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II CORÍNTIOS 5 – A certeza da ressurreição e da vida eterna deve inspirar-nos a viver com fé, coragem e um compromisso constante com o que é agradável a Deus; soma-se a isso a convicção de que todos compareceremos perante o tribunal de Cristo, fortalecendo nossa responsabilidade e propósito nesta vida.
“Uma vez que para ter ‘vida’ (v. 4) e ‘habitar com o Senhor’ (v. 8) é necessário possuir o corpo imortal (v. 1-2), a passagem nega a ideia de uma alma desprovida de corpo desfrutando a vida eterna”. Portanto, em II Coríntios 5:1-10, “Paulo faz um contraste entre a vida terrena (‘enquanto no corpo, estamos ausentes no Senhor’) e a experiência celestial que ele desejava vivenciar (‘preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor’; ver Rm 8:18-23)” (Bíblia Andrews).
Paulo, em sua experiência, nos ensina que “o amor de Cristo nos constrange”. Se somos alcançados por esse amor transformador, não podemos restringi-lo a nós mesmos (II Coríntios 5:14). Ser reconciliados significa agir como embaixadores de Cristo (II Coríntios 5:20), como instrumentos e representantes de Deus onde quer que estejamos, conduzindo outros ao perdão e à restauração.
Como cada pecador convertido, que se tornou cristão, todos são chamados a ser instrumentos de reconciliação no lar, no trabalho e na comunidade. O ministério da reconciliação não é um título, mas uma missão divina compartilhada com todos os que creem. Em II Coríntios 5:11-21 não há exclusividade pastoral, mas é um privilégio e uma responsabilidade de todo cristão em geral.
Paulo está intentando mostrar que, aquele que está em Cristo, é nova criação. Diante disso, nossa participação no ministério da reconciliação dos pecadores com Deus não é opcional, mas essencial para que o mundo veja Cristo em nós.
• Reconciliação é mais do que palavras; é viver de forma a inspirar outros a buscar o mesmo renascimento em Cristo.
A base dessa reconciliação está no último versículo: “Deus tornou pecado por nós Aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus”.
• Jesus não merecia tornar-Se pecado; nem nós merecíamos tornarmo-nos justiça divina…
• A cruz nos reconciliou com Deus; agora, nossa vida deve reconciliar outros com Ele.
• O amor de Cristo nos transforma, e essa transformação nos comissiona!
Vamos reavivar o ministério de reconciliação? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 4– Primeiro leia a Bíblia
2CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2co/4
Que tesouro Deus deu a todos que buscam orientação nele. Fé sobre o medo, esperança sobre o desânimo, amor sobre o ódio e vida sobre a morte. Este capítulo poderoso nos lembra de continuar olhando para Jesus mesmo quando estamos aflitos e perseguidos. Ele promete que nosso coração interior pode ser renovado dia a dia, mesmo enquanto nossa carne terrena envelhece como a terra. Temos uma esperança futura de alegria e glória eternas que este mundo não pode fornecer. Deus nos deu poder para trabalhar para ele mesmo neste mundo escuro.
O Criador de toda a luz quer brilhar sua luz eterna de nossos corações, espalhando sua esperança e amor a todos ao seu redor. Que tipo de luz você está trazendo para o trabalho hoje? Como você pode trazer a luz Dele para seus relacionamentos pessoais com seu cônjuge, família, amigos e vizinhos? Você está abrindo espaço para a luz Dele em sua vida? O Deus eterno quer que cada um de nós seja um vaso cheio de Sua luz para quebrar o domínio das trevas neste mundo.
Pergunte a ele como você pode brilhar para Ele hoje e esteja pronto para dar uma razão para essa esperança que está em você. (1 Pedro 3:15)
Cheri Holmes
Enfermeira de emergência registrada, Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2co/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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690 palavras
1 não desanimamos. Quando Deus, na sua misericórdia, chama e comissiona seus servos, também fornece as forças necessárias para perseverarem em meio às adversidades e perseguições. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 astúcia […] adulterando. Acusações dirigidas a Paulo (12:16). Bíblia de Estudo Andrews.
