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“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (v.10).
Os publicanos eram os responsáveis por recolher os impostos e prestar contas ao Império Romano. Sua função, portanto, não era benquista pelos judeus, principalmente pelo fato de muitos deles serem corruptos. Aproveitando-se de seu cargo e do apoio do exército de Roma, cobravam além do que lhes havia sido ordenado receber. Era dentro deste contexto que se encontrava Zaqueu, odiado por seus patrícios e dono de uma riqueza que não lhe era devida. Mas ele ouviu falar de Jesus, o Homem que pregava e curava sem nada cobrar. O único judeu que não se esquivava em sentar para comer com publicanos e pecadores.
A Bíblia diz que Zaqueu “procurava ver quem era Jesus” (v.3). Ansiava por avistar Aquele em quem depositou a sua última esperança de sentir-se verdadeiramente amado ao menos uma única vez. Mas devido à sua baixa estatura e “por causa da multidão” (v.3), seu objetivo estava comprometido. O seu coração, porém, não poderia suportar a ideia de ter chegado tão perto e deixar escapar a oportunidade de sua vida. Deixando a multidão para trás, ele correu e “subiu a um sicômoro” (v.4) para ver Jesus. De forma inconsciente, Zaqueu exerceu uma fé tão grande quanto a da mulher do fluxo de sangue. Aquela mulher lutou contra uma multidão para apenas tocar nas vestes de Cristo. Zaqueu saiu do meio da multidão e subiu em uma árvore “a fim de vê-Lo” (v.4).
O que ele não esperava era que o seu olhar seria correspondido. Pensando ter subido para ver Jesus, na verdade, Jesus já o tinha avistado em meio à multidão assim como, em meio à agitação das massas, parou para olhar para a mulher que O havia tocado. A mulher desejava apenas Lhe tocar, mas Ele olhou para ela e falou com ela. Zaqueu desejava apenas vê-Lo, mas Ele olhou para ele, falou com ele e comeu com ele em sua casa. Esta é a prova incontestável de que não somos nós que encontramos a Jesus, mas é Ele quem nos busca. Porque Ele “veio buscar e salvar o perdido” (v.10). Seu amor não tem limites e rompe qualquer barreira, provando que “os impossíveis dos homens são possíveis para Deus” (Lc.18:27).
Os judeus não esperavam um Rei que andasse na companhia de prostitutas e cobradores de impostos; que tocasse em leprosos e colocasse crianças no colo; que expulsasse os cambistas do templo e vivesse um estilo de vida simples; que lhes advertisse ao invés de elogiá-los. Eles realmente não esperavam um Messias que lhes revelasse a impureza de seus corações e a necessidade de se tornarem servos bons e fiéis. Imagino Jesus olhando para o alto daquele sicômoro e revelando um largo sorriso que comoveu o coração de Zaqueu a descer daquela árvore como de um salto e recebê-Lo com alegria (v.6). Mas ao avistar Jerusalém, Jesus “chorou” (v.41). Enquanto o povo a contemplava como lugar sagrado, Jesus viu a sua ruína por não reconhecerem a oportunidade da sua visitação (v.44).
Quando Jesus olha para nós, como será que tem sido a reação dEle? Um dia Ele terá que realizar “a Sua estranha obra” (Is.28:21). Na Sua presença serão destruídos todos que não O aceitaram como Senhor e Salvador de suas vidas (v.27) e que se deixaram levar pelo murmúrio das multidões (v.7), arrancando profusas lágrimas dos olhos do Eterno. Mas o profeta Isaías também declara que “Ele verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11). Quando cada um de nós, de forma individual, entender que Jesus não para com o intuito de olhar multidões, e sim cada um individualmente, também iremos entender que a “casa de oração” (v.46) deve ser um sicômoro e não um palácio.
Então, como um só povo que reconhece a sua miserável condição e completa dependência do Senhor Jesus Cristo, dentro em breve, contemplaremos o Seu sorriso, enquanto declaramos: “Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no Céu e glória nas maiores alturas!” (v.38).
Pai nosso, clamamos pela Tua presença em nossa casa! Almejamos Te ver, Te conhecer e tê-Lo em nosso lar todos os dias. Que as boas-novas do evangelho que o Senhor nos confiou sejam convertidas em bênçãos sem medida na vida de muitas outras famílias. Que não sejamos ignorantes acerca do tempo em que vivemos, mas que o Teu Espírito nos revele mediante a Tua Palavra e nos purifique para sermos o Seu templo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, motivo do sorriso de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Lucas19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 19 – O Comentário Bíblico Adventista sintetiza este capítulo da seguinte forma:
• O publicano Zaqueu (Lucas 19:1-10).
• As dez minas (Lucas 19:11-27).
• A entrada triunfal de Cristo em Jerusalém (Lucas 19:28-40).
• Jesus chora pela cidade (Lucas 19:41-44), expulsa do templo vendedores e compradores e ensina ali todos os dias. Os líderes judeus desejam matá-lO (Lucas 19:43-48).
Lucas 19 apresenta uma progressão dramática que revela o contraste entre a graça oferecida por Cristo e a rejeição endurecida de Israel.
