Reavivados por Sua Palavra


MIQUEIAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de junho de 2024, 0:45
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O capítulo de hoje apresenta um contraste entre aqueles “que, no seu leito, imaginam a iniquidade e maquinam o mal” (v.1), e “o restante de Israel”, congregados por Deus “como ovelhas no aprisco” (v.12). A ganância e a mentira regiam a vida da maioria dos líderes políticos e religiosos da nação, de forma que o povo comum sofria devido as suas práticas abusivas. E apesar dos constantes e claros apelos dos profetas do Senhor, rebelavam-se cada vez mais e, com seus profetas ébrios (v.11), declaravam: “a desgraça não cairá sobre nós” (v.6). Contudo, toda a maligna ambição que os tornava duros de coração, logo revelaria seus trágicos resultados, “porque o tempo será mau” (v.3).

O juízo anunciado foi ignorado, e, em seu lugar, foi proclamado um tempo de paz e prosperidade. E à pergunta retórica: “Está irritado o Espírito do Senhor?”, lhes foi dada a resposta que não queriam ouvir: “Sim, as Minhas palavras fazem o bem ao que anda retamente” (v.7). O povo, porém, agia como se fosse inimigo de Deus, roubando os que queriam paz e provocando a ruína de muitas famílias (v.8). Caso não se arrependessem, sua imundícia os destruiria “dolorosamente” (v.10). E enquanto davam ouvidos a falsos profetas (v.11), a calamidade os alcançaria quando menos esperassem.

Mas o Senhor enxergou algo de precioso em meio à sujeira. O “que anda retamente” (v.7) foi identificado pelo Investigador divino, que procura todo aquele que abre o coração para a sagrada obra do Espírito Santo. Apesar da humilhante devastação que os assírios causariam a Israel, Deus prometeu congregar o restante do Seu povo, “como ovelhas no aprisco” (v.12), abrindo caminho e indo adiante deles, assim como um pastor conduz o seu rebanho (v.13). Esta promessa não ficou no passado, mas foi confirmada por Jesus a todas as gerações de Seu fiel povo.

Como os líderes de Israel foram comparados a ladrões e salteadores, Jesus ampliou essa analogia para todos os líderes insensatos do Seu povo: “Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador” (Jo.10:1). Ele também disse: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por Mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem […] Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas […] conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem a Mim” (Jo.10: 9, 11 e 14). Através desta ilustração, conseguimos vislumbrar um Deus que deseja suprir as nossas necessidades em todas as esferas da vida, e que, pensando em Mim e em você, declarou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então, haverá um rebanho e um Pastor” (Jo.10:16).

O bom Pastor está hoje apelando: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is.55:6-7). Há um tempo limite para o mal e uma medida determinada para a iniquidade, que estão prestes a ser atingidos. Porque o “Meu Espírito não agirá para sempre no homem”, diz o Senhor (Gn.6:3). Permita que o bom Pastor vá adiante de você abrindo caminho e, certamente, Ele te levará “para junto das águas de descanso” e habitarás “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:2 e 6).

Amado Pai Celestial, estamos vivendo nos últimos instantes desta Terra, e isso tem sido conhecido de todos os que têm Te buscado e invocado o Teu nome. Mas ainda existem ovelhinhas Tuas fora do aprisco da salvação. Vai em busca delas conforme prometestes, Senhor, e as retira das garras do engano. Congrega o restante de Israel; abre caminho, Jesus é o caminho; faze-o entrar pela porta, Jesus é a porta; para que Teu povo siga o Rei da Glória, Jesus é o Rei da Glória! Queremos fazer parte deste povo seleto. Salva-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhas de Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Miqueias2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MIQUEIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2024, 0:40
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MIQUEIAS 2 – Para compreender melhor a mensagem e o contexto do livro de Miqueias, é essencial reconhecer a continuidade e a relação entre as profecias deste livro e as de outros profetas.

Observe que Miqueias 1 e 2 “tomam os temas de julgamento primeiramente ouvidos em Joel e Amós. Isso se explica pelas denúncias de pecado em Israel e em Judá (1:5-6). Miqueias usou figuras de prostituição para descrever o culto idólatra, como fizera Oseias (1:7). Esses discursos retratavam um dia devastador para Samaria (1:6), mas também falava do perigo junto ao portão de Jerusalém (1:9, 12). Tal perigo chegou no cerco de 701 a.C. (2Rs 18-19). O capítulo 2 lembra Amós ao detalhar os pecados do povo e a falta de disposição deles em ouvir a pregação profética. Miqueias 2:12-13 termina o trecho com uma garantia ambígua de que Deus reuniria todo o Israel em um só lugar, eliminaria as restrições e o conduziria através dele. Deus e o rei iriam adiante do povo. Poderia isso indicar o livramento de uma experiência de prisão? Ou seria um retrato da saída para o exílio? Qualquer que fosse a alusão, Deus iria com eles, aliás, iria adiante deles!” (John Watts).