Pregadores, professores e qualquer pessoa que fale sobre Jesus Cristo devem se lembrar que eles estão na presença de Deus – Ele ouve cada palavra. Ao falar às pessoas sobre Cristo, tome cuidado para não distorcer a mensagem para agradar a sua audiência. Proclame a verdade da palavra de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
4 o deus deste século. O diabo, arquiinimigo de Deus e poder invisível por trás de toda incredulidade e impiedade. Os que seguem ao diabo tem de fato feito dele seu deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
desta era. Em oposição à era eterna, em que a criação de Deus terá sido purificada para sempre de tudo o que agora a macula e a contamina. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O evangelho é aberto e revelado a todos, exceto àqueles que se recusam a acreditar. Satanás é “o deus desta era”. Sua obra é enganar, e ele tem cegado aqueles que não crêem em Cristo (ver 11:14, 15). O fascínio pelo dinheiro, poder e prazer cega as pessoas para a luz do evangelho de Cristo. Aqueles que rejeitam a Cristo e preferem seus próprios interesses, sem saber fazem de Satanás seu deus. Life Application Study Bible Kingsway.
5 não pregamos a nós mesmos. Diferentemente dos falsos mestres, insuflados consigo mesmos, por se acharem importantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O foco da pregação de Paulo era Cristo e não ele mesmo. Quando você testemunhar, diga às pessoas sobre o que Cristo fez, e não sobre suas habilidades e realizações. As pessoas devem ser apresentadas a Cristo, não a você. E se você ouvir alguém pregando a si mesmo ou suas próprias ideias em vez de Cristo, cuidado – ele é um falso professor. Life Application Study Bible Kingsway.
Paulo serviu de boa vontade à igreja de Corinto, embora as pessoas devam tê-lo desapontado profundamente. Servir às pessoas requer um sacrifício de tempo e desejos pessoais. Ser seguidor de Cristo significa servir aos outros, mesmo quando eles não correspondem às nossas expectativas. Life Application Study Bible Kingsway.
7 Este tesouro. Refere-se à luz do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo (6). Bíblia Shedd.
Era costume esconder esconder tesouros em vasos de barro, que possuíam pouco valor ou beleza, e não atraíam a atenção a si nem ao conteúdo valioso. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A mensagem de salvação supremamente valiosa em Jesus Cristo foi confiada por Deus a seres humanos frágeis e falíveis (“jarros de barro”). O foco de Paulo, entretanto, não estava no recipiente perecível, mas em seu conteúdo inestimável – o poder de Deus habitando em nós. Embora sejamos fracos, Deus nos usa para divulgar Suas Boas Novas e nos dá poder para fazer Sua obra. Saber que o poder é dEle, não nosso, deve nos proteger do orgulho e nos motivar a manter o contato diário com Deus, nossa fonte de poder. Nossa responsabilidade é permitir que as pessoas vejam Deus através de nós. Life Application Study Bible Kingsway.
8-12 Paulo nos lembra que embora possamos pensar que estamos sem mais nenhuma esperança, nunca estamos sem esperança. Nossos corpos perecíveis estão sujeitos ao pecado e ao sofrimento, mas Deus nunca nos abandona. Porque Cristo ganhou a vitória sobre a morte, temos vida eterna. Todos os nossos riscos, humilhações e provações são oportunidades para Cristo demonstrar seu poder e presença em e através de nós. Life Application Study Bible Kingsway.
8 não desanimados. Sem sentir-se emocionalmente devastado ou desesperançado. Bíblia de Estudo Andrews.
14 ressuscitará com Jesus. No retorno de Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.
16 homem exterior. corpo. homem interior. Mente (Rm 12:2). Bíblia de Estudo Andrews.
Contrastes na vida cristã. 1) Entre o corpo fraco e o espírito renovado (16). 2) Entre o presente doloroso e o futuro glorioso (17). 3) Entre as coisas visíveis, temporárias, e as coisas invisíveis, eternas. Bíblia Shedd.
17 sofrimentos leves e momentâneos. As dificuldades do cristão, sejam quais forem, perdem importância quando vistas na perspectiva da eternidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (v.17).
Prevenindo os cristãos acerca de falsos ensinamentos, Pedro escreveu o seguinte a respeito dos escritos de Paulo: “[…] como igualmente o nosso irmão Paulo vos escreveu […] ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe.3:15 e 16). Mesmo as epístolas paulinas possuindo uma linguagem mais difícil, Pedro levantou a questão de que a dificuldade de compreensão não está nos escritos de Paulo em si (e o próprio Paulo confirma essa ideia), mas na cegueira espiritual dos “que se perdem” (v.3). Não se trata, portanto, de uma mensagem obscura, mas “a luz do evangelho da glória de Cristo” (v.4).