O texto apresenta um contraste entre aqueles que reconhecem sua necessidade de salvação e aqueles que, cheios de justiça própria, rejeitam o convite divino. A história de Zaqueu mostra um homem que, apesar de sua posição como cobrador de impostos, busca arrependimento e transformação, simbolizando a abertura de coração necessária para receber a Cristo. Na parábola das dez minas, Jesus enfatiza a responsabilidade dos servos em administrar fielmente o que lhes foi confiado até Seu retorno. A entrada triunfal em Jerusalém reflete a aceitação pública de Jesus como Rei, ainda que momentânea, enquanto Seu lamento sobre a cidade e a purificação do Templo expõem a rejeição generalizada dos líderes judeus.
No templo Jesus revelou tristeza e frustração. Ao chorar por Jerusalém, Jesus lamentou a cegueira espiritual dos religiosos, que, devido ao seu orgulho e justiça própria, distanciaram-se irreversivelmente de Deus. Isso arrancou lágrimas de Cristo, que fizera de tudo, mas não teve chances.
“Orgulhosos, cheios de justiça própria e independentes, haviam se separado cada vez mais do Céu, até que se tornaram súditos de Satanás. A nação judaica estivera durante séculos a forjar as cadeias com as quais aquela geração estava irrevogavelmente aprisionando a si mesma” (Ellen White).
• Já dizia o sábio que “o caminho do insensato parece-lhe justo” (Provérbios 12:15) e ainda revela que “o orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda” (Provérbios 16:18). “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos de morte” (Provérbios 14:12).
• Jesus não determinou o destino de Jerusalém, apenas sabia que a atitude dela traria um fim indesejado (Lucas 19:41-44); pois, “quem insiste no erro depois de muita repreensão, será destruído, sem aviso e irremediavelmente” (Provérbios 29:1). Graciosamente, Jesus ainda avisou – mas, não adiantou!
E nós, aprenderemos a lição? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LUCAS 18 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/18
Se não se entra no céu por causa de realizações e status pessoais, e não se entra no céu por causa de riqueza, como alguém pode ser salvo? Qual foi a resposta de Jesus? O odiado publicano e qualquer um que busque entrar no céu reconhecendo a necessidade de um Salvador será honrado; por causa de sua confiança simples, até mesmo crianças serão salvas diante dos orgulhosos e realizados.
Lucas conclui o registro desses ensinamentos de Jesus com a história de um cego reunido com outros mendigos ao longo da Estrada de Jericó. Podemos ouvi-lo gritando: “Por que toda essa comoção? O que está acontecendo? A multidão composta de curiosos, ricos, pobres, os odiados romanos e, talvez até mesmo Zaqueu, responde: “Jesus de Nazaré”. Mas leia o que Lucas registra a seguir — que é facilmente ignorado. O cego não repete o grito da multidão. Em vez disso, ele irrompe com um título associado ao Messias, “Jesus, Filho de Davi”. Seu grito reconhece seu relacionamento com Seu Redentor. Esse clamor por reconciliação, por restauração da cegueira do pecado e degradação sem esperança não pode ser ignorado por Jesus. Hoje, esse é o clamor que Ele anseia ouvir para que possa nos reconciliar com Ele.
Verlyne Starr
Professora aposentada da Faculdade de Administração da Southern Adventist University, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/18
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1566 palavras
1-8 Disse-lhes Jesus uma parábola. A data devia ser março de 31 d.C., pouco depois da ressurreição de Lázaro … e algumas semanas antes da última Páscoa. E o local devia ser alguma parte da Pereia. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 930.
Como 16.1-8, esta é uma parábola de contraste. Se um juiz que não teme a Deus (ou ao homem) pode ser levado a vingar uma viúva importuna, quanto mais o Justo Juiz do universo (cf Tg 4.12). No contexto, os crentes perseguidos são encorajados a orar confiantes em Deus, durante o intervalo que há entre a ascensão e a segunda vinda de Cristo. Bíblia Shedd.
3 viúva. No AT [viúva] representa (com os órfãos) os desamparados e destituídos de todos os recursos (Sl 68.5; Lm 1.1). Bíblia Shedd.
5 molestar-me. Literalmente, “dar-me um olho preto [roxo]” (Jesus conta a estória com humor). Andrews Study Bible.
7 Se mesmo um juiz injusto (v. 6) fará aquilo que é direito, quanto mais Deus? Bíblia de Genebra.
8 depressa. Isto é, no tempo de Deus (2Pe 3.8) e não segundo o nosso [Sem demora = com certeza, cf. Ap. 22:20]. Bíblia de Genebra.
