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JOÃO 13 – “Os símbolos da casa do Senhor são simples e fáceis de compreender, e as verdades por eles representados contêm o mais profundo significado para nós. Ao instruir a cerimônia da santa ceia em lugar da Páscoa, Cristo deixou para Sua igreja um memorial de Seu grande sacrifício em favor do ser humano. ‘Façam isto em memória de Mim’ (I Co 11:24), disse Ele. Esse foi o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma seria encerrada para sempre; a outra, que Ele acabara de estabelecer, haveria de tomar seu lugar e continuar durante todo o tempo como memorial de Sua morte”, comenta Ellen White.
João 13, detalhando a celebração da Ceia do Senhor, contém quatro partes principais:
• A preparação para a Páscoa e o lava-pés (vs. 1-17).
• A previsão da traição de Judas (vs. 18-30).
• A nova ordem de amar uns aos outros (vs. 31-35).
• A predição da negação de Pedro (vs. 36-38).
Em tudo isso, Jesus revelava Sua divindade, Sua onisciência ao prever o futuro. Vale a pena compreender maiores detalhes sobre a cerimônia que ocupou o lugar da Páscoa – alteração realizada pelo próprio Cristo, o Divino Filho de Deus!
“Essa solene ordenança comemora um acontecimento bem maior do que o livramento dos filhos de Israel do Egito. Aquele livramento tipificava a grande expiação que Cristo realizou com o sacrifício da própria vida para a libertação final de Seu povo” (Idem).
Outro detalhe importante é o que antecipa a participação dos símbolos da Ceia: O Lava-pés. “Quando eles se reuniram para participar da ceia do Senhor, a ordenança do lava-pés foi estabelecida como uma cerimônia religiosa” (Idem).
Merece atenção também que Jesus, mesmo conhecendo não apenas o futuro, mas inclusive o coração de cada discípulo, Ele não excluiu da cerimônia nem Judas nem Pedro. “O exemplo de Cristo proíbe exclusão da ceia do Senhor” (Idem).
A Páscoa foi celebrada pela primeira vez antes dos israelitas serem libertos do cativeiro egípcio (Êxodo 12), assim como a cerimônia da Santa Ceia foi comemorada antes da morte de Cristo que liberta a humanidade da escravidão do pecado. As duas festas revelam certezas antes de acontecer o que estava previsto. Agora, aguardamos nosso êxodo daqui da Terra para o Céu.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOÃO 12 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/12
A luz da Divindade não conseguia acabar com a escuridão que envolvia alguns corações.
Poucos dias antes de Sua crucificação, Jesus suplicou ao povo judeu de coração duro que aproveitassem a luz que brilhava entre eles. Ninguém precisava permanecer em trevas espirituais se somente entregasse seu coração a Cristo. No entanto, o ciúme e a ambição cegaram muitos corações, mesmo depois que a voz de Deus trovejou do céu.
Muitos colocaram sua fé em Jesus, incluindo alguns gregos. Contudo corações legalistas, imunes ao perfume da graça, conspiraram para matar o Criador.
Alguns líderes secretamente acreditavam nele, mas tinham tanto medo dos fariseus que não seguiram a Cristo publicamente. O medo de perder a aprovação é um vício que nos impede de fazer o que é certo. Na verdade, querer a aprovação dos outros muitas vezes nos leva a sacrificar a nossa alma. Quando vivemos para obter e continuar mantendo a aprovação das pessoas, deixamos de viver para agradar a Deus.
O medo controla você? Em que áreas você está relutante de obedecer a Deus por causa do que as pessoas podem pensar ou fazer? Viver na luz significa dedicar-se para obter a aprovação de Deus, não a aprovação dos outros.
Eugene Prewitt
Diretor, Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/12
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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788 palavras
2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.
3. Os pés. Mateus 26:7 e Marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.
4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.
9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.
10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.
11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.
16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.
19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.
20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.
27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137
28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.
29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que Jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.
32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1138.
38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.
39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.
50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.
