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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jn/3
O Senhor falou com Jonas pela segunda vez. Desta vez ele obedece, tendo uma segunda chance. Desta vez, a enormidade da tarefa não impediu Jonas de participar de uma das “maiores campanhas evangelísticas” do Antigo Testamento. O Senhor estava com Jonas enquanto “…ele ia de rua em rua, soando a nota de advertência.” Profetas e Reis, 270.
Grandes ou pequenas, hoje as cidades ainda representam um grande desafio para a comissão eclesial de Deus: “Vá à grande cidade de Nínive e pregue contra ela a mensagem que eu vou dar a você.” (Jonas 3:2 NVI).
Deus deu uma mensagem específica a Jonas assim como está dando uma mensagem específica à Sua igreja para este tempo: “As Três Mensagens Angélicas”. Tal como em Nínive, também podemos esperar grandes resultados proclamando a mensagem de amor do Céu. Uma mensagem de urgência e advertência envolta no amor de Jesus deve ser proclamada hoje porque o tempo está acabando. Como em Nínive, os felizes resultados da conversão das almas acontecerão com a fidelidade à missão. “Os ninivitas creram em Deus. … todos eles, do maior ao menor.” (Jonas 3:5).
Senhor, ajude-nos a ir e pregar a mensagem em oração, começando em nosso círculo de influência.
Moisés Pena-Rivas
Colportor, Promotor do Ministério de Literatura, Novo México, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jon/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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890 palavras
1. Segunda vez. Sem repreensão pela deserção anterior de Jonas, o Senhor repete a comissão de pregar aos ninivitas. Não mais cedendo à inclinação humana, Jonas presta pronta obediência ao chamado celestial e, sem mais demora, parte para Nínive. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1109.
Você pode sentir desqualificado para servir a Deus por causa de erros passados. Mas servir a Deus não é uma posição conquistada – ninguém se qualifica para o serviço de Deus. Mas Deus ainda nos pede para realizar seu trabalho. Você ainda pode ter outra chance. Life Application Study Bible Kingsway.
2, 3. grande cidade. Segundo as explorações arqueológicas, Nínive tinha aproximadamente 13 km de circunferência,com uma população de 120 mil habitantes. Esse número é mencionado em 4:11. Era grande para uma cidade antiga. Bíblia de Estudo Andrews.
2. Que Eu te digo. O encargo de Jonas é dado a cada pregador da palavra. Somente a palavra de Deus deve ser proclamada do púlpito, e não a palavra do homem (ver 2Tm 4:1,2). Pessoas ansiosas e perplexas anseiam pelo conselho de Deus e não por raciocínios incertos e filosofias de seres humanos falíveis como elas mesmas. Elas preferem um “assim diz o Senhor” a um “assim diz o homem”. CBASD, vol. 4, p. 1109.
pregue contra ela a mensagem que eu lhe darei (NVI). Os profetas levavam mensagens da parte de Deus — não se tratava principalmente de previsões de acontecimentos futuros. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 obedeceu. Mas com relutância, pois ainda queria que os ninivitas fossem destruídos (4.1 – 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Mui importante diante de Deus. Um modo idiomático de designar extrema grandeza. CBASD, vol. 4, p. 1109.
4-9 A palavra de Deus é para todos. Apesar da iniquidade do povo ninivita, eles estavam abertos à mensagem de Deus e se arrependeram imediatamente. Se simplesmente proclamarmos o que sabemos sobre Deus, podemos ficar surpresos com a quantidade de pessoas que ouvirão. Life Application Study Bible Kingsway.
4. Caminho de um dia. A declaração é, provavelmente, um registro da pregação do primeiro dia. CBASD, vol. 4, p. 1109.
Ainda quarenta dias. Isto, sem dúvida, não era o texto completo da mensagem de Jonas. Estas palavras eram, no entanto, o tema predominante na advertência. CBASD, vol. 4, p. 1109.
