Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 07 — Rosana Barros by Ivan Barros
20 de novembro de 2025, 0:45
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“Sucedeu que, naquela mesma noite, o Senhor lhe disse: Levanta-te e desce contra o arraial, porque o entreguei nas tuas mãos” (v.9).

Ainda “de madrugada” (v.1), Gideão se levantou e levou consigo um exército de trinta e dois mil homens. Estava claro que o povo percebeu que o Senhor o havia escolhido como juiz em Israel. Era um exército pequeno comparado aos milhares de midianitas e “amalequitas e todos os povos do Oriente [que] cobriam o vale como gafanhotos em multidão” (v.12). As palavras do Senhor a Gideão, portanto, não faziam muito sentido: “É demais o povo que está contigo” (v.2). E a ordem de enviar para casa vinte e dois mil homens deve ter sido um tanto assustadora. Mas a razão de tal ordenança revela a preocupação de um Deus que vê o fim desde o princípio e que sonda os corações: “Israel poderia se gloriar contra Mim, dizendo: A minha própria mão me livrou” (v.2).

“Quem for tímido e medroso, volte” (v.3), foi a ordem divina, restando apenas dez mil homens. Fico imaginando o coração de Gideão ao perder mais da metade de seu exército. Foi uma grande prova de fé permanecer na campanha com tão poucos. Unicamente a confiança em Deus e em Sua Palavra mantém os nossos pés na posição do dever. Olhar para as circunstâncias adversas redunda em desânimo e desespero. É na tranquilidade e na confiança que está a nossa força (Is.30:15). Gideão precisava confiar que se perseverassem no Senhor, mil homens fugiriam “pela ameaça de apenas um” (Is.30:17). Porque Deus não precisa de muitos que se pareçam com soldados e se vistam como soldados. Ele usa aqueles que aceitam ser vestidos com a Sua armadura (Leia Ef.6:10-18).

O que Deus nos pede e os meios que usa podem ser, por vezes, bem inusitados. A forma de beber água foi o que definiu a última peneira divina, restando apenas “trezentos homens” (v.7). E eu pergunto, amados: O que eram trezentos homens em comparação com a força inimiga? Aos olhos humanos era um atestado de morte, uma loucura! Mas aos olhos do Senhor, era mais do que suficiente para revelar o Seu poder. Ainda assim, foi tão lindo o modo compreensível com que Ele lidou com Gideão: “Se ainda temes atacar, desce tu com teu moço Pura ao arraial; e ouvirás o que dizem; depois, fortalecidas as tuas mãos, descerás contra o arraial” (v.10-11). Percebendo o medo no coração de Seu servo, o Senhor lhe deu um sinal para lhe fortalecer a confiança. Sinal este que fez Gideão adorar ao Senhor e preparar seu pequeno exército não com espadas e lanças, mas com trombetas e cântaros acesos.

Aquele grito de guerra: “Pelo Senhor e por Gideão!” (v.18), representa a nossa necessidade de confiar no Senhor e nos Seus escolhidos. Tudo o que Gideão estava fazendo até então era no poder e na autoridade do “assim diz o Senhor”. Enquanto ele permanecesse assim, poderia declarar: “Olhai para mim e fazei como eu fizer” (v.17). E aqueles homens “seguravam na mão esquerda as tochas e na mão direita, as trombetas” (v.20). O Senhor deseja que tenhamos em mãos exatamente o que Ele nos pede, amados. Numa guerra como aquelas, eles poderiam estar armados até os dentes. Mas ao confiarem no Senhor e no seu líder, grande foi o livramento, pois “permaneceu cada um no seu lugar ao redor do arraial, que todo deitou a correr, a gritar e a fugir” (v.21). Deus despertou nos inimigos de Israel um pânico geral, de modo que “Ao soar das trezentas trombetas, o Senhor tornou a espada de um contra o outro” (v.22).

Nós estamos às vésperas do maior dos conflitos que este mundo já testemunhou. Porque se levantarão “três espíritos imundos semelhantes a rãs; […] eles são espíritos de demônios, operadores de sinais” que irão se dirigir “aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Ap.16:13-14). O Armagedom, amados, não será, portanto, uma guerra física, mas espiritual e, diante do ajuntamento mundial pelos poderes religiosos apóstatas aliados aos poderes civis do mundo inteiro, o remanescente será como os trezentos de Gideão, considerados poucos e indefesos. Mas o que Jesus nos aconselha a ter em mãos nestes últimos dias é a garantia da nossa vitória final:

“Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).

Amados, o ouro refinado no fogo é a fé que atua pelo amor: “para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo” (1Pe.1:7). “porque o amor é forte como a morte […] as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas” (Ct.8:6). As vestiduras brancas são a justiça de Cristo: “umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto Comigo, pois são dignas” (Ap.3:4). “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram as suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). E o colírio é o Espírito Santo: “Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (1Co.2:10). “Iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef.1:18).

Que, ricos da fé e do amor, vestidos da justiça e pureza de nosso Salvador e com os olhos abertos pelo Espírito do Senhor, façamos parte dos restantes de Deus que viverão o cumprimento da profecia: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios. Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada” (Sl.91:7-9).