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“Se alguém Me serve, siga-Me, e, onde Eu estou, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26).
Faltando uma semana para a festa da Páscoa, os últimos dias de Jesus na Terra foram intensos e cheios de expectativa. Cada palavra, cada gesto Seu, eram minuciosamente observados pelos principais sacerdotes e fariseus. A ressurreição de Lázaro realmente foi o estopim de uma grande divisão entre os judeus, pois que não somente muitos que estavam presentes no dia da ressurreição creram, mas o testemunho de Lázaro continuava falando, de modo que “os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus” (v.10-11).
Após ser ungido em Betânia, Jesus entrou em Jerusalém de forma inusitada. Geralmente, quando Se dirigia às festas anuais em Jerusalém, a última coisa que queria era chamar a atenção para Si. Mas parece que nos Seus últimos dias Ele não Se importou muito com isso, de forma que permitiu que o povo O aclamasse como “Rei de Israel” (v.13). Jesus sabia que havia chegado o momento de ser “levantado da terra” (v.32) e de selar para sempre o destino de Satanás (v.31). Sua morte seria uma grande decepção para Seus seguidores e a dura prova que iria separar a multidão entre crentes e incrédulos, entre adoradores e blasfemadores.
As declarações de Cristo não eram nada convencionais para um povo que acreditava que a glória dos homens era resultado da aprovação divina. “Quem ama a sua vida perde-a” (v.25), “E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26), eram declarações muito radicais para pessoas que mediam a santidade pelas conquistas terrenas. Por isso que a profecia de Isaías se encaixava perfeitamente com a situação espiritual daquela geração. Estavam cegos e seus corações endurecidos demais para compreender que diante deles estava a redenção de Israel.
Corremos o sério risco de agir da mesma forma. Muitos dizem estar seguindo a Jesus, contudo, não estão dispostos a servi-Lo. De acordo com Jesus, o serviço antecede a caminhada: “Se alguém Me serve, siga-Me” (v.26). Títulos, posições e as glórias deste mundo tornaram-se mais importantes do que a vida eterna. Entendam: não que possuir estas coisas seja pecado, mas quando colocadas acima do chamado de Deus tornam-se pedras de tropeço. Assim como em Israel, Deus tem chamado pessoas que hoje se encontram em privilegiadas posições sociais e religiosas, mas pelo medo de “serem expulsos” (v.42) ou rejeitados pelo meio em que vivem, não confessam a sua fé e prosseguem com sua crença secreta.
Jesus poderia ter morrido de forma mais silenciosa e discreta, mas escolheu ser levantado na mais humilhante morte e na mais escandalosa sentença. Não são sinais, milagres ou prodígios que sustentarão a fé dos servos de Cristo nestes últimos dias, mas a firme confiança no Caminho que os está conduzindo para Casa. Iluminados pelo Espírito Santo, os “filhos da luz” (v.36) seguem a passos firmes na direção de Deus e estão prontos para renunciar o que preciso for por amor a Jesus. Assim como a semente que cai ao solo, Cristo nos chama a morrer para o mundo e ressurgir para a vida eterna. Que a oração de George Müller seja a nossa firme decisão, hoje e todos os dias, até aquele grande Dia:
“Houve um dia em que morri. Morri para [coloque aqui seu nome], suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura; morri inclusive para a aprovação ou censura dos meus irmãos e amigos; e desde então tenho estudado tão-somente como apresentar-me aprovado diante de Deus”.
Olhar para a cruz, amados, é sinônimo de vida! Jesus não veio para nos condenar, mas para nos salvar. Apegue-se e creia em Sua Palavra, pois ela é luz e é vida eterna. Seja este o clamor do nosso coração: “Senhor, queremos ver Jesus” (v.21)!