Subvertida. Do heb. kafak, a mesma palavra usada para descrever a destruição de Sodoma (Gn 19:21, 25, 29). CBASD, vol. 4, p. 1109.
5. creram em Deus. O arrependimento dos assírios deteve o juízo planejado. Esse arrependimento não teve um efeito duradouro, pois Nínive foi destruída posteriormente pelos medos e babilônios em 612 a.C. No entanto, na época de Jonas, a advertência divina foi levada a sério. Bíblia de Estudo Andrews.
Panos de saco. Um material grosseiro e escuro, tecido de pelo de cabra e usado em momentos de luto e de calamidade (ver Dn 9:3; Mt 11:21, Lc 10:13). CBASD, vol. 4, p. 1109.
6 rei de Nínive. Rei da Assíria. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ao rei. Possivelmente, Adad-Nirari III (ver p. 1099). O sentimento de contrição e de arrependimento parece ter surgido espontaneamente nas pessoas sem qualquer ordem do rei (v. 5). Deve ter sido notável ver o rei do império mais poderoso da época se humilhando “nas cinzas”, como resultado da pregação de um profeta judeu. Isto foi uma repreensão aos orgulhosos governantes de Israel e às pessoas, que persistentemente se recusavam a humilhar o coração sob o impacto de um ministério profético ainda mais extensivo e contínuo (ver 2Rs 17:7-18). CBASD, vol. 4, p. 1109, 1110.
7. E fez-se proclamar. Quando a onda de penitência e humildade, que começou com as pessoas, chegou até o rei, ele confirmou o jejum por um decreto oficial. Seus nobres se associaram a ele na emissão deste decreto, indicando que o espírito do rei e da corte estava unido na crise. CBASD, vol. 4, p. 1110.
Nem animais. Um decreto estranho, mas deve-se lembrar que foi emitido por um rei pagão que havia sido apenas parcialmente esclarecido. CBASD, vol. 4, p. 1110.
8. E se converterão. Atos religiosos exteriores são sem valor espiritual, a menos que sejam acompanhados de sincera reforma de caráter. CBASD, vol. 4, p. 1110.
9. Talvez Deus se arrependa. Deus muitas vezes corresponde com misericórdia quando o homem se arrepende, cancelando o castigo que tinha sido ameaçado (v. 10). V. nota em Jr 18.7 – 10. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10. Deus se arrependeu. Deus Se arrependeu. Deus não muda, mas as circunstâncias mudam (cf. Jr 18:7-10; Ez 33:13-16). Seus pronunciamentos de juízo são, frequentemente, profecias condicionais (ver com. de Ez 25:1; sobre o arrependimento de Deus, ver com. de Gn 6:6; 1Sm 15:11). CBASD, vol. 4, p. 1110
Os profetas com frequência se referem à mudança no juízo planejado por Deus em resposta a súplicas ou ao arrependimento humano (ver Jr 18:7-10; Am 7:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.
O povo pagão de Nínive acreditou na mensagem de Jonas e se arrependeu. Que efeito milagroso as palavras de Deus tinham sobre aquelas pessoas malignas! Seu arrependimento contrastava fortemente com a teimosia de Israel. O povo de Israel tinha ouvido muitas mensagens dos profetas, mas se recusaram a se arrepender. O povo de Nínive só precisou ouvir a mensagem de Deus uma vez apenas. Jesus disse que, no julgamento, os homens de Nínive condenarão os israelitas por não se arrependerem (Mateus 12:39-41). O que agrada a Deus não é tanto ouvir a Sua Palavra mas a nossa resposta obediente a ela. … Deus perdoou Nínive, assim como perdoou a Jonas. O propósito do julgamento de Deus é a correção, não a vingança. Ele está sempre pronto para mostrar compaixão a qualquer um que esteja disposto a buscá-lo. Life Application Study Bible Kingsway.
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“Os ninivitas creram em Deus, e proclamaram um jejum, e vestiram-se de panos de saco, desde o maior até o menor” (v.5).