Nosso Deus, Senhor dos Exércitos é o Teu nome. Nós Te agradecemos porque a Tua Palavra nos alcança hoje como foi com o Teu povo no passado. O Senhor ainda fala conosco e nós Te pedimos que o Espírito Santo continue iluminando a nossa mente com a luz das Escrituras e nos guiando por onde devemos andar, ainda que por vezes pareça não fazer muito sentido o que o Senhor nos pede. Mas se perseverarmos em seguir pelo Teu caminho, cremos que no final há uma recompensa maravilhosa e eterna. Ajuda-nos, Senhor! Concede-nos a fé que atua por amor, o Teu manto de justiça e olhos abertos e vigilantes. Em nome de Jesus, Amém!

Bom dia, remanescente do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES07 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 7 – Mesmo possuindo medo, insegurança e dúvidas, um indivíduo pode ser chamado por Deus para uma ação especial.

Gideão questionou a presença de Deus, sendo o único juiz que recebeu Sua presença literal (Juízes 6:13). Ele também questionou o caráter de Deus, em vez de questionar o caráter do povo que se afastara de Deus (Juízes 6:13). Além disso, Gideão resistiu ao chamado divino alegando insignificância e indignidade frente à tamanha responsabilidade (Juízes 6:15).

Deus lidou graciosa e pacientemente com cada questão levantada; contudo, ainda não foi suficiente para Gideão: Ele ainda exigiu dois sinais relacionados à lã, e Deus submeteu-Se, atendendo seus singelos pedidos (Juízes 6:36-40).

• O Deus da Bíblia é paciente, diferente do conceito do Deus criado por muita gente.
• Deus desce ao nível do indivíduo inseguro a fim de elevá-lo para um estágio de fé ainda não alcançado.

Assim que Gideão abraçou a missão e reuniu o exército para lidar com 32.000 soldados inimigos, Deus reduziu seu exército que já era extremamente menor que o exército inimigo. 31.700 soldados foram dispensados, restando apenas 300 para lutar contra 135.000 homens (Juízes 7:12; 8:10). Se antes Deus foi testado por Gideão, agora Gideão estava sendo testado por Deus (Juízes 7:1-7).

Todavia, Deus deu evidência de Sua Onipotência até mesmo em um sonho aos pagãos – o que animou Gideão a empenhar-se na batalha obviamente desproporcional (Juízes 7:8-16). E, claro, com Deus o improvável tornou-se possível; com 300 homens, Gideão obteve a vitória pela graça e poder divinos (Juízes 7:17-25).

“Quando as trezentas trombetas soaram, o Senhor fez que em todo o acampamento os homens se voltassem uns contra os outros com as suas espadas” (Juízes 7:22). Gideão convocou israelitas de Naftali, Aser, Manassés e dos montes de Efraim para capturar os fugitivos; porém, ficou claro que a vitória viera de Deus.

Deus não tem problema de resolver grandes desafios com pouco recurso humano. Ele pretende ensinar-nos que não é nossa capacidade, habilidade e forças que nos garantem o sucesso; Ele é que dá a capacidade de conquistar o impossível contra a lógica humana (Deuteronômio 8:17-18).

A redução do exército mais o sonho do soldado inimigo visam promover certeza de que Deus sempre é o protagonista da história, e nos concede vitórias! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
19 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 6 – Primeiro leia a Bíblia

JUÍZES 6 – BLOG MUNDIAL

JUÍZES 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



JUÍZES 6 by Jeferson Quimelli
19 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/6

Se Deus está conosco, por que tudo isso aconteceu conosco?

Apesar da indulgência dos israelitas com o mal, eles eram cegos em reconhecer que o sofrimento é muitas vezes nascido de escolhas pecaminosas. Em aflição, eles clamaram a Deus por ajuda. E um Deus longânimo enviou um defensor para resgatar Seus filhos desobedientes de consequências bem-merecidas.

A pergunta de Gideão é anterior à questão que os oprimidos e sofredores clamaram ao longo dos milênios: “Deus, se estás comigo, por que isso está acontecendo comigo?”

Às vezes, o sofrimento é causado por escolhas pecaminosas. Às vezes é causado por um mundo pecaminoso e quebrado. E às vezes não há razão identificável para corações e vidas devastados.

Querer saber o “porquê” do sofrimento é o clamor natural dos corações feridos que anseiam por controle e respostas. Nós queremos uma explicação. No entanto, é uma busca fútil. Somente na eternidade conheceremos todas as causas do nosso sofrimento. Concentrar-se no “porquê” só nos deixa frustrados e muitas vezes cheios de culpa.

Outra pergunta nos é mais útil: “Como posso crescer através desse sofrimento?” Este questionamento transforma o sofrimento em um mapa do tesouro para a transformação.

Um dia, conheceremos todos os porquês. Concentre-se nos “comos” até então!