• Miqueias ergue a voz e condena os injustos; ele denuncia aqueles que planejam iniquidades e praticam o mal, especialmente os que cobiçam campos e casas, roubando-as de seus legítimos proprietários; ele trata da desgraça que Deus traz sobre tais pecadores, os quais serão removidos de suas posses e sofrerão as consequências de seus atos injustos (Miqueias 2:1-5)

• Miqueias confronta os falsos profetas que tentam silenciar suas palavras de julgamento, alegando que não se deve profetizar tais desgraças. Ele denuncia a falsidade desses profetas que enganam o povo e condena os líderes que deturpam a justiça. O texto também aborda a corrupção e avareza dos líderes, que se aproveitam das pessoas vulneráveis, como mulheres e crianças (Miqueias 2:6-11).

• Miqueias, apesar das condenações severas, encerra o capítulo profetizando a reunião do remanescente de Israel. Deus promete reunir Seu povo como um pastor reúne suas ovelhas, conduzindo-os para fora da opressão e para a liberdade (Miqueias 2:12-13).

Deus é o Pastor que reúne Seu rebanho disperso, guiando Suas ovelhinhas com segurança através das tempestades da vida. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MIQUÉIAS 1 by Luís Uehara
25 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mq/1

Miquéias é um dissidente piedoso de fora dos centros de poder governamentais. Deus envia advertências severas através dele por causa das feridas profundas (v. 9) causadas pela rebelião.

Os profetas condenaram a idolatria (v. 7) porque envolvia opressão econômica, escravidão sexual, sacrifício de crianças, rejeição a Deus, etc. Mas a idolatria também oprime milhares de milhões e mata milhões agora:

“Posto que de forma diversa, existe hoje a idolatria no mundo cristão tão verdadeiramente como existiu entre o antigo Israel nos dias de Elias. O deus de muitos homens que se professam sábios, de filósofos, poetas, políticos, jornalistas; o deus dos seletos centros da moda, de muitos colégios e universidades, mesmo de algumas instituições teológicas, pouco melhor é do que Baal, o deus-Sol da Fenícia.”(O Grande Conflito, 583).

Os políticos não são pastores. Mas Deus deu princípios relativos à política. Miquéias convoca todos para ouvir as acusações (vv. 2, 5, 6). Como as políticas governamentais pecaminosas devastam muitas vidas, Deus planejou que Israel iluminasse o mundo (Gn 22:18, Isaías 51:4; 60:1-9). As leis de Deus determinam a ascensão/queda de todas as sociedades (Provérbios 14:34, Jeremias 12:14-17).

Ellen White diz: “Na lei do reino de Deus…há…princípios…[para guiar]…leis dos governos terrenos.” (3MR 37) “Os que não leram esta lição no Livro de Deus, são convidados a lê-la na história das nações. ” (O Grande Conflito, 285)

Como é que Deus quer que apliquemos os Seus princípios políticos às nossas comunidades, instituições e nações agora?

Bryan Bissell
Diretor, Ministérios JOLT

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mic/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MIQUEIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2024, 0:50
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821 palavras

1. Morastita. Habitante de Moresete (v. 14), povoado supostamente localizado na parte de baixo de Judá, cerca de 35 km a sudoeste de Jerusalém, atualmente chamado de Tell ej-Judeideh. O nome Moresete-Gate significa “propriedade [ou, vinha] de Gate”.

Nos dias de Jotão. Ver página 1115 [CBASD, vol. 4]. Isaías, Oseias e Amós começaram a profetizar pouco antes de Miqueias, durante o reinado de Uzias, pai de Jotão (Is 1:1; Os 1:1; Am 1:1). Sem dúvida, os reis mencionados são os de Judá porque a missão de Miqueias se desenvolveu particularmente no Reino de Judá, do sul. No entanto, como Amós (ver página 1053 [CBASD, vol. 4), ele também profetizou contra o reino do norte de Israel.

