade somente às formas exteriores da religião não alcançaria o favor divino na hora do julgamento. A adoração não pode ser avaliada apenas pela ordem e a beleza da forma exterior, assim como o valor dietético de uma fruta não pode ser determinado apenas pelo seu tamanho e cor. CBASD, vol. 4, p. 1073.

23 Estrépito dos teus cânticos. A adoração superficial e sem sinceridade fazia dos salmos e hinos um som ofensivo e cansativo aos ouvidos de Deus (ver Ez 26:13). CBASD, vol. 4, p. 1073.

24 Como as águas. Ou seja, o curso de água alimentado por uma corrente perene em vez de sazonal (ver com. de 1Sm 17:3). Esta bela figura de linguagem apresenta a Israel o desejo de Deus (ver com. de Jr 5:15) que permanece ainda hoje. CBASD, vol. 4, p. 1073.



AMÓS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de junho de 2024, 0:45
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Recusando-se em dar ouvidos ao Senhor e se converter dos seus maus caminhos, Israel colheria os resultados de sua insensatez. Sua condição foi revelada em uma lamentação que indicava a misericórdia divina ainda sendo manifestada, mesmo que apenas para conservar um décimo da nação (v.3). “Buscai ao Senhor e vivei” (v.6), era o apelo comovente que irrompia dos lábios do profeta. Seu ministério, contudo, não consistia em minimizar os juízos de Deus, mas declará-los com a clareza e a verdade necessárias; palavras que foram recebidas com rejeição: “Aborreceis na porta ao que vos repreende e abominais o que fala sinceramente” (v.10).

Este capítulo apresenta um Israel religioso, exímio cerimonialista e músico excepcional. No entanto, quanto à sua religião, Deus disse: “Aborreço” (v.21). Quanto às cerimônias: “nem atentarei” (v.22). E quanto aos louvores: “Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos” (v.23). Além de ter proferido um “Ai” que pode deixar bem confuso quem não compreende o contexto: “Ai de vós que desejais o Dia do Senhor!” (v.18).

Era um povo que sonhava com a vinda do Messias. Confiantes na promessa de um Salvador que descenderia da raiz de Davi, ostentava ser o povo da aliança, esquecendo-se, porém, do Deus da aliança. Os pobres e necessitados eram rejeitados e o tratamento de uns para com os outros era medido conforme o poder aquisitivo. Não havia amor genuíno, mas um jogo de interesses que fazia de Israel um povo com a mensagem certa, mas com as atitudes erradas.

Imagine que você vivesse no tempo da segunda guerra mundial e, buscando algum conforto, entrasse em uma igreja e se deparasse com Hitler pregando sobre o amor de Deus. Você conseguiria dar ouvidos a tal sermão? Creio que não. E o porquê desta resposta é um tanto lógica: porque as suas palavras não seriam fiéis ao que ele realmente praticava. É fácil ser um bom crente de igreja, difícil é ser a igreja do único que é Bom (Mt.19:17). Tudo isso foi resumido por Tiago numa única sentença: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22). Ele ainda fez referência à prática dos mandamentos (Tg.1:25) e ao perigo que existe em não refrear a língua (Tg.1:26). E terminou explicando o que é, aos olhos de Deus, a verdadeira religião: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg.1:27).

Jesus está prestes a vir buscar as dízimas da terra, aqueles que buscam viver o evangelho que pregam. O Senhor não dirá a Seus justos: “Vinde benditos de Meu Pai, porque vocês construíram suntuosas igrejas, vestiram-se com decência e bom gosto, prepararam os melhores programas e cantaram como ninguém”. Mas Ele dirá: “Vinde benditos de Meu Pai […] Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e fostes ver-Me” (Mt.25:34-36).

Precisamos parar de edificar “casas de pedras lavradas” (v.11) em um tempo que requer de nós a renúncia do eu em favor do próximo. E clamar ao Espírito Santo que nos conceda a prudência tão necessária nesses dias finais. Pois “o que for prudente guardará, então, silêncio, porque é tempo mau” (v.13). “Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei na porta o juízo” (v.15). Do contrário, “para que desejais vós o Dia do Senhor?” (v.18).

Amados, o reavivamento tão necessário não se trata de um culto prolongado em manifestações emocionais, porque esse uma hora acaba. O verdadeiro reavivamento consiste na entrega de nossa vida aos cuidados do Espírito Santo e o resultado consiste no Seu fruto em nós (Gl.5:22-23). Que possamos buscar no Senhor o genuíno reavivamento. Então, poderemos unir nosso clamor ao do discípulo amado: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).