9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos. Embora eles não sejam mencionados diretamente, fica claro que Jesus estava pensando nos fariseus. CBASD, vol. 5, p. 932.
por se considerarem justos. Isto é, segundo os próprios padrões de justiça, que os fariseus, de modo geral, colocavam em prática meticulosamente, ou pelo menos fingiam fazê-lo. O padrão farisaico de justiça consistia na observância estrita das leis de Moisés e da tradição rabínica. Em essência, era a justificação pelas obras. O conceito farisaico e legalista de justiça operava com base na premissa de que a salvação deve ser merecida por meio da observância de determinado padrão de conduta. Esses líderes davam pouca ou nenhuma atenção à devoção necessária a Deus e à transformação dos motivos e objetivos da vida do ser humano. Os fariseus enfatizavam a letra da lei, ignorando seu espírito. CBASD, vol. 5, p. 932, 933.
desprezavam. Aqueles que se consideram modelos de virtude costumam olhar para as outras pessoas com desprezo. CBASD, vol. 5, p. 933.
10 Dois homens. Um deles se considerava santo e subiu com o propósito de se engrandecer diante de Deus e dos semelhantes. O outro olhava para si como um pecador e subiu para confessar suas faltas ao Senhor, clamar por misericórdia e obter perdão. CBASD, vol. 5, p. 933.
subiram ao templo. A palavra deve ser usada em referência à subida das regiões mais baixas da cidade até o monte Moriá [do templo]. CBASD, vol. 5, p. 933.
um, fariseu. Ser fariseu era o mais elevado ideal judaico de piedade na época. CBASD, vol. 5, p. 933.
outro, publicano. Em contrapartida, o publicano representava o nível mais baixo da escala social judaica. CBASD, vol. 5, p. 933.
11 de si para si mesmo. Ou seja, de maneira inaudível, talvez mexendo os lábios ou sussurrando. Aparentemente, o fariseu estava se dirigindo a si mesmo, não a Deus.
Ó Deus, graças Te dou. Sem dúvida, o que ele queria dizer seria: “Senhor, Tu deves ser grato por ter uma pessoa como eu entre aqueles que vêm Te adorar. Sou bem superior ao povo comum. … O povo comum ficava muito distante de seu exaltado padrão de justiça própria. CBASD, vol. 5, p. 933, 934.
nem ainda como este publicano. Quando os olhos do fariseu detectaram a presença daquele vigarista da sociedade, orou dizendo mais ou menos assim: “Senhor, é deste tipo que estou falando, aquele detestável cobrador de impostos. Alegro-me por não ser como ele.” CBASD, vol. 5, p. 934.
12 jejuo duas vezes por semana. O jejum não era ordenado na lei mosaica, a não ser o jejum do Dia da Expiação. Os fariseus, no entanto, também jejuavam nas segundas e nas quintas-feiras (v. 5.33; Mt 6.16; 9.14; Mc 2.18; At 27.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
De acordo com a teologia dos fariseus, um crédito suficiente de atos supostamente meritórios cancelava a dívida de atos de maldade. CBASD, vol. 5, p. 934.
13 não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu. Olhar para cima era costume quando se fazia oração, mas este homem estava muito consciente de sua indignidade para fazer isto. Ele simplesmente pediu por misericórdia, reconhecendo o seu pecado. Bíblia de Genebra.
batia no peito. Literalmente, “continuava a bater no peito”. As ações do cobrador de impostos evidenciam a sinceridade de suas palavras e constituem uma expressão vívida de seu senso de indignidade. Ele se sentia indigno até mesmo de orar. Mas a consciência de sua necessidade o impelia a fazê-lo. CBASD, vol. 5, p. 935.
tem misericórdia de mim (NVI). O publicano não defende suas boas obras, mas, sim, recorre à misericórdia de Deus para lhe perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
pecador. A consciência da própria necessidade é a primeira condição para ser aceito por Deus, numa percepção de que, sem Sua misericórdia, estaríamos completamente perdidos (ver PJ, 158). Em contraste com o fariseu, sem dúvida, o publicano pensou em muitos vícios e sabia que já os praticara todos; pensou nas virtudes e reconheceu que não possuía nenhuma delas. Assim como o apóstolo Paulo, ele sabia que era pecador (ver 1Tm 1:15) e necessitava da graça divina. … O publicano fala como se não existissem outros pecadores e ele fosse o único. Assim como o fariseu, ele se coloca numa classe totalmente separada. Não era virtuoso como as outras pessoas; era um pecador. O fariseu se considerava muito acima dos “demais homens” (Lc 18:11); o publicano se considerava muito abaixo dos outros. CBASD, vol. 5, p. 935.
14 este desceu justificado para sua casa, e não aquele. Isto é, por Deus (Rm 1.17n; 5.1). O fariseu, justificando-se a si mesmo, rejeita a justiça gratuita de Deus (cf Rm 3.20). Bíblia Shedd.
O fariseu confiou nos seus próprios méritos, não tendo descoberto que nenhuma justiça humana é suficiente diante de um Deus que exige perfeição (Mt 5.48). O publicano confiou na graça de Deus e a encontrou. Bíblia de Genebra.
O publicano sabia que era pecador (ver v. 13) e essa percepção abria caminho para que Deus o declarasse “sem pecado” – um pecador justificado pela misericórdia divina. … Era a atitude dos dois homens em relação a si próprios e ao Senhor que fazia a diferença. CBASD, vol. 5, p. 935.
exalta. O problema do orgulho em oposição à humildade está no centro do grande conflito. CBASD, vol. 5, p. 935.