2 Todos os povos. O mundo inteiro é convocado a testemunhar os juízos divinos contra Samaria e Jerusalém. No destino do esposo do povo escolhido de Deus, as pessoas podem ler o destino de todas as nações que se recusam a seguir o plano divino (ver PR, 364; Dn 4:17).

3 Os altos da Terra. Deus é representado como descendo e caminhando sobre o topo das montanhas e colinas (ver Am 4:13).

4 Os montes … se derretem. Frequentemente, a vinda do Senhor é representada como acompanhada por convulsão da natureza (ver Jz 5:4, 5, Sl 97:4, 5; ver com. [CBASD] do Sl 18:7, 8). Uma agitação mais terrível do mundo físico vai preceder a segunda vinda de Cristo (Mt 24:29; Apocalipse 16:18-21; GC, 636, 637).

5 Transgressão. Os v. 5 a 7 descrevem a punição vindouras sobre Israel, o Reino do norte, por seus pecados.

Samaria. Como capitais de Israel e Judá, respectivamente, Samaria e Jerusalém haviam se tornado em centros de idolatria e iniquidade. Samaria fora construída pelo ímpio Onri e seu filho Acabe, que, seguindo os passos do pai, erigiu ali um tempo a Baal (ver 1Rs reis 16:23-33; para uma descrição de Samaria, ver com. [CBASD] de 1Rs 16:24).

Os altos. A LXX diz aqui: “qual é o pecado da casa de Judá?” Essa leitura provê um melhor paralelismo com a frase precedente: “qual é a transgressão de Jacó?” … Ezequias foi o primeiro dentre os reis de Judá a combater severamente esses centros idólatras (ver 2Rs 18:4). Evidentemente, a profecia de Miqueias precedeu esta reforma.

6 Farei. O tempo verbal no futuro indica que a destruição de Samaria, que teve lugar no sexto ano do reinado de Ezequias, ainda não via havia ocorrido (2Rs 18:9-11).

Campo. Ou, “plantações”. Samaria devia ser destruída tão completamente que vinhas cresceriam em seu lugar.

7 Salários. Do heb. ‘ethnan, palavra frequentemente usada em conexão com o aluguel de uma prostituta (ver Dt 23:18; Ez 16:31,34; Os 9:1).

Ajuntou. Eles [imagens de escultura e ídolos] haviam sido adquiridos por meio do “aluguel de uma prostituta”. A prostituição era praticada em certos templos pagãos, como parte da adoração à deusa da fertilidade.

Volverão. O sentido geral da passagem parece claro. Samaria deveria sofrer a perda daquilo em que confiava.

Nu. Do heb. ‘Arom, designando nudez completa ou alguém semi despido. Miqueias representa a si mesmo, não só como enlutado que tira as vestes exteriores, mas também como um cativo que está completamente despido e é levado nu e despojado (ver Is 20:2,3).

9 Incuráveis. O dia de graça havia acabado para Samaria. … Chegara o tempo da ira divina entrar em ação (ver PR, 364).

Até Judá. Também Judá era a culpada (v. 5) e deveria receber o castigo).

10 Não o anuncieis. Os v. 10 a 16 constituem um canto fúnebre sobre o julgamento que cairia sobre Judá. A frase da frase de abertura é tirada do lamento de Davi em relação a Saul (2Sm 1:20).

Gate. Uma das 5 principais cidades dos filisteus, cuja localização é incerta (sobre os lugares sugeridos, ver 2Rs 2:17). A ruína de Judá não devia ser proclamada neste centro inimigo.

13 Ata os corcéis. Ou seja, engate os cavalos ao carro para que haja uma fuga precipitada.

Laquis. Uma cidade-fortaleza de Judá cerca de 43 km a sudoeste de Jerusalém. A cidade caiu sob Senaqueribe, no momento da invasão de Judá (ver 2Rs 18:14). Um baixo-relevo no museu Britânico, levado da Assíria, descreve o cerco de Laquis (ver vol. 2 [CBASD], p. 47). As ruínas de Laquis hoje são chamadas de Tell ed-Duweir.

O princípio do pecado. Não é revelado como Laquis se tornou o princípio do pecado de Judá.

14 Portanto Evidentemente Judá é abordada aqui.

Aczibe. Do heb. ‘Akzib, possivelmente uma cidade localizada em Sefelá ou na várzea de Judá perto de Adulão … Como a palavra traduzida como “mentira” é aqui akzab, há aqui outro jogo de palavras significativo: “As casas de Aczibe [Cidade-Mentira] serão ‘akzab [mentira]”.