Pai de bondade, o sacrifício do Teu amado Filho e Sua vitória sobre a morte nos outorgou a salvação. Louvado seja o Teu nome, porque o Teu amor não desistiu de nós! Não queremos uma fé baseada em sinais, mas uma fé firme na rocha inabalável da Tua Palavra. Queremos andar Contigo em tão íntima comunhão que nossa vida seja uma constante declaração: “Hosana! Bendito O que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel!”. Vem, Santo Deus, pois queremos Te ver e contemplar a Tua face para sempre! Não somos dignos de tamanho privilégio, mas aceitamos e cremos nos méritos do nosso Salvador que nos oferece o Seu manto de justiça. Salva-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, filhos da luz!
Rosana Garcia Barros
#João12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 12 – Neste capítulo, as atitudes humanas diante da verdade continuam em evidência, desde a devoção genuína de Maria até a hipocrisia de Judas, culminando com a rejeição de muitos diante da glória revelada de Jesus.
Apesar de uma incredulidade generalizada de judeus de influência, a opção por aceitar e crer em Cristo estava disponível a todos; e houve quem decidiu crer: O gesto de Maria, ao ungir os pés de Jesus com perfume caro (João 12:1-8), demonstra uma adoração genuína e sacrifical. Isso evidencia que o amor por Cristo não retém nada, na verdade Lhe oferece o melhor. Enquanto muitos discutiam ou criticavam, Maria silenciosamente demonstrou sua devoção e reverência.
• Nem todos entenderão nossa devoção ou a profundidade de nossa entrega, mas isso não importa.
• A verdadeira adoração vai além das aparências e se concentra em oferecer a Deus o que temos de melhor, mesmo que tenha um custo alto.
Judas Iscariotes criticou o gesto de Maria, alegando preocupação com os pobres, mas sua verdadeira motivação era a ganância (João 12:4-6). Evidenciando que aqueles que estão presos na hipocrisia frequentemente disfarçam seus pecados com críticas com motivos aparentes de justiça, mas, no fundo, estão resistindo à luz (João 12:44-50).
Muitos que seguiam e aclamaram Jesus em Sua entrada triunfal como Rei humilde – contrariando as expectativas humanas para com o Messias – precisavam redefinir sua fé e crença (João 12:12-36). Além disso, apesar de grande incredulidade, muitos líderes religiosos acreditaram em Jesus, porém não confessaram sua fé nELe por medo de serem expulsos da sinagoga. Eles preferiram a aprovação humana à glória de Deus. Isso reflete o perigo de amar mais a opinião dos homens do que a verdade divina (João 12:37-43).
A incredulidade leva indivíduos a profundidades da iniquidade nunca imaginadas. João 12:10 traz um detalhe revelador sobre a profundidade da incredulidade e hostilidade: “Os chefes dos sacerdotes fizeram planos para matar também a Lázaro”.
• A ressurreição de Lázaro se tornara um poderoso testemunho da divindade de Cristo, e em vez de se renderem à verdade, eles tramaram eliminar as provas do milagre.
• Precisamos examinar nosso coração para garantir que não estamos rejeitando o que Deus está fazendo, apenas porque isso desafia nossos interesses egoístas e materialistas, nosso orgulho ou posição social.
Reflitamos… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOÃO 11 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/11
O único escritor do evangelho a compartilhar a história da ressurreição de Lázaro é João, o que é surpreendente considerando a magnitude do evento.
“Ora, Jesus amava … Lázaro. No entanto, quando ouviu falar que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava.” (vs 5, 6). Estranho. Evidentemente, essa ressurreição foi diferente das ressurreições anteriores de Jesus. Por um lado, as ressurreições anteriores ocorreram dentro de 24 horas após a morte, enquanto Lázaro foi ressuscitado quatro dias após sua morte.
Era a crença da época que o espírito do falecido pairaria sobre o corpo com o potencial de retornar. Isso dava esperança aos enlutados. Consequentemente, Jesus esperou quatro dias, quando não havia esperança. “Muitos judeus … vendo o que ele fizera, creram nele” (v. 45).