Paulo se colocava longe dos holofotes para pregar tão-somente “a Cristo Jesus como Senhor” e a ele mesmo como servo, “por amor de Jesus” (v.5). Este é o tema central de todas as suas epístolas. A morte, ressurreição e volta de Cristo são amplamente mencionadas, e, diante de um povo em extremo zeloso na lei, mas desprovido de misericórdia, a lei também se tornou um assunto indispensável em suas cartas às igrejas. Percebendo, porém, que alguns acusavam sua pregação como encoberta ou impossível de se entender, simplesmente por recusarem-se a recebê-la com humildade e pelo apego aos pecados que suas palavras condenavam, o apóstolo apontou essa falta de entendimento como cegueira maligna (v.4).
Assim como no primeiro dia da criação do mundo, Deus fez resplandecer a luz (Gn.1:3), a primeira obra que Ele realiza na vida do cristão é resplandecer a Sua luz em nosso coração e iluminar a nossa vida do conhecimento de Sua glória, “na face de Cristo” (v.6). Ou seja, a conversão genuína produz iluminação para compreender as Escrituras, que revelam o caráter de Jesus. E isto, mediante um coração humilde e sempre agradecido, recebendo “este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (v.7). Em suma, Paulo sempre deixava bem claro que não eram as suas palavras ali escritas, mas palavras divinas em linguagem humana. Palavras que deviam proporcionar um conhecimento racional e profundo do caráter de Deus em Cristo renovando o ânimo mesmo em meio às aflições.
Enfrentando muitas tribulações e perseguições, Paulo levava “sempre no corpo o morrer de Jesus” (v.10), desconsiderando a própria vida por amor a Deus e aos seus semelhantes. Cada palavra que escrevia ou ditava, era um claro recado de Deus para o homem. Quando Pedro afirmou que muitos iriam deturpar os escritos de Paulo e as demais Escrituras, provavelmente se referiu à quebra do princípio bíblico de que o estudo da Bíblia deve ser “um pouco aqui, um pouco ali” (Is.28:10). Distorcer as palavras de Paulo à luz da sabedoria humana é querer brincar de Deus. Devemos estudar as cartas de Paulo à luz de toda a Escritura, comparando texto com texto, orando para que o Espírito Santo seja o nosso Instrutor bíblico. O estudo da Bíblia proporciona a paz e a felicidade que nada neste mundo pode superar. De modo que aumenta a nossa fé e nos impulsiona a falar: “Eu cri; por isso, é que falei” (v.13).
Não tem sido fácil para mim e creio que nenhum de nós está alheio às dificuldades desta terra de pecado. A crescente onda de doenças misteriosas, as avassaladoras manifestações da natureza, o aumento assustador das crises familiares, a decadência moral, o grave cenário econômico mundial, os confrontos armados, as contendas entre irmãos, tudo isso tem contribuído para que sejamos atribulados. Contudo, não há luta maior a ser enfrentada do que aquela que acontece em nós mesmos. O maior conflito não é aquele que envolve multidões ou grandes espaços geográficos. O maior dos conflitos só envolve dois lados e acontece em mim e em você. Nossa mente é o único lugar em que há guerra todos os dias envolvendo morte eterna ou vida eterna. E a nossa comunhão diária com Deus, por meio das Escrituras e da oração, desempenha um papel fundamental a fim de que sejamos vitoriosos. Ellen White escreveu: “Pesquisai as Escrituras por vós mesmos, para que possais compreender a terrível solenidade do tempo presente.” (Testemunhos Seletos, volume 2, CPB, p.71).
Aquele que um dia usufruiu do melhor da terra e que era respeitado como um dos maiores doutores da lei, deixou tudo para trás para sofrer tribulações e tristezas “por amor de Jesus” (v.5). Eu não sei o que você deixou ou o que ainda precisa renunciar para seguir a Cristo. Não conheço seus problemas, nem o que lhe aflige, mas posso lhe garantir uma coisa: tudo isso é passageiro e produzirá “eterno peso de glória, acima de toda comparação” (v.17). Persevere em estudar a Palavra de Deus, em examiná-la como quem procura a um tesouro, porque “este tesouro” (v.7) é encontrado por todo aquele que se dedica a procurá-lo. E, como o salmista, encontraremos conforto na tribulação: “O que me consola na minha angústia é isto: que a Tua Palavra me vivifica” (Sl.119:50).
Por experiência própria, amados, posso lhes garantir que a Palavra de Deus é o “calmante” perfeito para a nossa alma.