Lori Engel
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/6
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos



JUÍZES 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de novembro de 2025, 0:50
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1434 palavras

6.1-8.32 Gideão foi o maior dos juízes. Os seguintes fatos confirmam esse conceito. (a) Sua história é a mais longa no livro [dos Juízes]. (b) O Senhor está mais visivelmente ativo nessa história do que em qualquer das demais. (c) O Anjo do Senhor apareceu a ele, mas a nenhum outro juiz (vs. 11-24). (d) Séculos mais tarde, Isaías relembra a derrota de Midiã por Gideão como uma grandiosa vitória (Is 9.4; 10.26). (e) Figura em primeiro lugar na lista de libertadores em Samuel (“Jerubaal”, 1Sm 12.11). (f) É colocado em paralelo com Moisés (6.11-24, nota). (g) O povo procurou fazê-lo rei (8.22-23). (h) Vivia como rei (8.26-27, 30, 32). Apesar de tudo isso, porém, Gideão fracassou em um aspecto. Gideão fez uma estola sacerdotal de ouro e esta o induziu, bem como a outros, ao pecado (8.27).  Bíblia de Genebra.

Midianitas. Estes eram um povo nômade que vagueava pela parte sul da península do Sinai (Êx 3:1), pela parte norte do golfo de Áqaba (1Rs 11:18) até as planícies a leste de Moabe (Gn 36:35; Nm 22:4; 25:1, 6; Js 13:21). Eles eram parentes dos hebreus, pois Midiã era filho de Abraão com sua segunda esposa, Quetura (Gn 25:1-6). O sogro de Moisés era chamado de sacerdote de Midiã (Êx 2:15-21). A influência dos vizinhos pagãos era forte em contraste com a convicção religiosa dos israelitas, que era fraca. Logo se esqueceram da maravilhosa intervenção de Deus em favor deles no monte Tabor e voltaram a seus maus caminhos. Num esforço extra a fim de despertar o povo para o pecado que estava cometendo, o Senhor permitiu que o território deste fosse invadido novamente, desta vez pelos midianitas. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 348.

Os israelitas haviam derrotado os midianitas para puni-los por terem conspirado com Moabe para destrui-los (Nm 25; 31). Então, novamente, um velho inimigo estava buscando de vingar de Israel. Andrews Study Bible.

amalequitas. Normalmente era um povo do Neguebe, mas aqui estão em coligação com os midianitas e com outros povos do leste, nômades da área desértica de Moabe e Amom. Bíblia de Estudo NVI Vida.

camelos. A referência mais antiga do AT ao uso na guerra de camelos como montarias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Um profeta. Há encorajamento nas repreensões de Deus. Elas são muito melhores que o silêncio. Elas lembram aos beneficiários que Deus ainda pensa neles e sugere que tais  reprovações se destinam a levar os seres humanos de volta a Ele e não a afastá-los. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 350.

11 o Anjo do SENHOR. Cristo em forma humana (ver nota em 2:1). Isto está claro em 6:14, quando a mesma pessoa é “o SENHOR” e pela reação de Gideão quando percebeu a Quem havia visto (vs. 22-23; comparar com Êx 33:20 – referindo-se à forma não velada de Deus). Andrews Study Bible.

lagar. […] um tanque escavado na terra. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 350.

malhando o trigo no lagar (ARA; NVI: “malhando o trigo num tanque de prensar uvas”). Em vez de empregar a área usual, ao ar livre (v. nota em Rt 1.22). Gideão se sentia mais seguro malhando o trigo nesse espaço mais protegido, porém muito confinado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Homem valente. Estas palavras sugerem que Gideão já se distinguia pela bravura na guerra. […] É digno de nota que quando aparece ao ser humano para dar uma tarefa ou mensagem, Deus geralmente chama pessoas ocupadas, talvez ocupadas em tarefas diárias como os apóstolos na pescaria ou os pastores cuidando dos rebanhos. É mais provável que uma pessoa ocupada em trabalho honesto receba visitantes celestiais do que aquela que despende tempo em ociosidade.  Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 350.

13 Que é feito de todas as Suas maravilhas? O êxodo do Egito sempre foi o ponto inicial da narrativa das poderosas obras de Deus em favor dos israelitas. […] É verdade que Deus não realizou um milagre para manter os midianitas longe, pois há um limite na intervenção de Deus nos assuntos dos seres humanos. Ele nunca coage a vontade. Quando as pessoas tomam um rumo contrário ao Seu plano, Ele não impede as consequências naturais. Nestas circunstâncias, as pessoas não têm o direito de acusar Deus de não intervir em seu favor. Por outro lado, quando as pessoas escolhem atuar com Deus, Ele novamente realiza grandes coisas por elas. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 351.

14 Vai nessa tua força. Ou seja, use a força gasta na debulha do trigo e as habilidades nisso exercidas para vencer os midianitas. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 351.

15 como posso…? (NVI). O Senhor em geral convoca os humildes, e não os poderosos, para agir em nome dEle. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O menor. Gideão provavelmente quis dizer que, por ser o filho mais novo da família, não considerava sensato assumir a liderança na campanha militar sobre irmãos mais velhos ou outros. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 351.

22 ai de mim. Um pressuposto do pensamento dos hebreus era que ver a Deus significaria a morte (cf Gn 16.13; 32.30; Êx 20.19; 33.20; Is 6.5). Em Cristo, podemos ver a Deus e viver eternamente (Jo 1.18; 14.6-9). Bíblia Shedd.

