Reavivados por Sua Palavra


SOFONIAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: SOFONIAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

SOFONIAS 2 – BLOG MUNDIAL

SOFONIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SOFONIAS 2 by Luís Uehara
9 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sf/2

O profeta implora ferventemente a seu povo que se una. Ele enfatiza que o dia do Senhor está bem próximo deles, então ele exorta as pessoas a se voltarem para o Senhor, porque do contrário eles iriam sofrer todas as consequências de Sua ira.

Em seguida, três vezes, o profeta convida o povo a BUSCAR o Senhor. “Busquem o Senhor, todos vocês, os humildes da terra, vocês que fazem o que ele ordena. Busquem a justiça, busquem a humildade” (v. 3, NVI).

Junto com essas palavras fortes do profeta há sinais de esperança. No versículo 7 e 9, o profeta apresenta um remanescente que será o proprietário da terra e experimentará a paz de ter Deus cuidando deles. A característica deste remanescente é a sua humildade e a sua obediência. Esta humildade está em oposição com a arrogância das nações mencionadas previamente por Sofonias.

A humildade é uma característica dos grandes personagens da Bíblia. Ao relacionar humildade com justiça, Sofonias deixa claro que a verdadeira humildade está sempre ligada à justiça social.

A cura de igrejas, comunidades e sociedades só é possível através da humildade perante Deus (2 Cr. 7:14) e de uns para com os outros. Portanto, busquemos ao Senhor com humildade e retidão, para que possamos estar protegidos quando Ele vier.

Norbert Zens
Tesoureiro da Divisão Inter-Européia, Bern, Suiça

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zep/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli//
Gisele Quimelli/Luís Uehara



SOFONIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2024, 0:50
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445 palavras

1 Concentra-te. Uma vez que a união das pessoas aumenta a força por meio de um mesmo parecer, da confissão conjunta e da súplica a Deus, o profeta admoesta o povo a se congregar (ver Hb 10:24, 25; cf. Jl 1:14; 2:16-18).

Que não tens pudor. Se a nação não “se envergonhava”, isso significa que o povo não tinha o devido senso de culpa por seus pecados (ver Is 29:22).

3 Buscai. Dirigindo-se aos que afirmavam servir a Deus e obedecer à Sua lei, o profeta os encoraja a se apegarem firmemente a Deus.

Mansos. Os que têm caráter oposto aos orgulhosos, autossuficientes e impudentes (ver com. do v. 1; sobre o espírito de orgulho, ver com. de Mt 5:5).

Cumpris. Embora Judá tivesse se tornado um povo apóstata e degenerado, ainda havia quem permanecia leal a Deus.

Porventura. do heb. ‘ulay, “talvez”; uma expressão de esperança, súplica ou medo.

4 Gaza. Quatro cidades principais dos filisteus são mencionadas aqui para representar a totalidade daquele país (ver Am 1:6-8).

Ao meio-dia. Uma vez que esta era a hora mais quente do dia, quando seria menos provável que o inimigo atacasse, a expressão “ao meio-dia”evidentemente “inesperadamente” ou “repentinamente” (ver Jr 15:8).

7 Atentará para eles. O profeta expressa uma firme confiança de que seu povo será restaurado do cativeiro babilônico e, evidentemente, considera a derrota da Filístia como parte do preparo para esse evento.

8 O escárnio de Moabe. Os descendentes de Ló (os moabitas e amonitas) eram inimigos implacáveis dos israelitas, embora tivessem com eles parentesco de sangue (ver com. de Am 1:13; 2:1).

11 Aniquilará. Do heb. razah, “diminuir”. O profeta ansiava pelo tempo em que Deus faria com que “todos os deuses da Terra” diminuíssem, quando eles não teriam mais adoradores para lhes oferecer sacrifícios.

Ilhas. Ou, “terras costeiras”. Uma referência a países distantes aos quais se chegava por mar.

13 Assíria. Embora a Assíria parecesse próspera e florescente, o profeta predisse que ela também sofreria a ira divina (ver Is 10:12; Ez 31:3-12; o livro de Naum).

Terra seca como um deserto. A abundante fertilidade de Nínive era devida à irrigação. Quando o sistema de irrigação foi destruído, não levou muito tempo para que Nínive se tornasse uma região árida.

