Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 7 by Luís Uehara
17 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/7

Amós 7 contém várias das minhas ilustrações ou parábolas favoritas contidas nos escritos proféticos do Antigo Testamento. Eles são meus favoritos por causa da minha herança – filho de um fazendeiro/empreiteiro.

A colheita começa com a parte do rei, ou a primeira colheita. Essa colheita tinha acabado de ser feita quando os gafanhotos chegaram e despojaram as plantas de seus frutos. Imediatamente depois, o fogo devorou o que restou, de modo que não sobrou nem restolho. Assim, não sobrou nada para o agricultor.

Quando eu era menino, as árvores frutíferas do meu pai davam uma boa colheita, mas uma forte geada atingiu nossos pomares. Durante três noites a geada foi piorando sucessivamente até que 90% dos frutos foram destruídos. No nosso caso, não foi um juízo de Deus, mas Amós usou isso como uma ilustração de que Deus iria retirar todas as bênçãos de Israel.

O líder espiritual institucional, Amazias, não quer ouvir a palavra do Senhor através de um plebeu, um trabalhador migrante. Esta ilustração ainda é apropriada hoje, pois temos edifícios e estruturas que acreditamos serem especiais! Mantemos Deus dentro das quatro paredes e não precisamos ouvi-LO porque temos tudo planejado… ai!

Mark Etchell
Pastor, IASD de Banning e Crestline , Califórnia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



AMÓS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2024, 0:50
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1086 palavras

1. Gafanhotos. Ou, “locustas”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1078.

2. Perdoa. Na esperança de que seria capaz de evitar o cumprimento desta profecia, Amós sinceramente suplica perdão a Deus por Israel. O profeta coloca a confiança não na justiça, mas na misericórdia divina. CBASD, vol. 4, p. 1078.

Subsistirá … ? O profeta pergunta: “Se Israel tiver que suportar o severo juízo que as imagens da visão mostraram, como ele sobreviverá?” CBASD, vol. 4, p. 1079.

3. O SENHOR Se arrependeu. Ver com. de Nm 23:19. .. Ameaças divinas são realmente profecias condicionais; seu cumprimento ou descumprimento é condicionado às ações humanas certas ou erradas. CBASD, vol. 4, p. 1079.

4. O grande abismo. Uma possível referência a fontes subterrâneas ou a nascentes (ver Gn 7:11; 49:25) que secariam em um período de estiagem. CBASD, vol. 4, p. 1079.

7. Um prumo. Um instrumento utilizado pelos construtores a fim de fazer um trabalho preciso, vertical e perpendicularmente. O “fio de prumo” simboliza o Senhor examinando a conduta de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1079.

8. Porei o prumo. A fim de ver se o muro atende às especificações. Israel, é claro, ficou aquém das exigências divinas e seria rejeitado. CBASD, vol. 4, p. 1079.

Jamais passarei por ele. O reino do norte não mais devia ser poupado (cf Am 8:2). A contínua adesão de Israel ao mal não mostrava perspectiva de arrependimento, e, assim, o profeta não mais intercede. O reino do norte deve experimentar a tomada pela Assíria e ser levado em cativeiro (ver 2Rs 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 1079.

Com a espada. Jeroboão II era popular por causa de suas guerras bem-sucedidas … No entanto, a sua “casa”, ou dinastia, foi subvertida pela espada quando Salum assassinou Zacarias, o filho de Jeroboão (ver 2Rs 15:8-10). CBASD, vol. 4, p. 1079.

10. Amazias, o sacerdote. A mensagem direta do profeta, atacando a condição pecaminosa do povo de Israel, naturalmente despertou oposição ressentida. O sacerdote em Betel (ver 1Rs 12:31, 32; 13:33) acusou Amós diante do rei. Amazias era, provavelmente, o chefe dos sacerdotes de ídolos. Ele astuciosamente se esforçou para fazer a predição de Amos contra a casa real parecer traição. Assim, ele esperava silenciar as mensagens dirigidas contra Israel por meio de Amós. CBASD, vol. 4, p. 1079, 1080.

Tem conspirado. Em seu ódio aos filhos de Deus, os ímpios freqüentemente acusam os justos de subverter o governo (ver Jr 37:11-15; 38.4, At 16:20, 21; 17:6,7). CBASD, vol. 4, p. 1080.