Recebendo uma segunda chance, Jonas finalmente se dispôs não mais para fugir, mas para cumprir sua missão como atalaia do Senhor. O profeta teimoso iniciou a jornada “de três dias” apregoando a mensagem divina àquela cidade, porque “Nínive era cidade mui importante diante de Deus” (v.3). Os resultados ali obtidos num intervalo de três dias, Moisés não pôde testemunhar em quarenta anos pastoreando Israel. As atitudes de Jonas bem refletiam o coração de seu povo: zeloso pela lei, mas intolerante quanto à misericórdia.
Ainda que não compreendesse o porquê de estar advertindo a um dos povos mais bárbaros da época, desta vez, Jonas “levantou-se […] e foi” (v.3). Contudo, diferentemente de Abraão, quando questionou ao Senhor sobre a possibilidade de haver justos em Sodoma e Gomorra (Gn.18:22-33), Jonas esperava que a mesma destruição que baniu aquelas cidades caísse sobre Nínive. A sua disposição não era a de salvar pessoas, mas a de garantir de que todas fossem advertidas de sua iminente destruição. Ele nutria em seu coração a “esperança” de contemplar de camarote as cenas de juízo que livraria o seu povo de mais um inimigo.
Porém, o que se seguiu frustrou por completo suas ideias e concepções acerca de seus ouvintes. Jonas foi testemunha ocular da maior história de conversão coletiva registrada nas páginas sagradas. A inclusão dos animais indica uma submissão total de cada criatura e o fato de que aqueles povos eram extremamente idólatras e pervertidos moralmente. Além da prática de adoração a certas espécies de animais, a prática do bestialismo também era muito comum entre os povos pagãos. Os ninivitas reconheceram que tudo o que respirava estava contaminado pelas abominações que até então haviam cometido.
A Bíblia relata que todo o povo se arrependeu e, como um só homem, clamava a Deus pelo perdão. Toda aquela cidade foi salva por causa da pregação de um homem. Ele tinha uma mensagem de juízo para proclamar, porém, ainda que não entendesse dessa forma, também era uma mensagem de misericórdia. Jonas sabia que se eles se arrependessem, Deus os perdoaria. O que ele temia era exatamente isso, que Deus perdoasse aqueles que ele odiava. Os ninivitas haviam oprimido o seu povo e assassinado seus amigos, e quem sabe até seus familiares. Como levar salvação para esse tipo de gente? O que você faria no lugar dele? E se Deus lhe pedisse para pregar para o assassino de alguém de sua família?
Conheço uma irmã muito querida que sofreu a perda de seu filho, e após um período de jejum e muita oração, encontrou-se com o assassino e lhe ofereceu o perdão. Mais do que isso, o Espírito Santo colocou em seu coração amor de mãe por aquele rapaz. Foi assim que nasceu um lindo ministério aos encarcerados em sua cidade. Portanto, amados, o Senhor desejava curar o coração de Jonas assim como curou o coração daquela mãe enlutada.
Um dos piores enganos de Satanás tem sido o de desvincular o amor de Deus de Sua justiça. Isso faz com que grande parte do mundo cristão pregue sobre o amor, mas descarte a justiça divina. Por isso que o Antigo Testamento tem sido negligenciado como se fosse uma parte das Escrituras que perdeu o seu valor. Lançam por terra verdades que o próprio Senhor disse que jamais passariam (Is.40:8), perdendo o privilégio de proclamar a mensagem completa (2Tm.3:16-17). Assim, o amor tem sido pregado não como a essência do caráter divino, mas como um escape para se viver da forma que bem desejar. A mensagem de Jonas era de juízo, mas também era um chamado do amor divino para uma vida transformada, mesmo que o próprio profeta não compreendesse dessa forma.