15 Chegará até Adulão a glória de Israel. A sentença pode ser traduzida como na NVI: “a glória de Israel irá a A”. Alguns pensam que a referência é a nobreza de Israel que iria buscar refúgio em lugares como a caverna de Adulão, onde Davi se escondeu (1Sm 22:1, 2).

16 Faze-te calva. Um símbolo de luto (Ver Amós 8:10). Jerusalém é chamada a lamentar seus filhos levados ao exílio.

Águia. Do heb. nesher, usada para designar tanto a águia quanto o falcão. Provavelmente, aqui, a palavra se refere ao abutre careca.

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 118-1120.



MIQUEIAS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de junho de 2024, 0:45
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Desde a separação entre Reino do Norte (Israel) e Reino do Sul (Judá), criou-se uma constante tensão e disputa entre estes reinos. Possuindo a maioria das tribos, Israel evocava o direito de permanecer como a nação eleita. Já o reino de Judá, apesar da pequena representação, se apegava ao fato de ser detentor de Jerusalém e do Templo, da aliança divina com Davi e da profecia de que “o cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). Ambos os reinos, porém, foram colocados em pé de igualdade pelo Senhor: “Qual é a transgressão de Jacó? Não é Samaria? E quais os altos de Judá? Não é Jerusalém?” (v.5). Tanto Israel quanto Judá haviam se afastado do Senhor e quebrado a Sua santa aliança. Aos olhos de Deus era um só reino dividido contra si mesmo.

A respeito desse tipo de problema, Jesus declarou: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12:25). Contemporâneo de Isaías, Amós e Oseias, o profeta Miqueias recebeu a difícil incumbência de reforçar a verdade presente naquele tempo. Pela quantidade de mensageiros, isso revela que se tratava de um tempo sobremodo difícil, de grande corrupção moral e apostasia. Israel e Judá estavam prestes a sofrer a terrível invasão assíria, colhendo os resultados de suas feridas incuráveis (v.9), e a única saída para o povo de Deus estava em se arrepender e se converter dos seus maus caminhos.

Em Seu ministério terrestre, Jesus Se deparou com a séria rivalidade entre judeus e samaritanos. Nenhum dos lados reconheceu o tempo de Sua chegada. Nenhum estava preparado para receber Aquele que veio para proclamar e confirmar o único reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44). Junto à “fonte de Jacó” (Jo.4:6), Jesus assentou-Se a fim de declarar ao público de uma só mulher uma verdade que nos alcança com o infalível poder de Sua palavra. Aquela mulher ilustrava muito bem a condição espiritual de Israel: prostituída e desprezada por seus irmãos. Jesus revelou o pecado daquela mulher com brandura e misericórdia, o que despertou-lhe o interesse em ouvi-Lo mais e resultou em uma conversão genuína e evangelismo prático e eficiente.

Despertada para uma nova experiência, a mulher expôs o dilema que a angustiava: “Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar” (Jo.4:20). A resposta do Salvador esclarece o fato de que Deus tem sim uma igreja, uma nação eleita, um povo de Sua exclusiva propriedade (1Pe.2:9), mas que o Pai está procurando e recolhendo como Seu precioso trigo: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Esta verdade continuará viva em seus efeitos até que do Céu brade a ordem: “chegou a hora de ceifar, visto que a seara da Terra já amadureceu” (Ap.14:15).

Eu creio que já está mais do que claro no que estudamos nas Escrituras até agora que cada mensagem de juízo divino era acompanhada pela essência do caráter de Deus, que é o amor. Vemos isso claramente, por exemplo, nos livros dos contemporâneos de Miqueias. O livro de Isaías começa com uma mensagem de juízo e termina com uma mensagem de esperança. O livro de Amós inicia com uma ameaça e termina com a promessa da restauração. O livro de Oseias começa revelando a infidelidade do povo e é encerrado com promessas do perdão divino. Veremos que não é diferente no livro de Miqueias. Começamos estudando uma mensagem de juízo e terminaremos com um dos mais lindos textos sobre o perdão, a fidelidade e a misericórdia de Deus.

Estamos vivendo em tempos decisivos e emprestados, amados. É a experiência pessoal com Deus através de uma vida de comunhão diária com Ele que resulta em obediência às verdades que nos levam a conhecê-Lo. E, muitas vezes, situações adversas são permitidas a fim de moldar o nosso caráter e nos fazer enxergar, ainda que palidamente, quem de fato Deus é. É assim que aprendemos a caminhar com o Senhor, adorando-O em espírito e em verdade, e por Ele somos encontrados como Seus verdadeiros adoradores, “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15).