Senhor, nosso Deus e amado Pai, somos tão gratos pelo acesso que temos à Tua Palavra! Ao mesmo tempo, Te pedimos perdão se temos negligenciado estudá-la e amá-la como deveríamos! Descortina aos nossos olhos os tesouros da Tua sabedoria e faz-nos enxergar a beleza incomparável das Tuas Escrituras. Reanima o nosso coração a cada dia pela consolação da Tua Palavra e que morra o nosso eu para que “a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal”. Que na batalha pela nossa mente sejamos mais que vencedores em Cristo Jesus! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vivificados pela Palavra de Deus!
Rosana Garcia Barros
#2Coríntios4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CORÍNTIOS 4 – Através da fé podemos entregar nossas dores e ansiedades a Deus, confiando que Ele está moldando algo eterno em nossa vida, mesmo nos momentos mais desafiadores.
O capítulo em apreço oferece princípios que se aplicam tanto ao ministério pastoral quanto à vida cristã em geral. Com uma linguagem que transcende o tempo, Paulo apresenta motivações para perseverar, a despeito das dificuldades, com foco no poder de Deus e na glória eterna.
O apóstolo inicia ressaltando a origem divina do ministério evangélico; que não se baseia no mérito humano, mas na misericórdia de Deus. Ele também aponta para a responsabilidade de cada cristão em preservar a integridade da mensagem do evangelho, rejeitando atitudes enganosas e manipulações (II Coríntios 4:1-6).
• A cegueira espiritual é o maior obstáculo para o ministério de qualquer líder espiritual, e também do rebanho de Deus.
• O ministério é uma batalha constante para desmascarar os enganos de Satanás e trazer luz aos corações obscurecidos.
Na sequência, o texto inspirado utiliza a imagem de “tesouro em vasos de barro” para descrever os portadores do evangelho: Frágeis e comuns, mas portadores de um tesouro incalculável. Paulo salienta que as dificuldades no ministério são oportunidades para revelar o poder sustentador de Deus. Ainda descreve uma sequência de experiências dolorosas, como ser “pressionados, mas não desanimados; perplexos, mas não desamparados; perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos” mostrando como a graça divina o capacitava a perseverar (II Coríntios 4:7-12).
• Deus não escolhe Seus servos com base em habilidades ou forças, mas para que Sua glória seja manifestada em meio à fraqueza humana.
• Não esperemos que um líder espiritual seja um super-humano.
Finalmente, Paulo conclui o capítulo com uma poderosa exortação a manter os olhos fixos naquilo que é eterno. Ele reconhece as dificuldades do presente, mas enfatiza que estas são leves e momentâneas quando comparadas com o peso de glória que nos espera. Fica claro, pelo exemplo de apóstolo, que a chave para suportar as desafiantes provações é olhar além do visível e confiar nas promessas de Deus, que são firmes e verdadeiras (II Coríntios 4:13-18).
• Nossa vida terrena é transitória, mas nossas escolhas têm implicações eternas.
• Todo líder pode encontrar força no Senhor, ciente que sua missão é profundamente significativa.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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2CORÍNTIOS 3 – Primeiro leia a Bíblia
2CORÍNTIOS 3- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2co/3
Durante a Segunda Guerra Mundial, os soldados aliados deixaram uma marca nos lugares por onde passaram escrevendo “Kilroy esteve aqui” como um aviso ao inimigo e como garantia aos seus companheiros soldados. Os inimigos que vissem esse meme ficariam incomodados ao notar até que ponto seu território havia sido infiltrado. Os companheiros seriam encorajados por não estarem sozinhos e que o caminho estava preparado diante deles.
Paulo esperava que sua influência sobre os coríntios fosse apenas uma marca, ou melhor, uma carta. Ele diz: ” Vocês mesmos são a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos.” II Cor. 3:2. Ele esperava que quando as pessoas encontrassem a igreja em Corinto, soubessem que a mensagem do evangelho que Paulo transmitiu havia feito a diferença em suas vidas. Ele também esperava ser capaz de relacionar a mensagem de sua transformação total como evidência de Deus em ação quando ele viajasse e pregasse em outras áreas.
O evangelho deixou uma marca em você? Ele alerta o inimigo para se manter longe? Ele encoraja outros a crer em Jesus quando veem que Ele tem estado ativo em sua vida? Sua vida pode dizer: “Jesus esteve aqui”.
Karen D. Lifshay
Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2co/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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501 palavras
2 em nosso coração. Os crentes de Corinto tinham um lugar cativo nos afetos do apóstolo. … Paulo está dizendo aos coríntios que, como igreja, eles são uma eficaz carta de recomendação para ele (2.17; 1Co 9.2). Bíblia de Genebra.
