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592 palavras
1-18 Esta canção serve como ligação entre a experiência do êxodo e a jornada no deserto. É um dos mais antigos exemplos de poesia hebraica e pode ser dividida em três seções (vs. 1b-6, 7-11, 12-17). Cada seção contém versos que testemunham o livramento do Senhor (vs. 1b-3, 7-8, 12-13), então versões de narrativa e coração (vs. 4-5, 9-10, 14-16a). Cada seção contém um verso que louva diretamente a Deus (vs. 6, 11, 16b-17). Adoração e serviço estão no centro da experiência do êxodo (Andrews Study Bible).
O tema desta canção celebra a intervenção divina na derrota daqueles que perseguiam o Seu povo (Bíblia Shedd).
7 derribas. A suprema excelência de Deus se revela quando, em Cristo Jesus, derriba as obras de Satanás, o reino do maligno, e anula o efeito do pecado na vida humana (Bíblia Shedd).
10 sopraste. Ex. 14.21 nos mostra que as águas do mar foram afastadas por um forte vento (Bíblia Shedd).
11 entre os deuses. Não que Moisés pensasse que existiam outros deuses, mas sabia que as superstições do povo do Egito, com respeito aos ídolos, eram grandes, e que os israelitas tinham passado quatro séculos nesse ambiente ( cf Sl 135.15-18). Santidade. É justamente isto que faltava na ideia que os pagãos fizeram da natureza de Deus. Esta é a característica especial de Deus e é isto que se exige dos crentes (Hb 12.14) (Bíblia Shedd).
12 a terra os tragou. Utilizado em sentido poético ao descrever a água cobrindo o exército e o cobrindo da vista. Enquanto parte da terceira seção, que olha para o futuro, pode estar apontando para a morte daquelas pessoas que se oporão aos filhos de Israel em sua jornada a Canaã (Andrews Study Bible).
14 agonias apoderaram-se dos moradores da Filístia. O povo que, justamente na época do Êxodo, estava chegando à costa da Palestina, os filisteus, juntamente com Edom e Moabe, os vizinhos daquela Terra Prometida, e os cananitas que ali habitavam, logo teriam que desocupar o lugar para a habitação do povo de Deus. A fama do Êxodo logo se espalhou (Bíblia Shedd).
17 plantarás. O símbolo do povo de Deus era uma videira plantada e cultivada por Ele (Sl 80.8), que cresceu até sua plenitude na pessoa de Jesus Cristo (Jo 15.1). aparelhaste. Fazia séculos que o povo de Israel era herdeiro da promessa de “uma terra que mana leite e mel” (3.8; 13.5; Gn 13.14-16) (Bíblia Shedd).
20-21 A canção de Miriã serve como um coro ou ponte que poderia ser repetida entre as seções (Andrews Study Bible).
20 Miriã é a irmã de Moisés e uma das quatro mulheres que recebeu o título de profetisa no VT. A outras são: Débora (Jz. 4:4), Ulda (2 Rs. 22:14) e Noadia (Neem. 6:14) (Andrews Study Bible).
22 Sur. A parte da península do Sinai que fica próxima do Egito (Bíblia Shedd).
25 clamou. O recurso de Moisés quando tudo ia mal era saber recorrer à Fonte de Bênçãos, o Deus Onipotente. Árvore [que tornou as águas potáveis]. Há arvores no Peru que têm esta qualidade, mas nenhum dos moradores das regiões do Sinai conhece algo semelhante; era necessário haver uma revelação divina em resposta à oração de Moisés. Vê-se aqui uma ilustração do madeiro, a Cruz de Cristo que pode resgatar do julgamento mais amargo (Bíblia Shedd).
provou. O verbo hebraico pode também significar “treinou” (Andrews Study Bible).
25b-26 Deus estabelece os princípios guia de Seu relacionamento entre Ele e Israel. Saúde é uma das principais preocupações nas leis do Pentateuco. Na fronteira de Canaã uma promessa similar é repetida (Deut. 32:1-4) (Andrews Study Bible).
