Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 14 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 14 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 14 by Luís Uehara
20 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/14

Em todos os quatro evangelhos, Jesus prediz o fracasso e a dispersão de seus discípulos. Ele disse a todos que se tornariam como ovelhas sem pastor. Ele afirmou que eles seriam espalhados. Ele advertiu que Pedro em breve o negaria três vezes.

Jesus disse ainda: “Mas, depois de ressuscitar, irei adiante de vocês para a Galiléia.” Mateus 26:32 Ele ordenou a Pedro: “Quando você se converter, fortaleça os irmãos”. Lucas 22:32. E aos doze, imediatamente após predizer que não o seguiriam até a cruz, Jesus disse as palavras mais inspiradoras:

“[Embora vocês sejam dispersos esta noite,] Não se turbe o vosso coração; Creiam em Deus, creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; . . . . Vou preparar-lhes. E . . . Eu voltarei e os levarei para Mim.” João 14: 1-4. Jesus os fez saber que esperava que eles conseguissem.

Devemos, então, acreditar que nossos amigos também tomarão boas decisões. Expresse confiança na sinceridade deles. Quando eles caírem, sua expectativa os ajudará a se erguerem novamente. Nossa confiança neles irá inspirá-los com confiança própria.

Se há pessoas para quem você deseja tudo de bom, lembre-se dessas coisas. Faça de tudo para que o coração deles não se turbe.

Eugene Prewitt
Diretor do Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



JOÃO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de outubro de 2024, 0:50
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1211 palavras

O discurso de João 14 foi feito no cenáculo, antes da saída para o monte das Oliveiras e para o Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1149.

“Discursos pelo Caminho” (caps 15, 16) foram pronunciados a caminho do Getsêmani. Bíblia Shedd.

1 Não se turbe o vosso coração. Ou, “parai de deixar que o vosso coração se turbe”. Os discípulos estavam perturbados porque Jesus tinha anunciado que os deixaria (Jo 13:33). Ele então passa a dizer-lhes que Sua ausência seria apenas temporária e que Sua partida seria para benefício deles. CBASD, vol. 5, p. 1149.

Esta passagem de supremo conforto é oferecida por Jesus numa hora enegrecida pela sombra da traição de Judas e pela negação de Pedro, apenas algumas horas antes da agonia do Getsêmani e da morte na cruz (13.21). Contudo, a afirmação transmite um sentido de sublime paz e visa ministrar aos temores dos discípulos, ao invés das próprias necessidades de Jesus. Bíblia de Genebra.

2 Na casa de Meu Pai. Uma bela representação do Céu. … Jesus estava voltando para o lar; e, por fim, os discípulos poderiam se juntar a Ele ali. CBASD, vol. 5, p. 1150.

voltarei. O grego expressa esta promessa no tempo presente. Este chamado presente futurístico dá ênfase à certeza do evento. O fato é considerado como se já estivesse ocorrendo. CBASD, vol. 5, p. 1150.

3 onde Eu estou. Os discípulos foram dirigidos ao tempo do segundo advento como sendo o momento em que se reuniriam novamente com o Senhor. Não há alusão aqui à doutrina popular de que os crentes vão para junto do Senhor no momento da morte, noção sem apoio nas Escrituras. Paulo também dirigiu a atenção dos crentes para o tempo do segundo advento como sendo o momento do grande reencontro (1Ts 4:16, 17). … Quando Sua imagem for perfeitamente representada em Seu povo, então Ele virá (PJ, 69). CBASD, vol. 5, p. 1151.

4 E vós sabeis o caminho para onde Eu vou (ARA). ARC: “E conheceis o caminho”. …o texto da ARC deve ser preferido. Jesus havia deixado claro o caminho para a casa do Pai, mas a lentidão dos discípulos em compreender os impedia de apreender o significado de Suas palavras. CBASD, vol. 5, p. 1151.

5 não sabemos para onde vais. Deviam saber, pois isso lhes havia sido dito claramente (ver com. do v. 4). Era difícil para eles se desvencilharem do conceito judaico do reino messiânico. CBASD, vol. 5, p. 1151.