Lucas 18:14 encerra a “grande inserção” de Lucas, nome às vezes dado ao trecho de Lucas 9:51-18:14 (ver com. de Lc 9:51), pelo fato de os outros evangelhos não registrarem a maior parte dos eventos e ensinos desta seção. CBASD, vol. 5, p. 935.
17 pequeninos… dos tais é o reino de Deus. Receber o reino requer: 1) Humildade, 2) Confiança, 3) Proximidade e 4) Uma relação pessoal, como a da criança, que revela maior receptividade diante do amor de Cristo. Bíblia Shedd.
18 homem de posição. Uma expressão geral para significar alguém da classe superior. Bíblia de Genebra.
19 Bom Mestre. Esta não era uma forma comum de tratamento no Judaísmo; era mera bajulação. O homem presumiu que seus feitos lhe assegurariam a vida eterna. Bíblia de Genebra.
Por que me chamas bom? Isto é, “sabes o que dizes? Só aquele que reconhece quem Eu sou, pode chamar-Me bom sem ser hipócrita”. Bíblia Shedd.
22 vende tudo. Este desafio revelou que aquele homem não tinha realmente entendido os mandamentos. Quando ele se defrontou com a escolha, tornou-se claro que seus bens vinham antes de Deus. Bíblia de Genebra.
Jesus viu que este governante precisava, literalmente, abandonar todas as suas posses para ser completamente comprometido com Deus (ver 3:10; 19:8-9). Andrews Study Bible.
26 quem então pode ser salvo? (NKJV). Os ricos eram considerados ser especialmente favorecidos por Deus. Se eles não pudessem ser salvos, quem poderia? Andrews Study Bible.
27 Os impossíveis do homem são possíveis para Deus. Deus, apenas, é capaz de salvar. Andrews Study Bible.
30 no presente. Os seguidores de Jesus não precisam esperar até que cheguem “ao céu” para começar a receber Suas bênçãos, porque algumas podem ser recebidas mesmo agora. Andrews Study Bible.
34 Eles, porém, nada compreenderam acerca destas coisas [sobre vv 31-33, os sofrimentos e morte próximos]. Lucas reflete mais do que os outros sinóticos [os evangelhos de Mateus e Marcos] sobre a completa falha dos discípulos em compreender as tristes verdades que Jesus procurava revelar a eles. O motivo era que a mente deles estava cheia de conceitos equivocados quanto à natureza do reino que Cristo viera fundar. Parece que eles não tiravam da cabeça [“não admitiam”] qualquer coisa que não estivesse de acordo com suas ideias preconcebidas sobre o assunto (ver DTN, 547, 548). CBASD, vol. 5, p. 936.
35 Ao aproximar-se Jesus de Jericó, um homem cego. Lucas dá a entender que Jesus estava entrando em Jericó, enquanto Mateus e Marcos dizem que o incidente ocorreu quando eles saíam de Jericó (Mt 20.30; Mc 10.46). Parece ter havido duas “Jericós” que distavam aproximadamente em 1,5 km uma da outra; as ruínas da cidade do Antigo Testamento, conquistada por Josué (Js 6), e a cidade construída por Herodes, o Grande. O encontro pode ter acontecido quando Jesus estava deixando a cidade antiga e entrando na nova. Bíblia de Genebra.
Mateus relata que dois cegos foram curados (ver nota em Mt 20.30). É provável que, pelo fato de um deles tomar a palavra e se destacar, Marcos e Lucas não mencionam o outro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
43 todo o povo. Lucas acrescenta algo que Mateus e Marcos não mencionam: a reação dos que testemunharam o milagre. Em contraste com os líderes judeus, que costumavam atribuir o poder de Jesus ao diabo (ver com. de Mt 12.24), o povo comum, cuja percepção não fora cegada pelo preconceito, creditava a Deus o poder de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 936.
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“Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (v.7).
O “dever de orar sempre e nunca esmorecer” (v.1), é retratado na parábola do juiz iníquo. Sem o temor do Senhor e sem respeito por “homem algum” (v.2), aquele juiz desempenhava a sua função no rigor de suas próprias vontades. Em sua estupidez e parcialidade, não fazia caso da viúva, que insistentemente requeria a sua intervenção. Mas apesar de suas constantes negativas, aquela mulher provou que sua perseverança era maior, conseguindo, enfim, o que por tanto tempo pleiteou.
Aquele juiz jamais pode ser uma representação de Deus, e sim da corrupção humana. Se a insistência pode mover uma autoridade ímpia a atender ao pedido de uma desamparada, quanto mais o Pai celestial não atenderá ao pedido dos Seus filhinhos que a Ele “clamam dia e noite” (v.7)! E embora pareça que demore, “depressa lhes fará justiça” (v.8). A oração, bem como o diligente exame das Escrituras, vivifica a alma e a fortalece na certeza de que o que não se pode ver agora, certamente há de se materializar. E a pergunta tão oportuna em nossos dias é: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (v.8).