25 Poste-ídolo. Primeiramente, os altares de Baal deveriam ser destruídos. Deus não honraria um sacrifício até que os ídolos fossem derrubados. Todo ídolo deve ser removido do coração quando se clama pela bênção de Deus. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 352.

29 perguntando e inquirindo. Segredo guardado por dez homens (27) deixa de ser segredo. Bíblia Shedd.

30 Os israelitas achavam-se numa apostasia tão grande que estavam dispostos a matar alguém do próprio povo a favor da causa de Baal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deparamos até onde os israelitas tinham se desviado da verdadeira adoração ao único Deus. Bíblia Shedd.

31 se é deus, que por si mesmo contenda. O pai de Gideão salvou a vida de seu filho ao argumentar inteligentemente que Baal deveria ser capaz de defender seus próprios direitos. Andrews Study Bible.

34 Revestiu a Gideão. O Senhor qualifica aqueles a quem chama. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 353

36 Se hás de livrar a Israel. Uma fé madura não pediria outro sinal. A experiência do centurião romano está em contraste com a de Gideão. O soldado pagão não pediu por um milagre para que pudesse ter fé. […] Se Gideão possuísse uma fé semelhante, ele não teria pedido mais um sinal, uma vez que já tinha recebido evidência convincente no fogo que surgiu da rocha. No entanto, Deus utiliza os melhores instrumentos necessários, e quando aqueles que são fracos na fé pedem por um sinal, com frequência Ele atende ao pedido. Com o desenvolvimento da fé, Deus espera que as pessoas dependam menos de sinais confirmatórios. Muitos têm deteriorado sua experiência religiosa ao seguir com persistência métodos casuais de orientação (*ver com. de Js. 7:14). Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 354.

39 Faça eu a prova. A experiência de Gideão é reproduzida com frequência. Há muitos que continuamente decidem sobre coisas importantes sem ter como base os ensinos bíblicos ou o que é lógico e razoável, mas baseados em sinais estabelecidos por eles mesmos. […] Teria sido muito melhor se Gideão tivesse atendido e obedecido a Deus confiantemente e sem hesitação. Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 354.

só a lã esteja seca. A segunda prova seria indubitavelmente sobrenatural, posto que a lã absorveria o orvalho muito mais facilmente que a terra e as pedras ao redor. Bíblia Shedd.

*Js 7:14 que o SENHOR designar. O método usado foi o sorteio (PP, 494), artifício mencionado com frequência na Bíblia. No entanto, é preciso ter cautela no emprego desse meio de conhecer a vontade divina. Esse caminho só é seguro quando Deus, por meio da inspiração, indica que é o método que Ele escolhe. Se o Senhor não participa do procedimento, o sorteio não passa de uma forma de recorrer ao acaso, como o seria atirar uma moeda ou escolher uma carta. … O Senhor dotou os seres humanos de inteligência e espera que desenvolvam a capacidade de tomar as próprias decisões. Se em todas as decisões da vida as pessoas pudessem determinar por meio de um sinal qual é a vontade divina, perderiam a força mental e não atingiriam o desenvolvimento necessários da inteligência e do caráter. Aqueles que tem o hábito de recorrer ao acaso para tomar decisões, debilitam toda sua vida espiritual. No começo da vida religiosa, e em algumas ocasiões a partir de então, Deus pode ter honrado nossa fé em desenvolvimento, dando-nos respostas identificáveis por tais meios, mas isso não significa um desejo de Sua parte de que sempre dependamos desse método. O ideal do desenvolvimento cristão é ter a mente tão imbuída do conhecimento divino e as faculdades tão educadas que, ao seguir nossos impulsos, façamos tão somente a vontade de Deus(DTN, 668). CBASD, vol. 2, p. 202.



JUÍZES 06 — Rosana Barros by Ivan Barros
19 de novembro de 2025, 0:45
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“Assim, Israel ficou muito debilitado com a presença dos midianitas; então, os filhos de Israel clamavam ao Senhor” (v.6).

Israel havia desfrutado quarenta anos de paz, sob a liderança de Débora. Mas poucos anos bastavam de apostasia para o povo ficar “muito debilitado” (v.6) e perceber que precisava do Senhor. Por “sete anos” (v.1), os midianitas oprimiram Israel “destruindo os produtos da terra […] e não deixavam em Israel sustento algum, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos” (v.4). Comparados a gafanhotos que passam e que tudo arruínam, eles “entravam na terra para a destruir” (v.5). Uma situação que se tornou insuportável e que levou a nação a buscar o auxílio do Senhor em oração.

Em resposta ao clamor dos filhos de Israel, “o Senhor lhes enviou um profeta” (v.8). A Bíblia não diz o seu nome, mas, certamente, a sua mensagem operou com grande efeito. Percebam que o profeta não disse nada novo, ou uma revelação extraordinária. Ele simplesmente os lembrou de uma mensagem que já lhes era conhecida, mas que haviam negligenciado. Foi um recado curto, objetivo e claro. Foi um chamado ao arrependimento: “contudo, não destes ouvidos à Minha voz” (v.10). O afastamento de Deus era a causa de seus infortúnios, e reconhecer isso era imprescindível para que o Senhor pudesse agir em seu favor.

