Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 15 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 15 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 15 by Luís Uehara
21 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/15

No caos de hoje, há uma coisa que estamos aprendendo: quão interconectados todos nós somos. Isso é um contraste tão grande com nossa visão de mundo contemporânea. A busca por independência pessoal não parece ser uma coisa boa. A demanda por autonomia desencadeou uma epidemia de solidão, desespero e alienação. Mas então, não fomos criados para sermos autossuficientes. Fomos criados para viver conectados a Deus e uns aos outros.

Jesus afirma: “Eu sou a videira verdadeira; vocês são os ramos…” (v. 5). Uma declaração simples, mas profunda.

O versículo continua: “… Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; …” A ação-chave é permanecer. Minha paráfrase: “Se vocês se sentirem confortáveis em Mim e eu ficar confortável em vocês, vocês darão muito fruto.” Jesus deve fazer parte de nossa vida diária de forma que Ele se sinta em casa. Dar fruto então acontece — porque é o fruto Dele, não nosso.

Enfatizando esse ponto, Jesus conclui este versículo afirmando a mesma verdade no negativo. Não há nada que você possa fazer em termos de dar frutos sozinho. Nada. Zero. Coisa alguma. Absorva isso. Isso vai te mudar.

Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington State, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/15
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JOÃO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de outubro de 2024, 0:50
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1159 palavras

1 Agricultor. Anteriormente, Deus tomara “uma videira do Egito” (SI 80:8), plantando-a na terra de Canaã. Então, Ele tomou outra vinha, Seu próprio Filho, e a plantou na terra de Israel (ver DTN, 675). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1159.

2 todo ramo. …o cristão é dependente da união com Cristo para uma vida espiritual frutífera. CBASD, vol. 5, p. 1159.

Não der fruto. Daquele que professa estar em Cristo espera-se a produção de frutos adequados. Esses frutos também são chamados de “frutos do Espírito” (Gl 5:22; E f 5:9) ou “frutos de justiça” (Fp 1:11; cf. Hb 12:11), que são evidentes no caráter e na vida. Quando esses “bons frutos” (Tg 3:17) estão ausentes, torna-se necessário cortar o ramo infrutífero. CBASD, vol. 5, p. 1159.

Corta. Do gr. airo, “remover”, “tirar”. Limpa . Do gr. kathairo, “para limpar”, neste caso, por meio da remoção de crescimento inútil. Há um jogo de palavras no grego entre airõ (“cortar”) e kathairo (“limpar”) que não pode ser reproduzido em português. O caráter é “purificado” através de testes e provações da vida. O Pai, o lavrador celeste, supervisiona o processo. E, embora pareça dolorosa, a disciplina “produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados” (Hb 12:11). CBASD, vol. 5, p. 1159.

Mais fruto. Não pode haver vida sem crescimento. Enquanto há vida, existe a necessidade de desenvolvimento contínuo. O aperfeiçoamento do caráter é obra da vida inteira (ver PJ, 65, 66; ver com. de Mt 5:48). CBASD, vol. 5, p. 1159.

3 palavra. Resume a mensagem de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 permaneçam em Mim. O ramo sem contato com a videira não tem vida.Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Se alguém não permanecer. Esta condição desfaz a ilusão “uma vez salvo pela graça, salvo para sempre”. É possível àqueles que estão em Cristo romperem a conexão com Ele e se perderem (ver com. de Hb 6:4-6). A condição para ser salvo é permanecer em Cristo até o fim. CBASD, vol. 5, p. 1159.

7 Se permanecerdes em Mim. A permanência é recíproca, como se expressa no v. 4. Enquanto permanece em Cristo, Ele habita no ser humano e este se torna participante da natureza divina (2Pe 1:4). Seus pensamentos se identificam tanto com a vontade divina que apenas pedidos que estejam em harmonia com essa vontade são feitos (ver lJo 5:14; DTN, 668). Além disso, nenhum pecado interfere para impedir a resposta favorável. CBASD, vol. 5, p. 1160.

as Minhas palavras permanecerem. Isto mostra que a habitação de (ou permanência em) Cristo não é uma experiência mística ou inexplicável. As pessoas recebem a Cristo pela aceitação de Sua palavra. Enquanto se alimentam da Palavra, essas pessoas têm a mente iluminada por ela (ou pelo Espírito Santo). E, quando elas escolhem inteligentemente seguir e obedecer a Palavra, pelo poder capacitador do Céu, Cristo, a esperança da glória, transforma-as interiormente (Cl 1:27). Além disso, para essa experiência ser constante, elas precisam se alimentar diariamente da Palavra (ver com. de Jo 6:53). CBASD, vol. 5, p. 1160.