Em contraste com os mestres de fora que se apresentam à igreja com cartas de recomendação. Paulo tem um laço de amor tão profundo que todo o mundo pode perceber. Bíblia Shedd.
3 carta de Cristo. Sua carta de recomendação ao mundo. Bíblia de Estudo Andrews.
Nós não nos tornamos crentes por seguirmos algum manual ou usar alguma técnica. Nossa conversão é o resultado de Deus implantar o Seu Espírito em nossos corações, dando-nos novo poder para viver por Ele. Bíblia Shedd.
3.4 – 6.13 Depois de haver explicado sua mudança de planos sobre a visita aos crentes coríntios, Paulo descreve o que é um verdadeiro ministério cristão. Significa ser ministro de uma gloriosa nova aliança (3.4-4.6), confiando em Deus em meio a tribulações (4.7-5.10) e falando a mensagem da reconciliação (5.11-6.13). Pulo insiste, pelo resto da carta, que a fidelidade a essas tarefas – e não a eloquência, profundos pensamentos filosóficos ou padrões mundanos de excelência pessoal – é a base de um ministério válido. Bíblia de Genebra.
5 a nossa suficiência. Paulo responde aqui à pergunta de 2.16: (“Quem, porém, é suficiente para estas coisas?”). Antes, Paulo já havia desistido de qualquer dependência de meras habilidades humanas (1Co 2.1-5). Infelizmente, seus oponentes avaliavam as habilidades mundanas como mais valiosas que aquelas que vêm exclusivamente de Deus. Bíblia de Genebra.
6 não da letra. A lei escrita, por si mesma, que requer obediência perfeita mas não dá poder para isso. Bíblia de Genebra.
a letra mata. Meramente o guardar a lei não salvará ninguém. A decepção no juízo será horrenda. Bíblia Shedd.
o Espírito vivifica. Doador de vida e liberdade (v. 17, 18). Quando o povo perverte a lei, usando-a de maneira legalista, ela pode se tornar um ministério de morte. Levando em conta que uma das principais funções da lei é identificar o pecado (Rm 3:20), ela nunca foi dada como meio para obter a salvação. Bíblia de Estudo Andrews.
7 em pedras. Referência ao decálogo, que não é capaz de dar vida. Bíblia de Estudo Andrews.
8 de maior glória. Porque comunica perdão e vida. Bíblia de Estudo Andrews.
9 o ministério da justiça. A santificação tem lugar mediante a graça, através da fé, mas também requer estudo, oração e esforço consciente. Bíblia de Genebra.
11 o que se desvanecia. O sistema mosaico (ver Êx 34:29, 35). o que é permanente. O ministério de Cristo por intermédio do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.
13 punha véu. Moisés colocou um véu para que os israelitas não vissem que a claridade (ou a “glória”) de seu rosto estava acabando (v. 7; Êx 34:29-35). Bíblia de Estudo Andrews.
14 embotaram. A fim de evitar ver a condenação que os humilharia diante de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
15 Moisés. São os primeiros cinco livros da Bíblia. Bíblia Shedd.
véu. Neste caso, cegueira (4:3, 4). Bíblia de Estudo Andrews.
17 Liberdade. A presença pessoal do Espírito Santo influencia a própria vontade do crente (Rm 8.14). Bíblia Shedd.
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“Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17).
Consagrado para um ministério santo e de grande responsabilidade, Moisés tornou-se o maior líder que Israel já teve. Sua missão desafiadora incluía, além de liderar milhões de hebreus doutrinados pela cultura egípcia, estar perante Deus a fim de receber os estatutos e as leis que regeriam aquela nova nação. Para um povo que era escravo, sob um governo injusto imposto por Faraó, o Senhor fez questão de introduzir, o que seria a “Constituição Federal” de Israel, da seguinte forma: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2). Os dez mandamentos deveriam ser obedecidos como lembrança da liberdade obtida pelas mãos de um Senhor justo, e não como uma nova forma de escravidão.