E foi justamente nesse cenário que surgiu o chamado do quinto juiz de Israel: Gideão. Filho de “Joás, abiezrita” (v.11), da família “mais pobre em Manassés” (v.15), Gideão seria a última pessoa a que o povo apontaria como seu líder. Mas as palavras do Senhor revelam o que o homem não consegue ver: “O Senhor é contigo, homem valente” (v.12). Deus não escolhe ninguém por predileção ou por capacitação. Ele escolhe pela disposição do homem em servi-Lo e obedecê-Lo. A total dependência de Deus em atitude de humildade é a principal característica de um verdadeiro líder. Como aquele profeta desconhecido, pode ser que muitos filhos de Deus não tenham seus nomes nos anais da História, mas se cumpriram o chamado do Senhor em sua vida, seus nomes estão arrolados como testemunho eterno no “Livro da Vida” (Ap.3:5).

O diálogo entre “o Anjo do Senhor” (v.11) e Gideão aconteceu no momento em que este agia com diligência a fim de preservar o alimento que tinha a salvo dos midianitas. E a fala do Senhor lhe pareceu contraditória diante de sua realidade. Gideão foi sincero com Deus: “Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as Suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito?” (v.13). Gideão não somente questionou o aparente “abandono” divino, mas também a própria declaração do profeta que lhes foi enviado e lhes declarou: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Eu é que vos fiz subir do Egito e vos tirei da casa da servidão” (v.8). Não é errado questionar e ser sincero com Deus. Na verdade, é isso o que Ele espera de nós: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor” (Is.1:18). O Senhor nos convida a expor diante dEle nossas razões e argumentos e espera que o façamos sem arrodeios, mas direta e francamente, abrindo-Lhe o coração em sinceridade.

Ao invés de dar explicações ao seu questionamento, o Anjo do Senhor lhe deu uma missão: “Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei Eu?” (v.14). É interessante observar e meditar nesse método divino. Quando Jó questionou o Senhor acerca do seu sofrimento, Ele lhe expôs a grandeza de Seu poder criador e lhe deu a missão de orar por seus amigos. Quando o profeta Elias O questionou sobre sua situação de perseguido por seu próprio povo, Deus lhe deu a missão de ungir reis e o profeta que ficaria em seu lugar. Nem sempre, amados, o Senhor nos responde segundo os nossos questionamentos, mas a Sua resposta sempre envolve a nossa vida como uma resposta viva para o benefício de outros.

Amados, a oferta de Gideão, aprovada e consumida com o fogo divino, representa a oferta de um coração completamente submisso à vontade de Deus; de alguém que faz de seu lugar de oração diário, pela fé, “um altar ao Senhor” (v.24). “O Senhor É Paz”, meus irmãos (v.24)! Mas a paz do Senhor não é uma permissão à covardia. Ele nos chama na mesma força e valentia de Gideão a derrubar os “altares” de abominação que possam haver em nosso lar e na igreja. Isso, porém, deve ser feito segundo aconteceu com Gideão: “Não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc.4:6). “Então, o Espírito do Senhor revestiu a Gideão” (v.34), e assim será com cada um de nós se, como ele, estivermos dispostos a assumir o nosso posto do dever até que Cristo volte.

Muitos podem até se levantar contra nós e nos dar apelidos pejorativos como foi com Gideão (v.32), mas se perseverarmos em seguir ao “Cordeiro por onde quer que vá” (Ap.14:4), Ele prometeu nos dar “uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Ap.2:17). Um nome que representa a nossa experiência pessoal com o Eterno. Persevere em buscar ao Senhor de todo o coração. “Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração” (Tg.5:13).

Ó, Pai de misericórdias, como Gideão, muitos dos Teus filhos têm sofrido muitas perseguições e duras batalhas. Vem ao nosso encontro, fala ao nosso coração e nos capacita por Teu Espírito a cumprirmos a missão segundo a Tua vontade! Nós cremos que o Senhor É Paz e que logo estaremos no Teu Lar de eterna paz. Até lá, dá-nos a força e a sabedoria de que precisamos para derrubar de nosso coração, de nosso lar e do meio do Teu povo todo altar de idolatria. Reveste-nos do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fortes no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES06 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de novembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 6 – No tempo dos juízes, o povo de Deus envolveu-se num emaranhado de pecado e num redemoinho de julgamento que desafiava o futuro da jovem nação. É nítido um ciclo previsível de situações sintetizadas da seguinte forma:

• Pecado/apostasia.
• Sofrimento.
• Súplica.
• Salvação.

Samuel e Esdras referiram-se à história dos juízes a fim de lembrar ao povo de Deus suas tendências pecaminosas e a graciosa misericórdia divina (1 Samuel 12:9-11; Neemias 9:26-28).

Lamentavelmente a lição da história não permanece por muito tempo na memória do povo de Deus. Aprendizados logo se desvanecem. Assim, toda vez que falecia um líder usado por Deus para livrar Israel da opressão, a fé e o reavivamento se esvaíam. Tristemente “o povo voltava a caminhos ainda piores do que os caminhos dos seus antepassados seguindo outros deuses, prestando-lhes culto e adorando-o. Recusavam-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado” (Juízes 2:19).