8. Muito fruto. O agricultor é honrado quando suas plantas produzem bem. Da mesma forma, a glória é dada a Deus quando Sua imagem é refletida na vida de Seus seguidores. Satanás alega que as exigências de Deus são severas e que a humanidade não pode atingir o ideal da perfeição cristã. Portanto, o caráter de Deus é vindicado quando o ser humano, pela graça de Deus, se torna participante da natureza divina.CBASD, vol. 5, p. 1160.

9 permanecei no Meu amor. Permanecer em Cristo significa estar abrigado em Seu amor. E animador saber que o amor de Cristo por nós é tão permanente quanto o amor do Pai para com o Filho. Mais do que isso, “o próprio Pai vos ama” (Jo 6:27) da mesma forma que ama o Filho (Ellen White, RH, 04/11/1890). CBASD, vol. 5, p. 1160.

10 mandamentos de Meu Pai. Sua vida sem pecado provou que é possível ao ser humano, com a ajuda divina, guardar os mandamentos (ver DTN, 24). CBASD, vol. 5, p. 1160.

11 Meu gozo. A alegria de Cristo repousava na consciência de uma missão cumprida com fidelidade. O Salvador se alegrava em cumprir o propósito divino na redenção do ser humano, a fim de que a humanidade pudesse ser salva. O objetivo de Sua vida era glorificar o Pai. CBASD, vol. 5, p. 1160.

O caminho do cristão nunca é enfadonho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

vosso gozo. A alegria é o segundo fruto do Espírito alistado por Paulo (Gl 5:22).A verdadeira alegria não está no riso frenético ou no entusiasmo passageiro causados pelos prazeres superficiais do mundo. O cristão encontra alegria em desfrutar o amor de Cristo, nas vitórias conquistadas e no auxílio desinteressado ao próximo. A completa alegria só será alcançada no mundo por vir, mas grande alegria pode ser experimentada aqui e agora por aqueles que permanecem em Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1160.

13. maior amor. O “novo mandamento” (Jo 13:34; cf. 15:12) ordenado aos discípulos é amar uns aos outros como Jesus os amou Jesus veio revelar a extensão desse amor, que O levou a dar a vida por eles. No entanto, Seu amor excedeu aquilo que Ele recomenda: “Enquanto nós ainda éramos pecadores” Ele morreu por nós (cf. Rm 5:6-8). CBASD, vol. 5, p. 1159, 1161.

18 se o mundo vos odeia. Eles sofreriam o ódio do mundo, mas entre os crentes deveria haver amor (v. 17). Eles seriam capazes de enfrentar o amargo conflito com o mundo, sem temor (Lc 22:24). O mundo odeia aqueles cujos interesses e simpatias estão em desacordo com ele (ver com. de Jo 7:7). CBASD, vol. 5, p. 1161.

19 se vós fôsseis. A condição não é confortável, de acordo com o sentido do texto grego. Eles tinham sido do mundo, mas atenderam ao apelo de Jesus para sair do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1161.

odeia. Os motivos que despertam o ódio do mundo são: “permanecer” em Cristo (v. 4),
produzir frutos da justiça (v. 5) e manifestá-los (v. 16). As obras do mundo são reprovadas pela vida justa e pelo testemunho do cristão (Jo 7:7; IJo 3:13). Robertson faz a seguinte indagação: “Será que o mundo nos odeia? Se não, por que não? Será que o mundo tem se tornado mais mais cristão ou os cristãos, mais mundanos?” CBASD, vol. 5, p. 1161.

perseguirão a vós. Jesus já tinha avisado isto anteriormente (ver Mt 10:17-23). Ele não queria que os discípulos se desanimassem quando enfrentassem forte perseguição. Quão efetivamente essa lição fora aprendida seria visto mais tarde na coragem com o qual eles enfrentariam espancamento, prisão, tortura e morte (At 5:41; 16:22-25; etc.). Ao enfrentar perseguição (1Co 11:23-28; 2Co 4:8-12), Paulo pôde dizer: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória” (2Co 4:17). CBASD, vol. 5, p. 1161.