Há cristãos que acreditam que vão para o céu na morte. Eu os encaminharia para João 20:17 e faria três perguntas: “Se você for para o céu na morte e fosse Lázaro, você gostaria que Jesus o ressuscitasse?… Qual é o propósito da ressurreição?… Você seria capaz de desfrutar do céu enquanto vê seus entes queridos sofrerem na Terra?”
Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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562 palavras
1-54 O milagre da ressurreição de Lázaro dentre os mortos é o clímax de todos os sinais precedentes que revelaram a glória de Deus através de Jesus Cristo. Aqui, a própria morte, o inimigo final, é confrontada com sucesso por alguém que é, ele mesmo, a ressurreição e a vida. Contudo, mesmo este glorioso sinal divide aqueles que o testemunham. Os que rejeitam a glória revelada, eles mesmo se encarregam de procurar a morte de Jesus (vs 46-50). Bíblia de Genebra.
1 Lázaro. Não o Lázaro de Lc 16.20. Este Lázaro é referido no Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
4 glorificado. Embora a ressurreição de Lázaro tenha glorificado a Deus (12.12-18), a maior glória veio do fato de que precipitou a prisão, o sofrimento e a morte de Jesus. Andrews Study Bible.
16 Tomé era leal ainda que duvidoso (20,24ss). Bíblia Shedd.
Dídimo. Gêmeo. Bíblia Shedd.
Significado de Tomé em hebraico. Andrews Study Bible.
17 quatro dias. Muitos judeus acreditavam que a alma permanecia junto ao corpo três dias após a morte, na esperança de voltar. Se essa ideia existisse na mente dessas pessoas, obviamente acreditavam que toda a esperança já se esvaíra – Lázaro estava irrevogavelmente morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 se estiveras aqui. A primeira afirmação de cada irmã (cf v. 32). Bíblia de Genebra.
22 Em contraste com Lc 10:38-42, Marta exibe mais fé do que Maria (ver tb Jo 11:24, 27). Andrews Study Bible.
25 Eu Sou. Jesus não estava dizendo apenas que dava ressurreição e vida. Elas estão intimamente associadas com Ele, e é tal a natureza dEle que a morte definitiva não existe para Ele. Ele é vida (cf 14.6; At 3.15; Hb 7.16). … Jesus … também transmite vida ao crente de modo que a morte nunca triunfará sobre ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 Tu és o Cristo. A conversação provoca, por parte de Maria, uma confissão de fé que é paralela à de Pedro (Mt 16.16). Bíblia de Genebra.
28 Mestre. É significativo que uma mulher lhe atribuísse tal designação. Os rabinos não ensinavam mulheres (cf 4.27), mas Jesus muitas vezes as ensinou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 chorou. A palavra grega assim traduzida não expressa a tristeza bradada do v. 33, mas se refere ao derramamento silencioso de lágrimas.Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 Uma parábola real sobre 5:28-19. Andrews Study Bible.
47 os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Aqui, os dois grupos estão associados entre si numa reunião do Sinédrio. … Não negaram a realidade dos sinais milagrosos … mas não compreendiam o significado deles, porque não tinham fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 O Sinédrio, que tinha suprema autoridade religiosa no país, temeu que o ministério de Jesus provocasse um levante popular, que os romanos esmagariam pela força das armas. Bíblia de Genebra.
Nosso lugar. O templo, que era o “lugar santo” dos judeus. Bíblia Shedd.
48 A morte de Jesus provocou exatamente as duas coisas que os líderes religiosos temiam: a crença em Jesus se espalhou pelo mundo e a destruição do seu “lugar e nação” pelos romanos em 70. D.C. Andrews Study Bible.
49 Naquele ano. Quer dizer o ano em que Cristo foi crucificado. Bíblia Shedd.
51 profetizou. Nos propósitos de Deus, Caifás, sem o saber, fez uma profecia. Bíblia de Genebra.
morrer pela nação. A morte substitutiva de Jesus foi anunciada pelo sumo sacerdote que uma vez por ano fazia expiação pela nação no Santo dos Santos (Hb 9.7ss), Mas ele mesmo não sentia nenhuma necessidade do sangue de Cristo para purificar seus pecados. Bíblia Shedd.