Amazias era o sacerdote em Betel, representando a religião oficial de Israel. Ele não estava preocupado em ouvir a mensagem de Deus; Ele só estava preocupado com sua própria posição. Manter sua posição era mais importante do que ouvir a verdade. Não deixe seu desejo de prestígio, autoridade ou dinheiro mantê-lo ligado a um emprego ou posição que você deve deixar. Não deixe que nada entre você e obedeça a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Profetas como Amós eram muitas vezes vistos como traidores e conspiradores porque se manifestaram contra o rei e seus conselheiros, questionando sua autoridade e expondo seus pecados. Os reis costumavam ver os profetas como inimigos e não como porta-vozes de Deus que realmente estavam tentando ajudá-los e à nação. Life Application Study Bible Kingsway.

12. Vai-te, ó vidente, foge. Alguns têm inferido, a partir desta acusação sacerdotal, que Jeroboão II não tomou nenhuma providência em resposta à acusação de Amazias. Talvez o rei julgasse que as declarações de um visionário não deveriam ser levadas a sério. Como Herodes, ele talvez tivesse medo do povo (ver Mt 14:5), que, ele presumia, ficaria impressionado com a mensagem de Amós. Assim, o sacerdote apóstata Amazias recorreu à própria autoridade, numa tentativa de intimidar Amós e fazê-lo sair do país. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Come o teu pão. Talvez uma insinuação de que Amós fosse pago para profetizar e, assim, ganhava a vida por sua piedade. Amazias pode ter atribuído a Amós os motivos mundanos que influenciavam a si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 1080.

13. O santuário do rei. Evidentemente, tanto Amazias quanto Amós consideravam Betel a capital religiosa da nação. CBASD, vol. 4, p. 1080.

O templo do reino. Literalmente, “o santuário do rei”, isto é, uma capela fundada ou financiada pelo rei (ver 1Rs 12.26-33). CBASD, vol. 4, p. 1080.

14. Eu não sou profeta. Sem medo, Amós nega a insinuação de Amazias (ver v. 12) e declara que ele não é um profeta por profissão ou para ganhar a vida; mas, simplesmente, por causa do chamado de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Filho de profeta. Os jovens educados nas escolas dos profetas eram chamados de “filhos dos profetas” (ver 1Rs 20:35; 2Rs 2:5). Amós não foi educado em qualquer instituição. É um erro comum supor que quem não foi formado de acordo com os padrões vigentes não foi realmente educado. CBASD, vol. 4, p. 1080.

7:14, 15 Sem nenhuma preparação, ou educação especial, Amós obedeceu ao chamado de Deus para “Vá, profetize ao meu povo Israel”. A obediência é a prova de um servo fiel de Deus. Você está obedecendo o chamado de Deus para você? Life Application Study Bible Kingsway.

Colhedor de sicômoros. Isto se refere a quem colhe figos dos sicômoros para uso próprio, ou a quem os cultiva para os outros. O figo do sicômoro é inferior ao verdadeiro figo, e precisa ser perfurado algum tempo antes de ser colhido a fim de se tornar comestível (ver com. de Lc 19:4). Uma vez que rendia muitas colheitas de frutos durante o ano, essa árvore fornecia emprego estável para o colhedor. CBASD, vol. 4, p. 1080.

15. O SENHOR me tirou de após o gado. A ordem de Deus era imperativa, e Amós não poderia deixar de obedecê-la. Aquele não era o momento para o profeta voltar só porque Amazias, o sacerdote de Betel, se opôs a ele. CBASD, vol. 4, p. 1080.

16. Ora, pois, ouve. Consciente de sua missão divina, Amós fala com santa ousadia. Os que são enviados por Deus não precisam temer pessoas que tentam fazer calar a mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1080, 1081.

17. Tua mulher. Doloroso seria o sofrimento de Amazias como um marido e pai cativo. Esta profecia não diz que sua esposa seria uma “prostituta” por opção, mas podia ser que ela suportaria a violência do vencedor, quando a cidade fosse tomada por um exército invasor (ver Is 13:16; Lm 5:11). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Na terra imunda. Provável referência a um país “gentio”. É dito com frequência que as iniquidades e a idolatria de um povo contaminam a terra (Lv 18:24, 25; Jr 2:7). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Será levado cativo. Amós confirma, pela repetição, a sua profecia sobre o cativeiro de Israel (v. 11), indicando que o propósito divino não seria alterado. Como um verdadeiro profeta de Deus, ele não pode mudar a mensagem por causa de pressão externa. O cativeiro alcançaria o Israel impenitente, e de fato o alcançou (2Rs 17:1-9). CBASD, vol. 4, p. 1081.