27 Então. Os que viajam para o sul de Sinai descobrem este oásis, depois de um dia de viagem a camelo além de Mara (Bíblia Shedd).
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“O Senhor é a minha força e o meu cântico; Ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu O louvarei; Ele é o Deus de meu pai; por isso O exaltarei” (v.2).
Maravilhados com um livramento tão sublime, Moisés e os filhos de Israel formaram o primeiro coral da história da humanidade, entoando um cântico especial ao Senhor. Israel declarou o triunfo divino sobre seus inimigos, louvou a Deus por quem Ele é, relatou detalhes do livramento, exaltou o Senhor acima de todos “os deuses” (v.11), reconheceu a bondade e o cuidado de Deus para com eles e apontou para o futuro glorioso dos filhos de Deus no lugar que as mãos do Senhor estabeleceram em Seu reino eterno. Deve ter sido realmente emocionante participar desse coro poético e profético, que foi seguido pelo cântico festivo e alegre de Miriã e das mulheres.
No entanto, ao chegarem em Mara – nome dado ao lugar devido à situação que enfrentaram –, os filhos de Israel descobriram que as águas eram amargas. Essa descoberta promoveu a segunda murmuração entre o povo. Será que o Senhor, que operou tantos prodígios no Egito e que abriu o Mar Vermelho, não poderia cuidar de suas necessidades mais básicas? Não sabemos qual árvore Deus mandou Moisés lançar nas águas, nem se ela tinha alguma propriedade medicinal. O certo é que, através daquele simples ato de obediência, Deus tornou as águas doces, saciando a sede do povo. Ali mesmo, o Senhor lhes deu “estatutos e uma ordenação” (v.25), que provariam a fidelidade dos filhos de Israel, e disse:
“Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos Seus olhos, e deres ouvido aos Seus mandamentos, e guardares todos os Seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois Eu sou o Senhor, que te sara” (v.26).
Essa é uma das mais lindas promessas de Deus a Israel: se o povo andasse com o Senhor em obediência, Ele o recompensaria com saúde. O destino seguinte foi uma amostra de que, mesmo no deserto, Deus poderia suscitar um oásis. Essa é uma lição que precisamos levar para a nossa vida. Quando confiamos no Senhor, em Seus planos e que Ele sempre tem o melhor para nós, mesmo no deserto das tentações e dificuldades, se permanecermos fiéis à Sua Palavra, Ele é fiel em cumprir Suas promessas e nos levar para junto das águas de descanso.
Diante do Mar Vermelho, Moisés e o povo cantaram ao Senhor. Mas aproxima-se o tempo em que os salvos estarão “em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” e entoando “o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” (Ap.15:2-3).
Moisés dirigiu o primeiro coral da Terra e fará parte do primeiro coral da eternidade. Eu também quero estar lá. E você? Não permita que as dificuldades o ceguem para o que Deus já operou em sua vida no passado. Clame ao Senhor, e Ele transformará suas amarguras em doces lembranças de Seu amor e cuidado. Você obedecerá ao Senhor porque O ama, e Ele fará da sua vida uma prova viva da fidelidade de Suas promessas.
Cantemos com alegria, amados:
“Deus é tão bom,
Deus é tão bom,
Deus é tão bom,
Deus é bom pra mim.
Ele voltará,
Ele voltará,
Ele voltará,
Voltará pra mim”.
Vigiemos e oremos!
Bom dia, futuro coral do Céu!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 15 – Deus merece ser exaltado por Seus maravilhosos feitos. Devemos aprender grandes verdades com Moisés e Miriã – mulher que recebe a primeira menção possuindo dom de profecia. Além de profetiza, Miriã era musicista, cantora, regente e compositora (Êxodo 15:20-21).