6 Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Jesus é o caminho para Deus, a revelação do que Deus é (v. 9), e a fonte da vida (1:4-5; 10:10; 20:31). Andrews Study Bible.

ninguém vem ao Pai senão por Mim. Esta é uma forte afirmação de que só Cristo é o caminho da salvação. Imaginar e proclamar que há outros caminhos é enganar o povo e esquecer a necessidade de sua vinda e redenção (At 4.12; Rm 10.14-15; 1Jo 5.12). Bíblia de Genebra.

8 Filipe … mostra-nos o Pai. Talvez Filipe esperasse uma revelação da glória divina como a que foi dada a Moisés (Êx 33:18-23). CBASD, vol. 5, p. 1151.

9 Quem vê a Mim, vê o Pai. Cristo revelou o caráter de Deus ao universo (ver com. de Jo 1:18). CBASD, vol. 5, p. 1151.

12 e outra maiores fará. Isto é, maiores em quantidade, não em qualidade. A atividade de Cristo esteve limitada a uma área relativamente pequena (do mundo). Após Sua ascensão, o evangelho se espalharia por todo o globo. CBASD, vol. 5, p. 1152.

13 tudo quanto pedirdes em Meu nome. Enquanto cooperassem com o Céu na proclamação do evangelho, os discípulos podiam ter a certeza de que os ilimitados recursos da Onipotência estariam à sua disposição. CBASD, vol. 5, p. 1152.

Isso não garante que Deus fará tudo o que pedirmos só pelo fato de adicionarmos à nossa oração as palavras “em nome de Cristo”. Orar em nome de Cristo é identificar-se com os propósitos de Cristo na proporção em que nossa vontade tiver se tornado identificada com a vontade de Deus (1Jo 5.14). Aqueles que não obtêm aquilo que pedem especificamente, frequentemente são surpreendidos por uma resposta diferente – porém melhor. O “não” é, ás vezes, a melhor resposta. Bíblia de Genebra.

15 Se Me amais. A obediência que procede da compulsão ou do medo não é a forma ideal. Pode haver ocasiões em que o motivo impelente do amor se encontre ausente ou seja frágil. Nessas circunstâncias, é preciso obedecer somente por princípio. Enquanto isso, o amor deve ser cultivado. A falta do requisito do amor nunca deve servir de desculpa para a desobediência. CBASD, vol. 5, p. 1152.

guardareis. A prova de amor a Cristo não é uma profissão oral, mas uma obediência viva. Bíblia de Genebra.

As orações recebem poder da obediência. Andrews Study Bible.

16 outro Consolador. A palavra grega traduzida por “Consolador” ou “Auxiliador” [parakletos] era usada em linguagem jurídica para o advogado de defesa (1Jo 2.1) e, de modo mais geral, por alguém de quem se pedia ajuda. Jesus foi um tal ajudador para os discípulos; e depois de Sua ascensão, o Espírito Santo tomaria para si esta tarefa. Bíblia de Genebra.

17 Espírito da verdade. A ênfase parece estar no fato de que o Espírito define, comunica e defende a verdade. CBASD, vol. 5, p. 1153.

Não O vê. O mundo não possui percepção espiritual. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus” (1Co 2:14). CBASD, vol. 5, p. 1153.

18 Não vos deixarei órfãos. …a ideia é que Jesus não deixaria os discípulos despojados de Seu Mestre. Ele voltaria para eles. A referência aqui não é à segunda vinda (v. 1-3), mas à presença de Cristo com os discípulos por meio do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1154.

19 vós, porém, Me vereis. Depois da crucifixão e do sepultamento, o mundo não mais veria a Cristo, mas os discípulos O veriam em Seu corpo ressuscitado. As palavras, sem dúvida, também possuem um significado espiritual. CBASD, vol. 5, p. 1154.

Vivereis. Tanto no sentido espiritual quanto no literal (Jo 6:57). CBASD, vol. 5, p. 1154.