O ciclo de pecado reiniciou após a libertação operada por Débora e Baraque; na sequência, Israel sofreu opressão nas mãos dos midianitas e amalequitas; por isso, houve um clamor ao Senhor (Juízes 6:1-6).

Deus respondeu chamando Gideão, o qual tinha seus defeitos. Ele não era perfeito. Ele tinha suas fraquezas e medos (Juízes 6:7-40), como qualquer um de nós. Todavia, “o Senhor pode usar mais eficazmente os que têm consciência de sua própria indignidade e incapacidade. Ele lhes ensinará o exercício da coragem e da fé e os fará fortes, unindo a fraqueza deles com Sua força, e sábios, associando Sua sabedoria à ignorância deles”, observa Ellen White (CBASD, v.2, p. 1107).

Juízes 6 apresenta o pecado e o sofrimento sempre de mãos dadas. Eles não se divorciam nunca. Quando se pratica persistentemente o pecado, na sequência vem o sofrimento como inevitável consequência – pena que aprender isso parece difícil a todos nós!

Felizmente, há outra dupla inseparável: Súplica e salvação. Deus Se compadece com a súplica sincera de um coração que clama por libertação – pena que aprender isso também é difícil!

Juízes 6 mostra que Deus atende a súplica de Seu povo que caiu em pecado; e, pode atuar através de alguém fragilizado pela situação ameaçadora. Deus pode trabalhar com a dúvida sincera, o medo e a insegurança apresentados a Ele.

As lições estão diante de nós, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 5 – Primeiro leia a Bíblia

JUÍZES 5 – BLOG MUNDIAL

JUÍZES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



JUÍZES 5 by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/5

Em Juízes 5, Débora e Baraque cantam um dueto, um “cântico novo ao Senhor” como diz Salmo 96:1. Um bonito exemplo de louvor a Deus: novo, atual e específico.

Débora e Baraque poderiam ter cantado o hino de Miriam, da libertação de Deus de Israel no Mar Vermelho. Em vez disso, compuseram uma nova canção, detalhando o que Deus havia acabado de realizar por eles. Ao relatar na canção o que Deus havia feito a Israel, ao libertá-los de Sísera, eles honraram ao Deus do presente, o Grande EU SOU [YHWH].

Devemos cantar a respeito do que Deus fez por nós no passado, mas também devemos cantar canções novas, a respeito do que Deus tem feito por nós agora. Muitas vezes eu falho em não escrever, não registrar, os poderosos atos de Deus na minha vida no presente. E quando eu falho em lembrar como Deus tem conduzido a minha vida, começo a temer pelo futuro.

Que possamos cantar novas músicas para o Senhor, canções pessoais que detalhem como Deus está trabalhando especificamente em nossas vidas hoje.

Brennon Kirstein
Pastor, Igreja Adventista de Kailua
Havaí, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/5
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos



JUÍZES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2025, 0:50
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1883 palavras

O poema começa com palavras de louvor a Deus pela vitória (Jz 5:2-5), seguidas de uma descrição da situação que precedia a batalha (Jz 5:6-8). Há um elogio às tribos que participaram do conflito e reprovação às que não responderam na hora da crise (Jz 5:14-17). Segue uma descrição da batalha (Jz 5:18-22), da morte de Sísera nas mãos de Jael (Jz 5:24-27), e da ansiedade da mãe de Sísera enquanto espera o retorno do filho (Jz 5:28-31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 342.

1 cantaram Débora e Baraque. O cântico de Débora é reconhecido como um dos melhores exemplos de uma ode de triunfo, preservada na literatura hebraica. Bíblia Shedd.

…famoso por sua antiguidade e pela sua notável qualidade literária. Bíblia de Genebra.

Na vitória, Baraque e Débora cantaram louvores a Deus. Canções e louvor concentram nossa atenção a Deus, nos dão uma saída para a celebração espiritual e nos lembram da fidelidade e do caráter de Deus. Quer você esteja vivenciando uma grande vitória ou um grande dilema, cantar louvores a Deus pode ter um efeito positivo em sua atitude. Life Application Study Bible Kingsway.

4 Seir. A região montanhosa que se estende do leste do Mar Morto até o Mar Vermelho. CBASD, vol. 2, p. 342.

 de Seir, marchando desde o campo de Edom. Ponto de partida de Israel para as batalhas de conquista (Dt 33.2). Deus é retratado como o grande guerreiro indo à frente do Seu povo. Bíblia de Genebra.

os céus gotejaram. Talvez uma referência ao aguaceiro  que contribuiu para a derrota dos cananeus. Bíblia Shedd.

o Sinai. Uma lembrança da manifestação de poder divino nesse monte (Êx 19:16-19). Bíblia de Estudo Andrews.