22 pecado não teriam. “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância” (At 17:30). Uma vez que Jesus veio e revelou o caminho da salvação, os judeus não tinham desculpa. Que maior revelação de Si mesmo Deus poderia ter-lhes dado? Pecaram em não aceitar Jesus, “o caminho, e a verdade e a vida” (Jo 14:6). “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4:17). No julgamento, as pessoas serão condenadas, não por terem errado, mas por terem “negligenciado as oportunidades enviadas pelo Céu, para conhecer a verdade” (DTN, 4 9 0 ) .CBASD, vol. 5, p. 1162



JOÃO 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de outubro de 2024, 0:45
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No livro de Isaías encontramos a parábola da vinha má. Com a finalidade de ser ouvido, o profeta entoou um cântico, pois era provável que as palavras do Senhor fossem rejeitadas pela força da repreensão. O acúmulo de bens, a avareza, a embriaguez, a apostasia, o orgulho, o abandono da Lei e desprezo pela Palavra de Deus, havia maculado de forma vergonhosa o chamamento pelo qual Deus havia feito da casa de Israel “a vinha do Senhor dos Exércitos”, e dos filhos de Judá “a planta dileta do Senhor” (Is.5:7). Como uvas amargas, intragáveis, eles colheriam o resultado de seu afastamento de Deus. Apesar de todo o cuidado do amado Agricultor, o solo infértil do coração tornou-se em deserto e lugar de “trevas e angústia” (Is.5:30).

Jesus então Se apresenta como “a videira verdadeira” (v.1). Onde Israel falhou, Cristo venceu. As advertências de Isaías compunham o corpo escriturístico de profecias dadas à nação eleita a fim de despertar a mente do povo para o entendimento do plano da redenção. Como a geração de Isaías, assim foi a geração que rejeitou o Messias. Não compreenderam a essência da Lei de Deus e do caráter divino: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (v.10). Permanecer na videira significa dela extrair o que seja essencial para a vida, a fim de “que deis muito fruto” (v.8). Significa ser nutrido pelo Espírito Santo a fim de manifestar na vida o amor de Cristo.

É nosso dever cristão apresentar a verdade ao mundo de forma clara e honesta. Devemos, porém, ser guiados pelo “Espírito da verdade” (v.26) a fim de que nosso testemunho seja eficaz e apresente o devido fruto: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl.5:22-23). Com que facilidade a maioria se autodenomina cristã hoje. Ser cristão foi resumido ao uso de um crucifixo ou de frases de efeito em camisas e em redes sociais. Creio que ainda existem muitas pessoas sinceras nesse meio, e que o Espírito Santo as está chamando a fim de que sejam enxertadas em Cristo Jesus. E ao deparar-se com as verdades libertadoras da Palavra de Deus e o fiel testemunho dos atalaias do Senhor, que não pouparam a própria vida para preservar a autoridade das Escrituras, trocarão os prazeres e vaidades deste mundo pela amizade com Cristo, pois “agora, não têm desculpa do seu pecado” (v.22).

Amados, se temos um chamado a cumprir, este se chama amar. O mandamento de Cristo aponta para o fiel cumprimento dos mandamentos de Seu Pai por meio de Seu Espírito. Jesus colocou os mandamentos e o amor na mesma base. O próprio João, em sua primeira epístola, reforçou essa verdade: “se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o Seu amor é, em nós, aperfeiçoado. Nisto conhecemos que permanecemos nEle, e Ele, em nós: em que nos deu do Seu Espírito […] E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele”. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.4:12, 13, 16; 5:3). Não há prejuízo em guardar a Lei de Deus. Pelo contrário, somos atraídos para Deus, convencidos da malignidade do pecado e da nossa necessidade de um Salvador pessoal.

Ódio e perseguição não são a consequência do discurso brando da maioria dos púlpitos cristãos. A consciência das massas tem recebido um sonífero religioso e não um sonido de alerta. O genuíno amor, meus irmãos, suscita a ira do mundo. Cristo mesmo nos advertiu: “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, Me odiou a Mim” (v.18). “Se Me perseguiram a Mim, também perseguirão a vós outros” (v.20). Paulo também reforçou: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). A morte de Cristo e de Seus mártires são provas irrefutáveis de que a inimizade que foi estabelecida no Éden (Gn.3:15) continuará manifestando seus resultados até o retorno de Cristo. E a nossa única esperança como último povo de Deus está em permanecer em Jesus através do Espírito Santo enviado a nós “da parte do Pai” (v.26), que nos tem guiado “a toda a verdade” (Jo.16:13).

Precisamos clamar pelo Espírito Santo! Necessitamos mais do Espírito do que o corpo do alimento! Só assim faremos o que Cristo nos manda fazer (v.17), não com obras de caridade que suavizam a consciência endurecida, mas tendo “a mente de Cristo” (1Co.2:16), que é o Seu Espírito guiando nossos pensamentos, palavras e ações. Só conseguiremos amar aos outros como Cristo nos amou quando formos selados e confirmados no amor que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co.13:7). “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém, o maior destes é o amor” (1Co.13:13). Porque só precisaremos da fé e da esperança até que Cristo volte, mas o amor nós desfrutaremos eternamente, “pois Deus é amor” (1Jo.4:8).

Nosso Pai do Céu, por Tua graça e misericórdia o Senhor nos enxertou em Cristo e assim queremos permanecer até que Ele volte. Não tem sido fácil viver em meio às tormentas destes últimos dias. O Teu povo tem sofrido, Pai. Cada um de nós, de alguma forma, estamos passando por provas que, por vezes, têm nos desanimado, mas que também têm dobrado mais os nossos joelhos, humilhado mais o nosso coração e nos aproximado mais de Ti em busca de auxílio e conforto. Santo Deus, as dificuldades nesta Terra que está em contagem regressiva também têm aumentado o nosso desejo pelo retorno do nosso Salvador e pelo lar de eterna paz que tens preparado para nós. Ajuda-nos, Pai, por Teu Espírito, a conhecermos o tempo solene em que estamos vivendo e, acima de tudo, conhecermos a Ti, nosso Deus único e verdadeiro. Nós Te amamos e oramos em nome do Teu Filho amado Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos do Amado Jesus Cristo!

Rosana Garcia Barros

#João15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 15 – “Eu Sou a Videira verdadeira” é uma expressão de Jesus ecoando as declarações “Eu Sou…” encontradas noutros lugares no Evangelho de João, como em João 8:58, onde Ele diz: “Eu afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou”.

Esta frase “Eu Sou” não é uma construção trivial; remete ao próprio nome de Deus em Êxodo 3:14, quando disse a Moisés: “Eu Sou o que Sou” (YHWH). Então, Jesus não está meramente falando como profeta ou mestre; Ele apropria-Se da linguagem divina para Si mesmo.

Ao identificar-Se como a “Videira Verdadeira”, Jesus reivindica Ser o cumprimento das expectativas messiânicas e escatológicas de Israel. No Antigo Testamento, Israel é frequentemente descrito como uma videira (Salmo 80:8-16; Isaías 5:1-7), mas uma videira falha, infrutífera. Então, Jesus Se apresenta como a Videira Verdadeira.

Jesus diz: “Meu Pai é o Agricultor” (João 15:1) e logo em seguida afirma no versículo 9, “Como o Pai Me amou, assim Eu os amei”, revelando uma reciprocidade no relacionamento entre Jesus e o Pai que é única. Essa reciprocidade já foi mencionada explicitamente em João 10:30. Jesus declarou: “Eu e o Pai somos um”. Essa unidade de vontade, de propósito e de Ser é uma evidência inegável da divindade de Cristo.

O Divino Cristo tornou-se Homem e faz uma exigência surpreendente e, ao mesmo tempo, profundamente reveladora: “Permaneçam em Mim e Eu permanecerei em vocês” (João 15:4). Jesus não está falando como Alguém separado dos discípulos, mas como Alguém em Quem eles devem permanecer para ter vida espiritual. Consequentemente, Jesus não é um Homem comum, mas a própria Fonte de vida física, mental e espiritual – o que somente Deus pode ser (João 15:1-17).

Por isso, Jesus declara: “Se alguém permanecer em Mim e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer nada” (João 15:5); isso porque a humanidade, na sua infinitude e pecado, é incapaz de produzir qualquer coisa de valor eterno sem estar enraizada em Deus.

Em meio aos desafios do mundo, os cristãos têm a atuação conjunta do Pai, do Filho e do Espírito Santo (João 15:18-27). Isso porque Cristo, ao prometer o envio do Espírito Santo, não é inferior ao Pai, mas cooperador em conjunto na obra de redenção da humanidade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 14 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 14 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 14 by Luís Uehara
20 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/14

Em todos os quatro evangelhos, Jesus prediz o fracasso e a dispersão de seus discípulos. Ele disse a todos que se tornariam como ovelhas sem pastor. Ele afirmou que eles seriam espalhados. Ele advertiu que Pedro em breve o negaria três vezes.

Jesus disse ainda: “Mas, depois de ressuscitar, irei adiante de vocês para a Galiléia.” Mateus 26:32 Ele ordenou a Pedro: “Quando você se converter, fortaleça os irmãos”. Lucas 22:32. E aos doze, imediatamente após predizer que não o seguiriam até a cruz, Jesus disse as palavras mais inspiradoras:

“[Embora vocês sejam dispersos esta noite,] Não se turbe o vosso coração; Creiam em Deus, creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; . . . . Vou preparar-lhes. E . . . Eu voltarei e os levarei para Mim.” João 14: 1-4. Jesus os fez saber que esperava que eles conseguissem.

Devemos, então, acreditar que nossos amigos também tomarão boas decisões. Expresse confiança na sinceridade deles. Quando eles caírem, sua expectativa os ajudará a se erguerem novamente. Nossa confiança neles irá inspirá-los com confiança própria.

Se há pessoas para quem você deseja tudo de bom, lembre-se dessas coisas. Faça de tudo para que o coração deles não se turbe.

Eugene Prewitt
Diretor do Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



JOÃO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de outubro de 2024, 0:50
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1211 palavras

O discurso de João 14 foi feito no cenáculo, antes da saída para o monte das Oliveiras e para o Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1149.

“Discursos pelo Caminho” (caps 15, 16) foram pronunciados a caminho do Getsêmani. Bíblia Shedd.

1 Não se turbe o vosso coração. Ou, “parai de deixar que o vosso coração se turbe”. Os discípulos estavam perturbados porque Jesus tinha anunciado que os deixaria (Jo 13:33). Ele então passa a dizer-lhes que Sua ausência seria apenas temporária e que Sua partida seria para benefício deles. CBASD, vol. 5, p. 1149.

Esta passagem de supremo conforto é oferecida por Jesus numa hora enegrecida pela sombra da traição de Judas e pela negação de Pedro, apenas algumas horas antes da agonia do Getsêmani e da morte na cruz (13.21). Contudo, a afirmação transmite um sentido de sublime paz e visa ministrar aos temores dos discípulos, ao invés das próprias necessidades de Jesus. Bíblia de Genebra.

2 Na casa de Meu Pai. Uma bela representação do Céu. … Jesus estava voltando para o lar; e, por fim, os discípulos poderiam se juntar a Ele ali. CBASD, vol. 5, p. 1150.

voltarei. O grego expressa esta promessa no tempo presente. Este chamado presente futurístico dá ênfase à certeza do evento. O fato é considerado como se já estivesse ocorrendo. CBASD, vol. 5, p. 1150.

3 onde Eu estou. Os discípulos foram dirigidos ao tempo do segundo advento como sendo o momento em que se reuniriam novamente com o Senhor. Não há alusão aqui à doutrina popular de que os crentes vão para junto do Senhor no momento da morte, noção sem apoio nas Escrituras. Paulo também dirigiu a atenção dos crentes para o tempo do segundo advento como sendo o momento do grande reencontro (1Ts 4:16, 17). … Quando Sua imagem for perfeitamente representada em Seu povo, então Ele virá (PJ, 69). CBASD, vol. 5, p. 1151.