20 Naquele dia. Isto é, no dia em que o “Consolador” viesse para estar com eles (ver v. 16). Havia muitas coisas no âmbito espiritual que os discípulos ainda não entendiam e que lhes seriam esclarecidas mais tarde. CBASD, vol. 5, p. 1154.

21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. Esta declaração é a recíproca do v. 15. O amor se manifesta na obediência, e a obediência evidencia o amor (cf 1Jo 2:3-6).

Aqui temos uma bela descrição joanina do crente salvo. Bíblia Shedd

23 Não só o Espírito habita no crente (17), mas o Deus triúno mora nele. … Deus morando no crente, ou na igreja, torna ambos templos santificados (1 Co 3.16; 6.19). Bíblia Shedd.

23-24 O Pai Se revela ao obediente. Andrews Study Bible.

26 e vos fará lembrar de tudo. Estas promessas feitas aos apóstolos foram cumpridas na pregação apostólica e na composição final das Escrituras do Novo Testamento. Elas continuam a ser cumpridas à medida que o povo de Deus aprende das Escrituras inspiradas. Bíblia de Genebra.

28 o Pai é maior do que Eu. Enquanto Jesus é igual ao Pai por natureza … em Sua humanidade Ele se relaciona com o Pai de nosso ponto de vista. Andrews Study Bible.

O Filho voluntariamente encobriu a Sua glória para seguir o caminho de Sua humilde obediência (Fp 2.6-11). Bíblia de Genebra.

30 nada tem. Os direitos do diabo se baseiam na rebelião de suas vítimas contra Deus. Cristo era puro de todo pecado. Bíblia Shedd.

Cristo é o único membro da raça humana de quem se pode dizer isto. Bíblia de Genebra.



JOÃO 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de outubro de 2024, 0:45
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O evangelho de João certamente pode ser chamado de o evangelho do amor. E o capítulo de hoje reforça essa ideia. Há poucas horas de ser levado preso, Jesus Se preocupou em confortar os Seus discípulos, fazendo-lhes duas promessas: a vida eterna após a Sua segunda vinda e a vinda do outro Consolador. A obra do Espírito Santo os capacitaria a pregar o evangelho do reino, ensinando “todas as coisas” e os faria “lembrar de tudo o que” Jesus lhes tinha dito (v.26). Uma obra que promove a verdadeira paz, a paz de Cristo (v.27).

Pai, Filho e Espírito Santo estão unidos no propósito de salvar a raça caída. Em cada versículo podemos contemplar essa verdade. A Trindade trabalha em perfeita comunhão com as promessas estabelecidas e para que a derradeira promessa seja real na vida do maior número de pessoas possível. E a resposta do homem a esse amor inigualável deve redundar em inevitável consequência: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (v.15); “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama” (v.21); “Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra; e Meu Pai o amará e viremos para ele e faremos nele morada” (v.23).

Certo dia eu contemplei uma cena que me impactou. Um homem de origem africana no meio do calçadão do comércio de minha cidade, debaixo do sol, descalço, que com voz potente e autoridade chamava as pessoas ao arrependimento. Não, ele não era um fanático gritando palavras sem sentido, e seu discurso não tinha nada de sensacionalista. Não sei explicar, amados, mas ele era diferente. Não se tratava de mais um pregador de praça pública, mas um poderoso instrumento do Espírito Santo. Ele não estava ali para pedir dinheiro e nem para chamar ninguém para visitar uma igreja. Nem tampouco parecia se importar se suas palavras não agradariam a todos. Ele estava ali com o firme propósito de chamar as pessoas ao arrependimento e sua fisionomia e entonação denunciavam isto.

Aquele homem me fez pensar no quanto tenho desperdiçado oportunidades de pregar o evangelho e quantas vezes eu tenho me negado a ser instrumento do Espírito Santo por medo ou timidez. É claro que nem todos são chamados por Deus para fazer a obra da pregação de rua, mas Cristo prometeu que as obras que Ele fez, nós também faremos, e obras até maiores do que as que Ele mesmo realizou (v.12). E me pergunto se estarei pronta quando minha fé for provada e tiver de testemunhar diante do mundo. É aí que encontramos o segredo da vitória: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (v.26).