Nestes últimos dias, Deus tem um povo com a mesma missão de Jonas, que é pregar “as verdadeiras palavras de Deus” (Ap.19:9), independentemente de quem seja ou de sua reação. Deus tem chamado “Jonas” modernos para difundir o Seu último chamado de juízo e de amor. Não com o mesmo sentimento que houve no profeta, mas tendo “o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp.2:5). “Deus é amor” (1Jo.4:8), e Ele tem usado os Seus pregadores da justiça dos últimos dias, convocando, sem fazer acepção de pessoas, todos, para receberem de igual modo a salvação em Cristo Jesus. O verdadeiro amor não é uma emoção, nem tampouco uma desculpa para se levar uma vida libertina. O verdadeiro amor é Jesus Cristo e quem O ama segue os Seus passos (1Pe.2:21) e cumpre as Suas palavras: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15).
O fato é: assim como amou aos ninivitas, Deus te ama, quer você tenha conhecimento disto, quer você aceite, quer não. No entanto, amá-Lo ou não, é sim uma escolha sua. Clamemos “fortemente a Deus” (v.8) e busquemos, pelo poder do Espírito Santo, a conversão diária de que tanto necessitamos.
Querido Pai, o Teu amor por nós é tão grande que enviaste Teu Filho amado para pagar o preço do nosso resgate e para ser o nosso Mediador, de forma que nossas orações sejam aceitas por Ti. O Senhor não espera mais que nos vistamos de panos de saco e lancemos terra e cinza sobre a nossa cabeça. Mas um “coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Ó, nosso Deus, purifica o nosso coração e nos concede alegria em pregar o Teu evangelho! Dá-nos o entendimento verdadeiro e harmonioso do Teu amor e da Tua justiça. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, convertidos pelo Amor!
Rosana Garcia Barros
#Jonas3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JONAS 3 – Se acaso a narrativa de Jonas fosse considerada alegoria, ou parábola, poderia surgir uma discussão sobre a historicidade e a autenticidade das histórias de outros profetas, questionando-se até que ponto tais relatos são literais ou simbólicos.
Se o relato de Jonas não é literal, qualquer aplicação seria subjetiva. Porém, como o próprio Jesus considerou a literalidade desse relato (Mateus 12:39-40), sendo Ele a própria Verdade (João 14:6), me submeto ao Seu escrutínio. E, acredito que os ninivitas pagãos se converterem e o profeta fujão ainda precisava de conversão!
Sendo literal o relato da conversão dos cruéis ninivitas, inserido na Bíblia para inspiração de todos os povos, essa história serve de instrução para missões e evangelismo, mostrando que qualquer nação ou grupo de pessoas, independentemente de seu histórico ou crenças pagãs, pode voltar-se para Deus.
Considere alguns princípios de Jonas 3:
• A missão é iniciada e dirigida por Deus. Ele é Quem chama e comissiona missionários (vs. 1-2).
• A obediência é a melhor resposta ao chamado divino. Inicialmente Jonas resistiu, mas depois cumpriu a missão. Deus conta conosco na execução de Seus planos (v. 3-4).
• A missão pode resultar em grande resposta e transformação de uma nação inteira, basta nos colocarmos à disposição de Deus (vs. 5-9).
• A missão de Deus é motivada por Sua misericórdia e desejo de salvar. Quando as pessoas se arrependem, Ele responde com graça e perdão (v. 10).
“Entre as lições ensinadas pela profecia de Jonas, sobressai a verdade de que a graça de Deus traz a salvação a todos (Tt 2:11), e que ela não era, de fato, limitada aos judeus, mas devia ser revelada também aos gentios. Deus também garante aos gentios o ‘arrependimento para a vida’ (At 11:18). Como Pedro (At 10), Jonas percebeu relutantemente que Deus recebe os de qualquer nação que se volta para Ele. Ao se referir aos ‘ninivitas’ que responderam ao apelo de Jonas para o arrependimento, Jesus condenou os judeus farisaicos e orgulhosos de sua época (ver Mt 12:41; Lc 11:32). Também condenou a todos que, em sua complacência religiosa e falsa sensação de segurança, se enganam em pensar que são o povo favorecido de Deus, e que isso lhes garante a salvação” (CBASD).