14 Rebanhos. É dada aqui uma descrição detalhada da “desolação” que sobreviria a Nínive (ver v. 3). Em linguagem vívida, o profeta retrata a ausência de habitantes humanos nas ruínas da cidade.

15 Confiante. Ou, literalmente, “de maneira segura” ou “tranquila”. A cidade é retratada como se não tivesse medo de ataques. Em seu orgulho, Nínive atribuía a si mesma as características de divindade: “Eu sou a única, e não há outra além de mim” (cf. Is 14:13, 14; Is 47:7; Ap 18:7).

Assobiará. Para mostrar escárnio ou desprezo (ver Jr 19:8; Mq 6:16).

Agitará a mão. Um gesto de repúdio.

 

REFERÊNCIA:  Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 1174, 1175.



SOFONIAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de julho de 2024, 0:45
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As ameaças contra as cinco nações inimigas do povo de Deus anunciavam o livramento dos “restantes da casa de Judá” (v.7) e a destruição dos perversos, “até que não haja um morador sequer” (v.5). Em contraste com a abordagem violenta e orgulhosa daquelas nações, o Senhor convocou “todos os mansos da terra” (v.3) a se aproximarem dEle. A palavra hebraica usada para designar a mansidão significa “se inclinar”, “se submeter”. Ou seja, biblicamente falando, ser manso é muito mais do que manifestar tranquilidade; ser manso é ser submisso à vontade de Deus, estar conformado com ela. Nesse sentido, podemos compreender melhor o convite do Salvador: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:28-29).

A vida de Jesus foi de perfeita e completa obediência. Sua submissão ao Pai era constante e nada fazia por vontade própria. Em cada madrugada despertava na certeza de que Seu Pai O aguardava para com Ele entreter preciosos momentos de comunhão. Ali, Jesus recebia as instruções do dia e o vigor espiritual para combater “o bom combate” (2Tm.4:7). Sua mansidão era claramente percebida em Suas palavras e vista em Suas ações. Não se tratava apenas de um Homem gentil, mas dAquele que revelou ao mundo a verdadeira mansidão, que é andar humildemente com Deus em atitude de submissão. O conselho dado através do profeta: “Buscai o Senhor […], buscai a mansidão” (v.3), rasga as cortinas do tempo e nos diz, hoje: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo.2:5).

Conhecido como o homem mais manso da Terra (Nm.12:3), Moisés recebia diariamente do Senhor as instruções e o poder para liderar a nação eleita. Era um homem submisso à vontade divina. No episódio das águas de Meribá não foi a manifestação de sua ira que o privou de entrar em Canaã, e sim seu ato de incredulidade e de rebeldia ao descumprir uma ordem de Deus (Nm.20:12). Portanto, a mansidão não é algo que se conquista e se torna inerente ao homem, mas um dom do Espírito que precisa ser buscado a cada dia na escola de Cristo. Precisamos encarar as adversidades como oportunidades de avanço e não como inibidoras dele. É nesse processo que, qual Moisés, o nosso encontro diário com Deus transparecerá em nossa face (Êx.34:29).

Semelhante aos juízos que sobreviriam às nações impenitentes, a Terra está prestes a ser atingida pelos “sete flagelos dos sete anjos” (Ap.15:8). E o chamado do Senhor a “todos os mansos da terra” (v.3) que ainda estão na Babilônia espiritual é este: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). Existem multidões de mansos que ainda não ouviram o último chamado de Deus. Pessoas que, mesmo não conhecendo toda a verdade, são muito sinceras e fiéis no que acreditam ser o correto. Mas o Senhor “atentará para eles e lhes mudará a sorte” (v.7). A todos, porém, que “escarneceram e se gabaram contra o povo do Senhor dos Exércitos” (v.10), serão “como Sodoma” e “como Gomorra” (v.9) “no dia da ira do Senhor” (v.3).

Olhemos para Jesus, amados, e busquemos nEle a mansidão e a humildade que necessitamos a fim de que sejamos participantes de Sua vida vitoriosa.

Querido Senhor, bendito seja o Teu nome! Pai, para termos um coração disposto e voluntário para fazer a Tua vontade necessitamos do Teu Espírito. Enche-nos do Espírito Santo! Sabemos que logo haverá um juízo final e queremos estar escondidos no esconderijo do Altíssimo. Fortalece a nossa fé em Ti e que a Tua Palavra continue iluminando o nosso caminho a cada dia. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, mansos da Terra!