Quando formos questionados e provados por causa da Lei do nosso Deus como o foi o profeta Daniel (Dn.6:5), outra promessa nos foi dada por Jesus: “Assentai, pois, em vosso coração de não vos preocupardes com o que haveis de responder” (Lc.21:14). Ou seja: “Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (v.27). Mas “o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo” (Mc.13:11). O amor a Deus redunda em fidelidade a Seus mandamentos. Mas Deus conhece a nossa estrutura. Ele mesmo já sentiu medo, e deixou isto bem claro em Seu clamor no Getsêmani. Contudo, por amor, foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8).

Por isso, quando tivermos de enfrentar a fúria do “príncipe do mundo” (v.30), que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), a ordem de Cristo é: “Levantai-vos, vamo-nos daqui” (v.31). Que com cabeças erguidas de santa consagração, revelemos ao mundo que estamos nos levantando para irmos à Casa do Pai e como uma só voz, declaremos com convicção a mais bela e verdadeira promessa de Jesus:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (v.1-3).

Amém! Vem, Senhor Jesus!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, futuros cidadãos das moradas do Pai!

Rosana Garcia Barros

#João14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 14 – Jesus conforta Seus discípulos com a promessa de preparar um lugar especial para eles no Céu; contudo, precisam crer em Deus e nEle. Desde o princípio, Cristo Se coloca como objeto de fé junto ao Pai, indicando Sua igualdade e divindade.

Ao afirmar “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, senão por Mim” (João 14:6), Jesus não apenas Se revela como mensageiro, mas a própria encarnação da verdade divina e da vida eterna – atributos inerentemente divinos. Esta declaração vai além de um simples papel mediador entre Deus e o homem:

• Ao Se denominar “A Verdade”, Jesus reivindica uma qualidade essencial que, de acordo com o Antigo Testamento, pertence exclusivamente a Deus (Salmo 31:5; Isaías 65:16).

• Ao afirmar ser “A Vida”, Jesus revela que a origem e o sustento da vida estão nEle, assim como o Pai é a fonte de toda a vida (João 5:26).

Por isso, quem vê Jesus vê o Pai (João 14:9-11). Esta unidade essencial entre o Pai e Jesus transcende uma mera união de vontade e propósito; trata-se de uma comunhão ontológica, uma partilha da mesma essência divina. As obras e Palavras de Cristo são a manifestação visível do próprio Pai, o que só é possível se Jesus for, de fato, Deus – Ele não diz que reflete o Pai, mas que nEle reside a plenitude da Divindade (Colossenses 2:9; Hebreus 1:1-3). Por isso, crer em Jesus é fundamental para nossas orações serem atendidas (João 14:13-14).

• Jesus não apenas intercede, Ele mesmo age, mostrando possuir autoridade divina para atender as necessidades de Seus seguidores.

Jesus não apenas revela claramente Sua Divindade, mas também a do Espírito Santo, chamado de “outro Conselheiro” do mesmo tipo que Ele. Jesus demonstra que o Espírito Santo viria para realizar o mesmo papel que Ele desempenhava entre Seus discípulos (João 14:15-31).

Por isso, da mesma forma que Jesus Se autodenomina “A Verdade”, o Espírito Santo é identificado como o “Espírito da Verdade” (João 14:17). O Espírito Santo não traz meramente a verdade, Ele é a própria Verdade, em consonância com a essência de Deus, que é a Verdade (Deuteronômio 32:4).