De acordo com Hebreus 11:1, “a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem”. Em suma: é crer para ver. É a plena confiança de que “vai cumprir-se tudo quanto está escrito” (v.31). Não podemos, porém, confundir fé com presunção. O contraste entre a oração do fariseu e a oração do publicano revela essa diferença. Confiar em si mesmo, por se considerar justo, desprezando os outros, é uma ofensa aos olhos de Deus e tem sido uma atitude mais comum do que possamos imaginar. Quantas vezes você e eu não olhamos para a miséria humana e pensamos, até de forma inconsciente, estar em mais privilegiada condição? Como o jovem rico, depositamos nossa confiança em uma vida financeira estável ou, à semelhança do fariseu, em obras religiosas, quando podemos estar tão cegos quanto o cego “à beira do caminho” (v.35).
Por vezes, Jesus advertiu Seus discípulos acerca do que iria Lhe suceder. E mais claro do que Ele descreveu em detalhes no capítulo de hoje, só desenhando. “Eles, porém, nada compreenderam […] não percebiam o que Ele dizia” (v.34). A noção que tinham a respeito da salvação era toda baseada no regime das tradições e não na verdade imutável do amor incondicional de Deus. Mas em cada fariseu obstinado e em cada pecador transformado, as escamas dos olhos do grupo apostólico caíam, desvendando-lhes o mais sublime cenário: a vida de Jesus.
Nunca foi tão atual o apelo do apóstolo Paulo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1) está no limiar de acontecer, já revelando os seus primeiros sinais. E só estará pronto aquele que, como Jacó, persistir em lutar em oração. Enquanto lutava com o próprio Senhor, Jacó clamava pelo perdão divino e reclamava a promessa de Deus de que tudo acabaria bem. Relatando este episódio, Ellen White escreveu:
“Jacó prevaleceu porque foi perseverante e resoluto. Sua experiência testifica do poder da oração insistente. É agora que devemos aprender esta lição de oração que prevalece, de uma fé que não cede. As maiores vitórias da igreja de Cristo, ou do cristão em particular, não são as que são ganhas pelo talento ou educação, pela riqueza ou favor dos homens. São as vitórias ganhas na sala de audiência de Deus, quando uma fé cheia de ardor e agonia lança mão do braço forte do Todo-Poderoso” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.203).
Oremos amados! Oremos como nunca oramos antes! E como Jacó, clamemos: “Não Te deixarei ir, se me não abençoares” (Gn.32:26).
Pai amoroso, Deus bondoso, o que há de mais sujo e corrupto é o que o Senhor nos pede: o nosso coração. Oh, Deus eterno, toma o nosso coração inteiramente em Tuas santas mãos e purifica-o para Ti! O apelo para sermos como crianças nunca foi tão atual e urgente. Completa dependência, confiança, humildade e sinceridade precisam reger a nossa vida pelo poder do Espírito Santo. Sem o Teu Espírito, não somos nada, Pai! Nossas justiças são como o trapo da imundícia. Entregamos a nossa vida por inteiro ao Senhor, Justiça Nossa! Habita em nós, ó Senhor! Consola-nos em nossa tristeza com o bálsamo da esperança em Cristo Jesus! Pelos méritos de Cristo e em nome dEle nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de oração!
Rosana Garcia Barros
#Lucas18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 18 – Havia distorções nos ensinos dos mestres da época de Jesus. Então Jesus corrigi ensinos que levam cristãos a erros. “Conta-se que alguns rabinos chegavam ao ponto de ensinar que era aconselhável evitar orar em outros horários além dos preestabelecidos, para não incomodar a Deus, como o faz a viúva importuna com o juiz iníquo, nesta parábola” (CBASD).
• Quem não sabe ler a Bíblia corretamente, irá distorcer seus ensinos. Pior que isso é ensiná-la para enganar aos sinceros que desejam aprender de suas verdades.
Jesus minimiza o ensino dos fariseus invertendo a concepção de alguém justo diante de Deus (Lucas 18:9-14). “Ser fariseu era o mais elevado ideal judaico de piedade na época… Em contrapartida, o publicano representava o nível mais baixo da escala social judaica” (CBASD). O publicano saiu justificado, o fariseu não!
• A atitude na oração, a humildade, reconhecimento da condição, faz toda a diferença diante de Deus!
Jesus inverte os valores ao receber crianças e ao perder um jovem rico presunçoso (Lucas 18:15-30).
• Precisamos aprender com Jesus, isso significa desaprender e desvencilhar de nossos conceitos/preconceitos.
Ao revelar detalhes do futuro as coisas não estariam saindo do previsto. Ele anunciou Seu sofrimento e morte (Lucas 18:31-34). “Lucas reflete mais do que os outros sinóticos sobre a completa falha dos discípulos em compreender as tristes verdades que Jesus procurava revelar a eles. O motivo era que a mente deles estava cheia de conceitos equivocados quanto à natureza do Reino que Cristo viera fundar. Parece que eles tiravam da cabeça qualquer coisa que não estivesse de acordo com suas ideias pré-concebidas sobre o assunto” (CBASD).
• Talvez Teófilo tivesse dificuldades também para compreender o Reino de Cristo; e nós, já compreendemos?
