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“Fez, pois, Moisés como o Senhor lhe ordenara, e a congregação se ajuntou à porta da tenda da congregação” (v.4).
A inauguração do santuário envolveu todo o povo. Todos foram convocados à porta da tenda sagrada a fim de testemunhar uma cerimônia única, onde Moisés seria o primeiro a oficiar no santuário, dedicando Arão e seus filhos para o santo ofício. Aquela foi a única vez em que Moisés teve acesso ao santuário. A partir de então, apenas Arão e seus filhos poderiam, como sacerdotes ordenados, atuar no tabernáculo como intercessores do povo, um claro símbolo do sacerdócio de Cristo. E a insistente repetição de que Moisés fez tudo como Deus lhe havia ordenado exalta a importância da obediência em todo o processo. Se algo fosse feito por vontade humana, receberia a nódoa do pecado e todo aquele ritual perderia a sua razão de ser, que apontava para a pura e imaculada justiça de Cristo.
O lavar das vestes, o aspergir do sangue, o derramar do óleo da unção, simbolizavam a pureza e a santidade de Cristo. E Moisés também foi um tipo de Cristo, pois foi ele quem realizou toda a cerimônia segundo a vontade de Deus, enquanto Arão e seus filhos apenas se submetiam a ele. Por sete dias, eles permaneceram “à porta da tenda da congregação dia e noite” (v.35) como verdadeiros vigias. Sua missão a partir de então consistia em serem zelosos e cuidadosos em cumprir a vontade de Deus, e, certamente, esse tempo de reclusão deveria ser para eles um tempo de profunda reflexão e comunhão com Deus, a fim de saírem preparados para o serviço santo do Senhor. Ainda assim, amanhã veremos que nem sempre a aparência revela o que está no coração; e nem todos – por mais que as oportunidades dadas sejam as mesmas – permitem a ação do Espírito Santo.
Vivemos em dias sobremodo solenes, amados. Hoje, Jesus atua por nós no lugar Santíssimo, como Sumo Sacerdote, no “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Seu sacrifício nos deu o direito de possuirmos a Sua justiça. Ele deseja nos lavar, purificar e ungir, nos consagrando como Seu “sacerdócio real” (1Pe.2:9). Cabe a nós a submissão e a obediência provenientes de um coração que aceita essa justiça imputada. E existe uma ira tão grande de Satanás contra essa mensagem que sua estratégia é justamente torná-la incompreensível. Não pense que ele se utiliza de artifícios de fácil percepção. Ele não trabalha assim. Seu trabalho consiste em confundir a mensagem usando a própria Palavra de Deus, mas de forma distorcida e muito semelhante à verdade.
Como podemos, então, nos ver livres dos enganos dos últimos dias? Como não sermos confundidos e contaminados com mensagens em que o erro e a verdade se mesclam quase que de forma imperceptível? Amados, a resposta está no maior capítulo da Bíblia, no Salmo que exalta a obediência à lei de Deus. Diz o salmista: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Sl.119:11). Jesus venceu Satanás no deserto pela oração e pela Palavra (Leia Mt.4:1-11). “Está escrito” era o guia seguro de Sua alma. Aquele confronto Lhe exigiu não apenas sete dias de vigília, mas quarenta dias de jejum. E o inimigo de Deus e da humanidade tentou enganar o Filho de Deus usando as Escrituras. Vocês pensam que ele agirá de forma diferente, hoje? Não, amados! Ele tem feito a mesma coisa no mundo cristão atual. E se não estivermos cobertos com a perfeita justiça do nosso Redentor, sairemos deste conflito despedaçados.
O terno convite do Senhor continua sendo o mesmo: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). Pois “Tão somente no Senhor há justiça e força” (Is.45:24). A nossa luta é contra um inimigo que já é derrotado. Basta aceitarmos a justiça do nosso Salvador, que nos salvou “pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1Pe.1:19). Basta corrermos “com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:1-2). Em nome de Jesus, não negligencie a sua comunhão diária com Ele! Estude a Palavra de Deus e ore mais, pois disso depende a sua salvação e a salvação de outros através de você. Apegue-se ao Senhor. Busque conhecê-Lo. Se você fizer isso de todo o seu coração, prepare-se para o encontro mais sublime e feliz de toda a sua vida, pois a promessa é fiel e verdadeira: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13).