AMÓS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de junho de 2024, 0:45
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Em visão, Amós contemplou três cenários de destruição. O primeiro deles era tão severo que o profeta declarou: “Senhor Deus, perdoa, rogo-Te; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno” (v.2). O segundo, semelhante ao primeiro, também fez o profeta tremer diante de seus terríveis resultados, de forma que novamente expressou sua aflição: “Senhor Deus, cessa agora; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno” (v.5). Mas, então, o Senhor apresentou a Amós o terceiro cenário: “Eis que porei o prumo no meio do Meu povo Israel; e jamais passarei por ele” (v.8). O prumo é um instrumento indispensável na construção civil, que serve para definir o alinhamento de uma edificação. Portanto, Deus provaria o Seu povo para ver se andaria ou não em retidão diante dEle.

A mensagem era muito clara, amados: Havia um juízo iminente contra Israel. Amós se preocupou com um grupo ao qual chamou de Jacó, uma pequena porção. O arrependimento de Deus frente às duas súplicas do profeta não era, porém, como se Ele desistisse de fazer algo, e sim que há um intervalo entre o que Deus diz que fará e o que Ele de fato realiza, chamado misericórdia. O homem de Deus percebeu que os dois primeiros juízos poderiam afetar até mesmo aqueles que sinceramente estavam buscando ao Senhor e clamou para que aquelas ameaças não acontecessem. O fato de não ter contestado o terceiro juízo não significa que tenha sido uma opção mais maleável, e sim porque, mesmo que Israel fosse penalizado por sua rebeldia, isso não afetaria a fé do pequeno grupo de crentes que decidiria viver em conformidade com “o prumo” (v.8) divino.

Mas enquanto Amós declarava a sua preocupação com o bem-estar e a salvação de seus irmãos, com a humildade de quem não se considerava acima de ninguém, ao mesmo tempo era acusado de traição. O “sacerdote de Betel” (v.10), o líder espiritual da nação, aquele que deveria ser o primeiro a dar ouvidos às palavras do profeta, foi o primeiro a rejeitar a mensagem e dar ordem de deportação a Amós. Os líderes de Israel não souberam reconhecer os oráculos de Deus, simplesmente porque não estavam dispostos a viver conforme as suas exigências. Como nação eleita, era sua responsabilidade representar o reino de Deus como um muro bem edificado e reto, não permitindo passagem a quem quer que ameaçasse a sua estrutura. Mas qual muro repleto de brechas, Israel acolheu as iniquidades das nações pagãs, deixando de ser um povo santo e separado, para ser um povo profano e misturado.

Oh, amados, não têm as Escrituras falado conosco nesses últimos dias, como se escritas especialmente para este tempo? Temos uma mensagem clara e urgente: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7). Há um juízo em andamento e um juízo final iminente (Ap.14:9-11). Ao portador de uma mensagem de salvação foi dito: “Fora daqui!”. Será que não estamos fazendo o mesmo com aqueles que o Espírito Santo tem usado a fim de nos despertar para um estilo de vida que glorifique a Deus e favoreça a nossa comunhão com Ele? Será que verdadeiramente temos sido honestos conosco e com os outros, pregando, por preceito e por exemplo, a verdade presente para os nossos dias?

Amados, precisamos clamar ao Senhor por misericórdia! Precisamos urgentemente de um genuíno reavivamento e reforma! Precisamos sinceramente reconhecer a nossa debilidade e incapacidade diante de Deus e rogar pelo Seu poder transformador em nossa vida! Esse é um desafio diário que requer abnegação de tudo aquilo que tem sido prejudicial em nossa jornada cristã. Precisamos clamar para que o precioso sangue do Cordeiro lave a nossa vida e dê o propósito certo à nossa existência, que é glorificar a Deus.

Eu oro para que a igreja de Deus, inclusive e principalmente seus líderes, experimentem uma conexão tal com o Senhor que saibam reconhecer o que vem dEle e o que não vem. Para que não tentem calar os Amós atuais que o Espírito Santo tem usado como os atalaias do último Israel de Deus. Existe um pequeno povo que, qual Jacó, tem lutado com Deus neste tempo de noite espiritual. Oremos, amados! Oremos para que a nossa fé não desfaleça! Supliquemos ao Senhor, com as palavras do profeta:

“Senhor Deus, perdoa, rogo-Te; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno. […] Senhor Deus, cessa agora; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno” (v.5). Somos pequenos e indefesos diante dos nossos inimigos, mas se o Senhor está conosco, não temos o que temer. Como no tempo de Amós, resta hoje um pequeno povo, o Teu remanescente. Queremos fazer parte dele, Pai de amor. Ilumina e santifica a nossa vida com a Tua Palavra. Nós Te bendizemos e Te agradecemos por Tua bondade e misericórdia para conosco a cada dia! Nós Te amamos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, pequeno Jacó!