Fujamos para Deus, não de Deus! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: JONAS 2 – Primeiro leia a Bíblia
JONAS – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jn/2
Você consegue imaginar a experiência de ficar preso vivo na barriga de um grande peixe (baleia ou qualquer espécie semelhante), mas sem certeza de sobreviver? Jonas clama: “Do ventre da morte (hebr. “Sheol”, lugar dos mortos) gritei por socorro” (Jonas 2:2).
Essa experiência traumática ensinou ao profeta e a nós que não existe um lugar ou circunstância imprópria para orar. “Não há tempo nem lugar para erguer a Deus uma prece.Nada há que possa nos impedir de alçar o coração no espírito de oração sincera” Caminho a Cristo, 114. Podemos orar em qualquer lugar, situação ou circunstância terrível como o profeta fez. Enquanto orava, Jonas descreveu sua condição, uma situação causada por sua desobediência. Esta descrição lembra-nos a condição da humanidade após a queda no pecado. Em sua oração, Jonas reconheceu que a salvação vem do Senhor.
Obrigado, Jesus, pelo seu sacrifício no Calvário e pela provisão de salvação para nos resgatar! Muitas vezes, em nossa experiência individual, sofremos as consequências de nossos próprios caminhos e escolhas desobedientes. No entanto, podemos sempre confiar no Senhor para trazer salvação e cura às nossas vidas. Ele se aproxima de todos com perdão e salvação, de todos que desejam se arrepender e seguir Seus caminhos.
Moisés Pena-Rivas
Colportor, Promotor do Ministério de Literatura, Novo México, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jon/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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595 palavras
1. Jonas … orou. Esta oração notável narra a história do livramento de Jonas. Ele era, sem dúvida, um homem de oração, tanto nos momentos de angústia, quanto nos de ira (2:1; 4:1, 2). Bíblia de Estudo Andrews.
A oração descreve a experiência de Jonas enquanto esteve no ventre do peixe. Ele reconhece o livramento como um fato consumado. As passagens que falam de oração respondida e de libertação, provavelmente, são expressões da forte fé de Jonas na sua libertação e da certeza divina de que sua vida havia sido poupada. A oração de Jonas faz referência a certos salmos. … Sempre que estiverem em necessidade, os filhos de Deus têm o precioso privilégio de apelar a Ele por ajuda. Não importa quão inadequado possa ser o local, os ouvidos misericordiosos de Deus estão abertos a seu clamor. Lugares desolados e obscuros se transformam em verdadeiro templo através da oração de um filho de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1107.
2-9 Salmo de ação de graças por ter sido livrado da morte no mar. Jonas relembra sua oração por socorro ao afundar-se nas profundezas. A gratidão é intensificada pela conscientização de que merecia a morte, mas que Deus lhe outorgou misericórdia extraordinária. A linguagem desse cântico revela que Jonas estava familiarizado com Salmos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Abismo. Do heb. she’ol, o lugar figurativo da morada dos mortos (ver com. de Pv 15:11). CBASD, vol. 4, p. 1107.
3 Me lançaste. A linguagem poética desta seção descreve uma pessoa afundando nas profundezas do mar. Bíblia de Estudo Andrews.
5. As algas se enrolaram. Há dúvidas quanto a interpretar esta linguagem altamente poética de forma literal. Jonas está descrevendo o destino de alguém consignado às profundezas, portanto, com imagens dramáticas e vívidas,. CBASD, vol. 4, p. 1107, 1108.
6. fundamentos. A imagem da base das montanhas [fundo do mar] com ferrolhos [prisão virtual] dramatiza o confinamento, o desespero e a ameaça à vida que caracterizaram a experiência de Jonas no mar. Bíblia de Estudo Andrews.