Deus dos Exércitos, não queremos desejar o Teu Dia e pedir que ele venha sem discernimento. Reaviva-nos pelo poder do Teu Espírito! Que a Tua Palavra continue iluminando o nosso caminho e fortalecendo a nossa fé, para que possamos viver em verdade uma religião pura e sem mácula. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#Amós5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2024, 0:40
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AMÓS 5 – A mensagem de Amós foi direcionada principalmente contra injustiças e hipocrisias de Israel, que mantinha rituais religiosos externos enquanto ignorava os princípios de justiça e retidão.

A mensagem de Amós é direcionada a um povo que, embora estivesse prosperando economicamente, estava moralmente e espiritualmente em decadência. Observe estes tópicos:

• Lamento, comparando a Casa de Israel a uma virgem caída, sem forças para se levantar, apontando para a inevitabilidade do juízo devido à persistência no pecado (Amós 5:1-3).
• Exortação a buscar ao Senhor e viver, abandonando práticas religiosas espúrias e injustiças. Deus chama ao arrependimento genuíno, integral – não parcial, a mudança radical, a transformação total (Amós 5:4-15).
• Condenação da hipocrisia religiosa e do falso reavivamento. Deus rejeita declaradamente as festas religiosas, ofertas e músicas do povo que O adora sem verdadeira devoção e arrependimento (Amós 5:16-27).

Amós 5 revela que mesmo os sacrifícios mais valiosos – embora prescritos por Deus – e abundantes, não agradam ao Senhor quando realizados por um povo que pratica a iniquidade. Deus rejeita a música do culto quando ela não sai de um coração verdadeiramente devoto e justo.

Amós 5 também enfatiza que a justiça social e a equidade devem ser a marca constante do comportamento do povo, em vez de meros rituais religiosos. Para Deus, é mais importante a justiça e a retidão do que os rituais externos da religião. A verdadeira adoração não acontece sem ações justas e um coração correto (Isaías 29:13).

Há reavivamentos que Deus rejeita e condena. Assim como Ele expressou desdém pelos rituais religiosos de Israel, mostra também pelas nossas celebrações desprovidas de verdadeira adoração, oriundas de corações contrários aos princípios de Sua revelação.

• Todo reavivamento sem transformação de vida é falso, ainda que contenha muita atividade religiosa.
• O falso reavivamento pode ter muitas músicas, louvores, chegando até ao êxtase espiritual, mas negligencia valores essenciais, focando apenas em meros rituais, iludindo os adoradores.
• Muitas pessoas em Israel esperavam pelo “dia do Senhor” como um tempo de bênção. Contudo, Amós adverte que esse dia seria de juízo e escuridão para aqueles que praticavam uma religião superficial. O falso reavivamento cria uma falsa segurança, fazendo as pessoas acreditarem que estão em favor de Deus quando, na verdade, estão sob Seu julgamento.

Cuidemo-nos com o falso reavivamento! – Heber Toth Armí.



AMÓS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2024, 6:58
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Texto bíblico: AMÓS 4 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 4 – BLOG MUNDIAL

AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



AMÓS 4 by Luís Uehara
14 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/4

O que é preciso para chamar nossa atenção?

A resposta: aparente generosidade e comportamento religioso por parte dos ricos e autocomplacente, ao mesmo tempo que mostram falta de compaixão pelos pobres e necessitados.

É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus. Por que? A riqueza nos faz sentir autossuficientes, no controle e não necessitados. Mas estamos necessitados. O pecado nos infectou, deixando-nos egoístas, gananciosos, depravados (talvez de uma forma que os outros não percebem) e sem coração. O remédio nos foi disponibilizado pelo sangue de Jesus, mas se não enxergamos a nossa condição, não pedimos pelo remédio. A serpente faz promessas sedutoras e ataca quando menos esperamos. Precisamos da inoculação da graça salvadora de Deus.

Deus nos apela de muitas maneiras, repetidamente, mas estamos anestesiados, sedados. PRECISAMOS acordar, reconhecer que somos necessitados e desamparados, e entregar a nossa vontade a Deus para que Ele possa reformar as nossas tendências e desejos, plantando um novo espírito compassivo dentro de nós. Então, e só então, poderemos quebrar o domínio que está sobre nós.

