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II CORÍNTIOS 7 – Sentimentos fazem parte da existência humana tanto quanto a religião verdadeira os influencia. A religião bíblica não é fria; tem emoção, satisfação e alegria.
Paulo, inspirado por Deus, revelou sua alegria em II Coríntios 7, após tratar da santificação no primeiro versículo. É digno de nota que reavivamento começa com um compromisso de purificação e separação do pecado, o que resulta em contentamento espiritual, alegria e satisfação no coração.
Por isso, a alegria de Paulo está profundamente conectada à resposta positiva da Igreja de Corinto ao seu ministério apostólico – especialmente no contexto de disciplina, arrependimento e reconciliação. Essa alegria não é meramente emocional, mas teológica e ministerial, enraizada em três dimensões principais:
- A alegria pela resposta positiva ao arrependimento (II Coríntios 7:8-10): Paulo refere-se a uma “carta severa”, que foi dura na confrontação dos pecados da igreja. Inicialmente, ele sentiu certo pesar por causar tristeza; mas, alegrou-se, posteriormente, ao saber que essa tristeza gerou arrependimento genuíno.
• No ministério, essa dinâmica é central: A mensagem de correção, quando guiada pelo Espírito Santo, não apenas confronta o pecado, mas produz reavivamento espiritual.
• A razão da alegria de Paulo é a evidência de que seu ministério foi usado por Deus para promover mudança no coração dos crentes.
- A alegria pela presença de companheiros no ministério com boas-novas (II Coríntios 7:6-7, 13): Paulo menciona que foi consolado não apenas pela chegada de Tito, mas também pela notícia que Tito trouxe sobre o carinho, o arrependimento e o zelo dos coríntios.
• O pastor (líder) deseja não apenas “chamar o pecado pelo nome”, mas também restaurar os pecadores.
• A alegria de Paulo resulta de saber que a mensagem do evangelho foi efetivamente internalizada e praticada pela igreja que recebera “a carta severa”.
- A alegria pela confirmação da obra de Deus (II Coríntios 7:11-12, 14-16): Paulo celebra os frutos visíveis que o arrependimento gerou nos coríntios: zelo, indignação contra o pecado, desejo de justiça e restauração.
• O líder espiritual se alegra com os frutos de seu trabalho junto ao povo de Deus.
• Tito e Paulo estavam alegres, revigorados e refrigerados espiritualmente.
• Paulo alegrou-se pelo fato de seu ministério produzir fidelidade e maturidade espiritual na igreja.
Temos motivos para nos alegrar também? O que impede reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
2CORÍNTIOS 6 – BLOG MUNDIAL
2CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2co/6
“O Senhor irá à frente de você.” (Isaías 52:12)
Paulo está nos chamando para sermos todos missionários e levar outros a Jesus. Ele está ensinando os cristãos a viver uma vida acima de qualquer suspeita e ser cheios de paciência, enquanto lidam com os desafios da vida com graça. Quando outros no trabalho sabem que você é um cristão, você é colocado em um padrão mais elevado de comportamento. Eles o observarão e avaliarão se você é gentil ou indiferente com os outros, especialmente em relação àqueles considerados indignos pela sociedade ou difíceis de lidar. Sou uma filha do Céu e uma testemunha de Jesus neste mundo. Quando começo meu dia pedindo a armadura de Deus para me cobrir, para ter Seu coração voltado para os outros e para fazer Sua vontade ao longo do dia, posso descansar em Sua graça.
Comece cada manhã se comprometendo com Deus e fazendo do seu corpo um templo para Ele habitar. Então você pode se tornar uma testemunha viva para os outros ao seu redor.
“Jesus me quer como um raio de sol, Para brilhar para Ele a cada dia, Tentar agradá-Lo de todas as maneiras, Em casa, na escola, na brincadeira.”
Cheri Holmes
Enfermeira de emergência, Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2co/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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400 palavras
1 Cooperadores com Ele. O princípio da cooperação é vital ao desempenho espiritual pessoal e ao sucesso no serviço cristão. Deus não dispensa o auxílio humano (DTN , 535). A capacidade humana para o bem depende da medida de sua cooperação com o divino (cf. Jo 5:19, 30; DTN, 297). Os ministros cristãos e os colaboradores não devem tentar trabalhar por sua própria força ou sabedoria, e Deus não os deixa entregues a si mesmos, à sua própria sorte, ou a seus próprios recursos. Essa cooperação entre Cristo e Seu s embaixadores deve ser íntima e contínua para que sejam “habilitados a realizar os feitos da Onipotência”(DTN , 827). Cristo é mais que um observador; é um companheiro ativo em tudo o que eles fizerem (Fp 2:12, 13; cf. Hb 1:14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 960.
Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, “receber favoravelmente”, “aprovar”, “aceitar”. É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.
Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. … 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). … 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. … ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. … CBASD, vol. 6, p. 960, 961.
2 Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.
3 Escândalo. Literalmente, “uma ocasião para tropeço”. Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.
Ministério. Paulo … sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. … Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter “paz com todos os homens” (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. … Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter “transtornado o mundo” (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962
6 No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.
Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão “amor não fingido”, ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.
11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.
13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.
14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.
Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). … Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.
Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.
15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. … Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.
16 Ligação. Ou “concordar”, “consentir” (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.
17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a “não tocar na s coisas impuras” (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.
18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.
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“entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (v.10).
A parte inicial deste versículo sempre foi um desafio para mim, pelo fato de não conseguir compreender como estar entristecida e ainda assim permanecer alegre. Até o dia em que entendi que a exata compreensão acerca desta afirmação de Paulo não pode ser compreendida a não ser que se torne em experiência pessoal. Após o encontro de Paulo com Cristo na estrada de Damasco, a vida dele nunca mais seria a mesma. Mergulhado em um universo de estrito zelo religioso, foi somente quando caiu que finalmente olhou para o alto. Cego e confuso, percebeu que maior cegueira era a que tinha vivido até então.
O respeitado doutor da lei e instruído na escola dos fariseus, transformou-se em perseguido por causa de Cristo. Aqueles que antes o consideravam com demasiado apreço, agora revelavam-lhe um trato rude e até homicida. Paulo trocou os privilégios e o conforto de sua posição para sofrer escárnios, perseguições e privações. À vista dos cristãos sinceros, era considerado um homem de Deus. À vista dos incrédulos, um fanático. À vista dos líderes judeus, uma ameaça. Certamente, a vida deste apóstolo não foi nada fácil. Mas tenho absoluta convicção de que ele não trocaria um dia sequer ao lado de Cristo por qualquer alívio que lhe fosse oferecido.
Extremamente coerente e divinamente inspirado, suas palavras tinham comunhão com suas obras, e seu zelo passou a ser movido pelo amor que devotava a Deus e aos irmãos, a fim de não dar “motivo de escândalo em coisa alguma” (v.3). A vida de Paulo representa a vida de todo aquele que experimenta o verdadeiro encontro com Jesus; todo aquele que vive o ponto da virada de 180°. Quando lemos a lista de Paulo quanto à vida dos “ministros de Deus” como ele, percebemos que não se tratava de um ministério cercado de regalias ou pompas, mas de tribulações e de muitas renúncias. Porém, apesar das dificuldades, ele não se esquivaria de sofrer tudo de novo porque certo estava de que, no final, poderia contemplar novamente a face de Cristo.
Quando paro e penso de onde Jesus me resgatou e o modo que Ele usou para me encontrar, mais grata me sinto pela Sua paciência para comigo. Na verdade, o ponto da virada na vida de cada um de nós é um testemunho à parte, pois que o Senhor tem um modo todo especial de falar com cada um de Seus filhos, conferindo-lhes particular atenção. E é quando passamos por esta experiência pessoal que então entendemos de fato as palavras de Paulo: “entristecidos, mas sempre alegres” (v.10). Porquê da forma que Deus desperta Seus filhos para um reavivamento e reforma necessários, da mesma sorte Satanás se utiliza de instrumentos humanos não convertidos para tornar a vida dos fiéis de Deus o mais difícil possível. O grande conflito fica cada vez mais difícil, e, de forma astuta, o inimigo procura promover alianças e amizades que “corrompem os bons costumes” (1Co.15:33).
A nossa comunhão com Cristo não pode estar fundamentada em rituais ou práticas religiosas; mas no “assim diz o Senhor” e no que fazemos com o “tempo da oportunidade” (v.2) que nos é ofertado. Este tempo se chama “agora” (v.2) e requer de nós a humildade e a submissão para reconhecermos o agir de Deus moldando o nosso caráter. Após a conversão, inicia-se o processo da santificação que, como o próprio nome já diz, é um processo, isto é, acontece por etapas, em que Jesus sempre respeita o ritmo de cada um. Mas precisamos aprender a reconhecer, “no Espírito Santo” (v.6), “o tempo sobremodo oportuno” que nos é dado para abandonarmos velhas práticas e até mesmo amizades que não têm edificado em nada a nossa vida espiritual. E isso, meus irmãos, é questão de salvação. Pois “que harmonia há entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (v.15).
A verdadeira conversão não é instantânea e nem tampouco a santificação acontece da noite para o dia. Jesus deseja nos encontrar e falar conosco todos os dias. Quando descobrimos e aceitamos este encontro diário, qualquer tristeza é vencida pela alegria de saber que, não importa o que aconteça, Jesus está ali conosco, porque Ele nos prometeu (Mt.28:20) e Ele nunca mente. Que a nossa ligação com o Céu esteja acima de qualquer ligação com as coisas deste mundo. Mas que, acima de tudo, “no Espírito Santo”, possamos viver “no amor não fingido” (v.6), “na palavra da verdade, no poder de Deus” (v.7), respeitando-nos mutuamente e sendo cooperadores com Cristo (v.1).
Sejamos, pois, pacientes uns com os outros, lembrando da paciência que Jesus tem tido conosco.
Paizinho, ainda que a vida neste mundo se torne cada vez mais difícil por escolhermos entregar o nosso coração a Ti, mesmo assim não queremos largar da Tua mão. Pois só em Ti há verdadeira felicidade e real alegria. Se sofremos por amor a Ti, temos a certeza de que o Senhor está conosco e que jamais nos deixará sozinhos. Que no tempo sobremodo oportuno que nos está disponível, tenhamos muita paciência, pureza no saber, bondade, o Espírito Santo, amor não fingido, a palavra da verdade, o poder de Deus pelas armas da justiça, sendo verdadeiros; entristecidos, mas sempre alegres. Vive em nós, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia e um feliz Ano Novo, entristecidos, mas sempre alegres!
Rosana Garcia Barros
#2Coríntios6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CORÍNTIOS 6 – Receber a graça de Deus em vão significa desperdiçar ou não corresponder à graça divina revelada. Por isso, Paulo exorta seus leitores a não apenas receber a graça, mas permitir que ela produza frutos.
A graça de Deus é o dom da salvação em Cristo, oferecida gratuitamente. Recebê-la em vão significa ouvir o evangelho – até mesmo aceitar externamente – mas não permitir que ela transforme o coração e a vida. Isso é evidente naqueles que professam a fé, mas vivem de maneira incoerente com o chamado divino.
• A graça que salva também nos capacita a viver uma vida santa. Recebê-la em vão significa falhar em crescer espiritualmente, resistindo à ação do Espírito Santo, ou sendo indiferente ao processo de santificação.
Nós, cristãos, somos feitos “embaixadores de Cristo” (II Coríntios 5:20). Receber a graça implica numa responsabilidade de proclamar o evangelho e demonstrar o amor de Deus através de nossas ações.
• Se não vivermos como testemunhas, estamos tornando a graça ineficaz em nossa existência.
Paulo reiteradamente enfatiza a necessidade de viver em resposta à graça, como em II Coríntios 3:3-10, onde ele descreve os sofrimentos e os esforços que ele e seus companheiros enfrentaram para não trazer descrédito ao evangelho e ao ministério.
• Receber a graça em vão é não demonstrar gratidão prática por meio da obediência e dedicação ao Reino de Deus.
Por isso, Paulo apela: “Digo que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!” (II Coríntios 6:2). Paulo abria o coração e falava abertamente, e ansiava por uma resposta honesta da parte dos coríntios (vs. 11-12). Isto revela-nos que a graça divina exige uma resposta imediata e contínua; não podemos adiar ou viver de maneira indiferente ao sacrifício de Cristo.
Há uma exortação espiritual para os cristãos não se colocarem em jugo desigual com incrédulos (II Coríntios 6:14-18). Esse trecho está diretamente relacionado à pureza moral, à fidelidade a Deus e ao chamado gracioso para viver uma vida separada e dedicada ao Senhor.
Não é que o crente deva evitar todo contato com não-crentes (I Coríntios 5:9-10), mas evitar parcerias que comprometam a fidelidade a Deus, como casamentos, sociedades comerciais, ou até mesmo amizades que nos afastam de uma vida santa.
Portanto, reavivemo-nos na graça verdadeiramente bíblica! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 5– Primeiro leia a Bíblia
2CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2co/5
Você é uma casa?