7. Jonas disse: “Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do SENHOR”.Muitas vezes, agimos do mesmo jeito. Quando a vida está indo bem, confiamos no cuidado de Deus; Mas quando perdemos a esperança, clamamos por Ele. Esse tipo de relação com Deus só pode resultar em uma vida espiritual inconsistente, ascendente e descendente. Um compromisso consistente e diário com Deus promove um relacionamento sólido com ele. Olhe para Deus durante os tempos bons e maus, e você terá uma vida espiritual mais forte. Life Application Study Bible Kingsway.
9. Ao SENHOR pertence a salvação! O âmago desta prece celebra a intervenção milagrosa divina para resgatar Jonas por meio de um peixe. … As criaturas obedecem à voz do Senhor. Os seres humanos foram dotados com a prerrogativa singular de dizer não. Bíblia de Estudo Andrews.
Foi necessário um milagre de libertação para fazer com que Jonas fizesse o que Deus ordenara. … A história de Jonas começou com uma tragédia, mas uma maior tragédia teria acontecido se Deus lhe permitisse continuar correndo. Quando você sabe que Deus quer que você faça algo, não corra. Deus pode não impedi-lo como fez com Jonas. Life Application Study Bible Kingsway.
10. Falou. Deus está no controle das criaturas que Ele fez. O conhecimento desse fato fundamental fortalece contra teorias falsas sobre Deus, que O descrevem como sujeito às leis naturais ou como parte inseparável da própria natureza. A concepção bíblica de Deus é que Ele é o criador da natureza, aquele que, à parte dela, dirige e sustenta o universo, e que está sobre todas as coisas (ver Jó 38, 39, Sl 19; Cl 1:12-17; Ap 14:7). CBASD, vol. 4, p. 1108.
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“Na minha angústia, clamei ao Senhor, e Ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e Tu me ouviste a voz” (v.2).
Tragado pelo grande peixe, Jonas passou pelos momentos mais assustadores de sua vida. Diante da morte, absorto pelas circunstâncias em que havia parado, o profeta ergueu um clamor a Deus. Imagino Jonas gritando com todas as forças que ainda lhe restavam, em prantos, confessando o seu pecado e suplicando pelo perdão divino. Maior do que o abismo que o rodeava (v.5), era o abismo que estava em seu coração. Mas foi quando sentiu como se fosse morrer por dentro, quando apresentou sinais de um quadro emocional debilitado, que Jonas lembrou-se do Senhor (v.7).
Por mais que tenhamos uma aversão natural à dor, é ela que nos alerta quando precisamos de ajuda. Reconhecendo a sua necessidade real, Jonas não pediu para sair do ventre do peixe, mas para ser salvo do que estava dentro dele mesmo (v.7). Sua desobediência foi a causa de todo aquele sofrimento e, reconhecendo a sua culpa, ofereceu sacrifício ao Senhor “com a voz do agradecimento” (v.9). Um coração agradecido, que reconhece que “ao Senhor pertence a salvação” (v.9), que se submete à guia do Espírito Santo, permitindo que Ele o molde, torna-se lugar propício para a Sua morada.
Não existe inimigo mais perigoso do que o “eu” não convertido. Muitos há que, no abismo da aflição pessoal, estão sofrendo sozinhos e clamando em silêncio. E a pergunta que não cala em seus corações, é: “Ainda existe salvação para mim?” Jonas também levantou a possibilidade de não mais haver salvação para ele (v.4). Porém, quando a sua oração foi recebida e a voz de lamentação tornou-se em voz de ação de graças, a alegria da salvação em Deus inundou o seu coração de esperança e de gratidão.
O objetivo do chamado de Jonas não foi apenas o de ir advertir o povo de Nínive, e sim de salvá-lo e de deixar registrado nas Páginas Sagradas um relato surreal, mas repleto de lições espirituais. Quebrando o estigma de que a fragilidade emocional é sinônimo de falta de fé, Jonas nunca havia vivido uma experiência tão íntima com Deus como naqueles três dias de terrível angústia. O Senhor não deseja que soframos, mas se o sofrimento for o meio pelo qual possamos conhecê-Lo, então ele virá e resultará em vitórias pelo poder de Deus.