Jesus curou um cego para ilustrar a necessidade de enxergar para interpretar Seu ministério corretamente (Lucas 18:35-43). “Lucas acrescenta algo que Mateus e Marcos não mencionam: a reação dos que testemunharam do milagre. Em contraste com os líderes judeus, que costumavam atribuir o poder de Jesus ao diabo, o povo comum, cuja percepção não fora cegada pelo preconceito, creditava a Deus o poder de Cristo” (CBASD).
• Se o preconceito nos cega, devemos eliminá-lo para poder enxergar!
Estes ensinamentos de Cristo são essenciais para desfrutarmos de um reavivamento espiritual. Vamos aplicá-los a nossa vida? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LUCAS 17 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/17
Todos nós carregamos fardos que corroem nossas almas – vícios, ansiedades, culpa, relacionamentos rompidos. Como os leprosos em Lucas 17, podemos nos sentir isolados, impuros e distantes de Deus. Mas anime-se – Jesus está vindo em sua direção!
Cristo enxerga além de nossa aparência externa, a dor em nossos corações. Ele entende nossas lutas e anseia por trazer cura. Quando os dez leprosos clamaram a Jesus, Ele respondeu com compaixão e poder, restaurando-os completamente.
Hoje, Jesus oferece esse mesmo toque de cura a você. Ele pode consertar seu espírito quebrado, acalmar seus medos e torná-lo inteiro novamente. Tudo o que você precisa fazer é clamar a Ele com fé.
Mas não se esqueça de expressar gratidão. Apenas um leproso curado voltou para agradecer a Jesus. Não tomemos a graça de Deus como garantida, mas adoremos a Ele com sincera gratidão.
Não importa o que esteja corroendo você, Jesus pode curá-lo. Ele o ama incondicionalmente e quer transformar sua vida. Você confiará nEle hoje? Alcance a Cristo e deixe que Seu amor e poder o tornem novo.
Dan Martella
Pastor aposentado, Hanford, Califórnia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/17
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1970 palavras (com destaques)
1. Disse Jesus. Não há indicação direta acerca de tempo e local dos eventos relatados nesta seção. Parece haver pouca ou nenhuma ligação com o capítulo anterior., pelo menos no que se refere ao tema. … o mais provável é que exista uma transição de tempo e lugar entre os cap. 16 e 17. Com base no relato do cap. 17, parece que a jornada levou Jesus pela Samaria e pelas fronteiras da Judeia, até cruzar o Jordão e chegar à Pereia mais uma vez. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 922, 923.
1-3 Jesus pode ter direcionado esse aviso aos líderes religiosos que ensinavam aos seus convertidos seus próprios costumes hipócritas (ver Mateus 23:15). Life Application Study Bible Kingsway.
1 escândalos. “Pedras de tropeço”. Aquilo que afasta do Senhor (cf 17.23; 21.8; Mc 9.43ss; Rm 14.13ss) um crente menos maduro na fé. Bíblia Shedd.
A palavra grega originalmente designava o alimento colocado na haste de uma armadilha; veio a significar, depois, qualquer coisa que faz tropeçar e cair numa armadilha. Bíblia de Genebra.
3 Acautelai-vos. [Quantas vezes se deve perdoar um irmão, Lc 17:3-10 = Mt 18:21, 22]. … A recusa a perdoar é uma forma de provocar as pessoas à impulsividade e ao pecado. … Deve-se evitar fazer os outros tropeçarem e, ao mesmo tempo, usar de misericórdia para com eles quando nos fazem tropeçar. CBASD, vol. 5, p. 923.
5, 6 Aumenta-nos a fé. O pedido dos discípulos era genuíno. Eles queriam a fé necessária para tal perdão radical. Mas Jesus não respondeu diretamente à pergunta deles porque a quantidade de fé não é tão importante quanto sua genuinidade. O que é fé? É dependência total de Deus e disposição para fazer sua vontade. Fé não é algo que usamos para fazer um show para os outros. É obediência completa e humilde à vontade de Deus, prontidão para fazer o que quer que ele nos chame para fazer. A quantidade de fé não é tão importante quanto o tipo certo de fé: fé em nosso Deus todo-poderoso. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Fé. Jesus afirma que ter fé não é uma questão de quantidade. Ou a pessoa tem fé ou não a tem. Até mesmo a menor porção de fé é suficiente para realizar tarefas aparentemente impossíveis. O mais importante não é o tanto de fé, mas se ela é genuína. CBASD, vol. 5, p. 923.
Não precisamos de mais fé; uma pequena semente de fé é suficiente, se ela for viva e crescente. Life Application Study Bible Kingsway.
Transplanta-te no mar. É provável que Jesus tenha escolhido essa ilustração como uma hipérbole. É evidente que ele não queria que os discípulos realizassem feitos mágicos como estes. A ilustração é semelhante à do camelo passando pelo fundo de uma agulha (ver com [CBASD] de Mt 19:24). Ambas são tão difíceis que esbarram na impossibilidade literal, e Jesus não tinha a intenção de que os discípulos as entendessem literalmente. Nenhum dos milagres do próprio Cristo foram dessa natureza. CBASD, vol. 5, p. 923.