Rosana Garcia Barros

#Amós7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2024, 0:40
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AMÓS 7 – O alvo das mensagens de Amós eram os poderosos moradores de cidades fortificadas (Amós 2:5). O contexto de suas pregações era para uma sociedade desfrutando de boas condições econômicas.

Seus ouvintes moravam em belos palácios (Amós 3:11), possuíam casas de inverno e de verão, enfeitadas de marfim, verdadeiras mansões (Amós 3:15). As mulheres viviam luxando e festejando regaladamente (Amós 4:1).

As cidades dos destinatários de suas exortações eram fortalezas, cheias de mansões de pedra, com grandes vinhedos, ruas e praças (Amós 5:11, 16), onde alegres festividades aconteciam, com volumosas ofertas religiosas ao som de instrumentos músicas (Amós 5:21-23). O alvo do profeta eram pessoas tranquilas, autoconfiantes sentindo-se seguras, bem estabelecidas na sociedade, que dormiam em camas de marfim e se espreguiçavam em sofás empanturradas de comidas requintadas e bebidas nobres (Amós 6:1, 4-6).

Em contraste com os destinatários de suas mensagens, Amós era “criador de ovelhas em Tecoa” (Amos 1:1) – “uma pequena vila 10 quilômetros ao sul de Belém”, explica Eugene Merrill. Ele se apresenta assim: “Eu não sou profeta nem pertenço a nenhum grupo de profetas, apenas cuido do gado e faço colheitas de figos silvestre. Mas o Senhor me tirou do serviço junto ao rebanho e me disse: ‘Vá, profetize a Israel, o meu povo’” (Amós 7:14-15). Com coragem e ousadia ele profetizou muitas coisas, tais como:

“O Senhor, o Soberano, jurou por Si mesmo! Assim declara o Senhor, o Deus dos Exércitos: ‘Eu detesto o orgulho de Jacó e odeio os seus palácios; entregarei a cidade e tudo o que nela existe’” (Amós 6:8).

Ele mexeu com pessoas que estavam quietas/acomodadas/tranquilas. Embora Amós intercedesse em favor do povo, suscitando a misericórdia de Deus (Amós 7:1-9), o resultado foi catastrófico:

“Então o sacerdote de Betel, Amazias, esta mensagem a Jeroboão, rei de Israel: ‘Amós está tramando uma conspiração contra ti no centro de Israel… Depois, Amazias disse a Amós: ‘Vá embora, vidente! Vá profetizar em Judá; vá ganhar lá o seu pão. Não profetiza mais em Betel…” (Amós 7:10-13). Mas sem titubear, ele fez uma profecia mais ousada ainda (Amós 7:16-17).

Amós nos desafia a refletir sobre nossas prioridades, a buscar a justiça e a equidade, a viver em humildade e a ter coragem de falar sempre a verdade! – Heber Toth Armí.



AMÓS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: AMÓS 6 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 6 – BLOG MUNDIAL

AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



AMÓS 6 by Luís Uehara
16 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/6

Amós 6 expande o tema apresentado até agora neste livro. Ao ler esta passagem, pensei nas palavras de Jesus: “A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lucas 12:48).

Lendo este capítulo, lembrei-me de outra “revelação de Jesus” em Sua mensagem à igreja representada por Laodicéia (Apocalipse 3:14). Esses indivíduos estão em total cegueira à sua condição… “você pensa que é rico… porém, é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu.”

Apliquei isso à minha própria vida e aos cristãos que conheci ao longo dos anos. Vivemos vidas de luxo enquanto aqueles que nos rodeiam podem nem ter as necessidades básicas da vida? Estamos complacentes e nos sentindo seguros de nossa boa sorte, mas negligenciando aqueles que estão passando por dificuldades?

Este capítulo me faz pensar se os cristãos às vezes são como aqueles que estão deitados em camas de marfim, comendo comida deliciosa e cara. Entretanto, quando há fome e pobreza à nossa volta, olhamos para o outro lado, tentando ignorar a necessidade?

Você se vê em algum lugar deste capítulo?

Mark Etchell
Pastor, IASD de Banning e Crestline , Califórnia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2024, 0:50
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1263 palavras

1-6 Amós direcionou sua crítica àqueles que viviam em autocomplacência e luxo em Israel e Judá. Estilos de vida ricos e confortáveis podem fazer as pessoas pensarem que estão seguras, mas Deus não está satisfeito se nos isolarmos das necessidades dos outros. Deus quer que cuidemos deles assim como Ele cuida de nós. O reino de Deus não tem lugar para egoísmo ou indiferença. Devemos aprender a colocar as necessidades dos outros antes de nossas necessidades. Usar nossas riquezas para ajudar os outros é uma forma de nos protegermos contra o orgulho e a complacência. Life Application Study Bible Kingsway.