Ver Sl 68.8. Um terremoto e uma tempestade surgiram quando Deus apareceu no monte Sinai (Êx 19.16-18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-8 Descreve a condição desolada da região norte  de Israel, sujeita à extorsão dos cananeus.

cessaram as caravanas (ARA; NVI: “as estradas estavam desertas”). Por causa das guarnições inimigas e dos bandos de assaltantes… as estradas eram inseguras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

ficaram desertas as aldeias  em Israel (ARA; NVI: “já tinham desistido os camponeses”). Já tinham fugido para as cidades muradas, buscando proteção. Bíblia de Estudo NVI Vida.

levantei-me por mãe em Israel. Os príncipes não assumiriam a liderança (subentendido no v. 2), mas uma mulher foi suscitada para conduzir Israel. Contrastar esse “mãe em Israel” com a desesperançosa mãe de Sísera (v. 28). Bíblia de Genebra.

Escolheram-se deuses novos. Esta afirmação parece ter sido incluída para explicar a razão de os israelitas se encontrarem nessa situação. CBASD, vol. 2, p. 342.

O motivo da miséria é sempre a substituição do único Deus por deuses falsos. Bíblia Shedd.

A guerra foi o resultado inevitável quando Israel escolheu seguir falsos deuses. Embora Deus tivesse dado instruções claras a Israel, o povo falhou em colocar Suas palavras em prática. Sem Deus no centro da vida nacional, a pressão externa logo se tornou maior que o poder interno, e eles se tornaram presas fáceis para seus inimigos. Se você está deixando que o desejo por reconhecimento, a ânsia por poder ou o amor por dinheiro governem sua vida, você pode se encontrar sitiado por inimigos – estresse, ansiedade, doença, fadiga. Mantenha Deus no centro de sua vida e você terá o poder que precisa para lutar contra esses destruidores. Life Application Study Bible Kingsway.

não se via escudo nem lança entre quarenta mil em Israel. Os cananeus, como os filisteus posteriormente, proibiram todo o comércio dos ferreiros e o armamento entre os hebreus. Dificilmente se encontrava um escudo ou lança em bom estado entre os 40 mil homens do exército. Essa política eliminava todo perigo de reação por parte dos hebreus. CBASD, vol. 2, p. 342.

10 Vocês, que cavalgam em brancos jumentos. Alusão aos nobres e aos ricos (v. 10.4; 12.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jumentas eram cavalgadas pela nobreza; o cântico é dirigido aos chefes mencionados nos vs. 2, 9. Bíblia de Genebra.

11 Falai. Quem agora vivia em condições pacíficas deveria fazer uma pausa para falar sobre o que acontecera e dar graças a Deus por Sua ajuda e restabelecer a paz a Israel. CBASD, vol. 2, p. 343.

12 Entoa um cântico. Não é uma canção de louvor pela vitória, mas uma canção de guerra para instigar as tribos e inflamá-las para a batalha. CBASD, vol. 2, p. 343.

13-18 Os guerreiros do Senhor que se reuniram para a batalha. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Maquir. O primogênito de Manassés (Js 17.1). …a referência aqui diz respeito àqueles a oeste do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 grande discussão. O que provavelmente ocorreu quando a convocação para a batalha chegou aos vários clãs da tribo de Rúben, que viviam não muito longe do rio Jordão, foi uma rápida discussão sobre o que fazer (cf. AA). Cada clã sondava o outro para descobrir os sentimentos e se a tribo deveria ir à batalha. Conversavam enquanto cuidavam dos rebanhos. Refletiam sobre a necessidade e a viabilidade de participar até que passou o tempo de agir. Aparentemente eles ainda hesitavam e discutiam a respeito do que deviam fazer quando as notícias da vitória chegaram até eles. CBASD, vol. 2, p. 343, 344.

A falta da participação de Rúben, Gileade, Dã e Aser (v. 17) demonstra que Israel não estava unido. Bíblia de Genebra.

15c-17 Denúncia merecida vem sobre as tribos que colocaram sua segurança individual acima do desafio dos seus irmãos. Bíblia Shedd.

Quatro tribos – Rúben, Gileade (Gade ou Manassés), Dã e Aser – foram acusadas de não estenderem a mão na batalha. Nenhuma razão é dada para sua recusa em ajudar seus companheiros israelitas, mas podem ser as mesmas que os impediram de expulsar os cananeus em primeiro lugar: 1) falta de fé em Deus para ajudar, 2) falta de esforço, 3) medo do inimigo e 4) medo de antagonizar aqueles com quem faziam negócios e, portanto, de quem prosperavam. Essa desobediência mostrou falta de entusiasmo pelo plano de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

17 Gileade. O país do outro lado do Jordão, ao sul e ao leste do mar da Galileia. É tratado aqui como se fosse uma das tribos. O escritor aparentemente utilizou a palavra “Gileade” em lugar de Gade, a tribo que habitava nesse território. CBASD, vol. 2, p. 344.

16 Por que ficaste entre os currais… ? Os israelitas que viviam a certa distância do conflito não se envolveram quando sua ajuda foi necessária. Bíblia de Estudo Andrews.

19 Vieram reis. Uma aliança de reis de cidades, com suas forças armadas, juntaram-se a Jabim, rei de Hazor, principal cidade da região norte. Bíblia Shedd.

