Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de dezembro de 2024, 0:50
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259 palavras

2 Leite. O alimento natural dos bebês. O “leite” representa os princípios básicos do evangelho. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.

8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.

11 Outro. Do gr allos, “outro [do mesmo tipo]”, “mais um” (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são “outro” do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.

16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. … Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja  e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20).  CBASD, vol. 6, p. 747.

22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.

23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.



1Coríntios 03 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de dezembro de 2024, 0:45
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Ainda que por carta, Paulo conseguiu expressar em palavras sua sincera preocupação com a igreja de Corinto. Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo expôs sua indignação contra as atitudes carnais daquela igreja. É tão séria diante de Deus a questão das dissensões no meio de Seu povo, que Paulo censurou os coríntios com veemência declarando a incompatibilidade de sua pregação com a capacidade deles de compreendê-la. Quando há “ciúmes e contendas” (v.3) entre irmãos, é revelada a imaturidade espiritual que cria uma espécie de bloqueio para o “alimento sólido” (v.2) da Palavra de Deus. Tomar partido a favor de um grupo em detrimento de outro mostra o quanto ainda somos carnais e andamos “segundo os homens” (v.4), e não segundo os propósitos divinos. Precisamos baixar a bandeira humana e erguer a bandeira divina: “O SENHOR É MINHA BANDEIRA” (Êx.17:15).

Porque “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (v.7). Se naquele tempo havia um forte apelo para que a fase de “crianças em Cristo” (v.1) fosse superada, quanto mais hoje precisamos deixar as coisas de meninos a fim de que estejamos prontos para suportar “alimento sólido” que nos dará forças para sermos vitoriosos em Cristo no tempo de angústia que se aproxima. O fundamento sobre o qual devemos estar alicerçados e lançar a outros é um só: “Jesus Cristo” (v.11). A nossa parte é a de edificar sobre este fundamento como prudentes construtores e “cada um veja como edifica” (v.10), porque “manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um, o próprio fogo o provará” (v.13).

Eu não sei você, mas eu tremo diante desta revelação. Quais têm sido nossas reais intenções no serviço do Senhor? Notem que nem Paulo, nem Apolo, nem apóstolo algum fez nada que pudesse erguer altares em favor deles mesmos. Eram zelosos e tementes servos de Deus que visavam unicamente revelar a glória do Pai. Nunca aceitaram louvores de homens e nem regalias que pudessem envaidecê-los. Mas foi o próprio povo que criou expectativas erradas com relação ao ministério do discipulado, colocando os pregadores acima do Senhor que os governava. O fato de que o fogo provará as nossas obras e o Dia de Deus as revelará deveria causar em nós um profundo exame de coração. Quando lançados na fornalha dos últimos dias, sairemos ilesos, ou o fogo irá revelar que de fato nossas obras não passavam de combustível para aquecê-la?

Amados, “não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (v.16). Quando embotamos nossa mente com meninices que em nada glorificam o nome do Senhor, profanamos o santuário de Deus. Quando julgamos ser a nossa sabedoria alguma coisa, profanamos o santuário de Deus. Quando roubamos a glória de Deus para nós mesmos ou para outros, profanamos o santuário de Deus. E assim, paulatinamente destruímos o que o Senhor declarou ser sagrado. Temos trocado a verdadeira adoração por uma idolatria disfarçada. Trocamos o prazer de estar na casa do Senhor pelo merchandising de bons cantores ou bons pregadores, que aliás, são homens como nós. Até quando Deus terá de suportar a nossa futilidade?

Estamos vivendo em tempos decisivos e parece que teimamos em permanecer no jardim de infância. Sejamos como crianças na dependência de Deus, na simplicidade e na pureza, e não na imaturidade. Deus não nos chamou para uma competição de talentos, mas para sermos “de Cristo” (v.23). É tempo de estarmos com nossas lâmpadas bem acesas a fim de vermos claramente em meio às trevas deste mundo, porque “a sabedoria deste mundo é loucura” (v.19). Que usemos cada um dos dons que o Espírito Santo nos deu para a glória de Deus e que sejamos todos um só coração alicerçado num só fundamento: Cristo Jesus, nosso Senhor. Então, faremos parte do seleto remanescente que foi provado no fogo e aprovado pelo Céu, como está escrito:

“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).

Pai querido, louvado seja o Teu nome pela sabedoria e instrução da Tua Palavra! Livra-nos, Senhor, da imaturidade espiritual que tem destruído a fé de muitos! Queremos o alimento sólido da clara compreensão do “assim diz o Senhor”. Livra-nos de partidarismos e das vaidades religiosas movidas por ciúmes e contendas! Queremos ser Teus cooperadores, lavoura de Deus, edifício de Deus, erguidos pelo Teu Espírito e alicerçados em Cristo Jesus. Purifica-nos como a prata e prova-nos como o ouro e nos ensina a invocar o Teu nome e dar glórias a Ti em tudo na nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, “edifício de Deus” (v.9)!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 3 – A era pós-moderna – marcada pelo relativismo, subjetivismo e pluralismo – exige uma resposta clara e corajosa da igreja, que encontra neste texto um guia para navegar em águas incertas.

• Esta passagem inspirada é um convite para reafirmar a fé em Cristo e os valores bíblicos em um mundo onde as linhas entre a verdade e a opinião frequentemente se tornam confusas.

Atualmente, a distinção entre verdade objetiva e opinião pessoal tornou-se cada vez mais diluída. O pós-modernismo frequentemente afirma que a verdade é uma construção social ou uma percepção individual, e não uma realidade objetiva e universal. No entanto, 1 Coríntios 3 desafia essa premissa ao estabelecer que Jesus Cristo é o único fundamento sobre o qual a vida espiritual é construída (v. 11). Essa declaração não permite espaço para múltiplas interpretações da verdade espiritual; antes, ela exige que a verdade seja buscada e compreendida a partir da revelação divina (vs. 1-10).

Ao reafirmar Cristo como o fundamento, Paulo não apenas rejeita o relativismo, mas também coloca o cristão em uma posição de testemunho ativo. Ele chama os crentes a viverem em coerência com essa verdade (I Coríntios 3:12-15). Esse compromisso com a verdade é o antídoto para a confusão de valores em uma sociedade que celebra a diversidade de opiniões acima de tudo.

Os valores bíblicos, como a unidade do corpo de Cristo, a responsabilidade diante de Deus e o reconhecimento de nossa identidade como templo do Espírito Santo, são ferramentas essenciais para a igreja navegar pelo mundo atual (I Coríntios 3:16-22).

Esses valores oferecem um norte moral em meio à confusão. Por exemplo, a ênfase de Paulo na unidade desafia a fragmentação e a individualidade exacerbada promovidas pela cultura contemporânea. Ele nos lembra que, como cristãos, fazemos parte de algo maior do que nos mesmos: O corpo de Cristo.

Além disso, a responsabilidade diante de Deus nos confronta com uma verdade que transcende a cultura: Nossas ações têm peso eterno (I Coríntios 3:14).

• A fé é um chamado para confiar em algo maior do que as circunstâncias e as influências humanas.
• O cristão é desafiado a construir sua vida em algo sólido e duradouro: o evangelho. E ouvir a única voz que merece nossa obediência: A voz de Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 2 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 2 by Luís Uehara
12 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/2

Paulo tinha todos os motivos para se sentir confiante em si mesmo. Nascido em uma família de fariseus devotos, ele desfrutava de privilégios e prestígio: bem-educado, viajado, multilíngue e até mesmo cidadão romano. Ele acreditava que sua missão de defender Deus justificava sua feroz perseguição aos cristãos. Sim, apesar de sua paixão, a confiança de Paulo estava equivocada. Foi necessária uma intervenção divina dramática para ajudá-lo a entender sua própria fraqueza e redirecionar seu caminho.

A transformação de Paulo moldou sua mensagem: a sabedoria humana não é suficiente. Os mistérios da verdade de Deus não podem ser desvendados pelo intelecto ou status; eles são revelados apenas pelo Espírito de Deus.

É fácil cairmos na mesma armadilha que Paulo caiu — depositando confiança em nossas próprias habilidades, realizações ou entendimento. Como Paulo, podemos pensar que nosso conhecimento, status ou paixão nos qualificam para servir a Deus da melhor maneira. Mas, assim como Paulo teve que aprender, a sabedoria humana tem suas limitações. Os caminhos de Deus são mais elevados que os nossos, e Seus planos desafiam o raciocínio humano. A história de Paulo nos ensina que a verdadeira sabedoria vem da rendição a Deus e da permissão de que Seu Espírito trabalhe através de nós.

Vamos reservar um tempo todos os dias para buscar a Deus em silêncio, para que nossas palavras e ações reflitam Sua sabedoria — não nossa própria limitação.

Lisa Ward
Escriturária da Country Life SDA Church
Cleburne, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2024, 0:50
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656 palavras

1 Ostentação de linguagem. Paulo não tentou ganhar as pessoas por meio de retórica ou oratória. Tampouco se apoiou na “sabedoria”, isto é, filosofia, para provar a verdade do evangelho. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 737.

2 Se não a Jesus Cristo e este crucificado. Paulo pregou Cristo crucificado a respeito de que a ideia de um Salvador crucificado fosse uma ofensa tanto a judeus quanto a gregos. CBASD, vol. 6, p. 738.

4 Demonstração. Do gr. apodeixis, “prova segura”, “evidência”. A prova de que a mensagem que Paulo pregava era de origem divina não se estava na argumentação hábil, mas na evidência, ou “demonstração”, do Espírito Santo. A obra do apóstolo em Corinto foi acompanhada, bem como em outros lugares, de milagres. CBASD, vol. 6, p. 738.

5 Vossa fé. Paulo desejava que os coríntios confiassem no poder de Deus para mudar vidas. Ele não queria levá-los a depositar a confiança em nenhuma forma de poder humano. CBASD, vol. 6, p. 738.

7 Mistério. O plano da salvação, formulado antes da criação do mundo e anunciado e posto em prática por Deus quando Adão pecou, era, um grande mistério para o universo. Os anjos não podiam compreendê-lo plenamente. Os profetas, que escreveram sobre isso, entendiam apenas em parte as mensagens que transmitiam a respeito da salvação por meio de Cristo. O ser humano não é capaz de compreender a sabedoria de Deus porque é diretamente contrária à filosofia de vida mundana. Mesmo o crente, consagrado é incapaz de entender plenamente o plano da salvação. CBASD, vol. 6, p. 739.

9 Nem olhos viram. O texto diz, literalmente: “As coisas que olho não viu e ouvido não ouviu, e não vieram sobre o coração do homem, é o que Deus preparou para aqueles que O amam.” Os aspectos físicos da existência são percebidos pelos sentidos e usados para se adquirir conhecimento das coisas ao redor. O fato de o olho nem o ouvido poderem entender as coisas de Deus prova que são necessárias outras faculdades além dos sentidos físicos para se entenderem as verdades espirituais. CBASD, vol. 6, p. 739.

12 Para que conheçamos. O propósito de Deus em conceder o Espírito é que entendamos as coisas providas pela graça. O Espírito de Deus não só revela ao ser humano as bênçãos do evangelho, mas também opera nele a vontade divina. O resultado desse recebimento do Espírito será visto na vida em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 740.

14 O homem natural. O homem cuja mente não está voltada para o que é espiritual, que não foi regenerado, cujos interesses estão nas coisas desta vida. Uma pessoa assim recorre à sabedoria humana para a solução de seus problemas. Vive para agradar a si mesmo e satisfazer os desejos do coração não convertido. Por isso, é incapaz de entender e apreciar o que vem de Deus. Para ele, o plano da salvação e a revelação do amor de Deus são loucura. Não consegue distinguir entre filosofia mundana e verdade espiritual porque a sabedoria de Deus é entendida apenas pelos que se permitem ser instruídos pelo Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 741.

15 Não é julgado por ninguém. As pessoas podem desejar fazê-lo, mas ninguém cuja mente esteja voltada para as coisas deste mundo pode entender os princípios, sentimentos e esperanças de alguém espiritual. O coração não regenerado não é capaz de apreciar as coisas do Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.

16 Mente do Senhor. A primeira parte deste versículo é uma citação de Isaías 40:13. Os não regenerados não podem entender as ações divinas. Portanto, não estão em posição de ensinar a pessoa espiritual, que está sob a direção do Espírito. Quem é espiritual têm o Espírito, que lhe ensina o que é de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.

Mente de Cristo. Somos unidos a Cristo pelo Espírito, pois a presença do Espírito Santo equivale à presença de Jesus. Por isso, temos o mesmo sentimento de Cristo. Pelo Espírito Santo, Jesus habita no crente e atua nele e por meio dele. CBASD, vol. 6, p. 742.



1Coríntios 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de dezembro de 2024, 0:45
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Mesmo sendo conhecido como doutor da lei e instruído na escola dos rabis, ao falar de sua pregação Paulo a classificou como “testemunho de Deus” (v.1) “em fraqueza, temor e grande tremor” (v.3). Resumindo, em uma linguagem contemporânea, ele quis dizer o seguinte: “Eu não sou nada, mas Cristo é tudo em mim!” Apesar de sua alta formação e de ser eloquente em palavras, Paulo procurava fazer de sua pregação o mais simples possível de se compreender. O seu objetivo não era angariar aplausos ou destaque em sua oratória, mas se fazer entender a fim de que seus ouvintes fossem alcançados por “demonstração do Espírito e de poder” (v.4) em sua vida.

A diferença entre a sabedoria humana e a divina foi estabelecida nesta epístola como pólos que não se encontram. Como um instrumento, Paulo colocava-se nas mãos de Deus e constantemente clamava por sabedoria do alto. A crucifixão do “Senhor da glória” (v.8) foi o ato que melhor definiu a falibilidade da sabedoria humana, ao crucificarem Aquele que diziam aguardar. Por outro lado, a eternidade e tudo o que Deus preparou “para aqueles que O amam” (v.9) será o que melhor definirá a bênção de ter confiado na sabedoria divina. E somente mediante o poder do Espírito Santo podemos conhecer a Deus e experimentar a Sua vontade.