1. À vontade. O povo estava em um estado de autoindulgência e segurança ilusória (ver Is 32:9; Sf 1:12). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Monte de Samaria. Ver Am 3:9; 4:1; ver com. de 1Rs 16:24. Localizada em uma colina que lhe dava posição de comando sobre a pequena planície que a rodeava, e poderosamente fortificada com muros compactos, a cidade de Samaria era, sem dúvida, considerada inexpugnável por seus habitantes.Sua força poderia facilmente ter alimentado um sentimento de confiança naqueles que dependiam mais de fortificações materiais do que da proteção de Deus. Essas compactas fortificações exigiram dos poderosos exércitos do império assírio de dois a três anos (ver vol. 2, p. 119, 120) para a tomada de Samaria (ver com. de 2Rs 18:9,10). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Notáveis. Do heb. nequvim, “os ilustres” ou seja, os líderes da nação. CBASD, vol. 4, p. 1074.

Principal das nações. Israel ostentava este título orgulhoso porque era o escolhido de Deus, escolhido por Ele para levar ao resto do mundo o conhecimento divino (cf. Êx 19:5; 2Sm 7:23; ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Aos quais. Isto se refere aos líderes da nação, chamados a dar orientação às pessoas, e que, portanto, deveriam ter sido modelos de retidão e justiça. CBASD, vol. 4, p. 1074, 1075.

2. Calné … Hamate … Gate. … as três cidades mencionadas neste versículo são citadas a Israel como exemplos de lugares prósperos que, posteriormente, foram destruídos ou subjugados e, assim, se assemelhavam ao que aconteceria à Samaria impenitente. CBASD, vol. 4, p. 1075.

3. Estar longe. Em sua presunção, Israel adiava a hora do julgamento divino para um tempo distante. CBASD, vol. 4, p. 1075.

Trono da violência. Enquanto Israel adiava o dia da calamidade, a violência era entronizada em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 1075.

4. Camas de marfim. Ou, divãs encrustados com marfim, em que os ricos se reclinavam durante suas refeições, em seu luxo e libertinagem. Como um boiadeiro e um agricultor, portanto, um homem simples (ver Am 7:14), Amós se sente chocado com a vida sensual das classes superiores de Samaria. CBASD, vol. 4, p. 1075.

O marfim era um luxo importado, raro e extremamente caro. Mesmo uma pequena quantidade de marfim simbolizava riqueza. Algo tão extravagante como uma cama incrustada com marfim mostra o desperdício de recursos que deveria ter sido usado para ajudar os pobres. Life Application Study Bible Kingsway.

Do rebanho. Evidentemente, bezerros foram colocados para engorda a fim de suprir as mesas desses ociosos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

6. Taças. Do heb. mizraqim, vasos sacrificiais usados para libações de vinho e para aspersão do sangue (ver Ex 38:3; Nm 7:13; 1Cr 28:17; 2Cr 4:8, 22; Zc 14:20). Amantes do luxo, esses príncipes sacrílegos usavam os utensílios em suas festas, atestando a falta de piedade e o amor ao excesso (ver Dn 5:2-4). CBASD, vol. 4, p. 1075.

O mais excelente óleo. Talvez aquele que devesse ser usado somente no serviço divino (ver Ex 30:23-25). Se tivessem consciência de sua pecaminosidade, as pessoas teriam se lamentado e evitado ungirem-se (ver 2Sm 14:2). CBASD, vol. 4, p. 1075.

Não vos afligis. As pessoas se tornaram tão imersas na sensualidade que não estavam preocupadas com a ruína que recairia sobre Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

A ruína de José. Os problemas dentro do reino do norte, aqui chamado de “José”, eram de pouco interesse para os que se entregavam ao prazer desenfreado. CBASD, vol. 4, p. 1075.

7. Ireis em cativeiro. Os v. 7 a 11 anunciam a punição da nação para os crimes mencionados nos v. 1 a 6. Rejeitados por Deus, os israelitas deviam ir para o cativeiro e a ruína. A infeliz distinção de Israel é que ele vai ser o “primeiro” dos dois reinos israelitas a ir para seu destino. CBASD, vol. 4, p. 1076.