7-10 Jesus não está tornando nosso serviço sem sentido ou inútil, nem está eliminando recompensas que possamos receber. Ele está atacando a autoestima injustificada e o orgulho espiritual. Life Application Study Bible Kingsway.
7. A fé capacita os seres humanos a cumprir seus deveres como servos de Deus. CBASD, vol. 5, p. 923.
Na lavoura. A casa deste suposto senhor ficaria numa vila ou cidade não muito distante. Em geral, os servos saíam de manhã para trabalhar nos campos e voltavam à noite. CBASD, vol. 5, p. 924.
10 servos inúteis. Cf 1Co 9.16. Deus não é nosso devedor, mesmo quando fazemos tudo quanto Ele pede. O escravo não tem direitos. Bíblia Shedd.
Paulo refletiu o espírito de serviço verdadeiro quando observou que tudo que ele havia suportado e sofrido em nome de Cristo não era motivo de se “gloriar” (1Co 9:16). Seu serviço era motivado por um senso profundo de obrigação a Seu Mestre. Ao pregar o evangelho, estava desempenhando uma pesada obrigação: “Ai de mim se não pregar o evangelho!” CBASD, vol. 5, p. 924.
12 A lei exigia que os leprosos ficassem longe das pessoas sadias (Lv 13.46); estes leprosos chegaram tão perto quanto possível e gritaram com estardalhaço. Bíblia de Genebra.
14 Indo eles. Quando saíram de perto de Cristo, ainda eram leprosos. Fica claro que, se houvessem esperado uma evidência visível de cura antes de partir para Jerusalém, onde seriam considerados “limpos”, o milagre não aconteceria. Era necessário que agissem pela fé, como se já estivessem sarados, antes que a cura chegasse de fato. CBASD, vol. 5, p. 925.
15 Dando glória a Deus. Ao reconhecer que o poder divino o libertara das cadeias de sua doença, “um dos dez” colocou o mais importante em primeiro lugar: ele louvou a Deus. Este samaritano se destaca na narrativa como um grande exemplo de gratidão. CBASD, vol. 5, p. 925.
16 Era samaritano. É possível que os outro nove achassem que, por serem filhos de Abraão, mereciam ser curados. Mas este samaritano, que não devia se considerar merecedor da bênção da saúde recebida de forma súbita e inesperada, valorizou e agradeceu o presente derramado pelo Céu. Os que se esquecem de agradecer a Deus as bênçãos recebidas e de apreciar o que Ele lhes faz correm o risco de se esquecer por completo do Senhor (ver Rm 1:21, 21). CBASD, vol. 5, p. 925.
17 Onde estão os nove? Esta é uma evidência de quão importante é para Deus a reação de agradecimento pelas coisas recebidas de Suas mãos. CBASD, vol. 5, p. 925.
18 estrangeiro. Os nove ingratos leprosos representam a maioria do povo judaico diante da missão e a mensagem de Cristo. O samaritano é como uma amostra do acontecimento da antecipada aceitação do evangelho pelos não-judeus. Bíblia Shedd.
O fato de ser ele um samaritano torna tudo mais interessante, pois não se esperaria que ele mostrasse gratidão a um judeu que o curou. Bíblia de Genebra.
19 a tua fé te salvou. “Salvar” tem um duplo significado, de curar e redimir. Fé não é obra meritória mas graça recebida, e portanto motivo de gratidão. Bíblia Shedd.
20-37 Jesus ensina sobre Sua Segunda Vinda. Bíblia de Genebra.
20 Quando viria o reino. Durante pelo menos dois anos, o povo da Galileia ouvira Jesus proclamar a mesma mensagem [após mais quatro anos da pregação de João]…Então, os fariseus chegaram perguntando quanto tempo mais eles deveriam esperar para ver alguma evidência tangível de que o reino estava, de fato, vindo. Ao fazer esta exigência, os fariseus foram claros em desafiar o caráter messiânico de Jesus, sugerindo que Ele fosse um falso messias. … Uma vez que seus sonhos egoístas ainda não haviam se tornado realidade, os fariseus tinham certeza que que o “reino” não chegara. Em seu modo de pensar, tal conceito pertencia ao futuro. CBASD, vol. 5, p. 926.
Não vem … com visível aparência. O reino que João e Cristo anunciaram, o reino da graça, já estava presente, mas os fariseus não enxergavam porque viam apenas aparência exterior das coisas (ver 1Sm 16:7). … Era necessário discernimento espiritual para detectar a chegada do reino da graça divina aos corações humanos (ver com. [CBASD] de Lc 17:21). CBASD, vol. 5, p. 926.
21 o reino de Deus está dentro de vós. Ele poderia simplesmente estar dizendo a Seus opositores: “O reino de Deus não é algo que vocês devem esperar por meio de observação cuidadosa da visão natural. Se ele for descoberto, será dentro do coração de vocês.” CBASD, vol. 5, p. 926.
Através do ministério de Jesus, o reino de Deus já está presente nos corações de Seus seguidores. Andrews Study Bible.