Portanto, não fique chateado se por algum meio a repreensão lhe alcançou. Pois Aquele que nos convence do pecado é o mesmo que nos consola: o Consolador, o Espírito Santo. Ele deseja purificar o nosso coração com o amor de Deus a fim de fazer dele a morada de Cristo. Prossigamos, pois, em conhecer ao Senhor através de mais este livro inspirado.

Pai amado, enquanto o país está em polvorosa em meio à idolatria deste mês, nosso coração anseia pelo Senhor e pelo lugar de paz que Cristo nos foi preparar. A maioria esmagadora das pessoas ignoram ou simplesmente não querem dar ouvidos à Tua Palavra. Não permite que nos conformemos com este século, com as coisas deste mundo! Não, Senhor! Ó, Pai, esvazia-nos de nós mesmos e enche-nos do Teu Espírito! Logo o Senhor sairá “do Seu lugar” e descerá. Capacita-nos, Te suplicamos, para darmos o alto clamor! E volta logo, nosso Deus! Nós Te amamos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#Miqueias1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MIQUEIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2024, 0:40
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MIQUEIAS 1 – Deus quer alcançar a todas as pessoas, e usa diferentes personalidades para Seus maravilhosos propósitos. Os diversos escritores bíblicos revelam essa verdade.

“Como seu contemporâneo Isaías, Miqueias era dotado de grande verve literária. Se Isaías era um poeta da corte, Miqueias era um homem rústico, procedente de uma vila obscura. Isaías era estadista; Miqueias evangelizador e reformador social. Isaías era uma voz dirigida aos reis; Miqueias, arauto de Deus junto às pessoas comuns. Isaías abordava questões políticas; Miqueias tratou quase exclusivamente da religião pessoal e da moralidade social” (Merrill Unger).

A diversidade de perspectivas entre Isaías e Miqueias ilustra a importância de diferentes perspectivas. Enquanto Isaías trazia uma visão política e aristocrática, Miqueias focava nas questões sociais e religiosas do cidadão comum.

• Valorize e escute diferentes perspectivas bíblicas, pois cada uma oferece insights valiosos e complementares à compreensão e solução de problemas complexos.

As origens humildes de Miqueias contrastam com a posição privilegiada de Isaías. Miqueias, vindo de uma vila obscura, mostra que a sabedoria e a liderança não estão limitadas à elite ou àqueles em posição de destaque.

• Independentemente da tua origem ou posição social, você pode causar impacto significativo e contribuir para mudanças sociais positivas.

Isaías era uma voz aos reis, enquanto Miqueias era um arauto para as pessoas comuns. Essa distinção mostra a importância de adaptar a comunicação ao público-alvo e revela o objetivo divino de alcançar a todas as pessoas, independentemente de quem seja.

• Quanto mais entendermos o contexto e o alvo das mensagens bíblicas, melhor será nossa compreensão delas, para sermos alcançados por Deus!

O livro de Miqueias inicia com uma teofania e uma lamentação do profeta:

1. Em Miqueias 1:2-7 Deus é retratado descendo dos Céus, pisando as alturas da Terra, abalando montanhas e derretendo vales; essa grandiosa teofania é um prenúncio de julgamento, um chamado ao arrependimento diante da infidelidade e injustiça que permeia a sociedade.
2. Miqueias 1:8-16 é um lamento carregado de dor, indicando que o profeta não é meramente um mensageiro, mas um participante do sofrimento de seu povo. Ele rasga suas vestes e anda descalço, sinal de solidariedade com a aflição prestes a vir. Sua lamentação ecoa a dor divina, é um grito por justiça e um apelo ao arrependimento.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JONAS 4 by Luís Uehara
24 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jn/4

O livro de Jonas é um retrato notável de um Deus misericordioso e um missionário destituído de misericórdia. Contrasta Deus, que demonstrou compaixão tanto pelas pessoas quanto pelos animais, com um pregador que se ressentiu da compaixão de Deus. Embora Jonas tivesse cumprido seus deveres proféticos, o espírito foi de obediência relutante, em vez de amorosa compaixão. No entanto, Deus usou esse profeta mesquinho e tacanho para compartilhar a esperança da salvação.

Mesmo quando somos falhos e incompletos na graça, Deus pode trabalhar através de nós para compartilhar a misericórdia do céu com corações feridos. O que está sendo revelado é o coração de Deus, não o nosso.