Sem conhecer teologia não há verdadeira doxologia. “O amor de Deus resulta em Israel ser vitorioso sobre o Egito e outras nações que tremem diante da grandeza do Senhor (15:13-16) e, por fim, em ‘plantar’ os israelitas na terra, a qual fora prometida desde tempos tão remotos quanto Gênesis 12:10-9 (15:17)… O louvor começa com reconhecimento do caráter de Deus. Neste cântico assinala-se devidamente o poder de Deus como prova do amor e incomparabilidade divinos. Entretanto, o louvor não para por aqui, pois conduz à maneira como o povo escolhido relacionar-se-á com Yahweh. Eles devem retribuir o ‘amor’ incansável de Deus (15:13) de alguma maneira que não seja apenas cantar”, explica Paul House.
Música é o extravasar do coração. É dizer algo profundo com emoção. É a gratidão buscando impulso para sua expressão. Assim surge o louvor ao Deus Protetor, Abençoador e Libertador.
Instrumentos musicais alavancam o que apenas as palavras cantadas anseiam expressar. Por isso, todos os instrumentos têm o seu lugar na adoração ao Criador. A teologia correta em forma poética, e a gratidão a Deus em forma de canção, é um dos gestos mais sublimes da adoração!
Sandro Baggio avaliou que, lamentavelmente, nos dias atuais, “os músicos cristãos precisam romper com a mediocridade e desenvolver uma criatividade madura e contextualizada em suas letras”; pois, “grande parte dos compositores cristãos da atualidade, como diz Franky Schaeffer, parece ter ‘um Q.I. trinta pontos menor do que o de uma água-viva retardada’. Basta olhar para a maioria das letras de músicas cristãs da atualidade para constatar tal afirmação. A maioria delas se resume em repetir chavões…”.
Deus não apenas abre e fecha o mar, Ele transforma águas amargas em águas doces; assim quer Ele transformar nossa vida durante a jornada neste mundo causticante.
Sem harmonia com a vontade divina, a cantoria estará desafinada. É inadmissível compor um louvor sem experiência com o Senhor.
Então, experimente Seu poder para louvá-Lo com prazer, ao entoar o “Cântico de Moisés” após as 7 últimas pragas (Apocalipse 15:1-8) – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 14 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/14
“O SENHOR lutará por vocês; tão somente acalmem-se”. Êxodo 14:14
O capítulo da travessia pelo Mar Vermelho parece um filme moderno que envolve ação, terror, adrenalina. Seria mais ou menos assim: bem ali atrás está o bandido te alcançando, ele te persegue ferozmente. Sua fragilidade o faz sentir vontade de baixar a guarda, entregar os pontos. Então se levanta alguém e diz que é possível sim passar pelo mar. Parece mais fácil retroceder, se entregar, continuar a vida de escravidão. Nesse ínterim, você clama desesperadamente por socorro, e a voz de Deus diz: “Por que clamas a mim? … Marche” (15).
Dar o primeiro passo é nossa resposta positiva ao livramento do Senhor. As próximas cenas são rápidas. O povo marcha, o mar se abre, os inimigos são destruídos e o povo é posto em liberdade.
O mar está à sua frente e o inimigo te alcançando? Dê o primeiro passo, marche em direção à vitória, confie, acredite, coloque a sua vontade ao lado da vontade do Senhor. Ele pelejará por você!
O relato da libertação dos exércitos inimigos quando não havia saída humana nos assegura que quando confiamos nEle e seguimos as suas orientações Deus pelejará por nós e fará grandes proezas. E como consequência, desejaremos louvá-Lo e exaltá-Lo pelo que Ele é e faz.
Juliana Lang da Silva
Professora e secretária
Atualmente dona de casa e mãe de Laura e Pedro
Gravataí, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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760 palavras
1-4 Um reflexo do plano da salvação, o livramento do Mar Vermelho não foi um pensamento posterior de Deus, mas foi iniciado por Ele. Andrews Study Bible.
2 As cidades aqui mencionadas até hoje não foram localizadas com certeza, mas parecem se tratar de pontos um pouco ao norte dos limites atuais do Mar Vermelho. Bíblia Shedd.