Art Kharns
Simi Valley, Califórnia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2024, 0:50
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181 palavras

1. Vacas de Basã. … o fato de ambos os gêneros serem indicados nos verbos e pronomes em hebraico nos v. 1 a 3 sugere que Amós está repreendendo a vida dos amantes do luxo, incluindo homens e mulheres da capital de Israel. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.

Tenha cuidado de não desejar tanto os bens materiais a ponto de estar disposto a oprimir os outros e desgostar a Deus para obtê-los. Life Application Study Bible Kingsway.

6. Dentes limpos. Esta expressão denota fome, sendo paralela às palavras que se seguem, “falta de pão”. CBASD, vol. 4, p. 1068.

12. Prepara-te. A mensagem do profeta era: “Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir.” Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. … Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1069.

Um dia, cada um de nós encontrará Deus face a face para explicar o que fizemos ou recusamos fazer. Você está preparado para encontrá-lo? Life Application Study Bible Kingsway.



AMÓS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de junho de 2024, 0:45
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A profecia específica contra as mulheres de Samaria não foi exclusiva, no que se trata de juízos contra as mulheres de Israel. Por duas vezes, Isaías repreendeu as filhas de Sião por sua arrogância e vaidade (Is.3:16-26) e por se mostrarem acomodadas e negligentes com relação ao seu importante papel no desenvolvimento e bem-estar do lar e da nação (Is.32:9-11). Em visão, Ezequiel também viu na entrada do Tabernáculo, “mulheres assentadas chorando a Tamuz”, um deus babilônico (Ez.8:14). O profeta Amós, portanto, foi mais uma voz de advertência àquelas que foram escolhidas por Deus para uma missão de caráter sagrado e de propósitos eternos.

A cegueira espiritual de Israel se deu, em grande parte, pelo procedimento insensato e indiferente daquelas que deveriam iluminar seus lares com a luz provinda das Escrituras. Mas qual as “vacas de Basã” (v.1), que viviam em campos férteis engordando a fim de serem abatidas, as mulheres de Israel exigiam de seus maridos uma vida de ostentação, ignorando, mesmo que de forma indireta, que o seu luxo custava o que poderia dar alívio aos necessitados, caminhando, desapercebidas, como o gado cevado para a morte iminente. Era um tempo em que as mulheres se preocupavam apenas com o embelezamento de si mesmas e de suas casas, enquanto seus filhos cresciam em um lar economicamente próspero e nominalmente religioso, mas espiritualmente falido.

Que dor não sentiam os profetas de Deus em ver seu povo se autodestruindo! Imagino esses homens de Deus com lágrimas nos olhos e voz embargada ao proferir essas palavras difíceis. Principalmente ao perceberem que suas mensagens eram consideradas alarmistas e fanáticas. Amós descreveu a religião de Israel como uma religião ativa e publicamente divulgada. Havia sacrifícios matinais diários, devolução de dízimos “de três em três dias”, “sacrifício de louvores do que é levedado”, “ofertas voluntárias”, tudo isso sendo publicado, porque disso gostavam (v.4-5). Era a típica religião de aparências. Resultado dessa religiosidade: “Vinde a Betel e transgredi, a Gilgal, e multiplicai as transgressões” (v.4).

Resumindo, amados: Estava tudo errado. Tudo errado! O que julgavam ser meios de se aproximarem de Deus, na verdade os afastavam ainda mais do Senhor e de Sua santa vontade. Com isso, os meios divinos não foram reconhecidos a fim de que se convertessem a Ele. O Senhor enviou a fome, a seca, as pragas na vegetação, a doença, a violência e até mesmo a destruição de suas cidades, mas nem assim se converteram ao Senhor nem tampouco se arrependeram de seus pecados. Era naquela situação degradante que teriam de se deparar com o “Senhor, Deus dos Exércitos” (v.13). Um último e comovente apelo foi erguido ainda assim: “Prepara-te, ó Israel” (v.12)!