Ao longo do livro, uma palavra revela repetidamente o coração de Deus: provedor. Deus providenciou um peixe e salvou Jonas do afogamento. Deus providenciou uma frondosa planta para servir de abrigo ao sol. Deus providenciou um verme faminto e um vento escaldante a fim de expor a Jonas a insensibilidade do seu próprio coração. Deus sempre provê o que mais precisamos, seja para nos resgatar ou para expor nosso coração e revelar nossa falta de graça compassiva.

Como é confortante saber que Deus sempre providencia aquilo que é mais necessário. Que nossos corações sempre espelhem a Sua compaixão!

Tu, Senhor, preservas tanto os homens quanto os animais. Como é precioso o teu amor, ó Deus! Salmos 36:6,7

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jon/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



JONAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de junho de 2024, 0:50
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766 palavras

1 desgostou-se Jonas extremamente e ficou irado. A ira de Jonas mostra seu profundo orgulho nacionalista. O Deus missionário tinha um profeta sem coração missionário. Bíblia de Estudo Andrews.

O cap. 4 apresenta um contraste entre a impaciência do coração humano e a longanimidade de Deus. Jonas ficou mais do que descontente, ele se irou intensamente porque “Deus Se arrependeu do mal” (Jn 3:10). Em vez de alegria porque a graça de Deus alcançara os ninivitas arrependidos, ele permitiu que seu coração egoísta e pecaminoso o tornasse ressentido. Uma vez que o que ele profetizou não aconteceu, sentiu que seria considerado um falso profeta. Sua reputação valia muito mais para si mesmo do que todas as pessoas da capital assíria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1111.

Jonas ficou zangado porque Deus se compadeceu de um inimigo de Israel. Queria que a bondade de Deus fosse outorgada somente aos israelitas, não aos gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não devemos nos esquecer que, na verdade, não merecemos ser perdoados por Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

2 sabia. Jonas reconhecia a longanimidade do caráter de Deus, em especial, o desejo divino de perdoar. Deus é cheio de graça e misericórdia, tardio em se irar e repleto de amor da aliança (Êx 34:6; N m 14:18; Ne 9:17; Sl 103:8; Jl 2:13). O Senhor perdoa e deixa de executar o juízo punitivo. Jonas podia apreciar essas características por sua própria experiência. O que o incomodou e destruiu sua paz de espírito foi o fato de Deus estender graça até mesmo aos inimigos. A salvação fora dos limites do povo do Senhor era inconcebível. Entretanto, o Deus da Bíblia é diferente, e o nacionalismo não faz parte de seus planos. Ele se propõe a salvar e a abençoar todas as famílias d a Terra, como disse a Abraão. O Senhor poderia ter destruído os ninivitas sem alertá-los. O próprio fato de enviar Jonas mostra que ele estava aberto à possibilidadede reverter seu veredito contra a cidade. Bíblia de Estudo Andrews.

muito paciente. Jonas , ao contrário, irava-se facilmente (v. 1,9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3. Tira-me a vida. O apelo de Jonas a Deus é bem diferente do de Moisés, que, no verdadeiro espírito de autossacrifício, estava disposto a ter seu nome apagado do livro da vida para que seu povo transgressor pudesse viver (ver Ex 32:31, 32). Jonas deu lugar ao completo desânimo. CBASD, vol. 4, p. 1111.

5. Até ver o que aconteceria. Pode ser que sua reação apenas refletisse sua atitude de teimosia e a insistência de que Deus cumprisse o que havia anunciado. CBASD, vol. 4, p. 1111.

Jonas se assentou do lado de fora da cidade, esperando presenciar sua destruição. Isso mostra a luta do profeta em deixar Deus ser Deus e perdoar. A este ponto, Jonas se recusou a participar de uma conversa. Uma lição prática o ajudaria a entender a situação do ponto de vista divino. Bíblia de Estudo Andrews.

abrigo. Segundo parece, esse abrigo não oferecia sombra suficiente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-9 Deus mobilizou os agentes de sua criação – a planta, o verme, o sol e o vento quente oriental – para fazer Jonas voltar a falar. A estratégia funcionou. O Senhor pôde expressar sua justificativa para perdoar os ninivitas: o motivo era a compaixão. Se Jonas era capaz de sentir compaixão por uma planta, muito mais justificado estava Deus por sentir compaixão pelos ninivitas e até mesmo pelos animais da cidade. Este livro revela a paixão missionária do Senhor por salvar vidas. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Secou. Muitas vezes ocorre que, quando um novo dia de alegria e regozijo parece prestes a começar, algum verme da desgraça ou da tristeza transforma a esperança em desespero. CBASD, vol. 4, p. 1112.