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“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (v.25).
Havia uma família a qual Jesus tinha um especial apreço: a família de Lázaro. Lázaro, Maria e Marta eram irmãos e sua hospitalidade para com Jesus e Seus discípulos fez com que a casa deles fosse um dos lugares preferidos do Mestre. A diferente disposição de cada irmão fazia daquele lar um lugar aprazível. A prontidão de Marta, a bondade de Lázaro e a delicadeza de Maria compunham um cenário harmônico da mais pura atmosfera. Mas nem sempre foi assim. Aquele lar tornou-se o perfeito exemplo do que Jesus pode realizar quando as portas do coração se abrem para que Ele entre.
Marta era uma workaholic (trabalhadora compulsiva); seus afazeres eram sua vida (Lc.10:40). Maria não tinha boa reputação (Lc.7:39). E, apesar de não haver nenhum outro relato sobre Lázaro ou como tornou-se amigo pessoal de Jesus, certamente sua vida era tão preciosa aos olhos de Cristo, que Ele não suportou a ideia de passar Seus últimos dias na Terra com a lembrança de um amigo morto. Três irmãos, três personalidades, mas unidos num só coração, numa só fé em Cristo.
A ressurreição de Lázaro é, sem dúvida alguma, uma das mais comoventes e mais poderosas experiências do ministério terrestre de Cristo. Podemos quase ouvir os soluços de Maria e contemplar pela fé as lágrimas do Salvador. É um relato sobremodo comovente, além de esclarecedor quanto à doutrina bíblica do estado do homem na morte. Jesus comparou a morte com o sono, ao dizer: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (v.11). Mas a ignorância de Seus discípulos, não entendendo que Ele se referia à morte, O fez dizer com clareza: “Lázaro morreu” (v.14). Em Eclesiastes 9:5, Salomão escreveu: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem de coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”. O apóstolo Paulo também nos advertiu quanto a isto: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts.4:13).
Jesus tem o poder de transformar qualquer vida que esteja disposta a ser forjada no fogo a fim de ressurgir como uma nova vida purificada e santificada para propósitos eternos. Se cada membro de uma família aceitasse este necessário reavivamento e reforma, cada casa do povo de Deus se tornaria morada especial de Cristo. E ainda que a doença ou a morte os alcançasse, até as situações mais adversas seriam “para a glória de Deus” (v.4) e avanço de Sua obra. Jesus não chorou pela morte de Seu amigo. “Jesus chorou” (v.35) pela morte espiritual de Seu povo. Maior do que a pedra que lacrava o túmulo de Lázaro, era a dureza de coração da maioria dos judeus.
Jesus ordena, hoje: “Tirai a pedra” (v.39). E não importa o quanto os seus pecados cheirem mal! Aquele que devolveu a plenitude da vida a um corpo em estado de putrefação, pode lhe reavivar pelo poder que há em Sua Palavra. Jesus morreu para que pudesse “reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos” (v.52). Chegada é a hora de testemunharmos como um só povo, uma só família cujo caráter revela o amor do Salvador. Pois perto está o dia em que Ele não chamará apenas um homem, mas todos “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17).
Erguei os olhos para o alto, povo de Deus! Eis que a nossa redenção se aproxima!
Pai querido e misericordioso, em que situação nos encontramos diante de Ti? Será que alguns estão como Lázaro, à beira da morte? Será que alguns estão como Marta e Maria, Te buscando em favor da vida de um ente querido? Será que podemos estar como os discípulos, tardios para entender as Tuas palavras? Ou como os judeus incrédulos, duvidando do Senhor? Ó, Deus eterno, uma coisa é certa: todos nós estamos na condição de pecadores, e, como tais, necessitamos da Tua graça e do Teu perdão. Reaviva-nos para Ti, de modo que as ataduras da morte sejam trocadas por Tuas vestes de justiça e vida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pela Palavra de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#João11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100