4 serei glorificado. Sl 76.10 nos ensina que até a ira dos homens há de glorificar a Deus. Isto quer dizer que nem as piores circunstâncias terrestres (Tg 1.20) podem ofuscar a glória de Deus, mas, sim, até mesmo contribuir para ela, juntamente com o resto do universo (Sl 19.1). Bíblia Shedd.
5 Que é isto que fizemos? Isto [o ataque aos israelitas] não foi uma decisão arbitrária somente do faraó. Ele teve amplo apoio de seu exército que também queria vingança. Andrews Study Bible.
10-11 temeram …. disseram. A primeira reação (ficar aterrorizado) é natural; a segunda (reclamar) estabeleceu um padrão para as crises posteriores (15:24; 16:2; 17:3). Andrews Study Bible.
11 Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito? A primeira de uma longa série de queixas e lamúrias que Moisés precisou enfrentar por quarenta anos. O libertador de um povo com espírito de escravidão, tem uma tarefa das mais difíceis. Vê-se que quem escravizava o povo não era só o Faraó, mas também a própria mente mesquinha que achava melhor viver como boi ou cavalo, apenas com a comida garantida. Bíblia Shedd.
13 aquietai-vos e vede. Aqui está a importantíssima doutrina da fé. O povo, tendo finalmente obedecido à chamada de Deus para sair da escravidão e tão somente servi-Lo, se viu numa situação humanamente impossível, por ter seguido às instruções do servo de Deus. Então veio a hora de parar de debater, de se preocupar, e começar a possuir esta fé dinâmica que, embora pareça ser “apenas ficar quieto”, é, na verdade, o canal pelo qual a plenitude do poder intervém. É um exemplo da fé salvadora, que aceita a obra de Cristo e não se apoia na força humana. Bíblia Shedd.
15 clamas. Devemos entender aqui que Moisés estivera orando. Bíblia de Genebra.
18 saberão. Apesar do peso das pragas e punições, é melhor reconhecer a Deus aqui na terra, do que ser forçado a reconhecê-Lo no dia do julgamento. Daí se compreende que os milagres do Êxodo deram uma oportunidade para a salvação dos egípcios. Bíblia Shedd.
19 Anjo … nuvem. O Anjo do Senhor é identificado com a própria presença de Deus na nuvem (23.20-22). Bíblia de Genebra.
19-31 O Anjo do Senhor, a nuvem, e o próprio Deus são utilizados intercambiadamente nesta seção. Andrews Study Bible.
21-22 As imagens utilizadas aqui e amplificadas no cap. 15 são as da criação. Deus está re-criando um povo. Assim como o Espírito de Deus pairava sobre as águas (Gn 1:2), Moisés manteve seu bastão sobre o mar. Deus então separou a água na criação assim como separou o mar, fazendo nos dois casos aparecer a terra seca (Gn 1:9). Andrews Study Bible.
21 vento oriental. Deus envia o vento para realizar os seus propósitos, mas um poder sobrenatural maior do que isso foi necessário para manter a água de cada lado da rota de escape para, em seguida, devolver a água com força suficiente para destruir o exército de Faraó. Bíblia de Genebra.
24-25 Na vigília da manhã. A última vigília estaria entre 2 às 6h da manhã. O grande aparato do exército egípcio, em especial seus carros de guerra, encontram seu maior obstáculo ao entrarem em batalha com o Deus vivo. Mesmo os egípcios tinham de conhecer Deus. Andrews Study Bible.
26-28 Note a criação em reverso, ecoando o caos de Gn 1:2. A terra seca desaparece quando o mar retorna, afogando os egípcios. Andrews Study Bible.
30 Israel viu os egípcios. Os que estavam sempre perante os israelitas como perseguidores temíveis, agora não passavam de cadáveres. Também o crente, pela fé, deve encarar os problemas da vida, já vencidos por Cristo. Bíblia Shedd.