Megido. Por causa de sua localização estratégica, a “planície de Megido” (2Cr 35.22) tem sido um campo de batalha frequente desde os primórdios. Ali, o faraó Tutmés III derrotou uma coligação cananéia em 1468 a.C., e ali, em 1917 c.C., os britânicos comandados pelo general Allenby pôs fim ao domínio dos turcos na Palestina ao vencê-los no vale de Jezreel defronte a Megido. Na história bíblica, as forças de Israel comandadas por Débora e Baraque esmagaram os cananeus “junto às águas de Megido” (v. 19), e ali morreu Josias, o bom rei de Judá, numa batalha contra o faraó neco II, em 609 a.C. (2Rs 23.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

[Nota (Jeferson): Alguns comentaristas evangélicos consideram que a referência em Ap 16.16 ao “lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom”, como o local da “batalha do grande dia do Deus todo-poderoso”, Ap. 16:14, se refira ao monte Megido. Teólogos adventistas, no entanto, consideram que a batalha do Armagedom faça referência ao evento que começou no monte ao lado, o monte Carmelo, ou seja, a grande batalha entre o bem e o mal  nas pessoas de Elias e Acabe e seus profetas, que terminou com a morte dos profetas de Baal no riacho do Quisom, aos pés de Megido, 1Rs 18. Ou seja, o Armagedom será uma questão de adoração ou não ao Deus verdadeiro, envolvendo a observância de Sua vontade como expressa em Seus mandamentos e não uma guerra literal de uma confederação de países contra Israel, como muitos interpretam. Mais informações em CBASD, vol. 7, p. 937 e 938 e nas Lições da Escola Sabatina de 1989 e 1996 e Seminário Revelações do Apocalipse, ambos compilados em formato zip/pdf aqui. Pesquise as várias ocorrências do termo Armagedom.]

20 Desde os céus pelejaram as estrelas. Ou seja, os poderes do céu ajudaram o povo de Deus a vencer a batalha. Bíblia de Estudo Andrews.

23 amaldiçoaram a Meroz. Os israelitas que habitavam em Meroz não fizeram nada para ajudar o exército de Baraque e Débora, embora morassem perto de onde ocorreu a batalha. A negligência voluntária era pecado. Por não terem agido como israelitas, sofreriam a mesma maldição lançada sobre os cananeus. Bíblia de Estudo Andrews.

Essa cidade israelita em Naftali foi amaldiçoada por causa de sua recusa de ajudar o exército do Senhor. Outras cidades também foram severamente castigadas por se recusarem a participar das guerras do Senhor (ver 8.15-17; 21.5-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 Bendita seja sobre as mulheres. A palavra hebraica traduzida por “bendita” é geralmente utilizada no sentido de “louvar”, “falar muito bem de’, “celebrar”. Em contraste com a recusa dos habitantes de Meroz para ajudar seus parentes está Jael, uma mulher não ligada aos israelitas pela etnia e politicamente ligada aos inimigos. CBASD, vol. 2, p. 345.

25 coalhada. Leite artificialmente azedado sacudindo-se leite num odre de couro e depois deixando-o fermentar (devido às bactérias que permaneciam no odre depois do uso anterior). Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 martelo (NVI). O quadro seguinte surge da combinação desse relato poético da ação de Jael com a descrição literal de Juízes 4:2. Enquanto Sísera dormia, Jael se aproximou silenciosamente e o golpeou com um martelo, quebrando sua cabeça. Apesar de ferido mortalmente, lutou a seus pés. De acordo com Juízes 5:27, ele se encurvou (no hebraico, kara’, “curvar-se sobre os joelhos”), e ali morreu (literalmente, “tratado com violência”). Depois disso Jael perfurou-lhe as têmporas com a estaca, prendendo-o ao chão. Não é possível saber quanto da linguagem desse poema é literal. CBASD, vol. 2, p. 345.

28-30 A ansiedade no coração provocada pela demora do comandante cananeu é dramatizada pela conversa imaginada da mãe de Sísera, consigo e com as damas. Uma vez que era o costume do capitão supervisionar a distribuição dos despojos, é sugerido que a demora seria devido à vastidão dos despojos. Bíblia Shedd.

30 uma ou duas moças, a cada homem. A palavra hebraica traduzida por “moças” nesta passagem se refere a mulheres capturadas para servir de objetos sexuais nas mãos de Sísera e de suas tropas. Bíblia de Estudo Andrews.

estofos de várias cores. Os artigos mais finos e valiosos eram reservados para o comandante. Bíblia Shedd.

31 O cântico termina com uma oração para que a presente vitória seja o modelo em todas as batalhas futuras contra os inimigos do Senhor (ver Nm 10.35; Sl 68.1, 2).

os que Te amam. A conclusão do cântico se torna clara: os que se rebelam contra o Senhor perecem; porém os que O amam e servem-nO serão exaltados como o Sol (cf Dn 12.3). Bíblia Shedd.

quarenta anos. Número convencional de anos para representar uma geração. Bíblia de Estudo NVI Vida.

a terra ficou em pazComo teria sido conveniente se o povo, nesse período de sossego, tivesse andado no caminho do Senhor. A lição para hoje é de que, neste tempo de relativa paz, a igreja de Deus é desafiada a viver de acordo com a luz da verdade presente e, assim, acelerar o término da obra de Deus e a consumação do destino glorioso do povo remanescente. CBASD, vol. 2, p. 346.