4 E vós sabeis o caminho para onde Eu vou (ARA). ARC: “E conheceis o caminho”. …o texto da ARC deve ser preferido. Jesus havia deixado claro o caminho para a casa do Pai, mas a lentidão dos discípulos em compreender os impedia de apreender o significado de Suas palavras. CBASD, vol. 5, p. 1151.

5 não sabemos para onde vais. Deviam saber, pois isso lhes havia sido dito claramente (ver com. do v. 4). Era difícil para eles se desvencilharem do conceito judaico do reino messiânico. CBASD, vol. 5, p. 1151.

6 Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Jesus é o caminho para Deus, a revelação do que Deus é (v. 9), e a fonte da vida (1:4-5; 10:10; 20:31). Andrews Study Bible.

ninguém vem ao Pai senão por Mim. Esta é uma forte afirmação de que só Cristo é o caminho da salvação. Imaginar e proclamar que há outros caminhos é enganar o povo e esquecer a necessidade de sua vinda e redenção (At 4.12; Rm 10.14-15; 1Jo 5.12). Bíblia de Genebra.

8 Filipe … mostra-nos o Pai. Talvez Filipe esperasse uma revelação da glória divina como a que foi dada a Moisés (Êx 33:18-23). CBASD, vol. 5, p. 1151.

9 Quem vê a Mim, vê o Pai. Cristo revelou o caráter de Deus ao universo (ver com. de Jo 1:18). CBASD, vol. 5, p. 1151.

12 e outra maiores fará. Isto é, maiores em quantidade, não em qualidade. A atividade de Cristo esteve limitada a uma área relativamente pequena (do mundo). Após Sua ascensão, o evangelho se espalharia por todo o globo. CBASD, vol. 5, p. 1152.

13 tudo quanto pedirdes em Meu nome. Enquanto cooperassem com o Céu na proclamação do evangelho, os discípulos podiam ter a certeza de que os ilimitados recursos da Onipotência estariam à sua disposição. CBASD, vol. 5, p. 1152.

Isso não garante que Deus fará tudo o que pedirmos só pelo fato de adicionarmos à nossa oração as palavras “em nome de Cristo”. Orar em nome de Cristo é identificar-se com os propósitos de Cristo na proporção em que nossa vontade tiver se tornado identificada com a vontade de Deus (1Jo 5.14). Aqueles que não obtêm aquilo que pedem especificamente, frequentemente são surpreendidos por uma resposta diferente – porém melhor. O “não” é, ás vezes, a melhor resposta. Bíblia de Genebra.

15 Se Me amais. A obediência que procede da compulsão ou do medo não é a forma ideal. Pode haver ocasiões em que o motivo impelente do amor se encontre ausente ou seja frágil. Nessas circunstâncias, é preciso obedecer somente por princípio. Enquanto isso, o amor deve ser cultivado. A falta do requisito do amor nunca deve servir de desculpa para a desobediência. CBASD, vol. 5, p. 1152.

guardareis. A prova de amor a Cristo não é uma profissão oral, mas uma obediência viva. Bíblia de Genebra.

As orações recebem poder da obediência. Andrews Study Bible.

16 outro Consolador. A palavra grega traduzida por “Consolador” ou “Auxiliador” [parakletos] era usada em linguagem jurídica para o advogado de defesa (1Jo 2.1) e, de modo mais geral, por alguém de quem se pedia ajuda. Jesus foi um tal ajudador para os discípulos; e depois de Sua ascensão, o Espírito Santo tomaria para si esta tarefa. Bíblia de Genebra.

17 Espírito da verdade. A ênfase parece estar no fato de que o Espírito define, comunica e defende a verdade. CBASD, vol. 5, p. 1153.

Não O vê. O mundo não possui percepção espiritual. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus” (1Co 2:14). CBASD, vol. 5, p. 1153.

18 Não vos deixarei órfãos. …a ideia é que Jesus não deixaria os discípulos despojados de Seu Mestre. Ele voltaria para eles. A referência aqui não é à segunda vinda (v. 1-3), mas à presença de Cristo com os discípulos por meio do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1154.

19 vós, porém, Me vereis. Depois da crucifixão e do sepultamento, o mundo não mais veria a Cristo, mas os discípulos O veriam em Seu corpo ressuscitado. As palavras, sem dúvida, também possuem um significado espiritual. CBASD, vol. 5, p. 1154.

Vivereis. Tanto no sentido espiritual quanto no literal (Jo 6:57). CBASD, vol. 5, p. 1154.

20 Naquele dia. Isto é, no dia em que o “Consolador” viesse para estar com eles (ver v. 16). Havia muitas coisas no âmbito espiritual que os discípulos ainda não entendiam e que lhes seriam esclarecidas mais tarde. CBASD, vol. 5, p. 1154.

21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. Esta declaração é a recíproca do v. 15. O amor se manifesta na obediência, e a obediência evidencia o amor (cf 1Jo 2:3-6).

Aqui temos uma bela descrição joanina do crente salvo. Bíblia Shedd

23 Não só o Espírito habita no crente (17), mas o Deus triúno mora nele. … Deus morando no crente, ou na igreja, torna ambos templos santificados (1 Co 3.16; 6.19). Bíblia Shedd.

23-24 O Pai Se revela ao obediente. Andrews Study Bible.

26 e vos fará lembrar de tudo. Estas promessas feitas aos apóstolos foram cumpridas na pregação apostólica e na composição final das Escrituras do Novo Testamento. Elas continuam a ser cumpridas à medida que o povo de Deus aprende das Escrituras inspiradas. Bíblia de Genebra.

28 o Pai é maior do que Eu. Enquanto Jesus é igual ao Pai por natureza … em Sua humanidade Ele se relaciona com o Pai de nosso ponto de vista. Andrews Study Bible.

O Filho voluntariamente encobriu a Sua glória para seguir o caminho de Sua humilde obediência (Fp 2.6-11). Bíblia de Genebra.

30 nada tem. Os direitos do diabo se baseiam na rebelião de suas vítimas contra Deus. Cristo era puro de todo pecado. Bíblia Shedd.

Cristo é o único membro da raça humana de quem se pode dizer isto. Bíblia de Genebra.



JOÃO 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de outubro de 2024, 0:45
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O evangelho de João certamente pode ser chamado de o evangelho do amor. E o capítulo de hoje reforça essa ideia. Há poucas horas de ser levado preso, Jesus Se preocupou em confortar os Seus discípulos, fazendo-lhes duas promessas: a vida eterna após a Sua segunda vinda e a vinda do outro Consolador. A obra do Espírito Santo os capacitaria a pregar o evangelho do reino, ensinando “todas as coisas” e os faria “lembrar de tudo o que” Jesus lhes tinha dito (v.26). Uma obra que promove a verdadeira paz, a paz de Cristo (v.27).

Pai, Filho e Espírito Santo estão unidos no propósito de salvar a raça caída. Em cada versículo podemos contemplar essa verdade. A Trindade trabalha em perfeita comunhão com as promessas estabelecidas e para que a derradeira promessa seja real na vida do maior número de pessoas possível. E a resposta do homem a esse amor inigualável deve redundar em inevitável consequência: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (v.15); “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama” (v.21); “Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra; e Meu Pai o amará e viremos para ele e faremos nele morada” (v.23).

Certo dia eu contemplei uma cena que me impactou. Um homem de origem africana no meio do calçadão do comércio de minha cidade, debaixo do sol, descalço, que com voz potente e autoridade chamava as pessoas ao arrependimento. Não, ele não era um fanático gritando palavras sem sentido, e seu discurso não tinha nada de sensacionalista. Não sei explicar, amados, mas ele era diferente. Não se tratava de mais um pregador de praça pública, mas um poderoso instrumento do Espírito Santo. Ele não estava ali para pedir dinheiro e nem para chamar ninguém para visitar uma igreja. Nem tampouco parecia se importar se suas palavras não agradariam a todos. Ele estava ali com o firme propósito de chamar as pessoas ao arrependimento e sua fisionomia e entonação denunciavam isto.

Aquele homem me fez pensar no quanto tenho desperdiçado oportunidades de pregar o evangelho e quantas vezes eu tenho me negado a ser instrumento do Espírito Santo por medo ou timidez. É claro que nem todos são chamados por Deus para fazer a obra da pregação de rua, mas Cristo prometeu que as obras que Ele fez, nós também faremos, e obras até maiores do que as que Ele mesmo realizou (v.12). E me pergunto se estarei pronta quando minha fé for provada e tiver de testemunhar diante do mundo. É aí que encontramos o segredo da vitória: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (v.26).

Quando formos questionados e provados por causa da Lei do nosso Deus como o foi o profeta Daniel (Dn.6:5), outra promessa nos foi dada por Jesus: “Assentai, pois, em vosso coração de não vos preocupardes com o que haveis de responder” (Lc.21:14). Ou seja: “Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (v.27). Mas “o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo” (Mc.13:11). O amor a Deus redunda em fidelidade a Seus mandamentos. Mas Deus conhece a nossa estrutura. Ele mesmo já sentiu medo, e deixou isto bem claro em Seu clamor no Getsêmani. Contudo, por amor, foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8).

Por isso, quando tivermos de enfrentar a fúria do “príncipe do mundo” (v.30), que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), a ordem de Cristo é: “Levantai-vos, vamo-nos daqui” (v.31). Que com cabeças erguidas de santa consagração, revelemos ao mundo que estamos nos levantando para irmos à Casa do Pai e como uma só voz, declaremos com convicção a mais bela e verdadeira promessa de Jesus:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (v.1-3).

Amém! Vem, Senhor Jesus!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, futuros cidadãos das moradas do Pai!

Rosana Garcia Barros

#João14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 14 – Jesus conforta Seus discípulos com a promessa de preparar um lugar especial para eles no Céu; contudo, precisam crer em Deus e nEle. Desde o princípio, Cristo Se coloca como objeto de fé junto ao Pai, indicando Sua igualdade e divindade.

Ao afirmar “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, senão por Mim” (João 14:6), Jesus não apenas Se revela como mensageiro, mas a própria encarnação da verdade divina e da vida eterna – atributos inerentemente divinos. Esta declaração vai além de um simples papel mediador entre Deus e o homem:

• Ao Se denominar “A Verdade”, Jesus reivindica uma qualidade essencial que, de acordo com o Antigo Testamento, pertence exclusivamente a Deus (Salmo 31:5; Isaías 65:16).

• Ao afirmar ser “A Vida”, Jesus revela que a origem e o sustento da vida estão nEle, assim como o Pai é a fonte de toda a vida (João 5:26).

Por isso, quem vê Jesus vê o Pai (João 14:9-11). Esta unidade essencial entre o Pai e Jesus transcende uma mera união de vontade e propósito; trata-se de uma comunhão ontológica, uma partilha da mesma essência divina. As obras e Palavras de Cristo são a manifestação visível do próprio Pai, o que só é possível se Jesus for, de fato, Deus – Ele não diz que reflete o Pai, mas que nEle reside a plenitude da Divindade (Colossenses 2:9; Hebreus 1:1-3). Por isso, crer em Jesus é fundamental para nossas orações serem atendidas (João 14:13-14).

• Jesus não apenas intercede, Ele mesmo age, mostrando possuir autoridade divina para atender as necessidades de Seus seguidores.

Jesus não apenas revela claramente Sua Divindade, mas também a do Espírito Santo, chamado de “outro Conselheiro” do mesmo tipo que Ele. Jesus demonstra que o Espírito Santo viria para realizar o mesmo papel que Ele desempenhava entre Seus discípulos (João 14:15-31).

Por isso, da mesma forma que Jesus Se autodenomina “A Verdade”, o Espírito Santo é identificado como o “Espírito da Verdade” (João 14:17). O Espírito Santo não traz meramente a verdade, Ele é a própria Verdade, em consonância com a essência de Deus, que é a Verdade (Deuteronômio 32:4).

Cristo revela o Pai perfeitamente; o Espírito Santo age guiando, ensinando e habitando no coração dos crentes. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.