O Senhor tem um plano específico na vida de cada um de Seus filhos. Não precisamos temer as adversidades e as provações, pois elas surgem como “lições de casa” dadas pelo divino Instrutor para nos habilitar para o Seu serviço e nos revestir do poder do alto. “Porque o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder” (1Co.4:20). Logo o Senhor voltará para nos livrar do abismo do pecado. Que o Eterno tenha misericórdia de nós assim como teve de Jonas e de Nínive, e que jamais O abandonemos (v.8). Que, semelhante a Jonas, sejamos salvos para servir.
Pai de misericórdias, em nossa angústia erguemos nosso clamor a Ti e o Senhor ouve a nossa voz! Que privilégio o nosso chamá-Lo de Pai e poder entrar em Tua santa presença, ainda que não saibamos orar como convém. Porque temos a promessa do Espírito Santo que ora e intercede por nós com gemidos inexprimíveis; e porque temos um Sumo Sacerdote, Jesus, que ministra em nosso favor e, com Seu sangue, nos purifica de nossos pecados. Ó, Senhor, nos ensina a confiar em Ti ainda que nos momentos mais difíceis e a olhar para Ti, ainda que tudo ao nosso redor se abale! Transforma o nosso coração e faze dele a Tua morada todos os dias! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, salvos para servir!
Rosana Garcia Barros
#Jonas2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JONAS 2 – O profeta que pensou poder fugir de Deus, descobre que Deus está presente inclusive no profundo mar, no ventre de um peixe. Além disso, Jonas percebe que Deus não está em todos os lugares para condená-lo, mas para restaurá-lo. Sua história fala de como Deus o resgatou do abismo, percebendo a misericórdia divina mesmo em sua desobediência!
Em Jonas 1 a situação do profeta é uma consequência direta de sua desobediência e fuga. Em Jonas 2, Jonas se arrepende e oferece uma oração de ação de graças, prometendo cumprir suas palavras. Ele reconhece que a salvação pertence a Deus. E, ele precisava ser salvo.
Jonas descreve sua experiência como estar nas profundezas do Sheol (o mundo dos mortos) e de lá Deus o resgatou. Qualquer pessoa, em qualquer situação pode ser alcançada e resgada por Deus, independentemente do que tenha feito. O Deus que havia mostrado Seu poder enviando e acalmando a tempestade e depois enviando o peixe para engolir Jonas (Jonas 1), agora no capítulo 2, como resposta da oração do profeta fujão, Deus ordena ao grande peixe que o vomite em terra firme. Isso mostra que, quando Deus pune, almeja a restauração.
A oração de Jonas reflete seu reconhecimento do poder e da misericórdia divina, seu arrependimento pela desobediência e seu compromisso renovado de obedecer a Deus e cumprir a missão que recebeu do Criador. Essa oração ensina lições importantes para evangelismo e ações missionárias:
• A necessidade de arrependimento,
• A confiança na soberania de Deus,
• A importância da transformação pessoal,
• A centralidade da mensagem de salvação e
• A ênfase na misericórdia e graça divinas.
Essas lições preparam e equipam os missionários para cumprir eficazmente a missão que Deus lhes confiou. Deus sabia que Jonas fugiria, mas visando salvar os ninivitas, Deus estava salvando Seu profeta. Não somos melhores que Jonas quando…
• …Tentamos fugir daquilo que Deus nos chamou para fazer, preferindo seguir nossos próprios caminhos!
• …Ignoramos a voz de Deus e escolhemos desobedecer, mesmo sabendo qual é Sua vontade para nós!
• …Depois de sermos resgatados por Deus, ainda lutamos com sentimentos de julgamento ou ressentimento contra os outros!
• …Somos chamados a cumprir uma missão e precisamos ser primeiramente transformados e alinhados com a vontade de Deus para sermos eficazes!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JONAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
JONAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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