Querido Senhor, nosso Deus, assim como cada detalhe da cerimônia de consagração do tabernáculo precisava ser cumprido a fim de que pudesses aceitar a adoração que ali Lhe seria oferecida, também deixastes à Tua última igreja preciosas orientações de como desejas ser adorado nesses últimos dias. Ó, Pai, nos purifica e nos santifica mediante a justiça de Cristo, a fim de que estejamos então habilitados para o Teu serviço! Que o Teu Espírito encontre em nosso coração terra fértil para que somente a luz da Tua Palavra possa incidir em nossa vida e não sejamos enganados; e assim possamos, todos os dias, perseverar em Te encontrar e Te conhecer. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, sacerdócio real de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico08 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 8 – Deus lida graciosamente com o pecador. Sua graça alcança qualquer pessoa e a restaura a tal ponto de considerá-la como se nunca tivesse cometido pecado. Levítico nos desafia a conhecer o poder e o efeito da graça evidente no contexto do Santuário.
No capítulo em pauta, Moisés age em lugar de Deus chamando o povo perante a tenda da congregação, para a ordenação ministerial de Arão e seus filhos (Levítico 8:1-4). Seria a consagração ao posto mais alto do Santuário daquele Arão que construíra um bezerro levando o povo à idolatria no Sinai; e, mentiu quando questionado por Moisés, alegando que miraculosamente o bezerro surgiu ao jogar ouro no fogo (Êxodo 32:1-5, 21-24).
Arão não foi sumo sacerdote por escolha de seu irmão Moisés, foi Deus quem o escolheu. Então, diante da congregação, Moisés lavou e vestiu Arão com seus filhos e depois ungiu o tabernáculo e seus utensílios com óleo e também a cabeça de Arão (Levítico 9:5-12).
Após ungir o Sumo Sacerdote, Moisés oficiou vários sacrifícios (Levítico 9:13-29):
• Do novilho, da oferta pelo pecado, colocando sangue nas pontas e base do altar.
• Do carneiro, do holocausto (oferta queimada, aroma agradável a Deus), colocando sangue no altar e ao redor.
• Do carneiro, da consagração, colocando sangue na orelha e polegares das mãos e pés de Arão e seus filhos; os quais receberam um bolo asmo, outro de pão cozido, e uma obreia.
• Do peito do carneiro da consagração.
Depois dessa complexa cerimônia de purificação e unção das vestes de Arão e seus filhos aspergindo neles o sangue colhido do altar para consagrá-los, Moisés passou a instrui-los quanto ao quê fazer (Levítico 9:30-36):
• Cozer carne para comer com pão do cesto da consagração diante da congregação.
• Permanecer sete dias diante da porta da congregação até que Deus os consagrasse.
Esta cerimônia mostra quanta aversão tem Deus pelo pecado, e mesmo assim almeja a salvação do pecador. Sua graça pode não ser compreendida pela razão humana, mas pode ser recebida por todos.
Assim como Arão recebeu uma função especial após ter falhado terrivelmente, Pedro também tornou-se apóstolo após ter mentido e blasfemado sobre Jesus (Marcos 14:66-72; João 21:15-19). Essa graça incrível está disponível a nós ainda hoje. Portanto, reavivemo-nos nessa graça hoje mesmo! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 7 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/7
Os versos 1 a 7 apresentam o procedimento para a oferta de expiação da culpa. A instrução de que a carne pertencia ao sacerdote é seguida de uma lista de porções sacerdotais de outros sacrifícios. O sacrifício todo era oferecido ao Senhor, que atribuía parte dele ao sacerdote, Seu servo, que oficiava o ritual. Assim, ministros de tempo integral ganhavam renda de seu trabalho, o que os ajudava a sustentá-los e às suas famílias (compare com 1 Coríntios 9:1-14).
