Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 36 – Tudo o que temos resulta da imensurável generosidade de Deus. Ele doa para Sua missão através de nós. Recursos que ofertamos, primeiro Deus nos entregou. Ele é dono de tudo e todos. Como nosso proprietário, Deus investe em Sua própria obra e o faz colocando Seus recursos em nossas mãos, para que os administremos conforme a Sua perfeita vontade.

Apreender essa importante verdade nos fará conscientes: Não gastaremos de qualquer jeito nem esbanjaremos o dinheiro de Deus; pois, além de desperdiçar o que não é nosso, estaremos cientes que prestaremos contas ao Seu verdadeiro dono.

Sendo honestos e fieis administradores do recurso que Deus nos confia, sempre haverá o necessário para Seus propósitos terrestres. Ou melhor, Deus nos concede mais do que o necessário – para que invistamos em Sua missão. Caso sejamos dadivosos como os generosos israelitas, em algum momento será necessário pedir-nos para não trazer mais ofertas. “Pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra” (Êxodo 36:1-7).

Nestes dias finais da história do pecado, “Deus nos chama para ser colaboradores Dele. Essa é a mensagem que Ele nos envia de diversas maneiras. A mensagem deve ser apresentada para aqueles que não conhecem o Senhor. A Bíblia precisa ser lida para quem quiser ouvir. O Espírito Santo coopera com aquele que abre as Escrituras para os outros. O ministro que é um pastor verdadeiro anuncia a Palavra ao povo… A obra precisa ser realizada em nosso país e em outras terras. Esse trabalho requer o dinheiro que o Senhor nos confia… Não é a devolução dos dons confiados por Deus que deixa a pessoa pobre. Mas a recusa em fazê-lo leva à pobreza, pois o maior propósito para o qual os recursos divinos devem ser usados é a manutenção dos obreiros na grande seara a ser colhida” (Ellen White, Manuscrito 124, 1898).

A construção do Santuário só foi possível porque os israelitas não foram egoístas, nem avarentos materialistas (Êxodo 36:8-38); o mesmo sucederá na pregação escatológica quando o amor altruísta for o impulso do remanescente ao anunciar o puro evangelho num mundo repleto de discursos espúrios (Mateus 24:10-14).

Antes do advento de Cristo, Deus procurará adoradores que O adorem em espírito e em verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 35 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 35 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 35 by Luís Uehara
10 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/35

Israel contribuiu para o tabernáculo de Deus manifestando um espírito de boa vontade. A ideia de doar com um espírito voluntário é repetida cinco vezes (versos 5, 21, 22, 26, 29).

Apesar da obediência à lei de Deus ter sido firmemente estabelecida, a adoração a Deus é baseada na liberdade de escolha. Um espírito voluntário é fruto de um coração agradecido e este é o verdadeiro espírito de adoração, estabelecido na construção do tabernáculo.

Os presentes trazidos pelo povo foram o fruto da condição de seu coração. A beleza das valiosas doações de ouro, bronze, pedras raras, deveria agradar aos olhos, apenas como um lembrete da beleza da relação entre Deus e Seu povo. O simbolismo visto dentro do tabernáculo deveria caracterizar a relação de Deus não só com Israel, mas com toda a raça humana.

Questões para reflexão: A beleza do santuário de Deus e das obras ali construídas contradiz o mandamento dado em Êxodo 20:4 de não se adorar imagens de esculturas? De que modo é diferente? Como pode o contexto apropriado dar novo entendimento ao significado das imagens?

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2025, 0:50
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674 palavras

toda a congregação. Os israelitas estavam prontos para começar a planejada construção do tabernáculo (Êx 25-31) adiada por causa da apostasia (Êx 32; PP, 343) e pela necessidade de renovação da aliança (Êx 33, 34). Visto que esse era um projeto no qual todos do povo estavam interessados e envolvidos em razão de suas ofertas (25:2-7) e de seu trabalho (ver Êx 28:3; 35:10, 25, 36:4; 39:42), Moisés os reuniu para dar as primeiras instruções. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 732.