Parece uma pergunta boba, não é mesmo? Mas, curiosamente, quando as perspectivas bíblicas sobre esta palavra são exploradas, um mundo totalmente novo se abre ao nosso entendimento à medida que ponderamos nas ricas aplicações da palavra “casa” nas Escrituras.
Claro, existe o significado usual – isto é, o espaço físico onde se vive. E então há o uso repetido da palavra “casa” nas Escrituras para descrever pessoas. Por exemplo, em Atos 10, a palavra “casa” é usada para descrever as pessoas (versículo 2), bem como o prédio onde moram (versículo 6).
Com isto em mente, II Coríntios 5 faz mais sentido! Nos primeiros quatro versículos, Paulo está simplesmente contrastando seu corpo terreno com o corpo celestial que Cristo lhe dará na Segunda Vinda. Na verdade, a “casa” – isto é, seu corpo terreno, ficará “nu” pela morte, e assim, até que Jesus volte, Paulo estará “despido” – isto é, dormindo inconscientemente na sepultura.
Sabemos que o cenário acima estava na mente de Paulo, porque no versículo 4 ele diz que a “mortalidade” será “tragada pela vida”; uma experiência dramática que também é descrita em I Coríntios 15:51-53 no contexto da Segunda Vinda de Cristo. Na verdade, na teologia de Paulo não há espaço para espíritos desencarnados!
Peçamos a Deus que nos dê a correta motivação de agradá-lo em todas as coisas (v. 9) em gratidão por tudo que Ele fez e fará por nós.
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2co/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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480 palavras
1 A nossa casa terrestre. Literalmente, “nossa tenda terrestre”. Com relação à sua “casa terrestre” Paulo também fala de estar “ausente do Senhor” enquanto ele está “no corpo”, e gemendo até que sua “casa terrestre” seja “desfeita” e ele se apodere de sua “habitação celestial”. A comparação do corpo humano a uma tenda era natural ao fabricante de tendas. A tenda e o corpo são parecidos em vários aspectos: os materiais dos quais os dois são feitos provém da terra, os dois são temporários em natureza, e ambos são facilmente destruídos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 948.
Da parte de Deus um edifício. Paulo também fala do seu “edifício de Deus” como uma “habitação celestial”, “não feita com mãos”, mas “eterna”. Ele fala de sua “casa terrena” como uma “tenda”, e de sua “casa” celestial como um “edifício”. Um é o local de habitação temporária, o outro, de habitação permanente. O corpo dos santos ressuscitados se assemelhará ao do Senhor ressuscitado. CBASD, vol. 6, p. 949.
4 Angustiados. Paulo está consciente da fragilidade da tenda mortal, que cedo ou tarde deve ser desfeita. Ele anseia ser libertado de todas as fraquezas e sofrimentos desta vida. CBASD, vol. 6, p. 949.
9 Para Lhe sermos agradáveis. A grande preocupação não era se Paulo viveria, ou se os seus labores terrestres terminariam. Sua preocupação era apenas que sua vida fosse de tal modo que recebesse a aprovação de Deus.CBASD, vol. 6, p. 951.
10 Compareçamos. Do gr. phaneroõ, “tornar manifesto”, “tornar visível”, “tornar conhecido”, “mostrar abertamente”, “tornar público”. Esta palavra ocorre nove vezes em 2 Coríntios. Naquele grande dia, as pessoas não apenas comparecerão ao tribunal da justiça, mas também será revelado o tipo de pessoas que elas são. Seus segredos serão desnudados. Todos terão um julgamento justo. CBASD, vol. 6, p. 952.
14 Constrange. Do gr. synechõ, “unir”, “apegar”, “exortar”, “impelir”, “controlar”. Quem escolhe ser guiado pelo amor de Cristo não se desvia do caminho do dever, quer para a direita ou para a esquerda; mas, como Paulo, avança na obra do Senhor, destemidamente e com sinceridade. O amor de Cristo mantém o crente a salvo no caminho estreito. CBASD, vol. 6, p. 954.
17 Criatura. Do gr. ktisis, “criação”, “coisa criada”, “criatura”. Para uma pessoa ser constrangida pelo amor de Cristo a viver não mais para si e sim para Deus, a julgar as pessoas não mais, pela aparência e sim pelo espírito, a conhecer Cristo segundo o espírito e não segundo a carne, essa pessoa deve passar pelo novo nascimento. CBASD, vol. 6, p. 956.
21 Ele O fez pecado. Isto é, Deus O tratou como se fosse um pecador, o que Ele não era. As verdades declaradas no v. 21 estão entre as mais profundas e significativas em toda a Bíblia. Este versículo resume o plano da salvação, declarando a absoluta impecabilidade de Cristo, a natureza vicária de Seu sacrifício e a libertação do pecado ao ser humano por meio dEle. CBASD, vol. 6, p. 959.
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“Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (v.10).
Havia um profundo anseio no coração de Paulo. Sua vida nesta terra não tinha sentido algum não fosse pela esperança na vida porvir. Em meio a lutas e aflições, gemia e aspirava pela eternidade. Referindo-se ao nosso corpo como casa provisória e despida, apontou para a nossa futura “habitação celestial” (v.2) como objeto de nosso maior desejo. O sábio Salomão escreveu que Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11), o que coopera com a afirmação de Paulo quando diz que “foi o próprio Deus quem nos preparou para isto” (v.5).
Apesar de Deus ter nos outorgado “o penhor do Espírito” (v.5), tornando-nos “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19), ainda nos encontramos em situação de completa desvantagem com relação ao pecado. Somos todos pecadores e nosso corpo mortal é prova disso. Precisamos adquirir, todos os dias, as preciosas vestes da justiça de Cristo Jesus (Ap.3:18) a fim de que, naquele Grande Dia, a nossa nudez esteja coberta e nEle sejamos “feitos justiça de Deus” (v.21). Como “andamos por fé e não pelo que vemos” (v.7), nossa esperança não está aqui neste mundo, e sim nas “coisas lá do alto, onde Cristo vive” (Cl.3:1).
Dentro em breve estaremos todos perante o Justo Juiz, e Cristo retribuirá a cada um “segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (v.10). Ele mesmo declarou a João: “Eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). Mas a salvação não é pela graça? Sim. Não somos justificados pela fé? Exatamente. Contudo, todo aquele que aceita a graça divina e decide viver para Deus, consequentemente manifestará “o fruto do Espírito” (Gl.5:22), que redunda em obras que nada tem a ver com as concupiscências deste mundo. Pois “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl.5:25).
Muitos, rejeitando aos apelos do Espírito Santo, têm convivido naturalmente com o pecado enquanto professam uma vida cristã. Apegando-se a uma doutrina barata da graça que nada tem a ver com a graça de Deus, vivem para si mesmos. Há um abismo de diferença entre ser pecador e ser conivente com o pecado. As palavras do apóstolo são muito claras, amados: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (v.17). Se antes professávamos andar com Cristo “segundo a carne”, já agora não é tempo de conhecê-Lo “deste modo” (v.16). Sabendo que “tudo provém de Deus”, Ele mesmo providenciou a nossa reconciliação “por meio de Cristo” (v.18).
Nós “somos embaixadores em nome de Cristo” (v.20) e tudo o que Ele nos pede é que O representemos com fidelidade. E isso não significa dizer que podemos viver sem pecado, pois que a justiça própria também é pecado. Mas que uma vida guiada pelo Espírito Santo não procura a satisfação da carne, mas a alegria no Espírito. É a ovelha desgarrada que é carregada por Jesus de volta ao aprisco. É a dracma que é encontrada. É o pai que recebe o pródigo com alegria (Lc.15). Eu não sei se você já foi ovelha errante, ou dracma perdida ou filho rebelde, mas eu sei que em todas estas parábolas, no final, houve festa e voz de júbilo. Em todas elas houve mudança de rota. E como alguém que já foi dracma, posso afirmar que não há amor que possa ser comparado ao amor de Jesus. “Pois o amor de Cristo nos constrange” (v.14) e nos faz perceber que nenhum pasto distante, nenhuma casa desordenada, nenhuma herança terrena pode nos separar “do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39), Aquele que por nós “morreu e ressuscitou” (v.15), nos reconciliando com Deus.
“Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (v.20). Este é o desejo e a oração de todos os seus amigos e irmãos que fazem parte do ministério Reavivados Por Sua Palavra e que, pela graça e misericórdia de Deus, têm buscado fazer o mesmo.
Nosso Pai Celestial, neste último dia do ano bendizemos o Teu nome e Te damos graças por Teu amor que nos constrange e que nos reconcilia Contigo por meio de Cristo Jesus. Ó, Senhor, enche-nos do Teu Espírito para que andemos por fé e não pelo que vemos! Para que nada neste mundo seja mais importante e mais desejável do que estar com o Senhor para sempre. Que quando tivermos de comparecer perante o tribunal de Cristo, que nEle possamos manifestar a Tua justiça. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reconciliados com Deus em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#2Coríntios5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100