Rosana Garcia Barros

#Sofonias2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SOFONIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2024, 0:40
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SOFONIAS 2 – O foco profético de Sofonias é exortar quem tem acesso às suas mensagens a examinar a própria vida, a arrepender-se de seus pecados e, a viver em fidelidade a Deus, confiando em Sua misericórdia e graça.

Sofonias 2 contém uma série de advertências e juízos contra várias nações, bem como um chamado ao arrependimento ao povo de Deus. Analisando o texto à luz do contexto atual, várias aplicações podem ser extraídas para os habitantes do século 21:

Sofonias inicia com chamado ao arrependimento. Para os leitores contemporâneos, isso é um lembrete da importância de reconhecer os próprios erros, buscar a reconciliação e voltar-se para Deus, ou para os valores e princípios divinos que devem guiar a vida de cada ser moralmente criado por Deus (Sofonias 2:1-3).

O texto enfatiza a necessidade de buscar a justiça, a retidão e a humildade. No século 21, podemos entender isso como um chamado para agir com integridade, lutar contra a corrupção em nossa própria vida, promover a equidade na sociedade e defender os direitos dos vulneráveis.

A profecia aponta para as consequências de nossas ações. As revelações de juízo contra as nações vizinhas de Judá (Sofonias 2:4-15) lembram que todas as ações têm consequências. No contexto atual, isso é uma chamada à responsabilidade individual e coletiva, destacando que atos de injustiça, opressão e imoralidade trarão consequências negativas, indesejadas.

Embora o texto contenha muitas mensagens de juízo, também há uma nota de esperança àqueles que buscam a justiça e a retidão (Sofonias 2:7, 9, 11). Para os últimos dias, podemos entender a mensagem de Sofonias como um incentivo a fazer o que é certo, a praticar o bem, mesmo diante das adversidades escatológicas (Apocalipse 13:1-18). Sofonias 2:1-3 fala sobre reunir-se e unir-se com propósito nobre. Num mundo muitas vezes divido por conflitos e polarizações, essa mensagem pode ser vista como um apelo à unidade, cooperação e esforço conjunto para enfrentar os desafios que antecedem à segunda vinda dAquele que orou por unidade de Sua igreja (João 17:20-23).

Examine sua vida, arrependa-se e viva em fidelidade a Deus, confiando em Sua misericórdia e graça.

Mesmo em meio ao juízo divino, há esperança para aqueles que buscam a justiça e a retidão. Mantenha a fé e pratique o bem! – Heber Toth Armí.



SOFONIAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: SOFONIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

SOFONIAS 1 – BLOG MUNDIAL

SOFONIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SOFONIAS 1 by Luís Uehara
8 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sf/1

O livro de Sofonias é a descrição mais eletrizante do “dia do Senhor”. Da perspectiva do profeta, este é um dia único, quando o Messias finalmente chega. Do nosso ponto de vista, sabemos que se refere ao dia do julgamento. Mas embora o profeta não conseguisse diferenciar os dois eventos, ele descreveu perfeitamente o que viu em visão: a segunda vinda de Cristo.

Somente neste capítulo aprendemos que a vinda de Cristo será universal (1:2); envolverá o desfazer da criação (1:3), o que sugere um refazer; será um dia de ira (1:15); e significará a aniquilação dos ímpios (1:18) em vez do seu tormento eterno e consciente. Sofonias convida o povo de Deus a considerar: “O grande dia do Senhor está próximo; está próximo e logo vem.” (1:14, NVI). Isto é ainda mais verdadeiro hoje. Todos os tempos proféticos foram cumpridos, as forças das trevas crescem a cada dia e o evangelho é espalhado por todo o mundo. Ele está bem à porta! Embora isso seja uma notícia assustadora para os ímpios, é a “bendita esperança” dos justos. E para você? Essa é uma boa notícia?

“Busquem o Senhor, todos vocês humildes do país, vocês que fazem o que ele ordena. Busquem a justiça, busquem a humildade; talvez vocês tenham abrigo no dia da ira do Senhor.” (2:3, NVI).

Kenneth Martinez
Pastor, Conferência de Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zep/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



SOFONIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2024, 0:50
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874 palavras

1 Palavra de Sofonias. A mensagem não era de Sofonias, mas de Deus (ver 2Sm 23:1, 2; 2Tm 3:16, 17; 2Pe 1:21).

Ezequias. O fato de se nomearem os ancestrais de Sofonias até a quarta geração, ao passo que em geral só se menciona o pai de um profeta, isso quando é mencionado um antepassado, confere peso ao ponto de vista de que esse “Ezequias”eera alguém notável, muito provavelmente o rei de Judá que teve esse nome. Além disso, o intervalo entre esses dois personagens torna possível que Sofonias fosse um trineto do rei Ezequias.

2 Sobre a face da terra. Esta expressão, especialmente quando considerada com a primeira parte do versículo, indica a severidade dos juízos então iminentes.

3 Os homens e os animais. A maldição resultante do pecado repousa não só sobre o ser humano, mas também sobre o restante da criação (Gn 3:17; Rm 8:19-22).

Ofensas. Todos os ídolos, todas as maquinações ímpias, os erros, os enganos e os “frutos”da iniquidade serão destruídos juntamente com os próprios pecadores (ver Jr 17:10; Mt 7:17-19; Rm 6:21).

4 A mão. Esta é símbolo de poder, pois é o instrumento pelo qual a pessoa exerce poder (ver Js 4:24).

O resto. Tudo o que resta de Baal. A LXX diz nesta frase: “Removerei os nomes de Baal” (ver com. de Os 2:17).

Ministrantes dos ídolos. Oficiantes idólatras nomeados pelos reis de Judá para conduzir a adoração nos lugares altos (ver com. de Os 10:5).

5 Eirados. Nos telhados planos, as famílias faziam altares para adorar os corpos celestes, ofereciam sacrifícios de animais e queimavam incenso (ver com. de Jr 19:13).

Exército do céu. Desde os tempos antigos, o Sol, A Lua e as estrelas têm sido adorados como representantes dos poderes da natureza e principais causadores dos eventos terrestres (ver Jr 8:2; 19:13; ver com. de Dt 4:19).

Milcom. O deus amonita mencionado em vários documentos antigos (ver com. de 1Rs 11:7).

6 Deixam de seguir. Aqui o profeta denuncia os apóstatas consumados, que rejeitaram a adoração ao Deus verdadeiro.

7 Dia do SENHOR. O profeta se refere à punição iminente que acompanharia a invasão babilônica (ver com. de Is 13:6). Contudo, é preciso lembrar que as “profecias de juízo impendente sobre Judá [pronunciadas por Sofonias] se aplicam com igual força aos juízos a sobrevirem ao mundo impenitente por ocasião da segunda vinda de Cristo” (PR, 389; sobre os princípios ao se fazerem aplicações para os últimos dias, ver p. 17-25).

Santificou os Seus convidados. Isto é, os babilônios são apresentados como se tivessem sido separados, de acordo com o propósito de Deus, para executar a punição dos transgressores (ver com. de Is 13:3).

Os filhos do rei. Os membros da família real. É muito provável que o rei Josias não tenha sido mencionado aqui porque fora leal ao Senhor (ver 2Cr 34:1, 2, 26-28).

Estrangeiras. Do heb. nakri. Talves as vestes estrangeiras indicassem a presença de hábitos e costumes pagãos entre o povo (ver Is 3:16-24). Os filhos de Israel deviam ser lembrados, por meio de seu vestuário, de que eram um povo especial, dedicado ao serviço de Deus (ver Nm 15:37-41).

10 Grito. Os babilônios são então retratados como se estivessem invadindo os lugares onde ficavam os mercadores e os agiotas.

Porta do Peixe. Esta porta provavelmente ficava na metade do muro norte da cidade. Tinha este nome porque havia ali um mercado de peixes onde os tírios vendiam essa mercadoria (ver com. de Ne 3:3).

11 Mactés. Literalmente, “o pilão”, “o moedor”, ou “o [dente]”. Muitos eruditos creem que maktesh é aqui o nome de um setor de Jerusalém. O contexto (ver v. 10) parece favorecer este ponto de vista.

12 Jerusalém. A capital e a representante de toda a nação.

Com lanternas. Uma figura que mostra a intensidade da busca que os inimigos de Judá fariam para matar ou capturar o maior número possível de pessoas.

À borra do vinho. Isto é, o povo estava endurecido em seus caminhos iníquos. os professos seguidores do Senhor nos dias de Sofonias não perceberam, como muitos cristãos não percebem hoje, que não pode haver descanso na luta espiritual neste mundo. Ninguém deve ficar satisfeito com suas atuais conquistas espirituais. Somente mostrando contínuo progresso é que se vive à altura das oportunidades concedidas por Deus. A complacência é o maior inimigo de uma viva experiência cristã.

Dizem no seu coração: O SENHOR não faz bem, nem faz mal. Um falso conceito de Deus sempre resulta em padrão errado de conduta. As pessoas aqui mencionadas era praticamente deístas. Concordavam que havia um Deus, mas O concebiam como um governante ausente que pouco se importava com Seus filhos e que prestava pouca atenção a eles. Para elas, as promessas de bênçãos e as advertências quanto a punições eram igualmente sem sentido; e Deus não era diferente dos deuses dos pagãos.

13 Mas não habitarão. Os que eram contínuos agressores da lei de Deus receberiam uma punição que seria o posto da recompensa aos fiéis ao Senhor (ver Is 65:21).

15 Aquele dia. O profeta descreve vividamente os terríveis efeitos deste dia: a ardência da “ira” de Deus (ver Is 9:19), “angústia da ira” de Deus (ver Is 9:19), “angústia e alvoroço” por parte dos seres humanos (ver Jó 15:23, 24) e dia de “escuridão e negrume” (ver Jl 2:2; Am 5:18, 20).

18 Nem a sua prata nem o seu ouro. A riqueza das pessoas não poderia comprar segurança contra a destruição (ver Is 13:17; Ez 7:19). De pouco valor são as riquezas em momentos de profunda angústia.



SOFONIAS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de julho de 2024, 0:45
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Em um tempo consideravelmente próspero, quando o rei Josias promovia uma significativa reforma espiritual em Judá, Deus levantou Sofonias após um período de silêncio profético. Da linhagem real de Ezequias (v.1), o profeta estava familiarizado com a apostasia dentre aqueles que deveriam liderar a nação com o temor do Senhor. Vestindo-se da cultura pagã e idólatra dos povos vizinhos, Judá havia perdido sua identidade assemelhando-se a eles. A reforma nos dias de Josias “purificou a Judá e a Jerusalém” (2Cr.34:5). E, encontrado “o Livro da Lei na Casa do Senhor” (2Cr.34:15), Josias cuidou em lê-lo perante todo o povo e em renovar a “aliança ante o Senhor” (2Cr.34:31).

Tal reavivamento e reforma causou um grande impacto na nação e deu início a um período de paz. No entanto, a fidelidade do povo só durou o tempo de vida de Josias, e era dever de Sofonias indicar-lhes o futuro tempestuoso que os aguardava. Com linguagem apocalíptica, suas palavras apontavam para o cativeiro babilônico e possuem uma íntima relação com o juízo final: “De fato, consumirei todas as coisas sobre a face da Terra, diz o Senhor” (v.2). Primariamente, quanto ao reino de Judá, a profecia era uma ameaça contra os idólatras, contra os adoradores divididos (v.5) e contra os indiferentes (v.6). O que não deixa de ser uma clara advertência de Deus quanto à aplicação de Seu último juízo sobre a Terra.

A Bíblia apresenta o Dia do Senhor sob dois pontos de vista: o dos perdidos e o dos salvos. Para os salvos representa libertação e salvação. Dia de alegria e de encontro com o seu Deus (Is.25:9). Para os perdidos “é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas” (v.15). É certo que “o grande Dia do Senhor” (v.14), portanto, revelará o maior contraste que este mundo já viu, quando a maturação do mal terá seus efeitos aniquilados enquanto os salvos serão como um troféu perante o Universo dAquele que os comprou a preço de sangue.

Nesses últimos dias muitos falsos “profetas” têm se levantado alegando ser detentores de revelações divinas e usando da mídia para supervalorizar seus pontos de vista. Muitos destes são responsáveis pela instalação do pânico e do medo no coração “dos que não buscam o Senhor” (v.6), alardeando mensagens totalmente divergentes do “assim diz o Senhor”. As palavras de Sofonias não tinham a intenção de causar medo, mas de promover a perseverança necessária a fim de que os fiéis soubessem que haveriam de enfrentar um tempo sobremodo difícil e os ímpios fossem avisados e tivessem a oportunidade de se converter dos seus maus caminhos.

Há um juízo iminente que precisa ser anunciado tanto quanto um amor que precisa ser revelado. O amor de Deus não vela a Sua justiça, e vice e versa. Ambos são igualmente manifestados na pessoa de Jesus Cristo, que, por Sua justiça, foi o protagonista do maior ato de amor de todos os tempos. Diante de uma época de tantas incertezas, precisamos definir de que lado estamos independentemente da força espiritual alheia. A morte de Josias marcou uma nova fase de apostasia entre o povo. Não podemos apoiar a nossa fé na fé de outros. As virgens néscias farão isso (Mt.25:8) e descobrirão tarde demais que o Espírito Santo não é dado no último momento, mas outorgado é a todos os que O tem buscado diariamente.

Que, cheios do Espírito Santo, proclamemos ao mundo “o evangelho eterno” (Ap.14:6), com a nossa voz e com a nossa vida. Que temperada com amor, a mensagem do juízo divino abale toda a Terra: “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!”.

Querido Deus e Pai, a cada livro profético percebemos a voz do Espírito Santo falando conosco e aumentando o seu volume em palavras cada vez mais apelativas. Dá-nos a mente de Cristo, Senhor, pois queremos entender com clareza a Tua vontade e colocá-la em prática. Não temos condições de Te obedecer e fazer a Tua vontade por nós mesmos, mas confiamos em Tua Palavra quando diz: “Tudo posso nAquele que me fortalece”. Se Cristo for a nossa força, certamente seremos vitoriosos com Ele a cada dia até aquele grande Dia. Veste-nos com as vestiduras da Tua justiça, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, testemunhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Sofonias1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SOFONIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2024, 0:40
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SOFONIAS 1 – Pouco valor temos dado ao livro do Profeta Sofonias. Porém, ele é tão importante, relevante e interessante quanto qualquer outro livro inspirado das Sagradas Escrituras.

Russell Champlin faz a seguinte análise, que merece nossa atenção:

“Sofonias predisse a queda de Judá e de Jerusalém como acontecimentos inevitáveis (1.4-13), em face da degeneração religiosa que ali reinava. Todavia, esse julgamento local é visto pelo profeta contra o pano de fundo do quadro maior dos últimos dias, que as Escrituras também chamam de Dia do Senhor (1.4-18; 2:4-15). Por conseguinte, o propósito central do autor sagrado foi, principalmente, despertar os piedosos para que se voltassem de todo o coração ao Senhor, a fim de escaparem da condenação quando do futuro dia do juízo (2.1-3), tornando-se parte do remanescente que haverá de desfrutar as bênçãos do reino de Deus (3.8-20). Isso significa que o livro não é obsoleto para nós; antes, à medida que se aproximarem os últimos dias, mais e mais o livro terá aplicação e utilidade para nossa meditação e orientação”.

O profeta Sofonias, descendente do rei Ezequias, profetizou durante o reinado de Josias (Sofonias 1:1), porém, suas mensagens alcançam aos habitantes do mundo que vivem nos últimos dias da história humana. Considere:

• Há uma declaração de uma destruição universal, revelando a seriedade do pecado e a abrangência do julgamento de Deus tanto para os incrédulos quanto para os crentes hipócritas (Sofonias 1:2-6). Fica evidente a responsabilidade do povo de Deus em manter a pureza da adoração e a fidelidade ao Deus verdadeiro.
• Há um convite à reflexão através do silêncio. O que implica em referência diante do Senhor, pois o Dia do Senhor está próximo (Sofonias 1:7-13). Essa mensagem coincide com a primeira mensagem angélica em Apocalipse 14:6-7, que convida a humanidade, antes de terminar o tempo do fim, a temer a Deus e dar-Lhe glória, pois chegou a hora do juízo.
• Há uma descrição do grande dia do Senhor. Sendo que esse dia se aproxima, é de suma urgência a prática do arrependimento e a preparação espiritual, pois será um dia de angústia, tribulação, devastação e escuridão (Sofonias 1:14-17). O texto revela a realidade das consequências do pecado e a necessidade de buscar a misericórdia de Deus.

Diante dessas verdades, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.