10. Tens compaixão. A LXX traduz a primeira parte do versículo como: “E disse o SENHOR: Tu tiveste compaixão da planta que tu não criaste e pela qual não sofreste.” … Seu sistema de valores estava distorcido. CBASD, vol. 4, p. 1112.

11 não sabem nem distinguir a mão direita da esquerda. Assim com o crianças pequenas (cf. Dt 1.39; Is 7.15,16), os ninivitas precisavam da compaixão paterna de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus poupou os marinheiros quando pediram por piedade. Deus salvou Jonas quando este orou por dentro do peixe. Deus salvou as pessoas de Nínive quando responderam à pregação de Jonas.Deus responde as orações daqueles que o invocam. Deus sempre trabalhe nossa vontade, e deseja que todos venhamos até Ele, confiemos nEle e sejamos salvos. Podemos ser salvos se atendermos as advertências de Deus para nós através de sua Palavra. Se respondemos em obediência, Deus será gracioso, e receberemos sua misericórdia, não o castigo dele. Life Application Study Bible Kingsway.



JONAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de junho de 2024, 0:45
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Inconformado e irado com a ação dos ninivitas e com a reação de Deus, Jonas fez uma oração que confirma a razão de ter fugido. O maior medo de Jonas não era o de enfrentar a violência dos ninivitas, mas de que o perdão divino os alcançasse. “Tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver” (v.3), foi o pedido desesperado e inconsequente do profeta. Jonas pensava que assistiria de camarote a destruição daquela cidade semelhante ao que aconteceu com Sodoma.

Apesar de seus acessos de ira e senso de justiça própria, Jonas conhecia ao Deus que servia: “és Deus clemente, e misericordioso, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e que Te arrependes do mal” (v.2). Diferente da versão tirana criada pelo pensamento de que Deus é um ser que tem prazer em destruir os desobedientes, a experiência de Nínive certamente é uma prova inquestionável de que Ele não tem prazer na morte do perverso. Antes, deseja “que ele se converta dos seus caminhos e viva” (Ez.18:23).

A paciência de Deus para com o profeta foi tão grande quanto o foi com os ninivitas, senão maior. Porque Jonas era conhecedor da Palavra, mas aquele povo não sabia “discernir entre a mão direita e a mão esquerda” (v.11). Eram ignorantes acerca do que era certo e do que era errado. Deus, então, em Sua infinita misericórdia, permitiu que aquele Seu zeloso servo aprendesse uma inesquecível lição de amor, misericórdia e perdão.

Jonas construiu um abrigo provisório para assistir “o que aconteceria à cidade” (v.5). Em seu desconforto, Deus fez crescer sobre ele uma planta que lhe daria um pouco de alívio em meio ao calor do oriente. O fato de ele ter se alegrado “em extremo por causa da planta” (v.6) não deve ter sido só pela sombra que ela lhe proporcionou, mas, é bem provável que o nascimento sobrenatural daquela planta tivesse representado para ele um sinal de que Deus o estava abençoando e confirmando a sentença condenatória que logo ele contemplaria.

Contudo, a planta secou, o calor tornou-se insuportável, pela segunda vez Jonas pediu a morte e pela segunda vez o Senhor lhe perguntou: “É razoável essa tua ira […]?” (v.9). Faltava algo para Jonas. A sua vida passou a não fazer mais sentido. A sua resposta diante do ocorrido revelava algo que tem sido a principal causa das enfermidades da mente humana: a ausência do espírito de perdão. E isto não é somente um princípio bíblico, mas um fato cientificamente comprovado. Não perdoar pode causar problemas emocionais, e até físicos e psicológicos muito graves.

O perdão não é algo que acontece de repente. Perdoei e está tudo certo. Não, amados. Exige todo um processo que requer paciência e perseverança. Percebam que Deus provocou Jonas a, mesmo sem perceber, passar pela primeira fase do processo que é reconhecer a ira, a mágoa. Disse ele: “É razoável a minha ira até à morte” (v.9). Por mais que a atitude do profeta estivesse “temperada” de raiva, ele reconheceu o seu rancor diante de Deus. Ele deixou bem claro o que estava sentindo. E Deus não nos priva de expressarmos os nossos sentimentos. Muito pelo contrário, Ele nos dá a total liberdade para isso. Se “a oração é o abrir do coração a Deus como a um amigo” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 94), então Ele espera que as nossas palavras sejam a exata expressão do que está em nosso coração.