Não é o capítulo de hoje uma mensagem atual? De que forma nos encontramos, mulheres? De que forma nos encontramos, Israel de Deus? Onde estão os nossos olhos e onde está o nosso coração? Olhando para o Céu, para o Autor e Consumador de nossa fé, com o coração humilde e silente a fim de ouvir e aceitar os planos do Senhor em nossa vida? Ou olhando para baixo, para este mundo corrupto, contemplando e admirando as redes sociais e as selfies que tão somente revelam a vaidade humana? O que mais precisa acontecer para que despertemos de nosso sono letal? Vocês acham que Deus considera como de pequena importância a insensibilidade do Seu povo, enquanto milhares de pessoas morrem todos os dias sem o conhecimento de Deus? É à nossa geração que Jesus tem clamado a plenos pulmões enquanto estende perante o Pai as marcas de Seu sacrifício: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mc.7:6).

Prepara-te, ó Israel! Prepara-te “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Porque “vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (Sl.50:3). O nosso coração deve arder nesta expectativa e buscar o preparo necessário não importando se Jesus volte hoje, amanhã ou daqui há cem anos. Sinceramente, amados, nunca foi a minha intenção compartilhar qualquer palavra alarmista, mas o meu coração tem ardido cada dia mais na certeza de que logo nos encontraremos com o nosso Deus. Não é tempo de oferecer ao Senhor louvores levedados por nossos gostos pessoais corrompidos. É tempo de viver na presença de Deus ainda que o mundo e até mesmo aqueles que mais amamos nos humilhem ou ignorem. “Prepara-te, povo Meu!”, diz o Espírito Santo a cada um de nós. “Prepara-te […] para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Este é o apelo urgente dAquele que breve virá!

Senhor, Deus dos Exércitos, certamente esta palavra profética nos alcança hoje com a mesma força e autoridade. Todas estas profecias têm a Tua assinatura e isto, por si só, deveria nos levar à profunda e séria reflexão. Tudo que necessitamos conhecer nos foi deixado escrito para preparo nosso e de nossa família. Oh, Pai, desperta-nos e converte-nos a Ti! E usa-nos para a Tua glória neste tempinho final de graça! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, Israel que despertou!

Rosana Garcia Barros

#Amós4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2024, 0:40
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AMÓS 4 – A devastação natural reflete uma ruptura na ordem da natureza criada por Deus, indicando que o pecado humano afeta drasticamente toda a criação (Romanos 8:22-23).

Ao fazer um paralelo temático entre Joel 1 e Amós 4 obtemos uma visão rica sobre a natureza divina e da humanidade. Apesar dos contextos diferentes de ambos, os dois profetas compartilham a visão teológica de que os desastres naturais podem ser interpretados como mensagens de Deus chamando pessoas ao arrependimento: Ambos os profetas destacam a importância de um verdadeiro retorno a Deus, não apenas em palavras, mas em ações, tanto em termos de justiça prática quanto na adoração sincera; pois, a persistência na teimosia e indiferença ao arrependimento resultam em um julgamento iminente e severo, sublinhando a seriedade do Dia do Senhor.

• Joel descreve uma devastadora praga de gafanhotos que arrasa a terra, afetando a todos os aspectos da vida, desde a agricultura ao culto religioso. A praga é vista como um prenúncio do Dia do Senhor, um tempo de julgamento divino. O profeta faz um apelo urgente ao arrependimento e ao clamor ao Senhor.
• Amós 4 condena as mulheres ricas de Samaria (vacas de Basã) e a idolatria em Betel e Gilgal. Ele enumera punições progressivas, como desastres enviados por Deus para advertência (fome, seca, pragas de gafanhoto, derrota militar); contudo, apesar dessas calamidades, Israel não se voltou para Deus.
• Joel conclama o povo ao jejum, ao pranto e ao clamor ao Senhor, indicando que o arrependimento pode reverter o desastre. Ele retrata uma resposta mais esperançosa, onde ele acredita que o povo pode se voltar para Deus através do arrependimento e rituais religiosos apropriados diante dos desastres.
• Amós 4 mostra que, apesar dos repetidos desastres, Israel não se arrependeu, destacando a teimosia do povo e a inevitabilidade do julgamento divino. Este profeta é mais pessimista em relação à resposta do povo. Apesar das repetidas advertências naturais, o povo de Israel não se arrependeu (vs. 6, 8-11).

Isso se repetiu na história cristã e, se aplica a nós que vivemos no tempo do fim (Apocalipse 8:2-9:21; 14:6-7).

Amós 4 encerra com uma advertência severa: “Prepare-se para encontrar-se com Seu Deus” indicando que o tempo para arrependimento se esgota, e o julgamento torna-se inevitável. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



AMÓS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: AMÓS 3 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 3 – BLOG MUNDIAL

AMÓS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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