A oferta de paz também era dedicada ao Senhor, mas era dividida entre Deus, o sacerdote, e o ofertante. Uma oferta de paz poderia ser motivada pelo desejo de demonstrar agradecimento ao Senhor, ou para cumprir uma promessa a Ele ou, simplesmente, para expressar a devoção a Ele. Esta era sempre uma feliz ocasião de louvor.
Mas o sangue deste animal sacrificado representava a sua vida e, portanto, não poderia ser comido. Esta instrução é seguida até mesmo por cristãos não judeus (como ainda é hoje – comparar com Gênesis 9:4; Atos 15:20, 29). Este sangue resgatava a vida do ofertante (Lev. 17:10–14).
Isso mostra que mesmo o nosso louvor a Deus só é aceitável através do sacrifício de Cristo! Ao invés de sacrificar animais (compare Sal. 141:2), hoje oramos e podemos ser abençoados através de outros tipos de ofertas, expressão concreta das nossas orações.
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1325 palavras
6 Todo varão entre os sacerdotes a comerá: no lugar santo a comerá. Cada sacerdote, mesmo que tivesse algum defeito físico que lhe impedisse o desempenho dos deveres sacerdotais, podia comer “o pão do seu Deus, tanto no santíssimo como do santo” (Lv 21:22, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 801.
11-21 ofertas pacíficas (ARA; NVI: oferta de comunhão). Havia três tipos de ofertas pacíficas: 1) Ofertas de ações de graça, que eram feitas para relembrar com gratidão as misericórdias alcançadas; 2) As ofertas votivas [votos], promessas feitas no sentido de trazer uma oferta, se certa aspiração fosse atendida; 3) Ofertas voluntárias, que se distinguiam das votivas por não haver uma promessa anterior, e das de ações de graça, por não se referirem a alguma bênção específica alcançada. Bíblia Shedd.
Cristo oferece aos crentes, espiritualmente, a Sua própria carne para ser comida (Jo 6.54-58). Na carne e no sangue de Cristo, os crentes encontram vida eterna e têm comunhão com o Pai. Por meio dessa comunhão, os crentes são transformados cada vez mais na imagem de Cristo (2Co 3.18). Bíblia de Genebra.
12-15 Ofertas por gratidão eram apresentadas como agradecimento pelo livramento de enfermidades (Sl 116.17), da aflição (Sl 107.22) ou da morte (Sl 56.12), ou por uma bênção recebida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 obreias (ARA; NVI: “pães finos”). Heb raqiq, um bolo de forma, feito de uma camada fina, 2.4; 8.26; Êx 29.2, 23; Nm 6.15, 19. bolos. Heb hallah, pães que se perfuravam em cima, na hora de assar. A palavra vem da palavra halal, “furar”. O seu peso era de 3,5 kg (duas dízimas de um efa, 24.5). Bíblia Shedd.
13 pão levedado (ARA; NVI: com fermento). Esse regulamento não contradizia a proibição em 2.11 ou em Êx 23.18, visto que a oferta aqui referida não era queimada no altar. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A levedura (um resto de massa apodrecida), se usava comumente nas festas sociais, e era permitida nas ofertas de ações de graça, sendo que estas eram a expressão espontânea da dedicação de vidas que nunca eram totalmente isentas de pecados e males. Bíblia Shedd.
14 de toda a oferta, trará um bolo. Um de cada tipo de obreia, bolo e pão era a porção dos sacerdotes. Bíblia Shedd.
Ou seja, um bolo dentre os dez que em geral eram trazidos. O bolo era dado ao sacerdote, que devia movê-lo diante do Senhor. Isso era feito levantando-se e abaixando-se diante do altar de ofertas queimadas ou movimentando-o para frente e para trás; desse modo, primeiro o bolo era apresentado ao Senhor e, então, dado ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 801.
15 a carne do sacrifício … se comerá no dia de seu oferecimento. Essa ordem não teria sido dada sem uma boa razão. Promovia a higiene, encorajava o relacionamento social e a liberalidade para com o pobre. Das três razões, as medidas higiênicas eram as mais importantes. Em um país de clima quente era difícil conservar os alimentos perecíveis íntegros por qualquer período de tempo. … Se o ofertante tentava manter o alimento por mais de dois dias, a putrefação provavelmente ocorria. … [Se fosse] impossível ao ao próprio ofertante consumir a carne do animal em um ou dois dias, naturalmente ele convidava outros para partilhá-la consigo. Esta era a intenção de Deus (Dt 12:11, 12, 17, 18; 16:11). Assim, a ocasião, além de solene, era uma feliz reunião familiar (Sl 42:4; Is 30:29). A presença dos convidados levitas atribuía à reunião um toque de dignidade e provia oportunidade de instrução. As riquezas do mundo são distribuídas de forma desigual. Alguns têm menos do que precisam e outros têm mais. Deus ordena que os que têm partilhem com os que não têm. CBASD, vol. 1, p. 801.
A proibição aplicava-se também à Páscoa(Êx 12.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
… assim a generosidade, a caridade e o cuidado dos aflitos, fariam parte da festa, para completar uma verdadeira ceia sacrificial, de bom grado para Deus e para os homens. Bíblia Shedd.
16 voto. Pessoas em situação difícil poderiam fazer votos prometendo algo a Deus caso Ele atendesse às suas orações (Gn 28.20-22; 1Sm 1.11; 2.21). Normalmente, esses votos eram acompanhados por uma oferta pacífica no momento de serem feitos e, depois, novamente, ao serem atendidos. Bíblia de Genebra.
20 se alguma pessoa, tendo sobre si imundícia [ARA; NVI: estando impuro], comer a carne do sacrifício pacífico… Israelitas com impurezas rituais físicas (ver notas nos caps. 11-15) não podiam entrar em contato com coisas santas, porque esta impureza estava associada com morte, que resulta do pecado (Rm 6:23). O Deus santo é o Criador da vida e queria que o povo entendesse claramente que a morte é estranha a Ele e a tudo conectado a Ele. Muitas religiões aceitam a morte como natural.A Bíblia, contudo, ensina que a morte não é natural, malévola, e foi introduzida por um inimigo (Gn 3; Ap 12:9). Andrews Study Bible.
… será eliminado do seu povo. Esta punição, aplicada pelo próprio Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem familiar [seria excluída da linhagem de sua família]. Isto podia significar que a linha de descendentes daquele indivíduo iria cessar [ser interrompida] de forma que a pessoa nem mesmo seria lembrada porque não haveria ninguém para levar o seu nome. O fato de que a punição iria além da morte explica como alguém poderia ser tanto apedrejado até a morte como “cortado” (Lv 20.2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” de ser cortado (Dn 9:26), mas porque Ele é inocente e levou o pecado por outros, Ele retornou dos mortos de onde não há retorno e viu Seus descendentes (ver Is 53:10). Andrews Study Bible.
23 Não comereis gordura. Esta ordem repetida com frequência baseia-se na explicação de que “toda gordura é do Senhor” (Lv 3:16). A gordura de animais mortos naturalmente ou caçados por predadores poderia ser usada para outros propósitos, mas não como alimento (Lv 7:24). CBASD, vol. 1, p. 801.
26 Não comereis sangue. Esta expressão se refere ao ato de comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão dessa proibição é dada em 17.11 e Gn 9.4. Bíblia de Genebra.
Desde que o derramamento de sangue representava perda de vida (Gn 9.4), e que o sangue assim derramado era usado somente para a expiação, nunca se podia comer ou beber. Esta proibição se referia somente ao uso do sangue como alimento, e não deve ser considerada uma lei contra a transfusão de sangue, o que é uma operação médica para salvar vidas. Se queremos atribuir-lhe algum sentido espiritual, seria apenas o de ilustrar a santidade do sangue de Cristo, derramado em nosso favor para que tenhamos a plenitude da vida mediante Seu sacrifício supremo. Bíblia Shedd.
29 sacrifício pacífico. As ofertas pacíficas foram discutidas amplamente no capítulo 3. Aqui alguns detalhes são dados. CBASD, vol. 1, p. 801.
30-36 oferta movida. A parte da oferta que os sacerdotes moviam era deles. O movimento de ida e volta para o altar simbolizava a oferta do sacrifício a Deus e seu retorno aos sacerdotes. Estas ofertas ajudavam a manter o sacerdotes que cuidavam da casa de Deus. O Novo Testamento ensina que os ministros deveriam ser mantidos pelas pessoas a quem eles servem (1Co 9:10). Nós devemos dar generosamente àqueles que ministram por nós. Life Application Study Bible.
35 Esta é a porção de Arão … e de seus filhos. A ênfase no capítulo 7 é sobre a parte que pertencia aos sacerdotes. Deus ordenou uma provisão liberal para o Seu ministério e pretendia que cada israelita compreendesse a responsabilidade de mantê-lo. Isso mantinha o sacerdócio em elevada estima entre o povo. Muito do que era doado revertia aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 802.
37, 38. Resumo dos caps. de 1 a 7. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 A oferta da consagração se referia à oferta apresentada na cerimônia em que os sacerdotes foram introduzidos no cargo (8:22). Life Application Study Bible.
38 Deus deu a Seu povo muitos rituais e instruções a seguir. Todos os rituais em Levítico deveriam ensinar valiosas lições ao povo. Entretanto, com o passar do tempo o povo se tornou indiferente a estes rituais e começou a perder contato com Deus. Quando os rituais de sua igreja começarem a parecer secos, tente redescobrir o significado e propósito originais atrás deles. Seu louvor será revitalizado. Life Application Study Bible.
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“Toda pessoa que comer algum sangue será eliminada do seu povo” (v.27).
A maioria dos cristãos considera que as leis dietéticas proclamadas no Sinai foram apenas para o povo de Israel e que não há mais necessidade de observá-las. É certo que a morte de Jesus encerrou a obra do santuário terrestre (Cl.2:14). Mas será que a proibição quanto ao consumo de animais imundos, da gordura e do sangue foi feita somente no Sinai, ou era algo que precisava ser relembrado ao povo? A dieta original de Deus para o homem era a seguinte: “E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a Terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gn.1:29).
Se o homem não tivesse pecado, esta seria a nossa alimentação até hoje. Após o pecado, o Senhor precisou incluir em nossa dieta outros alimentos reguladores, que antes eram somente para os animais (Gn.1:30): “tu comerás a erva do campo” (Gn.3:18). Percebam que de forma alguma o Senhor disse que a carne seria incluída como alimento. No tempo de Noé, Deus o orientou a fazer entrar na arca tanto animais limpos como animais imundos, deixando claro que já havia essa diferença (Gn.7:2; 8:20). Não havendo vegetação ao sair da arca, Deus permitiu o consumo de carnes limpas e deixou bem clara a proibição quanto ao consumo de sangue: “Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis” (Gn.9:4). Não foi somente uma orientação para a manutenção da vida humana, mas também para a sua degradação. Um ato de misericórdia divina para que a vida humana fosse encurtada até o limite de “cento e vinte anos” (Gn.6:3).
Imaginem se ainda vivêssemos a quantidade de anos que viveu Adão e sua descendência. Certamente, não suportaríamos viver quase um milênio em meio à corrupção que há em nossos dias! Contudo, a peregrinação de Israel no deserto a caminho da terra prometida representa a nossa caminhada para a Canaã celestial. Ao enviar ao povo o maná e prover-lhe água pura, o Senhor comunicou o Seu plano original. Como povo do advento, que aguarda o bendito retorno de Cristo, temos o privilégio de sermos portadores da verdade presente, que inclui uma rica e equilibrada mensagem de saúde. Temos em mãos a cura divina para todos os povos. Como as leis de saúde foram estabelecidas desde a criação, Deus deseja nos recriar e fazer da nossa vida um canal de bênçãos para um mundo que padece de tantas enfermidades.
O único “sangue” que podemos beber é o sangue do nosso Salvador (1Co.11:25). O puro suco da uva (não fermentado) que tomamos na ceia do Senhor é um símbolo de Seu sacrifício na cruz e uma forma de renovarmos a nossa aliança com Ele. E pelos méritos do divino sangue, podemos ter o nosso coração lavado e regenerado pelo Espírito Santo diariamente. Não adianta, amados, comer o que é saudável enquanto conservamos um coração imundo. A disciplina na obediência a todas as exigências do Senhor com relação ao santuário só teria razão de ser se os oficiantes e adoradores estivessem em comunhão com Deus. Assim também, a mensagem de saúde só cumpre o seu objetivo quando o conhecimento de Deus e de Cristo é a sua mola propulsora.
A questão não é simplesmente o que comer e o que não comer, mas o princípio ali contido. Um princípio que Jesus viveu em sua essência: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). E que o apóstolo Paulo tão bem enfatizou: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Cuidar da saúde é de ordem pessoal e voluntária. Seja uma testemunha de Jesus nesse sentido, e não um juiz do prato alheio. Diante da proximidade de voltarmos ao Lar edênico e desfrutarmos para sempre da dieta original, que o Céu comece aqui em nossa vida, pela graça e misericórdia de Deus.
Santo Deus, nosso Criador, em Tua sabedoria nos proveste o melhor da Terra para o nosso sustento e saúde. Mas, infelizmente, o pecado tem prejudicado o que o Senhor criou para ser uma bênção. Te pedimos, ó Deus, que nesses instantes finais do mundo, o Senhor nos ajude a perseverar na comunhão Contigo e nos dê a sabedoria para saber como melhor cuidar do nosso corpo e da nossa mente, e também a sermos bênção na vida de nossos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico07 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 7 – Os sete capítulos iniciais de Levítico focam os diferentes tipos de sacrifícios e ofertas pelo pecado e gratidão pelo perdão dos pecados. Em Sua indescritível soberania e graça, Deus escolheu usar didaticamente esse método para, pedagogicamente, ensinar ao leitor a gravidade e malignidade do pecado. Um animal dócil e inocente morreria para pagar pela transgressão do pecador culpado, réu de morte; o inocente animal morto apontava para a morte do próprio Filho de Deus (João 1:29).
Seis principais sacrifícios são descritos:
• Holocaustos ou ofertas queimadas (Levítico 1:3-17; 6:8-13);
• Ofertas de cereais (Levítico 2:1-16; 6:14-18; 7:8-10);
• Ofertas de paz (Levítico 3:1-17; 7:11-21, 28-34);
• Oferta pelo pecado (Levítico 4:1-5:13);
• Oferta pela culpa (Levítico 5:14-6:7);
• Oferta pela congregação (Levítico 6:19-23).
Através dos sacrifícios, Deus usava estratégias temporárias concernentes ao Seu gracioso plano de lidar com o pecado e com pecadores.
O gesto dos pecadores ao sacrificar animais inocentes após transferir-lhes simbolicamente seus pecados, resultava numa profecia messiânica indicando o que aconteceria com Jesus, que daria Sua inocente vida para resgatar o culpado e condenado pecador.
“Os regulamentos levíticos sistematizam e esclarecem as maneiras pelas quais o povo de Deus devia adorá-Lo desde o começo. Também estão repletos de símbolos e figuras da salvação. Revelam verdades espirituais que Deus desejava ensinar ao Seu povo. Os símbolos apontam profeticamente para o ministério de Cristo. O livro de Levítico contém uma mensagem para nós. Visto que as pessoas modernas continuam sendo carnais, o evangelho eterno que levou a graça de Deus para salvação aos pecadores na antiguidade, ainda é necessário hoje em dia”, alegam Lislie Hardinge e Frank Holbrook.
Mais do que relíquia antiga, Levítico é uma pérola celestial extremamente útil para a compreensão do evangelho eterno. Levítico não é uma nova revelação para o surgimento de uma nova religião quando Deus instituía Israel como nação; é a ampliação do sacrifício oferecido por Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4); é o desdobramento do plano da redenção!
Cada sacrifício apontava para o Cristo feito “pecado por nós”; sim, “aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). “Cristo sofreu pelos pecadores uma vez por todas, o Justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (1 Pedro 3:18).
Confessemos nossos pecados, consagremo-nos a Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 6 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/6
As instruções em Levítico 6:8 a 7:38 fornecem informações complementares sobre os sacrifícios dos capítulos anteriores. O fogo sagrado que consumia os sacrifícios, aceso pelo próprio Deus (Lv 9:24), deveria continuamente queimar no centro da adoração israelita. Centelhas de origem humana não poderiam adequadamente representar o sacrifício do Salvador. Para salvar-nos do fogo divino da “segunda morte” (Ap. 20), Cristo foi consumido em nosso lugar pelo sofrimento da separação do Seu Pai (Mt 27:46), era isso o que aquele fogo representava.
A oferta pelo pecado era santa, mas se algo do sangue dessa oferta respingasse na roupa de um sacerdote ou do ofertante durante o abate da vítima, o sangue deveria ser lavado da roupa, indicando que ele carregava uma espécie de impureza do pecador (compare com Lev. 11:25, 28, 35; Números 31:23-24). De fato, o tabernáculo/templo era contaminado quando aspergido pelo sangue da oferta pelo pecado. Consequentemente o tabernáculo tinha de ser purificado no Dia da Expiação (Lv 16).
Em outro lugar, Levítico proíbe trazer impureza em contato com a santidade de Deus (Lv 7:20-21). Mas, na remoção dos pecados do povo, ao libertar o ofertante “do seu pecado”, Deus assume a responsabilidade dessas faltas por meio do sacrifício santo, simbolizando Cristo. O bom sangue de Cristo retira e afasta de nós os nossos pecados, assim como o sangue em nossos corpos remove os resíduos. Somos lavados pelo sangue do Cordeiro!
Neste relato, vemos as consequências de tal procedimento. Deus deseja ter um povo fiel a Ele, somente a Ele, mesmo que caiam os céus (Educação, 57).
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1159 palavras
1-7 Aqui descobrimos que roubar envolve mais do que somente retirar algo de alguém. Encontrar algo e não devolvê-lo ou recusar devolver algo emprestado são outras formas de roubo. Estes são pecados contra Deus e não apenas contra seu vizinho, um estranho ou um grande negócio. Se você obteve algo irregularmente, então confesse seu pecado a Deus, peça desculpas ao proprietário e devolva os itens roubados – com juros. Life Application Study Bible.
A transgressão contra o próximo requer a restauração do valor perdido mais o acréscimo da “quinta parte” (v. 5) e a oferta de um sacrifício a Deus (cf. Mt 5.24). Bíblia de Genebra.
2 cometer ofensa contra o Senhor. De ma’al, “agir dolosamente”, “agir de má fé”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 796.
negar ao seu próximo. A negação de uma verdade ou a mentira aqui descrita é, primeiramente, uma transgressão contra Deus e depois um pecado contra o próximo. … No caso de mentir conscientemente e ainda reter o que pertencia a outro era uma dupla transgressão – roubar e mentir. O ofensor seria culpado de pecado deliberado. CBASD, vol. 1, p. 796.
o que este lhe deu em depósito. Ou “em parceria” (KJV), como sociedade ou contrato. Em sociedade, o cristão deve exercer uma constante vigilância para que cada sócio receba o que lhe é devido; e, em contrato, deve haver fiel desempenho de ambas as partes no acordo. Não deve haver intenção de enganar, nem levar vantagem em falhas, mas sim um cuidado zeloso pelos interesses do outro sócio. Se assim não for feito, o homem que transgride é culpado. CBASD, vol. 1, p. 796.
3 tendo achado o perdido, o negar com falso juramento. De algum modo, isto é mais sério do que os casos precedentes, pois a pessoa não apenas mente, mas firma sua mentira por meio de juramento legal ou não. Em ambos os casos, ela é culpada de jurar falsamente. CBASD, vol. 1, p. 796.
Ver Dt 22.1-3. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 restituirá aquilo que roubou. A restituição é parte vital do que Deus requer da pessoa que deseja se livrar da culpa do pecado. Nesses casos, convicção do pecado, tristeza e confissão sozinhas não são suficientes. Todos esses são passos desejáveis em direção ao reino, mas não bastam. Eles devem ser acompanhados de arrependimento tão profundo e completo que a alma culpada não descanse até fazer todos os esforços a fim de retificar o erro praticado. Isso, em muitos casos, inclui restauração e devolução com juros do que foi tomado, bem como todo esforço necessário para corrigir o erro. Os frutos dignos de arrependimento mencionados por João incluíam restituição (Mt 3:8). CBASD, vol. 1, p. 797.
5 jurou falsamente. A mentira é um dos pecados mais comuns hoje e, aos poucos, está se tornando respeitável. … A Bíblia é clara quanto ao assunto da verdade e não aceita menos que isso. Deus é “o Deus da verdade” (Is 65:16; Sl 31:5; Dt 32:4). … A paixão pela verdade deve motivar o cristão. Ele é o representante do Deus da verdade e não deve levantar falso testemunho de modo algum. Deve amar a verdade acima de tudo, pois é a verdade que o liberta (Jo 8:32). … Uma pessoa cheia do amor da verdade será verdadeira em todos os relacionamentos. Ela odiará e desprezará toda pretensão e hipocrisia; seus motivos jamais serão questionáveis. … Terá a reputação de alguém cuja palavra é digna de confiança. CBASD, vol. 1, p. 797, 798.
6.8 – 7.36. Tendo falado aos leigos a respeito das leis dos sacrifícios, Moisés agora se dirige aos sacerdotes, especialmente sobre o direito deles sobre uma partilha nos sacrifícios. Bíblia de Genebra.
9 holocausto. Cristo, o sumo sacerdote da nova aliança, ofereceu o derradeiro holocausto em Seu corpo; ele estava inteiramente consagrado a Deus, sofrendo a morte pelo pecado e provocando a morte do crente para o pecado (Rm 6.2-7). Bíblia de Genebra.
11 O sacerdote tinha a obrigação de limpar as cinzas do altar, depois de ter oferecido um holocausto, usava, para isso, vestes especiais, calças e túnica de linho, laváveis, que se usavam tão-somente para o contato direto com o altar. Quando removia as cinzas pela manhã, deixava-as ao lado altar, trocava suas vestes, colocando suas roupas normais de sacerdote, e depois removia as cinzas para algum lugar “limpo” (e não para um depósito de lixo, que seria considerado impuro), fora do arraial. Bíblia Shedd.
12 O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Life Application Study Bible.
As ofertas contínuas, que se ofereciam duas vezes por dia, sem falta, eram uma expressão da dedicação de Israel ao seu Deus. Bíblia Shedd.
12, 13 Mantenha-se aceso o fogo no altar, não deve ser apagado(NVI). O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício depois da consagração formal de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus, 9.24. Essa origem sobrenatural do fogo no altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado pelos homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú, 10.1-2.O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Bíblia Shedd.
O fogo santo no altar deveria se manter queimando porque foi Deus quem o acendeu. Isso representava a eterna presença de Deus no sistema sacrifical. Mostrava ao povo que somente pelo favor gracioso de Deus seus sacrifícios poderiam ser aceitáveis. O fogo de Deus está presente na vida de cada crente, hoje. Ele acende o fogo quando o Espírito Santo vem viver em nós e cuida disso de modo que cresçamos na graça ao andarmos com Ele. Quando nos tornamos cientes de que Deus habita em nós, temos confiança em nos achegarmos a Ele por perdão e restauração. Life Application Study Bible.
13 o fogo arderá continuamente. O próprio Deus alimentava esse fogo (Lv 9:24). Os judeus afirmam que o fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico. … Manter o fogo aceso requeria grande suprimento de madeira. Os sacerdotes ajuntavam a lenha uma vez por ano e convidavam o povo a ajudá-los. CBASD, vol. 1, p. 798.
14 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Assim como a oferta de manjares representava os frutos da obediência, ela também prenunciava a vida de Cristo em perfeita obediência e gratidão a Deus. Bíblia de Genebra.
18 Todo varão.Esta expressão se restringe aqui aos homens que serviam no culto do tabernáculo. Antes de atingirem a idade de 30 anos, os homens não podiam entrar no lugar santo, Nm 4.3, 23, 30, 39. Bíblia Shedd.
28 vaso de barro … vaso de bronze. Um vaso de louça não vitrificada absorveria alguns sucos, não podendo ser lavado ao ponto de ficar bem limpo, como o bronze. Bíblia Shedd.