8-11 As pessoas construíram casas luxuosas para exibir suas conquistas. Embora não seja errado viver em casas confortáveis, não devemos deixar que isto se torne fontes de orgulho e auto glorificação. Foi Deus quem nos deu nossas casas, e elas devem ser usadas para o serviço, não apenas para exibir aos outros. Life Application Study Bible Kingsway.

8. Jurou. Aqui Deus fala segundo a linguagem e a experiência humana (ef. Jr 51:14; Am 4:2). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Soberba. Já é ruim desperdiçar dinheiro ganhado honestamente em edifícios suntuosos, mas os israelitas tinham assegurado seu luxo e esplendor através da desonestidade, particularmente, da injustiça para com os pobres (ver Am 2:6, 7, 3:10, 4:1). CBASD, vol. 4, p. 1076.

9. Dez. Talvez uma referência aos “dez” de Amos 5:3, o remanescente das guerras travadas nos últimos estágios da história de Israel. Deve-se ter em mente que Israel não perdeu a prosperidade em um desastre único. A desintegração do país se deu em etapas (ver 2Rs 15:19, 20, 29; 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Morrerão. Se esses “dez” se salvassem da guerra, morreriam de fome ou pestilência no cerco de Samaria (ver 2 Rs 17:5). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Há de queimar. Geralmente os judeus enterravam os mortos, mas, em certos casos, a cremação era empregada (ver Lv 20;14; 1Sm 31:12). A cremação pode ter sido necessária naquele momento por causa do grande número de mortos, pelo tipo de peste ou porque não se podia chegar à sepultura fora da cidade por causa do cerco. CBASD, vol. 4, p. 1076.

No seu mais interior. O parente próximo é aqui retratado como falando com algum sobre vivente escondido em um canto da casa. CBASD, vol. 4, p. 1076.

Não menciones. Esta proibição tem sido interpretada de diversas formas; (1) Era resultado do total desespero dos sobreviventes que sentiam que, por ser o dia do julgamento, era tarde demais para invocar o nome do Senhor Eles não invocaram a Deus na vida, não poderiam invocá-Lo na morte. [demais 4 opções omitidas] … Talvez um sentimento de desespero por parte dos israelitas sobreviventes seria a melhor explicação para a proibição, a sensação de que seria de nenhum proveito invocar o Senhor naquela circunstância. CBASD, vol. 4, p. 1076, 1077.

12. Rocha. A parte final deste capítulo revela a loucura dos que pensam que, em sua própria força, podiam desafiar o julgamento de Deus e resistir ao inimigo enviado para os castigar. Os cavalos não podem galopar com segurança sobre os penhascos rochosos. A frase “na rocha” é usada para representar tanto o lugar de arar com bois como de correr com cavalos. CBASD, vol. 4, p. 1077.

Alosna. Do heb. laanah, uma planta do gênero Artemisia, de sabor muito amargo (ver Dt 29:18; ver com. de Pv 5:4). O fruto da perversão da justiça em Israel foi o mais amargo erro e a injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1077.

13. Lo-Debar. Lo-Debar era o nome de um lugar em Gileade (ver 2Sm 9:4, 5; 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1077.

14. Uma nação. Referência aos assírios, que, como instrumentos da ira de Deus (ver Is 10:5,6), invadiriam Israel a partir do norte, especificamente “desde a entrada de Hamate”, cidade na parte superior da Síria (ver com. de Nm 34:8; Am 6:2). Expressões semelhantes em outras ocasiões indicam um aviso de que a contínua recusa ao arrependimento traz desastre nacional (ver Is 5:26; Jr 5:15). CBASD, vol. 4, p. 1077.

Arabá. Do heb. aravah. Arabá é a depressão que se estende do mar da Galileia até o golfo de Áqaba (ver Dt 1:1). Provavelmente o rio de Arabá designa algum fluxo que corre para o extremo norte do Mar Morto. Significativamente, esses limites norte e sul marcam o território recuperado por Jeroboão II no período de maior prosperidade de Israel (ver 2Rs 14:25). CBASD, vol. 4, p. 1077.



AMÓS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de junho de 2024, 0:45
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Estudando as Escrituras, mais precisamente o livro do profeta Jeremias, Daniel se deu conta do momento solene em que estava vivendo, às portas de cumprir-se a profecia acerca dos setenta anos de cativeiro babilônico. Diante de tal descoberta, o profeta pôs-se a buscar ao Senhor “com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (Dn.9:3). E a resposta de Deus foi imediata e sublime. Ele enviou o anjo Gabriel no princípio das súplicas do profeta para lhe revelar o entendimento acerca da profecia e lhe declarar o quanto ele era amado (Dn.9:23). Houve, porém, resistência da parte do inimigo e Alguém ainda mais poderoso foi enviado em seu favor.