“Robert Enright, cofundador do International Forgiveness Institute […] concluiu que o processo de perdão envolve quatro fases. São elas:

Reconhecimento da raiva, considerando a sua influência na nossa forma de viver e sentir.
Decidir perdoar, a partir de dentro e no tempo de cada um.
Trabalhar o perdão desenvolvendo empatia e compaixão.
Descobrir e libertar-se da prisão emocional.”
(https://goo.gl/soiBbg).

Portanto, se como Jonas, você tem dificuldade para perdoar, não se desespere. O Senhor nos tem feito a mesma pergunta: “É razoável essa tua ira?” (v.4). Responda-O com inteireza de coração. Não tente esconder ou mascarar aquilo que Deus já conhece. Não perca a sua saúde física, emocional e espiritual acalentando sentimentos que lhe destroem pouco a pouco e lhe fazem perder o privilégio de ser reconhecido como um discípulo de Jesus: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35); e de tornar-se perfeito “como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt.5:48).

Se Deus perdoa as nossas ofensas, quanto mais devemos perdoar as ofensas de nossos semelhantes! Permita que o Espírito Santo derrame em seu coração a abundante chuva do amor de Deus (Rm.5:5), e que a sua vida seja uma manifestação do milagre do perdão. Faça das palavras a seguir a sua oração neste dia também:

Ó, Senhor, meu Deus, dá-me um coração misericordioso e compreensivo! Ajuda-me, Senhor, a não fugir dos Teus propósitos! Ajuda-me, Pai, a ter coragem para assumir os meus erros e forças para enfrentar as consequências deles! Ajuda-me, Deus meu, a fazer a Tua vontade! Ajuda-me, meu Redentor, a ser o que queres que eu seja! Ajuda-me a perdoar o meu semelhante! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados pelo Pai e perdoadores de seus irmãos!

Rosana Garcia Barros

#Jonas4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JONAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de junho de 2024, 0:40
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JONAS 4 – Quando as pessoas respondem com arrependimento diante da mensagem de julgamento, Deus responde com compaixão e misericórdia, desviando a destruição que Ele havia planejado. Isso mostra o coração misericordioso de Deus em relação aos que se voltam para Ele.

As pessoas, facilmente ficam indignadas frente à graça, misericórdia, bondade e perdão de Deus. A sede de vingança e o senso de justiça parecem atrapalhar a religião delas. Tanto Jonas quanto o irmão mais velho na parábola do filho pródigo (Lucas 15:25-32) demonstram ressentimento e falta de compreensão diante da graça e misericórdia de Deus para com os errantes arrependidos.

Semelhante à reação de Jonas, a atitude do irmão mais velho reflete um sentimento de injustiça; ambos ficaram irados ao verem a misericórdia de Deus sendo concedida aos pecadores. O irmão mais velho e Jonas sentiram-se traídos pela generosidade divina, incapazes de aceitar que o arrependimento genuíno resulta em perdão e celebração.

Jonas se importa mais com aboboreiras que murcham tão rápido quanto crescem, do que com uma grande cidade com pessoas que Deus ama e deseja salvar. Tanto o irmão mais velho da parábola, Jonas e nós mesmos, precisamos aprender que a verdadeira justiça divina não se baseia no merecimento humano, mas na abundante graça e amor divinos para todos que se arrependem sinceramente. Em ambas as histórias, Deus convida os ofendidos a celebrar a redenção e a misericórdia, desafiando-os a superar seu próprio egoísmo e abraçar a alegria do perdão.

Deus fez a seguinte pergunta a Jonas: “Você tem alguma razão para essa fúria?”. A partir de Jonas 4:4 e seu contexto missionário, vamos extrair algumas lições:

• A pergunta feita por Deus ressalta que a missão é guiada pela vontade divina e não pelas preferências ou lógicas humanas.
• Deus escolhe os alvos da missão e atua segundo os Seus propósitos, mesmo que tais propósitos desafiem nossas expectativas e preconceitos.
• A missão que Deus nos dá não é sobre condenação, mas sobre redenção e reconciliação.
• Os missionários devem refletir a compaixão de Deus em suas ações, buscando alcançar todos os povos com o amor divino.
• A pergunta de Deus revela a necessidade de transformação no próprio missionário.
• Deus não apenas trabalha através dos missionários, mas também trabalha neles.

Temos muito a aprender! – Heber Toth Armí.