30-31 Deus escolhe fortalecer a liderança de Moisés ao trabalhar através dele e não agir sozinho. Estes são versos chaves. É somente aqui que o povo finalmente deixa a influência egípcia e se torna livre. Eles foram testemunhas de seu livramento dramático iniciado e completado por Deus. Andrews Study Bible.
31 temeu … confiou no Senhor e em Moisés, seu servo. Infelizmente esta confiança dependia da prosperidade dramática visível, enquanto Moisés, o herói da fé, vivia como “quem vê aquele que é invisível” (Hb 11.27). Bíblia Shedd.
Nesse ponto, Israel é uma comunidade que professa fé. Mais tarde, no deserto, eles apostatarão e ficarão sujeitos à ira de Deus (Nm 14; Sl 95). A igreja, como uma comunidade que professa fé, deve evitar esse exemplo. Bíblia de Genebra.
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“O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis” (v.14).
A notícia de que Israel estava em lugar oportuno para a captura chegou aos ouvidos de Faraó, que, reunindo seu exército com “seiscentos carros escolhidos e todos os carros do Egito com capitães sobre todos eles” (v.7), foi ao encontro da multidão encurralada. Vendo que “os egípcios vinham atrás deles”, o medo tomou conta do coração dos israelitas, e “clamaram ao Senhor” (v.10). Mas parece que havia uma turma causando murmuração no meio do povo e declarando que não tinha saído do Egito por vontade própria. A missão de Moisés começava a dar os primeiros sinais das dificuldades que teria de enfrentar.
Porém, ao alcançar o lugar em que estavam acampados os filhos de Israel, os egípcios foram interceptados pelo próprio Senhor, que se interpôs entre eles e o Seu povo numa coluna de nuvem que “era escuridade” para Faraó e seus homens e claridade para os hebreus. Mas surpresa maior aconteceu quando perceberam que o mar não era mais um obstáculo para Israel, mas o caminho de sua liberdade definitiva. Aquele caminho em seco, com as águas “qual muro à sua direita e à sua esquerda” (v.22), foi o palco do livramento dos exércitos do Senhor e da destruição dos exércitos de Faraó. Vendo tudo o que havia acontecido e “os egípcios mortos na praia do mar” (v.30), “o povo temeu ao Senhor e confiou no Senhor e em Moisés, Seu servo” (v.31).
A ira do inimigo tem se manifestado sobre o povo de Deus em todos os tempos. E, em cada geração, Satanás tem estudado os melhores meios de “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10) a humanidade, mas, principalmente, os fiéis servos de Cristo. Ele arregimenta seus anjos caídos e formula planos de acordo com o que supõe ser a melhor estratégia para cada caso. Sabemos, contudo, que a ira do inimigo será manifestada com toda a sua força nos últimos dias contra “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Quando parecer que o povo de Deus está encurralado, sem ter como escapar, com um inimigo e seu exército irados à sua espreita, Deus manifestará o Seu poder e dará livramento aos filhos do Seu povo, pois “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).
E o que Satanás julgava ser a oportunidade de destruir os fiéis será, na verdade, o eterno livramento deles. Temeram a Deus, confiaram nEle e nos Seus profetas; portanto, obterão segurança e prosperidade para sempre. Como está escrito: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Eu almejo fazer parte deste grupo seleto que testemunhará em vida o retorno de Jesus! Tomara que a nossa geração desperte sem ter que passar pela quarentena no deserto! Mas sejamos aquela que, muito em breve, dirá: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará: este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).
Pai Santo, qual coluna de nuvem clareia o nosso caminho na noite deste mundo para que a nossa vida esteja escondida com Cristo em Ti. Que o Teu Espírito nos seja qual muro protetor, para que não nos desviemos para a direita nem para a esquerda, mas prossigamos em frente, temendo ao Senhor, confiando em Ti e nos Teus servos, os profetas. Queremos ver Cristo voltar e subir com Ele. Ajuda-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 14 – A perseguição ao fiel povo de Deus pelos infiéis não é característico do tempo do fim. A história dos crentes, no Antigo e Novo Testamento, é caracterizada por perseguição descarada.