Ao compreender o “grande conflito” (Dn.10:1) de que falava a profecia, Daniel pranteou, ou seja, angustiou-se, “durante três semanas” (Dn.10:2). Durante vinte e um dias, o profeta aplicou o seu coração a humilhar-se perante Deus e nEle buscar as respostas às suas inquietações. Foi quando, em visão, contemplou o próprio Jesus e, diante da Majestade dos Céus, ao som de Suas palavras, caiu sem sentidos, “rosto em terra” (Dn.10:9). Contudo, uma mão lhe tocou, lhe sacudiu e lhe pôs prostrado. Daniel se pôs em pé ainda tremendo e uma dor sobremodo grande tomava conta de seu corpo a ponto de declarar não ter lhe sobrado “força alguma” (Dn.10:17). Então, ao ouvir a voz segunda vez, sentiu-se fortalecido.

O capítulo de hoje apresenta um povo completamente inerte ao cenário profético que estava prestes a enfrentar. Acomodados com sua religiosidade e despreocupados quanto à sua condição laodiceana, regalavam-se em suas festas insanas, comendo, bebendo e cantando “à toa” (v.5). Banqueteavam-se enquanto diziam “estar longe o dia mau” (v.3). Ao contrário de Daniel, que se absteve de “manjar desejável”, de carne e de vinho e de ungir-se “com óleo algum” (Dn.10:3), os filhos de Israel comiam “os cordeiros do rebanho e os bezerros do cevadouro” (v.4), bebiam “vinho em taças” e ungiam-se “com o mais excelente óleo” (v.6). Eles não se afligiram e nem atentaram com a ruína que estava prestes a cair sobre a nação.

Será que estamos longe desta realidade, amados? Examinemos o que aconteceu com Daniel por etapas:

1. Daniel estudou as profecias;
2. Daniel entendeu as profecias;
3. Daniel orou, jejuou e se humilhou perante Deus;
4. Daniel recebeu entendimento ainda maior;
5. Diante de tal entendimento, Daniel angustiou-se e aplicou o coração a entender melhor os planos de Deus;
6. Em tempo de angústia, abriu mão do que poderia atrapalhar a sua busca;
7. Ao contemplar Jesus, e ao ouvir as Suas palavras, sentiu-se fraco e débil;
8. Prostrado, recebeu forças para se levantar;
9. Reconhecendo a sua fraqueza, suas forças foram renovadas;
10. Firmado na “escritura da verdade” (Dn.10:21), tornou-se vitorioso pela vitória de Miguel, o Senhor dos Exércitos.

Conforme estudamos nas profecias de Daniel, desde 22 de outubro de 1844, estamos vivendo o grande dia da expiação profético. E qual deve ser a nossa conduta diante de tal entendimento? Vejamos: “Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo” (Lv.23:29). Percebem a solenidade deste momento? Quanto mais examinamos as Escrituras, mais devemos sentir a nossa necessidade de buscar ao Senhor. Quanto mais buscamos ao Senhor, mais o Seu Espírito nos mostra o que precisamos renunciar por amor a Jesus. Quanto mais nos aproximamos de Jesus e buscamos entender as Suas palavras, mais reconhecemos a nossa debilidade e fraqueza. E quanto mais reconhecemos a nossa debilidade e fraqueza, mais sentimos a necessidade de um Salvador. “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).

O que é a força do homem comparada à força do Onipotente? Nada! O Senhor não está interessado em ver templos suntuosos e cultos atraentes, mas eis para quem Ele olha: “mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da Minha palavra” (Is.66:2). A aflição que o profeta Daniel sentiu e de que a Bíblia se refere não é no sentido de reclamar da vida, amados, mas de dedicar a vida por completo aos cuidados dAquele que muito em breve tornará a nossa aflição em eterna alegria. O tempo de aflição antecede o tempo de regozijo. Como está escrito: “Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:6).

Como estamos vivendo o dia de angústia? Vivendo sem receio, pensando estar adorando a Deus quando na verdade estamos servindo ao nosso ventre e aos nossos desejos? Ou, como Jacó, estamos clamando em grande angústia de alma: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn.32:26)? Despertemos, amados! As profecias nos apontam um fim iminente! A natureza grita que este mundo está nos momentos finais! As desculpas e o esforço humano de nada servirão quando eclodir o tempo de angústia final.