Cristo revela o Pai perfeitamente; o Espírito Santo age guiando, ensinando e habitando no coração dos crentes. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 13 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 13 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 13 by Luís Uehara
19 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/13

A Páscoa foi designada para prestar homenagem à libertação de Israel da escravidão egípcia. Este evento ordenado deveria ser um lembrete ao povo de sua emancipação milagrosa da servidão. Da mesma forma, a comunidade cristã tem um lembrete de sua libertação da escravidão do pecado por meio da morte de nosso Salvador na Ordenança da Humildade e Serviço de Comunhão. Também deve ser um grande lembrete do grande sacrifício que Ele fez por nós.

Se lhe pedissem para descrever Jesus em duas palavras, quais duas palavras você usaria? Para mim, as duas palavras que me vêm à mente são humildade e serviço. Uma qualidade de Si mesmo que Ele descreve na declaração “…o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir…” (Mt 20:28). Humildade era uma qualidade de caráter que os doze discípulos não aprenderam bem durante seus três anos e meio caminhando pelas estradas empoeiradas do ministério com Ele.

Para transmitir essa qualidade de caráter aos Seus discípulos, Jesus deu uma poderosa ilustração de ensino que ficaria perpetuamente profundamente enraizada em seus corações e mentes. E espero que faça o mesmo com cada um de nós também, enquanto participamos deste lembrete.

Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/13
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2024, 0:50
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1064 palavras

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

1 amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus. Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Quem já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra.

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.



JOÃO 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de outubro de 2024, 0:45
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Diferente dos demais evangelhos, João não faz menção dos símbolos da ceia, mas também é o único que relata o momento que a antecedeu. Devido às estradas poeirentas e sandálias nos pés, era um costume nas casas lavar os pés dos convidados. Mas esta atribuição era dada ao servo da casa, que geralmente se tratava de um estrangeiro. Como era considerada uma tarefa humilhante, na ausência do servo nenhum judeu que prezasse por sua reputação aceitaria tal encargo.

Quando os discípulos perceberam o que Jesus estava prestes a fazer, ficaram tão chocados, que palavra alguma poderia expressar o que sentiram naquele momento. Até que Pedro, indignado ao ver o seu Mestre em posição de escravo, rompeu o silêncio com a pergunta que ecoou naquele cenáculo: “Senhor, Tu me lavas os pés a mim?” (v.6). O discípulo impetuoso e de respostas rápidas, não satisfeito com a resposta de Jesus, pensou estar agindo melhor do que seus companheiros ao declarar: “Nunca me lavarás os pés” (v.8). Pedro não compreendia o real sentido do que Cristo estava realizando; que nas estradas empoeiradas da vida, precisamos ser portadores de alívio e de conforto.

Compreendeis o que vos fiz?” (v.12) foi a difícil pergunta feita por Jesus aos Seus doze discípulos perplexos. Ele nos deu exemplo de como devemos servir uns aos outros; de como a mais humilde tarefa pode resultar na mais sublime recompensa. O coração de Jesus, no entanto, estava dividido entre a solenidade de tal ensinamento e a profunda angústia quanto ao que O havia de trair. Após ter seus pés lavados pelo Mestre, Judas questionou ainda mais a respeito da Sua confiabilidade. Era mesmo Jesus o Libertador que tanto aguardava? E ao comer do “pão molhado” (v.26), assinou sua sentença de morte, fazendo de seu coração morada de Satanás (v.27).

A forma como Jesus tratou a Judas e tentou tocar-lhe o coração foi uma inquestionável amostra da grandeza de Seu amor incondicional. Ele não Se negou a lavar-lhe os pés, nem tampouco o privou de participar da ceia. Judas recebeu os mesmos privilégios dos demais e de nenhum modo foi subjugado. Pelo contrário, foi amado até o fim, ainda que tenha escolhido rejeitar tamanho amor. Jesus lavou os pés daquele que sabia que O trairia, nos dando exemplo, para que como Ele fez, façamos nós também (v.15).

Jesus não fez uma substituição de mandamentos, mas nos deu “novo mandamento”, ou seja, o mesmo mandamento renovado com o aval de Seu perfeito amor: “assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (v.34). Assim como Ele honrou Seus pais terrestres, não matou, não adulterou, não roubou, não disse falso testemunho contra o próximo e nem cobiçou nada de ninguém, “façais vós também” (v.15). O próprio João escreveu em uma de suas cartas: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo […] Todavia, vos escrevo novo mandamento […] Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas” (1Jo.2:7-9).

Todos conhecerão que somos discípulos de Cristo quando aceitarmos nos cingir com a toalha da humildade e deitar água na bacia do perdão. Jesus não aprovou a atitude de Judas, mas lhe deu a oportunidade de ser transformado por Seu amor. Isso nos ensina que, ainda que nossas tentativas sejam frustradas, nossa reação não deve corresponder à dureza de coração de quem rejeita o amor que lhe ofertamos, mas deve estar acima de toda e qualquer represália. É fácil? Não, amados. Mas com Cristo, é possível. Que o amor de Jesus transforme a nossa vida dia após dia, nos tornando conhecidos como Seus discípulos.

Pai de amor, Jesus nos deixou uma lição de humildade para ser não somente mais um ritual religioso, mas como uma outra forma de lembrarmos que Ele passou pela mais terrível humilhação ao morrer na cruz por amor a nós. E não há maior amor do que este, em dar a vida por Seus amigos. E como podemos ser chamados Teus amigos, Senhor? Nós, que O traímos todas as vezes que colocamos o nosso eu egoísta em primeiro lugar. Pai de misericórdia, perdoa-nos! Lava os nossos pés e reconcilia-nos Contigo. Que todos os dias possamos olhar para cima e Te encontrar, para então olhar para o lado e amar nossos semelhantes. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#João13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 13 – Comentário pastor Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 13 – “Os símbolos da casa do Senhor são simples e fáceis de compreender, e as verdades por eles representados contêm o mais profundo significado para nós. Ao instruir a cerimônia da santa ceia em lugar da Páscoa, Cristo deixou para Sua igreja um memorial de Seu grande sacrifício em favor do ser humano. ‘Façam isto em memória de Mim’ (I Co 11:24), disse Ele. Esse foi o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma seria encerrada para sempre; a outra, que Ele acabara de estabelecer, haveria de tomar seu lugar e continuar durante todo o tempo como memorial de Sua morte”, comenta Ellen White.

João 13, detalhando a celebração da Ceia do Senhor, contém quatro partes principais:

• A preparação para a Páscoa e o lava-pés (vs. 1-17).
• A previsão da traição de Judas (vs. 18-30).
• A nova ordem de amar uns aos outros (vs. 31-35).
• A predição da negação de Pedro (vs. 36-38).

Em tudo isso, Jesus revelava Sua divindade, Sua onisciência ao prever o futuro. Vale a pena compreender maiores detalhes sobre a cerimônia que ocupou o lugar da Páscoa – alteração realizada pelo próprio Cristo, o Divino Filho de Deus!

“Essa solene ordenança comemora um acontecimento bem maior do que o livramento dos filhos de Israel do Egito. Aquele livramento tipificava a grande expiação que Cristo realizou com o sacrifício da própria vida para a libertação final de Seu povo” (Idem).

Outro detalhe importante é o que antecipa a participação dos símbolos da Ceia: O Lava-pés. “Quando eles se reuniram para participar da ceia do Senhor, a ordenança do lava-pés foi estabelecida como uma cerimônia religiosa” (Idem).

Merece atenção também que Jesus, mesmo conhecendo não apenas o futuro, mas inclusive o coração de cada discípulo, Ele não excluiu da cerimônia nem Judas nem Pedro. “O exemplo de Cristo proíbe exclusão da ceia do Senhor” (Idem).

A Páscoa foi celebrada pela primeira vez antes dos israelitas serem libertos do cativeiro egípcio (Êxodo 12), assim como a cerimônia da Santa Ceia foi comemorada antes da morte de Cristo que liberta a humanidade da escravidão do pecado. As duas festas revelam certezas antes de acontecer o que estava previsto. Agora, aguardamos nosso êxodo daqui da Terra para o Céu.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.