1-3  A obra do tabernáculo começa com uma admoestação para se guardar o sábado, da mesma maneira que as instruções para a obra tinham sido concluídas com tal exortação. Bíblia de Genebra.

seis dias. Os hebreus estavam envolvidos num empreendimento sagrado e podiam pensar que isso seria desculpa para trabalhar no sábado. No entanto, não deviam permitir que a natureza sagrada do trabalho os enganasse, levando-os a negligenciar a observância desse dia. Essa é uma lição para os ministros e outros que fazem o trabalho de Deus no Seu dia. A construção do tabernáculo, com as diferentes habilidades e os materiais requeridos, era trabalho material, e, portanto, não constituía uma ocupação apropriada para o santo dia do Senhor. CBASD, vol. 1, p. 732.

Não acendereis fogo. Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável. O clima relativamente quente da região do Sinai tornava desnecessário o aquecimento artificial, e o fogo seria usado apenas para cozinhar. … Esta ordem ainda é obedecida de forma rigorosa, mesmo em lugares de clima frio, pelos judeus caraítas, que não permitem fogo nem luz em seus lares no dia de sábado. Contudo, muitos dos judeus consideram que a ordem era de caráter transitório e usam tanto fogo quanto luz, mesmo na Palestina. Contudo, judeus estritamente ortodoxos não cozinham aos sábados. CBASD, vol. 1, p. 732.

Deus quer tirar até a tentação de fazer vários tipos de trabalho; o único fogo, aqui que queima no sábado, é o fogo dos altares do templo de Deus. Bíblia Shedd.

35:4 – 39:43 Esta seção inteira baseia-se nos capítulos 25-31, mas segue uma ordem diferente. Enquanto os capítulos 25-31 deram as instruções para o tabernáculo, esta seção descreve a sua construção. Bíblia de Genebra.

Semelhante repetição era uma característica da literatura do antigo Oriente Médio e tinha o propósito de fixar na mente do leitor os pormenores de uma narrativa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11-19 Um resumo dos objetos sagrados descritos nos capítulos 25 até 30. Bíblia Shedd.

21 Todos aqueles cujos corações foram movidos deram alegremente para a Tenda do Encontro (também chamada de tabernáculo). Com grande entusiasmo eles deram porque sabiam quão importante sua oferta era para a construção da casa de Deus. Pilotos de avião e operadores de computadores podem pressionar botões de teste para verificar se seus equipamentos estão funcionando apropriadamente. Deus tem um botão rápido de teste para verificar nosso nível de comprometimento – nossas carteiras. Life Application Study Bible NVI.

22 fivelas, pendentes, anéis. As pequenas economias do povo nômade sempre se constituíram de joias e enfeites. Mesmo quando os atavios não eram mais usados (33.6), eram guardados como dinheiro. Bíblia Shedd.

25 mulheres hábeis traziam o que tinham fiado. Fiar era uma arte comum entre as mulheres dessa época, ricas ou pobres. Havia trabalho para todos na construção do tabernáculo e de sua mobília. CBASD, vol. 1, p. 732.

26 pelos de cabra. O método mais comum de fazer material para tendas; era o ofício do apóstolo Paulo, que lhe dava o sustento durante as viagens missionárias (At 18.3). Até hoje se fabricam tendas desse tipo no Oriente. Bíblia Shedd.

Todas que fiavam roupas fizeram uma linda contribuição para o tabernáculo. Bom trabalhadores se orgulham da qualidade e beleza de seu trabalho. Deus se interessa com a  qualidade e beleza do que você faz. Seja você um executivo de negócios ou um caixa de loja, seu trabalho deveria refletir as habilidades criativas que Deus lhe deu. Life Application Study Bible NVI.

27 príncipes. Não no sentido de filhos de família real, mas líderes entre o povo, talvez os chefes de mil (18.25). Bíblia Shedd.

29 oferta voluntária. Generosidade e fidelidade são o que torna nosso serviço aceitável a Deus (PJ, 402), e Ele nos recompensa segundo Sua generosidade (PJ, 397). CBASD, vol. 1, p. 732.



Êxodo 35 – Rosana Barros by Ivan Barros
10 de julho de 2025, 0:45
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“Os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao Senhor, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o Senhor tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés” (v.29).

Antes de proferir os Dez Mandamentos no Monte Sinai, Deus orientou o Seu povo sobre a guarda do sábado como um santo dia de descanso (Êx.16:29). Antes de dar as instruções sobre a construção do santuário, Ele novamente enfatizou o descanso semanal sabático (Êx.23:12-13). Antes que Moisés descesse do monte, Deus replicou: “Certamente, guardareis os Meus sábados”, e o instituiu como um sinal entre Ele e Seu povo (Êx.31:13). E, antes de iniciarem os preparativos para a construção do santuário, mais uma vez enfatizou a observância do “sábado do repouso solene ao Senhor” (v.2). Inquestionavelmente, Deus estabeleceu este dia como o porto seguro do viajante cansado e uma lembrança permanente de Sua criação e redenção.

A fidelidade quanto ao descanso do sétimo dia promoveria nos filhos de Israel a verdadeira adoração e a confiança na provisão divina. O maná diário e a porção dobrada ao sexto dia eram uma constante prova do cuidado do Senhor para com o Seu povo e deveria despertar-lhes gratidão e espírito voluntário. Quando Moisés transmitiu aos filhos de Israel “a palavra que o Senhor ordenou” quanto às ofertas voluntárias, prontamente “veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu e trouxe a oferta ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes sagradas. Vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração” (v.21-22). A introdução acerca do sábado em cada momento importante na jornada de Israel era uma lição de fidelidade e a oportunidade de fortalecer a identidade de um povo separado “de todos os povos da Terra” (Êx.33:16).

Bezalel foi eleito pelo Senhor para liderar a obra da construção do santuário, “e o Espírito de Deus o encheu de habilidade, inteligência e conhecimento em todo artifício […] e para toda sorte de lavores” (v.31 e 33). “Também lhe dispôs o coração para ensinar a outrem, a ele e a Aoliabe” (v.34). Aos dois cumpria não somente realizar a obra que lhes foi designada, mas também instruir a outros no mesmo ofício. A operação matemática das bênçãos de Deus é sempre a de dividir para multiplicar. O Seu desejo não era que Israel estabelecesse um reino de portas fechadas, mas que sua fama corresse o mundo, de forma que todos pudessem declarar: “Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6). Assim como precisamos das leis de trânsito para termos o mínimo de segurança nas estradas, quanto mais necessitamos das leis do Senhor para nos assegurar a vida, e vida eterna.

Há um mundo perecendo porque lhe falta o conhecimento do Senhor. Quando nos dispomos, pela graça de Deus, a andar em novidade de vida, buscando ser fiéis aos Seus mandamentos, o Espírito Santo nos reveste com as vestes da justiça de Cristo e nos torna obreiros habilidosos e multiplicadores da esperança. Somente quando entendemos que o sábado não é apenas um dia, mas o sagrado privilégio de desfrutarmos um prelúdio da eternidade, nosso coração se enche de gratidão por podermos adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). O sábado é um tempo de encontro semanal entre a criatura e o Criador e um tempo oportuno de ensinar a outros sobre a verdade que um dia nos libertou.

Abandone os preconceitos com relação a este mandamento que é tão importante e tão válido quanto os demais (Leia Tg.2:10-12), e, com humildade e sincero desejo de descobrir a verdade sobre o sábado, continue buscando na Palavra do Senhor as respostas às suas inquietações. Que o “Senhor do sábado” (Mt.12:8) te abençoe e te santifique neste dia e te conceda um coração transbordante de gratidão! E que o Espírito Santo te encha de habilidade, inteligência e conhecimento na obra do Senhor.

Nosso amado Deus e Criador, como é maravilhoso saber que o Senhor deseja andar conosco, nos abençoar e que separaste um dia especial por semana para que possamos parar todas as nossas atividades laborais, e andar Contigo e Te adorar de forma especial. Louvado seja o Senhor! Enche-nos, ó Deus, do Espírito Santo, nos habilitando para a Tua obra. Cobre-nos com a justiça do nosso Redentor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres de coração voluntário!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 35 – Assim como a presença de Deus com Israel resultou do livramento da escravidão egípcia (Êxodo 1:1-15:27), Sua presença conosco liberta-nos da escravidão do pecado (Mateus 1:21-23; João 8:32-34). Por conseguinte, a presença constante de Deus com pecadores exige obediência ao compromisso da aliança realizada por Ele – explícito na segunda parte do livro (Êxodo 16:1-40:38). O tabernáculo era o evangelho em símbolos, evidenciando que o verdadeiro evangélico é fiel ao Provedor do Evangelho (Mateus 24:11-13; Apocalipse 14:6-7, 12).

O sagrado dia de sábado é o anel ou aliança de compromisso de Deus com Seu amado povo (Êxodo 35:1-3). É na demonstração de reconhecimento desse dia que o povo revela Seu compromisso com Deus. “Esse princípio básico da adoração de Israel foi mais uma vez declarado e salientado” destaca Merrill F. Unger. Deus relembra várias vezes a sacralidade do sábado, para que o secularismo, o materialismo, o hedonismo, o humanismo, e o racionalismo não obscureçam sua relevância (Êxodo 16:1-34; 20:8-11; 23:10-23; 31:12-17; 34:21).

Assim como Deus separou Seu povo para ser santo, separou o sábado para o lembrar de viver em santidade. “Deus salvou Seu antigo povo de Israel e fez aliança com ele, exigindo dele um estilo de vida coerente com esse chamado santo. Ele exige de todos os que consideram seu povo essa mesma adesão a Seus padrões imutáveis”, argui Eugene H. Merrill.

Enquanto que em Êxodo 25:1 a 31:17 encontramos instruções de Deus para construir o tabernáculo para que Ele pudesse habitar em meio dos pecadores, em Êxodo 35:1 a 40:38 somos informados de como aconteceu a construção do tabernáculo. Essa arquitetura deveria unir o compromisso de Deus de habitar com Seu povo e o compromisso do povo que recebeu o privilégio da presença divina.

Bezalel e Aoliabe citados em Êxodo 31:1-11, principais artesãos da tenda divina, foram novamente destacados em Êxodo 35:30-35. Seus talentos, dados por Deus, mais uma vez observados, mostram a importância dos talentos no serviço a Deus!

Nossa atitude diante do tempo, tesouro e talentos revela nosso real compromisso com Deus! Tempo (Êxodo 35:1-3), Tesouro/recursos financeiros (Êxodo 35:4-29) e Talentos/dons (Êxodo 35:30-35) devem ser integralmente consagrados ao Senhor!

Se Deus não for Senhor de tudo em nosso coração, certamente não O consideremos Senhor de nada! Reavivemo-nos completamente! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 34 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 34 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 34 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 34 by Luís Uehara
9 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/34

Deus proíbe novamente a fabricação de imagens de escultura e ordena que os altares e imagens sejam destruídos e sejam cortados os bosques em que estes ídolos são adorados. Infelizmente, essas medidas não foram sempre seguidas. Mais tarde, ídolos foram colocados até no templo de Jerusalém pelo rei Manassés de Judá no século VII a.C. O culto de adoração a “Asherah” era muito difundido na época, de acordo com o registro arqueológico da descoberta de centenas de deusas de barro. Certamente Deus sabia a tentação que essas imagens seriam para Israel.

E quanto às nossas vidas, hoje? Se o tempo durasse até lá, o que os arqueólogos diriam de nós, milhares de anos à frente, ao escavarem nossas casas? Como interpretariam as telas negras de TV situadas nas paredes de nossas salas de estar e quartos, com assentos posicionados estrategicamente de frente para elas? Será que as interpretariam como objetos de adoração? Quanto tempo passamos com a Palavra de Deus todos os dias, em comparação com as outras distrações da vida?

As palavras de Deus encontradas neste capítulo ainda são verdadeiras para nós: “Porque o SENHOR, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso.” Ele deseja ser tudo para nós, quer ser a nossa alegria!

Michael Hasel
Faculdade de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/34
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2025, 0:50
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1819 palavras

E, passando o Senhor. O nome do Senhor representa Seu caráter, que segundo essa descrição tem três qualidades fundamentais: misericórdia, justiça e verdade. Coloca-se grande ênfase sobre a misericórdia, pois o relacionamento de Deus conosco está baseado nela (1Jo 4:7-12). Ela foi especialmente importante naquele momento em que tinham perdido o favor divino, que não seria restaurado, não fosse Sua misericórdia. … Na revelação do caráter de Deus a Moisés, o Sinai proclama não apenas a lei divina, mas também Sua graça. Esse fato prova que não tem fundamento a noção popular de que o Sinai representa a justiça mas não a misericórdia. A excelsa proclamação da graça feita no Sinai de modo algum anulou a lei nem impediu a justiça divina; em vez disso, esclareceu a relação de uma com a outra. Numa crise posterior, Moisés recordou a Deus do equilíbrio entre justiça e misericórdia proclamado nessa ocasião. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 727.

grande em misericórdia e fidelidade. “Misericórdia”, aqui, traduz o termo hebraico (hesed), que denota a fidelidade da aliança de Deus e a sua devoção ao Seu povo (15.13, nota). Por causa do Seu amor e de Sua fidelidade, Deus não abandonará o Seu povo, mas habitará entre eles no Seu tabernáculo. Bíblia de Genebra.

6, 7 A proclamação pelo Senhor do significado e implicações do Seu nome nesses versículos veio a ser uma exposição clássica muitas vezes relembrada em outros trechos do AT (v. Nm 14.18; Ne 9.17; Sl 86.15; 103.8; 145.8; Jl 4.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés pediu para ver a glória de Deus (33.18) e essa foi a resposta de Deus. O que é a glória de Deus? É o Seu caráter, Sua natureza, Sua maneira de Se relacionar com Suas criaturas. Note que Deus não deu a Moisés uma visão do Seu poder e majestade, mas de Seu amor. A glória de Deus é revelada em Sua misericórdia, graça, compaixão, fidelidade, perdão e justiça. O amor e a misericórdia de Deus são verdadeiramente maravilhosas e nos beneficiamos delas. Podemos responder e dar glórias a Deus quando nossos caráteres se assemelharem ao dEle. Life Application Study Bible NVI.

Aqueles que dizem que o Deus do Antigo Testamento é “vingativo” deveriam também saber que o Senhor é misericordioso, compassivo, muito paciente e cheio de bondade e verdade. Ele perdoa a iniquidade (o mal), a transgressão e o pecado (que erram o alvo da Lei). Se os pecadores recusarem a misericórdia oferecida por Deus no evangelho, então receberão Seu julgamento. Deus jamais os limpará. Sem a intervenção Dele por meio da conversão, os filhos poderão cometer os mesmos erros dos pais. Bíblia Evangelismo em Ação.

7 Porque os pecados afetariam netos e bisnetos? Esta não é uma punição arbitrária. Crianças sofrem pelos pecados de seus pais. Considere o abuso infantil e alcoolismo, por exemplo. Enquanto esses pecados são óbvios, pecados como egoísmo e orgulho não são considerados. As tristes consequências do pecado não são limitadas a membros individuais da família. Tome cuidado para não considerar que o pecado somente afeta você, mas arrependa-se e deixe deles. O pecado pode causar a você pequena dor agora, mas ele pode ferroar uma área mais sensível de sua vida mais tarde – seus filhos e netos. Life Application Study Bible NVI.

segue em nosso meio conosco. Isto é o que o Senhor disse que não iria fazer, porque o povo era pecaminoso e teimoso demais (33. 3, 5). Agora Moisés cita os pecados deles como sendo a razão porque a presença de Deus deve estar lá. De fato, ele está pedindo que o Deus da graça, compassivo e misericordioso, habite no seu tabernáculo entre o Seu povo, e perdoe os seus pecados. E, então, vem o pedido incrível: “toma-nos por Tua herança”. Moisés não diz “dê-nos a nossa herança na terra” (cf. 33.2-3), mas sim “toma-nos como sendo o tesouro especial no Teu amor fiel” (o pensamento contido em 19.5). Bíblia de Genebra.

10 Eis que faço uma aliança. Esta não é uma referência a uma segunda aliança, mas se refere à renovação da aliança, após os eventos do último capítulo. Andrews Study Bible.

farei maravilhas. Estas maravilhas incluiriam a travessia do rio Jordão “a pé enxuto” (Js 3:14-17), a destruição de Jericó (Js 6:15-21) e a morte de seus inimigos pela chuva de pedras (Js 10:1-11). CBASD, vol. 1, p. 728.

coisa terrível. Não para Israel, mas para os inimigos (Dt 10:21; Sl 106:22; 145:6). CBASD, vol. 1, p. 728.

12 não fazer acordo com aqueles que vivem na terra. Israel não deve fazer  um tratado de paz com nenhum dos povos de Canaã para deixar algum deles viver no país. Bíblia de Estudo NVI Vida.

cilada. Os israelitas iam entrar num lugar de cultura elevada, com cidades, agricultura e uma religião organizada, etc. Seria fácil para descendentes de escravos, depois se longos anos no deserto, simploriamente abraçar a organização de Canaã. A todo custo deviam evitar a cilada de aceitar o paganismo e sua cultura. Bíblia Shedd.

12-14 Deus disse aos israelitas que não se unissem em rituais religiosos com o povo pecador à sua volta, mas que dessem absoluta lealdade e exclusiva devoção a Ele. Adoração pagã não pode ser simplesmente misturada com a adoração do santo Deus. Como Jesus destacou: “Ninguém pode servir a dois senhores … Você não pode servir a Deus e ao dinheiro” (Lc 16:13 NVI). O amor ao dinheiro é o deus de nossa época, e muitos cristãos tentam fazer acordo com este deus escravizante. Você está tentando adorar a dois deuses ao mesmo tempo? Para quem você é fiel? Life Application Study Bible NVI.

13 postes-ídolos. Da palavra ‘asherim. Estes “postes ídolos” parecem ter sido objetos de adoração feitos de madeira na forma de árvores truncadas. Essas cepas de árvores, possivelmente ainda com alguns tocos de galhos, eram objetos de adoração. CBASD, vol. 1, p. 728.

Os postes de Asherah eram postes de madeira que existiam junto dos altares a Baal (v. Jz 6:25). Asherah era a deusa consorte (esposa) de Baal. Representava boa sorte na agricultura e fertilidade. Life Application Study Bible NVI.

15 se prostituindo. A palavra é empregada para ilustrar a infidelidade religiosa, mormente porque Deus se revelou como um amantíssimo esposo de Sua nação escolhida (Os 2.16), e porque os ritos de Canaã inculcavam as piores imoralidades sexuais. Bíblia Shedd.

comer dos seus sacrifícios. Participar de alimentos sacrificados a uma deidade pagã é um convite à transigência (cf 1Co 8; 10.18-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 O mês de abibe corresponde ao final do mês de março e início do mês de abril. Life Application Study Bible NVI.

21 na aradura. Visto que nas épocas do plantio e da colheita a tentação de violar o sábado era maior, a ordem é repetida. CBASD, vol. 1, p. 728.

24 alargarei o teu território. Ao contemplar a incomparável superioridade de Israel sobre as demais nações, muitos se uniriam ao povo escolhido de Deus de forma voluntária. Desse modo, as fronteiras de Israel seriam ampliadas até que finalmente “seu reino abarcasse o mundo” (PJ, 290). Jerusalém teria permanecido para sempre (GC, 19) e se tornaria a metrópole de toda a Terra (DTN, 577). CBASD, vol. 1, p. 728.

26 não cozerásA compaixão é mais importante do que um prato. Bíblia Shedd.

28 quarenta dias. Isto duplicou o tempo que Moisés esteve no monte pela primeira vez (Êx 24:18). Nesta ocasião, o povo passou no teste da ausência de Moisés (ver Êx 34:30-32). CBASD, vol. 1, p. 729.

não comeu pão. Nisto também se repetiu a experiência anterior (Dt 9:9-12). A comunhão de Moisés com o Senhor lhe deu força física, e, por isso, ele não sentiu necessidade de comer e beber. As necessidades do corpo não foram sentidas porque os anseios do espírito estavam plenamente satisfeitos (Sl 16:11). Elias (1Rs 19:8) e Jesus (Mt 4:1, 2) são os únicos personagens que também ficaram sem comer e beber pelo mesmo período de tempo. CBASD, vol. 1, p. 729.

escreveu. Na oração final deste versículo o verbo “escreveu” se refere a Deus e não a Moisés (Êx 34:1; Dt 10:1-4). CBASD, vol. 1, p. 729.

O próprio Senhor escreveu os Dez Mandamentos nas tábuas. Bíblia de Genebra.

as palavras da aliança. Os Dez Mandamentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 não sabia Moisés que a pele do seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele. O rosto resplandecente de Moisés era um reflexo da glória divina (2Co 3:7). De forma similar, na transfiguração, a divindade se deixou refletir na humanidade (Mt 17:2). Na ocasião anterior em que Moisés havia estado com Deus, não ficou em seu rosto nenhuma marca visível da presença divina (Êx 24:12-18). Esta diferença se devia em parte ao fato de ele ter passado por uma terrível prova e, com essa experiência amarga, tinha se tornado um homem melhor, mais puro e apto para a íntima comunhão com Seu Deus; e em parte ao fato de o povo estar arrependido, em vez de em rebelião. Moisés tinha demonstrado devoção, coragem e zelo ao refrear a apostasia. … O que está cheio do Espírito de Deus reflete o glorioso caráter de Deus. Dos que vivem próximo a Deus emana uma influência que, embora não percebam, como aconteceu a Moisés, tem notável efeito sobre outros. O ser humano não é tão impressionado com a aquilo que um cristão se esforça para conseguir, mas com o que o cristão consegue de forma inconscienteCBASD, vol. 1, p. 729.

O verbo hebraico traduzido por “resplandecia” relaciona-se com o substantivo hebraico que representa “chifre”. O significado da expressão foi por isso entendido erroneamente pela Vulgata (a tradução em latim), de modo que a arte medieval europeia muitas vezes retratava chifres britando da cabeça de Moisés. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28-35 A face de Moisés brilhava após passar ele tempo com Deus. O povo podia claramente ver a presença de Deus nele. Quão frequentemente você passa tempo a sós com Deus? Apesar de sua face não iluminar um quarto, o tempo passado em oração. lendo a Bíblia e meditando teriam tamanho efeito em sua vida que as pessoas saberiam que você esteve com Deus. Life Application Study Bible NVI.

33 Tendo Moisés acabado de falar. Enquanto Moisés dizia ao povo “tudo o que o Senhor lhe falara” (v. 32), sua face estava descoberta. A partir de então, ele usou um véu sobre o rosto na presença do povo. O ato de cobrir o rosto com o véu aponta para Jesus Cristo, que velou Sua divindade com a humanidade a fim de que pudesse estar com o ser humano (Fl 2:5-11; DTN, 23). Se o Filho de Deus tivesse vindo na glória do Céu, os pecadores não teriam resistido à Sua presença. Mas, como Filho do homem, Ele podia associar-Se livremente com os pecadores e prepará-los para a restauração à imagem de Deus. CBASD, vol. 1, p. 730.

35 viam que a pele do seu rosto resplandecia. A glória refletida no semblante de Moisés ilustra as bênçãos a serem recebidas, pela mediação de Cristo, pelo povo que guarda os mandamentos de Deus” (PP, 330 [339]). CBASD, vol. 1, p. 730.

Testifica de que, quanto mais íntima for nossa união com Deus, e mais claro o nosso conhecimento de Seus mandos, tanto mais plenamente nos adaptaremos à divina imagem, e mais facilmente nos tornaremos participantes da natureza divina. Patriarcas e Profetas, p. 330 [339].



Êxodo 34 – Rosana Barros by Ivan Barros
9 de julho de 2025, 0:45
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“E, passando o Senhor por diante dele, clamou: Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (v.6).

Moisés recebeu a ordem divina de lavrar duas novas tábuas de pedra, a fim de que o Senhor nelas escrevesse “as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas” (v.1). Moisés subiria novamente ao monte Sinai para um encontro particular com Deus. Após o devido preparo, “pela manhã de madrugada, subiu ao monte […] levando nas mãos as duas tábuas de pedra” (v.4). Como um vislumbre do segundo advento, Moisés contemplou o Senhor vindo em uma nuvem e proclamando “o nome do Senhor” (v.5). O idoso líder reagiu com palavras de louvor e adoração. “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, O adorou” (v.8) e intercedeu em favor dos filhos de Israel (v.9).

A resposta de Deus veio em forma de aliança. Toda promessa do Senhor é assinada com o zelo de um Deus que não precisa de terceiros para cumpri-las. No contrato do Céu, as cláusulas são pétreas. Deus estabelece com o Seu povo um contrato de adesão a fim de que possamos usufruir de seus benefícios pela obediência e plena confiança em Suas palavras. O que Ele estabelece como promessa é sempre fiel e verdadeiro. Como Moisés, precisamos ir ao encontro dEle, nas primeiras horas de cada dia, “levando nas mãos” as tábuas de carne do nosso coração (2Co.3:3), exaltando o nome do Senhor e, em atitude de adoração, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Quando há uma íntima relação entre o Senhor e o verdadeiro adorador, há também a resposta do adorador a este encontro privilegiado. Não há espaço para alianças corruptíveis no coração daquele que compreende que “o nome do Senhor é Zeloso” (v.14). O ministério terrestre de Cristo nos deixou o supremo exemplo da fidelidade para com a aliança divina. Mesmo recebendo pecadores e comendo com eles (Lc.15:2), Jesus deixou bem claro o cumprimento de Sua missão de resgate e o limite de ir ao pecador a fim de salvá-lo do pecado, ao proferir as três parábolas de Lucas 15. Não fazer aliança “com os moradores da terra” (v.15) em nossos dias significa atender à advertência escrita pelo apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

A infidelidade para com Deus, ou idolatria, amados, começa com pequenos passos em direção ao pecado. A contemplação tem o poder de transformar tanto para o bem como para o mal. Jesus mesmo afirmou: “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” (Mt.6:22-23). Moisés estava sempre a contemplar o Senhor e Suas obras, sempre a buscar mais de Sua presença, sempre perseverando em avançar no conhecimento de Deus e de Sua vontade. E foi por esta contemplação e busca incansável que todos “viam que a pele do seu rosto resplandecia” (v.35) de santa consagração. Deus faz brilhar a Sua luz na face de todo aquele que verdadeiramente O invoca e confia em Suas promessas. Foi assim com Moisés, foi assim com Jesus (Mt.17:2), foi assim com Estêvão (At.6:15) e será assim com o último povo de Deus, como diz a revelação profética:

“Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência” (O Grande Conflito, p.611).

“Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1Co.10:14). Apeguemo-nos à forte destra dAquele que escreveu com Seu Espírito “as dez palavras” (v.28) que nos guardam e nos livram de nós mesmos. À infidelidade de Israel e dos povos da terra, o Senhor respondeu por intermédio de Seu servo Oseias: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus”, e continuou dizendo, “o Meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os.6:1 e 6). Que conhecimento é este, amados? No próprio livro de Oseias encontramos a resposta: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).

Em Sua intercessão por nós, Jesus também declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Conhecer a Deus, eis a chave que nos abrirá os portais da eternidade! Que enquanto aqui estivermos, perseveremos em crescer neste conhecimento que transforma, que ilumina e que salva.

Nosso Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade, grande é o Teu nome! Queremos Te conhecer, Senhor, e, para isso, Te pedimos o auxílio constante do Espírito Santo, para que até mesmo o nosso rosto testifique de que andamos em Tua presença, para a glória do Teu nome! Que as Tuas dez palavras estejam escritas e gravadas em nosso coração com a tinta celestial do amor e da justiça. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, conhecedores do Deus Zeloso!

Rosana Garcia Barros

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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100