Ellen White escreveu: “Todos os que se esforçam por desculpar ou esconder seus pecados, permitindo que permaneçam nos livros do Céu, sem serem confessados e perdoados, serão vencidos por Satanás. Quanto mais exaltada for a sua profissão, e mais honrada a posição que ocupam, mais ofensiva é a sua conduta à vista de Deus, e mais certa é a vitória de seu grande adversário. Os que se retardam no preparo para o dia de Deus, não o poderão obter no tempo de angústia, ou em qualquer ocasião subsequente. O caso de todos estes é sem esperança” (O Grande Conflito, CPB, p.626).

Fazemos parte de um movimento profético e com uma mensagem sobremodo solene. Hoje é tempo de buscar ao Senhor com toda oração e súplicas, a fim de resistirmos à hora de aflição que diante de nós está, como também o Espírito Santo nos revelou através de Sua serva: “O tempo de agonia e angústia que diante de nós está, exigirá uma fé que possa suportar o cansaço, a demora e a fome – fé que não desfaleça ainda que severamente provada. […] Jacó prevaleceu porque era perseverante e decidido. Sua vitória é uma prova do poder da oração importuna. […] Os que não estão dispostos a negar o eu, a sentir verdadeira agonia perante a face de Deus, a orar longa e fervorosamente rogando-Lhe a bênção, não a obterão. Lutar com Deus – quão poucos sabem o que isso significa!” (O Grande, Conflito, CPB, p.626, 627).

Despertai e tremei, vós “que viveis despreocupadamente; turbai-vos, vós que estais confiantes” (Is.32:11)! Pois eis que a profecia “se apressa para o fim e não falhará” (Hc.2:3). Busquemos ao Senhor através de Sua Palavra, pois nela encontramos o plano vitorioso de Deus para este grande conflito.

Nosso Deus e pai, Senhor dos Exércitos, queremos ser Teus servos e soldados devidamente revestidos de Tua armadura. Dá-nos a sabedoria e o poder necessários para sermos vitoriosos contra o pecado. Imprime em nós o caráter manso e humilde de Cristo a fim de vivermos como Ele viveu, amarmos como Ele amou, servirmos como Ele serviu. Enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, fiéis dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#Amós6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2024, 0:40
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AMÓS 6 – Desde Amós 1 até o capítulo 5, a mensagem do profeta evolui de uma denúncia geral das nações vizinhas de Israel para uma repreensão incisiva e detalhada do povo de Deus e seus líderes. No capítulo 6, ele enfatiza que a escolha de Israel como povo de Deus traz uma responsabilidade maior de viver de acordo com a justiça divina.

Desde o início, o profeta de Deus condena a opressão dos pobres, a hipocrisia religiosa e a falsa segurança baseada em riquezas. O mais importante e relevante é que através de suas profecias inspiradas, Amós clama por reavivamento resultante de arrependimento visível no comportamento que preza pela verdadeira justiça e retidão.

Não é pecado ser rico; porém, Amós vem combatendo contundentemente a riqueza, a prosperidade e o luxo nas páginas de seu livro. Entenda:

• Em Amós 2:6, Israel é condenado por vender justos por prata e pobres por um par de sandálias, mostrando que a prosperidade e o lucro obtidos à custa da justiça e da dignidade humana é pecado ofensivo a Deus.
• Em Amós 3:10, o profeta denuncia líderes e ricos de Samaria que acumulam riquezas através da opressão, exploração e roubo. Tal riqueza servirão de testemunho contra seus possuidores, pois foi adquirida por meios corruptos e injustos (Tiago 5:1-6).
• Em Amós 4:1 as mulheres ricas de Samaria estão em foco. Amós as delata por oprimirem os pobres e de exigirem que os senhores deles lhes forneçam luxo e bebidas à custa dos vulneráveis.
• No capítulo 5, Amós faz apelo para que a justiça corra como as águas e a retidão como um ribeiro perene (v. 24), contrastando a verdadeira justiça com a falsa segurança da prosperidade material.
• No capítulo 6, Amós foca os ricos que vivem em luxo, à vontade em Sião e Samaria (vs. 1-7). Ele descreve que a vida de indulgência e complacência, deitando-se inclusive em camas de marfim, comendo cordeiros do rebanho e bebendo vinho em taças não é sinal de verdadeira espiritualidade, nem de prosperidade real. Essa prosperidade é vista como sinal de arrogância e desconsideração pelo sofrimento do outros (vs. 7-14), resultando em terrível destruição!

Ricos orgulhosos, arrogantes e corruptos, mesmo altamente religiosos, precisam saber que riquezas e luxos não os protegerão do julgamento divino! – Heber Toth Armí.



AMÓS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: AMÓS 5 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 5 – BLOG MUNDIAL

AMÓS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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