Em Êxodo 14 a perseguição ao povo de Deus tornou-se terrível frustração; o mesmo acontecerá aos perseguidores no tempo do fim (Daniel 12:1). O foco do fiel não está na força do mal, mas no poder divino que humilha e frustra até mesmo aos poderes do diabo.
A ambição que derrotou Lúcifer no Céu (Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:13-18; Apocalipse 12:7-9) está nas pessoas desde os primórdios (Gênesis 10:8-11). Além de Ninrode, muitos outros ambiciosos lutaram pelo poder (inclusive Faraó, que pensava ser um dos principais deuses egípcios). O Egito teve todas as bênçãos conquistadas por José (Gênesis 57:13-28) devastadas pelo orgulhoso e ambicioso Faraó; o qual, frustrado e enraivecido, saiu a recuperar, ao menos, os escravos “que haviam fugido” (Êxodo 14:5).
A ambição entorpece a razão. O orgulho ferido age irracionalmente. Orgulho e ambição preparam no coração um solo fértil para a autodestruição.
“Como Deus é eterno, onipresente e onipotente, e sustenta todas as coisas pela palavra de Seu poder, e em Quem todas as coisas existem, a relação da criatura com Deus somente poderia ser uma relação de ininterrupta, absoluta e universal dependência. Tão certo como Deus, pelo Seu poder, criou-nos uma vez, assim também, pelo mesmo poder, Deus nos sustenta a cada momento”, argumenta Andrew Murray. Tais verdades, os egípcios deveriam ter aprendido; era isso que Deus queria ensinar aos israelitas; e, a mesma verdade quer que Seu remanescente aprenda antes da libertação final liderada por Jesus, o qual luta por Seu povo (Êxodo 14:14).
Faraó não pensou na consequência de lutar contra Deus. Possuindo o maior exército mundial, saiu para resgatar os escravos das mãos divinas. A ganância promove ignorância. Mal sabia ele que sua teimosia ambiciosa colaboraria para que os egípcios aprendessem de fato que Deus é o Soberano do Universo.
Pela ganância, o melhor exército do mundo afogou-se nas águas do Mar Vermelho; e, os frágeis escravos experimentaram graciosa libertação divina, atravessando a seco o mesmo mar!
Não tem nada pior que afrontar Deus; e, não há nada melhor que submeter-se a Ele aguardando livramento! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 13 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/13
A nuvem misteriosa (Êx. 13:21) significando a presença de Deus continua a aparecer por toda a Escritura. Em Levítico vemos que essa nuvem permanece não só sobre o tabernáculo recém-construído, mas também dentro dele (Lv 16:2). Em Números 9:15 essa nuvem que permaneceu “desde o entardecer até o amanhecer … por cima do tabernáculo” (NVI) está também associada com as nuvens com as quais aquEle “semelhante a um filho do homem” (NVI), se aproxima do Ancião de Daniel 7:9, 13.
Em Marcos 14:62, Jesus de Nazaré está diante do sumo sacerdote, Caifás, e lhe diz: “vereis o Filho do Homem assentado à direita do Poderoso vindo sobre as nuvens do céu” (NVI). Caifás sabia exatamente o que Jesus estava dizendo: Ele estava se igualando com Yahweh [YHWH], que conduziu Israel através do deserto através da “coluna de nuvem” (v. 21). Neste momento, Caifás fez algo que o sumo sacerdote nunca deveria fazer (veja Lv. 21:10): rasgou as suas roupas. Ao fazer isso, ele anulou efetivamente o sacerdócio, dando lugar ao novo Sumo Sacerdote que estava diante dele.
Este mesmo Sumo Sacerdote voltará um dia à terra: “Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até mesmo aqueles que O traspassaram…” (Ap 1:7 NVI).
Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara