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LEVÍTICO 2 – Muitos acham entediante estudar esse terceiro livro sagrado da Santa Bíblia. A razão? Deve ser por falta de familiaridade com seu conteúdo inspirado. Pois, “pode-se aprender muito sobre os valores de uma sociedade observando aquilo que ela expressa nos rituais. O estudo dos rituais do AT, nem de longe enfadonhos e incompreensíveis, podem desvendar os fundamentos da teologia bíblica”, diz E. Ray Clendenen; e, então destaca que, “entre eles havia instruções sobre como aproximar-se de Deus em rituais de culto e arrependimento. O ritual que não brota de corações dedicados a Deus é inútil (Pv 15:8; Is 1:11-17; Os 6:6; Am 5:21-24)”.
O ritual da oferta de manjares (do hebraico minhah, que significa dádiva ou tributo), acompanhavam os holocaustos diários, consistindo numa “oferta de cereal ao Senhor”, realizada com a “melhor farinha”; na qual se “derramará o óleo, colocará incenso, e a levará aos” sacerdotes (Levítico 2:1-2). Será parcialmente queimada como “porção memorial. É oferta preparada no fogo, de aroma agradável ao Senhor… é parte santíssima das ofertas dedicadas ao Senhor” (Levítico 2:2-10, 14-16).
Nas ofertas de cereais proíbe-se o fermento, que simboliza o pecado; porém, exige-se o sal, o qual aponta para a aliança com Deus (Levítico 2:11-13). O sal da aliança deve preservar nossa comunhão constante com Deus (Números 18:19; Marcos 9:49-50; Colossenses 4:6). Quando o culto que prestamos visa agradar a nós mesmos, estará levedado com fermento do pecado.
Adorar a Deus é demonstração de gratidão por Sua estratégia de conduzir-nos à aliança da comunhão com Ele; é a expressão essencial do culto oferecido a Deus por quem Ele é, e pelo que Ele faz. Adoração deve ser uma atitude constante de quem foi aceito por Deus através do sacrifício indicado em Levítico 1; cujo objetivo, deve ser agradar a Deus, não o adorador (Levítico 1:2, 9).
A porção que não fosse queimada deveria ser partilhada com os sacerdotes (Levítico 2:3). Ellen White explica que, “na velha dispensação, uma oferta de gratidão era constantemente mantida sobre o altar, demonstrando assim a infinita obrigação do homem para com Deus” (T4, 477).
Adoração vai muito além da música no culto; também tem a ver com ofertar e render graças a Deus quando o evangelho é exposto – apontados pelos holocaustos. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 1 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/1
Anteriormente Deus falara do Monte Sinai. Agora, o Rei Divino Se comunica a partir de Seu novo palácio móvel. Em Levítico, Suas mensagens especiais relativas à adoração e vida santa são registradas através de Suas próprias palavras. Aqui, no coração do Pentateuco (cinco livros de Moisés), a base de toda a Bíblia, Levítico contém um discurso de Deus mais direto do que em qualquer outro livro bíblico.
As instruções iniciais de Deus vindas do santuário se referiam ao modo como Seu povo poderia se aproximar dEle por meio de sacrifícios (Lv 1-7). O primeiro é o holocausto (Lv 1), já conhecido desde os tempos primitivos (Gênesis 8:20; 22:13). As vítimas a serem oferecidas tinham custo variável, desde grandes animais do rebanho até pequenos animais do rebanho e mesmo pássaros, o que permitia que até mesmo os mais pobres israelitas oferecessem adoração.
Em cada holocausto, a vítima inteira era queimada e subia na fumaça do altar do Senhor, com exceção do couro, que pertencia ao sacerdote oficiante, como indenização por seu serviço (Lv 7:8). Nem mesmo o sacerdote podia comer do holocausto.
Os holocaustos ensinavam as pessoas separadas de Deus pelo pecado que elas só poderiam vir a Ele através do sacrifício total de Seu Filho amado, que um dia ofereceria a Si mesmo de “uma vez por todas” (Hebreus 7:27; compare João 1:29; 3:16). Isso mostra o quanto Deus ama você e o quer de volta!
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1216 palavras
Muitos cristãos não consideram de grande importância ou de algum valor os serviços do santuário divinamente designados, embora o plano da salvação mais plenamente revelado no NT se torne mais claro mediante a compreensão do AT. De fato, quem compreende o sistema levítico, como apresentado no AT, pode compreender e apreciar muito mais o evangelho no NT. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 767.
1:1 – 7:38 Esses capítulos provem instruções para a adoração do Senhor através de sacrifícios oferecido no santuário/tabernáculo israelita. Andrews Study Bible.
1-2 Os sacrifícios em Israel envolviam a oferta de animais domésticos selecionados, cereais, azeite e vinho. Todos esses produtos simbolizavam o adorador israelita que, através dos atos de sacrifício, dava-se de volta a Deus de alguma maneira. Em cada sacrifício animal, o adorador colocava a sua mão sobre a cabeça da vítima, identificando-se desta forma com o animal, como que dizendo: “Este animal me representa”. Bíblia de Genebra.
1 Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). O tabernáculo, em que Deus Se encontrava com Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Trareis a vossa oferta. Heb. qorban, do verbo qarab, “trazer para perto”, aproximar. CBASD, vol. 1, p. 767.
3 holocausto. Heb ‘olah, cujo significado básico é de fazer subir em fumaça. Bíblia de Genebra.
Era em geral um cordeiro ou um cabrito (para o indivíduo mediano), mas novilhos (para os ricos) e pombos (para os pobres) também eram especificados. … O holocausto devia ser totalmente queimado … (holo significa “inteiro”, e caust significa “queimado”). Quando um novilho era oferecido, no entanto, o sacerdote ofertante podia ficar com o couro para si mesmo (7.8). … Seu nome em hebraico significa “subindo”, talvez simbolizando a adoração e a oração ao subir o seu aroma ao Senhor (v. 17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O macho sem defeito, v. 3, representa Cristo na Sua perfeição (Hb 9.14; 1Pe 1.19). Bíblia de Genebra.
5 Imolará o novilho. Não é possível crer que uma pessoa normal teria prazer em matar uma vítima inocente, mesmo que fosse apenas um animal. Mesmo assim, Deus exigia esse ato do ofertante. […] Para o pecador, essa devia ser uma experiência angustiante e dolorosa por saber que seu pecado tornara aquela morte necessária. Isso devia impressioná-lo a “ir e não pecar mais”. Diante de si, ele podia ver vividamente o resultado do pecado, que não significava apenas morte, mas a morte de um inocente. O que mais essa cerimônia poderia despertar no transgressor além de ódio ao pecado e uma solene decisão de não ter nada mas a ver com ele? A primeira lição que Deus queria ensinar a Israel, através do sistema sacrifical, era que pecado significa morte. […] O NT declara especificamente que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), mas muitos falham em compreender a importância dessa declaração. Uma concepção mais realista de que pecado e morte estão ligados inseparavelmente ajudaria muito na apreciação e compreensão do evangelho. Muitos, porém, não o compreendem em profundidade. Para os cristãos isso encerra uma importante lição: a culpa é nossa; não dEle. A contemplação da cruz deveria trazer a nós, em primeiro lugar, um sentimento de culpa, depois repulsa pelo pecado e, finalmente, uma profunda gratidão a Deus porque através da morte vem a salvação – “Cristo morreu por mim. Eu devia ter morrido, pois pequei e o ‘salário do pecado é a morte’ (Rm 6:23). Mas Ele morreu por mim; Ele tomou o meu lugar no Calvário!” CBASD, vol. 1, p. 770, 771.
Apresentarão o sangue e o aspergirão. Para alguns, a morte de Cristo parece desnecessária. Pensam que Deus podia ou devia perdoar sem o Calvário, e a cruz não lhes parece uma parte vital da expiação. Os cristãos fariam bem se refletissem mais sobre o preço da salvação. O perdão não é uma questão simples. Por meio do sistema cerimonial Deus ensinou Israel que o perdão pode ser concedido apenas mediante derramamento de sangue. Precisamos dessa lição hoje. No sistema sacrifical de Israel, os princípios de uma vida santificada podem ser encontrados; por isso, o AT é fundamental. Aqueles que estão firmemente alicerçados nele não cairão quando vierem as chuvas e os ventos soprarem. Estarão “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef 2:20). CBASD, vol. 1, p. 771.
7 Porão em ordem a lenha. A lenha usada no serviço do santuário era cuidadosamente inspecionada antes de ser colocada no altar. Madeira atacada por insetos ou roída por vermes era rejeitada. […] A lenha não era jogada no fogo ou colocada ali de qualquer jeito. Era colocada “em ordem” cuidadosamente. A lição é clara. Nada que tenha a ver com o serviço de Deus deve ser feito com desleixo e precipitação. Tudo deve ser feito com cuidado e decência. CBASD, vol. 1, p. 772.
9, 13, 17 aroma agradável ao Senhor. É um modo de expressar que Deus aceitou o sacrifício por causa da atitude do povo. Life Application Study Bible.
Os sacrifícios do AT prenunciavam Cristo, que foi “sacrifício de aroma agradável” (Ef 5.2; cf. Fp 4.18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
De aroma agradável. Isso significa agradável a Deus. As ofertas queimadas de Levítico 1 não eram obrigatórias, mas voluntárias, algo que o ofertante apresentava porque sentia necessidade de Deus e queria mostrar sua apreciação pela bondade do Senhor. Ao levar a oferta, o adorador expressava seu amor por Deus e a consagração de si mesmo a Seu serviço. […] A expressão de Paulo em Romanos 12:1, “apresenteis a vosso corpo por sacrifício vivo”, é uma referência às antigas ofertas queimadas. Implica que o cristão deve se consagrar totalmente a Deus e se purificar completamente. […] A oferta queimada tipificava Cristo, que deu a Si mesmo completamente, deixando um exemplo a ser seguido. Isso ensina santificação plena, completa dedicação. Por isso, é acertadamente colocada em primeiro lugar na lista de ofertas em Levítico. […] As ofertas queimadas de Levítico 1 são “de aroma agradável” a Deus, por serem totalmente voluntárias. Os cristãos correm o risco de fazer o que é bom e correto não por necessidade interior ou pelo amor que os impele, mas porque é costume fazer o que é esperado e correto. Dever é uma grande palavra e deve ser enfatizada, mas não se deve esquecer que amor é maior ainda. Se adequadamente aplicado, o dever é cumprido no amor. O amor é voluntário, espontâneo, livre; o dever é compulsório, rigoroso. Ambos são necessários na vida cristã, e não se deve enfatizar um em detrimento do outro. O dever cumpre a lei e segue por todo o caminho. O amor também cumpre a lei e segue por todo o caminho, mas o amor vai mais longe. Ele anda a segunda milha e dá a capa também. “Deus ama quem dá com alegria” (2Co 9:7). Alguns substituiriam “com alegria”, por “com liberalidade”, mas o texto diz “com alegria”. Isso significa dar espontaneamente, de livre vontade, não por obrigação, mas voluntariamente. Isso é agradável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 772 – 774.
Há tarefas a cumprir que não são agradáveis nem prazerosas. Deus aprecia quando as cumprimos voluntariamente, sem queixas ou murmurações. Há aqueles que precisam ser encorajados, admoestados, estimulados com insistência ou quase subornados a fazer o que deveriam fazer com alegria e voluntariamente (ver Is 64:7; Ml 1:10). Uma atitude indiferente e o desejo de recompensa cansam tanto a Deus como aos homens. É desanimador para os líderes admoestar com veemência e repetidas vezes para, enfim, nada mais obter do que uma fraca resposta. CBASD, vol. 1, p. 774.
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“E porá a mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação” (v.4).
O terceiro livro de Moisés foi escrito como um manual de relacionamento com o Senhor e uns com os outros. Seu título indica o chamado de Deus para a tribo de Levi, tanto para o sacerdócio, através da descendência de Arão, quanto para os demais serviços do tabernáculo. E a primeira orientação dada a Moisés quanto aos rituais do santuário foi sobre os holocaustos. Certamente esta era a principal forma de oferta, a que era queimada por completo. O livro já inicia com uma lição de integridade. Antes de consumar o sacrifício, o homem colocava a sua mão sobre a cabeça do animal, representando a substituição, confessava os seus pecados e participava da imolação junto com o sacerdote. Só depois o sacerdote prosseguia sozinho, fazendo a expiação pelo pecador como um símbolo do sacerdócio de Cristo.
O fato de haver “holocausto de gado” (v.3) até “holocausto de aves” (v.14) indica o cuidado de Deus para com todos, incluindo ricos e pobres na adoração. Quando José e Maria foram apresentar o bebê Jesus no templo, levaram, segundo o que está escrito, “um par de rolas ou dois pombinhos” (Lc.2:24), visto que as suas posses não lhes permitiam levar um cordeiro (Lv.12:8). Assim, não apenas o holocausto, mas cada oferta específica incluía a participação de todos. Todavia, os sacrifícios não passavam de símbolos que deveriam representar o mais profundo desejo de corações entregues à vontade de Deus. O salmista Davi bem descreveu o que realmente o Senhor deseja de Seus filhos:
“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos pelo pecado não requeres. Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a Tua lei” (Sl.40:6-8).
Há uma ruptura entre o Céu e a Terra, pois os nossos pecados fazem separação entre nós e Deus (Is.59:2). O “aroma agradável ao Senhor” (v.9), como um tipo do perfeito e suficiente sacrifício de Cristo, revelava a vitória do Messias sobre o pecado e a futura restauração da humanidade com o divino. O que realmente importava naqueles sacrifícios era a entrega do coração a Deus, como está escrito: “Dá-me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26). Há um abismo de diferença entre entregar o coração a Deus e a máxima “Deus só quer o meu coração”. Percebam que após a entrega do coração vem o agradar-se dos caminhos de Deus. Isto é, um coração convertido é um coração que aceita ser guiado pelo Espírito Santo, em obediência à Palavra de Deus.
Para que sejamos aceitos “perante o Senhor” (v.3), não precisamos mais realizar sacrifícios, mas aceitar o sacrifício de Jesus e Sua perfeita obra de mediação perante o Pai, entregando a nossa vida diante do altar todos os dias. Foi com profundo senso de seus pecados que Davi compôs o Salmo 51, onde declarou: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Também, através de Isaías, “assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, O qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (Is.57:15).
Como o holocausto era consumido por inteiro, assim deve ser a nossa entrega pessoal ao Senhor. Não foi sem razão que a primeira virtude espiritual destacada na vida de Jó foi a integridade (Jó 1:1). O Senhor conhecia o caráter íntegro de Seu servo. O coração de Jó era um verdadeiro holocausto que ardia diariamente “perante o Senhor” (v.5). Seja o nosso coração um holocausto “de aroma agradável ao Senhor” (v.9), pois Aquele que “a Si mesmo Se ofereceu” por inteiro e “fez isto uma vez por todas” (Hb.7:27), voltará e nos levará para Ele, para que onde Ele está, nós estejamos também (Jo.14:3).
Pai querido, nós iniciamos hoje o estudo do terceiro livro da Tua Palavra com o coração agradecido e ao mesmo tempo contrito, pois necessitamos da Tua sabedoria, da iluminação do Espírito Santo para que possamos aprender mais de Ti. Ó, Deus amado, fala ao nosso coração de forma que a Tua Palavra opere em nós o que mais necessitamos, que é um reavivamento da verdadeira piedade. Desejamos ser Tuas testemunhas íntegras, mediante a vida de Cristo em nós. Por isso, nos entregamos em Tuas mãos. Ajuda-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres íntegros!
Rosana Garcia Barros
#Levítico01 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 1 – Ao entender nossa real situação de miserável pecador, devemos procurar por um grandioso Salvador.
Tanto o livro de Êxodo quanto o de Levítico tratam de tipologias, especialmente o Santuário, o sacerdócio e a cerimônia sacrificial, que apontam à pessoa e obra do Salvador, confirmado em 1 Coríntios 10 e no livro de Hebreus.
Símbolos detalhados no santuário formam “magnífico mosaico no grande plano divino de redenção, de Gênesis a Apocalipse”; assim, “Gênesis é o livro dos princípios; Êxodo, o livro da redenção; Levítico, o livro da expiação e da vida santa”. Em outras palavras, “em Gênesis, vemos o homem arruinado; em Êxodo, o homem redimido; em Levítico, o homem purificado, adorando e servindo”, aponta Merrill Unger.
Deus arquitetou uma estratégia que pudesse restaurar os seres humanos que foram separados dEle pelo pecado, que estão chafurdando-se na imoralidade e presos às correntes da escravidão da iniquidade. Deus Se dispôs a salvar pecadores culpados, sentenciados à morte, visando relacionamento íntimo. Holocaustos eram sacrifícios essenciais na teologia hebraica, divinamente orientados em Levítico 1.
Tanto animais para sacrifício, e como proceder na cerimônia foram divinamente orientados… Bovino, ovino, caprino ou aves deveriam ser devidamente queimados como “aroma agradável ao Senhor” (Levítico 1:9, 13, 17). Ao pôr a mão na cabeça do animal, o culpado reconhecia a função substitutiva da vítima para, então, ciente de sua situação deploravelmente pecaminosa, oferecer o “holocausto para que seja aceito como propiciação em seu lugar” (Levítico 1:4).
Ellen White explica no capítulo 58 de “Os Ungidos” que “o grande inimigo da humanidade tem procurado representar Deus como alguém que tem prazer em destruir as pessoas. Deus estabeleceu os sacrifícios para revelar Seu amor. Mas Satanás os perverteu, levando os pecadores a acreditar e esperar – em vão – que esses sacrifícios serviam para acalmar a ira de um Deus ofendido. Ao mesmo tempo, Satanás procura despertar pensamentos, sentimentos e atitudes más para que, por meio de repetidas desobediências, ele possa levar as multidões cada vez para mais longe de Deus, ficando sem esperança e presas pelas correntes do pecado”.
O plano divino é melhor que o satânico! Jesus tornou-Se holocausto em nosso lugar para conceder-nos o privilégio da reconciliação com Deus. Com Sua morte, ofertou-nos a vida. Sua condenação é nossa redenção…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 40 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/37
Êxodo 40 nos dá pistas sobre o tipo de pessoa que Deus pode usar em Seu trabalho. Imagine ter um relacionamento tão próximo com Deus que Ele pudesse lhe dar instruções tão específicas e detalhadas quanto aquelas registradas neste capítulo. Moisés cuidadosamente registrou as instruções, incluindo a data em que estas deviam ser executadas, (versos 1-15), e depois as executou em todos os detalhes no momento certo (versos 16-34). A ordem e a limpeza eram cuidadosamente observadas por Moisés e Arão, ilustrando o profundo respeito pela santidade do tabernáculo e pelas tarefas associadas a ele (versos 31 e 32).
Deus abençoou essa atenção fiel aos detalhes com o sinal visível de Sua presença – uma nuvem tão densa que Moisés “não podia entrar na Tenda do Encontro” (v. 34 NVI).
Moisés e todos os filhos de Israel estavam tão focados em seguir a vontade de Deus que eles não se moviam sem que houvesse a evidência de que Deus estava liderando, eles “permaneciam onde estavam até a nuvem se elevar.” (v. 37 NVT), sinalizando que era hora de se mover. E Deus estava com eles noite e dia “em todas as suas viagens” (v. 38 NVI).
Que Deus nos ajude a sermos focados e fiéis.
Terri Saelee
Coordenadora dos Ministérios Adventistas em prol de Refugiados e Imigrantes (Divisão Norte Americana)
Rio, Wisconsin, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/40
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1368 palavras
1-38 Descreve a finalização da construção e a inauguração do tabernáculo. O v. 34 foca no elemento central da descrição: o enchimento do tabernáculo com a glória de Deus. Deus está agora visivelmente acampando com Seu povo, um tipo do futuro Emanuel (“Deus conosco”), Jesus (Mt 1:23). João 1:14 descreve a Palavra Se tornando carne em terminologia de acampamento (“habitar” é, literalmente, “tabernacular” [“habitar em tendas”]). Andrews Study Bible.
2 No primeiro dia do primeiro mês. Era o primeiro dia do ano religioso, antecipando por duas semanas o dia em que Deus salvou Seu povo da escravidão física, do Egito (12.2-6), com grande obras milagrosas. Muito justa é a escolha deste dia para a construção do santo edifício, que, em todos os seus detalhes, revela ensinamento sobre Cristo, que nos concede a liberdade integral da escravidão do pecado, tanto aqui como na eternidade, Jo 8.31-36. Bíblia Shedd.
Certamente não poderia haver tarefa melhor para o povo no primeiro dia de um novo ano do que começar a construir esse local de adoração. CBASD, vol. 1, p. 742.
3 Porás, nele, a arca do Testemunho. A arca da aliança era o objeto mais importante de todos no tabernáculo, o coração do santuário, a base da aliança (Dt 4:12, 13), o lugar da presença de Deus entre Seu povo (ver Êx 25:8, 21, 22). Portanto, foi a primeira mobília a ser levada ao tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 742.
e a cobrirás com o véu. Significa esconder com o véu, isto é, levantando-o para separar o Santo do Santos do Lugar Santo. Bíblia Shedd.
5 Porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do Testemunho. Não estava no Santo dos Santos, mas era lá que o perfume do incenso entrava, assim como a oração é feita na terra, mas se dirige aos céus. Bíblia Shedd.
6 Porás o altar do holocausto diante da porta da congregação. Lembra-nos que não há maneira de entrar em contato com as coisas de Deus, sem primeiro aceitar o sacrifício de Cristo por nós. Bíblia Shedd.
9 óleo da unção. A unção é um ato de consagração. Era necessário para a separação exclusiva, tanto de objetos (o Tabernáculo com seus móveis, como também de pessoas (o Sumo Sacerdote, Arão e seus filhos). Na Nova Aliança do NT a consagração é realizada, não através de óleo, mas pela unção do Espírito Santo. Sem ele não podemos adorar a Deus (Jo 4.23, 24), não podemos participar da salvação (Jo 3.3, 5), não podemos compartilhá-lo com outros (Jo 7. 38, 39). Sem o Espírito Santo não existe santidade (2Ts 2.13, 1Pe 1.2) e sem santidade não há acesso ao Céu (Hb 12.14). É por isso que apagar o Espírito Santo (1Ts 5.19) ou entristecê-Lo (Ef 4.30), quando pecamos deixando de glorificar a Deus (1Co 6.19, 20), é uma ofensa gravíssima (cf Mt 12.32). Bíblia Shedd.
9-16 A unção do tabernáculo, todos os seus utensílios, assim como dos sacerdotes atendentes, marca a santificação geral e a separação da estrutura e seu pessoal. Uma descrição mais detalhada pode ser encontrada em Lev. 8. A concordância de Moisés com a ordem divina é repetidamente mencionada no presente capítulo. Andrews Study Bible.
10 e o altar se tornará santíssimo. Não porque fosse mais santo que os outros artigos do tabernáculo, todos eram “santíssimos” (Êx 30:29). Foi designado assim para que o povo constantemente se conscientizasse de sua natureza sagrada, uma vez que tinham mais contato com o altar do que com o santuário e seus artefatos. CBASD, vol. 1, p. 742.
16 Moisés fez tudo conforme o Senhor lhe havia ordenado. A obediência à ordem de Deus é um tema-chave do capítulo final do livro de Êxodo (cf. v. 19, 21, 23, 25, 27, 29, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moisés foi cuidadoso em obedecer às ordens de Deus nos mínimos detalhes. Note que ele não fez uma cópia aproximada da descrição divina, mas uma cópia exata. Nós deveríamos seguir o exemplo de Moisés e sermos bastante detalhistas com respeito à nossa obediência. Se Deus falou para você fazer algo, faça-o, corretamente e completamente. Life Application Study Bible NVI.
19 a tenda sobre o tabernáculo… a coberta. Aqui se esclarece a distinção entre “tenda”, “tabernáculo” e “coberta”. A “tenda” era a cobertura de pelo de cabra e a estrutura de madeira que a sustentava. Sobre ela estava a “coberta” de peles de carneiro e de peles finas (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 742.
17-33 O cuidado físico do tabernáculo exigia uma longa lista de tarefas, cada uma importante para o trabalho da casa de Deus. Este princípio é importante para lembrar hoje, quando a casa de Deus é a igreja. Há tantas tarefas aparentemente sem importância que devem ser realizadas para a manutenção do edifício de sua igreja. Lavar pratos, pintar paredes ou retirar neve podem não parecer tarefas espirituais. Mas elas são vitais ao ministério da igreja e desempenham um importante papel em nossa adoração a Deus. Life Application Study Bible NVI.
34-38 a glória do Senhor. Com quanta ansiedade o povo deve ter se reunido para contemplar a sagrada estrutura. E enquanto observava com satisfação reverente, a coluna de nuvem flutuou de forma majestosa sobre o santuário e o envolveu. Assim Deus demonstrou aprovação por tudo que tinha sido feito. O Senhor aceitou a morada preparada para Ele, e entrou nela. Com profunda emoção o povo contemplou o sinal de que a obra de suas mãos havia sido aceita (PP, 349, 350). Agora sabiam que o próprio Deus habitava com eles e os acompanharia (Nm 9:15-23). O livro de Êxodo finaliza com uma sublime manifestação da glória e do poder de Deus. Ele termina como a história deste mundo irá terminar, com a descida da glória do Senhor para morar com a humanidade (Ap 21:3; 22:5). CBASD, vol. 1, p. 743.
A glória de Deus enche o tabernáculo do mesmo modo como aconteceu aproximadamente 500 anos mais tarde durante a inauguração do templo de Salomão (2Cr 5:13-14). A nuvem como indicação da presença divina foi primeiramente vista junto ao Mar Vermelho. Ela guiava o povo durante o dia através do ambiente ermo (e provia sombra; Ex 13:21-22; Sl 78:14; 105:39). Havia aparecido pela última vez em Êx 24, no topo do Monte Sinai. Separada pela falha de fé do povo no episódio do bezerro de ouro, a presença da glória do Senhor também marca a misericórdia e perdão divinos. O enigma da aparente ausência de Deus no primeiro capítulo de Êxodo no Egito foi finalmente resolvido: Deus esteve lá o tempo todo. Como uma fina nuvem, Ele não era ainda notadamente visível. Andrews Study Bible.
Quando Israel se desviou de Deus, Sua glória e presença se afastou do templo e ele foi destruído pelos exércitos invasores (2Rs 25). O templo foi reconstruído em 516 AC. A glória de Deus retornou com ainda maior resplendor aproximadamente cinco séculos mais tarde quando Jesus Cristo, o Filho de Deus, entrou nele e ensinou. Quando Jesus foi crucificado, a glória de Deus deixou o templo. Deus não precisa mais de um edifício físico após a ressurreição de Jesus dos mortos. O templo de Jesus é agora Sua igreja, o corpo dos crentes. Life Application Study Bible NVI.
Os crentes vão construindo o verdadeiro tabernáculo nos seus íntimos, à medida que se deixam ser tomados pela plenitude de Deus, que o amor de Cristo faz brotar neles, Ef 3.19. Na eternidade, esta glória divina lhes dará esplendor, na presença perpétua de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus (Ap 21.23). Bíblia Shedd.
36, 37. Às vezes, a glória da presença de Deus é um convite a prosseguir para grandiosa obras, é, ás vezes, um incentivo a permanecer paciente e fiel, embora em situação um tanto desagradável, mas obediente à Sua vontade. Bíblia Shedd.
38 em todas as suas jornadas. Não consta de nenhuma promessa que a vida nos dará tudo o que dela exigimos, mas que só a presença de Deus é que nos trará a vitória em quaisquer circunstâncias. Assim, Jesus acompanha os fiéis à medida que avançam proclamando o evangelho: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28.18-20). Bíblia Shedd.
Os israelitas haviam sido escravos dos egípcios que faziam tijolos sem palha. Aqui eles estão, agora, seguindo a coluna de nuvem e de fogo, transportando o tabernáculo que haviam construído para Deus. Êxodo começa em melancolia e termina em glória. Isto faz um paralelo com nossa vida cristã. Começamos como escravos e terminamos nossa peregrinação vivendo para sempre com Deus. A lição que os israelitas aprenderam ao logo do caminho nós também precisamos aprender. Life Application Study Bible NVI.
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“Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo” (v.34).
O relato do livro de Êxodo é, sem dúvida, o documento histórico do nascimento de Israel como nação. Vimos o fiel cumprimento das profecias e das promessas de Deus na vida dos Seus filhos. Da descendência de Seu servo Abraão, o Senhor suscitou uma numerosa nação. A Moisés foi delegada a solene tarefa de tirar Israel do cativeiro egípcio e, sob a forte destra dAquele que o chamou, sua missão foi cumprida. Prodígios, milagres, vitórias e momentos difíceis marcaram os primeiros passos do povo sobre o deserto. E na nuvem de dia e na coluna de fogo à noite, todos podiam contemplar as manifestações da presença de Deus no meio do acampamento.
Mas o Senhor tinha algo mais a lhes oferecer; uma forma mais didática de lhes ensinar que o destino final não era uma terra aqui, mas no mundo porvir. E no romper de um ano novo, o Seu santuário foi erguido, consagrado e ungido por Moisés. “E tudo fez Moisés segundo o Senhor lhe havia ordenado; assim o fez” (v.16). Projetado segundo o modelo original (Hb.8:2), o tabernáculo deveria ser uma escola e os sacerdotes, os professores. O conhecimento de Deus estava à disposição de todo aquele que se dispusesse a aprender com a sinceridade de uma criança. O Testemunho (os dez mandamentos) foi colocado dentro da arca da aliança e, ali, do Santíssimo lugar, sob a manifestação da glória de Deus, cada palavra da Lei saía das pedras para o coração dos verdadeiros adoradores.
Como na criação o Senhor começou a dar forma a uma terra “sem forma e vazia” (Gn.1:1), Moisés começou a dar forma ao santuário. Como Deus estendeu os céus, Moisés “estendeu a tenda sobre o tabernáculo” (v.19). Como Deus criou o alimento no terceiro dia, Moisés pôs sobre a mesa “os pães da proposição” (v.23). Como colocou no céu os luzeiros do dia e da noite, Moisés “preparou as lâmpadas perante o Senhor” (v.25). Como criou os animais terrestres, Moisés “pôs o altar do holocausto à porta da tenda da congregação e ofereceu sobre ele holocausto” (v.29). Como criou o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança, os cobrindo com Sua glória, Moisés vestiu Arão e seus filhos como símbolo do sacerdócio de Cristo (v.13). “Assim, pois”, como “foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército” (Gn.2:1), “assim Moisés acabou a obra” (v.33) do santuário.
Israel tinha um vislumbre da criação a cada vez que a tenda era montada, uma ilustração do plano da redenção todas as vezes em que os sacrifícios eram oferecidos no altar, e a cada marcha pelo deserto, a sublime esperança de que o Senhor os estava guiando para casa. Amados, faço minhas as palavras de João, neste momento: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1Jo.5:13). Com mão poderosa o Senhor guiou o Seu povo, e com mão poderosa continuará guiando o Seu último Israel. Muito em breve Deus não mais precisará usar ilustrações e símbolos, mas teremos o privilégio de ser testemunhas oculares da recriação, quando Deus fará “novo céu e nova terra” (Ap.21:1).
Que a presença do Criador esteja com você “em todas as suas jornadas” (v.38), até chegar ao Lar!
Nosso Pai Celestial, louvado seja o Teu nome porque com Tua boa mão tens nos guiado! O Senhor é o nosso Criador e proveste para nós a redenção em Cristo Jesus. Nós Te agradecemos, bom Pai! Continua iluminando o nosso caminho para que possamos andar em Tuas veredas até chegarmos ao reino do Teu Filho amado. Perdoa-nos e purifica-nos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, criados para a vida eterna!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo40 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100