Porém, ainda que Moisés tivesse sido um grande líder e um homem de Deus, mesmo a glória manifestada em sua face com o tempo se apagou, mostrando que o temporário “ministério da condenação” (v.9) nunca seria suficiente para salvar o homem de seus pecados. A antiga aliança, mediante o sacrifício de animais e leis ritualísticas, era apenas uma ilustração acerca do verdadeiro e suficiente sacrifício de Cristo (Hb.9:12), e os mandamentos gravados em pedras pelo dedo de Deus (Êx.31:18), uma representação do que deve ser escrito em nosso coração. Tiago chamou os dez mandamentos de “lei da liberdade”, pela qual todos serão julgados, e, logo após, enfatizou que “a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg.2:12 e 13). Ou seja, há uma saída para o pecador. Há uma oportunidade de remissão, “uma nova aliança” (v.6) estabelecida por Jesus Cristo, a qual retira o véu e revela a glória do Pai.
Como bem expressou Tiago, a lei do Senhor é uma expressão de liberdade. Porque “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17). O pecado nos escraviza e a lei de Deus nos faz lembrar disso. Mas, ainda que buscássemos obedecê-la com perfeição, jamais conseguiríamos. O único que obteve êxito na perfeita obediência foi Jesus, que foi morto pelas nossas transgressões. E é justamente a Sua vitória que garante a nossa vitória sobre o pecado. Somente por Cristo somos salvos da condenação da lei, e aí está a misericórdia que triunfa sobre o juízo. Como “ministros de uma nova aliança” (v.6), não nos recomendamos a nós mesmos como se a nossa obediência fosse suficiente, mas, endereçados por Cristo, como Sua carta, somos chamados para revelar o Seu caráter através de um coração submisso ao “Espírito do Deus vivente” (v.3).
Oh, amados, não confundam liberdade com libertinagem! Se Cristo morreu por causa de nossos pecados que são “a transgressão da lei” (1.Jo.3:4), deveríamos nós ignorá-la? Absolutamente! Se matar, roubar, adulterar, ter outros deuses além de Deus, não observar o sábado tornou-se uma possibilidade a partir do sacrifício de Jesus, o que estamos fazendo pregando o evangelho do amor a Deus e ao próximo? Percebem, meus irmãos? Quando o véu do santuário terrestre se rasgou “de alto a baixo” (Mt.27:51), o Santíssimo passou a ser um lugar acessível para mim e para você. O “ministério da morte, gravado com letras em pedras” (v.7) que antes apenas nos revelava o tipo, tornou-se em antítipo, o ministério da redenção gravado “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (v.3), revestido de glória permanente (v.11), apontando para o Único que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8).
Deus deseja gravar em nosso coração a Sua santa Lei. Não mais em pedras, mas “nos corações” (v.3), através do Seu Espírito. Então, o que o mundo julga ser uma escravidão, para nós será sempre liberdade. Assim como a glória de Deus era manifestada no lugar Santíssimo do santuário terrestre acima da arca da aliança onde estavam os mandamentos de Deus, o Senhor deseja manifestar a Sua glória em nós, que somos “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19), gravando a Sua lei, manifestação do caráter de Cristo, em nossos corações. A obediência à lei de Deus, portanto, não é a causa da nossa salvação, mas, definitivamente, é a consequência da salvação. Pois ninguém que é verdadeiramente salvo por Cristo, anda em rebelião contra Deus e Seus mandamentos.
Assim diz o Senhor: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:26-27). Jesus está voltando para buscar “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Aqueles que verdadeiramente têm sido “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (v.18). A harmonia entre a lei de Deus e a justiça de Cristo é o evangelho eterno que iluminará o mundo com a glória de Deus.
Que Jesus nos encontre não como legalistas, “porque a letra mata” (v.6), mas como livres por Seu intermédio (v.4), obedecendo porque escolhemos amá-Lo. Como escreveu o próprio apóstolo Paulo: “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10).
Pai de amor eterno, como todos os dias temos orado, hoje pedimos mais uma vez pelo batismo do Espírito Santo, pois onde há o Teu Espírito, aí há liberdade. Livra-nos, Senhor, de interpretações humanas e falíveis acerca da Tua Palavra! A Tua lei é um espelho que precisamos a fim de ser revelado o nosso coração enganoso e buscarmos em Cristo o perdão e nEle encontrarmos a salvação. Ó, Senhor, somos tão gratos pela salvação em Cristo Jesus, que morreu por causa da nossa transgressão à Tua lei! Ajuda-nos a compreender que a graça e a verdade se encontraram e a justiça e a paz se beijaram na cruz do Calvário. Esse é o evangelho eterno, é a harmonia que precisa ser testemunhada em nossa vida apontando para o juízo, mas também para a esperança na breve volta do Senhor. Grava a Tua lei em nosso coração, concedendo-nos o caráter de Cristo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, carta de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#2Coríntios3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100