As primeiras palavras deste capítulo não foram de depreciação, mas de quem desfrutava e experimentava do poder do Espírito Santo a cada dia, em humildade. “Conferindo coisas espirituais com espirituais” (v.13), o Espírito nos ensina a viver de acordo com a verdade revelada nas Escrituras e nos auxilia em nossa árdua jornada diária. O “homem natural” (v.14), ou aquele em quem o Espírito Santo não habita, nunca conseguirá compreender as coisas de Deus “porque elas se discernem espiritualmente” (v.14). Mas “o homem espiritual”, “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19), torna-se um vaso de honra nas mãos do Oleiro e “ele mesmo não é julgado por ninguém” (v.15). A mente ganha novo ânimo e, flexível à obra do Espírito Santo, um milagroso e eficiente transplante acontece, dando lugar à “mente de Cristo” (v.16).

Grande e sublime privilégio nos foi dado de sermos habitação do Espírito Santo! Não fomos chamados a fim de sermos expositores de habilidades, mas capacitados por Deus como “cooperadores em Cristo Jesus” (Rm.16:3). Ter “a mente de Cristo” é colocar em evidência “o testemunho de Deus” (v.1) através de uma vida completamente apoiada em Seu poder. É a experiência da verdadeira conversão, quando o coração impuro e profano é mudado em um coração santificado e limpo. Pela fé, o Espírito Santo deseja nos revelar o que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano” (v.9). Deus preparou para nós uma vida de eterna felicidade e nos convida a iniciá-la aqui, mesmo que por vezes “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10).

Que você e eu sejamos habitação do Espírito Santo a cada dia, até aquele grande Dia!

Pai nosso que habita nos céus, a Tua Palavra nos diz que se pedirmos sabedoria, o Senhor nos dará. Então, Pai, Te pedimos pela sabedoria do alto, aquela em que o Espírito Santo nos ensina “para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente”. Fortalece a nossa fé e que os nossos dons só apontem para Cristo, e este crucificado. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres espirituais!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 2 – Em um mundo onde os valores relativistas e doutrinas diluídas têm invadido muitas esferas religiosas, a carta de Paulo aos Coríntios nos desafia a reafirmar os fundamentos da fé cristã.

Na atualidade, o liberalismo teológico muitas vezes substitui a revelação divina por interpretações humanas, diluindo a autoridade da Bíblia e a exclusividade da salvação por meio de Jesus. O liberalismo busca adaptar o evangelho aos padrões culturais e intelectuais do momento, mas a cruz permanece como uma pedra de tropeço para o orgulho humano.

• O evangelho não é um conceito em evolução, mas a verdade que transforma uma sociedade mergulhada na corrupção.

• A busca pela santidade é incompatível com uma atitude permissiva que relativiza o pecado e a moralidade.

• Quando afirmamos a mensagem da cruz, declaramos que o pecado é real, mas a graça é bem mais poderosa para transformar o pecador arrependido.

O pluralismo religioso, que prega que todos os caminhos levam a Deus, é radicalmente incompatível com a mensagem de I Coríntios 2. Paulo afirma que sua pregação não se baseava na persuasão humana, mas no testemunho de Jesus Cristo e Este crucificado (vs. 1-5).

A exclusividade do evangelho é fundamental na sabedoria de Deus, que o mundo não pode compreender por meios naturais (I Coríntios 2:6-8). Somente pelo Espírito Santo podemos discernir as verdades espirituais (vs. 9-16). Não se pode tratar a fé como uma questão de opinião ou escolha cultural, pois é uma revelação sobrenatural – é de origem divina!

• A cruz não é apenas um símbolo de nossa fé, mas o coração do evangelho, que expõe a fraqueza humana e exalta o poder divino.

• A pregação do evangelho não visa agradar o mundo, mas revelar a Cristo, mesmo quando isso causa escândalo.

• O evangelho não se adapta ao mundo com sua sociedade pervertida, ele o transforma. Para tanto, devemos ser fiéis à mensagem revelada, não à opinião pública.

• Ser igreja é viver na contramão do mundo, mantendo os olhos na cruz, não focando na aprovação humana.

• Os cristãos são chamados a ser luzes na escuridão, mesmo que a claridade incomode quem está acostumado com as trevas.

O verdadeiro reavivamento surge quando abandonamos a sabedoria humana e permitimos que o Espírito revele em nós as profundezas de Deus! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 1 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 1 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 1 by Luís Uehara
11 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/1

Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.

O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados “irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (vv. 7, 8).

Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. “Acaso Cristo está dividido?”, perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).

A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (NVI).

Michael W. Campbell
Diretor de Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara