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ÊXODO 40 – Não há melhor presente do que receber a presença de Deus! A ordem para armar o tabernáculo deu-se no primeiro aniversário da libertação do Egito (Êxodo 40:1).
Assim como em Gênesis, a graça de Deus atua na desgraça humana, concedendo privilégios a quem merece mais que a escravidão – pois a morte é salário do pecado (Romanos 6:23).
Ao ter toda a mobília colocada em seu devido lugar tudo foi cerimonialmente consagrada ao Senhor; inclusive sacerdotes e Sumo sacerdotes. Observe que Arão, um líder irresponsável, negligente e mentiroso no episódio da idolatria do bezerro de ouro, foi escolhido como Sumo Sacerdote, juntamente com seus filhos – o mais alto posto no serviço sacerdotal (Êxodo 40:12-16).
Note que o tabernáculo é chamado de “Tenda do Encontro”, e sobre a mesa que ficaria na nessa tenda deveria conter os “pães da Presença”, os quais estariam “diante do Senhor” (Êxodo 40:22-23). Evidenciando, desta maneira, que Deus quer encontrar-Se com pecadores. Sua presença era ilustrada pela arca da aliança, contendo as duas tábuas da aliança – os Dez Mandamentos, que refletem o caráter de Deus –, onde Sua glória Se manifestaria visivelmente (Êxodo 40:20-21).
Tudo o que continha no Tabernáculo visava levar o pecador à presença do Criador – a qual perdera-se devido ao pecado; a oportunidade dessa presença foi restaurada através do plano da salvação, ilustrado na teologia do Santuário. Conquanto, assim que “Moisés terminou a obra”, “a nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés não podia entrar na Tenda do Encontro, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”. Deus, através da nuvem (diurna) e da coluna de fogo (noturna), Se fez perceptivelmente presente na jornada de Seu povo (Êxodo 40:34-38).
A apoteótica presença divina na conclusão de Êxodo era apenas um vislumbre da vinda do Emanuel, que Se faria carne para habitar conosco, visando revelar a glória divina (João 1:1-14); cujo auge se dará em Sua majestosa segunda vinda (Mateus 24:30-31). Enquanto isso, temos Sua presença constante garantida até o fim (Mateus 28:20). Aleluia!
O livro de Êxodo ensina-nos que tudo o que somos e temos devem ser devolvidos ao Senhor de tudo; nisto reside nosso culto/louvor (adoração) ao Deus que concede-nos o privilégio de Sua presença. Consequentemente, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 39 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/39
Temos aqui um vislumbre do ministério de Arão perante Deus em favor dos israelitas. O que impressiona são as minuciosas instruções que Deus deu para a construção da vestimenta do sacerdote. A complexidade da estranha vestimenta com as cores reais – ouro, azul, púrpura e escarlate – o detalhamento da colocação do Urim e Tumim e a existência de cada pedra preciosa no peitoral mostra que Deus atribui grande significado à obra do sacerdote.
Arão tinha que estar sem pecado enquanto usava esse traje no santuário. Assim, na coroa estava gravada a frase “Santidade ao Senhor”. O ministério de Arão era um tipo. O serviço era uma sombra [tipo] do serviço no santuário celestial onde Jesus está ministrando sem pecado. A roupa que Arão foi instruído a usar era um símbolo de intercessão. Arão usava o éfode [roupa externa do sumo-sacerdote] com as doze pedras no peito significando os nomes dos filhos de Israel.
Jesus, nosso Sumo Sacerdote, o antítipo [aquilo que é representado pelo símbolo], está no santuário celestial com os nomes de Seus amados filhos e intercedendo pelos penitentes pecadores diante de Seu Pai. Temos a garantia de que Jesus nunca se esquecerá de nós se fixarmos nossos olhos nEle enquanto Ele ministra no santuário celestial.
Esther Katenga
Universidade Internacional da Ásia-Pacífico
Mauk Leuk, província de Saraburi
Tailândia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/39
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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718 palavras
1 como o Senhor ordenara. Esta expressão se repete sete vezes neste trecho que descreve os atavios sacerdotais (1-31). É para enfatizar que nenhum sacerdote pode vocacionar-se a si mesmo, mas tem de ser chamado por Deus (Hb 5.4-6, onde se vê que o próprio Jesus não arrogou o privilégio a Si mesmo). Bíblia Shedd.
3 de ouro batido. Pela primeira vez explica-se o método pelo qual o fio de ouro era preparado para o bordado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 740.
14 As pedras eram conforme os nomes dos filhos de Israel. A beleza e preciosidade dessas pedras, com os nomes do povo de Deus nela gravados, representavam a glória para a qual Israel deveria ser transformado, como possessão exclusiva de Deus (19.5). De uma forma semelhante os nomes dos doze apóstolos, representando a Igreja de Cristo, estão gravados nas doze pedras preciosas que são os fundamentos da Nova Jerusalém (Ap 21.14-20). Bíblia Shedd.
24 romãs (heb rimmon). Fruta muito apreciada desde os tempos mais remotos. Várias cidades da Palestina tinham esse nome, por exemplo: Rimon (Js 15.32); Gate–rimon (Js 19.45) e En–rimon (Ne 11.29). Do suco da romã se fazia um refresco saboroso, das sementes um xarope e das flores um remédio adstringente. Romãs ornamentais decoraram também os capitéis das colunas do Templo de Salomão (1Rs 7.20) e o siclo de prata [moeda] que circulava em Jerusalém no segundo século a.C. Bíblia Shedd.
28 mitra. Baseado em Is 22.8 (onde no heb temos a forma verbal), pode-se deduzir que era um turbante enrolado em cima da cabeça. Sobre ela se colocará a “lâmina de ouro”, uma espécie de diadema, “coroa sagrada” (30). Foi este último artigo que tinha o significado especial, segundo 28.38 “…para que Arão leve a iniquidade…”; isto é, o sumo sacerdote simbolicamente levava o pecado do povo, como seu representante. Bíblia Shedd.
30 santidade ao Senhor. Quando a coroa real se acrescenta às vestes sacerdotais, há o reconhecimento da intenção divina de fazer de Israel uma nação teocrática, governada soberanamente por Deus, através dos Seus servos escolhidos. Bíblia Shedd.
32 foi encerrada toda a obra do tabernáculo. Relembra as palavras finais da narrativa da criação (v. Gn 2.1-3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Cada pequeno detalhe do tabernáculo estava pronto. O Criador do universo estava interessado mesmo nas pequenas coisas. Mateus 10.30 diz que Deus conhece o número de cabelos de nossas cabeças. Isso mostra que Deus se interessa muito por você. Não tenha medo de falar com Ele a respeito de suas preocupações – não importa quão pequenas ou insignificantes elas pareçam. Life Application Study Bible.
Visto que os israelitas não chegaram ao monte Sinai antes do terceiro mês (Êx 19:1) e que Moisés esteve com Deus por cerca de três meses (24:18; 34:28), a construção do tabernáculo começou por volta do sexto ou sétimo mês e foi completada antes do final do ano (Êx 40:2; PP, 349). A construção durou, então, seis meses. A rapidez com que a obra foi completada indica a consagração, habilidade e cooperação fraternal da parte de todos os envolvidos no projeto e as bênçãos de Deus sobre seus esforços. CBASD, vol. 1, p. 740.
33 trouxeram a Moisés. Os componentes finalizados foram trazidos a Moisés para inspeção. Moisés tinha recebido as instruções do Senhor (caps. 25 – 31) e só Moisés podia determinar a precisão do que havia sido feito. Bíblia Shedd.
Em qualquer posição de responsabilidade na qual você se encontre, acompanhe de perto se as tarefas foram completadas como desejado e mostre sua apreciação às pessoas que ajudaram. Life Application Study Bible.
42 segundo o Senhor ordenara a Moisés. A obra de fazer o Tabernáculo era o resultado da revelação (25.40) e da inspiração divina (31.3). Esses dois aspectos atuam na obra de Cristo na formação do templo (que é a Sua Igreja)… (1Pe 2.5; 1Co 6.19-20). Não se pode compreender esta obra tão sublime sem a revelação de Deus registrada nas sagradas Escrituras e aplicada ao nosso entendimento por obra do Espírito Santo. Depois de recebermos a revelação que nos esclarece a vontade de Deus, carecemos encher-nos do Espírito para pô-la em prática, e vivermos a mensagem de Deus, o que nos torna à Sua imagem revelada em Jesus Cristo (Cl 3.10). Bíblia Shedd.
43 A linguagem que aqui se emprega é semelhante à descrição da criação do mundo (Gn 1.31 e 2.3). Sugere que a obra sacerdotal de Cristo, simbolizada pelos vários objetos do Tabernáculo, tem a finalidade de fazer dos homens novas criaturas (2Co 5.17). Bíblia Shedd.
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“Viu, pois, Moisés toda a obra, e eis que a tinham feito segundo o Senhor havia ordenado; assim a fizeram, e Moisés os abençoou” (v.43).
De todos os detalhes da roupa sacerdotal, o que mais me encanta não é o ouro, as pedras preciosas ou a forma esmerada como é descrita, mas sim a inscrição que ficava na cabeça de Arão: “Santidade ao Senhor” (v.30). Ele havia sido separado para um ofício santo, e mais do que isso, separado para o próprio Senhor. Aquela inscrição apontava para a sua sagrada missão de revelar ao povo a santidade de Deus de uma forma que pudessem compreender, e que o desejo de Deus era que, um dia, este mesmo povo fosse portador dessa mensagem ao mundo, através de uma vida coerente com a Sua Palavra (Leia Dt.4:6).
Para o ofício no santuário, o Senhor ordenou que se fizessem vestes especiais, “finamente tecidas”, além das “vestes sagradas para Arão” (v.1), “e as vestes de seus filhos” (v.41). Assim como o fez com a estrutura de todo o tabernáculo, as vestimentas “para ministrar no santuário” (v.1) foram descritas por Deus de forma detalhada. Como tudo no santuário, as roupas também deveriam declarar “Santidade ao Senhor” (v.30). Além do simbolismo das vestes, o Senhor também prezava pela decência na adoração. Em orientação anteriormente dada a Moisés, isso ficou bem claro: “Nem subirás por degrau ao Meu altar, para que a tua nudez não seja ali exposta” (Êx.20:26).
Já é comprovado que a roupa diz muito a respeito da pessoa e da mensagem que ela deseja transmitir. Ao mesmo tempo, há o risco de julgarmos o conteúdo pela embalagem. Nem sempre o que vemos por fora revela o que há por dentro. A estrutura do tabernáculo é um exemplo disso, já que por fora era revestida por peles de animais, e por dentro reluzia o brilho do ouro. Mas o real desejo de Deus era que a vida dos sacerdotes fosse coerente com o que os vestia de forma tão bela. Por sete vezes encontramos a expressão “segundo o Senhor ordenara a Moisés” (v.1, 5, 7, 21, 26, 29 e 31), indicando o perfeito cumprimento quanto a esta importante “obra do tabernáculo” (v.32). Cada oficial do santuário foi vestido pelo padrão de modéstia do Céu.
Tudo estava pronto. Cada detalhe foi concluído, desde a parte interna e externa, até as “vestes finamente tecidas” (v.41), preparadas “com trabalho esmerado” (Bíblia King James, 1611). Vendo que tudo havia sido feito conforme as instruções divinas, “Moisés os abençoou” (v.43). A obediência sempre vem acompanhada da bênção. E o fato de terem sido abençoados antes mesmo da primeira montagem do santuário, confirma as palavras do profeta Samuel, quando afirmou: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar” (1Sm.15:22). Não é o que vestimos, o que usamos ou o que fazemos que importa para Deus, e sim o porquê vestimos, o porquê usamos e o porquê fazemos. Qual é a nossa real intenção?
O apóstolo Paulo nos advertiu: “abstende-vos de toda forma de mal” (1Ts.5:22). Isso inclui todas as nossas escolhas. Mas, antes de qualquer mudança exterior, deve acontecer a mudança interior, amados. Se a aparência de santidade vista por fora não for uma extensão da obra interior do Espírito Santo, não passa de uma mentira que não pode ocultar-se dAquele que sonda os corações. “Aconselho-te”, diz o Senhor, “que de Mim compres […] vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez” (Ap.3:18). Não seja o nosso adorno o que é exterior, “seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe.3:4).
Que toda mudança vista em nós seja tão somente o resultado da boa obra do Espírito Santo em nosso coração.
Pai Santo, em todo o tempo o Senhor tem provido vestimentas para o homem. De vestes de luz a vestes de pele de animal, o Teu desejo sempre foi o de nos transmitir o Teu amor e que Tu tens o plano perfeito para nos salvar do pecado. Colocamos mais uma vez a nossa vida em Tuas mãos, para que cubras a nossa nudez com as vestes de Tua justiça e santidade. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vestidos pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo39 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 39 – A presença de Deus Se mostra em cada momento da história de Seu povo:
• A presença salvadora de Deus é vista na libertação da escravidão (Êxodo 1:1-13:16).
• Sua presença orientadora e provedora é percebida na jornada para o Sinai (Êxodo 13:17-18:27).
• Sua presença exigente é nítida na Sua aliança no Sinai (Êxodo 19:1-24:18).
• Sua presença nos convida à adoração e o caminho está nas orientações para o tabernáculo e sacerdotes (Êxodo 25:1-31:18).
• A presença divina disciplina o erro e perdoa o faltoso (Êxodo 32:1-34:35).
• A presença de Deus alcança Seu clímax junto à comunidade que reverentemente O adora integralmente (Êxodo 35:1-40:38).
A importante bênção da presença de Deus é a maior recompensa que um pecador pode receber. A maneira carinhosa em que Deus trata Seu Santuário revela Seu amor generoso ao pecador. Quando estudamos corretamente o Santuário e seus serviços, ficaremos impressionados com a imensurável graça de Deus para com os desgraçados pecadores.
Êxodo 39 trata das vestes dos sacerdotes e Sumo Sacerdotes, e da conclusão da obra – conforme Deus orientou. As cores diversas, juntando aos detalhes dourados, vão além de revelar a criatividade de Deus ou a rara beleza em meio ao deserto; mostram o grande cuidado e interesse que Ele tinha com os pecadores recém libertos das agruras da escravidão.
A demonstração de valorização divina à humanidade nota-se também claramente no prenderem “as pedras de ônix em filigranas de ouro e nelas gravaram os nomes dos filhos de Israel, como um lapidador grava um selo. Então as costuraram nas ombreiras do colete sacerdotal, como pedras memoriais para os filhos de Israel, como o Senhor tinha ordenado a Moisés” (Êxodo 39:6-7).
Os membros da igreja de Deus são pedras preciosas aos olhos divinos (1 Pedro 2:4-5). Nossas atividades diárias devem ser realizadas lembrando que, além de sermos importantes para Deus, devemos estar cientes de Sua sagrada presença. A diadema sagrada do Sumo Sacerdote, preparada com ouro puro, contendo a inscrição “Consagrado ao Senhor” (Êxodo 39:30), demonstra-nos que, em Cristo, não pertencemos mais ao pecado que nos escraviza; pertencemos ao Senhor que nos liberta!
Deus informa como realizar Sua obra; Ele ensina aos que trabalharão em Seus projetos, acompanha a execução, e finalmente, recompensa a todos os que se envolveram.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 38 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/38
Enquanto Bezalel construía o altar da oferta queimada, seguindo o plano detalhado dado por Deus, eu me pergunto se ele entendia o significado daquela bela peça de mobília. Eu me pergunto quantos membros da raça humana, antes e depois de Bezalel, entenderam completamente o que Deus estava tentando nos dizer, quando instituiu a construção de altares.
Gerações antes dos israelitas se tornarem uma nação, o povo de Deus adorava em altares. Ao longo de todos aqueles anos, Deus estava diminuindo a distância entre a terra e o céu com línguas de fogo que desciam para consumir a oferta. Era uma evidência física constante de que Deus queria nos alcançar, apesar da separação causada pelo pecado; de que a terra e o céu se relacionavam, de que estavam em contato e afetados um pelo outro.
Os altares construídos de pedra, o altar feito por Bezaleel e todos os altares que viriam depois, constituíam uma corrente de promessas. Eles eram uma promessa de Deus de que quando Jesus morresse como um cordeiro levado ao matadouro, a brecha em nosso relacionamento com Deus seria eternamente curada.
A separação que o pecado trouxe não seria definitiva.
Esmeralda Dunne
Estudante Universitária
Voluntária da Escola Sabatina Infantil Hmong
Madison, Wisconsin, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/38
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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634 palavras
8 bronze … espelhos. Espelhos de vidro eram desconhecidos na antiguidade, mas o bronze altamente polido dava uma imagem refletida adequada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não foram mencionados antes. Eram de bronze polido e tinham forma oval. Estes espelhos eram usados pelas mulheres do Egito, como em grande parte do Oriente, desde tempos remotos. Visto que Moisés parece não ter ordenado que se dessem estes espelhos, as mulheres devem tê-los oferecido com espírito de consagrada abnegação. Sem dúvida, eram de grande valor e a dedicação deles a Deus foi, portanto, um exemplo de devoção (ver Mt 26:6-13). Essas mulheres piedosas estimavam mais o adorno do espírito do que o da aparência exterior (1Pe 3:1-5). Sua dádiva testificou que amavam mais a Deus do que a si mesmas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 738.
A entrega dos espelhos, feitos de cobre polido, era uma demonstração de um interesse mais sublime do que o pela aparência exterior (cf 1Pe 3.3 com Is 3.16-24). Bíblia Shedd.
9 cem côvados. O átrio tinha as seguintes medidas: 46 metros de comprimento e 23 de largura. A entrada se voltava para a direção leste, e, consequentemente, os lados norte e sul formavam seu comprimento. Bíblia Shedd.
21 enumeração das coisas. Aqui temos um tipo de relatório contábil, registrando como foram empregados os recursos de mão de obra e de ofertas para a construção do Tabernáculo. Assim também temos de dar conta do bom uso dos talentos que Cristo nos concede (Mt 25.14-30). Tanto as riquezas recebidas dos egípcios como a habilidade recebida da inspiração direta de Deus, tinham sua finalidade para erguer uma casa de adoração. Bíblia Shedd.
Itamar. Na construção do tabernáculo, Moisés estabeleceu os passos a seguir, mas Itamar supervisionou o projeto. Todos temos diferentes talentos e habilidades. Deus não pediu a Moisés para construir ele mesmo o tabernáculo, mas para que ele motivasse especialistas para que o fizessem. Olhe para áreas onde Deus lhe concedeu dons e então busque oportunidades para permitir que Deus use seus dons. Life Application Study Bible.
24 todo o ouro. “Todo o ouro” pesaria pouco mais de uma tonelada. Isso seria um cubo de ouro de 37,25 cm de lado. O ouro abundante no Egito, era importado da Etiópia. CBASD, vol. 1, p. 738.
talentos. Valiam 30 quilos cada um. siclo. Um talento tinha 3.000 ciclos, o que quer dizer que o siclo do santuário pesava cerca de 10 gramas. Bíblia Shedd.
25 a prata. O peso da prata seria de 3 toneladas e 440 kg. CBASD, vol. 1, p. 738.
O ouro provinha de ofertas voluntárias do povo (35.20-29), mas a prata resultava do imposto de recenseamento de cada israelita (30.11-16), resgate que cada um dava ao ser contado. Bíblia Shedd.
26 beca. Moeda de 5 gramas de prata e valor de meio siclo. Os arrolados, de vinte anos de idade para cima, eram 603.550, que dariam 301.775 siclos de prata, ou seja, 100 talentos e 1.775 siclos, que é o total dado no v. 25. Não houve sonegação! Bíblia Shedd.
27 Nenhum siclo dessa oferta sagrada para as coisas de Deus restava depois de completar o Tabernáculo (28). Bíblia Shedd.
29 o bronze, na verdade, era cobre. Era muito menos bronze do que o ouro ou a prata, embora esse metal tivesse menos valor. Isto se explica pelo fato de que outros metais representavam a riqueza portátil, enquanto quase não valia a pena carregar o bronze (cobre). Os utensílios de comer eram de madeira ou barro, e raramente de cobre. Bíblia Shedd.
O peso seria de 2 toneladas e 420 kg. A isso deve ser acrescentado o valor das pedras preciosas, das especiarias, da madeira, dos tecidos, das peles de animais. Isso demonstra a generosidade do povo (ver Sl 105:37). Quando os hebreus deixaram o Egito, pediram tesouros e objetos de valor aos egípcios (ver com de Êx 3:22; 12:35, 36). Sem dúvida também tinham acabado de adquirir muitas riquezas da derrota sobre os amalequitas (Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 738.
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“Fez também a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze, dos espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação” (v.8).
Cada móvel do santuário foi feito de forma que pudesse ser facilmente transportado. Suas argolas e varais possuíam esta função e revelavam a natureza provisória daquele lugar, até que Israel pudesse erigir um templo fixo de adoração na Terra Prometida. Todas as vezes que o povo tinha de levantar acampamento, o tabernáculo era desmontado e ordenadamente movido. Deus delegou aos levitas o sagrado privilégio de participar deste momento. Onde quer que estivesse a nação eleita, ali estava a presença de Deus e a Sua mensagem de salvação.
Na Antiguidade, não havia o espelho que temos hoje. As pessoas usavam o bronze polido, tendo uma visão embaçada de sua própria imagem. Foi com os “espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação” que foi fabricada “a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze” (v.8). A aplicação deste espelho foi utilizada por Tiago, ao declarar: “Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência” (Tg.1:23-24). E como já vimos em estudo anterior, há um caminho muito bem delineado na estrutura do santuário.
O altar do holocausto, simbolizando o sacrifício de Cristo, representa o primeiro passo da conversão. Em seguida, vem a bacia de bronze, ou pia da purificação, simbolizando o batismo, o reconhecimento do pecador de que precisa ser lavado e purificado dos seus pecados. Assim como o espelho revela a nossa aparência e imperfeições, o batismo é um testemunho público de que somos todos pecadores e carecemos da graciosa Água da Vida a fim de nos purificar e regenerar. Deus revelou em Seu santuário as etapas da vida cristã que não podem ser negligenciadas ou ignoradas. Cristo poderia ter vindo ao mundo simplesmente para morrer pelos nossos pecados, mas Ele escolheu nos ensinar a viver a vontade de Deus e, mesmo sendo o próprio Deus, cumpriu fielmente cada etapa pré-estabelecida no santuário.
Semelhante à natureza transitória do tabernáculo do deserto, como santuários do Espírito Santo, temos o sagrado privilégio de ser representantes de Deus e de Sua Palavra onde quer que estivermos. Como peregrinos a caminho da pátria superior, é nossa missão buscar viver como Cristo viveu e ensinar a outros enquanto caminhamos. E esta é uma obra do Espírito Santo, amados. Precisamos trocar os espelhos deste mundo e contemplar, “como por espelho, a glória do Senhor”, a fim de que sejamos “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, Deus aceitará as nossas ofertas e não permitirá que nenhuma delas passe despercebida, entesourando-as para a eternidade, como está escrito: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).
Olhemos para Cristo, mais e mais até que Ele volte. E, certamente, não erraremos o caminho.
Senhor, nosso Deus, nós Te agradecemos pelo plano da salvação e pela obra do Espírito Santo em nosso coração! Ajuda-nos a contemplarmos o nosso Salvador e nEle permanecermos, para que nossa vida testemunhe de Cristo e de Seu reino. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, peregrinos a caminho do Lar!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo38 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100