22 Desejareis ver. Se refere ao anseio no coração de todo discípulo verdadeiro pela realização plena do reino vindouro. O desejo dos doze seria intensificado ao se lembrarem das oportunidades que tiveram no passado, mas não apreciaram plenamente na época, de andar e conversar com o amado Mestre (ver DTN, 506). Cristo estava com eles naquele momento; porém, muitos não estimavam Sua presença como deveriam. CBASD, vol. 5, p. 926, 927.
Isto é, o reino está presente como uma realidade interior, uma coisa escondida no coração das pessoas (cf. Rm 14.17). Bíblia de Genebra.
23-25 Ainda que alguns procurem falsos messias (21.8-9), a vinda final de Cristo será tão pública que todos saberão. Bíblia de Genebra.
24 como o relâmpago. Ver com. [CBASD] de Mt 24:27. Como um relâmpago ou raio, o retorno de Jesus virá de repente, de maneira inesperada (ver 1Ts 5:15), mas visível e dramática. CBASD, vol. 5, p. 927.
De forma diferente aos falsos messias que tem aparecido desde os tempos de Jesus, a Volta de Jesus será súbita e amplamente visível (21.27; Ap 1:7). Andrews Study Bible.
Sua vinda será repentina, inesperada e pública (cf 12.40). Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Mas importa que Ele primeiro padeça. A cruz deveria vir antes da coroa (ver com. [CBASD] de M7:21; Mc 9:31; etc.). Os discípulos não deveriam esperar o reino de glória imediatamente (ver com. [CBASD] de Mt 25:31). CBASD, vol. 5, p. 927.
27-29 comiam… A ênfase deste trecho não recai sobre a pecaminosidade, mas sobre a indiferença relativa às coisas espirituais e ao juízo. Bíblia Shedd.
As pessoas nos dias de Noé e de Ló levavam uma vida normal neste mundo (Jesus não fala de seus pecados) e negligenciaram sua espiritualidade. Bíblia de Genebra.
Foram embrutecidos por suas iniciativas mundanas e seus prazeres, embalados até dormir por uma falsa sensação de segurança. Não se preocupavam com o que lhes sobreviria. CBASD, vol. 5, p. 927.
Não sabemos quando Jesus retornará, mas sabemos que Ele está vindo. … Seja qual for o dia de Sua vinda, devemos estar moral e espiritualmente prontos. Viva como se Jesus estivesse retornando hoje. Life Application Study Bible Kingsway.
30 Filho do Homem for revelado. Na segunda vinda, Jesus está claramente visível a todos (1Co 1.7; 2Ts 1.7; 1Pe 1.7, 13; 4.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 Naquele dia. Comparar com a profecia de dupla aplicação encontrada em Mateus 24:14 a 20, na qual a experiência dos cristãos de Jerusalém na época em que a cidade caiu diante dos romanos, em 70 d.C., representa, até certo ponto, a experiência dos cristãos antes da segunda vinda de Cristo (ver com. [CBASD] de Mt 24:16, 17). CBASD, vol. 5, p. 927.
32. Lembrai-vos da mulher de Ló. A mulher de Ló se transformou num trágico exemplo dos resultados do apego às coisas materiais. Foi o amor às coisas que ela deixara em Sodoma que causou sua morte (ver com. [CBASD] de Gn 19:26). CBASD, vol. 5, p. 927.
A esposa de Ló esteve bem perto do livramento, porém, ao olhar para trás, perdeu-se. Bíblia de Genebra.
33 Quem quiser preservar a sua vida perdê-la-á. Este grande paradoxo do cristianismo expressa uma das maiores verdades eternas do evangelho (ver com. [CBASD] de Mt 6:33). CBASD, vol. 5, p. 927.
Jesus repete o ensino de 9.24 de que a vida egoísta e de auto-afirmação significa morte espiritual. Bíblia de Genebra.
34-35 Uma estreita proximidade com algumas pessoas salvas não ajudará no dia da vinda de Cristo. Bíblia de Genebra.
A escolha de estar pronto para a Volta de Cristo é uma decisão que deve ser tomada por cada um, individualmente. Os versos 34-36 não estão falando de um arrebatamento secreto porque, de acordo com o v. 24, a Vinda de Jesus será um evento público. Será então que os anjos reunirão Seu povo dos quatro cantos da terra (Mt 24.31). Andrews Study Bible.
37 Onde, Senhor? (NKJV). Isto é, “em que circunstâncias, Senhor?” Os discípulos pareciam confusos quanto a como e quando ocorreriam as coisas que Jesus estava mencionando (ver com. [CBASD] de Mt 24:3). CBASD, vol. 5, p. 928.
Onde estiver o corpo. “Assim como o ajuntamento de abutres indica que existe perto uma carcaça, então estes sinais indicam que o fim está próximo”. New Living Translation [de Lc 17:37].
O provérbio sugere que ele será tão óbvio quanto o ajuntamento de abutres em volta de um animal morto. Andrews Study Bible.
Um abutre voando em círculos não representa muito, mas um grupo deles significa que um cadáver está próximo. Do mesmo modo, um sinal do fim pode não ser significante, mas quando muitos sinais ocorrerem, a segunda vinda está próxima. Life Application Study Bible Kingsway.